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  • 41 Edio - Maro 2009

    Conselho Regional de Tcnicos em Radiologia - 5 REGIO - SP

    Revista

    CRTR-SP41 Edio - Maro 2009

    Aneurismas Intracranianospgina 6

    veja tambm

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    Terceirizao: a posio do Ministrio do TrabalhoTerceirizao: a posio do Ministrio do Trabalho

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    Aneurismas Intracranianospgina 6

  • CRTR-SP - 41 edio - Mar. 092

    O homem livre no precisa dominar outras criaturas, por tanto a liberdade um sentimento oposto ao desejo de mando. Os dominadores so aqueles que no conseguem sentir-se valorizados como pessoa, a no ser quando esto dominando os outros. Quem livre realmente no pretende ser mestre de ningum. Descobriu que no to pequeno quanto pensou, nem to admirvel quanto gostaria de ser. Simplesmente resgatou a idia de que a principal autoridade em seu mundo ntimo, e no no mundo dos outros. O ser liberto faz sua caminhada evolucional sabendo que a prpria existncia depende exclusivamente de sua autocom-preenso. Na cidade da vida, quando pensamos estar subindo a rua da felicidade, s vezes podemos estar descendo a ladeira da decepo. H diversas formas de se atingir uma liderana: a do lder nato e a do lder calculista ou produzido. O lder nato original, ou seja, ele mesmo; no copia nin-gum. No se limita a seguir caminhos j percorridos; tem a capacidade de elaborar concepes novas e encontrar solu-es inditas para antigos problemas.Os lderes calculistas ou produzidos, muitas vezes so ho-mens dominados pela paixo do comando e da autoridade. Valem-se da fora e do discernimento que os lderes natos lhes emprestam. Depositam sua segurana neles, e no em si mesmos. Vivem sombra das opinies. Comumente, encontra pessoas imaturas que o acompa-nham. manipulador, mexe "os cordes de suas marione-tes", usando-as em benefcio pessoal e fazendo-as viver como robs -sem vontade prpria. Seus adeptos acreditam ser ide-alistas e auto-determinados, no se dando conta de que, por detrs das cortinas, existe algum guiando o espetculo.Os lderes produzidos, que se utilizam do poder de persuaso por meio de uma voz meiga e amistosa, so paternalistas. Querem arrumar e resolver problemas que no so de sua competncia, demonstrando empenho oportunista em rela-o ao bem-estar das pessoas. Instigam seus simpatizantes contra o inimigo imaginrio, pensando, assim, obter unio da equipe que dirigem. Quando manipulamos o outro, atramos para ns sua vida. Ele passar a fazer parte de nosso destino, com todos os seus

    problemas e necessidades. Dessa forma, so criados muitos elos entre pessoas que no tm afi nidade, resultando em si-tuaes complicadas e convivncias desastrosas. As rivalidades comeam, em muitas circunstncias, quando admiramos algum e no conseguimos ser como ele. A dis-crdia inicia-se no por causa da antipatia, mas porque essa pessoa um espelho onde vemos o que gostaramos de ser e no somos. Tenha como ponto pacfi co condio humana e encontre o lado positivo em todas as ocorrncias e situaes que a vida lhe apresentar. As maiores oportunidades de aprendizagem surgem em nossa vida disfaradas em desafi os e difi culda-des. No se atenha de forma exclusiva crtica, lembre-se de que dias sombrios surgem ocasionalmente, mas no fi nal podemos retirar as vantagens do entendimento. Sabemos que o ser humano est em constante processo de aprendizagem, em vista disso, todos podem aprender a liderar convenientemente. A poda, o corte de uma haste fl oral, embora parea no seguir nenhuma regra, deve ser feita prximo ao tronco de onde a haste surgiu. Corte a haste das intrigas e da maledicncia de sua vida, observe as pesso-as e analise os fatos. Veja por si mesmo a fragilidade dessa situao. Examine os pontos fortes e os fracos e, dessa ma-neira, encontrar um denominador comum em sua equao existencial. Com essa conduta, voc ter subsdios bastantes para tomar uma deciso prudente e sensata. Um abrao e boa leitura.

    Jos Paixo de Novaes

    Palavra do Presidente

    ExpedienteDiretoria Executiva:

    PresidenteJos Paixo de Novaes

    Diretora SecretriaVnia Regina da Silva Lopes

    Diretor TesoureiroGabriel Gonalo Copque Daltro

    Conselheiros EfetivosAntnio FacinCssio Valendorf Xavier MonteiroJerre Carlos de Oliveira (Licenciado)Joo Lucas de Frana FilhoRubens Sant ana

    Conselheiros SuplentesArnaldo Honorato de AmorimJlio Csar dos SantosLzaro Domingos SobrinhoLcio Jos FeitosaMarcelino Silvestre dos SantosMary Bernardes de OliveiraNlio Tadeu AlvesTereza TravaginVilmar Lopo da Silva

    Delegado Regional de CampinasLzaro Domingos Sobrinho

    Delegado Regional de Ribeiro PretoMarcelino Silvestre dos Santos

    Delegado Regional de BauruRubens Jos Grandi

    Delegado Regional de TaubatFrancisco Paulo Galcez

    Delegado Regional de SantosRubens Sant ana

    Jornalista ResponsvelAdriana TeodoroMTB: 31237 - SPe-mail: imprensa@crtrsp.org.br

