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BÁSICA INTEGRADA DA HORTA - N.º 13 , 22 de Dezembro de 2006 TRIMESTRAL Este suplemento é parte integrante da edição n.º 241 do jornal Tribuna das Ilhas A Nova Escola Com a aprovação, pelo poder político, do novo Estatuto da Carreira Docente, abre-se uma nova página na vida das Escolas. pág. 2 deleite deleite E M FLAGRANTE Este artigo era para estar na página 7, mas como não lhe achamos piada nenhuma aqui fica o reparo logo na 1ª Página. Esta é a saída de emergência do Pavilhão, mas só de nome. Presa como se encontra, não passa de mais uma porta tão bem fechada como outra porta qualquer. E S C O L A A Escola Básica Integrada da Horta deseja a todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. No passado dia 18 de Novembro decorreu na Assembleia Legislativa Regional a “IIª Assembleia da Crianças”, que contou com a presença de um grupo de "deputados" da nossa escola. pág. 3 e 6 A Nova Aluna A Simone Rodrigues, do 6º D, conta-nos uma história de uma aluna que é nova na escola e não conhece ninguém. O problema da integração é o que a Simone tenta resolver na sua história. pág. 4 O Direito dos Leitores Estranhos direitos, os apresentados por alguns alunos da turma de HPC. Rasgar o livro, le-lo virado ao contrário e, vejam só, “direito de ler o livro com ele metido dentro da mochila”... pág. 5 Dia das Bruxas Muito divertimento, muita animação caracterizou este dia. Veja quem foram os premiados do desfile de fantasias que se realizou na sala de convívio da nossa escola. pág. 6 Concurso Letra a Letra Iniciou-se na passada semana a primeira fase do concurso “Letra à Letra”. Damos-lhe conta como tudo decorreu. pág. 8 Esta foi a resposta a um abaixo assinado que solicitava à Comissão Executiva, a compra de uma mola para o arranjo da porta da sala dos professores. Claro que tudo não passou de uma brincadeira. A verdadeira mola já vem a caminho, já deve estar no cais.

A “Nova” Escola - srec.azores.gov.ptsrec.azores.gov.pt/dre/sd/115171020201/hiperlinks/Ecos.eb 13.pdf · cada um de nós. 02 22 de Dezembro de 2006 Ficha Técnica Director: Mário

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BÁSICA INTEGRADA DA HORTA - N.º 13 , 22 de Dezembro de 2006 TRIMESTRAL

Este suplemento é parte integrante da edição n.º 241 do jornal Tribuna das Ilhas

A Nova Escola

Com a aprovação, pelopoder político, do novoEstatuto da Carreira Docente,abre-se uma nova página navida das Escolas.

pág. 2

d e l e i t ed e l e i t eEM F L AG R A N T EEste artigo era para estar na página 7, mas como não lhe achamos piadanenhuma aqui fica o reparo logo na 1ª Página.Esta é a saída de emergência do Pavilhão, mas só de nome. Presa comose encontra, não passa de mais uma porta tão bem fechada como outraporta qualquer.

E S C O L A

A Escola Básica Integrada da Horta deseja a todosum Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.

No passado dia 18 de Novembro decorreu na Assembleia LegislativaRegional a “IIª Assembleia da Crianças”, que contou com a presença de um grupode "deputados" da nossa escola.

pág. 3 e 6

A Nova Aluna

A Simone Rodrigues, do6º D, conta-nos uma históriade uma aluna que é nova naescola e não conheceninguém. O problema daintegração é o que a Simonetenta resolver na sua história.

pág. 4

O Direito dosLeitores

Estranhos direitos, osapresentados por algunsalunos da turma de HPC.Rasgar o livro, le-lo viradoao contrário e, vejam só,“direito de ler o livro com elemetido dentro da mochila”...

pág. 5

Dia das Bruxas

Muito divertimento, muitaanimação caracterizou este

dia. Veja quem foram ospremiados do desfilede fantasias que serealizou na sala deconvívio da nossaescola.

pág. 6

Concurso Letra a Letra

Iniciou-se na passadasemana a primeira fase doconcurso “Letra à Letra”.Damos-lhe conta como tudodecorreu.

pág. 8

Esta foi a resposta a um abaixoassinado que solicitava àComissão Executiva, a compra deuma mola para o arranjo da portada sala dos professores.

Claro que tudo não passou de umabrincadeira. Averdadeira mola já vema caminho, já deve estar no cais.

Por princípio e para o bem detodos, a escola é um local de pas-sagem onde cada aluno, no seupercurso de aprendizagem, vaibeber um pouco da sua formaçãomoral e científica. Fora da sala deaula ele encontra muitos momentosonde aprende de uma forma infor-mal a relacionar-se consigo, com osoutros e com as coisas que orodeiam, tendo como grandecondição estar atento ao que sepassa à sua volta.Com essa aprendizagem ele está aformar-se como indivíduo e apreparar-se pouco a pouco para serum cidadão pleno no mundo que o

rodeia. Os clubes escolares são grandesproporcionadores desses momentosde aprendizagem informal, ondecada aluno sente como sua a causapara a qual o grupo trabalha, querseja a elaboração de um jornal, aencenação de uma peça de teatro, apreservação do ambiente ou outra.Um clube, tal como a escola, étambém um local de passagem. De

portas abertas a quem queira neleentrar ou a quem queira dele sair.Em todo o caso, e por princípio, osmembros dos clubes escolares nãose cristalizam no próprio clube.Estando de passagem, mais tarde oumais cedo, chega a hora de partir eenfrentar novas etapas. Se tal nãoacontecer, é a nós pais e professoresque nos compete a tarefa, por vezesdifícil, de os fazer sair e avançar no

caminho que têm ainda a percorrer.A curiosidade deve ser estimuladae incentivada e a diversidade dosestímulos é uma mais-valia naformação de qualquer um de nós.Contudo, crescer é um processo detransformação gradual e individual. Se como pais gostamos dos nossosfilhos, se como professoresgostamos dos nossos alunos, énossa obrigação não os retermos

porque eles nãonos pertencem,devem seguir oseu caminho naprocura da suai d e n t i d a d e .Felizes ficare-mos se nessaidentidade exis-tir um pouco decada um de nós.

02 22 de Dezembro de 2006

Ficha Técnica

Director: Mário Frayão Coordenador: José Junqueira, Membros do Clube de Jornalismo: Ana Medeiros, GuilhermSoares, Mariana Pacheco, Iara, Melissa Ilustração: José Junqueira Fotgrafia Clube deJornalismo Colaboraram neste número: Isaventura,Turma DOV, professor Luís Quadros, João Feitor Produção e Projecto Gráfico: Clube de Jornalismo da Escola Básica Integrada da Horta; Redacção:Escola Básica 2,3 da Horta, rua Cônsul Dabney 9900 - 860 Horta Telefone: 292 208 230; E-mail: [email protected] Impressão: Ferreira & Soares, rua Manuel Inácio de Sousa, n.º 25, 9900 Horta Registo:n.º 123 974 do Instituto de Comunicação Social Editor e Proprietário: IAIC - Informação, Animação e Intercâmbio Cultural, CRL NIPC: 512064652 Registo Comercial: 00015/011017 (Horta) Edição: n.º 13 de22 de Dezembro de 2006

