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Código Divino da Vida - Kazuo Murakami

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Text of Código Divino da Vida - Kazuo Murakami

  • A l g o m A i o r

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  • CDigoDiViNo

    DA ViDAATIVE SEUS GENES E DESCUBRA QUEM VOC QUER SER

    Kazuo Murakami, Ph.D.

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  • Ttulo original: INOCHI NO ANGOU por Kazuo Murakami, Sunmark 1997.Ttulo da edio norte-americana: Th e Divine Code of Life Awaken your Genes & Discover Hidden Talents, Beyond Words Publishing 2006.

    Copyright 2008 Barany Editora

    Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro poder ser reproduzida, de forma alguma, sem a permisso da Editora, exceto as citaes incorporadas em artigos de crtica ou resenhas.

    1 Edio Impresso no Brasil

    Traduo brasileira a partir do original norte-americano, revisto e atualizado.

    Diretora editorial: Jlia Brny Assistente editorial: Maria Ceclia Tilelli Holzschuh Traduo: Salete Tilelli e Jlia Brny Preparao: Barany Editora e Sieben Gruppe Servios Editoriais Reviso: Salete Brentan Projeto grfico e capa: Guilherme Xavier Editorao eletrnica: Cintia de Cerqueira Csar

    Todos os direitos desta edio so reservados Barany Editora 2008So Paulo SP Brasil

    Fone (22) 3502-9920 / (11) [email protected]

    Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)(Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

    ndice para Catlogo Sistemtico:1.

    ISBN 978-85-61080-02-0

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  • Sumrio

    prefcio ..................................................................... 7

    introduo ................................................................ 15

    I a decodificao do mistrio da vida .................... 31

    II ative seus genes ....................................................... 57

    III suas atitudes e o ambiente em que

    voc vive podem alterar seus genes .................... 87

    IV lies de vida aprendidas em laboratrio ......... 121

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  • PREFCIO

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  • PREFCIO

    Aos meus leitores:

    Em outubro de 2004, fui convidado, junto com outros nove cientistas e visionrios, a participar do debate Dilogos en-tre o Budismo e a Cincia, um encontro bianual promovido por Sua Santidade o Dalai Lama, em sua residncia em Dha-ramsala, ndia.

    O Dalai Lama j havia lido sobre minha pesquisa a res-peito da influncia do riso na ativao dos genes e demons-trou grande interesse pelo assunto. O ator Richard Gere, outro convidado, tambm manifestou enorme interesse por minha apresentao. Este livro aborda quase todos os as-suntos discutidos naquele encontro.

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  • Prefcio10

    As pesquisas no campo das cincias naturais esto pro-gredindo de forma rpida e surpreendente, superando at mesmo as expectativas daqueles que atuam nessa rea. O genoma humano foi decodificado h poucos anos e agora j dispomos dos meios e do conhecimento necessrios para decifrar o corpo humano. Apesar de inicialmente termos acreditado que, ao decifrar o cdigo gentico, entendera-mos o mistrio da vida, torna-se cada vez mais evidente que a vida no algo to simples. Quanto mais estudamos uma nica clula sequer, mais nos damos conta de sua complexi-dade. Eu fao pesquisa na rea de cincias naturais h mais de quarenta anos, sendo que, nos ltimos vinte, dediquei-me mais pesquisa gentica. O objetivo deste livro transmitir a inspirao, a surpresa e o maravilhamento evocados em mim tanto pelo contedo quanto pelo processo dessa pes-quisa e, ao mesmo tempo, compartilhar com voc a maneira de aplicar algumas dessas percepes na sua prpria vida.

    H dois assuntos em particular que gostaria de dividir com voc. O primeiro deles a surpreendente descoberta de que os nossos genes no so imutveis, mas se alteram em resposta a diversos fatores. Quantas pessoas no mundo culpam os pais por suas inaptides como, por exemplo, a inabilidade nos es-portes? certo que a hereditariedade influencia caractersti-cas e habilidades individuais. No entanto, apesar de nossos

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  • 11c d i g o d i v i n o d a v i d a

    traos serem transmitidos geneticamente, nossos genes so equipados com um mecanismo liga-desliga. A prtica regular de exerccios, por exemplo, ativa os genes benficos, aumen-tando o tnus muscular e aprimorando a sade, alm de, si-multaneamente, desativar genes prejudiciais.

