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Jornal Sistac ed02 04 - sistac.com.br · Meu irmão tocava cavaquinho para me ... Se um deixar de aplicar uma nota, o outro colega sente, pois depende dessa nota para aplicar a sua

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  • Sistac InformaMaro / 2017

    Ano I - edio n 02

    Panorama do MercadoPerspectiva do setor comercial

    Caminhos de FuturoEntrevista

    SeguranaDoena Descompressiva

    Por dentro da SistacPerformance dos navios

    RH a Bordo

    Nossa GenteEntrevista

  • Nossa gente

    1) Como iniciou a sua histria com a msica?Aprendi a tocar pandeiro com 12 anos de idade. A partir da fui

    me aperfeioando e comecei a tocar na noite com 15 anos,

    em Aracaju.

    Nunca fi z curso, aprendi a tocar escutando e pesquisando.

    Eu escutava fi ta cassete dentro do carro do meu pai e seguia

    a linha do samba. Meu irmo tocava cavaquinho para me

    incentivar e me infl uenciou a tocar Choro instrumental.

    2) Voc participa de algum grupo musical?Fao parte de trs grupos em Aracaju. Tambm participo de

    um projeto chamado Roda de Choro Sergipana, onde uma

    vez por ms promovemos uma grande Roda de Choro em

    praa pblica. J gravei com alguns msicos, como o Ricardo

    Vieira, Armandinho Macedo, Silvrio Pontes e Z da Velha,

    alm de tocar com alguns msicos estrangeiros.

    Alm disso, toquei algumas vezes no Rio de Janeiro. J me

    apresentei no Rio Scenarium e na Estudantina. Tambm tive

    a oportunidade de tocar com o violinista da banda da Beth

    Carvalho, um msico que trabalha com Jorge Arago e outro

    da banda do Zeca Pagodinho.

    3) Voc j tocou fora do Brasil e com msicos renomados. Conte essa experincia.Em 2014, eu fui acompanhar o Heitor Mendona em Viena,

    onde fi zemos uma apresentao no Museu do Mundo

    chamada Quinteto Brasil em Choro, um evento de chorinho

    composto por pandeiro, violo de 7 cordas, cavaquinho,

    EntrevistaHelder Gonzaga Mendona

    Funo: Mergulhador Raso

    Perodo na empresa:

    4/8/2009 a data atual.

    bandolim e violo de 6 cordas. Nesse mesmo evento,

    ministrei uma ofi cina de pandeiro para 40 pessoas. Como

    existiam outras ofi cinas, fi quei preocupado porque as pessoas

    costumam dizer que o pandeiro um instrumento mais

    difcil de aprender a tocar. Pensei que a minha ofi cina no

    despertaria interesse e fi caria vazia, no entanto, foi a ofi cina

    com maior nmero de participantes.

    Nessa viagem, tambm promovemos o Trem Cultural onde

    percorremos as principais atraes tursticas da cidade ao

    som de chorinho e Samba.

    Voltando de Viena, participei da Roda de Choro em Lisboa e

    toquei em Bratislava, capital da Eslovquia. Hoje, o Museu do

    Mundo est fechado, recebi um convite da diretoria do museu

    para participar da sua reabertura ainda neste ano de 2017 e

    ministrar mais uma Ofi cina de Pandeiro.

    Aula no Museu do Mundo

    4) Voc enxerga a msica como hobby ou como segunda profi sso?Eu enxergo como hobby e tambm como segunda profi sso.

    Antes do mergulho, eu trabalhava como msico e ainda

  • Frum SistacNo dia 17/3/2017, a Sistac realizou o Segundo

    Frum Off shore e contou com a participao de

    52 pessoas. Nesse evento, os supervisores da

    operao e a Diretoria discutiram os caminhos

    do futuro e melhorias operacionais. A Presidncia

    e a diretoria apresentaram as suas reas, abrindo

    espao para uma rica discusso. Mais uma vez, o

    evento foi um sucesso!

    recebo por isso. Participo de grupos que tocam quase todo

    fi nal de semana e isso gera um bom cach.

    5) O que voc leva de aprendizado da atividade do mergulho para a msica e vice-versa?Tem o lado do companheirismo da nossa empresa, pois na

    Sistac temos um elo de amizade muito bacana. Muitas vezes,

    na msica existe um pouco de competio.

