Click here to load reader

Aprovar Ano04 Modulo04 Apostila27 Completa

  • View
    73

  • Download
    2

Embed Size (px)

Text of Aprovar Ano04 Modulo04 Apostila27 Completa

  • Regio da Indonsia d

    evastada por tsunami, o

    nda gigante

    gerada por distrbios s

    smicos ou na superfcie

    do mar

    Vista area da praia de Ponta Negra, carto postal da capital amazonense

    Qumica Qumica orgnica

    pg. 02 Qumica Oxidorreduo

    pg. 04 Biologia Ciclo celular

    pg. 06 Biologia Ciclos biogeoqumicos

    pg. 08 Literatura Pr-modernismo

    pg. 10

  • 2Ministrado em 13 municpios do interior doEstado, o curso de Cincia Poltica daUniversidade do Estado do Amazonascompleta, at o fim de junho, o ciclo deformatura de seus novos bacharis, aotodo, mais de 700. Indito na regio, ocurso foi o mais procurado no vestibular de2002, com mais de 12 mil candidatosinscritos.Oferecido em carter especial para atender necessidade especfica de formao derecursos humanos no interior do Amazonas,o curso teve incio em agosto de 2002, eagora forma lderes e empreendedorespolticos capazes de desenvolver um novoestilo de gesto pblica, com vistas gerao de novos conhecimentos e introduo de procedimentos e tcnicasinovadoras nos diversos organismos doEstado.O curso foi ministrado nos municpios deTabatinga, Tef, Maus, Boca do Acre,Itacoatiara, Humait, Manacapuru, Eirunep,Carauari, Coari, So Gabriel da Cachoeira,Manicor e Parintins com a mesmametodologia do Programa Especial deFormao de Professores (Proformar):transmisso simultnea, via satlite, a partirde um estdio equipado com modernosrecursos tecnolgicos.Nesse Sistema Presencial Mediado, asaulas so ministradas por professores, apartir de um estdio montado em Manaus etransmitidas, ao vivo, via satlite, para todasas salas de aula dos municpios, que soequipadas com TV, linha telefnica, fax,computador e Internet. As disciplinas do curso, oferecido emmdulos, so preparadas por um grupo deespecialistas, mestres e doutores de vriasreas, como Direito, Administrao,Contabilidade, Economia e Cincias Sociais.Depois, so roteirizadas por uma equipe deproduo e levadas ao ar com aparticipao da mesma equipe. Nas salas de aula, localizadas nas unidadesda UEA, no interior, um professorespecialista, que recebeu treinamentoespecial, acompanha o aluno, tirandodvidas, controlando a freqncia, autilizao dos recursos de comunicao efazendo avaliaes preliminares. Para obteraprovao, cada aluno teve que atingirmdia 6 e 75% de freqncia.As dvidas que no podem ser esclarecidaspelo professor local so encaminhadas paraManaus por telefone ou Internet. Umsistema call center, com 16 atendentes,est preparado para receber as perguntas eencaminhar aos professores, querespondem em tempo real.

    UEA gradua mais de700 bacharis emCincia Poltica Qumica orgnicaQumica Orgnica a parte da qumica que

    estuda os compostos do carbono.Vale ressaltar que nem todos os compostosformados por carbono so orgnicos, devido scaractersticas inorgnicas presentes em algunsdeles. Ex.: CO2, H2CO3, CO, HCN, etc.

    O tomo de carbono

    Tetravalente Forma Mltiplas Ligaes.Sigma () a primeira ligao entre dois tomos.Ocorre, neste caso, uma superposio de orbitais.Pi () So as segundas e terceiras ligaesentre dois tomos. Agora, o que ocorre umaaproximao entre os orbitais.Exemplo:

    C C C = C C C1 ligao 1 ligao 1 ligao

    1 ligao 2 ligaes O carbono liga-se a vrias classes de

    elementos qumicos. Forma cadeias. Classifica-se em:Primrio: quando est ligado somente a umoutro carbono.Secundrio: quando est ligado a dois outroscarbonos.Tercirio: quando est ligado a trs outroscarbonos.Quaternrio: quando est ligado a quatro outroscarbonos.

    Hibridizao do carbono

    sp3 (tetradrica) a fuso de quatro orbitais (um do tipo s e

    trs do tipo p) formando quatro orbitais do tiposp3;

    forma somente ligaes simples; ngulo entre as valncias: 109 28; caracterstica dos alcanos; carbono liga-se a outros quatro tomos.

    sp2 (trigonal) a fuso de um orbital s com dois orbitais p

    formando trs orbitais do tipo sp2; forma duas ligaes simples e uma dupla; ngulo entre as valncias: 120; caracterstica dos alcenos; carbono liga-se a outros trs tomos.

    sp (linear) a fuso de um orbital s com um p formando

    dois orbitais do tipo sp; pode formar:

    duas ligaes simples e uma tripla; duas ligaes duplas;

    ngulo entre as valncias: 180; caracterstica dos alcinos e alcadienos; carbono liga-se a outros dois tomos.

    Tipos de cadeias carbnicas

    Aberta, acclica ou aliftica: Exemplo:

    H H H H| | | |

    ... C C C C ...| | | |H H H H

    Fechada ou cclica: Exemplo:

    CH2CH2 CH2| |CH2 CH2

    Quanto disposio dos tomos

    Normal: quando o encaminhamento segueuma seqncia nica. Exemplo:

    H H H H| | | |

    ... C C C C ...| | | |H H H H

    Ramificada: quando na cadeia surgemramos ou ramificaes. Exemplo:CH3 CH2 CH CH2 CH2 CH3

    | CH2| ramificao

    CH3Quanto aos tipos de ligaes

    Saturada: quando existem apenas ligaessigmas.Exemplo:

    H H H H| | | |

    ... C C C C ...| | | |H H H H

    Insaturada: quando existe pelo menos umaligao pi entre os tomos de carbono.

    Exemplo: CH3 CH == CH CH2 CH3

    Quanto natureza dos tomos

    Homognea: quando, na cadeia, s existemtomos de carbono.

    H H H H| | | |

    ... C C C C ...| | | |H H H H

    Exemplo:CH3 CH2 CH CH2 CH3

    | O

    Heterognea: quando, na cadeia, alm dostomos de carbono, existem tomos de outroelemento (heterotomos).Exemplo:CH3 CH2 O CH2 CH3

    CLASSES FUNCIONAISALCANOSSo hidrocarbonetos acclicos e saturados, isto, tm cadeias abertas e apresentam apenasligaes simples entre seus carbonos.Nomenclatura: prefixo + ANOPrefixos: Observe abaixo a tabela de prefixosque servir para determinar a nomenclatura detodos os compostos orgnicos.

    Frmula Geral: CnH2n+2Exemplo: CH3 CH2 CH3 propano

    ALCENOSSo hidrocarbonetos acclicos, contendo umanica dupla ligao.Nomenclatura: prefixo + ENO A cadeia principal a mais longa, contendo,

    porm, a dupla ligao. A numerao da cadeia principal ocorre a

    partir do carbono mais prximo da insaturao.Frmula Geral: CnH2nExemplos: CH2 = CH CH3 propeno

    ALCINOSSo hidrocarbonetos acclicos, contendo umanica ligao tripla.Nomenclatura: prefixo + INOAs regras de nomenclatura seguem a dosalcenos.Frmula Geral: CnH2n - 2Exemplo: CH C CH3 propino

    N decarbonos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

    Prefixo MET ET PROP BUT PENT HEX HEPT OCT NON DEC

    Qumica Professor MARCELO Monteiro

  • 3DesafioQumico

    01. AZT (3azido3deoxitimidina), quepossui a capacidade de inibir ainfeco e os efeitos citopticos dovrus da imunodeficincia humana dotipo HIV1, o agente causador da AIDS,apresenta a seguinte estrutura:

    a) Quantos tomos de carbono estopresentes em uma molcula de AZT?

    b) E de oxignio?

    02. Um composto representado pela seguintefrmula estrutural:

    H H H| | |

    H C C C C H | || | |

    H O H H As hibridizaes dos tomos decarbono do composto, contados daesquerda para a direita, so:a) sp3, sp, sp2, sp3. b) sp3, sp2, sp, sp3.c) sp3, sp2, sp3, sp3. d) sp2, sp, sp2, sp2.e) sp3, sp2, sp2, sp3.

    03. (PUC) Quantas ligaes , no total,existem no composto representadopela frmula abaixo?CH C C = C = CH C CH

    |CH3

    a) 2 b) 3 c) 4d) 5 e) 6

    04. (UFF) O indol, uma substncia formadadurante o processo de decomposiode protenas, contribui para o odorcaracterstico das fezes:

    A frmula molecular e o nmero deligaes , presentes na estrutura doindol, so, respectivamente:a) C8H7N; quatro. b) C8H3N; uma.c) C8H7N; trs. d) C9H5N; quatro.e) C6H9N; uma.