A P O N TA P O N T A M E N TA M E N T O SO S

E D I TE D I T O R I A LO R I A L

Isaventura*

Com a aprovação, pelo poderpolítico, do novo Estatuto daCarreira Docente, abre-se uma novapágina na vida das Escolas.Indiferente ao descontentamentodos professores, manifesto nas lutasque a classe docente travou, aSenhora Ministra segue o seucaminho, alheia ao mundo que arodeia, numa atitude claramenteautista. Não cedeu um milímetronaquilo que os professores con-sideravam fundamental: a existên-cia de duas categorias de profes-sores, quotas de acesso ao topo dacarreira e a avaliação da classedocente.Para conseguir fazer passar assuas posições, o poder políticotransformou a classe dos docentesno bode expiatório do estado doensino que se deve, essencialmente,aos males sociais que afectam onosso pais: o desemprego, adiminuição acelerada do nível devida das populações, a desagre-gação de muitas famílias em conse-quência do machismo que ainda

impera a revolta de muitos jovensperante um futuro sem perspecti-vas. Mas não só. Assim, aumentan-do o número de alunos por Turma,diminuiu-se o rendimento dasaulas, tornando impossível umacompanhamento eficaz dosalunos, nomeadamente dos querevelam maiores dificuldades. 0objectivo é ter um número menorde professores, logo uma menordespesa. Isto na óptica neoliberalque nos governa, de poupar nadespesa pública através dadiminuição da despesa no ensino ena saúde, no apoio na doença, nodesemprego e na reforma.Por outro lado, os ConselhosExecutivos, entre gratificações eameaças por parte do poderpolitico, adoptam por vezes atitudesincorrectas para com os professoresque os elegeram, manifestando umautoritarismo perfeitamente deslo-cado no tempo.Também alguns colegas, tendo tira-do os seus cursos em universidadescada vez mais competitivas, em queos métodos de competição utiliza-dos nem sempre são os mais leais,

repetem os juízos da SenhoraMinistra e por vezes, parafrasean-do-a, acusam colegas de "nãoquerer trabalhar" e de "não teremsido avaliados na sua carreira".Introduz-se, assim, a discórdia nasescolas em busca de um carreirismobaseado na aceitação sem contes-tação do que vem de cima e naacusação do colega do lado.

O alunos e as questões pedagógi-cas, que deviam ser a principalpreocupação dos professores e dosorganismos públicos, são substituí-dos pela técnica do papel, queparece obcecar o Ministério, asSecretarias e as DirecçõesRegionais.Com 24 horas de permanência nasescolas, que correspondem a 29

tempos lectivos, sobram 11 horaspara as 35 horas semanais dohorário dos professores. Dessas 24horas, 5h 15m são perfeitamentedesaproveitadas porque as escolasnão têm condições de trabalho, nemao nível de espaço nem de meios.11 horas semanais em que têm depreparar aulas, elaborar e corrigirtestes e trabalhos e preparar astoneladas de documentos que nostêm vindo a ser exigidos e quetendem a aumentar. Só quemnunca deu aulas ou já não dá hámuito tempo é que não vê que overdadeiro horário dos professoresse prolonga muito para lá das 35horas semanais.Neste sistema, os alunos deixam deser o centro das nossas atenções.Em sua substituição, temos osrelatórios e as justificaçõesinfindáveis, muito pormenorizadase quantificadas das notas queatribuímos aos alunos, numa ópticade defesa das avaliações de profes-sores que aí vêm.

*Professora de Matemática daEscola Básica 2 da Horta

Sugestão de Leitura

A “Nova” Escola

Maria Eduarda Rosa*

Domingos Monteiro é um escritortransmontano que publicou o seuprimeiro livro de poesia aos 16anos. A sua carreira como fic-cionista iniciou-se em 1943. Contosdo Natal é uma colectânea de con-tos que Domingos Monteiro fezcom trabalhos publicados noutroslivros e dispersos em jornais erevistas. Uma das razões que olevou, incentivado por amigos, arecolher num só volume estes con-

tos, foi o facto deste autor sentir umfascínio muito especial pela épocanatalícia e pela figura de Cristoque, independentemente dereligiões, ele considera que "aoestabelecer a igualdade dos homensperante Deus - que gerou neces-sariamente a igualdade dos homensentre si - Cristo criou a condiçãoessencial para a possibilidade dajustiça humana."Esta colectâneacontém seis contos com os títulos:"O Menino Jesus que eu conheci";"O Milagre"; "Um recado para o

Céu; "O regressos";"Ressurreição"; e "Sortilégio". Aoler estes contos ficarás a compreen-der bem a maleabilidade do seuespírito e a sua profundahumanidade.

* Professora de LínguaPortuguesa

Contos do Natal de Domingos Monteiro

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O Coordenador

Dr. Laborinho Lúcio, no seudiscurso de abertura falou quedepois de grandes voltamos a serpequeninos outra vez. Falou,também, no que gostaria de serquando fosse grande, mas não nosdisse o que gostaria de ser, agoraque voltou a ser pequenino.

Eu, quando for pequenino,gostaria de ser como vocês. Nãovos conheço ainda muito bem,mas aquilo que já conheci de vós,faz com que eu, quando forpequenino, queira ser assim. Comuma vontade danada de fazercoisas, de brincar, de me divertir eser capaz, depois, de gostar dosmais velhinhos também, paratodos juntos fazermos coisasmuito giras.Brincar muito! Penso que é muitoimportante que vocês brinquemmuito uns com os outros, massempre depois de fazerem os vos-sos deveres, os vossos trabalhosde casa.Eu gostava de ter a vossa idadepara vos desafiar aí para umasbrincadeiras, mas todos juntos,uns com os outros, não para brin-carmos sozinhos, que isso nãotem graça nenhuma.

03 22 de Dezembro de 2006

AA S E M A N AS E M A N A D O S D I R E I TD O S D I R E I T O SO Se a l g u m a s c o n v e r s a s

Entrevista:Ana Medeiros, Iara

Fotografia:João Feitor

Parece um jogo e é um jogo, mas depressa deixa de o ser quando começam os trabalhos. O palco está montado e nós, mesmo sabendo que estamos a brincar aofaz de conta, facilmente vestimos a pele de verdadeiros deputados. Pedimos a palavra para questionar. Pedimos a palavra apenas para dizer. Ouvimos. Registamos.Questionamos…e é incrível, também somos ouvidos, e em silêncio ainda por cima. E as cadeiras?! Bem, na minha escola não há cadeiras como estas...Será que ser deputado é assim como este faz de conta, só que a sério? Quando chegar a casa vou perguntar ao meu pai se quando for grande também eu posso ser deputado.

Qual o seu papel na Comissão deProtecção de Crianças e Jovens?

Como representante do Sr.Comandante da GNR, o meupapel é o de ajudar ao máximo acomissão em tudo aquilo que estepretende, dentro do seu campo deacção, isto é, na protecção dascrianças e dos jovens e sempreque alguma questão nos sejasolicitada, nós tentamos respondero melhor que nos for possível.

Dr. Fernando Menezes, o que querdizer Regimento?

