05 - Resident Evil - Nemesis

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Resident Evil #5 Nemesis Traduzido por: www.fyfre.com

Resident Evil #5 NEMESISS.D. Perry[Crditos www.fyfre.com]Esta traduo contedo exclusivo do F.Y.F.R.E. e no deve ser copiado sem permisso da equipe do site. Para isso, mandenos um email [team@fyfre.com]. O F.Y.F.R.E. pioneiro nas tradues dos livros da srie, e nosso trabalho j completa quase cinco anos. Infelizmente, vrias pessoas esto se utilizando de nosso rduo trabalho para ganhar dinheiro e enganar fs desinformados, fazendoos comprar as tradues por um alto preo, sendo que elas podem ser lidas gratuitamente aqui no no site. Estamos cansados de tentar tomar providncias, e o nico meio que temos agora de informar do nosso trabalho de traduo avisar no nosso prprio site. Por vrias vezes, pensamos seriamente em retirar as tradues do site, devido a tanta polmica, mas no seria justo para com os fs.

[Prlogo]Carlos tinha acabado de desligar o chuveiro quando o telefone tocou. Ele enrolou a toalha na cintura e correu pela bagunada sala de estar. Com tanta pressa em atender ao telefone quase tropeou numa caixa de livros ainda fechada; ele ainda no teve tempo de achar uma secretria eletrnica desde que se mudou para a cidade, e apenas a nova base tinha seu nmero. No valeria a pena perdeu nenhuma ligao, principalmente por ser a Umbrella que pagava suas contas. Ele puxou o gancho com a mo ensopada e tentou no parecer sem flego. Al?. Carlos, aqui Mitch Hirami. Inconscientemente, Carlos ergueu um pouco sua postura, ainda segurando a mida toalha. Sim, senhor. Hirami era seu lder de esquadro. Carlos s o encontrou duas vezes, pouco tempo para ter uma slida leitura dele, mas parecia competente o bastante tal como os outros caras do esquadro. Competente, se no for apenas a fachada... Como Carlos, ningum falava muito sobre o passado, apesar de saber que Hirami esteve envolvido em contrabando de armas na Amrica do Sul alguns anos atrs, antes de ter comeado a trabalhar para a Umbrella. Parecia que todos que conheceu na U.B.C.S. tinham um ou dois segredos a maioria envolvendo atividades no necessariamente legais. Ordens acabaram de chegar sobre uma situao em andamento. Estamos convocando todos o mais rpido possvel. Voc tem uma hora para se apresentar, e partiremos em duas, isso ser s 15:00h, *comprende?. Si , sim, senhor. Carlos fluente em ingls h anos, mas ainda estava se acostumando a falar integralmente. H alguma informao sobre o tipo de situao?. Negativo. Voc ser informado junto com o resto de ns assim que chegar. O tom de voz de Hirami sugeria que tinha mais a dizer. Carlos esperou, comeando a sentir frio com a gua secando em seu corpo. Diz se tratar de algum vazamento qumico. Hirami disse, e Carlos pensou ter ouvido um pouco de insegurana em sua voz. Algo que est fazendo pessoas... fazendoas agir diferente?. Carlos franziu. Diferente como?. Hirami suspirou. Voc no pago para fazer perguntas, Oliveira, certo? Agora voc sabe tanto quanto eu. Apenas venha para c. Sim, senhor. Carlos disse, mas Hirami j tinha desligado. Carlos colocou o telefone no gancho, incerto se deveria sentirse animado ou preocupado com sua primeira1

