Apostila de Arranjo Físico

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  • 8/20/2019 Apostila de Arranjo Físico

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    UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORAFACULDADE DE ENGENHARIA

    CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA

    DE SEGURANÇA DO TRABALHO

    ARRANJO FÍSICOANTONIO DE PADUA GOUVÊA PASCINI

     

    JUIZ DE FORA2006

    ARRANJO FÍSICO

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    1. INTRODUÇÃO

    1.1. DEFINIÇES

    •   É a maneira como homens (operários), máquinas e equipamentos serão

    dispos-

    tos em uma fábrica ou indústria.

    •  É um arranjo ou uma disposição de máquinas e equipamentos, em geral em

    uma área qualquer de trabalho.

    •  É uma sistematiação de procedimentos que procura uma combinação !tima

    das instalaç"es de uma empresa ou indústria, que concorrem para otimiação da

    produção, dentro de determi nado espaço, oferecendo aos operários boas condiç"es

    de trabalho e segurança.

    2. SÍNTESE HIST!RICA

    •   #s estudos de $rranjo %&sico se iniciaram com o artesanato e o com'rcio

    pela ne-

    cessidade da racionaliação do espaço para aumento da produção

    2

    ARRANJO

    FÍSICO

    HOMENS MÁQUINAS EQUIPAMENTOS

    MÁXIMAPRODUTIVIDADE

    SEGURANÇA

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    •  #s primeiros passos foram dados por engenheiros qu&micos e de mineração

    alemães, enlatadores de carne de hicago, produtores de *ag"es canadenses,

    produtores de autom!*eis de +etroit e construtores de na*ios britnicos

    •  onceitos e t'cnicas de elaboração de $rranjo %&sico são encontrados em

    trabalhos desen*ol*idos por engenheiros industriais como alor, /ilbreth 0arnes,

    1anaro e 1ongensen

    •  2m 'poca mais recente 3ichard 1uther desen*ol*eu o 4.5.6. (4istematic

    5aout 6laning) 7 6rocedimentos 4istemáticos para definição de $rranjos %&sicos

    •  $tualmente, informatiação dos processos para determinação de $rranjos

    %&sicos.

    ". OBJETIVOS DE UM ARRANJO FÍSICO

    •  63#+89:9+$+2 7 criação de relação de bem estar com o trabalho

    •  2#;#19$ +2 246$

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    $.". VARIAÇÃO DE DEMANDA

    • 2>[email protected] por aumento ou decr'scimo na produção.

    $.$. AMBIENTE DE TRABALHO INADE%UADO

    • 3u&dos, temperaturas anormais, pouca *entilação, má iluminação bai>am o

    rendimento do trabalhador, criando condiç"es inseguras propiciando aumento

    dos acidentes.

    $.&. E'CESSO DE ESTO%UES

    • É um sintoma de que o flu>o do produto está deficiente, necessitando de

    adequaç"es.

    $.6. E'CESSO DE MANUSEIO

    • 6ro*oca aumento nas perdas de mat'ria prima e atrasam a produção.

    $.(. INSTALAÇÃO DE NOVA F#BRICA

    $.). TESTE PARA VERIFICAÇÃO SE E'ISTE NECESSIDADE PARA ESTUDO DE  UM NOVO ARRANJO FÍSICO.

    A. $s instalaç"es oferecem segurança aos operáriosB

    C. 2>istem muitos acidentes do trabalhoB

    D. $s condiç"es de iluminação, *entilação e temperatura são

    satisfat!riasB

    E. 2>iste e>cesso de ru&doB

    F. Gá cruamento de material, máquinas e operáriosB

    H. Gá demora na produção em algumas seç"esB

    I. 2stá sendo utiliado o espaço *erticalB

    J. $s máquinas e equipamentos estão localiados de modo a fornecerem

    [email protected] má>imaB

    K. 2>istem perspecti*as de melhorar os m'todos de fabricaçãoB

    AL. 2>iste espaço suficiente para tráfego, operação e manutenção das

    máquinasB

    AA. 2>iste fle>ibilidade para atender as *ariaç"es da demandaB

    4

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    AC.#s equipamentos de transporte e manuseio são suficientes e

    adequadosB

    AD.$ produção satisfa a estimati*a de *endaB

    AE.Gá necessidade de no*as áreas de estocagemB

    AF.;o*os produtos estão sendo projetados que e>ijam uma modificação

    nos m'todos de trabalho, no flu>o de material ou equipamentos, ou na

    aquisição de no*as máquinasB

    &. PRINCÍPIOS PARA E'ECUÇÃO DE UM ARRANJO FÍSICO

    4ão seis os princ&pios fundamentais para e>ecução de um $rranjo %&sico?

