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PERNAMBUCO RecifeDomint,1 de Novembro de 1903 ANNO XXVI N. 247A88IGNATURA

uapTtal.

ires mezes .5*3222is mezes 12000

PAGAMENTO ADIANTADO

riumero do dia 100 ris

FO LH ETIJ\ 40)

______M________________________________________________________

ASSIGNATURAFORA DA CAPITAL

Seis mezes *_22m anno 27*000

PAGAMENTO ADIANTADO

Numero atrazado 200 ris

WCT'1.'_

IS PIfflSflERBIILIEZ

SLU(TP.ADUCAO D'A PROVNCIA)

TERCEIRA PARTEXVI

-Meus senhores, havia-lhes elle dito como

?*

a meninos malcreados, sejam prudentes, pre-g-aem **. prudncia as suas mulheres, e e^pe-Trem final p Ia generosidade do imperador e'os seus ministros. _

A d putao se tinha retirado ; antes de sedispersar, porm parra a alguns passos do'pMacio oara conferenciar. Pouco a pouco, o-.agslomeramento tinha augmentado ; ao cabode uma hora, a praa achra-s cheia de umap pulaa sem armas e immovel, que esperavano se sabe o que. Os rostos no tinham na-da de provocadores nem de ameaadores ; asmulheres e as creanas eram em grande nu-mero. Falava-se baixo ; fazia-se n'esta multidSo uma secreta permuta de pensamentos ede olhares, de dores e de esperanas Algu-mas mu heres se tinham ajoelhado ao p dacruz e resavam. Im frente do quartel, algunsartilheiros, de braos crusados, fumavam osseus cachimbos e olhavam.

Da repente, ouvio ee um urro ; immediata-mente foi cocno uma onda de commoo quepercorreu de pouco em pouco ioda a praa ecuja vaga chegou at junto de mim. agitavam-se lenos, olhando para o ar. Levantei obolbos. Fluctuava magestosamente um baloacirre, dos telhados, contendo esta inscnpaoem 1 .-s. De seu lado, a tropasuppoz que fusse um ataque. Ouvi um rufarde tambores; o cfficial, que commandava a la-teria, deu com vuz atroadora uma ordem queme fez estremecer.

Eu tinha a principio sido arrastado pelo vio-lento rtluxo da multioo. Nao podendo abrircaminho t uma sahida, tinha dito com osmeus botes:

- Antes morrer metralhado do que suiToca-do. Tinha conseguido desenvencilhar me, de-dembari ar me, e voltando sobre os meus pas-608, havia-me refugiado para o que tidbe eviesse por detraz do pedestal da e&tatua dePaulo I. . . _

Quan.io ouvi a ordem do commandante doposto, olhei em redor de mi a. O meio da pra-a ehtava vasio. Apenas, uma mulher cobertade farrapos tinha ficadoiejoelhada sos pes dacruz, com a cbea nas mos : ao lado d e segurava o murro, disse a rir :Vs danar a grande walsa 1 Salta, cana-lhal

E accendeu o estupim. Ha segundos que du-ram milhares de minutos. Tive tempo de re-ver em imaginao o meu quarto no Jasmnr,e Tronaku escrevendo na parede : lavi.s sal-tans 1 .'-_,.

E tive a nda tempo de dizer a mim mesmo :- D'aqui a pouco estarei em quatro pedaos.

Eis aqui uma maneira de saltar que Trontkono tinh previsto.

E lastimei que elle no estivesse alli... n-tretanto, por no tei quf feliz acaso, apenasocees . o estupim, apagou se subitamente, otiro no partira, o canho no disparara e eueitav vivo ainda.

Fuiioso, p.aguej-ndo, o artilheiro lanou-rre um ulbar de ee^uelha.

Tu possues leitius ! disse elle 1Lonas-to um feitio no ettupim ; mas vau-ob veristo.

Depois de o ter examinado, dispuaha-se aaccendel-o de novo, quando um dos i eus ca-maradas, quo me qutiia bem, giituu-me :

Continua.

PELO AVESSO..No sabemos onde fiad-.m as opiniei

d"*s proprietrios do Jornal do Recifenon emde C!ir\eam ss opuies de seusinqnilino.

Os traos qae dividem as extr&vagan-cias de casa das extravagncias de ruano servem de marcos e umas jogam pe-dras nas outras, eua curi sa desordem decuriosos disparates.

O Jornal do Recife chora por um olhoazeite e por outro olho vinsgre e assimaiexe os acepipes de sua coherencia.

rdactores e os ajudantes viremaos bolos de pagina em pagina: anoute-cem nos editoriaes e acordam nos an-nncios ou acordam nos annuncios eanontecem nos editoriaes.

Os artigos (?) sem assignatura perten-cem redaco, explicon o Jornal do Re'cife...

E os assignados com pseudonymos eos assignados cm iniciaes?

4. encantadora Semana de O. M. (O'_e i), um modelo de ettylo ebom sen-so, no do Jornal do Recife f

Os espirituosissimos versos de Til,Ponto e virgnla, Dois pontos, Accentocircnmfldxo etc. no fazem parte de suamiscellanea l

A nossa duvida no ecconira o amp ro de nma certeza...

O Jornal atravessa uma crise de inf >r-tunios : at os mortos se levantam paraerguer solemnes protestos abaixo desuas afnrmativas.

Hontem, numa estatstica de cemite-rio, garantiu que a 25 houve em SantoAmaro 13 enterros e tnais longe na necrologia sem assignatura meacio-nou 16...