    05. (UERJ) Na composio de corretoresdo tipo Liquid Paper, alm dehidrocarbonetos e dixido de titnio,encontra-se a substncia isocianeto dealila, cuja frmula estrutural plana representada por:CH2 = CH CH2 N = C = OCom relao a esta molcula, corretoafirmar que o nmero de carbonos comhibridizao sp2 igual a:a) 1 b) 2 c) 3d) 4

    ALCADIENOSSo os hidrocarbonetos que apresentam cadeiaaberta e insaturada, com duas ligaes duplas.Nomenclatura: prefixo + DIENOFrmula Geral: CnH2n 2Exemplo: CH2 = C = CH2 propadieno

    CICLANOSSo hidrocarbonetos que apresentam cadeiafechada ou mista e saturada.Nomenclatura: CICLO + prefixo + ANOFrmula Geral: CnH2nExemplo:

    CH2 CH2| | ou ciclobutano

    CH2 CH2CICLENOSSo hidrocarbonetos que apresentam cadeiacclica ou mista e insaturada, com uma ligaodupla.Nomenclatura: CICLO + prefixo + ENOFrmula Geral: CnH2n - 2

    Exemplo: CH2 CH

    | || ou ciclobutenoCH2 CH

    Hidrocarbonetos aromticosSo os hidrocarbonetos que possuem um oumais anis benznicos (tambm chamadosaromticos).Nomenclatura: .......... BENZENOFrmula estrutural:

    1,2 dimetil 3 etil benzeno

    Formula Geral: CnH2n 6RADICAIS

    1 carbono: CH3 metil(a) 2 carbonos: CH3 CH2 etil 3 carbonos: CH3 CH2 CH2 n-propil 4 carbonos:

    CH3 CH2 CH2 CH2 n-butilCH3 CH2 CH sec butil

    ICH3

    |CH3 C CH3 terc-butil ou t-butil|

    CH3

    CH3 CH CH2 sec butilI

    CH3Radicais arilas

    A valncia livre encontra-se num carbono perten-cente a um ncleo aromtico.

    So eles:

    Nomenclatura para hidrocarbonetos

    Veremos, agora, algumas regras paranomenclatura de todos os hidrocarbonetosestudados, seguindo as normas da IUPAC (UnioInternacional de Qumica Pura e Aplicada).

    Para dar nome a um composto com cadeiaramificada, damos os seguintes passos:

    Determinamos a cadeia principal e seu nome. Numeramos os carbonos da cadeia principal. Identificamos o(s) radical(ais) e sua

    localizao.Localizao dos radicais na cadeia principal

    A localizao dos radicais deve ser dada pelanumerao dos carbonos da cadeia principal,segundo as regras j estudadas.

    Iniciar pela extremidade mais prxima dacaracterstica mais importante doscompostos, na ordem:grupo funcional > insaturao > radical.

    A numerao deve seguir a regra dosmenores nmeros possveis.

    Se, aps as regras anteriores, ainda restarmais de uma possibilidade, iniciar anumerao pela extremidade mais prxima doradical mais simples (o menos complexo).

    Em caso de dois ou mais radicais iguais namesma cadeia, usar os seguintes prefixos paraindicar a quantidade, ligados ao nome dos ra-dicais: di (2 radicais iguais), tri (3 radicais iguais),tetra (4 radicais iguais). No se esquea de queos nmeros (numerao dos carbonos) indicama localizao e no a quantidade de radicais.

    O nome do ltimo radical mencionado devevir ligado ao nome da cadeia principal, excetonos casos em que o nome da cadeia principalcomear com a letra h (hex, hept), caso emque deve vir precedido de hfen.

    Os radicais podem ser mencionados emordem de complexidade (por exemplo: metilantes de etil), ou ainda em ordem alfabtica(etil antes de metil). A ordem alfabtica bem menos usada.

    Exerccios01. Na estrutura:

    CH3 H H C| | | |

    CH3 C C C C CH3| | | |H CH3 H CH3

    As quantidades totais de tomos decarbono primrio, secundrio etercirio so respectivamente:a) 2, 3 e 4; b) 2, 4, e 3; c) 3, 3, e 2;d) 5, 1 e 3; e) 5, 2 e 2.

    02. (UFF) Considerando-se o composto:

    Indique, respectivamente, o nmero deligaes sigma, e o tipo de hibridiza-o do composto:a) 6; 1; sp3 b) 10; 1; sp3 c) 11; 2; sp3

    d) 14; 4; sp2 e) 14; 1; sp2

    03. Determine o nmero de hidrocarbonetosdiferentes de massa molecular igual a 70.

    04. Qual dos compostos abaixo noexiste?

    a) propino; b) 2metil propino;c) 2metil propeno; d) 2metil propano;e) etano.

  • 401. Os estados de oxidao (Nox) doselementos destacados nas frmulas:cido metanico, HCOOH, perxido debrio, BaO2, hidreto de berlio, BeH2,sulfeto de potssio, K2S, so, respecti-vamente:

    a) 2 ; +4 ; +1 ; 2b) +2 ; +2 ; 1 ; +2c) 2 ; +2 ; +1 ; 2d) +2 ; +2 ; 1 ; 2e) +2 ; +4 ; +1 ; +2

    02. Descobertas recentes da medicinaindicam a eficincia do xido ntrico,NO, no tratamento de determinado tipode pneumonia. Sendo facilmenteoxidado pelo oxignio a NO2, quandopreparamos, em laboratrio, o xidontrico deve ser recolhido em meio queno contenha O2. O nox do nitrogniono NO e NO2 so respectivamente :

    a) +3 e +6b) +2 e +4c) +2 e +2d) zero e +4e) zero e +2

    03. Desafio Indique o nmero de oxidao(NOX) de cada elemento no on a seguir; PtCl6

    2

    a) +2 ; 2b) + 4 ; 1c) +3 ; 6d) +2 ; 4e) 2 ; +2

    04. Nas opes seguintes, esto representa-das equaes qumicas de reaes quepodem ocorrer, em solues aquosas,com os diversos xidos de crmio.Qual dessas opes contm a equaoque representa uma reao de xidorre-duo?

    a) 2CrO42 + 2H3O

    +1 1Cr2O72 + 3H2O

    b) 1Cr2O3 + 6H3O+1 2Cr+3 + 9H2O

    c) 2Cr2O3 + 2OH1 1Cr2O4

    2 + 1H2Od) 2Cr2O7

    2 + 2H3O+1 1CrO3 + 3H2O

    e) 2Cr2O72+16H3O

    +1 4Cr+3+3O2+24H2O

    05. Para a equao no-balanceada:MnO2+KClO3+KOH KMnO4+KCl+H2OAssinale a opo incorreta:a) A soma de todos os coeficientes este-

    quiomtricos, na proporo mnima denmeros inteiros, 17.

    b) O agente oxidante o KClO3 .c) O agente redutor o MnO2 .d) O nmero de oxidao do mangans no

    MnO2 duas vezes o nmero de oxidaodo hidrognio.

    e) Cada tomo de cloro ganha seis eltrons.

    DesafioQumico Oxidorreduo

    Significa transferncia de eltrons e, conseqen-temente variao do n. de oxidao (nox).

    Conceitos

    1. Oxidao: oxidar significa perder eltrons e,conseqentemente, aumentar o nox.

    2. Reduo: reduzir significa, ganhar eltrons econseqentemente, diminuir o nox.

    3. Agente oxidante: a espcie qumica quecontm o elemento que sofre reduo. Ooxidante provoca a oxidao de outraespcie qumica na reao.

    4. Agente redutor: a espcie qumica quecontm o elemento que sofre oxidao. Oredutor provoca a reduo de outra espciequmica na reao.Observaes: 1 Quem oxida ou quem reduz sempre

    elemento qumico.2 O agente oxidante e o agente redutor

    sempre esto do lado dos reagentes dareao.

    5. Nmero de oxidao: a carga que oelemento tem ou adquire durante a reao.

    Tipos de nox:a) Nox real: a carga que o elemento j

    possui. caracterstica de compostosinicos.

    Ex.:

    b)Nox aparente: a carga que o elementoadquire quando suas ligaes foremrompidas durante a reao. caractersticade compostos covalentes.

    Obs.: Nox na ligao covalente dativa oucoordenada.

    Situao AEx.1.: CO Ex.2:

    Situao BEx.3: HClO4

    Regras para o clculo de nox.

    1. O nox de uma substncia simples ou de umelemento qumico vale sempre zero.

    2. O nox de on igual sua prpria carga.3. O nox do hidrognio vale geralmente +1,

    exceto nos hidretos metlicos (hidrognioligado a metal) que vale 1.Ex.:

    4. O nox do oxignio vale geralmente 2;exceto:

    a) Nos perxidos vale 1 (O22)

    H2O2

    b) Nos superxidos vale 1/2 (O4-2)

    c) Nos flutores vale +2

    O2F2

    5. O somatrio das cargas de uma molculavale sempre zero.

    Ex.:

    6. O somatrio das cargas de um agrupamentoinico (reunio de tomos em desequilbrioeltrico) igual carga do agrupamento.

    Ex.:

    7. O nox dos halognios, quando esto naextremidade mais eletronegativa (direta), vale1. Quando esto em outra posio, o nox varivel.

