Diálogo inter religioso

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Text of Diálogo inter religioso

  • 1. PLURALISMODILOGO INTERRELIGIOSO E

2.

  • Significa que:
  • Estamos passando de uma poca religiosa com seus valores e limites,
  • para outra, tambm com valores e limites.

3. Etimologia: PLURALISMO RELIGIOSO

  • Di ver si da de:
    • idias,
    • opinies,
    • crenas :FENMENO RELIGIOSO : pluralidade
    • comportamentos religiosos
      • No seio de um grupo organizado.

4.

  • Atualmente a religio no est mais presa ao estado por isso est livre, pode tomar seus rumos...
  • A busca de comunho com o sagrado se volta para o esotrico, o mistrio...
  • Religiosidade espontnea, livre da institucionalizao e regulamentao das igrejas...

5.

  • Neste contexto...
  • A emoo torna-se um fatorimportante...
  • A resposta deve ser prtica e imediata aos anseios, dvidas e insatisfaes...
  • As pessoas desejam saciar a fome de felicidade imediatamente...

6.

  • A busca de felicidade gerada pela incerteza e insegurana da sociedade atual uma sociedade carregada de violncia e competitividade, que seduz pelo consumismo...

7.

  • O desejo de consumir que no pode ser satisfeito na medida de sua seduo gera insatisfao...
  • No campo religioso produzir tambm uma procura consumista e uma religio utilitria.

8.

  • A experincia religiosa passa a ser busca da satisfao das necessidades pessoais e no a busca de Deus ou do Transcendente, da Verdade ou Absoluto

9.

  • Algo que aparece nas sociedades pluralistas:
  • A busca de identidade pessoal
  • Nas sociedades tradicionais a identidade pessoal assegurada pela cultura ou pela sociedade.

10.

  • No mundo moderno a pessoa no s pode como deve escolher sua identidade.
  • A adeso a uma religio ser uma opo e no mais uma tradio.

11.

  • UMA VISO HOLSTICA

12. PLURALISMO x TOLERNCIA

  • ATolerncia :chavepara as relaes entre judeus e cristos e entre as religies.

13.

  • O pluralismo
    • Distante : degrada a tolerncia.
    • Ausente : pensamento superficial.
  • A vida nacional e cultural: marcada por espiritualidades mltiplas .
  • (J. Coert Rylaarsdam) www.sidic.org

14. A ESCUTA DO OUTRO

  • desarmada .
  • aprendizadodifcil
    • Outro : mistrio irredutvela ns mesmos.
  • AutnticaExperincia humana do encontro = aprendemos a ver ,escutareacolhero outrocomo ele .

15. SABER OUVIR :

  • D eixar ointerlocutorfalar;
  • retrocedere abrir a mente;
  • darespaopara seexpressar ;

16.

  • permitirque as pessoasfalemde formadiretae sem precisaromitirnada =confiana ;
  • aceitar , inicialmente, o que lhe foi falado erefletir ;depois responder ;
  • ouvir averdadee no o que queremos ouvir.
  • (Sydney Proetti).

17. O DILOGO

  • autntico pressuposto:
    • a experincia humana doencontro naprxisda vida.
    • Apedagogiado encontro:
      • aprender adescobrira alteridade assumindo-a e integrando-a de modo a ajudar-nos naconstruoda nossa prpria identidade.
    • Pe. Palcio

18. A EXPERINCIA HUMANADOENCONTROCOM A ALTERIDADE

  • altera ,modifica ,afeta ,desinstala
    • a reconhecer o outro como igual.
  • nesse nvel pessoal ooutro o di fe ren te.

19.

    • integrar o outro:nico/diferenase somos capazes de:
    • escutaro outro
    • para sermos capazes deentend-loecompreend-lo por dentro
    • a partir dele mesmo.

20. A EXPERINCIA HUMANADOENCONTROCOM A ALTERIDADE 21. O nome Hindusmo foi dado no sculo XIX ao conjunto de religies existentes na ndia.Hindusmo 22.

  • A palavra provm do persa hindu, em snscrito, shindhu, significa rio, e refere-se s pessoas que viviam no vale do Indo.
  • Tambm significa Indiano. Segundo a viso que tem de si, o hindusmo no possui origem: o caminho eterno que segue as regras e exigncias bsicas da ordem csmicas medida que passa por ciclos infinitos.

23.