Descompoz o dr. Alfiedo Varella aochegar aqui a noticia de sens ata qus aodr. Vicente *achado deax haches valenimieuxqu'une ao receber us jorn esdo Rio cvn os cruis discursos do ta-lentoso deputado rio-grandense teve aida de transe evel os na integra sem amenor explicao.

Notamos mais nma falta de critrio doJornal e o Jornal sahiu se com esta :

ai facto do sr. Varella ser um sujeito escan-daioso no innocent* o sr. Vicente Machado,mas por isso mssmo que o deputado rio-gran-dense tem semelhante pecha, o menos com-petente oara converter-se em defensor moral.

Percebeu o nosso pensamente ?No percebemos e a culpa no

nossa...Para que o Jornal nos amesa de boc-

ca: aberta com o adivinha oa eu te devorodos seus enigmas de esphinge?..

Seja.ou no criminoso o sr. Vicente Macha-do, no sr. Varella f=dlecem requisitos para ac-cusal-o. .

E a Jornal transcreveu os discursosdo dr. Varella para que os seus leitoresrepeilissem as calumuias atiradas ao go-verno e poltica do Paran...

B i lembrana 1O Jornal o rgo das cousas pelo

avesso...Deseja, como todos ns desejamos,

vida e saie ao dr. Rosa Silva e hapoucos dias, numa das quadrinhas desuas gazetilhas, disse que a hora da mor-te de s, exc. seria illuminada com a velaiifoZSoWs;..

No aomos anasgos do peito do dr.Rosa e Silva; somos, poim, incapazesde brincadeiras de to mau gosto em

prosa ou verso, com assignatura ou semassignatura, em editoriaes ou em annun-cios.

HOJE-DOMINGO Fxnosicode no- mniriaa n CHAPEL"LARIA RAPHAEL

\

1IS Ui EXPLIGAAOSem duvida por acaso, os dous espi

rituosos versejdores do Jornal do Re-cife e do Dirio de Pernambuco fizeramjuntos o registro da mudezu'A Provnciadiante dos srs. Symphronio Magalhes eJco Barretto DtvMsde fundas... in

guinaesna pequenina historia da quei-ma de b blias.

Reproduzimos aqui os ltimos periodos do segundo artigo que ns escreve-mos com endereo aos illustres paladinos de idas originalssimas, os hospedes grosseiramente alojados na estala

gem do Jornal do Recife, um dia na salade visitas e outros no fundo da casa, ao

p da cosinha dos annuncios.Eis os trechos alludidos : Menos pacientes qu9 os moinhos da Man-

ch- rebatemos os golpe- dos srs. Joo Brret-to e Symphronio de Magalhes, os cavalleirosandautes da tolerncia, modem style.

Amanh gritaro que nos achutsram e osdfius ho de ver sempre intaD i^eis as ltissi-mas pyramides d sus aiguies derrocadas.

i ara evitar o boletim quotidiano dos lourosdesses generaes. sahimos hoje da plancie de>orta em que elles esgrimiam com as prpriassombras.

abandonamos em publico os srs. Sym-phronio Magalhes e Joo Barretto aosseus caprichos e desde que ambos esta-vam a golpear as prprias sombras, n'umtorneio de fantasmas, no quizeram per-der a oceasio de mais um exerccio :voltaram imprensa e metteram S. Pedro no anachronismo de umas ceroulas

Os poetas do Dirio e do Jornal preten-diacn ver A Provncia no dize tu, direieu desse sport de abundncia estril,na phrase de Tobias.

A Provncia no deve aos srs. JooBarretto e Symphronio de Magalhes meioargumento e ns no sabemos se houveoffensa a Gonalves Maia e a BalthazarPereira nos excessos de suas apreciaesou se houve escarneo nas rasgadtlas daseda de suas palavras encomiasticas, tode perto unitam lonvores e censuras.

A nossa opinio sobre o caso conhe-cida e todo mundo ignora como pensamo Jornal do Recife e o Dirio de Pernam-buco : o Jornal que no manda aferir ometro dos seus poetastrose insere a carta enrgica do bispo de Ulinda sem asresalvas do estylo e o Dirio...

O Dirio apoia em versos, n'um abusoda confiana do sr. Albino Silva, a atti-tdde dos srs. Joo Barretto e Symphro-nio oe Magalhes e em prosa vae suppli-car a beno de d. Luiz para o novo predio, o prdio que attesta a somma deseus lucros...

A Provncia pobre: tem apenas umsystema de pesos e medidas e tem ape-nas um estalo de critrio.

m q ii

OS COLLETES DE MME. GaRNIER soos mais corunicdos e elegantes do uiuq-do ! Deixam livres a respirao e o esto-mago, dando ao corpo a linha graciosa dasilhueta Aruiazem Universal,

' rua Baro da Victoria n. 22.

A guarnio da Jangada Brazil pediunos a publicao das seguintes linhas.

Chegou hontem estao das CincoPontas a m-ideira destinada JangadaBrazil, tendo sido incontinente removi-da para o Arsenal de Marinha, onde seriniciada tera feira prxima a construo-o.

Devido ao patriotismo do exm. sr. governador do vizinho estado de Alagoas,dispensando os respetivos direitos deexportao, ao amor e dedicao a estaterra pelo r. gerente da Estrada de Ferro Sul de Pernambuco, fazendo gratuitamente a conduco da referida madeira ainda o devotamento patritico doexm. sr. capito do porto eomeaio nodia 3 do corrente os trabalhos para aconstraco da jangada nos staleirosdo Arsenal ds Marinha, onde os srs. protect res d