    Nox mnimo: a carga que o elementonecessita para atingir o octeto.

    Nox mximo: a carga que o elementoadquire quando perde todos os eltrons daltima camada. O nox mximo coincide como n. do grupo.Obs.: 4A, 5A, 6A, 7A NOX MNIMO

    NOX MXIMO

    Aplicao(UFGRJ) O nox dos halognios noscompostos KBr ; NaIO3; F2: Cl2O3; respectivamente :

    a) 1; +5; 0; +3b) 1; 5; 2; 3d) +1; +3; 0; +5c) +1 ; 1 ; 2 ; +2e) 1 ; - 1 ; -1 ; -1

    Soluo:

    Resposta: a) 1; +5 ; 0; +3

    8. O nox dos calcognios (O, S, Se, Te, Po),quando esto na extremidade maiseletronegativa (direta), vale 2. Quando estoem outra posio, o nox varivel.

    Obs.: Na pirita (FeS2), embora o enxofreesteja na extremidade mais eletronegativa,seu nox no 2 e sim 1.

    Balanceamento de equaes pelo mtodo

    Qumica Professor CLVIS Barreto

  • 5redox:

    Passos para o balanceamento de equaespelo mtodo redox:1. Calcular o nox de cada elemento na equao.2. Verificar quem varia o nox de um lado para

    outro na reao e traar os ramais oxi-red.3. Montar dois quadros. Um para oxidao e

    outro para reduo. necessrio que asubstncia candidata a ir para um dosquadros no tenha nox repetido na equao.Caso ambas as substncias no tenham noxrepetido na equao, vai para o quadro, naseguinte sequncia:1. A substncia de maior atomicidade ( o

    nmero de tomos do elemento queconstitui a substncia).

    2. A substncia de maior nmero deelementos diferentes.

    4. Calcular, inverter e, se possvel, simplificar odelta ().Obs.: Clculo do delta ().

    5. Prosseguir o balanceamento por tentativa,sendo que o ltimo elemento a ser balanceado o oxignio, e o penltimo o hidrognio.Ex.: 1. KMnO4 + H2C2O4 + H2SO4 K2SO4+ MnSO4 + CO2 + H2O

    2. Cu + HNO3 Cu(NO3)2 + NO + H2O

    AplicaoFaa o balanceamento da reao abaixo :

    Cl2(g)+C(s)+H2O(l) CO2(g)+H3Oa+1

    q+ Cl(aq)1

    Soluo: 1. Passo

    2. Passo :

    3. Passo:

    4. Passo4Cl2(g)+C(s)+H2O(l) 2CO2(g)+H3O(a

    +1q+ Cl(aq)

    1

    4Cl2(g)+2C(s)+H2O(l) 2CO2(g)+8H3O(a+1

    q+4Cl(aq)

    1

    2Cl2(g)+1C(s)+6H2O(l) 1CO2(g)+4H3O(a+1

    q+4Cl(aq)

    1

    Casos particulares de balanceamento poroxidorreduo.

    1. Quando ocorre auto oxidorreduo.Obs.:

    1. A substncia ou o elemento que sofre autooxirreduo no vai para o quadro.

    2. A substncia ou o elemento que sofre autooxirreduo pode funcionar tanto comooxidante quanto como redutor, desde queesteja no lado dos reagentes.

    Ex.: 1. Cl2+NaOH NaCl+NaClO3+H2O

    2. Quando ocorre dupla oxidao e ou duplareduo.

    Obs.: 1. A substncia que sofre dupla oxidao ou

    dupla reduo necessariamente vai para oquadro.

    2. Antes de inverter o delta, devem-se somaros deltas da dupla oxidao ou da duplareduo para depois inverte-los.

    Ex.: As2S3+HNO3+H2O H2SO4+ H3AsO4+NO

    3. Quando aparece equao inica.Obs.:

    1. O nox de um on igual sua prpria carga.2. O somatrio das cargas de um agrupamen-

    to inico igual carga do agrupamento.3. Se durante o balanceamento de uma eq.

    Inica houver necessidade de sebalancear um elemento carregado, coloca-se uma incgnita x diante desse elementoe monta-se a equao das cargas. carga dos reagentes = carga dosprodutos

    Ex.: Bi+3+SnO22+OH SnO3

    2+ Bi +H2O

    4. Balanceamento independente do elementoqumico enxofre (S) quando nos reagentesaparecer cido sulfrico (H2SO4) e cidosulfdrico (H2S) simultaneamente.

    Obs.: 1. O ramal do elemento qumico enxofre

    sempre traado com o cido sulfdrico.2. O cido sulfdrico necessariamente vai

    para o quadro.3. O coeficiente estequimtrico do cido

    sulfdrico deve ser repetido diante doelemento qumico enxofre produzido nareao, pois todo o enxofre produzido nareao proveniente do cido sulfdrico eno do cido sulfrico. Isso deve ser feitono incio do balanceamento.

    Ex.: KMnO4+H2SO4+H2S K2SO4+ MnSO4+ S + H2O

    5. Quando aparece perxido de hidrognio(H2O2).

    Obs.:1. O nox do oxignio do perxido vale

    sempre 1.2. Antes de traar o ramal dos perxidos de

    hidrognio, deve-se traar primeiro o ramalda outra substncia que esteja oxidandoou reduzindo na reao, pois o perxidode hidrognio sempre subordinado aoutra substncia da reao que estejaoxidando ou reduzindo.

    3. O ramal do perxido de hidrognio sempre traado ou com gua ou com ooxignio molecular (O2), isso vai dependerda outra substncia na reao.

    4. O perxido de hidrognio necessariamentevai para o quadro.

    5. Quando, na reao com o perxido dehidrognio, houver formao de oxigniomolecular, o coeficiente estequiomtricodo perxido de hidrognio deve serrepetido diante do oxignio molecularproduzido na reao, pois provenientedo perxido de hidrognio. Isso deve serfeito no incio do balanceamento.

    Nota: essas observaes sobre o perxidode hidrognio s tem valor se esse noestiver sofrendo auto oxirreduo, ou seja,ele sozinho na reao oxidando e reduzindoao mesmo tempo (simultaneamente).

    Ex.: KMnO4 + H2SO4 + H2O2 K2SO4 +MnSO4 + H2O + O2

    01. Faa o balanceamento das reaoabaixo:Ca3(PO4)2 + (SiO2)n+C CaSiO3 + CO+ P

    a) 1,3, 2,3, 2 e 1b)2, 6,10, 6,8 e 1c) 1,3, 5,3, 5 e 1d)2,6, 10,6, 10 e 1e) 4, 12, 20, 12, 10 e 1

    02. Os coeficientes que ajustam correta-mente as equaes abaixam so:I) NaNO3 NaNO2 +O2II) Al + H2SO4 Al2(SO4)3 + H2a) I: 2, 2,1 II: 2, 3, 3, 2b) I: 1, 2, 1 II: 2, 3, 1, 3c) I: 1, 2, 2 II: 2, 3, 3, 2d) I: 2, 2, 1 II: 2, 3, 1, 3

    03. (Vunesp) Os nmeros de oxidao doenxofre nas espcies SO2 e so,respectivamente:

    a) zero e +4b) +1 e 4c) +2 e +8d) +4 e +6 e) 4 e 8

    04. (UFSE) Dentre as equaes que seseguem, qual envolve o fenmeno daoxirreduo?

    a) Na2O(S) + 2H+

    (Hq) H2O( l ) + 2Na+

    (aq)b) NH3(g) + HCl(g) NH4Cl(s)c) CaC2(s) + 2H2( l ) Ca

    2+(aq) + 2OH

    -(aq) +

    C2H2(g)d) CuSO4 . 5H2O(s) CuSO4(s) + 5H2O(g)e) KClO3(s) KCl(s) + 3/202(g)

    05. (UERJ) A equao Au3+ + Ag Ag+ +Au representa uma reao possvel pelocontato, em presena de saliva, de umaobturao de ouro e outra de prata.Nessa equao, aps ajustada, a somade todos os coeficientes (reagentes eprodutos), considerando os menoresinteiros, :

    a) 4 b) 6 c) 8d) 12 e) 16

    06. KMnO4 + H2O2 + H2SO4 MnSO4 +K2SO4 + O2 + H2O

    Da equao acima, afirma-se que:I. Aps o balanceamento, o coeficiente

    mnimo inteiro da gua igual a 8.II. O perxido de hidrognio atua como

    oxidante.III. No MnSO4, o nmero de oxidao

    do mangans igual a +1.IV. O permanganato de potssio o

    agente oxidante.Das afirmaes feitas, so corretasapenas: a) I e II b) I e IV c) II e IIId) I e III e) III e IV

