IMPLANTAÇÃO DE COMPLEXOS R EEEE GGGG UUUU LLLL AAAA TTTT ÓÓÓÓ RRRR IIII OOOO SSSS O O O O C C C C AAAA SSSS OOOO D D D D EEEE AAAA RRRR AAAA CCCC AAAA

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  • IMPLANTAO DE COMPLEXOS R EEEE GGGG UUUU LLLL AAAA TTTT RRRR IIII OOOO SSSS O O O O C C C C AAAA SSSS OOOO D D D D EEEE AAAA RRRR AAAA CCCC AAAA JJJJ UUUU - - - - S S S S EEEE RRRR GGGG IIII PPPP EEEE
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  • CARACTERSTICAS GERAIS SERGIPE MENOR ESTADO DA FEDERAO; SERGIPE MENOR ESTADO DA FEDERAO; POPULAO 2.000.000 HABITANTES; POPULAO 2.000.000 HABITANTES; ARACAJU, CAPITAL 500.000 HABITANTES; CONGLOMERADO METROPOLITANO 900.000 HABITANTES; ARACAJU, CAPITAL 500.000 HABITANTES; CONGLOMERADO METROPOLITANO 900.000 HABITANTES; MAIOR DISTANCIA DA CAPITAL 230 KM; MAIOR DISTANCIA DA CAPITAL 230 KM;
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  • O PROCESSO DE IMPLANTAO Habilitao do Municpio na condio de Gestor Pleno de Sistema; Habilitao do Municpio na condio de Gestor Pleno de Sistema; No PDR - Plo Estadual de atendimento; No PDR - Plo Estadual de atendimento; Processo de descentralizao; Processo de descentralizao; Fortalecimento da Gesto; Fortalecimento da Gesto;
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  • GESTO PLENA RESOLUO CIB 03/2001 de 27 de maro de 2001; RESOLUO CIB 03/2001 de 27 de maro de 2001; RESOLUO N. 06/01 de 30 de abril de 2001; RESOLUO N. 06/01 de 30 de abril de 2001; RESOLUO 27/2002 de 11 de junho de 2002; RESOLUO 27/2002 de 11 de junho de 2002; ATA DA REUNIO ORDINRIA DA COMISSO INTERGESTORES BIPARTITE DE SERGIPE, REALIZADA EM 24 de outubro de 2002; ATA DA REUNIO ORDINRIA DA COMISSO INTERGESTORES BIPARTITE DE SERGIPE, REALIZADA EM 24 de outubro de 2002; RESOLUO N. 74/02 de 20 de dezembro de 2002 RESOLUO N. 74/02 de 20 de dezembro de 2002
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  • FORTALECIMENTO DA GESTO Comando nico sobre os prestadores; Comando nico sobre os prestadores; Ampliao das aes de controle sobre os prestadores; Ampliao das aes de controle sobre os prestadores; Fomulao e implantao do modelo de ateno e gesto; Fomulao e implantao do modelo de ateno e gesto; Formulao e execuo do chamamento pblico; Formulao e execuo do chamamento pblico; Problematizao sobre as ferramentas e modelo de regulao; Problematizao sobre as ferramentas e modelo de regulao;
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  • MODELO DE REGULAO Atender os pressupostos da Poltica Nacional de Informao: sistema de registros das aes vinculada ao usurio, unidade e profissionais executantes, possibilitando interface com o processamento dos sistemas de informaes e utilizao do sistema carto nacional de sade; Atender os pressupostos da Poltica Nacional de Informao: sistema de registros das aes vinculada ao usurio, unidade e profissionais executantes, possibilitando interface com o processamento dos sistemas de informaes e utilizao do sistema carto nacional de sade; Coerncia entre o modelo de ateno e o modelo de regulao; Coerncia entre o modelo de ateno e o modelo de regulao; Ampliao do controle sobre as aes efetivamente executadas pelos prestadores; Ampliao do controle sobre as aes efetivamente executadas pelos prestadores;