Regimento quer dizer regulamen-to, ou seja, numa assembleia háregras para as pessoas falarem, háregras para se fazerem votações…não se fala ao mesmo tempo, nãose está o tempo que se quer a falar.Há alturas que se pode falar trêsminutos, outras que se pode falardurante 10 minutos. Portanto, oregimento é o documento, ou sequiserem a lei que trata dessesassuntos e explica como é que sedeve falar, comportar, aprovar osdiplomas e aprovar as leis naassembleia

O Sr. Presidente falou emdemocracia e direitos, gostaríamos

de saber se democracia também étermos o direito de consumir drogae sermos toxicodependentes?

Não, democracia não é isso,democracia é o poder do povo, é apossibilidade de as pessoas livre-mente exprimirem a sua opinião edizerem aquilo que pretendem. Ademocracia tem direitos e deveres,não é um direito absoluto as pes-soas consumirem droga e seremdependentes. A democracia nãodeve ter pessoas assim. Dequalquer forma essas situaçõesexistem e é preciso corrigi-las.Mas, embora as pessoas tenham odireito de fazerem o que querem,não devem fazer nada que asprejudique a si próprias e queprejudique os outros.

Sr. Presidente da Comissão deProtecção das Crianças e Jovens,porquê o tema das toxicode-pendências para ser discutido nestaassembleia dos jovens?

Excelente pergunta! Típica de jor-nalista, não é?Simplesmente porque era precisofalar disso. É uma matéria muitoimportante que necessita de serdebatida e para a qual nós devemoster uma atenção redobrada.Também porque é um problemaque começa afectar-vos, começa achegar a meios onde vocês cir-culam normalmente, não só noslocais de diversão, mas também naescola. Portanto, era forçoso quefalássemos nisso e nada melhorque a semana dos direitos para ofazer. Este tema foi uma propostacolocada em cima da mesa e nósaprovámo-la com a intenção dedar-vos a oportunidade de falaremdeste problema e poderem dizer oque pensam sobre ele sem grandescomplexos. Esta foi a razão pelaqual escolhemos este tema.

Afirmou, algumas vezes, queaprendeu muito com o Dr.Laborinho Lúcio nesta Semanados Direitos. Pode contar-nos oquê?Quando nós convidamos alguémcom a experiência do Dr.Laborinho Lúcio para estar aqui

presente, um homem que tem umpercurso, em termos de carreira,formidável ao longo de vários anos- não se esqueçam que foi juiz dotribunal de menores - aprendemossempre, especialmente quandofalamos com elas e podemos escu-tar as suas opiniões sobre os maisdiversos assuntos. Devemos ter sempre presente esteprincípio ao longo da vida,começando por vocês que sãopequeninos ainda. Nascemos,crescemos e vivemos sempre nesteprincípio. Estamos sempre aaprender, quer sejam as coisasmais pequenas, quer as maiores. Oimportante é estarmos sempreatentos e despertos para aprender.

Reparámos que as galerias daAssembleia, não tinham muitaspessoas a assistir. Não teria sidomelhor realizar este evento durantea semana para que mais alunos dasescolas pudessem assistir?

Olha, excelente pergunta, essa quetu fazes. Porque é que se faz ao fimde semana? Por várias razões:primeiro para não prejudicar asvossas aulas. Se vos trouxéssemosaqui durante a semana vocês per-diam-nas, portanto não opoderíamos fazer. Segundo,porque os vossos pais trabalham eteriam dificuldade em estar pre-sentes durante a semana.

Presidente da A. R. A. - Fernado Menezes

Dr. Laborinho Lúcio

Rep. do Comandante daGNR - Nuno Pinto

Presidente da CPCJ - Dr. José Ferreira

EB2:Guilherme Soares-5° C Décio Rosa- 6o GCláudia Sousa-6o F Adriana Caetano-6° D André Silva Machado - PERE CRicardo Pinto- PROFIJ EB1/JI do Pasteleiro:Maria João Correia Goulart 4o anoEB1/JI da Praia do Almoxarife:Raquel A. Cardoso Medeiros Marta Elisa Melo Pinheiro EB1 das Grotas

Joana Filipa Borges VitorinoEB1/JI do Salão:Ana Rita Souto- 3o anoEB1/JI de Pedro Miguel:Luís Miguel Serpa Carlos- 4o anoEB1/JI da Vista AlegreJoana Bettencourt Ana Filipa da Silveira Almeida EB1/ JI dos Flamengos:Daniela Silveira EB1 JI da Cônsul Dabney:André MartinsCarlos Filipe Valente

Relação de “Deputados “ que participaram na Assembleia

Na sequência das diferentesintervenções das senhoras esenhores deputados, apresenta amesa a votação, as seguintesconclusões desta Assembleia:Estando consagrado na declaraçãodos direitos da criança o direitoque todas as crianças têm a umdesenvolvimento físico e mentalde forma sadia, a análise ediscussão da problemática dastoxicodependências justifica-sepor esta ser um problema de saúdepública.A toxicodependência significa paramuitos a destruição da sua vida eda família podendo alterar o pro-jecto e percurso de vida dascrianças e jovens.A prevenção é fundamental paraafastar as dependências.É responsabilidade de todos,entidades públicas e privadas,assegurar diversas medidas de pre-venção. Entre outras, propomos:- Educar para criar uma person-alidade forte, desde o pré-escolar;- Dinamizar campanhas de pre-venção nos meios de comunicaçãosocial mesmo para os maispequenos;

- Assegurar a todos jovensactividades extra-curricularesdesportivas ou culturais;Na implementação destas medi-das podem estar envolvidasassociações de jovens. A criação deuma associação juvenil da ilha doFaial pode ser um meio para haveruma participação mais activa econtínua dos jovens nestas enoutras problemáticas. 0 exercícioda cidadania que hoje aqui faze-mos pode ser continuado numaassociação como a proposta.Se a prevenção é fundamental,não se pode esquecer o acom-panhamento dos que já estãodependentes. Também aqui propo-mos:- Constituição de equipas de ruaformadas por vários técnicos;- Criação de uma instituição deapoio;- Definição de politicas de rein-serção social;- Maior fiscalização no trafico econsumo das drogas, tabaco eálcool. Saudámos esta iniciativa queenvolveu diversos parceiros eaguardamos pela próxima.

A Droga não é vida para ninguém

Após a conclusão dos trabalhos, foi elaborado e a provado por unanimi-dade um documento com várias recomendações, que será endereçado a

várias endidades: Presidente da República; Primeiro Ministro;Presidente da Região Autónoma dos Açores, bem como da Madeira e o

Presidente da Assembleia Regional dos Açores.

04 22 de Dezembro de 2006

C O M M E S T R I AC O M M E S T R I A

Joana Almeida, 6º A

Era uma vez uma menina quetodos os anos faziam uma carta aoPaizinho Natal. E a carta diziaassim:- Olá, Paizinho Natal, este ano voupedir menos coisas, só vou pedirtrês desejos: uma boneca; umaPolly e muito amor e carinho. Seme deres duas coisas já me doupor contente, mas preferia teramor e carinho porque o Natal foifeito para a família estar junta comcarinho e não para ter prendas.A menina deu a carta à sua mãe eesta comprou-lhe a boneca. Nessedia ela teve muito amor e carinhoe esse foi o seu melhor Natal.Esta história teve um final feliz.

Os medosTodas as pessoas têm um medo,

quer ele seja de aranhas, de água,do escuro, ou de qualquer outracoisa.O meu maior medo é medo dasaranhas. Mas nós temos de serfortes e enfrentá-los.

