Jornal Em Foco

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Jornal com noticias das cidades de Itapoa e Garuva. Poltica, esportes, etc

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  • Ano 7 - N 94 - 1 Quinzena de Novembro de 2012 R$ 1,00 Itapo, Garuva e Regio

    www.jornalemfocosc.com.br

    ELAINE CRISTINA ALVESADVOCACIA EMPRESARIAL

    Pg. 10

    Pg. 11

    ITAPOSede prpria da Cmara de Vereadores deve ser inaugurada ainda neste ano

    Pg. 18

    ITAPO16 Festival de Dana Escolar foi um sucesso.Confira!

    Pg. 8

    ITAPOSESC Mvelagitar Itapo entre os dias 21 e 27 de novembro

    Pg. 30Pg. 30

    GARuvARede Municipal de Ensino de Garuva abre matrculas para 2013

    GARuvAEstudante de Garuva destaque nas Olmpiadas da Lngua Portuguesa

    ESTOFADOR

    AGUINEL 47 8853-4047

    CRISTIANO 47 8406-9501

    Rua Walter Crisanto, 197

    Itapema do Norte | Itapo | SC

    3443-03923443-0392 Av. Brasil, 2989 - Itapo - SC

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    Materiais para Acabamento + Hidrulicos

    Eltricos + Pintura + Ferramentas + Antenas

    20 de novembroDia Nacional daCONsCINCIA

    NeGRA

    Pg. 28

    Mais de 1000 vagas de emprego

    Prefeito eleito Srgio Aguiar comea a encaixar as peas de sua administrao

  • ITAPONovembro 20122

    www.jornalemfocosc.com.br

    CNPJ: 14.265.035/0001-67 Itapo/SC 89249-000Avenida Brasil, n 2666 | Itapo Centro FONE: 3443-6673

    Rua 1970, n 352 | Bal. Palmeiras FONE: 3443-6238

    DiretoriaMrcia Tavares - Diretora Geral(47) 9984-4999 | marciatavares@jornalemfocosc.com.brAline Jantara Diretora Comercial(47) 9926-4368 | alinejantara@jornalemfocosc.com.brRoberto Bicudo Editor Grfico

    Thiago Gusso (6562 DRT-PR) - Jornalista Responsvel thiagusso@gmail.comImpresso Editora Exceuni

    O Jornal Em Foco no se responsabiliza por contedos contidos em propagandas, bem como pelos artigos assinados, cujos autores

    respondem integralmente pelas idias ali expressadas.

    eXPeDIeNTeJornal Em Foco Ltda ME

    Advogado | OAB/SC 24.535leI JusTIA! QuAl A DIfeReNA?

    Voc diria em termos simples que o que esta na lei o correto justo?No raro, os noticirios de hoje em dia, em especial no que diz respeito s normas penais, conclamam mudanas radicais na lei, que so injustas do ponto de vista do cidado comum, que dia a dia observam nos noticirios criminosos facnoras serem libertos com uma naturalidade incoerente com a razo e a lgica.Assim, legalidade e justia s vezes se confundem no imaginrio das gentes, pela impresso de que ambos os conceitos trazem em si, alterando ou exi-gindo determinados comportamentos. A prtica de algo legal e algo justo seria a soma do que permitido pela lei e pela moral! Acontece que o que legal no se confunde com o que justo. Legalidade e justia possuem conceitos absoluta-mente diferentes. A legalidade de forma simples pode ser vista como a adequao dos atos em julgamento em conformi-dade com o ordenamento jurdico objetivo (escrito) do local em que aplicado, levando-se em conside-rao o tempo e a sociedade. , portanto, conceito pouco subjetivo. A legalidade pode ser material ou formal, sendo que na primeira o ato praticado tem de estar de acordo com o permitido na prpria lei, ou, no seja expres-samente proibido pela lei, pois seno ser ato ilegal. Quanto legalidade formal, se refere prpria lei, forma como foi produzida e aplicada, submeten-do-se aos requisitos essncias para sua criao, as formalidades na sua elaborao, do que se conclui que a legitimidade das aes do Legislativo e do Executivo est intimamente ligada aos conceitos de legalidade formal.A justia por outro lado no esta condicionada ao que legal, muito pelo contrrio. A justia somen-te pode ser perquirida pelo magistrado ou julgador em cada caso concreto, de maneira que por mais contraditrio que parea a lei pode, por no raras vezes, conduzir o aplicador do Direito s veredas da injustia, no sendo sempre o efeito jurdico real, justo.A justia conceito subjetivo, pois o que justo para alguns, pode no ser para outros. O principio da isonomia procura neste aspecto rela-tivizar o que legal e justo, pois a idia consiste em a justia tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade. Assim, diante de situaes de conflito, nem sempre pode o julgador estar adstrito ao que legal, pois se assim o fizer com certeza cometera graves injustias. No possvel, portanto, alcanar justia com a mera legalidade. A legalidade somente abrir espao justia, quan-do atender aos critrios estabelecidos por princpios subjetivos que confiram a devida adequao ao fato sob julgamento. Salomo ao ameaar dividir a crian-a ao meio para dar metade a cada me no estava aplicando a legalidade, mas conseguiu fazer Justia ao descobrir a verdadeira genitora!

