Correio Notícias - Edição 1008

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Correio Notícias - Edição 1008

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  • 1Tera-Feira - 24 de Junho de 2014Edio 1008

    24Tera-FeiraJunho / 2014Edio 1008

    O Museu Histrico Joaquim Vicente de Souza de Siqueira Campos, passar por uma srie de reformas a partir desta semana. De acordo com o diretor do Departamento de Cul-tura, Arnaldo Ribeiro Luska, durante o perodo de realizao de obras o museu no ficar fechado para visitao. As obras devem ser concludas no prazo de 15 dias. Pgina 4

    Museu Siqueirense passa por reformas e pode dobrar capacidade de acervo

    Alterao na Lei da Transparncia deve regularizar questo das

    publicaes oficiais das prefeiturasPara corrigir as duplicidades de interpretao relativas Lei da Transparncia para publicao de lei e atos oficiais dos municpios do estado do Paran e garantir que no haja limitao no livre a acesso a informaes pblicas o Ministrio Pblico junto com o Tribunal de Contas do Paran (TCE) orientaram que houvesse alteraes na Lei Complementar 137/2011. Pgina 5

    Marco Civil da Internet entra em vigor; veja como ele

    pode afetar sua vida

    Comeou a valer ontem (23) as novas regras para o uso da internet no Brasil. A Lei 12.965/14, conhecida como Marco Civil da Internet, uma espcie de constituio do setor, que estabelece os direitos e deveres de usurios e de provedores de internet no pas. Aps aprovao na Cmara dos Deputados e no Senado, a lei foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no dia 24 de abril, com prazo de 60 dias para entrada em vigor. Pgina 8

    Cursos tcnicos profissionalizantes atendem 95% da populao do Paran

    Dos 399 municpios, apenas 76 no tm nenhuma opo de cursos tcnicos profissionali-zantes gratuitos oferecidos pela Secretaria de Estado da Educa-o, pelo Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Mdio Tcnico e Emprego) ou pela Escola Tcnica Aberta do Brasil (e-Tec Brasil), do governo federal. Pgina 3

  • Tera-Feira - 24 de Junho de 2014Edio 1008

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    EU SOU O OUTONOCHARGE DO DIA

    Assim o outono, assim so as pessoas...Sinto a brisa leve que leva num compasso breve todas as folhas leves que j esto no cho. At tentam flutuar, porm j passou o tempo delas...Os passos marcam e a marca no sai mais. A marca que fica naqueles que olham. Elas so como a pele ressecada pelo tempo de outono, se tornam galhos secos no clima tenso. E so assim por mim, comigo, porque eu, eu sou o outono.E o outono s nasce da primavera que um dia floriu e do sol que, em sua estao, sorriu. Flores fortes que sobrevivem a mimEssas plantas no outono ficam mais firmes, mesmo que em galhos secos elas esperam contentes a chuva e a estao cer ta para f lorescer.S quem consegue se assemelhar a essas

    plantas, sabe a verdade sobre o sorr iso do palhao. E quem de verdade???Um caminho calmo, sem pressa, sem rumo. Sent indo o cl ima cinza, o escuro. E at a sol ido de hoje parece praga. Estou bom nisso. De tanta sol ido j no me sinto mais sozinho. Acho que isso egosmo! Ser minha prpr ia companhia. Levo voc em pensamento pra espantar o fr io. Embora me sinta craque, craque em sol ido. Um ser humano cada vez mais vic iado em sol ido. Outono assim.. . Eu sou o outono. As f lores que resistem a mim sero mais fortes!Cult ive sua plant inha imaginar ia! Seja ela amarela ou cinza, preta ou at azul . Tony Lima jornal ista, colaborador no jornal Correio Notc ias e Radial ista h 14 anos. Atualmente trabalha na rdio Al ternat iva de Siqueira Campos.

    OPINIO

    Siqueira CamposCornlio ProcpioCuritibaIbaitiJapiraJabotiSalto do ItararCarlpolisJoaquim TvoraGuapiramaQuatiguJacarezinhoConselheiro MairinckPinhalo

    DIreOElizabete GoiseDITOrA CHeFeElizabete GoisreDAOCamila Consulin, Isaele Machado, Tony LimaDIAGrAMAOAndr, MarcosADMINIsTrATIvOClaudenice, Isamara MachadoCOLUNIsTAGnesis Machado

    CIrCULAO

    rePreseNTAOMERCONET Representao de Veculos de Comuni-cao LTDARua Dep. Atilio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PRFone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633

    FILIADO A

    Associao dos Jornais Dirios do Interior do Paran

    jornalstica correio do norte s/c ltda - cnpj: 07.117.234/0001-62

    reDAO JOrnAlRua Piau, 1546 - Bairro Santa IsabelSiqueira Campos - Paran(43) 3571-3646

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    diagramacao@correionoticias.com.br

    TomazinaCurivaFigueiraVentaniaSapopemaSo Sebastio da AmoreiraNova Amrica da ColinaNova Santa BrbaraSanta Ceclia do PavoSanto Antnio do ParasoCongoinhasItambaracSanta MarianaLepolis

    SertanejaRancho AlegrePrimeiro de MaioFlorestpolisSo Gernimo da SerraSanto Antnio da PlatinaArapotiJaguariavaSengsSo Jos da Boa VistaWenceslau BrazSantana do ItararJundia do SulAndir

    AbatiCambarRibeiro do PinhalNova FtimaBarra do JacarSanta AmliaSertanpolisBela Vista do ParasoRibeiro Claro

    Por Tony lima

    "Estou me trans-formando, aos poucos, num ser humano cada vez mais viciado em solido.As pessoas sentem o frio se aproxi-mando, notam as folhas caindo, o vento uivando, mas no percebem que no outono as coisas se renovam. Eu sou o outono.Outono tira as folhas amarelas e secas das rvores para que as novas folhas surjam.