A droga nas escolasInfelizmente na nossa escola,

debaixo das arcadas há muita maltaque anda na passa. Principalmenterapazes.Essa malta devia deixar a droga,pois só faz mal à saúde. Dizem queno morro de Castelo Branco existecannabis plantado.

Na zona da Lombega há muitosrapazes na passa.Esse cannabis devia ser apreendidopela polícia e esses rapazes deviamir para uma casa de correcçãoreflectir sobre aquilo que fazem,que é muito mau.

A violência na escolaInfelizmente a Escola Básica

Integrada da Horta tem algunsalunos maiores, principalmentedo PROFIJ, que batem, agridem eassaltam os alunos do 5º e 6ºano. Depois esses alunos, que sãoagredidos e assaltados têm medo devir para a escola.Esses alunos maiores deviam terum espaço só para eles, pois comesse comportamento, afectam osalunos mais pequenos que queremaprender.

André Silva, 6ºE

- Bem, amanhã é o grande dia. -Informou tristemente o Verão -Vou-me embora, para dar lugar aoOutono. Tenho de arrumar as min-has "tralhas": o chapéu, a toalha dapraia, o guarda-sol...- Não fiques triste Verão. Para o anovoltas de novo! - disse o Sol paraanimar o Verão - Olha, deixa-mecontar: daqui a um, dois, três, qua-tro, cinco... oito meses, voltas.- Não precisas de dizer isso só parame animar. - declarou o Verão -Sabes tão bem como eu que oitomeses é uma eternidade... Tu é quetens sorte, ficas cá o ano todo.Quem me dera!- Olha que não é bem assim... -Retorquiu o Sol - Eu trabalho vintee quatro horas por dia, ora numlado, ora noutro. Estou sempre aver tudo o que acontece na Terra: osdesastres, as guerras e todas as out-ras maldades que o homem faz con-

stantemente durante o dia. Ás vezesapetece-me ir embora, para castigartodas as pessoas más, mas o que meprende, são algumas pessoas boas,que ao menos me fazem dar um oudois sorrisos.- Pois, pensando bem, até tensrazão. - concordou o Verão - Nestesmeses em que eu estive cá, tambémvi muitas pessoas más a incendiarflorestas e outras coisas.- Ah! Finalmente me deste razão! -suspirou o Sol - Vê a tua partidacomo um descanso dos teus olhos,que também viram coisas másnestes três meses.- Tens razão. Mais uma vez! - con-fessou o Verão - Bem, agora tenhode irdormir, porque amanhã tenho deacordar antes que o Outono chegue.Passou-se a noite e chegou o dia. Océu estava um pouco nublado, poissimbolizava a chegada do Outono.

- Olá Outono! - cumprimentou oVerão - Bem, tenho de ir. Desejo-teboasorte para estes próximos trêsmeses. Adeus!O Outono instalou as suas "tralhas"que eram: o guarda-chuva, o kispo,e as roupas mais quentinhas para seabrigar do Frio, que também tinhavindo com ele.Os dois fizeram força, e deram-seas primeiras manifestações doOutono: o céu forradinho denuvens, a chuva miudinha e umpouquinho de frio, para completar acoisa.Passadas algumas semanas, as fol-has das árvores começaram a ficarsecas e amareladas e caíram pelochão dos jardins. Os campos já nãoeram verdinhos como eram noVerão e as pessoas já andavam maisabrigadinhas por causa da chuva.

A Chegada do Outono

Simone Rodrigues, 6º D

- A Filipa é uma nova aluna.- dizia a professora a uma turma de6°ano - Sejam simpáticos com ela emostrem-lhe a escola, para que elase sinta bem. Mas nenhum aluno daquela turma,no intervalo, se encarregou de ofazer. E a Filipa estava ali, triste esozinha. Ainda se tentou chegar aum grupo de colegas da turma, maselas não pareciam ter muita vontadede a acolher.Ouviu-se o toque da campainha, eforam todos para a sala de aula. AFilipa não conhecia a escola, mas láconseguiu encontrar a sala.Entraram e a aula decorreu normal-mente.Ao toque da saída, a professora viuque a Filipa ia saindo triste e sozin-

ha, e chamou-a:- Filipa, posso falar contigo?- Claro. Há algum problema? -interrogou a Filipa.- Não, quer dizer sim... Vou-meexplicar: nas aulas está tudo bem,todos os professores dizem que tués uma óptima aluna! Mas o proble-ma é outro... - afirmou a professora.- Diga professora, já me está adeixar nervosa! - exclamou a novaaluna.- Bem, eu tenho vindo a reparar quetu tens andado muito sozinha. -declarou a professora - Os teuscolegas não querem ser teus ami-gos, é?- Para dizer a verdade, acho quesim. - confessou a aluna - Eu já metentei chegar a eles, mas eles nuncame ligam nenhuma.- Olha, tenho a certeza que, se fiz-

eres mais um esforço, eles vãocomeçar a ligar-te e a ser teus ami-gos! - ajudou a professora.- Como assim? - inquiriu a Filipa.- Olha, nos intervalos vais ter comeles e ensinas-lhes alguns jogostradicionais lá da tua ilha por exem-plo. - aconselhou a professora.- Vou fazer isso. - disse entusias-madamente a Filipa - Obrigadopelo conselho professora!A Filipa foi ao pé dos colegas ecomeçou a ensinar-lhes algunsjogos muito interessantes. Os cole-gas adoraram, e não levou muitotempo, já eram todos super amigosda Filipa. Ela ficou muito contentee aprendeu que, com esforço e ded-icação, chega-se sempre onde sequer!

A nova aluna

Cátia Tânger e Sara Cardigos, 5ºD

No meio do Oceano Atlântico,existe uma ilha misteriosa, chama-da Ilha Tartaruga. Nele tudo podeacontecer…Na época do Natal,ainda se torna mais especial. A ilhaganha um brilho extraordinário e aspessoas mostram sorrisos felizes.Nesta ilha, na Escola da Faia, osalunos do 5ºD prepararam umavisita de estudo ao Parque doCapelo, tinha sido pensada eplaneada nas aulas de Ciências,mas todos os professores e alunosparticiparam, aproveitavam e,assim, comemoravam por ser oúltimo dia de aulas do 1º Período.O objectivo principal era observar afauna e a flora do parque, mas osalunos só pensavam na festa e nasguloseimas que levavam nasmochilas, para fazerem umpiquenique.Após a observação dos animais,sobretudo veados, os alunosresolveram pôr as mesas e fazeruma surpresa aos "profes."Mas…zás…De repente viram o Ali-Bábá e osquarenta ladrões a fugirem com asmochilas da comida e os profes-sores haviam desaparecido... o quelhes acontecera???Procuraram, procuram até anoite-cer. A noite estava escura e fria e os

alunos tristes e amedrontadosprocuravam pelos professores esuspiravam pelos pais…A dada altura apareceram os pro-fessores, todos animados. Afinal osquarenta ladrões tinham, apenas,ajudado a pôr as mesas e a prepararo Banquete e para animar a noiteestava lá a Cinderela e o seupríncipe, prontos para cantar!Que loucura, já era a noite deNatal…e no meio da vegetação sur-gira uma luz muito forte que osatraía. Como se estivessem hipnoti-zados caminharam para lá e numaclareira encontraram o MeninoJesus, Maria e José. Mesmo atrásdo menino estava o Ali-Bábá e oShreck a aquecê-lo. Que bonito… Afinal Ele nascera, bem perto denós, ali no Parque do Capelo!A magia espalhou-se, todos con-viveram e a noite de Natal do 5ºDfoi única!Um estrondo despertou-os!Todos os alunos do 5ºD acordaramora com um berro da mãe, ora como toque do despertador.Tudo não passara de um sonho,

sonhado pelos vinte e três alunos…E no último dia de aulas, todos sor-riam uns para os outros com malí-cia, a sua festa tinha sido especial!Enfim, para acabar a história, quetal aquela frase?Foram felizes para sempre…