    Carlos Eduardo

    Editorial

    DevAGAR e seMPRe

    Mrcia Tavares

    As semanas no passam em branco no trnsi-to. Sempre h uma ou mais mortes trgicas nas rodovias, mas nessa primeira quinzena de no-vembro, as noticia das duas tragdias ocorridas na BR-376 foram capas dos grandes jornais do Brasil. Os acidentes, que mataram mais de dez pessoas e deixaram muitas outras feridas, como-veram e chocaram o pas, ao mesmo tempo re-voltou quem viu, assistiu e ouviu.

    Culpar quem por esta guerra que faz mais de 30 mil vtimas todo os anos no Brasil? H uns cem nmeros de razes para tais tragdias, e todas so previamente conhecidas, mas, no entanto, ainda assim, as estatsticas repetem-se ano a ano. Feriados prolongados so a alegria das funerrias e dos reprteres apaixonados por sangue, e quase sempre um dos ingredientes a presena de lcool.

    A Lei Seca, por exemplo, quando entrou em vigor, trouxe alteraes comportamentais e pro-duziu resultados animadores. E alguns meses depois, sem a devida fiscalizao, poucos real-mente ainda do importncia ao fato. Pior ainda, quando a Constituio expressa que soprar o ba-fmetro opcional. Cobrar o que das Polcias, se a prpria lei ata-lhes as mos?

    Mas a bebida em si no faz tudo sozinha. As pssimas condies das estradas, a comear pela

    total falta de planejamento ao faz-las, com cur-vas que so verdadeiros atentados; as crateras existentes no meio do asfalto; a inexistncia de acostamento adequado (quando no so aqueles declives); automveis e caminhes sem manu-teno e reviso necessrias; cansao fsico; fal-ta de experincia nas estradas, e a falta de sinali-zao matam tanto ou mais que o lcool.

    Outro perigo a presena de veculos gran-des, muitas vezes em comboios intransponveis. de perder a conta de quantos acidentes tm caminhes envolvidos. Andam rpido demais, tm cargas em excesso e trabalhadores que usam toda sorte de plulas e estimulantes para no dor-mir. a necessidade de ganhar mais, de chegar mais rpido ao destino e amanhecer na estrada.

    Se juntar as pssimas rodovias, a inexperin-cia e a pressa, vamos ter cada vez mais fatali-dades e mortandades absurdas no trnsito. Nin-gum quer perder dois minutos, tem que exigir o mximo destas mquinas maravilhosas que atingem perto de 200 Km/h em estradas planeja-das para 100 Km/h. Estresse e deslumbramento, com a ajuda da autossegurana/ autocontrole so meio caminho ao cemitrio.

    Assim, a sociedade chora mortos todos os dias. E no h campanha de conscientizao que mude o quadro. Infelizmente.

    Ao jornal Em FocoAos cuidados da Editora

    Venho por meio desta so-licitar que esta mensagem chegue nas mos do Sr. Mrcio Roberto Gonzatto. Obrigado.Gonzatto, bom dia.Por diversas vezes fui a Itapo passear nos finais de semana e todas as ve-zes leio o Jornal Em Foco, pois o considero bem com-pleto, imparcial e consigo ter uma viso dos aconte-cimentos que ocorreram nesta belssima cidade.

    Gosto muito das suas ma-trias. Posso citar que sobremaneira gostei da matria Vencedores e Perdedores que saiu na edio 93, onde voc faz um parmetro entre as diferenas entre os vence-dores e aqueles que no admitem seus erros. Isto uma grande verdade, pois o perdedor procura esconder que no sabe determinado assunto, es-conde que no errou, ou o pior que no tem culpa de tal coisa ter acontecido. E concordo contigo quando diz, mais no fim da mat-

    ria que cada ser humano nasce com algo novo, algo que jamais existiu antes. Bem pensando e conclu-so acertada. Parabns.Outro texto deveras inte-ressante foi o texto que voc comentava sobre o nvel de informao que recebemos pela internet. Gostei particularmente da viagem que voc reali-zou sobre as pocas, des-de o incio da humanidade em que usaram as pinturas rupestres, chegando at os dias atuais com seus jor-nais, internet, etc. Tenho que parabenizar

    voc pela pesquisa que voc faz, pelo estudo dos assuntos, pois para co-locar no papel toda esta informao, imagino que muitos livros e artigos foram lidos, denotando grande tempo nestas pes-quisas.Tanto voc, com suas ma-trias, mais o jornal Em Foco esto de parabns, pois so informaes teis recebidas a cada edio. Continuem assim.Cludio Rodrigues Damas-cenoUm leitor de jornais

    Carta do Leitor

    Eu no gosto de polticos, minhas msicas tm tudo a ver com o bem e a verdade

    Bob Marley

    Um povo sem conhecimento, salincia de seu passado histrico, origem e cultura, como uma rvore sem

    razes.Bob Marley

    Ainda no vi ningum que ame a virtude tanto quanto ama a beleza do corpo

    Confcio

    Saber o que correto e no o fazer

    falta de coragemConfcio

    frases da edio

  • www.jornalemfocosc.com.brITAPO

    Novembro 20123

    Colunistas

    Mrcia TavaresPg. 2

    Mrcio GonzattoPg. 15

    Dayana K. da silvaPg. 26

    Werney SerafiniPg. 12

    Carlos eduardoPg. 2

    convidam voc cliente especial,

    para vir parcipar do nosso desle

    de lanamento, que ser realizado em

    prol do Lar dos Idosos, e acontecer no dia

    12/12/2012

    a parr das 20 no Muvee Music Box

    Itapo | SC

    OANtica e Joalheria

    Lan

    amen

    to

    Ver

    o 20

    12/2

    013

    Ingressos antecipad