Jornal fato 0912 14

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  • Caminhescomplicamo TRNSITONo preciso andar muito para flagrar

    caminhes, cegonhas e at carretas bitrem

    trafegando na Avenida Jones dos Santos Neves,

    a mais movimentada de Cachoeiro. Muitos

    motoristas ignoram a si-nalizao e acabam indo

    parar na rea central, causando transtornos

    R$ 1,00 - Ano 11 - Edio 3151 Cachoeiro de Itapemirim - ES | Tera-Feira | 9 de Dezembro de 2014

    E s p r i t o s a n t o d E

    Contra FATO no h argumentoses.fato@terra.com.br | www.jornalfato.com.br 04

    Asfaltamento e muros de arrimo, entre outras intervenes, so construdos em 70 ruas de Cachoeiro de Itapemirim

    Prefeitura anuncia obras de R$ 16 milhes em andamento

    Final de ano feliz em Itapemirim

    jOS R. bRumAnA

    03

    ElyAn pEAnhA

    Colao de Grau na FDCI 06

    participaopopular vai serfundamentalAudincias pblicas vo validar alteraes no Plano Diretor Municipal para que empreendi-mentos possam, finalmente, se instalar em Itapemirim

    pORTOS

    05

    VIOlnCIA Em CAChOEIRO

    Mulher mata o marido com facada 07

    ITApEmIRIm

    Prefeitura repassa R$ 2 mi a hospital05

    Ronaldo ndio Divulgao/PMI

    Divulgao/PMCI

    mecnico reage a assalto e morto a tiros pelo bandido

    lATROCnIO Criminoso roubou cordo de prata e atirou quando a vtima tentou acert-lo com uma cadeira. Assassinato aconteceu em um bar de Cachoeiro

    03

    Wanderson Amorim

    07

  • ES dE Fato, tEra-FEira, 9 dE dEzEmbro dE 20142 ECOnOmIA (28) 3511-7481es.fato@terra.com.brtwitter.com/jornalfato

    pROCOn ORIEnTA SObRE AScompras de material escolar

    EDuCAO Uma das maiores dvidas dos pais nesse perodo se refere aos produtos solicitados na lista

    Quatro dcadas da irmandade A.A SulAnnImOS

    No Brasil, segundo o Minis-trio da Sade, o alcoolismo um problema de sade pbli-ca, tendo como consequncia no s o prejuzo sade do alcoolista como tambm repercusses sociais.

    O lcool responsvel pela maioria dos acidentes de trn-sito no pas e no mundo. Em cerca de 65% a 70% das ocor-

    rncias de violncia contra a mulher houve consumo prvio de lcool, e um nmero expres-sivo de acidentes de trabalho tambm tem relao com o consumo de bebidas alcolicas.

    O alcoolista no deve ser tratado com preconceito ou julgamento, mas deve ser visto como algum que possui uma doena.

    Com o lema Deus na conscincia coletiva, Alcolicos Annimos atende a toda regio

    O Alcolicos Annimos do sul do Estado, que agrega 40 grupos de A.A, na regio e em Espera Feliz, Minas Gerais, tem muito a comemorar neste ano. Segundo um dos membros, a irmandade tem atrado mulheres, an-tes distantes de reunies dos grupos, mesmo sendo o Alcolicos Annimos dirigido para ambos os sexos, e jovens que, no passado, no compartilha-vam experincias, foras e esperanas.

    Prestes a completar 40 anos de atividade, o A.A foi fundado em Cachoei-ro de Itapemirim em 09 de maro de 1975, com o princpio que rege o trabalho em comunidade

    para ajudar o doente do vcio do lcool.

    Nossa misso em con-junto com a sociedade e no nos limitamos s nossas reunies de roti-na. Visitamos presdios, escolas e empresas onde proferimos palestras sem-pre no sentido de alerta sobre a doena provocada pelo uso do lcool e da su-gesto para o aumento da autoestima, uma forma de colaborar na luta, conta um dos participantes.

    A doena no tem cura e sabemos disso, mas pre-ciso um passo de cada vez. Degrau por degrau. Base-ados na trade Unidade, Servio e Recuperao, o Alcolicos Annimos um elo que refora a

    corrente entre os seus in-tegrantes. Aqui no existe um patro e todos so ouvidos. O diferencial no anonimato pelo estigma que o alcoolista ainda en-frenta, refora.

    Hoje comemorado no Brasil o Dia do Alcolico Recuperado, que celebra aqueles que, de uma forma ou de outra, conseguem se manter abstinentes da dependncia do lcool. A data lembrada e come-morada, principalmente por quem venceu o vcio, seus parentes e amigos prximos que de alguma forma participaram ou ajudaram na recuperao.

    Mas, todos ns deve-mos tambm comemorar e refletir sobre este dia e

    a sua importncia. Em es-pecial, para que, antes de precisar tratar, possamos lidar melhor com o lco-ol e prevenir os abusos mesmo dos que no so dependentes desta subs-tncia, esclarece um dos participantes.

    Com reunies s teras--feiras, s 19h30, e aos sbados, s 15h00, no Centro Operrio e de Pro-teo Mtua, a irmandade Alcolicos Annimos no sul do Estado tem sua chamada base legal, o escritrio com o devido registro e onde as pen-dncias so administradas, no 3 andar do Edifcio Franklin, no Guandu. Fun-ciona das 9h00 s 11h00 e das 13h00 s 17h00.