    DesafioQumico

  • 6Ciclo celularInterfaseA interfase o intervalo entre uma mitose e outra. Na interfase, a clula est em grande atividade,realizando as tarefas necessrias ao seu desen-volvimento. Seu ncleo, nesse momento, chamado ncleo interfsico ou metablico, poistrabalha em intenso metabolismo, preparando-separa a diviso celular. constituda de trsperodos G1, S, G2. Onde G de gap significaintervalo.G1 Intensa sntese de RNA e protenas.S Duplicao do DNA.G2 Pouca sntese de RNA e protena.MitoseA mitose uma diviso de uma clula-me emduas clulas-filhas com omesmo numero decromossomos.PrfaseCada cromossomo apresenta duas cromtides-irms, que comeam a espiralar e tornam-se maiscurtas, grossas e visveis. Com isso, o cromosso-mo comea a condensar-se. O centrolo duplica-se, e cada um deles comea o migrar para umplo da clula. Ao redor de cada centrolo,aparece o ster, conjunto de protenas, e entre osdois centrolos, surgem fibras, que iro formar ofuso mittico ou acromtico. Clulas animaisformam o ster, por isso, sua mitose astral. Oncleo comea a ganhar gua do citoplasma, osnuclolos desmancham-se, a cariotecadespedaa-se e os cromossomos, j bemcondensados, esparramam-se pelo citoplasma.

    MetfaseOs cromossomos atingem o grau mximo decondensao. Ficam muito mais visveis, e esse o melhor momento para estud-los(caritipo).O fuso completa-se, e os cromossomos ligam-se s suas fibras pelos seus centrmeros(constrio primria) no equador da clula,apresentando uma disposio chamada placaequatorial. Ligados s fibras do fuso, oscromossomos duplicados dispem cada umade suas cromtides-irms voltada para um dosplos da clula.

    AnfaseAs cromtides-irms so definitivamente separa-das e migram para os plos, conseqncia doencurtamento das fibras do fuso. Cada plo daclula receber um lote de cromtides emnmero igual ao da clula-me. A anfasetermina quando as cromtides, agora cromos-somos-filhos, chegam aos plos.

    TelfaseAo chegarem aos plos, os novos cromossomosdesespiralam-se. A carioteca reorganiza-se emtorno de cada lote de cromossomos, e os

    nuclolos reaparecem por orientao dos genespresentes na zona SAT ou zona organizadora donuclolo. Esse fenmeno de reorganizao doncleo chama-se cariocinese (cinese quer dizermovimento). Antes mesmo de a cariocinese serconcluda, o citoplasma da clula comea a serdividido. Uma fora centrpeta (clula animal),isto , de fora para o centro, como uma cinta,aos poucos, vai separando a clula-me emduas clulas-filhas ou fora cetrfuga (clulavegetal),isto de dentro para fora. Chamamosesse movimento de citocinese.

    Clula animal Clula vegetal

    MeioseA diversidade entre os seres vivos, mesmo quepertenam a uma mesma espcie, muitoimportante.Nos seres de reproduo sexuada, a partir de umaclula so formadas quatro clulas, cada uma coma metade do nmero de cromossomos da clulaque lhe deu origem. Na espermatognese, sero 4espermatozides, e na ovognese, sero 1 vulo,se for fecundado, e trs glbulos polares.Importncia da meiose Alm de formargametas para uma reproduo sexuada,tambm mantm o nmero de cromossomos daespcie e a variabilidade gentica, conseqnciade uma caracteristica exclusiva da meiosechamada de crossig-over ou permuta gnica. Ex:

    A meiose, embora dinmica, para efeito demelhor compreenso, pode ser definida emduas divises celulares.Diviso l Com a diviso dos cromossomos,formam-se duas clulas, com metade doscromossomos da cula-me mais aindaduplicados.Diviso II Com a diviso das cromtides,formam-se quatro clulas, mantendo-se onmero (n) de cromossomos simples(veja noesquema).Diviso IA clula que ir dividir-se por meiose umaclula diplide com dois pares de cromossomoshomlogos (2n=4). Os cromossomos j estoduplicados, embora continuem finos e longos.Ao final da meiose, essa clula dever teroriginado quatro clulas-filhas com a metade doseu nmero cromossmico(n=2).

    A clula diplide prestes a se dividir.

    A prfase I dividida em cinco etapas:leptteno, zigteno, paquteno, diplteno,diacinese.Leptteno(do grego leptos, fino; tainia, fita) os cromosso-mos esto finos e longos e nessa etapa queeles comeam a espiralizar-se. A espiralizaodos cromossomos no ocorre de uma vez. Porisso, h regies que se condensam antes deoutras, formando pequenos ns chamadoscronmeros. Em cromossomos homlogos, oscronmeros situam-se nas mesmas regies.

    BiologiaProfessor JONAS Zaranza

    01. A contagem e a anlise morfolgica doscromossomos de uma linhagem declulas so feitas a partir do exame declulas com essas estruturasevidenciadas, o que ocorre durante oprocesso de diviso celular. A etapa dociclo celular escolhida aquela em queos cromossomos exibem o mximo decondensao e esto constitudos porduas cromtides.A fase do ciclo celular que deve serobservada a:

    a) interfase; b) prfase; c) metfase;d) anfase; e) telfase.

    02. UEA(2006)

    Os esquemas acima representam asalteraes ocorridas em uma clula depeixe durante seu processo de divisomittica. A seqncia correta de eventosobservados pelo autor dos desenhosque desastradamente foramembaralhados :a) I, II, IV, III. b) I, IV, III, II. c) II, IV, III, I.d) IV, II, III, I. e) IV, III, I, II.

    03. (Fuvest) Analise os eventos mitticosrelacionados a seguir:I. Desaparecimento da membrana nuclear.II. Diviso dos centrmeros.III. Migrao dos cromossomos para os

    plos do fuso.IV. Posicionamento dos cromossomos na

    regio mediana do fuso.Qual das alternativas indicacorretamente sua ordem temporal?

    a) IV - I - II - III. b) I - IV- III - II. c) I - II - IV - III.d) I - IV - II - III. e) IV - I - III - II.

    04. (Fuvest) Pontas de razes so utilizadaspara o estudo dos cromossomos deplantas por apresentarem clulasa) com cromossomos gigantes do tipo

    politenco;b) com grande nmero de mitocndrias;c) dotadas de nuclolos bem desenvolvidos;d) em diviso mittica;e) em processo de diferenciao.

    DesafioBiolgico

  • 7Zigteno(do grego zigs, emparelhamento) os cromosso-mos homlogos emparelham-se colocando oscronmeros lado a lado. O emparelhamento entreos cromossomos homlogos chamado sinapse.Os cromossomos continuam se espiralizando.

    Paquteno(do grego pachys, grosso) os cromossomosesto bem condensados, portanto, mais curtose mais grossos. Agora, totalmente emparelha-dos, eles formam conjuntos de bivalentes (doiscromossomos homlogos) ou ttrades (quatrocromtides). E nessa etapa que as cromtidesde cromossomos homlogos, ao tocarem-se,podem quebrar, soldando-se em seguida. Aoserem soldadas, segmentos de uma cromtidesoldam-se na cromtide do outro cromossomohomlogo, estabelecendo uma permutao oucrossing-over.

    Diplteno(do grego diplos, duplo) os cromossomosesto mais condensados e, portanto, maisvisveis. To visveis que possvel perceberque cada um deles possui duas cromtides. Porisso, essa fase se chama diplteno. O ponto decruzamento entre duas cromtides homlogaschama-se quiasma. No diplteno aparecem osquiasmas, conseqncia do crossing-over.

    Diacinese(do grego dia, separao; kinesis, movimento)os cromossomos homlogos separam-se,deslizando uma cromtide sobre a outra. Aimpresso que se tem de que os quiasmasdeslizam. Esse fenmeno a terminalizao dosquiasmas. A carioteca desfaz-se e os cromosso-mos homlogos vo para o equador da clula,finalizando a prfase I.

    Metfase IA condensao dos cromossomos mxima eeles esto presos s fibras do fuso, formadodurante a prfase I. Cada cromossoma homlo-go, por meio de seus centrmeros, liga-se auma fibra do fuso, dispondo-se na regio centralda clula, formando a placa equatorial.

    Anfase IAs fibras do fuso rompem-se e cadacromossomo homlogo migra para um plo daclula. Os centrmeros no se rompem e ocromossomo inteiro migra com suas duascromtides. Na mitose, cada plo da clularecebia uma cromtide-irm. Aqui, na meiose,cada plo recebe um cromossomo homlogode cada par.

    Telfase IOs cromossomos desespiralizam-se, a carioteca eos nuclolos reorganizam-se e o fuso desfaz-se.

    CIntercineseEntre a primeira e a segunda diviso, s vezes,pode existir um pequeno intervalo de tempochamado intercinese. Portanto, a intercinese noconstitui uma fase, mas sim um intervalo entreuma e outra diviso da meiose.Prfase IIOs cromossomos voltam a condensar-se e,novamente, forma-se o fuso. A carioteca e osnuclolos, progressivamente, desaparecem.

