apresentação nova bh final 220-11

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  • A exemplo de Barcelona, Buenos Aires, So Paulo, Rio de Janeiro e outras grandes metrpoles, Belo Horizonte pretende agora promover grandes melhorias urbansticas e sociais em uma rea muito importante da cidade por meio de uma Operao Urbana Consorciada.

  • So Paulo - OUC gua Espraiada

    2008

    2013

  • Barcelona Diagonal Mar

    1997

    2007

  • Buenos Aires Puerto Madero

    1997

    2008

  • Conceito de Operao Urbana Consorciada

    O que operao urbana?

    um instrumento do estatuto da cidade e que permite a prefeitura ordenar/direcionar o crescimento da cidade para reas especficas.

    Em BH, a utilizao desse instrumento foi aprovada pela plenria final da III Conferncia Municipal de Poltica Urbana (2009). Alm de determinar a realizao de Operaes Urbanas pela Prefeitura, a Conferncia (e o Plano Diretor LM 9959/10) definiu as reas que seriam passveis da aplicao deste instrumento na cidade:

    corredores virios prioritrios

    corredores de transporte coletivo

    entorno das estaes de metr e BRT

  • Conceito de Operao Urbana Consorciada

    Por que essas reas foram escolhidas? Para direcionar o crescimento da cidade para reas com infraestrutura viria e/ou dotadas de transporte pblico coletivo de alta capacidade estimulando com isso, o uso do transporte coletivo e o adensamento de reas com melhor infraestrutura viria.

    Como funciona uma Operao Urbana? O mercado compra potencial construtivo (direito de construir) para utilizar em reas para as quais a Prefeitura quer direcionar o crescimento da cidade e com esses recursos, a Prefeitura investe na requalificao urbana e em equipamentos sociais no territrio da operao.

  • Conceito de Operao Urbana Consorciada

    PBH MERCADO

    Potencial Construtivo

    (Cepac)

    $$$

    POPULAO

    Equipamentos Sociais Umeis, Postos de Sade, etc. Requalificao Urbana Parques, Praas, Corredores Verdes, Ciclovias, Passarelas, Viadutos, etc.

    Projeto Ganha - Ganha

  • Nas OUCs, o adensamento construtivo ocorre de forma onerosa.

    A cobrana de outorga para a construo acima do ndice de aproveitamento bsico, ocorre atravs da venda de Certificados de Potencial Adicional Construtivo (CEPACs).

    CEPACs so ttulos mobilirios, regulados pela CVM, que podem ser negociados no mercado at a sua vinculao a um determinado empreendimento.

    Os CEPACs so convertidos em potencial construtivo (metros quadrados) de acordo com a localizao do empreendimento em reas menos valorizadas, os CEPACs so convertidos em mais metros quadrados; em reas mais valorizadas, os CEPACs so convertidos em menos metros quadrados.

    Operaes Urbanas Consorciadas que se viabilizam por meio de CEPACs so muito mais vantajosas para o planejamento urbano da cidade, pois em geral, garantem que os investimentos em infraestrutura ocorrem antes do adensamento populacional e construtivo do territrio.

    Os recursos captados so integralmente investidos na rea da Operao Urbana.

    Certificados de Potencial Adicional Construtivo (CEPACs)

  • Projeto Nova BH: Operao Urbana Consorciada dos Corredores Antnio CarlosPedro I e LesteOeste.

    Um projeto que promover o desenvolvimento urbano sustentvel de quase 25 km2 da cidade.

  • OUC Antnio CarlosPedro I / Corredor LesteOeste Setores

  • Caractersticas do territrio:

    Delimitao: 58 bairros

    Populao: 170 mil habitantes

    Densidade: 6.800 hab/km2

    Densidade (BH): 7.200 hab/km2

  • Estruturais

    Permitir que a Prefeitura ordene/direcione o crescimento da cidade para regies prximas aos principais corredores de transporte pblico coletivo (Metr e BRT) - ocupando reas com melhor infraestrutura viria e capacidade de transporte.

    Criar novos centros de servios e comrcio na cidade, aumentando a oferta de servios e trabalho mais prximos das residncias das pessoas, reduzindo os deslocamentos e desafogando o trnsito da cidade.

    Garantir a gerao de mais espaos livres de uso pblico e de mais qualidade de vida para a populao que reside ou trabalha no territrio da operao por meio de investimentos de carter urbanstico, ambiental e social.

    Objetivos do Projeto Nova BH

  • Objetivos do Projeto Nova BH

    Socioambientais

    Qualificar a infraestrutura urbana das vilas e aglomerados localizados no territrio da Operao e estabelecer incentivos para a construo de habitao de interesse social.

    Promover o renascimento urbano e a recuperao do patrimnio em reas de importncia histrica para a cidade, como a Lagoinha e o Centro.

    Implantar novos equipamentos de educao, sade, cultura e lazer no territrio da Operao.

    Criar novas reas verdes e expandir outras, com parques, praas e corredores verdes.

    Promover melhorias nas condies de mobilidade, com foco no pedestre e no transporte coletivo.