Era o dia 11 de Novembro. Estavafrio e caía uma chuva miudinha.Como era o dia de S. Martinho,andava pela rua um simpáticovendedor de castanhas com o seucarrinho de assar castanhas. Ovendedor estava a preparar asbrasas para assar as castanhas, poisnão tardava, ia aparecer gente paraas comprar. Enquanto ele andava ascastanhas iam assando e ele ía-seaquecendo com o fuminho que saíado assador.Entretanto, foram aparecendo algu-mas pessoas para comprar castan-

has, como era habitual.À tardinha ele já tinha ganho algumdinheiro e preparava-se para ir paracasa, mas apareceu-lhe à frente umcasal de mendigos com poucas ves-timentas e sem nada para comer. Ovendedor olhou para eles e sentiutanta pena, que decidiu acender denovo as brasas e assar mais castan-has para lhes dar.Eles ficaram muito contentes egratos pela acção do vendedor, masmal sabiam eles, que ele lhes iaoferecer a sua casa para ficarem lápor alguns dias. Ao saberem, não

queriam acreditar e, de tantaemoção, até lhes caíram algumaslágrimas pelo rosto. Nesse mesmoinstante, as nuvens desaparecerame abriu-se um sol radioso, tal comoaconteceu na lenda de S. Martinho,quando o príncipe cortou a sua capapara dar metade ao mendigo.E assim, os mendigos e o vendedornunca mais se esqueceram destedia, e em todos os S. Martinhos quecelebram, encontravam-se nomemo local, para comerem castan-has e beberem vinho!

O dia de S. Martinho

Uma festa de Natal muitoespecial

Gar

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la tu

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de H

PC

Carta ao Pai Natal

Castelos construídos para o diado halloween pelas turmas do 6º

B e D em EVTPlacas de identificação do aluno realizadas em EVT

05 22 de Dezembro de 2006

C O M M E S T R I AC O M M E S T R I A

Blanca Escobar, 5º F

Imaginando que eu sou umabruxa gostaria de mudar algumascoisas: as zangas entre os alunostornam-se uma festa e todos nãoficam sentados nas cadeiras, elesdeitam-se em redes-cama.Ninguém está cansado na escolaporque as aulas começam ao meio-dia e acabam à uma hora da tarde.Todas as crianças recebem todosos dias a comida preferida. Nãotêm horários; as crianças escolhemas aulas que gostam mais. Os pro-fessores estão todos os dias bemdispostos. Já não há malas pesadaspara levar à escola, porque todostêm um armário e elas ficam lá. Ospais não precisam comprar oslivros: a escola empresta-os.Assim, a família tem mais dinheiropara comprar outras coisas.

Turma DOV

Somos uma turma de onzealunos abrangidos pelo ProgramaCidadania - Despiste e OrientaçãoVocacional, conhecida na EscolaBásica Integrada da Horta comoa turma DOV. Temos idades com-preendidas entre os 12 e os 15 anos.Todas as semanas, nas aulas deDescobrir o Meio, dedicamos doistempos lectivos para uma activi-dade chamada "Percursos naComunidade". É aqui que ficamosa conhecer mais coisas sobre anossa cidade, nos seus aspectoshistóricos, culturais, recreativos ecomerciais.Desde o início do ano visitámos eficámos a saber mais sobre:Praia do Porto Pim e Portão for-tificado do Porto Pim - Antes dehaver o porto comercial actual,era aqui que se situava o "porto"da cidade da Horta, por issotiveram de construir fortificaçõesque faziam parte do sistema dedefesa da cidade. Os fortes serviam

para as pessoas se defenderemdos piratas. O portão do Porto Pimprotegia a baía e dava passagempara o cais. Ainda podemos verrestos das antigas muralhas e umaguarita em bom estado;Castelo de São Sebastião - Faziatambém parte dadefesa da baía,foi construídocom materiaistirados doMonte da Guia edurante muitotempo foi usadocomo prisão;Forte de SantaCruz - Foi aprimeira for-taleza da ilha doFaial e foic o n s t r u í d anuma praia.Nos anos 40esteve quase aser deitadaabaixo porcausa das obras

da avenida marginal. Agora estáadaptada a uma pousada.Nestas visitas tiramos fotografiase fazemos desenhos.É bom sabermos mais assim!Querem saber mais? Esperem pelasnossas próximas visitas.

PERCURSOS NA COMUNIDADE

O direito de saltar linhas.O direito de mal tratar os livros.O direito de rasgar os livros.O direito de não estudar.O direito de ler os livros de tráspara a frente.O direito de arrancar as páginas.O direito de domir em vez de ler.

André Pinheiro, André Garcia , Renato Silva, HPC

Os Direitos dos Leitores

Ler o livro ao contrário. Ler o livro todo riscado.Rasgar o livro a ler aomesmo tempo.Ler o livro com ele meti-do na mochila.Ler o livro e dizerpalavrões. Ler o livro a escrev-er ao mesmotempo.

Ricardo Pinto, Pedro Matos, Paulo Renato, HPC

Estragar os livros.Riscar os livros.Ler de trás para a frente.Jogar futebol com os livros.Escrever nas folhas dos livros .Tirar as páginas dos livros.Fazer aviões com as folhas doslivros.

João, Márcia, Alexandre, HPC

Direito de não escrever.Direito de não responder.Direito de não questionar. Direito de estragar o livro. Direito de não publicar .Direito de rasgar as folhas. Direito de comer as letras.

Tiago Teixeira, Nisalda Rodrigues, Noélia Tavares, HPC

Cristie Botelho, 6º A

Era uma vez dois meninos queviviam numa aldeia e eram muitoamigos um do outro. Todos osanos, pela época do Natal, tro-cavam presentes e este anodecidiram fazer a mesma coisa.No dia da véspera de Natal encon-traram-se na praça, que era o centroda aldeia.Um deles perguntou:- Qual era a coisa que gostavasmais de ter?- Gostava muito de patinar, maspara isso precisava de uns patins. Etu? - disso o outro menino.- Eu gostava de ter um flautim paradepois tocar músicas de Natal.Logo os dois ficaram com a ideiade oferecer o que o outro queria.Passado um ano conseguiramarranjar dinheiro para comprar aoferta um do outro. Um deles foi à

loja onde se vendia patins e com-prou um par de patins. O outro foi àloja onde se vendiam instrumentosmusicais e comprou um flautim.No dia de Natal encontraram-se napraça e disseram um ao outro:- O que trazes aí?- Trago aqui o teu presente deNatal. E tu?- Também trago aqui o teu.Trocaram de presentes. Um delesquando abriu exclamou:- Muito obrigado amigo, era istomesmo que eu queria, um flautim!- Espantoso, uns patins, era mesmoisto que eu tanto esperava!Obrigado.Nesse momento abraçaram-se e oque recebeu o flautim começou atocar uma música de Natal e o querecebeu os patins começou a pati-nar ao som da melodia.Assim foram pela rua fora, demanhã até à noite.