    Metfase IIOs cromossomos, j espiralizados ao mximo,prendem-se s fibras do fuso por meio doscentrmeros, e cada uma das cromtides volta-se para um dos plos da clula.

    Anfase IIOs centrmeros partem-se e as cromtides-irms, agora cromossomos-irmos, migram paraos plos, onde formaro os ncleos das futurasclulas.

    Telfase IIOs cromossomos desespiralizam-se, tornando-se longos e finos. Os nuclolos e a cariotecareorganizam-se. Em cada plo, de cada umadas clulas, h um ncleo com (n)cromossomos simples. As fibras do fusodesaparecem e as clulas comeam acitocinese (diviso do seu citoplasma).

    01. (Fuvest) Qual dos seguintes eventosocorre no ciclo de vida de toda espciecom reproduo sexuada?a) Diferenciao celular durante o

    desenvolvimento embrionrio.b) Formao de clulas reprodutivas

    dotadas de flagelos.c) Formao de testculos e de ovrios.d) Fuso de ncleos celulares haplides.e) Cpula entre macho e fmea.

    02. (Fuvest) A vinblastina um quimioter-pico usado no tratamento de pacientescom cncer. Sabendo-se que essasubstncia impede a formao demicrotbulos, pode-se concluir quesua interferncia no processo demultiplicao celular ocorre naa) condensao dos cromossomos;b) descondensao dos cromossomos;c) duplicao dos cromossomos;d) migrao dos cromossomos;e) reorganizao dos nuclolos.

    03. (Fuvest) Os dois processos queocorrem na meiose, responsveis pelavariabilidade gentica dos organismosque se reproduzem sexuadamente, so:a) duplicao dos cromossomos e parea-

    mento dos cromossomos homlogos;b) segregao independente dos pares de

    cromossomos homlogos e permutaoentre os cromossomos homlogos;

    c) separao da dupla-hlice da molcula deDNA e replicao de cada umas das fitas;

    d) duplicao dos cromossomos esegregao independente dos pares decromossomos homlogos;

    e) replicao da dupla-hlice da molculade DNA e permutao entre oscromossomos homlogos.

    Anota a!Sndrome de Down

    Histrico Em 1866, John Langdon Down notou que haviantidas semelhanas fisionmicas entre certascrianas com atraso mental. Utilizou-se o termomongolismo para descrever a sua aparncia.Segundo o Dr. John, os mongis eram conside-rados seres inferiores. O nmero de cromossomos presentes nasclulas de uma pessoa 46 (23 do pai e 23 dame), dispondo em pares, somando 23 pares.Em 1958, o geneticista Jrme Lejeune verificouque no caso da Sndrome de Down h um errona distribuio e, ao invs de 46, as clulasrecebem 47 cromossomos e este cromossomo amais se ligava ao par 21. Ento surgiu o termoTrissomia do 21, que o resultado da nodisjuno primria, que pode ocorrer em ambasas divises meiticas e em ambos os pais. Oprocesso que ocorre na clula identificado porum no pareamento dos cromossomos de formaapropriada para os plos na fase denominadaanfase, por isso um dos gametas receber doiscromossomos 21 e o outro nenhum.

    DesafioBiolgico

  • Ciclos biogeoqumicos1. Ciclos da Matria

    Discutiremos aqui quatro ciclos biogeoqumicos:o da gua, o do gs carbnico, o do oxignioe o do nitrognio.

    2. Ciclo da gua

    O ciclo da gua na natureza est resumido noesquema abaixo:Os seres vivos absorvem ou ingerem gua, poisela uma substncia fundamental para suasobrevivncia. Essa ingesto ou absoro podeser direta ou por meio de alimentos. Narespirao celular, por exemplo, o alimento usado como fonte de energia num processo emque h formao de gua:

    glicose + O2 CO2 + gua.O excesso de gua absorvido, ingerido ouproveniente do metabolismo eliminado docorpo dos indivduos de diversas formas. Dentreelas, podemos citar a evaporao, atranspirao e a excreo. Quando emdecomposio, aps a morte, o corpo dosindivduos tambm passa por um processo emque h liberao de gua.A gua liberada do corpo dos seres vivos e agua resultante do processo de evaporao emrios, lagos e solos passam para a atmosfera. Hcondensao, e a gua pode retornar para aTerra principalmente sob a forma de chuva.

    3. Ciclo do gs carbnico

    O gs carbnico encontrado na atmosfera emproporo aproximada de 0,03% e tambm, emproporo semelhante, dissolvido nas guassuperficiais de mares, rios e lagos. O gscarbnico retirado do ar ou da gua peloprocesso de fotossntese e a eles devolvido pelarespirao.A decomposio do corpo de organismosmortos tambm participa do ciclo do CO2, poisnesse processo os microrganismos oxidam amatria orgnica, liberando CO2 para aatmosfera.Outro fator de liberao de gs carbnico para aatmosfera a queima de combustveis fsseis,representados principalmente pelo carvo-de-pedra e pelo petrleo.

    Representao esquematica do ciclo do carbono.Foram representados apenas os nveis dos produtorese dos herbvoros, mas a passagem do carbono para osdemais nveis trficos semelhante.

    4. Ciclo do oxignioO oxignio participa da composio da gua, dogs carbnico e de numerosos compostosorgnicos e inorgnicos. Na atmosfera e nahidrosfera, encontrado livre, como substnciapura, simples, de frmula O2. um gs liberadopelos organismos fotossintetizantes, por meio doprocesso de fotossntese. utilizado para arespirao de plantas e de animais, em processoque resulta na produo de gs carbnico.O oxignio pode participar tambm da formaoda camada de oznio (O3) na atmosfera, deextrema importncia, como filtro das radiaesultravioleta. Estas, embora sejam teis emdeterminada intensidade, so nocivas emintensidades maiores, estando associadas adoenas como o cncer de pele e a alteraesgenticas, por induzirem mutaes.A camada de oznio vem sendo progressivamentedestruda, principalmente por ao de um gsconhecido por clorofluorcarbono, tambmdesignado por suas iniciais, CFC. O clorofluor-carbono utilizado em sprays (aerossis), condici-onadores de ar, geladeiras, espuma plstica,componentes eletrnicos e outros produtos.Atualmente, o CFC tem sido substitudo porsubstncias menos danosas ao meio ambiente.

    8

    01. (FGV) O ciclo do carbono relativa-mente rpido, exceto quando :a) dissolvido em ecossistemas aquticos;b) liberado pela respirao;c) convertido em acares;d) armazenado em madeira;e) liberado como CO.

    02. (FGV) O reservatrio principal decarbono inorgnico acessvel aorganismos :a) celulose. b) carvo. c) dolomita.d) dixido de carbono.e) organismos mortos.

    03. (Fuvest-GV) O elemento carbonopresente nas molculas queconstituem os seres vivos restitudoao ambiente, em forma aproveitvelpelas plantas, atravs daa) ao desnitrificadora de bactrias do solo;b) ao fotossintetizante de organismos

    produtores;c) respirao celular de produtores e

    consumidores;d) transformao da amnia em nitritos;e) liberao de gs oxignio pelas algas.

    04. O ciclo do elemento qumico Carbonona natureza envolve os seguintesfenmenos bioqumicos:a) Decomposio e evaporao.b) Evaporao e precipitao.c) Absoro e precipitao.d) Transporte e decomposio.e) Fotossntese e respirao.

    05. O elemento carbono presente nasmolculas orgnicas que constituemos seres vivos restitudo ao ambiente,em forma aproveitvel pelos vegetais,atravs daa) desnitrificao pelas algas cianofceas

    do solo;b) fotossntese de organismos produtores.c) respirao celular de produtores e

    consumidores;d) transformao de amnia em nitratos;e) liberao de gs oxignio pelas algas

    marinhas.

    06. (FGV) O fornecimento de gua potvelde boa qualidade est se tornandocada vez mais difcil. Uma das razespara esta situao :a) A gua na Terra insuficiente para

    fornecer suprimentos adequados a todos.b) muito caro produzir gua de boa

    qualidade, e muitos pases no tmcondies financeiras para isso.

    c) Os investimentos para o fornecimento degua potvel a todos no so adequados.

    d) Os engenheiros no sabem o que fazercom a gua desperdiada resultante e,por isso, abstm-se de aumentar aproduo de gua potvel.

    e) Para os pases mais vantajoso comprarcomputadores.

    DesafioBiolgico

    BiologiaProfessor GUALTER Beltro

    Representao esquemtica do ciclo do oxignio.Foram representadas apenas algumas das maisimportantes vias de ultilizao e liberao desseelemento.

    Representao esquemtica do ciclo da gua na natureza. O ciclo curto o das chuvas. Do ciclo longo participamos seres vivos. As plantas absorvem a gua infiltrada no solo e eliminam-na forma de vapor pela transpirao,mantendo a umidade do ar e criando um clima favorvel manuteno da vida.