    &.1. INTEGRAÇÃO

    Gomens, materiais e máquinas de*em estar perfeitamente integrados. $ fábrica

    de*e operar como uma unidade, Muma macromáquinaN com todas as suas

    engrenagens entrosadas.

    &.2. MÍNIMA DIST*NCIA

    # melhor $rranjo %&sico ' aquele em que o produto se mo*imenta o menos poss&*el.

    #s mo*imentos de*em ser apenas aqueles indispensá*eis, com distncias

    reduidas ao m&nimo entre as operaç"es.

    &.". FLU'O

     $s áreas de trabalho de*em ser arranjadas de forma a permitir um flu>o constante

    de material, sem os incon*enientes de prolongadas esperas. #s cruamentos e

    retornos de material de*em ser e*itados.

    &.$. USO DO ESPAÇO VERTICAL

    +e*em ser utiliadas as [email protected] dimens"es, horiontal, *ertical e longitudinal. $

    utiliação do subsolo ou do espaço superior ' de grande *alia nos transportes de

    uma seção para outra, e*itando cruamentos. $s áreas de estocagem se reduem

    quando se utilia efeti*amente a dimensão *ertical.

    &.&. SATISFAÇÃO E SEGURANÇA

    ;enhum $rranjo %&sico de*e negligenciar a raão primeira da produção, o homem.

    5

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    # trabalhador satisfeito produ mais e melhor. #s acidentes de*em ser e*itados, os

    ambientes de*em ser adequados quanto a temperatura, *entilação e iluminação,

    ru&dos de*em ser eliminados.

    ;a parte de segurança de*emos atentar para? *ias de acesso tais como? escadas,

    rampas, corredores, sa&das de [email protected] ,pisos e etc.

    &.6. FLE'IBILIDADE

    o $rranjo %&sico de*e apresentar fle>ibilidade a modificaç"es se necessárias em

    *irtude de *ariaç"es no processo de produção na demanda ou na aquisição de

    no*as máquinas.

    6. ASPECTOS B#SICOS DO PROJETO DE UM ARRANJO FÍSICO

    #s problemas de $rranjo %&sico geralmente operam com dois elementos básicos?

    PRODUTO +MATERIAL OU SERVIÇO, o que ' produido ou feito

    6rodutos de*em entender aquilo que ' produido pela empresa ou área em

    questão, a mat'ria prima ou peças compradas, peças montadas ou tratadas,

    mercadorias acabadas e ou ser*iços prestados ou processados. +e*em ser 

    e>pressos em itens, *ariedades, modelos, estilos, formas classes de material,

    número de peças, grupos etc.

    %UANTIDADE +OU VOLUME, o quanto cada item de*e ser feito

    Ouantidade endente o montante do produto ou material produido, fornecido ou

    utiliado. $s quantidades são e>pressas por número de peças, peso, *olume oui

    *alor do montante produido ou *endido.

      PRODUTOE COMO PRODUZIR PROCESSO DE PRODUÇÃO

    %UANTIDADE

    PROCESSO ' um roteiro de ati*idades seqPenciais, equipamentos e máquinas. É

    definido por listas de operaç"es e equipamentos, cartas de processo, gráficos de

    flu>o etc.

    SERVIÇOS DE APOIO são recursos ati*idades ou funç"es au>iliares que de*emsuprir as áreas de produção e que darão condiç"es de funcionamento efeti*o.

     $ti*idades administrati*as, manutenção, e>pedição, refeit!rio etc.

    6

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    TEMPO quando, por quanto tempo, com que [email protected] e com que prao.

     

    ARRANJO FÍSICO DEPENDE

      P - PRODUTO

      % - %UANTIDADE

      R - PROCESSO

      S - SERVIÇOS DE APOIO

      T TEMPO

    (. FASES DO PLANEJAMENTO DE UM ARRANJO FÍSICO

    FASE I - LOCALIZAÇÃO DO ARRANJO FÍSICO

    +etermina a localiação da área para a qual faremos o planejamento das

    instalaç"es. ;ão representa necessariamente um problema de no*a localiação, na

    maioria das *ees precisamos determinar se o no*o arranjo ou rearranjo será

    instalado na área atual ou será e>ecutado em no*o local.

    FASE II - ARRANJO FÍSICO GERAL

    2stabelece a posição relati*a entre as di*ersas áreas. ;esta fase os modelos de

    flu>o e as áreas são trabalhadas em conjunto de forma que as inter-relaç"es e a

    configuração geral da área sejam grosseiramente estabelecidos.