História de Natal

Cristie Botelho, 6º A

O Espírito Santo não é só no dia dafesta. este começa muito antes coma sua preparação.Começa com o nascimento do ani-mal escolhido, uma vaca, eprometido aoDivino EspíritoSanto, com a suacriação e cuidadopara que nada demal lhe aconteça etudo corra bem.Umas semanasantes da festacomeçam os prepara-tivos. Calcular o quevai ser necessário parase começar a preparar a festa. Nafreguesia é feito um peditório paraajuda da confecção da massa sova-da e mais algumas coisas que sãonecessárias. O mordomo, que équem faz a promessa, compra o que

falta. Alguns convidam as pessoasa participarem nas novenas e nosterços cantados ao Divino EspíritoSanto, o que hoje em dia já não émuito comum. Nessa semana coze-se a massa sovada e realiza-se amatança da vaca. Dá muito tra-

balho, mas apare-cem semprealgumas pes-soas para aju-

dar, embora nosdias de hoje essa

ajuda se façaapenas se forpaga, o que émuito triste.

Convidam-seas meninas

para levarem acoroa no cortejoda casa do mor-

domo até à igrejae depois até casado Divino

Espírito Santo onde serão ofereci-das as sopas.Na véspera começa-se a preparar asmesas, a carne assada, etc. namadrugada cozem-se as carnes, orepolho, a cenoura, a batata e faz-seo arroz. Começa-se a preparar ascoisas muito cedo para que tudoesteja pronto na altura certa.É então realizado o cortejo, a missacom a coroação do mordomo e denovo o cortejo até à casa do DivinoEspírito Santo, onde muitos convi-dados esperam para comerem asfamosas sopas do Divino EspíritoSanto que são feitas com fatias depão caseiro, de preferência bar-radas com pouca manteiga, as quaissão embebidas no caldo da cozedu-ra da carne.No fim do dia, já depois da loiçaestar lavada e tudo arrumado,realiza-se novamente um cortejoaté casa do próximo mordomo edepois começa tudo de novo.

O Festejo do Divino Espírito SantoCristina Gomes, 6º E

Um cheiro a flores, um tempoagradável e uma brisa fresca.- Vem aí a primavera - disseram ossábios reunidos no Conselho deJulgamento.Os sábios puseram os óculos espe-ciais à prova de Primavera, paraque não se apaixonassem por ela eperguntaram-lhe:- O que tem a dizer Primavera?- Eu sou delicada, fresca e bonita.Sou a mais bela e enfeito jardins ecampos.- Que entre o Verão! - disseram aseguir os sábios, começando adespir-se até ficarem em calções.- O que tem a dizer? - disse um dossábios.- Sou quente e belo. As pessoastiram férias e viajam mal me vêem.Sem mim ninguém gosta depassear.

- Que entre o Outono! E o que tema dizer?- Disseram os sábios,enquanto comiam castanhas.- Sou doce e de tempo suave. Pintoas folhas das árvores de todas ascores e depois estendo-as no chão.Também tenho o tempo das vindi-mas.- Que entre o Inverno! Disseram ossábios por último. E logo todosficaram com frio e começou anevar.- Eu sou o maior, o mais frio egelado. Comigo vem o Natal e aPassagem do Ano Novo, de quetodos gostam e os divertimentos naneve.Então todos começaram a discutirpara saber quem era o melhor.De repente um sábio disse:- Doze meses tem um ano, entãotrês meses para cada um.Todos os sábios acharam correcto.E até as estações do ano acharamsábia a decisão.

Eu sou o Maior!

A escola pesa.Esteve na nossa escola umaequipa de terapia ocupacional,do Hospital da Horta, a pesar osalunos, com e sem mochila, coma intenção da elaborar um estudosobre o problema do excesso depeso e mau uso das mochilasescolares.

Ida ao teatroAlgumas turmas da EB2 daHorta estiveram em Outubropassado no teatro Faialense paraassistir a uma peça de teatro.Infelizmente o seu comporta-mento não esteve altura daqualidade da peça. É uma pena!

Mostra de cinema de animaçãoOs alunos do 6º F organizaramuma mostra de cinema de ani-mação, que pôde ser vista nasala de convívio por várias tur-mas da escola. A organização foiboa, só foi pena que a infor-mação chegasse a algumas tur-mas quando a sessão já decorria.

Mala da PrevençãoEsteve na nossa escola o Dr.Luís Patrício, que veio falar dosproblemas da droga.

Corta MatoDecorreu no Parque de Alagoa ocorta-mato da nossa escola (1ªfase), onde estiveram presentes112 alunos

“Biscuit”Esteve a decorrer na bibliotecada nossa escola, de 15 a 19 deDezembro, uma mostra de tra-balhos de "Biscuit" elaboradospor Zenaida Vieira.

Mariana Pacheco

No dia 16 de Outubro comemo-rou-se na nossa Escola, o diaMundial da Alimentação. Paracomemorar este dia, oDepartamento de Matemática eCiências da Natureza, que foi quemorganizou a actividade, trouxe ànossa escola a dietista do Hospitalda Horta, Hélia Leite, que veio pro-ferir uma palestra sobre a alimen-tação e recolher dados sobre onosso índice de massa corporal. Para que todos os alunos da escolapudessem assistir ,foram realizadasduas palestras de manhã. Assim às9 horas e 30 minutos estiveram aassistir as turmas do 5º ano, o osPERE B e C e a turma DOV. Pelas10 horas e 15 minutos foi a vez deassistirem as turmas do 6º ano, asturmas PERE A, D e E e as turmasdo PROFIJ. A sessão foi abertapelas 9:30 pelo vice-presidenteRoberto Terra, quecomeçou porapresentar a

dietista Hélia Leite e informou osalunos presentes sobre o que íaacontecer.A dietista começou por apresentar eexplicar a roda dos alimentos.Falou da importância do leite edisse que era preferível comeriogurtes naturais do que de aromas,uma vez que estes últimos têm adi-tivos que lhe dão o sabor e a cor.Falou da importância das refeiçõese disse que estas devem ser sempreequilibradas. Explicou como sedeve cozinhar a comida e falou quehá gorduras boas e gorduras más.Explicou ainda que a carne temmuita gordura e que, por isso, trásdoenças. Alertou-nos para a grandequantidade de açúcar que osrefrigerantes têm e que devemospreferir beber sempre água. Falouda importância de uma alimentaçãovariada e que devemos comerlegumes todos os dias. Por fimfalou também da importância daágua e do exercício físico para ser-mos pessoas saudáveis. A partir da 11:00h até às 15:00h osalunos foram para as salas de aula ecada turma foi chamada à sala deconvívio, para que se fizesse orastreio do índice de massa cor-poral de cada aluno. Aí cada umpode apreciar e comer uma peça defruta que foi colocada à nossa dis-posição.