  • Exerccios01. (Enem) A falta de gua doce no

    Planeta ser, possivelmente, um dosmais graves problemas deste sculo.Prev-se que, nos prximos vinteanos, a quantidade de gua docedisponvel para cada habitante serdrasticamente reduzida.Por meio de seus diferentes usos econsumos, as atividades humanasinterferem no ciclo da gua, alterandoa) a quantidade total, mas no a qualidade

    da gua disponvel no Planeta;b) a qualidade da gua e sua quantidade

    disponvel para o consumo daspopulaes;

    c) a qualidade da gua disponvel, apenasno sub-solo terrestre;

    d) apenas a disponibilidade de guasuperficial existente nos rios e lagos;

    e) o regime de chuvas, mas no a quanti-dade de gua disponvel no Planeta.

    02. (UFMG) Leia atentamente o texto.O crescimento da raa humana alteroua biosfera de vrias maneiras. Infeliz-mente, essas mudanas geralmenteforam para pior. Reduzimos a produtivi-dade primria mundial, praticamentemonopolizamos a cadeia alimentar,provocamos todos os tipos de extinode espcies de plantas e animais.Influenciamos a maneira como asflorestas regulam o ciclo da gua,como as terras midas filtram ospoluentes e como a camada de ozniofiltra os raios ultravioleta.Do ponto de vista biolgico, esse textocontm vrias incorrees quanto aosconceitos apresentados.Considerando as seguintes afirmativas,todas retiradas do texto, assinale aNICA CORRETA.a) Influenciamos a maneira como as

    florestas regulam o ciclo da gua.b) O crescimento da raa humana alterou a

    biosfera.c) Provocamos todos os tipos de extino

    de espcies de plantas e animais.d) Reduzimos a produtividade primria

    mundial.

    03. (PUCSP) O esquema a seguirrepresenta um dos ciclos biogeoqu-micos que ocorrem nos ecossistemas.

    Nesse esquema, os espaos I e IIdevem ser substitudos correta erespectivamente por:a) oxignio e consumidores primrios;b) gua e consumidores primrios;c) dixido de carbono e produtores;d) oxignio e produtores;e) dixido de carbono e consumidores

    primrios.

    04. (UFRS) Relacione os processosbiolgicos listados (1, 2 e 3) com umou mais dos ciclos biogeoqumicos nacoluna a seguir (a, b e c).1. Fotossntese.2. Respirao vegetal.3. Decomposio aerbica de restos

    orgnicos por microorganismos.(a) Ciclo do carbono.(b) Ciclo do oxignio.(c) Ciclo do nitrognio.Assinale a alternativa que melhorrepresenta estas relaes:

    a) 1 (a) (b) - 2 (a) (b) - 3 (a) (b) (c)b) 1 (a) (b) - 2 (a) (b) - 3 (c)c) 1 (b) - 2 (a) - 3 (a) (b)d) 1 (b) - 2 (a) - 3 (b) (c)e) 1 (b) (c) - 2 (c) - 3 (b) (c)

    05. (Puccamp) Considere o esquema aseguir.

    Ele representa parte do ciclo biogeo-qumico do

    a) nitrognio apenas;b) oxignio apenas;c) gs carbnico apenas;d) nitrognio e do gs carbnico apenas;e) nitrognio, do gs carbnico e do

    oxignio.

    06. (UEL) Na biosfera, contribuem paramaior e menor produo de oxignioatmosfrico, respectivamente,

    a) as florestas pluviais tropicais e osoceanos;

    b) as comunidades clmax e as terrascultivadas;

    c) as comunidades clmax e as florestastropicais;

    d) os oceanos e as comunidades clmax;e) os oceanos e as florestas tropicais.

    07. (UFMG) Todas as alternativasexpressam fenmenos relacionadoscom a reposio do oxignio naatmosfera, EXCETO

    a) A alta produtividade de comunidadesem fase inicial de sucesso autotrfica.

    b) A fotlise de vapor dgua por radiaoultravioleta.

    c) A oxidao do ferro nas rochas porintemperismo oxidativo.

    d) As atividades fisiolgicas dos organismosdo fitoplncton.

    e) A transformao da camada do oznio(O) em oxignio (O2).

    08. (UFRN) A incidncia da radiao UVsobre a Terra atenuada pela aodas molculas de oznio existentes naalta atmosfera. A reduo da camadade oznio existente em algumasregies da atmosfera

    a) aumenta a concentrao de CFCs no ar;b) intensifica o degelo das regies polares;c) aumenta a mortalidade de microrganis-

    mos;d) intensifica o efeito de queimadas e

    incndios.

    9

    01. (UFSM) Pode-se relacionar a formaoda camada de oznio com o ciclo doa) nitrognio; b) carbono; c) oxignio;d) enxofre; e) fsforo.

    02. (Unesp) Em um lago, onde esteliminada a possibilidade de contami-nao por agrotxico, os peixesmorreram em grande nmero, da noitepara o dia.A mais provvel causa direta damortalidade a ser analisada :a) falta de oxignio dissolvido na gua;b) falta de alimento no ambiente;c) competio entre as espcies de peixes;d) excesso de predadores no lago;e) elevado ndice de parasitismo nos peixes.

    03. (FGV) Qual dos seguintes fenmenos um resultado do efeito estufa?a) Aumento das concentraes de oznio a

    nvel de rua.b) Diminuio da camada de oznio na

    estratosfera superior.c) Mudana nas condies meteorolgicas

    globais.d) Aumento da poluio ocenica.e) Desmatamento.

    04. (UEL) Uma diminuio de CO naatmosfera, contribuindo para amenizar oefeito estufa, pode ocorrer atravs doaumento daa) respirao; b) fotossntese;c) transpirao; d) fermentao;e) combusto.

    05. (UFC) A grande importncia ecolgicadas algas planctnicas devida ao fatode elas proporcionarem:a) o equilbrio da temperatura dos oceanos;b) a produo de oxignio na Terra;c) a ciclagem do nitrognio nos oceanos;d) o equilbrio da salinidade dos oceanos;e) o equilbrio da temperatura na Terra.

    06. (UFF) A fotossntese o processobiolgico predominante para a produodo oxignio encontrado na atmosfera.Aproximadamente, 30% do nossoplaneta constitudo por terra, onde seencontram grandes florestas, e 70% porgua, onde vive o fitoplncton.Considerando-se estas informaes e ociclo biogeoqumico do oxignio, pode-se afirmar que:a) as florestas temperadas e a Floresta

    Amaznica produzem a maior parte dooxignio da Terra;

    b) a Floresta Amaznica a principalresponsvel pelo fornecimento deoxignio da Terra;

    c) as algas microscpicas so as principaisfornecedoras de oxignio do Planeta;

    d) a Mata Atlntica a maior fonte deoxignio do Brasil;

    e) os manguezais produzem a maior partedo oxignio da atmosfera.

    DesafioBiolgico

  • Pr-modernismo

    1. ASPECTOS GERAIS

    Cronologia No Brasil, cronologicamente,o Pr-Modernismo dura de 1902 a 1922.

    Obras inauguradoras As primeiras obrasdo Pr-Modernismo so:

    a) Os Sertes (romance, 1902), de Euclidesda Cunha.

    b) Cana (romance, 1902), de GraaAranha.

    Nome O que se convenciona chamar dePr-Modernismo no propriamente umaescola literria. No h manifesto em jornaisnem grupo de autores em torno de umaproposta una ou de um iderio. O nome,com o tempo, passa a designar a produoliterria do Brasil nas duas primeirasdcadas do sculo XX.

    Perodo ecltico Depois do Realismo-Naturalismo-Parnasianismo, o Brasil vive umperodo ecltico. As diversas tendnciasliterrias misturam-se. Os movimentos nose sucedem, eles passam a coexistir.

    Tendncias Duas tendncias bsicaspodem ser notadas entre os autores dapoca:

    a) Conservadora Percebida na produopotica de Olavo Bilac (e de todos osoutros parnasianos) e de Cruz e Sousa(representante da esttica simbolista). Apoesia elaborada dentro dos moldesde perfeio, obediente a normas epresa a temas alheios realidadebrasileira.

    b) Inovadora Presente nas obras deEuclides da Cunha, Lima Barreto, GraaAranha, Monteiro Lobato, Afonso Arinos.As vrias realidades do Brasil soexpostas, e o leitor comea a perceberque vive em um pas de contrastes. Alinguagem pomposa e artificial comea aperder terreno para uma expresso maissimples, fiel fala cotidiana. Nesseaspecto, Lima Barreto o legtimorepresentante das classes iletradas.

    2. CARACTERSTICAS DO PR-MODERNISMO

    Ruptura com o passado Os autoresadotam inovaes que ferem oacademicismo.

    Regionalismo A realidade rural brasileira exposta sem os traos idealizadores doRomantismo. A misria do homem docampo apresentada de forma chocante.