    FASE III - ARRANJO FÍSICO DETALHADO

    2n*ol*e a localiação detalhada de cada máquina ou equipamento. ;o

    planejamento detalhado ' estabelecida a localiação de cada uma das

    caracter&sticas espec&ficas da área, incluindo os suprimentos e ser*iços.FASE IV 7 IMPLANTAÇÃO E MONITORAÇÃO

    ;esta fase ' planejado cada passo para a implantação (cronograma de

    implantação).

    ratamos de mo*imentação de máquinas, equipamentos, instalaç"es e recursos

    afim de que as instalaç"es sejam efeti*adas conforme o planejado.

     $p!s a implantação o arranjo de*e ser monitorado para *erificação da

    funcionalidade do mesmo, ou se algum ajuste ' necessário.

    ). MODELO DE PROCEDIMENTOS PARA DETERMINAÇÃO DE UM ARRANJO

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    ;#12 2Q9/T;9$ +2 63#+8emplo? %abricação de imento, fabricação de bebidas, linhas de montagem.

    ARRANJO FÍSICO POR PROCESSO OU FUNCIONAL

    # maquinário ' arranjado para realiar as operaç"es análogas em um mesmo local.

    # produto se mo*e atra*'s de *árias seç"es, podendo ou não ha*er [email protected] de

    operaç"es.

     

    4eção $

    1at'ria

    6rima

      4eção 0 4eção +1at'ria

    6rima

    9

      ! C

       "  2

       3

      "  2

      "

      2

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      4eção

    1at'ria 6roduto $cabado

    6rima

    2>emplo? %ábrica de sapatos, fábrica de roupas, fábrica de m!*eis.

    ARRANJO F/SICO POSICIONAL OU FI'O

    # produto permanece fi>o enquanto operários e máquinas se mo*imentam.

      1áquinas

     

    2>emplo? construção pesada

      edif&cios, na*ios, locomoti*as etc.

      #perários

    2.". CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DOS ARRANJOS

    ARRANJO FÍSICO LINEAR

    •  %abricação de produtos padroniados

    •  6rodução em lotes

    •  ransporte e mo*imentação rápida e cont&nua

    •  1áquinas e>ecutam sempre a mesma operação.

    ARRANJO FUNCIONAL

    •   %abricação de *ários tipos de produtos, sendo fle>&*el na *ariação da

    demanda

    •  6rodução relati*amente bai>a

    "#

      "  2

     

    P$%&'(%  F)*+,

      A

      !

     M P

      MP

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    •  $s mo*imentaç"es são lentas e em pequeno número

    •  1áquinas e>ecutam operaç"es di*ersas ajustando-se ao tipo e quantidade

    de de-

      manda.

    ARRANJO POSICIONAL

    •  # produto ' de grande porte e estático

    •  #s mo*imentos são de mat'ria prima, operários e máquinas.

    2.$. VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS DIVERSOS TIPOS DE ARRANJO

    ARRANJO LINEAR

    VANTAGENS

    •  3edução do material em processo

    •  1enor congestionamento nos postos de trabalho

    •  6equeno manuseio, menor perda de material

     1ão de obra barata não qualificada•  6ouco treinamento para o operário

    •  4uper*isão e controle facilitado

    •  3edução de mo*imentos

    •  ransportes pode ser mecaniado.

    DESVANTAGENS

    •  1enor fle>ibilidade na demanda

    •  Ouebra de continuidade na produção quando hou*er defeito em alguma

    máquina

      na linha de produção.

    ARRANJO FUNCIONAL

    VANTAGENS

    •  /rande fle>ibilidade com a *ariação do produto

    •  $daptá*el a produtos de grande *ariação saonal

    ""

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    •  %le>&*el quanto as mudanças nas [email protected] das operaç"es

    •  %acilidade de super*isão, pois esta será feita por seção

    •  ontinuidade de produção pode ser mantida mesmo quando ocorre defeito

    em al-

      guma máquina.

    DESVANTAGENS

    •  /rande manuseio de material

    •  1aior quantidade de material em processamento.

    ARRANJO POSICIONAL

    VANTAGENS

    •  %le>&*el para alteraç"es no produto

    •  $daptá*el a demandas intermitentes

    •  1enor necessidade de planejamento da produção.

    DESVANTAGENS

    •  6rodução bai>a e demorada

    •  ruamento ine*itá*el no mo*imento de máquinas e operários

    •  6erda de material.

