Jornal STOP N57
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Jornal Científico Trilógico

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  • Livre Distribuio e Circulao: Conforme lei federal 5250 de 9/2/1967, artigo 2: livre a publicao e circulao no territrio nacional de livros, jornais e outros peridicos, salvo se clandestinos ou quando atentem contra a moral e os bons costumes; e lei de 31/12/1973. Regulamentao especfica e federal.

    So Paulo, Outubro/Novembro 2011

    Ano IV, n 57150 mil exemplares

    Distribuio Gratuita

    Norberto R. Keppe*Extrato do livro Escravido e Liberdade

    A Psicanlise, a Psicologia e a

    Psiquiatria

    Clareamento ou Dente Natural?

    As Doenas Orgnicas Tm Fundamento

    Psicolgico

    Melhore a Sade Estudando na

    MillenniumCludia Bernhardt de Souza Pacheco,psicanalista

    *Norberto Keppe fundador e presidente da SITA - Sociedade Internacional de Trilogia Analtica - (Psicanlise Integral), psicanalista, filsofo e escritor com mais de 30 livros publicados.

    Adquira seu exemplar!

    Loja Virtual: editoraproton.com.br

    No existe bem maior seno aquele quando o ser humano percebe

    seu mal.

    Vilma Aparecida Bazzo Lauer, clnica geral, mdica psicossomaticista

    Pg. 2 Pg. 3Pg. 2Pg. 2

    A Viso dos Erros o Caminho da Liberdade

    Egosmo e rispidez. O sr. estava enamorado de seu

    egosmo e rispidez, mas no fundo no quis retornar a eles.No existe bem maior, seno aquele, quando o ser humano perce-be seu mal, deixando que o bem pre-valea em sua existncia.

    Tenho a impresso que o maior bem que a psicanlise trouxe, foi a descoberta do inconsciente.

    Por que pensa assim? Acredito que pessoa alguma

    aceita com boa vontade ver suas pr-prias misrias.Quando Freud iniciou seu traba-lho, mostrando quantas desavenas

    Parece que sou bem pior do que pensava.

    O que acha que acontece? Quanto mais fao anlise, pior

    me vejo. como se a sra. estivesse ago-

    ra vendo um filme de terror, que no quisesse chegar at o fim assim nosso interior.A vida eterna ser semelhante ao bem ou ao mal que o ser huma-no praticou, porque ele ir carregar para l a mesma energtica que de-senvolveu aqui.

    Sonhei que procurava uma anti-ga namorada e no a encontrava.

    A que associa a antiga namorada?

    Por algum tempo eu quis me separar de minha esposa, mas agora ela quem mais deseja essa separao, disse o cliente em sua sesso de anlise.

    Ou agora o sr. v melhor que sempre teve vontade de se separar?

    Mas sou eu quem quer a sepa-rao?

    o sr. quem est falando. O sr. no disse do seu interesse por outra mulher?

    Neste caso, por que no quero ver que sou eu quem deseja cortar esse relacionamento?

    S para no desistir de se sepa-rar. Como o sr. deseja inconsciente-mente essa separao, se aceitasse tal conscincia no se separaria mais, indo contra essa vontade que sempre o dominou.

    apareciam com a prpria vida sexual, o ser humano encheu-se de pnico no querendo perceber que esse aspecto constitua apenas pano de fundo, escondendo toda a terrvel maldade que havia por detrs. Eu sempre comparo a hipocrisia

    como sendo uma maneira de escon-der toda a maldade humana.

    O sr. tem agora a ideia de que a funo da hipocrisia ainda pior do que se pensava.Notem os leitores que a colo-cao da hipocrisia mais no setor da sexualidade, foi uma forma de abrandamento da verdadeira reali-dade do ser humano, que no quis que aparecesse toda a sua ruindade.

    Antigamente eu tinha o hbito de confessar os meus pecados, princi-palmente os atinentes ao sexo, e ago-ra vejo que no me adiantou nada.

    Por que acha isso? Eu saa do confessionrio sentin-

    do-me perdoada, mas logo em segui-da praticava a mesma coisa.Os religiosos tinham a ideia de que havendo o arrependimento, o penitente iria se corrigir, e no que tal atitude iria contribuir para que ele voltasse a idntica atitude.

    Mrcia Sgrinhelli e Helosa Coelho, cirurgis-dentistas Sari Koivukangas, professora finlandesa da

    Millennium Unidade Chcara

    Todo o erro em que o ser huma-no deseja permanecer, ele o conser-va esquecido, para no ter que mu-dar criando um confronto entre o bem e o mal em seu ntimo esse o motivo da existncia da neurose, psicose ou doena fsica.

  • Melhore a Sade Estudando na Millennium

    As doenas orgnicas tm fundamento psicolgico

    Clareamento ou Dente Natural?

