Jornal Em Foco, edição 100

  • View
    249

  • Download
    0

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Jornal com notcias de Itapo e Garuva. Esportes, Poltica, Geral Educao.

Transcript

  • Pg. 11

    Pg. 04 Pg. 08 Pg. 26 Pg. 25

    itaPoComunidade e Porto se renem em defesa da Escola Nereu Ramos

    itaPoDois supernavios atracam no Porto em operao indita em Santa Catarina

    itaPoEquipe Robalo Azul, de Campo Largo (PR), a vencedora da XX Gincana de Pesca Embarcada

    PoLCiaDelegacia de Polcia Civil esclarece crimes recentes praticados em Itapo

    ESTOFADOR

    AGUINEL 47 8853-4047

    CRISTIANO 47 8406-9501

    Rua Walter Crisanto, 197

    Itapema do Norte | Itapo | SC

    3443-03923443-0392 Av. Brasil, 2989 - Itapo - SC

    MCPisos e Acabamentos

    A $ $ de FBRICA

    Materiais para Acabamento + Hidrulicos

    Eltricos + Pintura + Ferramentas + Antenas

    www.jornalemfocosc.com.br

    ano 7 - N 100 - 2 Quinzena Maro de 2013 R$ 1,00 itapo, Garuva e Regio

    REFIS 2013 DE ITAPO APROVADOPrograma de Recuperao Fiscal elimina at 100% de juros e multas

    Rua Badejo, 18 | itapema do Norteitapo | SC47 - 3443-1959 e 47 9111-9885dayanakarina@ambiente.eng.br

    Consultoria e GestoAmbiental

    ATENDIMENTOVETERINRIO

    PET SHOPBANHO & TOSA

    Dra. Suzana BernardesDr. Carlos Taraschuka

    3443-72729912-121347

    Rua Hermnio Dagnoni, 457

    Classificados

    Online

    Anuncie

    Grtis

    www.jdclassificados.com.br

    (47) 3445-3680

    (47) 9917-5263

    (47) 3445-3680

    (47) 9917-5263

    Joinville e Regio

    EDIO

  • ITAPOMaro 20132

    www.jornalemfocosc.com.br

    CNPJ: 14.265.035/0001-67 Itapo/SC 89249-000Avenida Brasil, n 2666 | Itapo Centro FONE: 3443-6673

    Rua 1970, n 352 | Bal. Palmeiras FONE: 3443-6238

    DiretoriaMrcia tavares - Diretora Geral(47) 9984-4999 | marciatavares@jornalemfocosc.com.braline Jantara Diretora Comercial(47) 9926-4368 | alinejantara@jornalemfocosc.com.brRoberto Bicudo Editor Grfico

    thiago Gusso (6562 DRt-PR) - Jornalista Responsvel thiagusso@gmail.comImpresso Editora Grupo RBS

    O Jornal Em Foco no se responsabiliza por contedos contidos em propagandas, bem como pelos artigos assinados, cujos autores

    respondem integralmente pelas ideias al expressadas.