    ARTIGO

    Por Jos Carlos Fernandes

    Tempos atrs, ao comentar a chamada crise do jornalismo impresso, o jornalista e pesqui-sador espanhol Matias Molina ps o dedo na ferida. Disse que nem a crise tem a cara e o tamanho que se propala. Nem uma exclusivi-dade dos impressos. Mais lem-brou que tanta fuzarca fez mal, muito mal aos jornais, que paga-ram o pato de um fenmeno mun-dial que atinge todos os meios, inclusive a televiso.

    Pois . Setores do mercado passaram a se pautar pelo fim anunciado dos jornais, como se Godzilla estivesse prestes a fazer picadinho das impressoras.

    Fujam, parecem dizer os profe-tas. Ouve-se aqui e ali certezas a respeito do que nos espera, como se uma flecha viesse na mira da testa. As bravatas vm das pr-prias redaes, dos meios aca-dmicos e publicitrios, para citar trs territrios em que se gargan-teia o ltimo round para os di-rios. Uma manchete barata sada dos tabloides no faria melhor. Mas devagar, pois preciso.

    Virou lugar comum afirmar que desde Gutenberg no se via tamanha reviravolta. A internet mexeu no eixo da Terra, e no adianta brincar, dizendo que a rede pode sumir do mapa, puft!, como aconteceu com os dirig-veis. Ou com os dinossauros. A

    piada boa, mas boba. A graa est em que essa reviravolta no um pacote fechado. A coisa se mexe pra caramba. Mal pode-mos toc-la. Forma uma espcie de biodiversidade como bem descreveu o entusiasta Steven Johnson em seu (necessrio) livro Emergncia. Johnson usa de metforas como o formigueiro e as caladas para explicar o que significa essa poca que deu ao leitor o status de editor.

    Se h algo de importante a fazer agora ler os sinais, com cincia e pachorra. Faa o teste: a maior parte das teses sobre o futuro ps-internet envelhe-ceu como frutas numa feira de Belm do Par. Nem o Pierre

    Levy escapa. Nem Chris Ander-son. Nem Ken Doctor. Nem Andrew Keen. No tem terico de posse das Tbuas da Lei. Nem o Wolton. A afirmao de hoje tende a virar sucata amanh. Eis a nova ordem, uma canseira.

    Calma a no se trata de um dilema ontolgico, mas de uma dorzinha contnua, prova de analgsicos. Uma boa receita caseira o otimismo, essa cate-goria to pouco amada. A ele: a crise tem ensinado muito aos jor-nais. L se vo 20 anos. Nesse tempo os impressos cresceram em qualidade. Mas, antes que algum veterano das redaes esbraveje, pensemos em outro lucro: sabemos mais hoje sobre o

    pblico do que em todo o sculo anterior.

    Sim, a crise nos ps a danar com os leitores. Se antes falva-mos para os que nos pareciam ideais, hoje temos de falar para os reais. Descobrimos que no so nossa imagem e seme-lhana os posts, esses bandi-dos, no mentem. Reclamam que sintamos a vida como ela . Que lhes apresentemos sadas quem sabe um simples servio. De apli-cados, como os supnhamos, mostraram-se ao rs-do-cho. Manifestam-se quando se acham potentes. Calam-se quando impo-tentes. Melhor no cham-los de acanhados; antes, de honestos.

    No sabemos muito bem

    como lidar com isso. Ruim? Exci-tante. Os chatos, claro, dizem que a gerao governada pelo polegar e pelo indicador vai dar um p nos impressos. Esque-cem o que professa o socilogo norte-americano Paul Starr no existe sociedade desenvolvida no mundo que no tenha um jornal impresso forte. Sem mediadores da informao, no h soluo. o que veremos.

    Jos Carlos Fernandes, jor-nalista, doutor em Estudos Literrios pela UFPR e professor do curso de Comunicao Social-Jornalismo da UFPR. Este texto integra srie especial de artigos sobre os 50 anos do curso de Jor-nalismo da UFPR.

    Um Godzilla na sala de impresso

  • 3Tera-Feira - 24 de Junho de 2014Edio 1008

    SenHOr, queM HAbiTAr nO Teu TAbernCulO? queM MOrAr nO Teu SAnTO MOnTe?

    SAlMOS 15:1---------------------------------------------------------------------------

    TriO PreSONa ltima sexta-feira (20) a Polcia Militar tirou de circulao mais um trio de traficantes em Siqueira Campos. De acordo com informaes do Capito Lemes, os elementos estavam com uma considervel quanti-dade de crack que posteriormente seriam comercializadas. Os indiv-duos foram detidos e encaminhados para a carceragem de Siqueira Campos, onde permanecem disposio da justia.

    MOTO reCuPerADA Graas ao trabalho amplo de investigao da PM, uma moto XTZ foi recuperada no ltimo sbado (21) em Siqueira Campos. Segundo os policiais a moto recuperada que est com o chassi adulterado pode ser a mesma que foi furtada recentemente. A moto foi encontrada abando-nada as margens da rodovia.

    lADrO Se Deu MAlE ento o engraadinho foi furtar na casa de um cidado de bem e se deu mal. De acordo com a Polcia Militar de Siqueira Campos, um ele-ment