  • A casta social onde o indivduo nasce , portanto, indicao de seu status espiritual.
  • Almeja-se a libertao do ciclo de reencarnaes em vrias formas, animais e humanas. Sua posio determinada pelo Karma.
  • O ascetismo e a disciplina da ioga so praticados com o intuito de atingir essa libertao.

24. A F BAH' uma religio mundial, independente, com suas prprias leis e escrituras sagradas, surgida na antiga Prsia, atual Ir em 1844.A F BAH' Husayn Ali (1817-1892) e no possui dogmas, rituais, clero ou sacerdcio. 25.

  • A Comunidade Bah com aproximadamente 7 milhes de adeptos, a segunda religio mais difundida no mundo, superada apenas pelo Cristianismo, conforme afirma a Enciclopdia Britnica.
  • Os bahs residem em 178 pases do mundo, em praticamente todos os territrios e ilhas do globo.

26.

  • No Brasila comunidade Bahi se estabeleceu desde fevereiro de 1921, com a vinda da Sra. Leonora Holsapple Armstrong.A Sra. Armstrong faleceu na Bahia, em 1980

27.

  • O que ensina a F Bah'? A Unidade da Humanidade:"... hoje todos os horizontes do mundo esto iluminados com a luz da unidade... fomos criados para levar avante uma civilizao em constante evoluo..." A livre e independente busca da verdade: "A luz boa, no importa em que lmpada brilhe... uma flor bela, no importa em que jardim floresa..." A eliminao de todas as formas de preconceitos e discriminao: "...somos as folhas e os ramos de uma mesma rvore... as gotas de um nico mar..."

28. A igualdade de direitos e oportunidades para o homem e a mulher:"A humanidade assemelha-se a um pssaro, uma asa o homem e a outra, a mulher. O pssaro no pode alar vo sem o equilbrio dessas duas asas..." A harmonia essencial entre a religio, a razo e a cincia:"A verdade uma s e indivisvel... o progresso da humanidade depende desses fatores..." 29.

  • Educao compulsria universal "O homem uma mina rica em jias de inestimvel valor, a educao, to somente, poder faz-la revelar seus tesouros..." A revelao divina progressiva: "Deus um, a religio uma, a humanidade uma... o objetivo da criao humana conhecer e adorar a Deus... Todas as religies
  • provm de um mesmo Deus

30. Candombl

  • O candombl uma religio africana trazida para o Brasil no perodo em que os negros desembarcaram para serem escravos.

31.

  • Nesse perodo, a IgrejaCatlicaproibia o ritual africano e ainda tinha o apoio do governo que julgava o ato como criminoso,

32.

  • ...por isso os escravos cultuavam seus Orixs, Inquices e Vodus dando-lhe nome de santos catlicos.

33.

  • Os rituais do candombl so realizados em templos chamados casas, roas ou terreiros que podem ser de linhagem matriarcal...
  • quando somente asmulherespodem assumir a liderana, patriarcal quando somente homens podem assumir a liderana ou mista quando homens e mulheres podem assumir a liderana do terreiro.

34.

  • A celebrao do ritual feita pelo pai-de-santo ou me-de-santo, que inicia o despacho do Exu.

35.

  • Em ritmo de dana o tambor tocado e os filhos-de-santo comeam a invocar seus orixs para que os incorporem. O ritual tem no mnimo duas horas de durao.

36. SANTO DAIME

  • O Culto Ecltico da Fluente Luz Universal um trabalho espiritual, que tem como objetivo alcanar o auto-conhecimento e a experincia de Deus ou doEu Superior Interno .

37.

  • Para tanto, se utiliza, dentro de um contexto ritual tido como sagrado, dabebida entegena sacramentalconhecida comoahyauscae que foi rebatizada pelo Mestre IrineucomoSanto Daime .

38.

  • O uso de uma substncia entegena como sacramento parece ter feito parte das principais tradies religiosas da antiguidade e fornecido a base visionria de muitas das principais grandes religies hoje existentes no mundo.

39. ESCUTAR OS SINAIS DOS TEMPOS: contexto

  • PARTICULAR :
  • micro, local.
  • UNIVERSAL :macro, global.

40. BRASIL /MUNDO

  • Globalizado :
  • internet/ pensamento nico
  • AtesmoXdiversidade :
  • fenmeno religioso
  • Individualismo/narcisismo

41.

  • Avano tecnolgico
    • Clulas-tronco: recuperao de tecidos e rgos
    • Prteses inteligentes: pessoas com deficincia
    • Micro-tecnologia
    • Vigilncia tica: clonagem