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    0 POVO TOtA OfTtW O KU lOWfAI., A Tt^JJlfrlAtiiWlM Q"t: MrOAMAVA t: DC ONDE I-OD! RaB90I 8UA8 WfVtHOlCAOfa E DEBATIA aioUuoa pROi^MAa HAaoHAia que so eu.?ODC DE TATO RESOLVOT.

    /.u.' Carlos Prfiff

    ".e{a: Aydnno do Ccrnio rfta

    UNIDADEDEMOCRACIA

    PROGRESSO

    Gfefenie Monto fk-rtjto f. Tornas, _., ... M-iiW- -r.tr*-T-nrf 11riurJ--

    Zhukov descreve a batalha de Berlim *

    SELADA A SORTE DA CAPITALGERMNICA AS MARGENS DO ODER

    bpr^?^ir * *Colhidos de surpresa os nazistas em tticanoturna sovitica - 4.000 "tanks", 22.000(anhes e cerca de 5.000 avies lanadossobre as linhas alems - 0 inimigo teve150.000 mortos e 300.000 prisioneiros

    nrtnMM. *U Metro, lt m do Brasil, comexccSo da Argentln. cuja quo*ta foi fixada em recente acordocom os Estcdos Unidos. Nos. ter*mos do acordo entre a Argentinae os Estados Unidos, a Argentl-ns rcceberS S0O.O00 toneladas d*leos combustveis, em troca doleo de ltnhao argentino e ou*tro leos comestveis.

    O aumento da quota psra oBrasil parece ter sido Inspiradopelo acordo entre os EstadosUnidos e a Ar-ntlnn, embors asautoridades afirmem que o au-mento da quota brasileira pro*porclonolmente multo maior doque as exportaSes para a Ar-gentlna.

    Um hiMo e duzentosmilhes de cruzeiros

    para a lavoura do caie

    agttW

    ii i -m - J*t**t_'-*aa-_^_r %W V 4_-_t_M *V _l*^BBBBBBBBBBB_E1_^

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    * dotado a> uma exeeler.te - t. batlvtdscV polltioa.

    Cabe. {Mis. ao noato Ptrtldo.como desf^amento d aniu^rdda elatae opwarl*. trater para **suas flletras o melhore fi:hmdesse prolrtarlado, atalmtlar atu* abnegalo. a tua experlmet, a sua rnpacidade criadora.

    F', ao tr.esmo tempo, *m B4*ePaulo, que o Partido, m*U do qncm qualquer outro rlnclo do Bra-II, deve colocar-re. audar e re*-ponavelmente. 4 frente do pro-letarUcOo, or!cntando*o rom Jut-ttza no bom combate r*-'"1 uni*dade. pela democracln e p?loprogresso rm nossa Patna.

    Ao saudar os camarada de SloPauto, no momento *m que Inau-(rurrm s sede estsdual o Parti-do. exp-lmo*lties. cm rom? doComit Nacional, convlefi deoue nn fase superior que ra nbiepara no*sa lut. ai!***. *ct rtlg-nos de nossas melhore* IradletSejpartidrias, do sacrlfWo do que-ridos e valoro-os tm'ndn* tom*bndos cr. defca do Partldr* dclasse operaria e do p^vo t deque. assim. Silo P*nlo ter* emcurto prazo, rm rrniidr pr.'doComunista, 4 altura de 'ias grsn-de tarefar.

    Rio, 10 de Junho de 194J.

    LUIZ CARLOS PRESTES

    J5m companhia do destacado dirigente do Comit Nacional Alt-aro Ventura,munista Josi Costa fa 'a ao nosso redator

    o operrio s Hdtr co-

    CONFISCADASAS FERROVIAS

    BERNA, 11 (U. P.) - O Par-lamento suo decliu tomarposse das ferrovias alems nestepais, cuja explorao ficara acargo do governo.

    ASSIM FALOU FRANCO!...

