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DIRIO OFICIAL DIRIO OFICIALDOS PODERESDO ESTADOwww.dio.es.gov.br Vitria (ES), Segunda-feira, 18 de Abril de 2016

PODER EXECUTIVO

Edio N24227

Governadoria do Estado

Lei

LEI COMPLEMENTAR N 824

Introduz alteraes na Lei Complementar n 609, de 08 de dezembro de 2011.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPRITO SANTOFao saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1 A Lei Complementar n 609, de 08 de dezembro de 2011, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

Art. 7 (...)

1 O SISAN-ES integrado por um conjunto de rgos e entidades do Estado, dos Municpios e pelas instituies privadas com ou sem fins lucrativos, afetas segurana alimentar e nutricional e que manifestem interesse em integrar o Sistema, respeitada a legislao vigente, e devidamente aprovadas pelo Conselho de Segurana Alimentar e Nutricional do Estado do Esprito Santo - CONSEA-ES e pela Cmara Intersecretarial de Segurana Alimentar e Nutricional - CAISAN-ES.

2 A participao no SISAN-ES ser definida a partir de critrios estabelecidos pelo CONSEA-ES e pela CAISAN-ES.

(...). (NR)

Art. 11. (...)

I - o CONSEA-ES, rgo de assessoramento ao Governo do Estado, vinculado Secretaria de Estado de Trabalho, Assistncia e Desenvolvimento Social - SETADES;

(...)

III - a Cmara Intersecretarial de Segurana Alimentar e Nutricional - CAISAN-ES;

(...)

V - os representantes de rgos e entidades de mbito estadual e regional referentes SAN, desde que manifestem interesse,

respeitem e incorporem os princpios e diretrizes de SAN;

VI - os representantes das instituies privadas, com ou sem fins lucrativos, desde que manifestem interesse, respeitem e incorporem os princpios e diretrizes de SAN.

1 Cada municpio dever criar e manter em funcionamento o seu COMSEA, atendendo aos princpios, diretrizes e demais normas previstas nesta Lei Complementar.

2 A participao referente aos incisos V e VI depender de aprovao prvia do CONSEA-ES e da CAISAN-ES.

3 O dever do poder pblico no exclui a responsabilidade das entidades da sociedade civil integrantes do SISAN-ES. (NR)

Art. 11-A. A adeso dos Municpios ao SISAN-ES dar-se- por meio de termo de adeso, devendo ser respeitados os princpios e diretrizes do Sistema, definidos nesta Lei Complementar.

1 A formalizao da adeso ao SISAN-ES ser efetuada pela Secretaria Executiva da CAISAN-ES.

2 So requisitos mnimos para a formalizao de termo de adeso:

I - a instituio de Conselho Municipal de Segurana Alimentar e Nutricional, composto por dois teros de representantes da sociedade civil e um tero de representantes governamentais;

II - a instituio de cmara ou instncia governamental de gesto intersetorial de segurana alimentar e nutricional;

III - o compromisso de elaborao do plano municipal de segurana alimentar e nutricional, no prazo de um ano a partir da sua assinatura.

Art. 11-B. Os Municpios que aderirem ao SISAN-ES devero elaborar planos municipais, com periodicidade coincidente com os respectivos planos plurianuais, e com base nas diretrizes da Poltica Estadual de Segurana Alimentar e Nutricional Sustentvel do Esprito Santo e nas proposies das conferncias.

Art. 11-C. A adeso das entidades privadas sem fins lucrativos ao SISAN-ES dar-se- por meio de

termo de participao, observados os princpios e diretrizes do Sistema.

1 Para aderir ao SISAN-ES, as entidades previstas no caput devero:

I - assumir o compromisso de respeitar e promover o direito humano alimentao adequada;

II - contemplar em seu estatuto objetivos que favoream a garantia da segurana alimentar e nutricional;

III - estar legalmente constituda h mais de trs anos;

IV - submeter-se ao processo de monitoramento do CONSEA-ES e de seus congneres na esfera estadual;

V - atender a outras exigncias e critrios estabelecidos pela CAISAN-ES.

2 As entidades sem fins lucrativos que aderirem ao SISAN-ES podero atuar na implementao do Plano Estadual de Segurana Alimentar e Nutricional, conforme definido no termo de participao.

Art. 12. (...)

I - convocar, em articulao com o CONSEA Nacional e a SETADES, a Conferncia Estadual de SAN, com periodicidade no superior a 4 (quatro) anos, bem como definir seus critrios e parmetros de composio, organizao e funcionamento, por meio de regulamento prprio;

(...)

V- avaliar, continuamente, a implementao da Poltica e do Plano de SAN, em regime de colaborao com os demais integrantes do SISAN, encaminhando Relatrio de Avaliao Conferncia Estadual de SAN, para subsdio dos trabalhos, e ao Governo, para as providncias cabveis;

(...)

IX - definir, em regime de colaborao com a CAISAN -ES, os critrios e procedimentos de adeso ao SISAN-ES;

(...)

XII- zelar pela realizao do direito humano alimentao adequada e pela sua efetividade;

XIII - elaborar e aprovar o seu regimento interno;

XIV - manter articulao permanente com outros conselhos nacionais relativos s aes associadas Poltica e ao Plano Nacional de Segurana Alimentar e Nutricional. (NR)

Art. 13. (...)