    Para dar certo o time precisa estar entrosado, pois um depende

    do outro, como uma engrenagem: enquanto o supervisor

    est na frente do monitor, um mergulhador est operando

    e outro est no umbilical. Na msica, um est no pandeiro,

    outro integrante est cantando e ainda tem outro no violo.

    Se um deixar de aplicar uma nota, o outro colega sente, pois

    depende dessa nota para aplicar a sua. Tem uma sinergia em

    ambos os servios.

    6) O que a msica representa na sua vida?Eu aprendi muito com o choro, pois ele genuno e a faixa

    etria das pessoas que curtem mais velha. Aprendi muito

    com essas pessoas. uma energia boa, so pessoas de famlia.

    Tambm aprendi algo que chamamos de educao musical

    que tambm vem da sua educao pessoal. Voc precisa

    saber a hora que vai tocar mais forte, a hora de entrar e sair.

    Na parte fi nanceira, a msica tambm tem uma forte

    representao na minha vida, pois eu ajudava minha me

    a pagar a minha escola e outras despesas. E sem falar da

    energia que voc transmite no palco, no tem explicao.

    Voc se prepara para fazer uma apresentao, transbordar

    essa energia no palco e o pblico recebe isso, curtindo o show.

    7) Voc gostaria de deixar uma mensagem para os seus colegas?Eu gostaria de falar para os meus colegas incentivarem as

    crianas a tocar desde cedo. O instrumento musical uma

    ferramenta muito boa para a educao. O meu fi lho, quando

    tinha trs anos de idade, subiu no palco para cantar comigo,

    Silvrio Pontes e Z da Velha num teatro com 500 pessoas.

    Ele foi chamado para subir no palco com o pandeiro dele e

    cantou duas msicas. Meu fi lho atualmente tem 7 anos de

    idade, ainda lembra desse evento e toca vrios instrumentos

    percussivos. Ele ministra ofi cinas de Pandeiro Kids. Sempre o

    levo para as rodas de Choro comigo.

    O Frum foi excepcional, pois no mesmo dia foram apresentadas as expectativas da empresa para os prximos

    anos e como so desenvolvidos os trabalhos dos gestores. As dvidas de vrios colaboradores foram sanadas.

    Igor Cardoso Engenheiro Mecnico das Embarcaes

    Vejo a realizao deste Frum como uma grande ferramenta de ligao/unio dos setores da empresa, principalmente

    como um elo entre o Onshore e Off shore. Isso deve se solidifi car cada vez mais, visando melhorias para ambas as partes.

    Bruno Nascimento Supervisor de Escalada

    O Frum foi muito importante para diminuir a distncia entre as equipes que esto no mar e que esto no escritrio.

    Leonardo Duran Supervisor de Mergulho

  • 96.06 97.3399.94

    92.00

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    Mdia/2016 Jan/2017 Fev/2017

    OPERAO MDIADAOPERAO META

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    OPERAO MDIADAOPERAO META

    RH a Bordo

    Performance Operacional

    Sistac Vitria - PerformanceSistac Esperana - Performance

    Por dentro da Sistac

    Em 2017 as embarcaes Sistac Vitria e Sistac Esperana iniciaram o ano com uma excelente performance, conforme os

    grfi cos abaixo que demonstram o percentual de operacionalidade das embarcaes.

    Ms Meta Mdia Ms Meta Mdia

    Em janeiro deste ano, foi criado o RH a Bordo, que consiste

    na visita do setor de Recursos Humanos s embarcaes,

    frente operacional de Gebara e outras frentes itinerantes. O

    programa est sendo realizado mensalmente e seu objetivo

    criar uma aproximao com os funcionrios.

    Durante a visita, os funcionrios fazem diversos tipos de

    questionamentos e esclarecem as suas dvidas, alm de

    sugerir algumas aes.

    At a presente data, os principais temas abordados foram:

    disponibilidade de recursos e informaes, comemorao

    de fi m de ano; remunerao e benefcios; dentre outros. O

    programa RH a Bordo ser contnuo e j atendeu a mais de

    200 funcionrios.