    O meio ambiente tambm pode ser responsvel pela ati-vao desse mecanismo. De acordo com minhas pesquisas e experincias pessoais, a exposio a um ambiente diferente pode estimular os genes benficos, liberando o nosso poten-cial. Ainda mais surpreendente o fato de esse mecanismo liga-desliga poder ser acionado por uma atitude mental. Pes-quisas recentes demonstram que a nossa maneira de pensar pode ativar ou desativar nossos genes. Em um recente expe-rimento, que descreverei mais adiante, encontrei uma estreita relao entre o riso e a reduo marcante dos nveis de acar no sangue em diabticos, aps as refeies. Posteriormente, identificamos os genes especficos que so ativados pelo riso, provando, pela primeira vez, que emoes positivas podem acionar o boto gentico. Aprender como ativar genes ben-ficos e desativar genes prejudiciais pode abrir infinitas possi-bilidades de expanso do potencial humano.

    O segundo assunto apresentado neste livro a viso de um cientista sobre o que torna possvel todas as maravilhas que nos cercam. O foco do trabalho da minha vida tem sido o

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  • Prefcio12

    sistema enzimtico/hormonal, bem como os genes que gover-nam a hipertenso. Mas depois de quase um sculo de exten-sas pesquisas realizadas por vrios cientistas competentes, ainda h muito desconhecimento, mesmo sobre esse assunto especfico. O mecanismo da vida um mistrio surpreen-dente. As pessoas falam de viver como se isso fosse algo simples, mas nenhum de ns conseguiria sobreviver ex-clusivamente por meio de esforos conscientes. Todas as nossas funes vitais, reguladas pelo funcionamento au-tnomo dos sistemas hormonal e nervoso, incluindo a respirao e a circulao sangunea, operam ininterrupta-mente para assegurar nossa sobrevivncia, sem qualquer esforo ou interveno de nossa parte. O controle desses sistemas vitais feito por nossos genes que, para tanto, precisam atuar em perfeita harmonia. Quando um gene ativado, outro reage interrompendo ou intensificando sua atuao, e assim o sistema inteiro afinado e regulado.

    pouco provvel que esse fantstico nvel de organi-zao ocorra por mera coincidncia. Deve haver algo maior que seja responsvel pela harmonia existente no mundo. Alguns falam de Deus, mas, como cientista, prefiro deno-min-lo Algo Maior. Apesar de essa fora ser invisvel e imperceptvel aos nossos outros sentidos, meu trabalho no campo das cincias naturais me levou a uma forte

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    conscincia de sua existncia. Decifrar o cdigo gentico humano um feito incrvel, porm, o mais surpreendente o fato de o prprio cdigo ter sido impresso em nossos genes. Sabemos que no fomos ns que o escrevemos, mas sabemos tambm que no poderia ser um processo aleatrio. O cdigo gentico, cujo contedo equivale ao volume de milhares de livros, est contido no espao minsculo de uma clula, alm de control-la de modo ainda misterioso, porm in-contestvel.

    Faz parte da natureza humana tentar desvendar o desco-nhecido e entender o incompreensvel. O que h de novo? o refro dos cientistas que demonstra que o destino da cincia desenvolver-se. Enquanto existir curiosidade, esse progresso no ter fim. Novos avanos e descobertas, espe-cialmente no campo das cincias naturais, produzem resul-tados imediatos, como o desenvolvimento de novas tecno-logias, o aperfeioamento de tcnicas de reproduo animal e a produo de novos medicamentos. Mas tais avanos tambm podem ter conseqncias desastrosas, uma vez que tanto a cincia quanto a tecnologia podem ser facilmente manipuladas para satisfazer interesses econmicos e ambi-es pessoais. Enquanto no encontrarmos uma forma de controlar esses instintos do ser humano, a cincia ser sem-pre uma faca de dois gumes.

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  • Prefcio14

    A questo principal em relao aos clones humanos no se refere tecnologia propriamente dita, mas ambio humana. At onde devemos ir? correto criarmos uma cpia fsica de ns mesmos simplesmente porque assim o desejamos? Embora a cincia e a tecnologia tenham tornado essa faanha possvel, cabe s pessoas decidir se querem ou no faz-lo. Infelizmente, sabe-mos que tais decises podem ser tomadas com base em interes-ses egostas. Mas no devemos ser arrogantes. Em vez disso, de-vemos nos lembrar que a vida, inclusive a nossa, um presente do Algo Maior e no fruto da criao ou da ambio humana.

    Precisamos desenvolver em ns o discernimento e o res-peito para sermos capazes de nos conter e evitar transgredir as leis naturais, mesmo que isso seja tecnicamente possvel. Porm, o autocontrole baseado somente na tica no sufi-ciente. Ele deve nascer do conhecimento de que no existimos somente graas s nossas prprias foras e meios, mas gra-as a inmeras outras vidas que sustentam a nossa. Se for-mos capazes de viver com gratido e valorizar essa ddiva, con-seguiremos ativar determinados genes adormecidos e abrir as portas para um novo e maravilhoso modo de vid