Ito 21 - Separata_bgbm_11!18!03

Embed Size (px)

Text of Ito 21 - Separata_bgbm_11!18!03

  • SEPARATA DO BGBM N 011

    DE 18 DE MARO DE 2010

    Pgina 260

    Belo Horizonte, 18 de maro de 2010

    Memorando n 3071/2010-BM3 Assunto: Aprova a Instruo Tcnica n 21/10 Aplicao das sanes administrativas referentes ao servio de segurana contra incndio e pnico. O CHEFE DO ESTADO MAIOR DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS, no uso das atribuies que lhe so conferidas pela Emenda Constitucional n39, de 03 de julho de 1999, c/c a Lei Complementar n 54, de 13 de dezembro de 1999, Resoluo n 78, de 25 de junho de 2002 e CONSIDERANDO: - a necessidade de adequaes no texto da ITO n 21, aprovada atravs do memorando n 3063/09 BM3; - as sugestes apresentadas pelo Servio de Segurana Contra Incndio e Pnico do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais durante o encontro da comunidade de Segurana Contra Incndio e Pnico (ECOSSCIP) ocorrido no perodo de 14 a 17 de dezembro de 2009; RESOLVE: Aprovar a Instruo Tcnica Operacional n 21 do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, verso 2010, que dispe sobre a aplicao das sanes administrativas referentes ao Servio de Segurana Contra Incndio e Pnico no Estado de Minas Gerais.

    HERMES ANTNIO PEREIRA, CORONEL BM Sub Cmt Geral e Chefe do EMBM

  • SEPARATA DO BGBM N 011

    DE 18 DE MARO DE 2010

    Pgina 261

    INSTRUO TCNICA OPERACIONAL

    N 021

    APLICAO DAS SANES ADMINISTRATIVAS REFERENTES AO SERVIO

    DE SEGURANA CONTRA INCNDIO E PNICO

    2010

  • SEPARATA DO BGBM N 011

    DE 18 DE MARO DE 2010

    Pgina 262

    NDICE

    Pg.

    1. FINALIDADE............................................................................................................ 03

    2. CONSIDERAES.................................................................................................. 03

    3. ATRIBUIES......................................................................................................... 05

    4. VISTORIAS............................................................................................................. 05

    5. PROCEDIMENTOS.................................................................................................. 06

    5.1 COMPORTAMENTO DO VISTORIADOR................................................................. 06

    5.2 PREENCHIMENTO DO RELATRIO DE VISTORIA DE FISCALIZAO RVF....... 06

    5.3 APLICAO DAS SANES ADMINISTRATIVAS.................................................. 07

    5.4 DOCUMENTOS DE AUTUAES.......................................................................... 07

    5.5 PROCEDIMENTOS NA FISCALIZAO................................................................. 09

    5.5.1 1 VISTORIA................................................................................................ 09

    5.5.2 2 VISTORIA................................................................................................ 11

    5.5.3 3 VISTORIA............................................................................................... 13

    5.5.4 4 VISTORIA................................................................................................ 13

    5.6 INTERDIO......................................................................................................... 13

    5.7 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS RELATIVOS APLICAO DE MULTAS.. 17

    5.8 REVISO OU CANCELAMENTO DE SANES ADMINISTRATIVAS...................... 18

    6. PROCEDIMENTOS ESPECFICOS........................................................................... 19

    7. PROCEDIMENTOS GERAIS.................................................................................... 19

    APNDICES

    APENDICE A: MODELOS DE RELATRIOS DE VISTORIA.......................................... 21

    APENDICE B: MODELO DE RELATRIO TCNICO..................................................... 41

    APENDICE C: PREENCHIMENTO DA DAE ELETRNICO............................................ 42

    APENDICE D: MODELO DE RELATRIO AO MINISTRIO PBLICO........................... 43

    APENDICE E: MODELO DE RELATRIO PARA CONTROLE........................................ 44

    APENDICE F: MODELO DE AUTO DE DESINTERDIO........................................ 48

  • SEPARATA DO BGBM N 011

    DE 18 DE MARO DE 2010

    Pgina 263

    INSTRUO TCNICA OPERACIONAL N 021, DE 18/03/2010

    APLICAO DAS SANES ADMINISTRATIVAS REAPLICAO DAS SANES ADMINISTRATIVAS REAPLICAO DAS SANES ADMINISTRATIVAS REAPLICAO DAS SANES ADMINISTRATIVAS REFERENTES AO SERVIO DE FERENTES AO SERVIO DE FERENTES AO SERVIO DE FERENTES AO SERVIO DE

    SEGURANA CONTRA INCNDIO E PNICOSEGURANA CONTRA INCNDIO E PNICOSEGURANA CONTRA INCNDIO E PNICOSEGURANA CONTRA INCNDIO E PNICO

    1 FINALIDADE Estabelecer os critrios e os procedimentos para aplicao das sanes administrativas, bem como

    normalizar as aes de fiscalizao do CBMMG nas edificaes e reas de risco em conformidade com as legislaes vigentes de Segurana Contra Incndio e Pnico do Estado de Minas Gerais.

