Fortaleza Liquida 2011

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Saiba tudo sobre o show de prêmios e ofertas que vai agitar Fortaleza

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  • Saiba tudo sobre o show de prmios e ofertas que vai agitar Fortaleza

    Pginas 06 e 07

    ANO VI NMERO 59 FEVEREIRO 2011

    MATRIA ESPECIALCenrios do Varejo 2011 replica as ltimas novidades da Retails Big Show

    Pginas 12 e 13

    CASE DE SUCESSOBoteco, o mais tradicional Happy Hour da cidade

    Pgina 11

    FACULDADE CDLColao de Grau da 1 Turma de Gesto Comercial

    Pgina 14

  • Ocrescimento do 14,2% do co-mrcio cearense, nos ltimos doze meses, a boa notcia des-te incio de ano. Esse ambiente de cresci-mento dever ser reforado pelo ritmo de expanso do crdito interno, que dever atingir cerca de 50% do PIB, em 2011, conforme expectativa do Banco Central. Embalado ainda por menores ndices de inadimplncia e desemprego, , portan-to, animador o cenrio para 2011.

    Em janeiro ltimo, uma comitiva de empresrios do Cear, liderada pela CDL de Fortaleza, esteve presente na 100. Conveno Mundial do Varejo, em Nova Iorque, para conhecer as lti-mas tendncias e modelos de negcios para o comrcio varejista. Essas e outras novidades constam na programao do Cenrios do Varejo, evento que acon-tecer nos dias 17 e 18 deste ms, na CDL de Fortaleza, para o qual estamos convidando os nossos associados.

    A matria de capa desta edio traz ateno dos leitores a campanha Fortaleza Liquida, uma megapromo-o que vai agitar o comrcio da nossa cidade, consolidando o ms de maro como a segunda melhor data do varejo cearense. Conto com a adeso de to-dos os lojistas no propsito de gerar grandes resultados para o comrcio e para a economia do nosso Cear.

    Enquanto entidade cidad, a CDL de Fortaleza, atendendo a um chama-mento dos governos do Estado e do Municpio, se engajou numa forte cam-panha contra a dengue, para um esforo de mobilizao junto aos nossos asso-ciados. Vejam nesta edio alguns cui-dados para prevenir essa doena sria que mata muitas pessoas todos os anos. Dengue: se voc agir, podemos evitar

    Fortaleza, 03 de Fevereiro de 2011.

    Freitas Cordeiro

    PALAVRA DAPRESIDNCIA

    ANLISE DOMACROAMBIENTE

    CONSCINCIA CIDADMantenha o carro regulado para evitar maior gasto de combust-vel e poluir menos.

    EXPEDIENTEO informativo Conjuntura do Comrcio uma publicao da CDL de Fortaleza.Presidente: Francisco Freitas Cordeiro1 vice-presidente: Pio Rodrigues Neto2 vice-presidente: Francisco Deusmar de QueirsDesigner Grfico: Everton Sousa de Paula PessoaProduo textual: Jordania Tarelov RgoJornalista responsvel: Dgag AssessoriaTiragem: 10.850 exemplares

    Rua 25 de Maro, 882 CentroCEP 60060-120 Fortaleza-CEFone: (85) 3464.5506Fax: (85) 3464.5548www.cdlfor.com.br

    Sugestes e comentrios: gerencia.marketing@cdlfor.com.br

    Aevoluo da cena financeira in-ternacional continua sendo o principal protagonista do de-sempenho econmico global. O relat-rio 2011 Global Powers of Retailing da Deloitte/STORES Media, divulgado em janeiro/2010, exibe uma importante face da influncia do recesso econmico-fi-nanceiro deflagrado h 3 anos atrs sobre o ritmo de crescimento das maiores em-presas do varejo mundial.

    De junho/09 a junho/10, houve que-da significativa nas vendas em 1/3 das empresas entrevistadas, um resultado melhor que no ano anterior quando a abrangncia dos maus resultados chegou a atingir 2/3 das empresas.

    Apesar desse desempenho, as expec-tativas so de recuperao mais forte nos EUA e crescimento nos pases emergen-tes. Na Zona do Euro, as incertezas con-tinuam. O FMI, atravs do seu relatrio Perspectiva da Economia Mundial, tem reafirmado sua expectativa de crescimento global da ordem de 4,4%, uma viso mais otimista que a estimativa anterior de 3,9%.

    Segundo o relatrio, a recuperao da economia mundial enfrenta ainda trs desafios bsicos: o elevado desemprego, a questo bancria dos pases ricos e o aque-cimento das economias emergentes. Para 2012, a previso do Fundo de um cresci-mento de 4,5%, o que implica um cresci-mento superior a 9% para o binio 2011-12.

    EUA devem crescer mais forte em 2011Nos EUA, a situao parece mais

    tranquila que na Europa. Em janeiro o crescimento da demanda por financia-mento imobilirio superou a taxa de 11%, o que significa um ritmo mais acelerado de criao de empregos.

    Mencione-se que mesmo com a ele-vada taxa de desemprego, em dezembro ltimo, houve um descolamento desse indicador com o consumo varejista, o

    qual deu um salto importante e manteve sua tendncia de alta.

    Por outro lado, o FED (Banco Central Norte-americano), confirmou as taxas de juros entre 0% e 0,25% (TABELA 1).

    TABELA 1. Taxa de juros nos EUA (Prime)ANO CRDITO/PIB (%)

    JAN/2007 5,25JAN/2008 3,50JAN/2009 0,25JAN/2010 0,25JAN/2011 0,25

    Fonte: FeD

    A ideia do governo manter o ritmo de recuperao da economia, e para isso, alm de praticar taxas de juros atraentes ao consumo e ao investimento, recentemente confirmou o seu programa de compras de ativo com oramento de US$ 600 bilhes.