    J.S. paciente do sexo masculino, 30 anos, passou mal no trabalho numa se-gunda-feira. Seu encarregado trouxe-o at o P.S do hospital onde trabalho. J.S. estava agitado, ansioso, com os dedos das mos duros. No conseguia falar. Tentei acalm-lo e fui-lhe descreven-do seus sintomas. Acertei todos (boca seca, falta de ar, formigamento nos bra-os, mos e rosto, taquicardia e aperto no peito). Ele ficou seguro e se acalmou

    A cor natural dos dentes varia de pessoa para pessoa, e vai desde o branco-amarelado at o bran-co-acinzentado. Porm, na dcada de 90 iniciou-se nos EUA um movimento odontolgico em busca do branco total, que praticamente inexiste na natureza, incentivando em vrias partes o clarea-mento dos dentes vivos (polpados).Esse branqueamento com produtos qumicos tem efeitos como: aumento da sensibilidade e dor dos dentes; danos aos tecidos moles e duros da boca (irritao das mucosas, aumento da porosidade superficial e da friabilidade do esmalte, diminuio da sua microdureza); danos aos materiais restauradores (restaura-es feitas em dentes clareados esto mais sujeitas a terem microinfiltraes) e, o mais grave, efeito co-carcinognico (capaz de produzir cncer quando liga-do a outros fatores).

    Vilma Aparecida Bazzo Lauer, clnica geral, mdica psicossomaticista*

    * Formada pela Faculdade de Medicina de Catanduva com especializao em anato-mopatologia pela USP de Ribeiro Preto. Ttulo de especialista em Clnica Mdica pela Sociedade Brasileira de Clnica M-dica. Formao Trilgica pela Sociedade Internacional de Trilogia Analtica.

    quando eu lhe disse que o caso dele no era grave, e que ele estava somatizando (transferindo para o corpo) problemas emocionais que haviam surgido talvez no trabalho ou na casa dele. E, nesta abordagem psicossomtica, baseada na Psicanlise Integral de Norberto Keppe, o paciente acabou contando que no do-mingo ele tivera problemas com a espo-sa e a sogra (muitas desavenas), que ele no dormira noite e depois, na segun-da-feira, a esposa ligara ao seu trabalho dizendo uma srie de coisas desagrad-

    Se tudo isso acontece, afinal, por que muitos querem ainda alterar a cor natural dos dentes? A nosso ver, a explicao est no livro A Libertao de Norberto Keppe: Tudo o que existe carrega altssima dose de incrvel beleza, e permanecemos indefi-nidamente desejando reconstruir o mundo novamente, conforme nossos padres ima-ginativos, acabando por fazer uma obra que nem ns aceitamos. Na base dessa troca do natural pelo artificial est a teomania (desejo de ser deus no lugar do Verdadeiro) e a inver-so (advinda da inveja). Esses elementos da patologia psquica precisam ser cons-cientizados, para voltarmos a ter um n-vel de vida saudvel, aceitando a beleza de nossos dentes naturais.

    veis e a ele passou mal. O paciente foi embora calmo, sem medicao alguma, voltando para o trabalho. Este apenas um dos muitos casos cl-nicos que recebo no hospital, diariamente. um exemplo do tratamento de uma doena orgnica feito sem me-dicamentos, s pelo dilogo terapu-tico, baseado no mtodo de Keppe, que utilizo na minha prtica clnica. As enfermidades, sejam as mentais, as sociais e as orgnicas so o resultado dos problemas emocionais que o ser

    Sari Koivukangas, professora finlandesa da Millennium Lnguas - Unidade Chcara

    millennium-linguas.com.br

    Professora Sari, que leciona ingls, francs, finlands e sueco na Escola Millennium -

    Unidade Chcara Sto. Antnio, ajuda seus alunos a se desbloquearem para ter um

    desenvolvimento maior e mais rpido na lngua.

    Melhoras sensveis na sade, vida emocional, relacionamentos e trabalho foram relatadas pela maioria absoluta dos alunos da Millen-nium Lnguas que responderam a uma pesquisa para medir os resultados al-canados na escola atravs do Mtodo Psicolingustico, criado pelo psicanalista Norberto Keppe. Por esse mtodo, os alunos adqui-rem um autoconhecimento e cultura geral, que os capacitam a lidar melhor com os problemas, reduzindo o es-tresse e beneficiando a vida em geral. Veja a seguir os resultados e coment-rios dos estudantes:PERGUNTA 1: Voc tinha qualquer

    sintoma fsico ou psicolgico ou doen-a quando comeou na escola? Melho-rou de algum deles? 86% dos alunos

    responderam afirmativamente. Entre os sintomas constantes que tinham e mino-raram medida que se acalmavam es-to: dores de cabea, gastrites, insnia, dores de estmago, tenso muscular, bruxismo, hipertenso, entre outros.2: Voc sente qualquer diferena na

    sua vida depois que comeou a estu-dar na Millennium? 82% disseram que sim, todos num sentido positivo. Comen-trios: sinto-me bem aps cada aula; tenho mais pensamentos positivos, que ajudam contra depresso; adquiri me-lhor autoestima, aqui a gente aprende no s lnguas, mas a gramtica da vida.

    3: Voc sente qualquer melhora no seu relacionamento com pais, esposas, filhos, amigos ou colegas depois que comeou na Millennium? - 75% dos estudantes responderam sim. Comen-trios: entendo o comportamento dos outros melhor; sinto-me mais seguro para expressar meus sentimentos; pro-blemas com meu marido foram resolvi-

    humano injeta em seu interior atra-vs da censura, ms intenes, ideias e sentimentos ruins impedindo que as emoes e pensamentos saudveis inundem sua existncia.

    dos tenho mais pacincia, tolerncia e conscincia.

    4: Voc teve algum desenvolvimento no trabalho? 70% disseram sim. Co-mentrios: comecei a subir na carreira, porque passei a aceitar minhas qualidades e perceber meus erros; aprendi como li-dar com mudanas e valorizar o trabalho; aceitei o trabalho como algo bom, em vez de pesado;