    III. ESCOLHA DO TIPO DE ARRANJO FÍSICO

    ".1. AN#LISE VOLUME VARIEDADE

    É uma análise desen*ol*ida sobre os dados coletados sobre o produto e a

    quantidade a ser produida.#s produtos são classificados de acordo com a quantidade, naturea dentro de um

    crit'rio bem estabelecido.

    ais dados são plotados em um sistema de ei>os horiontalU *ertical. # ei>o *ertical

    representa as quantidades em ordem decrescente e o ei>o horiontal os produtos

    fabricados.

     $ cur*a resultante será uma hip'rbole assint!tica a ambos os ei>os. ;ela podemos

    distinguir [email protected] regi"es distintas?

    AV 3egião $ ?

    "2

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    • /rande quantidade de produção

    • 6equena *ariação na naturea do produto

    • 3ápida mo*imentação

    CV 3egião 0?

    • 2quilibrada quantidadeUproduto

    • 3ápida e lenta mo*imentação

    DV 3egião

    6equena quantidade• /rande *ariação de produtos

    • 5enta mo*imentação

    +a& temos? $33$;W# 59;2$3 7 32/9=# $

      $33$;W# 194# 7 32/9=# 0

      $33$;W# %8;9#;$5 7 32/9X#

    ".2. E'EMPLO

    8ma indústria fabrica ALL tipos de ração para animais numeradas de A a ALL. $

    porcentagem da tonelagem total se distribui na forma abai>o?

      ipos de ração Y da onelagem otal  A a AL HF

      AA a CL AI

    "3

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      CA a HK AI

      IL a ALL A

    lassifique o $rranjo %&sico pela cur*a $ 0 .

    IV. O FLU'O DE MATERIAIS

    # flu>o de materiais ' a base para a maioria dos $rranjos %&sicos.

     $ análise do flu>o de materiais consiste na determinação da melhor [email protected] da

    mo*imentação de materiais atra*'s das etapas e>igidas pelo processo e a

    determinação das intensidades destes mo*imentos.

    "4

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    8m bom flu>o de*e permitir que o material se mo*imente progressi*amente durante

    o processo sem retornos, des*ios, cruamentos etc.

    $.1. MTODOS PARA AN#LISE DE FLU'O

    •  $3$ +2 63#244#4 7 os produtos são padroniados

    • $3$ +2 63#244#4 185965#4 7 os produtos são *ariados

    • $3$ +2 U 6$3$ 7 determinação da intensidade de solicitação dos postos.

    $.2. CARTA DE PROCESSOS

    É um diagrama esquemático das operaç"es realiadas na produção. +á uma *isão

    global do processo de fabricação, tendo grande semelhança com o $rranjo %&sico

    resultante.

    $.2.1. E'ECUÇÃO DA CARTA DE PROCESSOS

    •  +eterminação do roteiro de produção com todas as operaç"es tais como?

    e>ecução, transporte, inspeção, espera, estocagem etc.

    •  3epresentação em diagrama obedecendo uma [email protected] l!gica do processo de

    fabricação atra*'s de s&mbolos e con*enç"es.

    •  4imbologia utiliada?

      4&mbolo $ção 3esultado da ação

      #peração 2>ecuta ou fabrica

      ransporte 1o*imenta

      9nspeção :erifica

      2spera 9nterfere  $rmaena /uarda

    $.2.2. E'EMPLOS DE CARTAS DE PROCESSO3

    REGAR UM JARDIM3

    D457894: +;, T +5, S?;@>> D

      AL AF AA A 9r a garagem

      AL A $brir a porta

    "5

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      H AL C :ai ao armário

     

    DL C 3etira a mangueira e

      9nspeciona

     

    D F D aminha at' a porta

      AL D $bre a porta

     

    D AF E :ai ao ponto dZágua

      F E 5iga a mangueira

      AL A $guarda a pressão da

      [gua

      FL D F 9nicia a operação

      A.CLL H ermina a operação

     

    ACL A /uarda a mangueira

      IC A.EDD

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    AP!S A E'ECUÇÃO DA CARTA DE PROCESSO TESTE

    A. 25919;$ecução da operação ou seu equipamento pode ser 

    melhoradoB

    $.". CARTA DE PROCESSOS MULTIPLOS +V#RIOS PRODUTOS,

    6ara a realiação de uma carta de processos para *ários produtos faemos

    inicialmente uma relação de todas as operaç"es realiadas em qualquer [email protected]%aemos então uma carta de processo para cada produto em separado. ;a lista de

    operaç"es registramos os flu>os dos *ários produtos, tirados das cartas de

    processo indi*iduais, colocando-os lado a lado.

    # flu>o !timo de material ' o obtido rearranjado-se a lista de operaç"es, a fim de

    conseguirmos uma lineariação do flu>o geral. 4e necessário desdobramos

    algumas operaç"es.

