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EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO RELIGIOSO Aula l Ciclo ll-- Quarta Ciclo ll – Domingo Clea Alves

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  • EVOLUO DO PENSAMENTO RELIGIOSO Aula l Ciclo ll-- Quarta Ciclo ll Domingo Clea Alves
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  • OBJETIVOS -ENTENDER CONTEXTO HISTORICO -TECER PARALELOS COM A DOUTRINA ESPIRITA -DESENVOLVER SENSO DE RESPEITO PARA COM TODAS AS RELIGIES -ENTENDER A IMPORTCIA DA DIVULGAO DA DOUTRINA ESPIRITA
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  • Allan Kardec e a Moral de Jesus Se o ensino moral de Jesus fosse discutido, as seitas teriam, alis, encontrado nele a sua prpria condenao, porque a maioria delas se apegou mais parte mstica do que parte moral, que exige a reforma de cada um. Introduo ESE
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  • Necessidade de Comunicao Aperfeioando as engrenagens do crebro, o princpio inteligente sentiu a necessidade de comunicao com os semelhantes e, para isso, a linguagem surgiu entre os animais, sob o patrocnio dos Gnios Venerveis que nos presidem a existncia. Contudo, medida que se lhe acentuava a evoluo, a conscincia fragmentria investia-se na posse de mais amplos recursos.O Princpio Inteligente passa a expressar tambm suas emoes em processo continuo desenvolve a palavra
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  • Despreendimento do Corpo Aprende a desprender- se do carro denso de carne, [...], durante o sono comum, para receber, [...], junto do prprio corpo adormecido, a visita dos Benfeitores Espirituais que o instruem sobre as questes morais.
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  • Nasce o Culto O Sol propicia-lhe a concepo de um Criador, oculto no seio invisvel da Natureza [...] a noite povoa-lhe a alma de vises nebulosas e pesadelos imaginrios, dando-lhe a idia do combate incessante em que a treva e a luz se digladiam
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  • A necessidade de Interligar Abraa os filhinhos com enternecimento feroz, buscando a solidariedade possvel dos semelhantes na selva que o desafia. Mentaliza a constituio da famlia e padece na defesa do lar. Nesse concerto de foras, a morte passou a impor-lhe angustiosas perquiries e, enterrando os seus entes amados em sepulcros de pedra, o homem rude, a iniciar-se na evoluo de natureza moral, perdido na desrtica vastido do paleoltico, aprendeu a chorar [...]
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  • Religio: uma caracterstica essencialmente humana Encontram-se no passado, e se encontram at hoje, sociedades que no possuem cincia, nem artes, nem filosofia. Mas nunca existiu sociedade sem religio. Todas as religies houveram de ser em sua origem relativas ao grau de adiantamento moral e intelectual dos homens Allan Kardec - O Ceu e o Inferno Cap 1, item 12
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  • Animismo Litolatria Adorao de pedras, rochas e relevos de solo Fitolatria Adorao dos vegetais Zoolatria Adorao de animais Idolatria Adorao de Idolos (nascimento da mitologia e politeismo) Todos elementos so passveis de possurem: sentimentos, emoes, vontades ou desejos, e at mesmo inteligncia. Todos elementos so passveis de possurem: sentimentos, emoes, vontades ou desejos, e at mesmo inteligncia. Resumidamente, os cultos animistas alegam que: "Todas as coisas so Vivas", "Todas as coisas so Conscientes", ou "Todas as coisas tm nima. (alma ) Resumidamente, os cultos animistas alegam que: "Todas as coisas so Vivas", "Todas as coisas so Conscientes", ou "Todas as coisas tm nima. (alma )
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  • Tudo quanto no compreendia devia ser obra de um poder sobrenatural, e disso a acreditar em tantas potncias distintas quantos efeitos pudesse ver, no ia mais do que um passo. Mas em todos os tempos houve homens esclarecidos, que compreenderam a impossibilidade dessa multido de poderes para governar o mundo sem uma direo superior, e que se elevaram ao pensamento de um Deus LE Q-667
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  • H vrias etimologias (origem): Vem de RE-LEGERE RE- (RE-LER): considerar o que pertence ao culto divino, ler de novo, ou ento reunir; Re-elegere Por fim, segundo Santo Agostinho, religio deriva do verbo re-legere que significa reeleger, reescolher, por isso, religio lembraria o bem supremo que deve ser eleito novamente, quando dele nos encontramos distanciados Religio o sentimento Divino, cujas exteriorizaes so sempre o Amor, nas expresses mais sublimes. Enquanto a Cincia e a Filosofia operam o trabalho da experimentao e do raciocnio, a Religio edifica e ilumina os sentimentos O Consolador Q- 260
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  • Elementos Constitutivos da Religio: DOUTRINA (crena, dogma): toda religio tem sua doutrina, que fala sobre a origem de tudo: sentido da vida, da dor, da matria, do alm. RITOS (cerimnias): o homem no vive sem smbolos, sem ritos, sem estruturas visveis. Os ritos unem os homens de uma determinada comunidade religiosa. TICA(leis): cada religio traz consigo as conseqncias de sua doutrina, ensinando o que certo e o que errado, dentro de sua cosmoviso. Os preceitos mais importantes so: lei da natureza, lei do amor e lei do bom senso. COMUNIDADE OU ADEPTOS: toda religio tende a formar uma comunidade, tende a manifestar a sua f junto de outros. No de trata de um sentimento individualista. RELAO EU-TU a relao da pessoa com um diferente, um Tu mais elevado, superior. Toda religio antes de possuir ritos e doutrinas uma relao pessoal com Deus.