    RH a bordo no Esperana

    RH a Bordo no Gebara

    Mdia / 2016

    100

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  • Por dentro da SistacPanorama do mercado

    No fi nal de 2016 a Sistac fechou contratos com novos clientes

    importantes e acrescentou novas modalidades de servios ao

    amplo portflio.

    Queiroz Galvo Explorao e Produo - Contrato de

    descomissionamento. Novo segmento bastante representativo

    pois essa modalidade de servios movimenta 5 bilhes de

    dlares por ano no mundo e deve ter a demanda aquecida no

    Brasil nos prximos anos. Esse tipo de servio mal comeou

    no Brasil e a Sistac j est posicionada para atender a essa

    nova demanda.

    ENSCO - Uma das mais representativas empresas de sondas

    de perfurao do mundo, assinou contrato com a Sistac

    para servios de inspeo, manuteno e reparos com

    mergulhadores por 3 anos.

    Statoil - Petroleira norueguesa e segundo maior produtor de

    petrleo do Brasil, assinou contrato de 3 anos para inspeo

    e troca de mangotes de offl oading com a Sistac. Uma nova

    modalidade de servios para a Sistac que pode abrir novas

    portas, uma vez que toda plataforma de petrleo precisa

    desse tipo de servio.

    Como voc pode contribuir? Sempre que estiver envolvido

    em algum processo relativo a um destes clientes, lembre-

    se que so novos clientes e devemos fazer o melhor para

    que eles fi quem satisfeitos e permaneam com a Sistac por

    muitos anos.

    Continuamos em busca de novas oportunidades, novos

    mercados e novos segmentos de servios. Se voc tiver

    alguma ideia, fale com o Comercial!

    Abrao. Marcos Passos

    A Sistac, sempre buscando novas tcnicas e tecnologias,

    vem investindo mais fortemente na participao de seus

    representantes em feiras e conferncias internacionais

    relacionadas aos servios nos quais atua ou deseja atuar.

    Em fevereiro, o diretor Comercial Marcos Passos, representou

    a Sistac na Underwater Intervention Conference, em Nova

    Orleans, EUA. Esta, que a principal conferncia mundial

    de interveno submarina, famosa por reunir prestadores

    de servios, empresas fornecedoras de equipamentos e

    tecnologia, e apresentaes tcnicas sobre operaes de

    alto desempenho.

    Em maro, o engenheiro de Vendas Vincius Santos

    representou a Sistac na misso ao Reino Unido, realizada pelo

    consulado britnico do Rio de Janeiro. Nessa misso, foram

    realizados encontros na Inglaterra e Esccia, com o objetivo

    de expor a Sistac internacionalmente, adquirir conhecimento

    e tecnologia com empresas britnicas. alm de participar da

    Energy A Balanced Future 2017.

    Ainda em maro, o gerente de Vendas Rodrigo

    Abreu representou a Sistac no maior evento de

    descomissionamento do mundo, a conferncia

    Novos contratos, novas modalidades

    Perspectiva do setor comercial

    Marcos Passos - Diretor Comercial e de Novos Negcios - representando a Sistac na Underwater Intervention Conference, em Nova Orleans, EUA.

    Rodrigo Abreu - Gerente de Vendas - representando a

    Sistac na conferncia Decomworld, em

    Houston, EUA.

    Vinicius Santos - Engenheiro de Vendas - representando a Sistac na misso ao Reino Unido.

    DecomWorld, em Houston, EUA. O objetivo foi expor a

    marca internacionalmente e estar atualizado quanto s

    tcnicas e tecnologias aplicadas ao descomissionamento

    de campos de petrleo off shore. Este segmento cresce

    a cada ano e a expectativa que essa demanda gere

    milhes em oportunidades no Brasil em breve.

  • Caminhos de Futuro

    1) Por que Caminhos de Futuro?

    Eu tenho a crena de que ns nos apoderamos dos nossos

    sonhos quando os desenhamos, buscamos o sentido deles,

    os compartilhamos e defi nimos os caminhos para alcan-

    los. Na Sistac igual, nos debruamos e conversamos muito

    no ano passado para defi nir o nosso Sonho Comum (Viso).