    3essumidamente são os seguintes os passos a seguir?• 2numeramos todas as operaç"es realiadas

    • om base na carta de processo de cada produto registramos lado a lado, a

    [email protected] de operaç"es para cada produto

    • 3earranjamos a ordem das operaç"es obtendo a lineariação do flu>o.

    6ara obtermos a configuração geral do arranjo agrupamos os produtos ou grupos de

    produtos de acordo com as seguintes caracter&sticas?

    • 6rodutos que requerem máquinas semelhantes• 6rodutos que requerem operaç"es semelhantes

    2"

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    • 6rodutos que requerem [email protected] de operaç"es semelhantes

    • 6rodutos que requerem tempo de operaç"es semelhantes

    • 6rodutos de tamanho, forma e funç"es semelhantes

    • 6rodutos que requerem qualidades semelhantes

    • 6roduto de mesmo material.

    E'EMPLO onsideremos dois produtos $ e 0

      otal de operaç"es? AF

      [email protected] das operaç"es

      $? A D H E J K AD AF.  0? C F E I AL K AA AC J AE AF.

    CARTAS DE PROCESSO POR PRODUTO

     

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    $.$. A CARTA DE PARA

    É a representação atra*'s de uma matri retangular de dados quantitati*os sobre o

    mo*imento de material, operadores e equipamentos.

    $.$.1. E'ECUÇÃO DA CARTA DE PARA

    onstru&mos uma matri retangular colocando na primeira linha horiontal as *árias

    seç"es de trabalho, con*enientemente numeradas, das quais as mat'rias saem e

    entram na coluna *ertical colocamos as *árias seç"es, na mesma ordem da

    horiontal, numeradas na matri em ordem ascendente.

     $p!s a e>ecução desta matri, a mesma será utiliada para nos fornecer informaç"es tais como?

    •  ;úmero de mo*imentos

    •  on*[email protected] ou não de pro>imidade entre seç"es

    •  9ntensidade de mo*imentação

    • 2m algumas situaç"es distncia entre as *árias seç"es.

    $.$.2. E'EMPLO DE UMA CARTA DE PARA

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    $.&. A AN#LISE DO FLU'O DO PRODUTO

    # flu>ograma do processo ' uma das t'cnicas mais usuais para a análise do flu>o

    do produto. ;ele colocamos todos os passos seguidos no processo, sendo indicado

    agora os flu>os e>istentes.

    ;o planejamento do flu>o para o arranjo a ser instalado ' interessante seguir os

    princ&pios abai>o, entretanto de*emos obser*ar que nem sempre ' poss&*el atender 

    a todos os princ&pios em um único arranjo.

    •  # flu>o de*e ser o mais linear poss&*el. 6or isto se entende de que o flu>o de*e

    sempre seguir uma linha em uma mesma direção, sem ha*er retornos

    •  # número de retornos de*e ser minimiado

    •   Ouando poss&*el de*e-se combinar o processamento com o flu>o, ou seja

    processa-se o produto durante a mo*imentação

    •  $ distncia percorrida pelo material e operadores de*e ser sempre a m&nima

    •  # manuseio de*e ser reduido durante o flu>o

    •  $s esperas de*em ser sempre eliminadas.

    V. INTERRELAÇES NÃO BASEADAS NO FLU'O DE MATERIAIS

    CARTA DE INTERRELAÇES PREFERENCIAIS

    ;os projetos ou damos @nfase ao flu>o de materiais, ou utiliamos classificaç"es

    especiais das intensidades das ati*idades.

    2>iste sempre uma [email protected] para se usar o flu>o de materiais na e>ecução dos

    projetos de arranjo, embora ele de*a ser a base dos projetos, de*endo esta base

    ser conjugada com outros fatores que tamb'm influenciam no bom desempenho do

    arranjo.

    &.1. RAZES PARA JUSTIFICAR ESTA INTEGRAÇÃO

    • 6rioriação dos ser*iços au>iliares que de*em ser localiados pr!>imos as áreas

    de produção.

    2>emplo? posto m'dico, escrit!rios, manutenção etc.

    • 2m muitas ati*idades o flu>o de materiais não tem importncia fundamental para

    o arranjo, (por ser em pequena quantidade).2>emplo? indústria de j!ias, eletr\nica, engrenagens finas etc.

    26

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    • ;as empresas de prestação de ser*iços não e>istem flu>os de materiais

    definidos e constantes.

    • 1o*imentação de material pesado, seu flu>o não de*erá ser a única base para a

    determinação do processo.

    2m todos os casos precisamos de uma forma sistemática para relacionar as

    ati*idades de ser*iços umas as outras e para integrar os ser*iços de suporte ao

    flu>o de materiais.

