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Estatuto dos Servidores Pblicos dePernambuco

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LEI N 6.123 DE 20 DE JULHO DE 1968.(Republicada em 13/3/1973)

O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:Fao saber que a Assemblia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

TTULO IDISPOSIES PRELIMINARES

Art. 1 A presente Lei institui o regime jurdico dos funcionrios pblicos civis do Estado. Art. 2 Para os efeitos deste Estatuto: I - funcionrio pblico a pessoa investida em cargo pblico; II - cargo pblico o conjunto de atribuies e responsabilidades cometidas a um funcionrio,

com as caractersticas de criao por lei, denominao prpria, nmero certo e pagamento peloscofres do Estado;

III - classe o conjunto de cargos iguais quanto natureza, grau de responsabilidade e

complexidade de atribuies; IV - srie de classes o conjunto de classes semelhantes, quanto natureza, grau de

complexidade e responsabilidade das atribuies, constituindo a linha natural de promoo dofuncionrio;

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V - grupo ocupacional o conjunto de sries de classes e classes nicas, de atividades

profissionais, correlatas ou afins quanto natureza dos respectivos trabalhos ou ao ramo deconhecimento aplicado em seu desempenho;

VI - servio a justaposio de grupos ocupacionais, tendo em vista a identidade, a similitude

ou a conexo das respectivas atividades profissionais; VII - especificao de classe o conjunto de atribuies, responsabilidades e demais

caractersticas pertinentes a cada classe, compreendendo ainda, alm de outros, os seguinteselementos: denominao, cdigo, exemplos tpicos de tarefas, qualificaes exigidas, forma derecrutamento e linha de promoo;

VIII - reclassificao a transformao de cargo efetivo em outro, ou a justaposio de cargo

em outra classe, ou srie de classes, tendo em vista a convenincia do servio. Art. 3 Os cargos podem ser de provimento efetivo ou de provimento em comisso. 1 Os cargos de provimento efetivo se dispem em classes, que podem se agrupar em

sries de classes, ou formar classe nica. 2 Os cargos de provimento em comisso compreendem: I - cargos de direo e de chefia das reparties pblicas; II - cargos de assessoramento, de Chefe de Gabinete e de Oficial de Gabinete; III - outros cargos, cujo provimento, em virtude da Lei, dependa de confiana pessoal. Art. 4 Cargo de natureza tcnico-cientfica aquele para cujo provimento exigido

habilitao profissional em curso legalmente classificado e regulamentado como de nvel superiorde ensino.

Pargrafo nico. Considera-se habilitado o profissional portador de diploma universitrio

respectivo ou legalmente inscrito para o exerccio da profisso, no rgo competente na forma dalegislao vigente.

Art. 5 Cargo tcnico assim considerado aquele para cujo provimento exigido habilitao

profissional em curso legalmente classificado e regulamentado como de nvel mdio de ensino - 2grau.

Art. 6 Nos casos dos artigos 4 e 5 deste Estatuto, ser sempre exigida correlao entre as

atribuies do cargo e os conhecimentos especficos da habilitao profissional.

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Art. 7 Alm dos cargos de provimento efetivo e em comisso, haver funes gratificadas

que atendero a encargos de chefia, de assessoramento, de secretariado e de apoio, cometidostransitoriamente a servidores ativos. (Redao alterada pelo art. 19 da Lei n 11.216, de 20 dejunho de 1995.)

Pargrafo nico. A lei fixar o valor da retribuio das funes gratificadas dos rgos da

administrao direta, das autarquias e das fundaes pblicas; e o quantitativo das mesmas serestabelecido em decreto, observados os limites das disponibilidades oramentrias e as normas deorganizao administrativa do Estado. (Acrescido pelo art. 19 da Lei n 11.216, de 20 de junho de1995.)

Art. 8 Somente poder ocorrer desvio de funo no interesse do servio com estrita

observncia do disposto em regulamento. Pargrafo nico. O desvio de funo no acarretar aumento de estipndio do servidor nem

na sua reclassificao ou readaptao. Art. 9 vedada a prestao de Servio gratuito.