    EXPEDiENtEJornal Em Foco Ltda ME

    Advogado | OAB/SC 24.535

    aLGuMaS CoNSiDERaES SoBRE PoSSE E PRoPRiEDaDECarlos Eduardo

    Editorial

    Mrcia Tavares

    Frases da Edio

    A Constituio cidad, ao preceituar que a propriedade dever atender a sua funo social, espancado nos seus incisos XXII, XXIII e XXIV no ttulo dos direitos e garantias fundamentais, provocou novas reflexes sobre a proteo da destinao social da posse. A posse existe com a inteno de dono, mas tambm pode existir sem ela. Os estudos comportam divergncias e foram analisadas as suas caractersticas por grandes filsofos do passado, como por exemplo, a teoria subjetiva e a objetiva.A teoria subjetiva ou clssica da posse de Savigny pode ser con-ceituada como o poder que tem a pessoa de dispor fisicamente de uma coisa, com inteno de t-la para si e defend-la contra a interveno de outrem. Destaca-se o poder fsico sobre a coi-sa, a inteno de exercer sobre ela o direito de propriedade, o animus rem sibi habendi. Ento, para a teoria subjetiva, deve ha-ver tanto a inteno como tambm a deteno animus corpus, convertendo-se em posse quando se somado o animus domini.A teoria objetiva da posse sustentada apenas no corpus mero contato fsico, direto e permanente; bastando somente a exterio-rizao da inteno de uma pessoa fsica ou jurdica, sobre qual-quer coisa ou partes dela, como se proprietrio fosse, para a sua caracterizao. Seu autor considera a posse como direito real. Esta ausente a inteno, somente a deteno da coisa.Nosso ordenamento jurdico estabelece que a posse resulta do vnculo da ao de qualquer pessoa, fsica ou jurdica, sobre a coi-sa, com a ntida inteno que ela passe a integrar o seu patrim-nio, e assim passando a gerar direitos. A posse pode ser exercida sobre coisa mvel gerando direito a usucapio (carros, tratores, etc), ou imvel, material, imaterial, de direitos patrimoniais ou pessoais, simples, composta, etc. O bem deve ser idneo, corp-reo ou incorpreo, tangvel e perceptvel aos nossos sentidos. A classificao doutrinaria da posse complexa e seus reflexos tm como conseqncia direta a gerao de direito sobre a coisa ou no, a necessidade de indenizao sobre benfeitorias realizadas no bem, ou no etc. A posse pode ser direta ou indireta. indireta quando a coisa est sob o poder de uma pessoa qualquer no sendo necessariamente o seu proprietrio temporariamente, como por exemplo do arren-datrio, o depositrio, o locatrio, o usufruturio, o mandatrio, o curador, o tutor, o testamenteiro, o comodatrio. E a Posse direta, que a exercida mediante contato pessoal com o bem. Existe a pos-se natural ou deteno, quando existe uma relao de dependn-cia entre o detentor da coisa para com outra pessoa, onde aquele conserva a posse em nome deste e em cumprimento de suas ordens ou instrues. Posse justa, quando no for violenta, clandestina ou precria, desprovida de qualquer vcio na sua origem, e em sendo assim, se a coisa for havida mediante violncia, ser caracterizada como injusta. Posse violenta. a posse adquirida por ato de fora, natural, fsica, moral ou mediante ameaas. Posse clandestina. a adquirida por via de ocultamento em relao quele contra quem praticado o apossamento. Posse precria. a daquele que recebe a coisa com a obrigao de restituir, e arroga-se a qualidade de pos-suidor, abusando da confiana. Posse injusta. quando possui vcios como clandestinidade, precariedade e violncia. Posse de boa-f. assim denominada para o possuidor que detm a coisa pleno da cer-teza de que sua, de conformidade com a lei, efetivamente ignoran-do vcio ou o obstculo que impede essa aquisio. Posse com justo ttulo. a posse da coisa para quem a detiver tambm com o justo ttulo de domnio, do qual tem por si a presuno de boa-f, salvo prova em contrrio, ou quando a lei expressamente no admitir esta presuno. Posse legtima. Posse legtima a obtida em conformida-de com a ordem jurdica. Composse. Quando duas ou mais pessoas possurem coisa indivisvel, poder cada uma exercer sobre ela atos possessrios. exceo do direito exclusivo da propriedade, tem-porrio e decorre de ttulo hereditrio ou mesmo de acordo entre as partes. Posse nova. Posse nova a que se apresenta a menos de ano e dia, e velha a que supera tal limite. Quase posse. a posse do direito de possuir, a faculdade que tem uma pessoa, por j ser titular de uma situao jurdica, de exercer a posse sobre determi-nada coisa. Posse ad interdicta. aquela amparada pelos interditos capaz de amparar o possuidor contra o turbador ou o esbulhador. Posse ad usucapio. necessrio a existncia do animus domini, boa--f, sentena judicial e competente registro em cartrio. Aquisio. Adquire-se a posse desde o momento em que se torna possvel o exerccio, em nome prprio, de qualquer dos poderes inerentes propriedade: A aquisio da posse pode ser originria, quando ocor-re sem qualquer vinculao com o possuidor anterior e, portanto, despida de vcios. Ademais, independe de sua anuncia, de sorte que prevalece unicamente a vontade do adquirente, ou Aquisio derivada, tratando-se de um ato ou negcio jurdico, bilateral, de-corre de transmisso da posse de um titular (vendedor) ao outro, o possuidor (comprador). A posse um direito especial, por se tratar de uma manifestao de um direito real, que o direito da proprie-dade ou de algum de seus desmembramentos. A PROPRIEDADEO direito de propriedade o mais importante dos direitos reais, porque a coisa fica submetida ao titular do domnio e em todos os seus servios. Assim, toda e qualquer fora de utilizao ou obten-o de servios que a coisa permitir, est reservada ao propriet-rio. A propriedade presumida at que se prova em contrrio, e o seu direito tido como pleno, tendo o proprietrio a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, desde que seus atos sejam exercidos estritamente para a sua comodidade ou utilidade, tendo inclusive o direito de reav-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha. O instituto da propriedade, sempre foi sinni-mo de poder e de prosperidade e, licitamente, era conquistada e perdida por intermdio de outros institutos como o da posse e das aes possessrias, da desapropriao e da usucapio. Todavia, a propriedade absoluta, individualista, hoje no existe mais, subjugada pelo instituto da funo social que essa proprie-dade deve cumprir, visto que, se no restar demonstrada, o Estado denegar sua tutela em favor do carter social, da coletividade.

    Se achas bom ser importante, um dia descobrirs que mais importante ser bom.

    I Ching

    Se o horrio oficial o de Braslia, por que a gente tem que trabalhar de segunda a sexta?

    Dorival Caymmi

    Existem coisas reservadas para a gente que fogem do nosso entendimento, mas que l na frente vo fazer todo o

    sentido. Por isso, nunca perca a f.Mrcia Tavares

    Quando falares, procure que tuas palavras sejam melho-res que o teu silncio

    Provrbio indiano

    Eis a nossa edio de nmero 100! Para que essa e todas as ou-tras edies chegassem s ruas, foram muito mais do que 100 dias de trabalho, 100 noites maldormidas, 100 pro-blemas, 100 aborrecimentos, mas tambm con-quistamos muito mais do que 100 amigos, 100 leitores, 100 alegrias, 100 realizaes.

    Olhamos para trs e vemos todas as dificul-dades que enfrentamos para fazer um jornal em uma cidade pequena como a nossa, mas temos muito orgulho de termos chegado at aqui. D--nos muita satisfao ter a certeza de que, embo-ra ainda estejamos engatinhando, embora ainda tenhamos muito que aprender e crescer, estamos fazendo o melhor para ir ao encontro das neces-sidades da comunidade.

    Neste momento especial s temos a agradecer aos parceiros, colunistas e clientes que acredita-ram e continuam acreditando em nosso trabalho, vocs foram responsveis por termos c