    CARTA DE INTERRELAÇES PREFERENCIAIS

    É uma matri triangular onde representamos o grau de pro>imidade e o tipo deinter-relação entre uma certa ati*idade e cada uma das outras.

    É a melhor maneira de integrar os ser*iços de apoio aos departamentos de

    produção.

    &.2. PROCEDIMENTOS PARA CONSTRUÇÃO DE UMA CARTA DE INTER

    RELAÇES PREFERENCIAIS

    A. 9dentificar todas as ati*idades.

      3elacionar departamentos, áreas, operaç"es caracter&sticas.

      /rupar as ati*idades semelhantes num diagrama de organiação.

     C. 5istar as ati*idades que possuam algum tipo de ligação.

      2stabelecer em primeiro lugar as operaç"es produti*as, depois os ser*iços de

    apoio.

      +efinir caracter&sticas de pr'dios e terrenos.

    D. +eterminar as inter-relaç"es entre cada par de ati*idades e as ra"es para isto.

      6elo conhecimento do projetista.

      +iscussão com chefes, super*isores de departamento, encarregados de ser*iço.

      6or entendimento com a direção.

    27

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    E. olocação dos dados na carta pois ela será a base principal para o planejamento

    das instalaç"es.

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    29

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    VI. DETERMINAÇÃO DOS ESPAÇOS

    +e*erão ser dimensionados de acordo com a naturea e o flu>o dos processos de

    produção.

    6.1. O DIMENSIONAMENTO DAS #REAS

    +e*erá ser estudado nos seguintes n&*eis?

    •  [reas do centro ou do conjunto dos centros de produção

    •  [reas dos departamentos de apoio

    •  [rea total da fábrica.

    6.1.1. #REAS %UE DEVEM SER DIMENSIONADAS NO CENTRO DE PRODUÇÃO

    • 2quipamento - por medição direta no pr!prio equipamento, em catálogos ou por 

    similaridade)

    • 6rocesso - área indispensá*el ao equipamento para que possa e>ecutar todas

    as operaç"es de seu flu>o. É obtida a partir de especificaç"es t'cnicas, análise

    do processo, análise da mo*imentação do material, análise da preparação da

    máquina.

    •  [rea para operador na operação 7 conjunto de deslocamentos e mo*imentação

    que possibilitem a operação industrial pre*ista.

    •  [rea para acesso dos operadores.

    •  [rea para acesso de manutenção.

    •  [rea de acesso a máquina 7 corredores, pontes rolantes, empilhadeiras,

    carrinhos etc.

    •  [rea para mat'ria prima não processada.

    •  [rea para refugos, ca*acos ou res&duos.

    •  [rea para ferramentas, dispositi*os e instrumentos de operação e manutenção.

    6.1.2. #REAS PARA DEPARTAMENTO DE APOIO

    •  $dministração

    • +iretoria

    •  $mbulat!rio

    • 3estaurante

    3#

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    • :estiários laer etc.

    6.1.". #REA DA F#BRICA

    •  [rea total do comple>o

    6.2. MTODOS PRINCIPAIS DE DETERMINAÇÃO DOS ESPAÇOS.

    • 1'todo num'rico

    • 1'todo da con*ersão

    • 6adr"es de espaço

    •  $rranjos esboçados

    • 6rojeção de [email protected]

    6." PROCEDIMENTOS B#SICOS PARA DETERMINAÇÃO DOS ESPAÇOS

    • 9dentificar as ati*idades (áreas ou caracter&sticas)

    • 9dentificar as máquinas e os equipamentos (de operação e de suporte)

    • +eterminar para as ati*idades de operação?

    os espaços baseados nos produtos, quantidade e processos de produção,

    naturea e condição de cada área.

    • +eterminação das ati*idades de suporte que comporão o projeto.

    • Wuntar todos os espaços determinados anteriormente obtendo o espaço total

    requerido, e comparar com o espaço disponi*el.

    •  $justar, balancear e aprimorar.

    6.$. C#LCULO DA #REA DE OCUPAÇÃO PARA M#%UINAS E E%UIPAMENTOS

    UM PROCESSO DE C#LCULO - MTODO DE GUERCHET

     $ superf&cie requerida para cada elemento ' dada pela f!rmula

    S   S

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      operação.

    S   S < . N

    ; 7 número de lados utiliados para abastecer, operar a máquina e dar sa&da aos

    produtos acabados.

    4 c 7 superf&cie de circulação, ' a superf&cie de trabalho necessária para a

    circulação de materiais entre os postos de trabalho.