    Mensagem de Stalinao pres. Truman

    LONDRES,' 11 (AP) A ra-Ho dc Moscou anunciou que omarechal Stalin enviou a seguln-t mcnfia_e:n ao presidente Tru-man: "No dia em que se come-wra o terceiro nnlversarlo C.iconcluso do acordo sovitico-imcrlcano sobre a aplicao dos

    la_ici_l__.de. assistncia mutua Pierrii contra a agresso, queRram v. excla, e o governo dos Es-lados Unidos da Am"lca aceitarMia expresro de grnttdo do go-Verno Rovltleo e pessoalmente daminha p-rte. Na base deste aor-do os Estndos Unidos, durantetodn o curso ria guerra, fome-"eram materiais estrat.nlcos el'mentos Un^o Sovltla, porInlermedlo dn Lei de Emnrstl-mo c Arrendamento, os cnnls de-ftnpenharam um Imnortante edecisivo panei no xito fina' daPic-rrn coritra o lnlmlio corrium- a Alemanha liltlerlPtn. Ex-Pfe^o mlnim firme confl-nade mie 0P it,rn. (,n.|_tnsoi entreft u"1'*'1 Sovitica e os Estndosunidos, que se con=oll-inram du-fantp a lutn comum, tambem seae-privolverRo set'sfatrlamente futuro, para o bem estar denoiror povos e no lntcesse demn firme colboraeRo eom todos** POV03 amantes da paz".

    TS2?l?Pfr' V O V

    Prmios e auxlios paraos produtores e criaodo Banco do Caf

    O comercio do caf, produtoque continua exercendo bastanteInfluencia cm nossa balana co-merolal, vai tomar rumos dlfc-rentes, em conseqncia das dccl-fes ontem adotadas pelo gover-no, relativamente poltica eco--5mlra e financeira do pais.

    Reunindo os representantes daImprensa acreditados Junto ao8' u gabinete, o ministro da Fa-zenda, sr. Artur de Souza Costa,anunciou a assinatura dc decre-to-lel dispondo sobre o assunto ecujos principais pontos so acriao do Banco do Caf, paracoordenar as atividades da lavou-ra cafeclra, e o fornecimento deprmios c auxlios aos produto-res, na defesa dos seus direitosdebatidos e aprovados no recen-

    Os comunistas,ff _"l "1 S3

    *T-'a famlia e a religio

    TRATADOS TAMBEM OS PROBLEMAS | n" soviticaBSICOS DO RIO GRANDE DO NORTE

    Fala Jos Costa, destaca-do dirigente do P* C. B.,nesse Estado nordestino -Atitude em face das or-ganizaes polticas lo-

    0 movimento de 35

    A CAVEIRA: DECLARE QUE.

    te Convnio Cafcelro, e dos proprlos Interesses nacionais, dc vezque um desequilbrio eoonrlcoria lavoura, neste momento, po-clerla provocar a paralisao dasexportaes, e isco teria desastro-sn repercusso no somrnte en-tre os produtores e exportadores,coino tambem em todos os seto-res Interessados no caf: lnter-medterls, estradas dc ferro, estl-vadores, carroceiros, etc.

    TJM BILHO E DUZENTOSMILHES I)E CRUZEIROS

    Informou o sr. Souza Costaque reconhecendo o governo anecessidade de evitar o desequl-llbrio econmico da lavoura do

    | caf, para .prevenir .ias gravisslmas conseqncias, entre as

    (Conclue na *. pgina)

    casQ--Pa*4Mo-Getnuul_ta_d__Er.a_,isll. em plena atlvlrla.rln 1 er.nl cmtoclo o pais, est ultr.iticl asprovidncias para sim instala-o em todos os Este.:!;;.;, sendoque em muitos J tem suas se-cies cm funcionamento. Este um dos motivos por que se en-contram no Rio Inmeros dlrl-gentes comunistas dos Estadosque para aqui vieram conferen-ciar com o Comit Nacional,

    A TRIBUNA POPULAR tementrevistado vrios desses lide-res comunistas e prosseguir nasua tthefa, ouvindo todos os res-ponsavels pelo grande partidonacional, a fim de Informar osseus leitores sobre como pnn-sam e agem legalmente os no-munlstas no atual prneceso dedemocratizao do pais.