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misso na U.B.C.S. *Umbrella Biohazard Coutermeasure Service: um impressionante ttulo para um grupo de exmercenrios e exmilitares, a maioria com experincia em combate e passados obscuros. O alistador em *Honduras disse que seriam chamados para lidar com situaes em que a Umbrella precisasse de uma ao rpida e agressiva e dentro da lei. Depois de trs anos lutando em pequenas guerras particulares entre gangues rivais e revolucionrias, de vida em barracas cheias de lama e comendo de latas, a promessa de um emprego de verdade e com um excelente salrio foi como uma prece atendida. Bom demais para ser verdade, foi o que pensei... e se eu descobrir que estava certo? Carlos balanou a cabea. Ele no descobriria nada se ficasse parado enrolado numa toalha. Mesmo assim, no deve ser pior do que se atirar numa floresta desconhecida com um bando de pendejos drogados, imaginando se ouviria a bala que o acertaria. Ele tinha uma hora e levava vinte minutos a p at a base. Ele virouse para o quarto, de repente determinado a chegar l mais cedo, para ver se conseguia tirar mais alguma coisa de Hirami. Ele j conseguia sentir a quente e nervosa adrenalina em sua barriga, uma sensao com a qual crescera e conhecia melhor do que qualquer outra metade antecipao, metade excitao, e uma alta dose de medo... Carlos sorriu enquanto tirava a toalha, impressionado consigo. Ele tinha passado muito tempo na selva. Agora ele estava nos Estados Unidos, trabalhando para uma legtima companhia farmacutica no h nada para temer, certo? Nada. Ele disse, e ainda sorrindo, foi procurar suas roupas. Final de Setembro nos limites da cidade grande; era um dia ensolarado, mas Carlos j sentia os primeiros suspiros de outono enquanto se apressava para a base, um tipo de ar ficando menos denso, folhas comeando a cair dos galhos acima. No que houvesse muitas rvores; seu apartamento ficava em volta de uma grande rea industrial algumas fbricas sombrias, terrenos cercados com grama alta, acres cheios de galpes para depsito. A base da U.B.C.S. era na verdade um galpo reformado num terreno pertencente a Umbrella, circundado por um moderno complexo porturio, completo com docas de carregamento e heliporto bem estruturado, apesar de Carlos imaginar porque foi construdo numa rea to decadente. Eles podiam bancar coisa melhor. Carlos checou o relgio enquanto subia a Rua Everett, e passou a andar mais rpido. Ele no estava atrasado, mas ainda queria chegar antes da reunio, ver o que os outros estavam comentando. Hirami disse que todos estavam sendo convocados quatro pelotes, trs esquadres de dez em cada peloto, 120 pessoas no total. Carlos era soldado do esquadro A do peloto D; ridculo como essas coisas eram planejadas, mas ele achava ser necessrio para ter todos vista. Algum deve saber algo... Ele virou direita onde a Everett cruzava com a 374th, seus pensamentos viajando, vagamente curioso para saber onde iriam quando um homem saiu de um beco alguns metros sua frente, um estranho bem vestido sorrindo largamente. Ele ficou l parado, de mos enfiadas nos bolsos de seu sobretudo, aparentemente esperando Carlos alcanlo. Carlos manteve suas expresses cuidadosamente neutras, estudando o homem com cautela. Alto, magro, cabelos e olhos escuros, definitivamente caucasiano, na faixa dos quarenta anos e sorrindo como se quisesse contar uma piada excepcionalmente engraada. Carlos preparouse para ultrapasslo, lembrandose de quantos malucos viviam numa cidade de mdio porte, um inevitvel risco da vida urbana. Ele provavelmente quer me contar sobre os aliengenas monitorando suas ondas cerebrais, ou talvez contar alguma teoria de conspirao Carlos Oliveira?. O homem perguntou, mais uma afirmao do que uma pergunta. Carlos parou, seu corpo inteiro tencionando, instintivamente derrubando a mo para onde guardava uma arma s que ele no carregava uma desde que cruzou a fronteira, carajo Como se sentisse a preocupao que causou, o estranho recuou um pouco, erguendo as mos para o alto. Ele parecia impressionado, mas no especialmente ameaador. Quem pergunta?. Carlos perguntou. E como ele sabe o meu nome? Meu nome Trent, Sr. Oliveira. Ele disse, seu escuro olhar brilhando com uma alegria mau contida. E eu2

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tenho algumas informaes para voc. ____________________ *Comprende Algumas palavras no decorrer do texto esto em Espanhol. *U.B.C.S. Servio de contramedidas com risco biolgico da Umbrella. *Honduras Pas da Amrica Central. ____________________

[1]No sonho, Jill no correu rpido o bastante. Era o mesmo sonho que ela teve todos os dias desde a misso que quase matou todos naquela terrvel e interminvel noite de Julho. Foi na poca em que alguns cidados de Raccoon foram feridos pelo segredo da Umbrella, em que a administrao do S.T.A.R.S. no era totalmente corrupta, na poca em que ela ainda era burra o bastante para achar que as pessoas acreditariam em sua histria. No sonho, ela e os outros sobreviventes Chris, Barry e Rebecca esperavam ansiosamente pelo resgate no heliporto do laboratrio secreto, todos exaustos, feridos e muito cientes de que as construes em volta e abaixo iriam se autodestruir. Estava amanhecendo, uma fria luz surgindo em raios por entre as rvores que circundavam a manso de Spencer, o silncio quebrado somente pelo bem vindo som do helicptero se aproximando... seis membros do S.T.A.R.S. estavam mortos, levados por humanas e inumanas criaturas que vagavam pelo complexo, e se Brad no pousasse logo, no haveria sobreviventes. O laboratrio iria explodir, destruindo as provas do vazamento do Tvirus da Umbrella e matando a todos. Chris e Barry balanavam os braos, tentando apressar Brad. Jill olhou no relgio, enjoada, sua mente ainda tentando entender tudo o que havia acontecido, tentando organizar tudo. Umbrella Pharmaceutical, a nica e maior contribuinte para a prosperidade de Raccoon City e uma das maiores foras corporativas do mundo, criou monstros secretamente em nome de pesquisas com armas biolgicas e brincando com fogo, eles acabaram se queimando bastante. Isso no importava mais, tudo que importava era fugir de l e ns temos trs minutos, quatro no mximo CRASH! Jill olhou em volta, viu pedaos de concreto voarem e choverem pelo ar sobre o canto noroeste do heliporto. Uma garra gigante se esticou para fora do buraco, se apoiando na rasgada fenda e o plido e desajeitado monstro, aquele que Barry e ela tentaram matar no laboratrio, o Tyrant, saltou para o heliporto. Ele ergueuse de seu gil agachar... e foi na direo deles. Era abominvel, pelo menos dois metros e meio de altura, j foi humano, talvez, e agora no era mais. Sua mo direita, normal. A esquerda, um massivo e quitinoso conjunto de garras. Seu rosto tinha sido terrivelmente alterado, seus lbios f