TTULO IIDO PROVIMENTO

CAPTULO I

DISPOSIES PRELIMINARES Art. 10. Os cargos pblicos sero providos por: I - nomeao; II - promoo; III - reintegrao; IV - aproveitamento V - reverso; VI - transferncia.

CAPTULO II

DA NOMEAO

Seo I

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Disposies Preliminares

Art. 11. A nomeao ser feita: I - em carter vitalcio, para o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas; II - em carter efetivo, quando se tratar de cargos de classe nica ou de srie de classes; III - em comisso, nos casos previstos no pargrafo 2 do artigo 3 deste Estatuto. Art. 12. A nomeao para cargos de provimento vitalcio obedecer ao disposto em legislao

especial. Art. 13. A nomeao para os cargos de provimento efetivo exige aprovao prvia em

concurso pblico de provas ou de provas e ttulos. 1 A nomeao obedecer a ordem de classificao dos candidatos habilitados em

concurso. 2 Em igualdade de classificao em concurso dar-se- preferncia para nomeao,

sucessivamente, ao funcionrio que j pertena ao Quadro Permanente e ao servidor contratadodo Estado sob o regime da legislao trabalhista.

3 proibida a nomeao em carter interino. 4 Mediante seleo e concurso adequados, podero ser admitidos funcionrios de

capacidade fsica reduzida, para cargos especificados em lei e regulamento. Art. 14. Os cargos em comisso sero providos por livre escolha do Governador, respeitados

os requisitos e as qualificaes estabelecidas por lei em cada caso.

Seo IIDo Concurso

Art. 15. O concurso para o provimento efetivo de cargo especificado como classe nica ou

inicial de srie de classes ser pblico, constando de provas ou de provas e ttulos. Art. 16. A realizao do concurso ser centralizada em rgo prprio, salvo as excees

estabelecidas em lei. Art. 17. O edital de concurso disciplinar os requisitos para a inscrio, processo de

realizao, o prazo de validade, os critrios de classificao, os recursos e a homologao.

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Art. 18. Independer de limite de idade a inscrio em concurso de funcionrio pblico,

inclusive o de servios autrquicos. Art. 19. A classificao dos concorrentes ser feita mediante a atribuio de pontos s provas

e aos ttulos, de acordo com os critrios estabelecidos no edital do concurso. Art. 20. Alm dos requisitos especificamente exigidos para o concurso, o candidato dever

comprovar, no ato da inscrio: I - ser brasileiro; II - estar em gozo dos direitos polticos; III - estar quite com as obrigaes militares e eleitorais; IV - ter boa conduta; V - haver completado a idade mnima fixada por lei em razo da natureza do cargo; VI - contar, no mximo, quarenta anos de idade, ressalvadas as excees legais. 1 fixada em cinqenta (50) anos a idade mxima para nomeao em concurso pblico

destinado ao ingresso no servio estadual e sua autarquias, mantidos os limites de idade fixadosem lei especfica para os cargos devidamente indicados. (Redao alterada pelo art. 1 da Lei n7.231, de 4 de novembro de 1976.)

2 Sendo exigido exame psicotcnico, s poder submeter-se s provas do concurso o

candidato que houver sido julgado apto naquele exame, para o exerccio do cargo. Art. 21. No ser aberto concurso para o preenchimento de cargo pblico, enquanto houver

em disponibilidade funcionrio de igual categoria do cargo a ser provido.

Seo IIIDa Posse

Art. 22. Posse o ato que completa a investidura em cargo pblico e rgo colegiado. Pargrafo nico. No haver posse nos casos de promoo e reintegrao. Art. 23. S poder tomar posse em cargo pblico quem satisfizer os seguintes requisitos: I - ser brasileiro;

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II - estar no gozo dos direitos polticos; III - estar quite com as obrigaes militares, IV - estar quite com as obrigaes eleitorais; V - gozar de boa sade, comprovada em inspeo mdica; VI - ter atendido s prescries de lei especial para o exerccio de determinados cargos; VII -