    S 9 +S   S

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      S ( / 80#4 "60#8 240"2 / 48024 1 2 

    R-$--*(+:% ;$erc&cio

    +imensionar a área necessária para implantar uma pequena indústria mecnica

    sem automação possuindo as seguintes máquinas?

      1áquinas +imens"es ( 5 ) ; ]

    A torno pequeno A,CL > A,LL A C

    A torno m'dio C,FL > A,LL A C

    A fresa 8ni*ersal C,LL > A,CL C C

    A furadeira radial C,LL > A,LL D C

    A ret&fica plana C,LL > A,LL C C

    6.&. PADRES DE ESPAÇO MAIS UTILIZADOS

    •  2stacionamento, auto de passeio dimens"es de *aga E,FL > D,LL ^ AD,FL mC.

    •  2scrit!rio, consult!rio m'dico dentário dimens"es m&nimas E,LL > D,LL ^

    AC,LL mC.

    •  2scrit!rios? área adequada por pessoa H mC por pessoa.

    •  3efeit!rio C mC por pessoa

    •  :estiário A,FL mC por pessoa.

    •  $udit!rio A,FL mC por pessoa

    •  2scadas largura m&nima A,LL m.

    33

      607# 1"02# 1  80#4 1 2

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    VII. FORMAS POSSIVEIS DE UM ARRANJO FÍSICO

    2m linha

     $plicá*el quando o processo de produção ' simples

    2m ig - ag

    Ouando se precisa ganhar espaço

     

    2m 8

    # produto final termina em local *iinho a entrada

    ircular 

    39

      " 2 3 4

      "

      2 3

    4 5

      6 7

      8

      " 2 3

      4  6 5

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    # produto final acaba no ponto de partida

     $nguloso

    6rocuramos o menor caminho entre as seç"es

     

    4#

      "

      2

      3

      4

      "

      2

      3

      4

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    VIII. PROCEDIMENTOS COMPLEMENTARES PARA CONCRETIZAÇÃO DO

    ARRANJO FÍSICO FINAL

    ).1. A LOCALIZAÇÃO INDUSTRIAL

    RE%UISITOS GERAIS

    • +istanciamento dos centros urbanos

    om raras e>ceç"es o 2stado se op"e a criação de no*as indústrias na ona

    urbana, pois as mesmas já se encontram por demais congestionadas.

    • 3ecursos hidricos e de boa qualidade mesmo nas estiagens

     $ água ' elemento fundamental para qualquer tipo de ati*idade produti*a

    • 2sgotamento das águas ser*idas em boas condiç"es

    • 2>[email protected] de *ias de comunicação em boas condiç"es de operação

    6ara facilitar a ligação da indústria com os centros de mat'ria prima e consumo.

    2m particular ser ser*ido por linha f'rrea.

    • 1ão de obra

    2>[email protected] no local de mão de obra suficiente.

    • +ispor de recursos energ'ticos suficientes.

    ).2. RESTRIÇES A CONSIDERAR NA ESCOLHA DO LOCAL

    • #s ser*iços oferecidos suportam uma e>pansão

    • 2>aminar a escolha do local cuidadosamente pois as [email protected] são sempre

    a m'dio e longo prao

    •  $nalisar cuidadosamente as *antagens oferecidas pelas comunidades, terrenos,

    ser*iços gratuitos, financiamentos, isenção de impostos etc.

    ).". TENDENCIAS ATUAIS

    • 6arques industriais em onas suburbanas com os ser*iços de facilidades

    centraliados 7 +9439#4 9;+`439$94.

    • 5ocaliação pr!>ima aos mercados de e>portação e dos recursos naturais

    • 6rojetos especiais 7 organiação dos p!los industriais.

    4"

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    ).$. FONTES DE INFORMAÇÃO RELATIVAS A LOCALIZAÇÃO

    • maras de com'rcio

    •  $gencias %ederais 2staduais

    • 3e*istas especialiadas

    • orretores imobiliários

    ).&. RESUMO DOS FATORES DE LOCALIZAÇÃO

    • 1ão de obra especialiada e em número suficiente

    • ustos de mão de obra compati*'is

    • %ontes de mat'ria prima• 4istema rodo ferro*iário

    • 6ro>imidades de portos e aeroportos

    • 6ro>imidade dos mercados

    • 4er*iços de utilidades já instalados

    • %acilidades comunitárias

    • lima

    • 0ai>os impostos

    • :iabilidade de financiamentos

    • ustos de terreno.

    ).6. #REA PARA AS EDIFICAÇES

    +e*e ser suficiente para abrigar parque fabril com pre*isão para futuras e>pans"es,

    e mais? arma'ns, estacionamentos, áreas recreacionais etc.FATOR IMPORTANTE

    6ro>imidades das [email protected] dos operários.