    Literatura-denncia Os livros so escritosem tom de denncia da realidade brasileira.O Brasil oficial (cidades da Regio Sul,belezas do litoral, aspectos positivos dacivilizao urbana) substitudo por um Brasilno-oficial (serto nordestino, caboclosinterioranos, realidade dos subrbios).

    Contemporaneidade A literatura retratafatos polticos, situao econmica e social

    contemporneos, diminuindo a distnciaentre realidade e fico. Vejamos obras eautores que exemplificam isso:

    a) Triste fim de Policarpo Quaresma, de LimaBarreto Retrata o governo de FlorianoPeixoto e a Revolta da Armada.

    b) Os Sertes, de Euclides da Cunha Fazum relato da Guerra de Canudos,mostrando-a como uma das primeirasmanifestaes pela terra no Brasil.

    c) Cidades Mortas, de Monteiro Lobato Mostra a passagem do caf pelo Vale doParaba paulista.

    d) Cana, de Graa Aranha Exibe umdocumento sobre a imigrao alem noEsprito Santo.

    3. AUTORES E OBRAS

    EUCLIDES DA CUNHA

    Nascimento e morte Euclides RodriguesPimenta da Cunha nasce em 20 de janeiro de1866, na Fazenda Saudade, Cantagalo, Riode Janeiro. Falece no Rio de Janeiro, em 15de agosto de 1909.

    Infncia Com a morte da me, Euclidespassa a viver com as tias. Em So Fidlis(RJ), aos dez anos de idade, inicia osprimeiros estudos. Ele permanece l at1879, quando completa 14 anos de idade.

    Primeiros escritos Euclides publica, noColgio Aquino, os primeiros artigos no jornalO Democrata, fundado por ele e seuscolegas.

    Escola militar Em 20 de fevereiro, aos 21anos de idade, Euclides assenta praa naEscola Militar da Praia Vermelha, sendo alunode Benjamin Constant, conhecido positivista.

    Casamento Aos 25 anos de idade,Euclides matricula-se na Escola Superior deGuerra, atingindo o posto de segundo-tenente em abril. Em 10 de setembro, casa-se com Anna Emlia, a Saninha, como achamavam.

    Estria Em 1902, publica Os Sertes,sucesso imediato de pblico e de crtica.

    Impacto A publicao de Os Sertes ummarco na vida mental do Brasil. Livro nico,sem igual em outras literaturas, conseguemisturar o ensaio, os fatos da Histria, ascincias naturais, a epopia, o lirismo, odrama, mostrando a definitiva conquista daconscincia de brasilidade pela vidaintelectual do Pas.

    Reconhecimento imediato A importncialiterria e cientfica de Os Sertes reconhecida logo de incio, e o autor passa aser tratado como gnio pela crticaespecializada.

    ABL Um ano depois de publicar Os Sertes(1903), eleito para a Academia Brasileira deLetras.

    Morte trgica Em 1909, Euclides assassinado, aos 43 anos, por Dilermano deAssis, amante de Saninha, numa estao detrem.

    OBRAS

    1. Os Sertes (romance, 1902)2. Contrastes e Confrontos (1904)3. Peru versus Bolvia (1907)

    10

    LiteraturaProfessor Joo BATISTA Gomes

    01. (PUCRS) um dos traos maiscaractersticos do Pr-Modernismo,poca literria que abrange o inciodo sculo XX:

    a) nfase dada a temas universais, emdetrimento dos nacionais;

    b) o culto do subjetivismo, a nfase dadaao individualismo do autor;

    c) a busca de motivos e temas buclicose pastoris que denunciassem ocrescimento vertiginoso das cidadesindustrializadas;

    d) a despreocupao de problemasreferentes realidade cotidiana;

    e) a problematizao de nossa realidadesocial e cultural.

    02. (PUCSP) Durante os anos queantecederam o MovimentoModernista, o nacionalismo alcanouexpresso literria das maissignificativas. Aponte a alternativa queno verdadeira quanto smanifestaes de nacionalismoprprias do Pr-Modernismo.

    a) Pesquisa de linguagem,antipassadismo e abandono doslusitanos, na prosa de Coelho Neto.

    b) Denncia do subdesenvolvimento,especialmente do serto, em OsSertes, de Euclides da Cunha.

    c) Viso profunda acerca da questoracial, com ambientao nos subrbioscariocas, na obra de Lima Barreto.

    d) Teses filosficas em confronto,problematizando a imigrao, emCana, de Graa Aranha.

    e) Apresentao do caipira semidealizao (Jeca Tatu), na obra deMonteiro Lobato.

    03. (Desafio da TV) Opte pelo item decorrelao incorreta.

    a) Os Sertes: Antnio Conselheiro.b) Cana: Milkau, Lentz, Maria. c) Urups: Jeca Tatu.d) Triste Fim de Policarpo Quaresma:

    Floriano Peixoto. e) Recordao do Escrivo Isaas

    Caminha: Ricardo Corao dos Outros.

    04. (Desafio do Rdio) Opte pelo itemde correlao incorreta.

    a) Os Sertes: romance.b) Cana: romance. c) Urups: romance.d) Triste Fim de Policarpo Quaresma:

    romance. e) Pelo Serto: contos.z

    Desafio literrio

  • 11

    GRAA ARANHA

    Nascimento e morte Jos Pereira daGraa Aranha nasce em So Lus,Maranho, em 1868. Falece no Rio, em1931, aos sessenta e dois anos de idade.

    Estudos Ainda bem jovem vai para oRecife estudar Direito. Forma-se em 1886,seguindo a magistratura no estado do Riode Janeiro. como juiz municipal em Portodo Cachoeiro, no Esprito Santo, em 1890,que colhe dados para seu futuro romanceCana, publicado em 1902.

    ABL sem livro Em 1897, sem terpublicado livros, entra precocemente para arecm-fundada Academia Brasileira deLetras.

    Carreira diplomtica Em 1900, entra parao Itamarati. Nos vinte anos em que fica forado Brasil, em misses diplomticas pordiversos pases, acompanha tambm osrumos da arte moderna l fora.

    Modernismo De volta ao Brasil, participada Semana de Arte Moderna em 1922. Em1924, rompe com a Academia, aps aconferncia O Esprito Moderno, na qualcondena a imobilidade da literatura oficial.

    OBRAS

    1. Cana (romance, 1902)2. Malazarte (teatro, 1902)3. O Esprito Moderno (conferncia, 1925).

    CANA

    a) Cenrio: Porto do Cachoeiro, no EspritoSanto, centro de imigrao alem.

    b) Temtica: Imigrao alem no Brasil.

    b) Personagens:

    Milkau Imigrante alemo; prega justiae paz. Lentz Imigrante alemo; amigo deMilkau. Maria Tem o filho recm-nascidodevorado pelos porcos. Escapa de serlinchada graas a Milkau.

    LIMA BARRETO

    Nascimento e morte Afonso Henriquesde Lima Barreto nasce em 13 de maio de1881, no Rio de Janeiro, filho de paismulatos. Falece em 1922.

    rfo Em dezembro de 1887, morre-lhe ame. Seu pai, o tipgrafo Joo Henriques,funcionrio da Imprensa Nacional, ficasozinho, com a responsabilidade de criarquatro filhos pequenos.

    Demisso do pai Com a proclamao daRepblica, o pai de Lima Barreto demitidoda Imprensa Nacional.

    Escola Politcnica Aos 16 anos (1897),Lima Barreto, ainda sob a proteo de seupadrinho, o Visconde de Ouro Preto, concluio curso secundrio e matricula-se na EscolaPolitcnica.

    Loucura do pai O pai de Lima Barretoenlouquece e recolhido prpria Colniade Alienados em que trabalha comoalmoxarife.

    Funcionrio pblico Por meio deconcurso, Lima Barreto torna-se funcionrioda Secretaria da Guerra, ocupando posiosubalterna e odiando o ambiente em quetrabalha.

    Hospcio nacional A vida medocre queleva, o pouco progresso no campo social, afalta de reconhecimento pblico, ospreconceitos de que se sente vtimaimpulsionam Lima Barreto para o lcool.Vm as crises de depresso e a necessidadede internar-se no Hospcio Nacional por duasvezes (em 1914 e em 1919).

    Morte aos 41 Lima Barreto falece em 1922,minado pelo alcoolismo e vtima de colapsocardaco. Tem apenas 41 anos de idade.

    Contra a linguagem pomposa LimaBarreto combate a linguagem prolixa eenfeitada de Rui Barbosa e Coelho Neto,smbolos de uma cultura parnasiana. Oescritor elege para suas crnicas, para osseus livros a linguagem simples, s vezesdesleixada, legtima representante da almabrasileira. Nisso, o autor preconizaprocedimentos conquistados pelomovimento modernista que s vai eclodir noano de sua morte.