    Antes de ir s lojas, verifique o que pode ser reaproveitado do ano anterior;

    Faa pesquisa de preos e leve em considerao as taxas de juros, na hora de optar por compras a prazo. O melhor pedir descontos e efetuar o pagamento vista. Fique atento s promoes, certificando-se de que, tanto o preo, quanto o produto em questo realmente valem a pena;

    Nem sempre o material mais caro e sofisticado o melhor. Procure comprar somente o necessrio;

    Produtos de marcas patente-adas de super-heris e outros personagens so bem mais caros e podem onerar o gasto final. Converse com a criana e tente fugir dos apelos publicitrios;

    Ir s compras com outros pais uma boa dica. As aquisies feitas em conjunto podero facilitar descontos, bem como

    as compras no atacado; Se houver problemas com a

    mercadoria adquirida, mesmo que seja importada, o consumi-dor tem seus direitos resguar-dados pelo Cdigo de Proteo e Defesa do Consumidor. O CDC prev prazo de 90 dias de garantia. Mas, sem a nota fiscal, o consumidor fica impedido de reclamar;

    Fique de olho nas embalagens de materiais como colas, tintas, pincis atmicos, fitas adesivas, entre outros, que devem conter informaes claras e precisas a respeito do fabricante, importa-dor, composio, condies de armazenagem, prazo de valida-de e se apresentam algum risco ao consumidor, tudo em lngua portuguesa;

    Exija sempre a nota fiscal com os artigos discriminados. Esse documento indispensvel no caso de haver problemas com a mercadoria.

    Muitos pais optam por realizar as compras de material escolar no fim do ano, para evitar o tumulto das lojas na vspera da volta s aulas. Lojas va-zias, tempo para pesquisar os preos dos produtos, negociao de descontos e prazos para pagamento - so alguns benefcios para quem compra com antecedncia.

    Mas, antes de ir s com-pras importante ateno relao dos itens exigi-dos na lista. Diretor jur-dico do Procon Estadual,

    Igor Britto informa que as escolas tm obrigao de fornecer as listas aos pais, possibilitando a pesquisa de preos e a compra por marcas de sua preferncia.

    Algumas instituies cobram uma taxa para a compra do material, isso no irregular, desde que a escola disponha de uma lista, ficando a critrio do consumidor adquirir o prprio produto, diz.

    Uma das maiores dvidas dos pais nesse perodo se refere aos produtos solici-tados na lista de material

    escolar. A Lei Federal n 12.886/2013 torna nula a clusula contratual que obrigue o pagamento de adicional ou o fornecimen-to de qualquer material escolar de uso coletivo.

    Os consumidores no costumam reclamar dos itens de uso coletivo exi-gidos na lista de material escolar porque no sabem que tm esse direito. Os materiais de uso coletivo no podem ser exigidos dos alunos, no importan-do se eles esto no ensino pr-escolar, fundamental

    ou mdio. Esses itens de-vem ser fornecidos pela escola, pois os custos j es-to cobertos pelas mensa-lidades, explica o diretor.

    Alguns itens, como giz, caneta para lousa, pro-dutos de higiene (papel higinico, sabonete), de limpeza (desinfetante, lcool), bem como os utilizados na rea admi-nistrativa (cartucho para impresso, papel A4), me-dicamentos para primeiros socorros, entre outros, no podem constar nas listas de material escolar.

    De olho nA liStAVerifique se os itens solici-

    tados na lista so coerentes com a idade da criana;

    Se a escola insistir na en-

    trega dos materiais que no fazem parte das atividades escolares rotineiras, o Pro-con-ES recomenda que o consumidor cheque a finali-dade. Essa informao deve constar no plano de aulas da instituio. Se comprovado que sero de uso individual e cunho pedaggico, deve-se observar a quantidade solici-tada, que deve ser razovel;

    A escola no pode exigir a

    aquisio de uma marca espe-

    cfica do produto, e s aceitar que o material seja adquirido numa determinada loja ou no prprio estabelecimento de ensino;

    Durante o ano letivo a ins-

    tituio de ensino pode soli-citar novos materiais, mas a lista no pode exceder 30% da original. Em relao cobrana de taxa de material em que a escola quem faz a compra, estabelecendo uma taxa para isso s permitido se for dada ao consumidor a opo de tambm adquiri-lo por conta prpria, sob pena de tambm incorrer em venda casada.

    Ateno S comprAS

    o AlcooliSmo como DoenA

    Ailton Weller

    Arquivo FATO

  • Caminhes trazem lEnTIDO E RISCO

    ES dE Fato, tEra-FEira, 9 dE dEzEmbro dE 2014

    www.jornalfato.com.brfacebook.com/espiritosanto.defato 3GERAl(28) 3511-7481

    ClICAnDO OS FATOS...

    jOS R. bRumAnA jrbrumana@hotmail.com

    No se fala noutra coisa na regio a no ser a iluminao natalina em Itapemirim. A cida-de est enfeitada do comeo at a sua sada, na ponte sobre o Rio Itapemirim. J em Maratazes, em noites escuras, o que se v so pirilampos, aqui conhecidos como papa-fumo, enfeitando o cu com seu bailar noturno.

    Grandes lojas esto conver-gindo para Maratazes. Semana passada foi a Zema. J para o Natal, a Los Neto se far pre-sente no balnerio.

    Sempre que se aproxima o vero, l vm as obras em ave-nidas da praia. Em Pima, a re-cuperao da orla vai impactar