    Acompanhado de um dos dlrl-gentes de ninlor respnnsablllcla-de da direo nacional do P.C. B., o estivador lvaro Ven-

    tura, esteve em nossa redaoo lldcr comunista do Rio Gran-dc do Norte, Jos Costa, elemen-to de grande prestigio em Na-tal. c de atuao destacada cmtoclo o Estado. Membro do P.C. B. desde 1933 faz parte lio-jo do Comit Estadual, ao ladode outros conhecidos militantesda poca Ilegal, como Miguel Mo-relra, figura acatada e popularno Nordeste, onde chefiou em1930 um grupo de guerrilheiros,Joo Anastcio, barquelro o 11-der_ sindical, Jos Guedes Morei-

    Tn, safinteiTT-.-tf-outro- a.tlvqs lu-tadores antl-fasclstas.

    O MOVIMENTO REVOLU-CIONARIO DE 35

    CRESCEU 0 P. C. DA

    LONDRES, 11 (UP) O ra-dlo de Moscou anuncia que o n-mero de membros do Partido Co-munista e dc candidatos a mem-bro aumentou de trs mllhc- equatrocentos mil, em 1940, para5.700.000, em 1945. Sessenta ~coito por cento daqueles que fo-ram agraciados com o titulo de"Heris da Unio Sovitica" somembros do Partido Comunista.Cerca de trinta por cento dosmembros do Errclto, Marinha eAviao da U:*'o Sovitica per-tencem ao Partido.

    Campo deconcentrao

    polons em(erras da EscoeisPrisioneiros cajo nicocrime era o desejo de re-gressar a Ptria

    LONDRES. 11 (Por Ed. Ir.Campbell, da A. P.) Jan Ja-godzinBk.1, chefe da agncia no-tlclosa "Polpress" do governopolons de Varsovla c que forapreso e depois solto,'na sema-na passada, sob a acusao ddesertor do Exrcito Polons,declarou que foi mantido preso,no "campo de concentrao"mantido pelos poloneses na Es-coeia.

    Afirmou mais Jagodslnslcl. nu-ma entrevista com a lrapreru,que nesse campo existe

    "o mallsevero regime" e que ali "encon-

    trei diversos soldados poloneietcujo nico crime era seu desejode regressar a Polnia".

    Disse mais que "minha llbcrtao no resolve o problemapois ainda existem diversos mlIhnrcs de poloneses nas prlsie campoa do governo emlgrad

    (Conclue na 2. pgina)

    Jos Costa Iniciou assim assuas declaraes:

    Em primeiro lugar querofazer referncia 4 nossa parti-doao no movimento rcvoluclo-nrlo de 1935, em Natal, cujnsfinalidades foram vllmente de-topadas pelos fascistas. Em nns-so Estado, elementos antl-demo-crticos tentaram nos Indisporcom o povo, desvirtuando o ob-Jctlvo daquela Insurreio, e che-gando at a nos apresentar co-mo verdadeiros bandidos*, Souforado a referir-me queles"eonteclmentos, porque sei queainda hoje os nossos Inimigos''o-iuraro levantar essas qus-toes, procurando separar do po-

    (Conclue na 2.* pdfflno)

    Tolcc/ano atacou o chanceler Eze-qutel Padilla em Su Francisco, dizendo que ele se estava

    JVd dia destes, LombardoV qutrl Padilla cm So Fconvertendo na conferncia das naes unidas quase que numinimigo da Unio Scvitica, ao colocar-se, cada