Guilherme Soares

Para dar início à festividade aprofessora Lúcia Serpa fez umaintrodução sobre o HALLOWEEN.O desfile teve muita variedade dedisfarces, como por exemplo:bruxas, vampiros, etc. Os prémios das fantasias forampara: Isaac do 5º C que ficou em 4ºlugar, em 3º lugar a Sara do 5º D,em 2º o Pedro Ribeiro do 5º A, efinalmente a vencedora foi aPatrícia do 5º B.No bufete a turma DOV em colabo-ração com as professoras RaquelMarques e Bárbara Lemaprepararam uma mesa alusiva aotema. A turma de pastelaria doPROFIJ confeccionou algunsdos doces que se encon-

travam na mesa, que com muitapena minha não tive oportunidadede provar.Já na biblioteca, os alunos do 6º B eD apresentarem os castelos queconstruíram nas aulas de EducaçãoVisual e Tecnológica, de salientarque estes castelos foram feitos commateriais reutilizados, o que muitocontribui para preservarmos onosso ambiente. A turma do 5º Grecortou fantasmas e bruxas com aintenção de decorar e tornar oespaço mais fantasmagórico. Os

alunos que sed e s l o -

cavam àbibliote-ca p o d i -am

ainda

contar com um espaço onde sepodia jogar alguns jogos, como porexemplo, puzzle, crosswords,maze, anagrams, etc. Divertido epor isso com muita procura foi opainel, com o nome "Art Gallary",criado para que os alunos pudessemdar largas à sua imaginaçãoescrevendo frases e fazendo desen-hos. De parabéns esteve o departamentode Línguas Estrangeiras que foiquem organizou esta actividade emcolaboração com o departamentode Expressões Plásticas e Artísticas,com o clube Rato TV, que filmou efotografou a actividade, e com oclube de jornalismo que fez a suacobertura jornalística.

Nos dias 2 e 3 de Outubroestiveram na nossa escola, a con-vite do Centro de Formação, doisescritores de histórias infantis:José Fanha e António Torrado.José Fanha nasceu em Lisboa e asua profissão é professor, mas nãoexerce. Actualmente, é guionistapara televisão e cinema. Comopassatempo, gosta de pintura.António Torrado também nasceuem Lisboa. É poeta, ficcionista,

dramaturgo e um excelente conta-dor de histórias, o que ficou bemdemonstrado no passado dia 3 nanossa escola.Foi na sala de convívio que, per-ante um público atento, amboscontaram algumas das suashistórias e encantaram alunos eprofessores que estiveram a assis-tir. Disponibilizaram alguns dosseus livros para comprarmos e, nofim, deram autógrafos.

Sofia Medeiros

No passado dia vinte e sete deOutubro, a turma do 6º C e oNúcleo de Estágio de LínguaPortuguesa e Historia e Geografiade Portugal organizaram um jantarao qual deram o nome de "A rota daíndia". O menu escolhido para esse jantarbaseou-se apenas em pratosindi-anos. Assim, para entrada serviu-sesopa de peixe, como prato principaltivemos à escolha xacuti, caril decamarão, tal, papari, e arroz bras-mati da Índia, e como sobremesa

mousse de manga, souflé de passas,toucinho do céu e arroz doce.Depois das barriguinhas já bem"recheadas" os alunos do 6º C apre-sentaram um teatro de fantochescom o nome de "Nau Catrineta".A noite ficou ainda mais animadacom o karaoke que se seguiu e queconstituiu uma surpresa para ospais. Aqui, tanto os alunos como osprofessores, puderam mostrar assuas qualidades artísticas.

06 22 de Dezembro de 2006

N O T Í C I A SN O T Í C I A S

Dia Mundial da AlimentaçãoO Departamento de Matemática e Ciências da Natureza, trouxe ànossa escola a dietista Hélia Leite, para nos alertar para os peri-

gos de uma alimentção pouco saudável.

A rota da Índia

Escritores na Escola

Concurso de fantasias, exposições de trabalhos, mesa posta com iguariasrelacionadas com o tema e muito, muito divertimento à mistura, foi assim

este dia do halloween.

Dia do Halloween

Iara

No dia 18 de Novembro de2006, decorreu na AssembleiaRegional da Horta, a IIª Assembleiados Jovens, onde se debateu o temadas toxicodependências. Este even-to foi organizado pela CPCJ(Comissão Protectora de crianças eJovens) e contou com a partici-pação de várias escolas da ilha doFaial, do 1º Ciclo ao Secundário, etambém da Escola Profissional.Às nove e meia, o Dr. José Ferreira,presidente da entidade organi-zadora, deu início à sessãotendo passado a palavraVereadora da Cultura, aoDr. Laborinho Lúcio eao Dr. FernandoMenezes.Às 10 horas, fez-se achamada e logode seguida osd e p u t a d o scomeçaram a ler

os seus discursos. De salientar queuma das deputadas presentes acom-panhou a leitura do seu discursocom alguns cartazes, o que veio aser notado pelo verdadeiro presi-dente da assembleia regional,quado afirmou que esperava que osverdadeoros deputados daAssembleia Regional não otivessem visto, não fossem pensarfazer o mesmo.As intervenções dos deputadosrelacionaram-se todas com o temadas toxicodependências, tendo oDr. Luís Patrício sido várias vezessolicitado para responder àsquestões colocadas por estes.Da EB2 da Horta, o deputadoGuilherme Soares afirmou que ascrianças devem estar bem infor-madas sobre a toxicodependência.Esta é a melhor maneira de nosprotegermos deste problema.No Final, o Dr. José Ferreiraagradeceu a presença de todos,especialmente do Clube de

Jornalismo e do Clube RatoTV,tendo dito que devia haver mais

jovens a terem iniciativascomo a nossa.E é importante lembrarque a Associação de Paisnão esteve presente.

IIª Assembleia das Crianças

07 22 de Dezembro de 2006

BD - Vidas reais. por José Junqueira

G E N É R I C O S D E L U X OG E N É R I C O S D E L U X Orir será sempre o melhor remédio

Recorta a figura com as 24 imagens e tira uma fotocópia sobre uma cartolina ou cola-a numa cartolina, depois recorta as imagens.. Junta-as todas por ordem, como se fosse um baralhode cartas, segura-as pelo lado que não está desenhado e com a outra mão dobra-as, fá-las depois soltar uma a uma e vê o que acontece.

Vê lá se quando jogas futebol na escola tens mais cuidado com quem passa e com os vidros que estão à tua volta.

...e este é o fim, que por acaso é bem pouco animado.

Este é o princípio da animação...

"Para a aluna que comprou um livro de António Torrado " Vem aí o Zédas Moscas e Outras Histórias"no dia 3 de Outubro e que entregou odinheiro, mas depois não foi buscar o livro e o troco, é fazer o favor decontactar o Conselho Executivo ou o professor Luís Quadros para regu-larizar a situação."

Ei!!OOllhhaa!!Psst!!!

desenhos de Paulo Neves

08 22 de Dezembro de 2006

The initial letters of the picture clues spell out seven English words. Ifyou werk them out correctly, you will see the relationship of these

words to the word given in the sample.

Clube do Mar

Na sexta-feira, dia 3 deNovembro, o Sr. GenuínoMadruga, a convite do "Clube doMar", veio à nossa escola e par-tilhou com os membros do clube aexperiência vivida a bordo do iateHemingway, durante a sua viagemà volta do mundo. Durante o con-vívio com este navegador solitárioe pescador de profissão, foi possív-el acompanhar o percurso da suaviagem, que durou dezassete meses, conhecer e compreender a diversi-dade de continentes , oceanos e asdiversas culturas que compõem onosso planeta azul.