    /randes distncias dificulta obtenção de mão de obra e afeta o desempenho dos

    operários.

    I'. O ARRANJO FÍSICO E AS CONDIÇES INSEGURAS

    odo $rranjo %&sico de*e procurar eliminar toda e qualquer condição insegura

    minimiando assim as [email protected] de acidente do trabalho em uma linha de

    produção.

    42

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    o local de trabalho, se necessário utiliar recursos para e*itar tal insolamento

    atra*'s de toldos, *eneianas, cortinas e outros

    K.". INSTALAÇES ELTRICAS

    odas as partes das instalaç"es el'tricas de*em ser projetadas e e>ecutadas de

    modo que seja poss&*el pre*enir por meios seguros os riscos de [email protected] e

    e>plos"es.

    K.$. ATIVIDADES PERIGOSAS E INSALUBRES

      LIMPEZA E ORDEM

    K.&. ELIMINAÇÃO DAS CONDIÇES INSEGURAS• 2ficiente ser*iço de engenharia e medicina do trabalho

    • 4etor de 6lanejamento

    • 4etor de #rganiação e 1'todos

    • 1anutenção eficiente

    • 4inaliação audio *isual

    • 8tiliação e emprego de cores.

    '. APRESENTAÇÃO FINAL DO TRABALHO

    10.1. R F48:  apresentando o processo determinante para definição do

     $rranjo %&sico, contendo desde roteiro de produção at' dimensionamento do espaço

    f&sico.

    10.2. Ra

      ortes e perfis

      +etalhes.

    10.". R

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    • 3oteiro de fabricação dos produtos

    •  $ arta de 6rocesso

    •  $ carta +e 7 6ara

    •  $rranjo inicial do processo

    • entro de produção

    • +imensionamento do centro de produção

    •  $ carta de 9nter 3elaç"es 6referenciais

    •  $rranjo dos +epartamentos e 4eç"es

    • +imensionamento dos espaços

    • ARRANJO FINAL

    'II REFERÊNCIAS BIBLIOGR#FICAS

    45

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    A. $maral, 6rof. 1urilo /onçal*es. $rranjo %&sico. Wui de %ora. AKKC.

    C. 0orba, 6rof. 1irna. $rranjo %&sico. %lorianopolis. AKKJ.

    D. 2lood 4. 0uffa Whon ile, 1odels for 6roduction and #perations

    1anagement .

    E. W. 5. #li*ário 3ibeiro %ilho. %undacentro. urso de 2ngenharia do rabalho.

    F. Wames, 1. $pple. 6lant 5aout and 1aterials Gandling.

    H. 1inist'rio do rabalho, %undacentro. 9ntrodução a 2ngenharia e 4egurança do

      rabalho.

    I. 1uther, 3ichard, 6lanejamento de 5aout? 4istema 456. 2ditora 2. 0lucher.

    J. ;eufert, 2rnest. $ $rte de 6rojetar em $rquitetura.K. :ieira, $ugusto esar /adelha. 1anual de 5aout. 1anuais ;9.

    UM E'EMPLO DE ARRANJO FÍSICO

    46

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     $32%$#4 +2 65[49#

    - 4acolas para compras com alça de *inil

    - 4acos para en*ase de l&quidos

    - 4acos para coleta de li>o

    1$É39$ 6391$

    - 6olietileno em grãos

    - 4ulcata de plástico

    - intas *ariadas

    1$O89;[39# +$ 216324$

    2>trusora de plástico? I ud

     $cionamento el'trico e a ar comprimido

    +imens"es? ^ H,LL m 5 ^ D,LL m $ ̂ D,FL m

    9mpressoras? C ud

     $cionamento el'trico e a ar comprimido

    +imens"es? ^ H,LL m 5 ^ D,LL m $ ̂ D,HL m

    2nrroladeira? C ud

     $cionamento el'trico

    +imens"es? dimetro completo C,EL m $ ̂ A,CL m

    ortadeiras

    6equenas? C ud/randes? D ud

     $cionamento el'trico e a ar comprimido

    +imens"es? ^ E,LL m 5 ^ C,LL m $ ̂ A,CL m (pequenas)

      ^ K,LL m 5 ^ C,FL m $ ̂ A,CL m (grandes)

     $cabadoras? AL ud

     $cionamento el'trico e a ar comprimido+imens"es? ^ L,JL 1 5 ^ L,FL 1 $ ̂ A,CL m

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    LE. 9nspeção

    LF. $rmaenagem

    6orcentagem de produção FCY

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