063 Psicologia Revolucionaria

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    http://www.gnose.org.br FUNDASAW- 1

    TRATADO DE PSICOLOGIA REVOLUCIONRIA MENSAGEM DE NATAL DE 1975 SAMAEL AUN WEOR BUDDHA MAITREYA KALKI AVATAR DA ERA DE AQURIO Primeira Edio: 1975 Colmbia TRADUO: KARL BUNN Presidente da Fundao Samael Aun Weor Curitiba PR Brasil AGOSTO 2004 XLIII Ano de Aqurio Direitos autorais desta edio: FUNDASAW-Brasil : http://www.gnose.org.br Cpias desta traduo so permitidas desde que se mantenha a totalidade deste texto [da primeira a ltima linha desta traduo] e seja expressamente mencionada a fonte (FUNDASAW-BRASIL) e nosso endereo na internet (http://www.gnose.org.br). Textos entre [ ] so do tradutor; no constam no original. Usamos esse recurso para oferecer um melhor entendimento e orientao para o leitor, evitando, assim, as nem sempre prticas notas de rodap.

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    APRESENTAO Samael Aun Weor, o autor do renascimento ou do ressurgimento dos gnsticos no sculo XX, aqui mesmo, na Amrica do Sul. Seus livros hoje circulam em todos os continentes e esto traduzidos at mesmo para os mais exticos idiomas, como o tailands, sueco, grego e outros.

    Samael Aun Weor tido hoje como o Grande Mestre Gnstico do Sculo XX. Em sua vida [1917-1977], fundou cinco organizaes de cunho social, cultural e filosfico, originariamente no Mxico. Ao desencarnar, deixou um legado escrito de 72 livros e mais de 300 palestras gravadas.

    PSICOLOGIA REVOLUCIONRIA foi escrito em 1975, e se configura como um dos livros mais simples e objetivos acerca da metodologia do autoconhecimento psicolgico profundo e revolucionrio. um livro especialmente indicado para quem nada sabe sobre o tema mas que est seriamente interessado em se conhecer de forma profunda com vistas a uma transformao radical definitiva de si mesmo.

    PSICOLOGIA REVOLUCIONRIA no um livro de auto-ajuda com propostas simplistas de mera reprogramao mental. uma obra de auto-ajuda que ultrapassa a esfera meramente intelectual, mergulhando no cerne mesmo da questo da infelicidade humana no mundo moderno.

    O autor expe e argumenta, at de forma repetitiva, que cada pessoa a autora e nica responsvel por tudo que lhe acontece na vida - de bom e de ruim. Conseqentemente, cada pessoa tambm a nica que pode modificar, de forma radical e profunda, sua prpria forma de pensar, sentir e ser - e, com isso, atrair para si, um novo tipo de influncia e fugir do ciclo mecnico dos acontecimentos negativos dirios.

    O novo milnio exige uma nova forma de pensar. Porm, o mundo ainda segue pensando como sempre pensou, com velhas idias e velhos sistemas psicolgicos e espirituais. Este livro, se estudado com a calma e a reflexo que se fazem necessrias em obras desta natureza, certamente poder servir de marco definitivo na histria de vida do nosso leitor.

    Para que isso ocorra preciso evitar aqui o velho hbito de ler superficialmente e achar que assim possvel alguma mudana profunda. Como o prprio autor muito bem explica, "mudanas profundas no so feitas pela mente; a mente no tem poder nem capacidade para fazer transformaes radicais e profundas; preciso ir alm dos conceitos e das prprias leituras e implementar em nossa vida todo um novo sistema ou metodologia de auto-observao, auto-anlise e auto-transformao".

    Oxal esta obra possa fazer por voc tudo que fez por mim em quase trs dcadas de uso dos sistemas e prticas aqui abordados. Para mim, a obra de Samael Aun Weor foi e tem sido o alento de todos os dias.

    Karl Bunn Presidente FUNDASAW-Brasil http://www.fundasaw.org.br

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    PREFCIO DA EDIO ORIGINAL Por: Gargha Kuichines

    O presente Tratado de Psicologia Gnstica um novo livro que o Mestre outorga aos irmos como Mensagem de Natal de 1975. um completo cdigo que ensina a eliminar defeitos.

    At agora o estudantado se conformou em reprimir os defeitos algo assim como um chefe militar que se impe diante de seus subordinados. Pessoalmente, temos sido tcnicos em reprimir defeitos, mas, chegado o momento em que nos vemos obrigados a dar-lhes morte, a elimin-los, valendo-nos da tcnica do Mestre Samael, que, em forma ntida, precisa e exata, nos d as chaves.

    Quando os defeitos morrem, alm de a alma se expressar com sua imaculada beleza, tudo muda para ns. Muitos perguntam o que fazer quando vrios defeitos se manifestam ao mesmo tempo. A esses j temos respondido que eliminem alguns e que reprimam os outros para elimin-los mais tarde.