Genuíno Madruga visita o "Clube do Mar"

José Fanha assumiu-se comocontador de histórias. Foi assim quecativou a audiência (leia-se alunos,professores e auxiliares), queesteve presente no dia 2 deOutubro, em duas sessões com oautor, na Sala de Convívio da nossaescola. E foram lenga-lengas etrava-línguas, deliciosamente lidospelo escritor, numa velocidadesupersónica que transformava ostextos em música. Os alunos tam-bém foram chamados a participar,ajudando o autor a transformar otexto em melodia. José Fanhaescreve para saciar a imaginação dacriança que diz ter dentro de si, acriança que o leva a escrever paraoutras crianças histórias onde brin-ca com situações do dia-a-dia masvistas ao contrário. O escritortrouxe algumas das suas obras que

estiveram patentes e disponíveispara compra no local. Foi deveras um privilégio termos apresença deste autor na nossa esco-la numa organização do Núcleo deEstágio 01.Mas o acaso continuou pois no diaa seguir tivemos mais um grandeescritor na nossa escola. Tratou-sede António Torrado, grande escritor(não pelo tamanho; não é que sejatambém muito pequeno) masgrande pela qualidade e quantidadeda sua obra, fundamentalmentedirigida para os mais jovens.Certamente se abrires o teu manualde Língua Portuguesa, encontrarásum ou mais textos deste famosoescritor. Também ele, AntónioTorrado, é um contador dehistórias, misturando a fantasiacom a realidade, procurando

ensinar-nos alguma lição de vida. E foi essa a sua principal pre-ocupação nas duas sessões querealizou, privilegiando o diálogocom os alunos presentes, esclareceudúvidas e respondeu a perguntassobre a sua vida e obra. Foi uma grande honra para a nossaescola receber estes dois autores derenome, dando a oportunidade paraalunos e professores e todos os quecompõem a nossa comunidadeeducativa, aprenderem com aexperiência de escrita e de vida deambos, e isso é algo que nãoacontece todos os dias. A vinda de António Torrado foiorganizada pelo Centro deFormação e contou com a colabo-ração do Núcleo de Estágio do 1ºGrupo.Ass: Núcleo de Estágio

João Costa, 6ºC *

Decorreu na passada quarta-feira, dia 13 de Dezembro, pelas09:30 horas, na Escola BásicaIntegrada da Horta, a primeira detrês eliminatórias previstas realizarao longo do ano, do concursodenominado “Letra à Letra”. Esteconcurso é organizado pelo Núcleode Estágio, e o júri é composto pormembros do Comissão Executiva eainda pelos professores ManuelAzevedo e Lucrécia Couto.

Trata-se, de um concurso, parasoletrar palavras, tendo os 47alunos inicialmente inscritos, sidoeliminados automaticamente, con-forme foram errando.Para além do são convívio entre os

alunos participantes, houve prémios para todos.

Concurso Letra a Letra

O Clube de Teatro "O Mundo daFantasia", da Escola Básica do 2ºCiclo da Horta, em parceria com oGrupo de Teatro "Carrocel", propõerealizar o "II Festival de TeatroJovem da Horta" que decorreráentre 19 e 23 de Março de 2007.As Escolas convidadas virão àcidade da Horta de 20 a 25 deMarço.ESCOLAS PARTICIPANTESColégio São Teotónio - Coimbra;Básica 2,3 de Maceda - Ovar;Básica a confirmar;Escola Básica 2/3 Abel Salazar -Guimarães;Escola Secundária de S. Roque -Ilha do Pico;Secundária Dr. Manuel de Arriaga -Ilha do Faial;

Básica do 2º Ciclo da Horta - Ilhado Faial;As três Escolas do 1º Ciclo daCidade da Horta.

As Escolas de fora da ilha apre-

sentarão os seus trabalhos à popu-lação da Ilha do Faial em espec-táculos a realizar pelas 21.30 horasa 21 e 22 de Março, no TeatroFaialense.

"II FESTIVAL DE TEATRO JOVEM DA HORTA"

Isaventura

Lemos com os alunos, nas aulasde Estudo Acompanhado, esteconto de Sofia de Melo BreynerAndresen. E ele foi como que umabrisa fresca e perfumada, nestesnatais ocidentais cada vez maisconsumistas. As duas crianças,Joana e Manuel, cultivam o gostopela natureza, pelo simples e pelobelo que ela nos oferece. Não pelodesejo de posse de muitos bens ter-renos. A primeira diferença. Poroutro lado, pela voz da Gertrudes,Joana fica a saber que os meninospobres, entre eles Manuel, não têm

festa de Natal, nem presentes. Elembro eu, agora, todos aquelesmeninos, a maioria das crianças donosso mundo, em regiões ondegrassa a fome e a doença, nos cam-pos de refugiados, nas regiões emguerra, que são tão pobres que nãotêm o que comer nem uma casaonde se abrigar, nem escola, nemmédico nem tratamento. Para eles,o Natal é um dia igual aos outros,na sua vida sem direitos nemfuturo. Faltam-lhes todos os dire-itos humanos. Sobra-lhes sofrimen-to. A autora faz uma associaçãoentre Manuel e Cristo. Um nasceunum estábulo e Manuel dorme num

estábulo. Estão unidos, assim,nessa mesma noite, distante deséculos, pelo facto de terem comoleito as palhas de um estábulo.Jesus nasceu pobre, defendeu ospobres e, ao declarar os homensiguais, pôs em causa a escravatura eas grandes desigualdades que entãoexistiam e hoje existem nas nossassociedades. Em que a uns sobra e aoutros falta. Neste Natal, é precisolembrar esses meninos, não enterrara cabeça como a avestruz e con-tribuir para tornar melhor o mundoinjusto e cruel em que vivemos. Talcomo Joana fez, ao levar ao seuamigo os seus próprios presentes.

Na passada sexta-feira, dia 15,o Clube do Mar deslocou-se àPiscina Municipal da Horta e, jun-tamente com os praticantes deapneia, Rui Campos, PauloNóbrega, campeão nacional nasseguintes modalidades: imersãolivre, com a cota de -40 metros;apneia dinâmica com barbatanascom, 120 metros e apneia dinâmicasem barbatanas com, 87 metros eSimone Martins, campeã nacionalnas seguintes modalidades: apneiaestática, com 4minutos e 22 segun-dos; apneia dinâmica com bar-batanas, com 93 metros e peso con-stante no mar com - 42 metros. Foipossível a estes alunos terem umprimeiro contacto com a apneiacomo desporto, aprendendo e

observando, de forma teórica eprática, os seus fundamentos e nor-mas de segurança.

O Clube do Mar vai mais fundo

*aluno muito simpático que, aconvite do Núcleo de Estágio,aceitou escrever este artigo.

A Noite de Natal

Escritores na Escola

No passado dia 17 deNovembro, o Clube do Mar , emmais uma iniciativa, visitou oCentro de mergulho “ DiveAzores”, que fica junto à Marinada Horta, e esteve à conversa como biólogo marinho e mergulhadorTiago Castro que explicou, deforma sucinta, aos alunos comofunciona a prática do mergulho deecafandro autónomo. Esta experiência ajudou-os a com-preenderem, sobretudo, a filosofiaque está na base do mergulho

Aprender a mergulhar é aprender a respeitar o mar.