    Temos diversos Caminhos possveis, e para realizarmos esse

    Sonho, precisamos trabalhar com a nossa gente (Perspectiva

    de Aprendizado e Crescimento), revisar os nossos processos

    (Perspectiva de Processos Internos), atender melhor os nossos

    clientes (Perspectiva de Clientes e Mercados) e garantir a

    sustentabilidade dos resultados da companhia no longo

    prazo (Perspectiva Financeira). Estamos compartilhando e

    comunicando o Sonho e construindo juntos as iniciativas

    e medidas que sero acompanhadas para fazer a Viso da

    Sistac acontecer. Estamos construindo o Futuro e por isso

    que chamamos essa jornada de Caminhos de Futuro.

    2) Quais so os pilares estratgicos da Sistac e por

    que eles so to relevantes para a Cia?

    Numa casa, os pilares so os que sustentam a construo de

    p. Os nossos pilares de sustentao so: Segurana, Solidez

    Financeira, Arrojo Comercial, Profi ssionalizao e Efi cincia.

    3) Na sua opinio qual a importncia de traar

    uma estratgia bem defi nida e como coloc-la em

    prtica?

    O primeiro passo para se chegar a algum lugar defi nir

    aonde se quer chegar. Se uma banda tem o sonho de tocar

    no palco principal do Rock in Rio, todos os seus integrantes

    tm que compartilhar o mesmo sonho, cada um tem que

    saber o seu papel, entender se esto perto ou longe do

    objetivo, se a msica boa, se tm os instrumentos e os

    recursos necessrios, se so apreciados pelo pblico, se

    tm o empresrio correto e se esto preparados para o

    show. Quando tudo isso acontece, no palco voc sente a

    energia da realizao e o quanto voc capaz de mudar

    vidas com o que voc produz. Quando fi nalmente se recebe

    o reconhecimento pelos aplausos do pblico, voc entende

    que est na hora de buscar palcos maiores. O Caminhos de

    Futuro o convite para a banda ir tocar nos palcos principais,

    como eu gosto do Rock & Roll, estou muito a fi m de tocar.

    4) Como vocs pretendem monitorar se estamos no

    caminho certo, rumo Viso da empresa?

    muito importante defi nir e mensurar resultados. Os

    Caminhos foram desdobrados em objetivos estratgicos que

    endeream quatro dimenses (Aprendizado & Crescimento,

    Processos Internos, Clientes & Mercados e Financeira). Para

    EntrevistaCom Felipe Gutterres

    Estamos construindo o Futuro, e por isso que

    chamamos essa jornada de Caminhos de Futuro.

    Felipe Guterres

  • cada objetivo estratgico, foram defi nidos indicadores com

    metas esperadas para cada ano dos prximos cinco anos.

    Para que as metas sejam alcanadas, existem iniciativas

    em curso e outras a serem implementadas, cuja discusso

    tem sido em times multifuncionais comandados por cada

    Diretor e Gerente Geral responsvel por um determinado

    objetivo estratgico. Conforme medimos os resultados dos

    indicadores e os acompanhamos nas reunies mensais

    de cada diretor com sua equipe e da diretoria como um

    todo, sabemos se estamos na direo correta e se ajustes

    precisaro ser feitos. Esse ritual de gesto j se intensifi car

    signifi cativamente no segundo trimestre deste ano.

    5) De que forma os funcionrios tomaro

    conhecimento da evoluo desse trabalho?

    Aumentamos a comunicao atravs do Sistac Informa,

    dos Fruns Sistac e das conversas com os gestores. Alm

    disso, estamos em estudos para trazer o mapa o Caminhos

    de Futuro para as nossa unidades, dando o mximo de

    visibilidade possvel ao tema. Vale ressaltar que a Diretoria

    e as Gerncias esto de portas sempre abertas para discutir

    esse assunto e outros que os nossos colegas desejem

    aprofundar.

    6) Como cada colaborador poder contribuir para a

    execuo da estratgia?

    Tenho falado muito isso nos Fruns Off shore e Onshore

    que temos feito nos ltimos meses, cada um de ns um

    vendedor da Sistac, opera a Empresa, responsvel pela sua

    Segurana e dos seus colegas, o Recursos Humanos da

    Companhia e deve zelar por sua Solidez Financeira. Quando

    penso nisso, fi co muito entusiasmado, pois uma empresa com

    quase 600 vendedores tem muito trabalho para entregar e

    clientes para atender. Vamos que vamos!