    PublicidadeMarcelo Alvese-mail: diretoria@crtrsp.org.brTel.: (11) 2189-5412

    Fotografi asAdriana Teodoro

    ImpressoTel.: (11) 3277-5357

    Projeto Grfi co e DiagramaoMoai Comunicaowww.moaicom.com.br

    CRTR-5 Regio - SPConselho Regional de Tcnicos em Radiologia de So Paulo

    R. Herculano, 169 - Sumar - So Paulo - SP CEP: 01257-030 Tel.: (11) 2189-5400 www.crtrsp.org.br - crtrsp@terra.com.brDisque-Denncia: 0800-7027875

    Revista CRTR-5 Regio - SP, dos profi ssionais das tcnicas radiolgicas. uma publicao do Conselho Regional dos Tcnicos em Radiologia de So Paulo, distribuda gratuitamente aos profi ssionais com registro no Conselho. O CRTR-5 Regio - SP, no se responsabiliza por opinies emitidas pelos entrevistados e por artigos assinados.Revista CRTR-5 Regio - SP, - 41 edio - Maro 2009 - Tiragem: 23.500 exemplares - 200 cds em udio

    Veja nesta edio:Ouvidoria / Cartas: .................................................................................................................................................. 3Info. Gerais: .................................................................................................................................................................. 4Cientfi co: Aneurismas Intracranianos ............................................................................................................................ 6Capa: Terceirizao: a posio do Ministrio do Trabalho ................................................................................................... 8Sindical: .........................................................................................................................................................................12Eventos: .........................................................................................................................................................................15

    editorial

  • acesse: www.crtrsp.org.br 3

    Caro (a) Leitor (a)

    Vamos relembrar nessa edio que a profi sso de Tcnico em Radiologia foi disciplinada pela Lei Federal n 7.394, de 29/10/1985 e regulamentada pelo Decreto 92.790, de 17 de junho de 1986 e, a partir dali o (a) interessado (a) para exercer a referida profi sso deveria atender os requisitos previstos no art. 2: I ser portador de certifi cado de concluso de 1 e 2 graus, ou equivalente, e possuir formao profi ssional por interm-dio de Escola Tcnica de Radiologia, com o mnimo de 3 (trs) anos de durao. Com o advento da Lei n 10.508/02, o Inciso I (acima) foi modifi cado e passou a ter a seguinte redao:I ser portador de concluso do ensino mdio e possuir formao profi ssional mnima de nvel Tcnico em Radio-logia;Tal formao mnima corresponde a 1.200 horas tericas + estgio curricular (na rea da sade o mnimo tem sido de 240 horas e o recomendvel que seja acima disso), que garantir ao aluno a formao especfi ca na especia-lidade de Radiodiagnstico. As atribuies do Tcnico e do Tecnlogo no Setor de Diagnstico por Imagem esto discriminadas na Resoluo CONTER n 02/2005.Atualmente, o (a) aluno (a) que concluiu o curso pode solicitar o seu registro junto ao CRTR-5 Regio SP mediante a comprovao do ensino mdio (histrico e certifi cado de concluso) e histrico, certifi cado e com-provao de estgio do Curso de Tcnico em Radiologia. Uma vez deferido o seu registro o (a) profi ssional retira a Cdula de Identidade Profi ssional modelo provisrio, com validade de 12 meses, que o prazo, mximo, con-cedido para que seja apresentado o Diploma do Curso de Tcnico em Radiologia, com registro no GDAE. Resta lembrar que, atualmente, o principal motivo de indeferimento de registro ainda continua sendo a con-comitncia, ou seja, alunos que iniciaram o Curso de Tcnico em Radiologia sem antes terminar o ensino m-dio, contrariando o artigo 4 da Lei 7.394/85.

    Outro motivo que, tambm, atrapalha e/ou impede que os profi ssionais, portadores de registro provisrio, pos-sam trocar a habilitao provisria pela defi nitiva, so as escolas fechadas e/ou cassadas por irregularidades. Nesses casos, o profi ssional deve, sempre, procurar a Diretoria de Ensino da Regio e solicitar a validao dos seus documentos escolares e a emisso do seu Diploma. O ensino mdio cassado leva ao cancelamento de todo os atos decorrentes e posteriores, inclusive do Curso de Tc-nico em Radiologia.

    Importante - Em 31 de dezem-bro de 2009 termina o prazo para regularizao dos fran-queados do extinto PRAP

    O CONTER, atravs da Resoluo n 33, de 16.08.1992, instituiu o Programa de Reeducao e Avaliao Profi s-sional PRAP, com o objetivo de promover a reeducao e avaliao dos profi ssionais que j atuavam na rea, sem possuir a formao acadmica que passou a ser exigida pela Lei 7.394/85. O texto da Resoluo CONTER n 33, entre seus considerandos ressalta que a Lei ao regulamentar a profi sso, de forma rgida, no deixou nenhum amparo queles que j exerciam as atividades inerentes ao Tcnico em Radiologia. Mais adiante, a referida Resoluo deixa claro que os inscritos no PRAP no estariam dispensados de apre-sentar a formao c