    Investimento estrangeiro bate recorde em 2010

    De acordo com o BACEN, o Inves-timento Direto Estrangeiro no Brasil atingiu o valor de US$ 48 bilhes, supe-rando todos os nveis anteriores. Esse vo-lume de recursos, o dobro de 2009, refle-te a percepo externa que olha o Brasil como uma das bolas da vez da economia mundial, o qual dever manter o ritmo de crescimento nos prximos anos. Esse saldo foi mais que suficiente para cobrir o dficit externo de R$ 47,5 bilhes.

    As principais causas do dficit em conta corrente foram as viagens ao exte-rior, as remessas de lucros e as importa-es. O dficit passou de 1,52% do PIB, em 2009, para 2,28%, em 2010.

    Crdito cresce mais em 2010Embalado por menores nveis de

    inadimplncia, quando em dezembro o percentual de 5,7% foi o menor desde 2001,

    2 CONJUNTURA DO COMRCIO FEVEREIRO 2011

  • ANLISE DOSETOR DO COMRCIO

    o crdito cresceu 20,5%, segundo o BACEN, superando o patamar de R$ 1,7 trilho.

    Este valor representa 46,6% do PIB, um crescimento de 6 pontos percentuais sobre 2008, quando o volume de crdito representava pouco mais de 40% do PIB. A expectativa do BACEN para este ano que esse nmero possa atingir 50% do PIB. Ainda assim, este resultado bem menor que em pases como Chile (82% do PIB) e Argentina (78% do PIB). Toda-via preocupa o ritmo de crescimento, que pode estar gerando presses inflacion-rias, e deve jogar a taxa SELIC para cima.

    Conferncia Anual da National Retail Federation NRF

    A Conveno Mundial do Varejo, realizada na segunda semana de janeiro ltimo, em New York, enfatizou a impor-tncia da retomada do crescimento eco-nmico, destacando a sustentabilidade e a mobilidade no segmento varejista.

    No tema da sustentabilidade, o meio--ambiente volta agenda de discusses, priorizando as aes dos colaboradores e rede de fornecedores para preservao ambiental.

    No tema da mobilidade, foi apre-sentada uma pesquisa indita que de-monstrou que 65% dos consumidores americanos fizeram compras atravs do celular, em 2010. Segundo apresentado, esta percentagem deve chegar a 90% em 2011. Este resultado sugere que o nmero do celular do cliente mais do que nunca deve assumir um papel estratgico.

    Segundo os autores do estudo, at 2012, 40% das vendas do varejo provavel-mente devero ser feitas atravs da inte-grao entre os canais fsico e tecnologia de mobilidade.

    Tambm de grande relevncia foi a mensagem central na Conferncia sobre o direcionamento estratgico do varejo nos prximos anos, que dever ter uma orien-tao voltada para a inovao, gerao de boas experincias no ambiente de compra para os consumidores, contedo de quali-dade e customizado a cada necessidade.

    APesquisa Mensal do Comr-cio-PMC, em novembro, confirma um crescimen-to no volume de vendas do varejo nacional da ordem de 9,9%, sobre mesmo ms de 2009. A exemplo do que ocorreu no ano passado, foi o stimo ms de crescimento seguido do varejo brasileiro em 2010, o que levou a uma taxa de crescimento acumulada nos onze meses do ano de 11,0%. Com este resultado o varejo mais uma vez se descola do ritmo da indstria e da agricultu-ra, cujo crescimento conjunto no deve superar a taxa de 7%.

    Os segmentos de maior desem-penho sobre novembro/09 foram os de Livros, Jornais, Revistas e Pape-larias (23,2%), Mveis e Eletrodo-msticos (20,5%) e Equipamentos e Materiais para Escritrio, Inform-tica e Comunicao (20,4%).

    O varejo cearense apresentou uma expanso de 17,3%, em novem-bro, em comparao com o mesmo ms de 2009, enquanto a mdia na-cional se manteve em 9,9%. Com este desempenho o Cear atinge um crescimento acumulado de 14,4% nos 11 primeiros meses de 2010, um ritmo bastante forte, de gerao de emprego e renda.

    Do ponto de vista setorial, em comparao com o mesmo ms do ano passado, o melhor desempenho no Estado do Cear foi apresenta-do pelo segmento de Livros, Jor-nais, Revistas e Papelaria (60,2%),

    O varejo cearense apresentou uma expanso de 17,3%, em novembro, em comparao com o mesmo ms de 2009, enquanto a mdia nacional se manteve em 9,9%.

    A Conveno Mundial do Varejo, realizada em New York, enfatizou a importncia da retomada do crescimento econmico, destacando a sustentabilidade e a mobilidade no segmento varejista.

    seguido de Mveis e Eletrodomsticos (23,6%) e Artigos farmacuticos, mdi-cos, ortopdicos, de perfumaria e cos-mticos (23%).

    Consultas ao SPC No ms de janeiro/2011, as consul-

    tas tiveram um crescimento vigoroso, da ordem de 22,5%, em relao a ja-neiro de 2010. Em 2010, o volume de consultas superou 6,9 milhes, contra 5,9 milhes, em 2009, ou seja, um cres-cimento de 17,2%.

    Os nmeros mostram que a deman-da por este servio est crescendo cada vez mais, evidenciando a credibilidade deste instrumento junto aos varejistas.

    Em janeiro de 2010, as incluses/ne-gativaes superaram as excluses em 23%. Todavia, a economia segue emba-lada por baixos ndices de inadimpln-cia e oferta de crdito abundante.