    2 CONSIDERAES A ao de vistoria representada por um exame sistemtico, minucioso e independente para

    determinar se as condies de segurana das edificaes e reas de risco esto em conformidade com as disposies estabelecidas na legislao pertinente, e se atendem adequadamente aos objetivos propostos de proteo vida, meio ambiente e patrimnio.

    Tendo em vista que a filosofia do Servio de Segurana Contra Incndio e Pnico visa regularizao das edificaes e reas de risco, a vistoria de fiscalizao tem como procedncia o carter instrutivo e em ltima instncia o carter punitivo.

    Neste contexto, compete ao Bombeiro Militar exercer as funes de vistoriador com profissionalismo, imparcialidade, legalidade e transparncia, demonstrando em seus atos aes slidas, afim de emitir concluses fundamentadas, consistentes.

    O resultado da ao de vistoria dever ser sempre lavrado no Relatrio de Vistoria de Fiscalizao, para qualquer circunstncia encontrada, o que representar o registro dos seguintes atos, de acordo com a peculiaridade de cada situao:

    a) auto de infrao; b) advertncia escrita; c) notificao de multa; d) auto de interdio; e) auto de desinterdio; f) notificao de incio do procedimento de cassao.

    Diante destas premissas, o procedimento para aplicao das sanes administrativas, conforme art.

    4 da Lei 14.130/01 e art. 11 do decreto 44.746/08, deve considerar preliminarmente: a) a necessidade de racionalizao e padronizao do sistema de sanes administrativas e efeitos

    decorrentes, de pessoas fsicas ou jurdicas, por fora de lei, ao escudo dos preceitos da legislao vigente de Segurana Contra Incndio e Pnico - SCIP;

    b) os preceitos do inciso II, do art. 142, Carta Mineira, em sentido da delegao de competncia ao

    CBMMG, no que couber (atos normativos e dilaes programticas) com vistas a estabelecimento de normas de segurana incolumidade pblica;

    c) a ratificao do mandamento de normalizao em epgrafe, em consonncia Lei Complementar

    n 54 - Lei de Organizao Bsica - LOB; alm do inc. III, do art. 2, da Lei 14130/01; d) os princpios que norteiam a conduta do militar estadual, insertos no caput do art. 37, da CF/88,

    e, art. 13, da CE/89, mormente o da publicidade, combinado com os ditames do art. 3, do Decreto-lei n 4657/42 Lei de Introduo ao Cdigo Civil - LICC;

    e) a proposio tcita acerca da temtica, suplicando consolidao, no tocante notificao ou

    autuao pessoal ou coletiva e efeitos jurdicos da responsabilidade civil, administrativa e penal;

  • SEPARATA DO BGBM N 011

    DE 18 DE MARO DE 2010

    Pgina 264

    f) os preceitos e ditames do poder de polcia (art. 2, inc. IV, da Lei 14.130/01) e atributos

    administrativos inerentes, em especial a de auto-executoriedade e coercibilidade; g) a combinao dos preceitos de solidariedade e responsabilidade civil, inclusive pelo ato de

    subordinados responsabilidade de fiscalizao e vigilncia (in vigilando), eleio, recrutamento ou seleo (in eligendo), dentre outras art. 932, proposto pelo arts.1.317 a 1.320 e 1.324 do Cdigo Civil;

    h) o aspecto oneroso ao Estado de notificao individual, desnecessria, a todos os condminos,

    em vinculao de nica edificao ou complexo predial, legitimando proprietrios, sndicos, representantes legais, locatrios, dentre outros como partes capazes juridicamente;

    i) a conveniente analogia e exegese suscitadas pelos arts. 4 e 5, da LICC, em sincronismo com o

    art. 29, do Decreto 44.746/08;

    3 ATRIBU3 ATRIBU3 ATRIBU3 ATRIBUIES IES IES IES

    3.1 A realizao de vistorias para fins de fiscalizao nas edificaes e reas de risco atribuio dos Batalhes, Companhias e Pelotes do CBMMG. 3.2 As vistorias nas edificaes e reas de risco devero ser procedidas por profissionais credenciados pelo CBMMG. (art 4, inciso III do Decreto 44746/08) 4 VISTORIAS4 VISTORIAS4 VISTORIAS4 VISTORIAS

    4.1 As vistorias de fiscalizao so inspees, com base em parmetros tcnicos, realizadas com ou sem o uso de equipamentos de mensurao com o objetivo de atestar as condies de segurana contra incndio e pnico das edificaes e reas de risco. 4.2 As vistorias de fiscalizao referem-se, especificamente, aos seguintes tipos de casos: 4.2.1 As vistorias mediante denncia so aquelas requeridas acerca da falta ou ameaa s condies de segurana contra incndio e pnico. 4.2.2 As vistorias inopinadas ou de iniciativa so aquelas requeridas pela administrao pblica para levantamento das condies de segurana contra incndio e pnico de uma determinada edificao ou rea de risco. 4.3 As vistorias de Fiscalizao devem ser realizadas, por no mnimo uma dupla de agentes fiscalizadores. 4.4 As vistorias de Fiscalizao devem sempre ser realizadas com base em parmetros tcnicos esp