  • Objetivos do Projeto Nova BH

    Econmicos

    Promover uma renovao construtiva em terrenos desocupados ou subutilizados e que se localizam em reas com melhor infraestrutura e capacidade de transporte coletivo.

    Atrair e incentivar o crescimento de empresas voltadas para setores estratgicos da economia da cidade, como por exemplo, sade, tecnologia da informao e turismo.

    Desenvolver a economia da cidade, gerando mais renda e oportunidades de emprego.

  • Plano Urbanstico

    Diretrizes de Ocupao Define como a renovao construtiva poder se dar no territrio da Operao.

    Diretrizes de Interveno Define de que forma a Prefeitura vai investir os recursos captados no territrio da Operao.

  • Diretrizes de ocupao

    Nossos estudos preveem que a renovao construtiva acontecer somente em terrenos desocupados ou subutilizados localizados na rea da operao aproximadamente 1,2 km2 (menos que 0,4% do territrio da cidade).

    Estratgia:

    Promover o adensamento prximo aos corredores das estaes de metr e BRT, mas garantindo sempre a gerao de novas reas livres de uso pblico.

    Garantir uma transio harmnica entre as reas mais adensadas e os bairros do entorno.

    Preservar as caractersticas urbansticas de reas de interesse histrico e cultural como a Lagoinha, Santa Tereza e o Calafate.

    No remover nenhuma vila ou aglomerado localizado no territrio da Operao.

  • Diretrizes de ocupao

  • Diretrizes de ocupao

    QUADRA PRAA - CA bruto mximo: 6,0. - Liberao de rea livre de uso pblico: 50% - Incentivo tipologia mista

    QUADRA DESENVOLVIMENTO

    - CA bruto mximo: 6,0. - Liberao de rea livre de uso pblico: 40% - Uso no residencial no So Francisco.

    QUADRA CENTRAL

    - CA bruto mximo: 4,8. - Liberao de rea livre de uso pblico: 30% - Incentivo tipologia mista e residencial - Restrio a vagas de garagem.

    QUADRA GALERIA

    - CA bruto mximo: 4,8. - Liberao de rea livre de uso pblico: 30% - Exigncia de via de pedestre para atravessamento de quadra.

    QUADRA BAIRRO *

    - CA bruto mximo: 3,0. - Taxa de ocupao mxima: 80% - Altimetria limitada - Incentivo construo de HIS.

    QUADRA PRESERVAO

    - CA bruto mximo: 1,5. - Manuteno dos parmetros das ADEs. - Incentivos tipologia mista - Incentivo para recuperao do patrimnio histrico e cultural.

    * Estudos de viabilidade econmico-financeira indicaram que um potencial construtivo nas quadras-bairro abaixo de 2,0 tornaria invivel qualquer

    empreendimento.

  • Distribuio dos modelos de ocupao

  • Induo tipolgica e setorial via fatores de converso

    Para promover a diversificao de usos e reduzir os deslocamentos na cidade, o CEPAC em um determinado setor poder dar direito a construo de mais rea dependendo do tipo de empreendimento (comercial ou residencial). Ou seja, nesse determinado setor, o solo criado ser mais caro ou mais barato conforme o tipo de empreendimento. Por exemplo, nos setores Estao Vilarinho, Parque do Nado/Parque Lareira, Parque do Brejinho/Pampulha e Lagoinha haver incentivo ao uso no residencial para consolidao de novas centralidades de comrcio e servios. J no setor Central haver incentivo ao uso residencial como instrumento de revitalizao da rea queremos que a populao volte a morar no centro!!! Esses incentivos para favorecer uma ou outra tipologia dependendo da sua localizao podem chegar ao patamar de 25%. Alm disso, a operao estabelecer que empreendimentos voltados para os setores de Sade, Tecnologia da Informao e Turismo tero incentivos adicionais dessa natureza.

  • Diretrizes das intervenes

    Habitao e Equipamentos Sociais

    Unidades de habitao de interesse social (HIS) para algumas famlias de baixa renda.

    Equipamentos de sade e educao para atender ao maior adensamento na rea da Operao.

    Incentivos para a construo de habitaes de interesse social: a cada 5 m2 investidos em HIS para famlias de 0 a 3 salrios mnimos no PMCMV, o investidor receber um CEPAC para ser utilizado no mesmo setor alm da no cobrana de outorga onerosa para empreendimentos voltados para HIS at 6 salrios mnimos em nenhuma circunstncia.

    Demarcao de aproximadamente 300.000 m2 de AEIS-1 (reas de especial interesse social) para a produo de HIS voltadas para famlias at 6 salrios mnimos.

    Implantao de melhorias no padro Vila Viva nas vilas e aglomerados localizados na rea da Operao.

  • Diretrizes das intervenes

    Meio ambiente

    Praas e parques: melhoria nos existentes e implantao de novos.

    reas livres de uso pblico nos grandes empreendimentos da operao.

    Caminhos Verdes: arborizao conexes ambientais das vias nos novos centros de