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  • Tipos de Religies PRIMITIVAS: Animismo, Politesmo, Xamanismo, Totemismo SAPIENCIAIS: Hindusmo, Budismo... PROFTICAS: Judasmo, Cristianismo, Islamismo ESPIRITUALISTAS: Espiritismo, Cultos Afro Brasileiros e Umbanda
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  • PRIMITIVAS Politesmo Xamanismo Do grego polus= vrios + thos= Deus) Religio que admite vrios deuses. Do grego polus= vrios + thos= Deus) Religio que admite vrios deuses. Consiste na crena em mais do que uma divindade de gnero masculino, feminino ou indefinido, sendo que cada uma considerada uma entidade individual e independente. Consiste na crena em mais do que uma divindade de gnero masculino, feminino ou indefinido, sendo que cada uma considerada uma entidade individual e independente. Exemplos: Exemplos: Religio Grega, Religio Grega, Egpcia, Asteca, Maia, Egpcia, Asteca, Maia, Hindusmo etc. Hindusmo etc. uma experincia mstica prpria de religies primitivas, centrada na pessoa do xam, que se acredita capaz de curar e de se comunicar com os espritos. O xam exerce as funes de curandeiro, sacerdote e condutor de almas. Os povos que admitem o xamanismo acreditam que a doena provocada pela perda da alma. Assim, o xam deve de incio descobrir onde se encontra a alma perdida ou seqestrada por algum esprito do mal
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  • PRIMITIVAS Totemismo Nesta religio essencialmente primitiva, os adeptos se julgam associados a seres animais e vegetais ou mesmo a fenmenos e elementos naturais como o sol, a gua, o trovo, o raio, etc. Todos se crem ligados entre si, na pessoa de um antepassado herico, que tanto pode ser um homem, como um animal, como uma planta. Esculpiam seus smbolos em pedras, umas empilhadas em cima das outras, com imagens de animais sobre seus brases Pantesmo Etimologicamente falando, o termo pantesmo deriva das palavras gregas pan ("tudo") e tesmo ("crena em deus"), sustentando a idia da crena em um Deus que est em tudo, ou a de muitos deuses representados pelos mltiplos elementos divinizados da natureza e do universo.
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  • Religies Sapiencais Hindusmo Budismo Religies sapienciais, so aquelas que se baseiam na sabedoria humana e na experincia da vida. Em geral, mostram ao homem um caminho a seguir, acentuando a meditao e a sabedoria. s vezes, nessas religies, difcil discernir o que religio e o que filosofia ou sabedoria. Acentuam a compaixo, a contemplao, o autoconhecimento, possuindo, de modo genrico, um elevado ideal tico. Hindusmo uma das religies mais antigas do mundo. Eles acreditam que ns temos muitas vidas diferentes, e que ns aprendemos lies espirituais atravs da nossa experincia na terra. Acreditam em karma, que um sistema que cada ao feita aqui na terra ser refletida de alguma forma no nosso futuro. A pessoa comete um ato bom ou ruim, no parece ter resultado imediatamente no presente, mas no futuro seus atos iro refletir em coisas boas ou ruins.
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  • Hindusmo O Hindusmo a principal religio da ndia, professada por mais de 80% dos indianos. uma mistura de vrios tipos de crenas com diversos estilos de vida, originrias das vrias tradies tnicas que habitam esse pas. conhecida h mais de 8.000/3.000 anos a.C., e no possui fundador. Seus livros sagrados so os Vedas e os Upanishads. Apesar do hindusmo ser conhecido como uma religio politesta, com cerca de 330 milhes de deuses, tambm tem um "deus" que supremo: Brahma. Acredita-se que Brahma uma entidade que habita em toda rea de realidade e existncia, por todo o universo. Acredita-se que Brahma um deus impessoal e que no pode ser conhecido e que ele existe em trs formas separadas: BrahmaCriador; VishnuPreservador Shiva Destruidor. Essas "faces" do Brahma so tambm conhecidas atravs de muitas encarnaes de cada uma.
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  • Criao das Castas Antigamente, o sistema de castas era seguido como lei, mas depois que Mahatma Gandhi contestou-o, em nome dos direitos humanos, a mobilidade social comeou a dar alguns frgeis passos no pas.
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  • Fundamentos Bsicos do Hindusmo 1- cada pessoa possui um esprito (atman), que uma fora perene e indestrutvel. Sua trajetria depende das aes de cada um, de acordo com a Lei do Carma, onde a toda ao corresponde uma reao; 2- at atingir a libertao final (moksha), o indivduo passa continuamente por mortes e renascimentos, cujo ciclo chamado de Roda de Samsara, da qual s sai aps atingir a Iluminao; 3- os rituais compem-se de dois elementos principais: Darshan, que a meditao/ contemplao da div