    7) Em quanto tempo pretende-se alcanar a

    estratgia, ou seja, os objetivos do projeto Caminhos

    de Futuro?

    O nosso Caminho de longo prazo, mas o primeiro marco

    em 5 anos. Com esse foco, temos desenhado os comos,

    as medidas para acompanharmos se estamos na direo

    correta, as aes necessrias, os comportamentos desejados

    e os recursos fundamentais para chegarmos l juntos.

    Mapa Estratgico

  • O que a Doena Descompressiva?

    Segurana

    CONTATOS: [email protected] | www.sistac.com.br

    Niteri, RJRua Doutor Celestino, 122, sala 523 CEP: 24020-091Tel: +55 21 3674-8300

    Itabora, RJRua Quatorze, s/n, lote 1991Cidade Gebara - CEP: 24867-448 Tel: +55 21 3638-5919

    Maca, RJAv. Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, 2797Novo Cavaleiros - CEP: 27930-070+55 22 2762-8792

    A Doena Descompressiva (D.D.) um dos principais riscos

    enfrentados na atividade de mergulho. Tambm chamada

    de bends, o resultado da formao de bolhas de gases,

    normalmente inertes, no organismo do mergulhador.

    Tais mbolos gasosos so formados por descompresso

    inadequada, ou seja, subidas muito rpidas (acima dos 9 m/

    min) e/ou a utilizao errnea das Tabelas de Mergulho.

    Mecanismo Quando respiramos gases sob presso, estes se difundem nos

    vrios tecidos corpreos, em diferentes nveis de absoro,

    at que suas presses parciais nos alvolos, sangue e demais

    tecidos estejam equalizadas. Se tal processo ocorre durante

    o aumento da presso ambiente, h a entrada de gases no

    TratamentoO tratamento de uma D.D. realizado atravs da correta

    utilizao das tabelas teraputicas (Tabelas de Tratamento)

    em cmara hiperbrica. Para tal, o mdico hiperbrico dever

    ser contatado imediatamente, pois este determinar a Tabela

    de Tratamento a ser executada; Tal tabela deve ser seguida

    rigorosamente.

    No mbito clnico, a Doena Descompressiva classificada em quatro tipos:

    Caracterizado por dores nas articulaes,

    coceiras, manchas vermelhas na pele e

    inchao ou rigidez muscular, afetando

    joelhos, ombros, msculos, quadris ou a pele;

    Tipo I (membros e musculatura)

    Tipo II (SNC)

    Tipo III(vestibular)

    Tipo IV(osteonecrose disbrica)

    Caracterizado por perda/alterao de

    funes motoras, sensoriais e somestsicas,

    como paralisias, alteraes visuais e

    auditivas, entre outras;

    Caracterizado por falhas na audio,

    vertigem, tinnitus (zumbido na cabea) ou

    nusea, afetando o equilbrio do corpo;

    Caracterizado por leses sseas com danos

    estruturais ou desmineralizao local,

    afetando, principalmente, os ossos longos.

    Como o mergulhador pode evitar a Doena Descompressiva?

    Abaixo, algumas dicas para evitar a doena:

    1. Elaborar e executar a Tabela de Mergulho corretamente;

    2. Realizar as descompresses (subidas) na velocidade indicada pela Tabela de Mergulho (9 m/min);

    3. Evitar planejar/executar mergulhos cujos Tempos Totais de Fundo sejam iguais ao Limite No

    Descompressivo;

    4. Planejar os mergulhos utilizando uma tabela acima sempre que a profundidade do servio estiver

    prxima ao limite da indicada (menos de 1 metro);

    5. Evitar atividades fsicas intensas aps o mergulho.

    corpo humano (absoro). Durante a descompresso (subida),

    a presso ambiente diminui, reduzindo a presso parcial dos

    gases no alvolo, promovendo sua sada do sangue e de

    demais tecidos corpreos. Tal reduo na presso ambiente

    promove perda de solubilidade gasosa, levando formao

    de mbolos gasosos, os quais podem gerar isquemia

    (falta de sangue no tecido), comprimir nervos e promover

    desmineralizao ssea, entre outros malefcios.