(...)

2 Os representantes do segmento da sociedade civil sero escolhidos a partir de critrios de indicao estabelecidos pela Conferncia Estadual de Segurana Alimentar e Nutricional.

3 Na hiptese da no definio dos critrios previstos no 2, em carter excepcional, devero ser adotados os critrios aprovados na Conferncia Nacional de SAN.

4 O CONSEA-ES poder contar com representantes do governo, de conselhos e de associaes no mbito estadual afetas Segurana Alimentar e Nutricional, organizaes no governamentais, Defensoria Pblica, Ministrio Pblico, indicados pelos titulares das respectivas instituies, mediante convite formulado pelo presidente do CONSEA-ES.

5 Os representantes da sociedade civil, titulares e suplentes, bem como suplentes da representao governamental sero designados pelo Governador do Estado. 6 Na vacncia do mandato, os representantes da sociedade civil no CONSEA-ES sero eleitos, nos termos do 3 deste artigo, em assembleia geral, convocada pelo presidente da CAISAN-ES, por edital publicado no Dirio Oficial do Esprito Santo e em outro jornal de grande circulao. (NR)

Art. 17. O custeio de despesas com transporte, alimentao e hospedagem, quando for o caso, dos conselheiros titulares e suplentes da sociedade civil para participarem de eventos oficiais regulares ou outros, por delegao do CONSEA-ES, deve ser assegurado pela SETADES aos que residam fora dos municpios de realizao do evento, exceto para os conselheiros residentes na Regio Metropolitana, quando o evento for realizado nessa Regio. (NR)

Art. 18. (...)

Assinado digitalmente pelo DIODEPARTAMENTO DE IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DO ESPRITO SANTOData: Segunda-feira, 18 de Abril de 2016 s 0:00:00

2DIRIO OFICIAL DOS PODERES DO ESTADO EXECUTIVO

Vitria (ES), Segunda-feira, 18 de Abril de 2016. 1 As despesas relativas ao funcionamento das atividades do CONSEA-ES constaro do oramento da SETADES, a quem caber apoiar financeira, tcnica e administrativamente a atuao do Conselho.

(...). (NR)

Art. 20. (...)

(...)

V - regulamentar, aps consulta ao CONSEA-ES, os procedimentos e o contedo dos termos de adeso e dos termos de participao;

VI - regulamentar, aps consulta ao CONSEA-ES, os mecanismos de adeso da iniciativa privada com fins lucrativos ao SISAN-ES.

(...). (NR)

Art. 2 Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicao.

Palcio Anchieta, em Vitria, 15 de abril de 2016.

PAULO CESAR HARTUNG GOMES

Governador do EstadoProtocolo 229490

Decretos

RESUMO DOS ATOS ASSINADOS PELO SENHOR GOVERNADOR DO ESTADO.

DECRETO N 546-S, DE 15.04.2016

Exonerar, a pedido, RODRIGO MARQUES DE ABREU JDICE do cargo de Secretrio de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hdricos.

Protocolo 229478

DECRETO N 547-S, DE 15.04.2016

Designar CAROLINE WEBER SANTOS para responder, interinamente, pelo cargo de Secretrio de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hdricos.

Protocolo 229528

DECRETO N 548-S, DE 15.04.2016.

Designar ANDRA FIGUEIREDO NASCIMENTO para responder pelo cargo de Diretor Presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, no perodo de 18 a 24 de abril de 2016.

Protocolo 229536

DECRETO N 549-S, DE 15 DE ABRIL DE 2016.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPRITO SANTO, no uso das atribuies que lhe confere o art. 91, inciso III, da Constituio Estadual e tendo em vista o que consta no processo n. 65047540,

RESOLVE

Art. 1 Proceder a incluso e excluso de profissionais do magistrio em Decretos que concederam promoes e mudanas de nveis, na forma do anexo nico que acompanha este Decreto.

Art. 2 Este Decreto entra em vigor na data de sua publicao, retroagindo seus efeitos as datas constantes no Anexo nico.

Palcio Anchieta, em Vitria, aos 15 dias de abril de 2016, 195 da Independncia, 128 da Repblica e 482 do Incio da Colonizao do Solo Esprito-santense.

PAULO CESAR HARTUNG GOMESGovernador do Estado

DAYSE MARIA OSLEGHER LEMOS

Secretria de Estado de Gesto e Recursos Humanos

HAROLDO CORRA ROCHASecretrio de Estado da Educao

INCLUSO

DECRETO N 340-P - VIGNCIA 1/11/1995 - PUBLICADO EM 20/09/1996MARCIA SIQUEIRA SOUZA PIRONI - N FUNCIONAL 226698/51Professor C IV-15

DECRETO N 290-P - VIGNCIA 1/11/1997 - PUBLICADO EM 20/06/1998MARCIA SIQUEIRA SOUZA PIRONI - N FUNCIONAL 226698/51Professor C IV-16

DECRETO N 589-P - VIGNCIA 1/11/2000 - PUBLICADO EM 04/06/2004KATIA RIBEIRO AMICHI - N FUNCIONAL 323023/51Professor A V-04

DECRETO N 1.144-S - VIG