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  • COMPLEXO REGULATRIO O conceito de regulao da assistncia, diz respeito aos mecanismos e procedimentos que se preocupam em identificar uma necessidade, compreend-la e encontrar uma reposta compatvel com a situao. O conceito de regulao da assistncia, diz respeito aos mecanismos e procedimentos que se preocupam em identificar uma necessidade, compreend-la e encontrar uma reposta compatvel com a situao. Nesse sentido, denominamos complexo regulatrio, ao conjunto de iniciativas, que visam articular os instrumentos e tecnologias em processos, facilitando o acesso s distintas modalidades assistenciais; Nesse sentido, denominamos complexo regulatrio, ao conjunto de iniciativas, que visam articular os instrumentos e tecnologias em processos, facilitando o acesso s distintas modalidades assistenciais; Portanto, configura-se como saber tecnolgico que ir favorecer as interconexes entre as necessidades dos usurios e as intervenes nas redes assistenciais, permitindo a confor- mao de rotas que os usurios percorrem no sistema de sade, as linhas de produo do cuidado, a fim de atender suas necessidades. Portanto, configura-se como saber tecnolgico que ir favorecer as interconexes entre as necessidades dos usurios e as intervenes nas redes assistenciais, permitindo a confor- mao de rotas que os usurios percorrem no sistema de sade, as linhas de produo do cuidado, a fim de atender suas necessidades.
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  • CentralRegulao UNIDADES SOLICITANTES AMBULATORIAIS AMBULATORIAIS INTERIOR UNIDADESHOSPITALARES UNIDADES EXECUTANTES SERVIDOR DO CARTO SERVIDORES DE APLICAO
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  • Organizao produtiva INTEGRAO -Regulao do atendimento pr- hospitalar de urgncia; -Regulao dos procedimentos eletivos: MAC; - Regulao de leitos;
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  • PROGRAMAO DA CENTRAL; PROGRAMAO DA CENTRAL; REGULAO TCNICA; REGULAO TCNICA; CENTRAIS DE ATENDIMENTO E SUPORTE; CENTRAIS DE ATENDIMENTO E SUPORTE; MONITORAMENTO DO ACESSO DOS MUNICIPIOS DO INTERIOR; MONITORAMENTO DO ACESSO DOS MUNICIPIOS DO INTERIOR; CONTROLE DE LEITOS; CONTROLE DE LEITOS; GESTO DE CONTRATOS; GESTO DE CONTRATOS; ORGANIZAO PRODUTIVA
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  • >> PROTTIPO Gerao de Regras para Distribuio - Unidades 2321 CENTRO DE SAUDE SILVIA LINHARES8%2.000,00 2763 US DONA JOVEM AZEVEDO7%1.750,00 2755 GINOCHECK UP5%1.250,00 2747 CLINICA SANTA SOPHIA5%1.250,00 2739 LABORATORIO CLIN. DE SERGIPE LTDA5%1.250,00 2720 LACLIN5%1.250,00 2712 LAPEME5%1.250,00 2704 CLIMEDI5%1.250,00 2585 CLINICA E HOSPITAL SAO LUCAS5%1.250,00 Distribudo12.500,00 25.000,00 31011004 - RESSONANCIA MAGNTICA I X 100 Tipo de Distribuio Para a Central 12.500,00 Limite 6.250,00 2.667.000,00 01/11/2003 US GERALDO MAGELA 01/12/2003 MENSAL 2291 Data de Incio de Vigncia : Tipo de Competncia : Incio de Competncia : Unidade: Contrato: Limite Financeiro: Final de Vegncia: Municpio Tipo de Unidade: 001 ARACAJ 01/11/2010 R$ 2.667.000,00 SADE DA FAMLIA Alocado R$ 25.000,00 Percentual 50 % 25 % Fase 4 - Fase 4 - Distribuir contrato aos solicitantes
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