    O CAPTULO 1 ensina como mudar a pgina da nossa vida; romper a ira, cobia, inveja, luxria, orgulho, preguia, gula, desejo, etc. indispensvel dominar a mente terrena e fazer girar o vrtice [chakra] frontal, para que este absorva o eterno conhecimento da mente universal. Nesse mesmo captulo ensinado a examinar nosso nvel moral de ser e mud-lo. Isso possvel quando destrumos nossos defeitos. Toda mudana interior traz como conseqncia uma mudana exterior. O nvel de ser, do qual trata o Mestre nesta obra, refere-se condio em que nos encontramos.

    No CAPTULO 2 explicado que o nvel de ser o degrau onde nos encontramos na escada da vida. Quando subimos, avanamos; mas, quando paramos, isso produz aborrecimentos, desenganos, tristezas e pesadelos.

    No CAPTULO 3 o livro nos fala sobre a rebeldia psicolgica e nos ensina que o ponto psicolgico de partida est dentro de ns e nos diz que o caminho vertical ou perpendicular o caminho dos rebeldes, dos que buscam mudanas imediatas, de tal sorte que a via vertical sua principal caracterstica. Os humanides seguem pelo caminho horizontal da escada da vida.

    O CAPTULO 4 explica como se produzem as mudanas. A beleza de uma criana se deve ao fato de ainda no haver desenvolvido seus defeitos; medida que eles se desenvolvem, vai perdendo sua beleza nata. Quando desintegramos os defeitos, a alma se manifesta em todo seu esplendor; isso percebido pelas pessoas simples vista. Alm disso, a beleza da alma a que embeleza o corpo fsico.

    O CAPTULO 5 nos ensina a manejar o ginsio psicolgico e o mtodo para aniquilar a feira secreta que temos por dentro (os defeitos). Tambm nos ensina a trabalhar sobre ns mesmos para conseguir uma total transformao. Mudar necessrio, mas as pessoas no sabem como mudar; sofrem muito e se contentam em lanar a culpa nos outros. No sabem que elas mesmas so as nicas responsveis pela conduo de suas vidas.

    O CAPTULO 6 fala sobre a vida. Diz que a vida um problema que ningum entende: os estados so internos e os acontecimentos so externos.

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    O CAPTULO 7 nos fala sobre os estados internos e nos ensina a diferena que existe entre os estados de conscincia e os acontecimentos externos da vida prtica. Quando modificamos os estados equivocados da conscincia isso d origem mudanas fundamentais dentro de ns.

    [O original no traz nenhum comentrio sobre o Captulo 8 Nota do Tradutor].

    O CAPTULO 9 fala dos eventos pessoais, e nos ensina a corrigir os estados psicolgicos equivocados e os estados interiores errados; enfim, nos ensina a pr ordem em nossa bagunada casa interna. A vida interior atrai as circunstncias exteriores. Se essas so dolorosas, isso devido aos absurdos estados internos porque o exterior o reflexo do interior. A mudana interna d origem imediata a uma nova ordem de coisas.

    So os estados interiores equivocados que nos transformam em vtimas indefesas da perversidade humana. Esse Captulo nos ensina a no nos identificarmos com nenhum acontecimento, lembrando que tudo termina. Devemos aprender a ver a vida como um filme; nos dramas, devemos ser meros observadores e nunca nos identificarmos com eles.

    Um de meus filhos dono de um cinema, onde so exibidos filmes modernos. O cinema lota quando h filmes ganhadores de Oscars. Um dia, meu filho lvaro, me convidou para ver um filme com atores premiados. Mas recusei o convite dizendo que s estava interessado em um drama humano melhor que o filme com ganhadores de Oscars. Ele me perguntou: Que drama este? Respondi: O Drama da Vida. Ele continuou: Mas, todos fazemos parte desse drama. Por que o senhor acha melhor? Respondi: Porque no me identifico com ele, fao o que precisa ser feito, no me emociono nem me entristeo com os seus acontecimentos.

    O CAPTULO 10 nos fala sobre os diferentes egos e nos explica que, na vida interna das pessoas, no existe harmonia, porque ali existe um amontoado de egos. Isso a causa de tantas mudanas na vida diria de cada um de ns: cimes, risadas, choros, raiva, susto. Estas caractersticas nos mostram as mudanas e alteraes variadas a que nos expem os egos que formam nossa personalidade.

    O CAPTULO 11 fala sobre nosso querido ego, explicando que os egos so valores psicolgicos positivos e negativos. Ensina tambm a prtica da auto-observao interior. Com isso, podemos descobrir os muitos egos que vivem dentro de nossa personalidade.

    O CAPTULO 12 fala da mudana radical. Explica que no possvel nenhuma mudana em nossa mente sem a observao direta de todo esse conjunto de fatores subjetivos que temos dentro de ns. Quando aprendermos que no somos um, mas vrios, tomamos o caminho do autoconhecimento. Conhecimento e compreenso so diferentes: o primeiro da mente; o segundo, do corao.

    O CAPTULO 13 fala do atleta da auto-observao interior que todo aquele que trabalha seriamente sobre si mesmo e se esfora por separar os elementos indesejveis que carregamos dentro de ns. Para nos conhecermos, devemos dividir a ateno em observador e observado. Sem isso, jamais poderemos chegar ao autoconhecimento.

    O CAPTULO 14 fala sobre os pensamentos negativos. Vemos tambm que todos os egos possuem intelign