    OBRAS

    1. Recordaes do Escrivo Isaas Caminha(romance, 1909)

    2. Triste Fim de Policarpo Quaresma(romance, 1915)

    3. Numa e Ninfa (romance, 1915)4. Vida e Morte de M. J. Gonzaga de S

    (romance, 1919)5. Clara dos Anjos (romance)6. Histrias e Sonhos (contos)7. Os Bruzundangas (stiras, 1923)8. Feiras e Mafus (crnicas)9. Cemitrio dos Vivos (memrias)

    MONTEIRO LOBATO

    Nascimento e morte Jos BentoMonteiro Lobato nasce em Taubat, em1882. Morre quase repentinamente em SoPaulo, em 1948.

    Direito Aps estudos elementares em suaterra natal, ruma para So Paulo, ondeestuda Direito.

    Agricultura Aps algum tempo napromotoria de Areias, pequena cidadepaulista do Vale do Paraba, passa a sededicar agricultura, graas fazendaherdada do av em 1911.

    Parania ou Mistificao? Em 1917,Lobato publica o contundente artigo Paraniaou Mistificao?, em que critica umaexposio de Anita Malfatti. O escritor nogosta quando Anita se deixava seduzir pelasvanguardas europias, assumindo, segundoele, uma atitude esttica forada no sentidodas extravagncias de Picasso & Cia.

    Estria Publica seu primeiro livro, Urups(contos), em 1918.

    Editora Funda a Monteiro Lobato & Cia., aprimeira editora nacional, que mais tardevai-se tornar a Companhia Editora Nacional.

    Petrleo Como adido comercial, mora emNova Iorque, de 1927 a 1931. Ao regressar,funda o Sindicato do Ferro e a Companhiade Petrleos do Brasil, provocando ira nasmultinacionais e certo mal-estar no Governo.

    Exlio Exila-se voluntariamente em BuenosAires por algum tempo, de onde escrevepara jornais brasileiros e argentinos.

    OBRAS1. Urups (contos, 1918)2. Cidades Mortas (contos)3. Idias de Jeca-Tatu (contos)4. Negrinha (contos)

    Profisso de F

    Olavo Bilac

    Invejo o ourives quando escrevo:Imito o amor

    Com que ele, em ouro, o alto relevoFaz de uma flor.

    Torce, aprimora, alteia, limaA frase; e, enfim,

    No verso de ouro engasta a rima,Como um rubim.

    Quero que a estrofe cristalina,Dobrada ao jeito

    Do ourives, saia da oficinaSem um defeito:

    Porque o escrever tanta percia,Tanta requer,

    Que ofcio tal... nem h notciaDe outro qualquer.

    Assim procedo. Minha penaSegue esta norma,

    Por te servir, Deusa serena,Serena Forma!

    1. Apologia perfeio As estrofesselecionadas so antolgicas porque fazemapologia perfeio formal. Olavo Bilac fazanalogia entre o ato de escrever e o ofciodo ourives: ambos artistas em busca daperfeio.

    2. Metalinguagem Questionando o ato decriar um poema, discutindo o empenho dopoeta em busca da melhor frase ou damelhor palavra, Olavo Bilac faz uso dametalinguagem, recurso comum nas obrasde Machado de Assis e de CarlosDrummond de Andrade, por exemplo.

    3. Mtrica Cada estrofe do poema contmdois versos maiores (octosslabos) e doisversos menores (tetrasslabos).

    4. Enjambement Processo potico de prno verso seguinte uma ou mais palavrasque completam o sentido do verso anterior.O termo francs pode ser substitudo porcavalgamento ou encadeamento. Nasduas estrofes seguintes, percebe-se esserecurso entre o primeiro e o segundoversos:

    Torce, aprimora, alteia, limaA frase; e, enfim,

    No verso de ouro engasta a rima,Como um rubim.

    Quero que a estrofe cristalina,Dobrada ao jeito

    Do ourives, saia da oficinaSem um defeito.

    MomentoPotico

  • AMABIS, Jos Mariano; MARTHO,Gilberto Rodrigues. Conceitos deBiologia das clulas: origem da vida.So Paulo: Moderna, 2001.

    CARVALHO, Wanderley. Biologia emfoco. Vol. nico. So Paulo: FTD, 2002.

    COVRE, Geraldo Jos. Qumica Geral:o homem e a natureza. So Paulo:FTD, 2000.

    FELTRE, Ricardo. Qumica: fsico-qumica. Vol. 2. So Paulo: Moderna,2000.

    LEMBO, Antnio. Qumica Geral:realidade e contexto. So Paulo: tica,2000.

    LEVINE, Robert Paul. Gentica. SoPaulo: Livraria Pioneira, 1973.

    LOPES, Snia Godoy Bueno. Bio. Vol.nico. 11.a ed. So Paulo: Saraiva.2000.

    MARCONDES, Ayton Csar;LAMMOGLIA, Domingos ngelo.Biologia: cincia da vida. So Paulo:Atual, 1994.

    REIS, Martha. Completamente Qumica:fsico-qumica. So Paulo: FTD, 2001.

    SARDELLA, Antnio. Curso de Qumica:fsico-qumica. So Paulo: tica, 2000.

    EXERCCIO (p. 3)01. C;02. E;03. A;04. A;05. C;

    DESAFIO QUMICO (p. 3)01. D;02. A;03. B;04. E;05. E;

    DESAFIO QUMICO (p. 4)01. A;02. A;03. E;04. D;05. E;

    DESAFIO BIOLGICO (p. 6)01. E;02. A;03. A;04. E;05. C;

    DESAFIO BIOLGICO (p. 7)01. D;02. D;03. B;04. C;

    DESAFIO BIOLGICO (p. 8)01. A;02. D;03. E;

    DESAFIO BIOLGICO (p. 9)01. A;02. E;03. E;

    DESAFIO GRAMATICAL (p. 10)01. E;02. C;03. E;

    ARAPUCA (p. 10)01. B;

    DESAFIO GRAMATICAL (p. 11)01. D;02. C;03. E;04. B;05. B;

    Governador

    Eduardo Braga

    Vice-Governador

    Omar Aziz

    Reitor

    Loureno dos Santos Pereira Braga

    Vice-Reitor

    Carlos Eduardo Gonalves

    Pr-Reitor de Planejamento e Administrao

    Antnio Dias Couto

    Pr-Reitor de Extenso e

    Assuntos Comunitrios

    Ademar R. M. Teixeira

    Pr-Reitor de Ps-Graduao e Pesquisa

    Walmir Albuquerque

    Coordenadora Geral

    Munira Zacarias Rocha

    Coordenador de Professores

    Joo Batista Gomes

    Coordenador de Ensino

    Carlos Jennings

    Coordenadora de Comunicao

    Liliane Maia

    Coordenador de Logstica e Distribuio

    Raymundo Wanderley Lasmar

    Produo

    Renato Moraes

    Projeto Grfico Jobast

    Alberto Ribeiro

    Antnio Carlos

    Aurelino Bentes

    Heimar de Oliveira

    Mateus Borja

    Paulo Alexandre

    Rafael Degelo

    Tony Otani

    Editorao Eletrnica

    Horcio Martins

    Encarte referente ao curso pr-vestibularAprovar da Universidade do Estado doAmazonas. No pode ser vendido.

    Este material didtico, que ser distribudo nos Postos de Atendimento (PAC) na capital e Escolas da Rede Estadual de Ensino, base para as aulas transmitidas diariamente (horrio de Manaus), de segunda a sbado, nos seguintes meios de comunicao:

    TV Cultura (7h s 7h30); sbados: reprise s 23h Postos de distribuio: Amazon Sat (21h30 s 22h) RBN (13h s 13h30) reprise: 5h30 e 7h (satlite) PAC So Jos Alameda Cosme Ferreira Shopping So Jos Rdio Rio Mar (19h s 19h30) PAC Cidade Nova Rua Noel Nutles, 1350 Cidade Nova I Rdio Seis Irmos do So Raimundo PAC Compensa Av. Brasil, 1325 Compensa

    (8h s 9h e reprise de 16h s 16h30) PAC Porto Rua Marqus de Santa Cruz, s/n. Rdio Panorama de Itacoatiara (11h s 11h30) armazm 10 do Porto de Manaus Centro Rdio Difusora de Itacoatiara (8h s 8h30) PAC Alvorada Rua desembargador Joo Rdio Comunitria Pedra Pintada de Itacoatiara Machado, 4922 Planalto

    (10h s 10h30) PAC Educandos Av. Beira Mar, s/n Educandos Rdio Santo Antnio de Borba (18h30 s 19h) Rdio Estao Rural de Tef (19h s 19h30) horrio local Rdio Independncia de Maus (6h s 6h30) Rdio Cultura (6h s 6h30 e reprise de 12h s 12h30) Centros e Ncleos da UEA (12h s 12h30)

    www.uea.edu.br e www.linguativa.com.brEndereo para correspondncia: Projeto Aprovar Reitoria da UEA Av. Djalma Batista,

    3578 - Flores. CEP 69050-010. Manaus-AM