Monografia Josilene Pedagogia 2011

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Pedagogia 2011

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  • 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAO-CAMPUS VIISENHOR DO BONFIM JOSILENE RIBEIRO BORGESA RELAO ENTRE AS EXPECTATIVAS E PARTICIPAO DOS PAIS NOPROCESSO DE ESCOLARIZAO DOS FILHOS COM NECESSIDADESESPECIAIS NA ESCOLA PEDRO CALMON, NO DISTRITO DE PILAR,JAGUARARI - BA.SENHOR DO BONFIM BA 2011

2. JOSILENE RIBEIRO BORGES A RELAO ENTRE AS EXPECTATIVAS E PARTICIPAO DOS PAIS NO PROCESSO DEESCOLARIZAO DOS FILHOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NA ESCOLA PEDRO CALMON,NO DISTRITO DE PILAR, JAGUARARI - BA.Monografia apresentada como pr-requisitopara concluso do curso de Pedagogia:Docncia e Gesto de Processos Educativos,pelo Departamento de Educao CampusVII da Universidade do Estado da Bahia UNEB.Orientadora: Prof Ms.. Rita de CssiaOliveira CarneiroSENHOR DO BONFIM BA2011 3. JOSILENE RIBEIRO BORGES A RELAO ENTRE AS EXPECTATIVAS E PARTICIPAO DOS PAIS NO PROCESSO DEESCOLARIZAO DOS FILHOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NA ESCOLA PEDRO CALMON,NO DISTRITO DE PILAR, JAGUARARI - BA.Aprovada em ______de ______________ 2011 _________________________________________________Prof. Ms. Rita de Cssia Oliveira Carneiro _________________________________________________ Avaliador(a) _________________________________________________ Avaliador(a) 4. Dedico este trabalho a todas as pessoasque possuem alguma limitao, seja elapermanente ou temporria; e queinfelizmente so tratadas na maioria dasvezes como ineficientes e no comodeficientes. 5. AGRADECIMENTOSAgradeo primeiramente a Deus, que me deu foras para que eu continuassee principalmente conclusse este curso.Esta monografia foi construda com o auxilio de pessoas muito importantesque no posso deixar de agradecer:Todas as colegas de curso.Todos os profissionais da UNEB, especialmente a minha orientadora Rita deCssia Oliveira Carneiro, pela pacincia, pela competncia e principalmente pelasua contribuio para a realizao deste trabalho.Agradeo Direo, a coordenao e aos professores da Escola MunicipalProfessor Pedro Calmon, por ter me recebido e contribudo de maneira significativae determinante para a realizao desta pesquisa.Aos meus pais, Lucilene e Jos Ribeiro, pois cuidaram muito bem dos meusfilhos, Maria Clara e Felipe durante o tempo que tive que pesquisar e construir estetrabalho, e por tudo que fazem por mim.No posso deixar de agradecer a Marcos Welby que contribuiu para arealizao deste trabalho, revisando, dando opinies e sendo responsvel inclusivepela temtica abordada neste trabalho.Agradeo a todos e me sinto muito feliz por ter sido sempre bem recebida,bem acompanhada e muito bem orientada. Esta uma etapa da minha vida eformao que vai ficar marcada para sempre.A todos, obrigada por tudo. 6. Quando plantamos alface e ela nocresce bem, no pomos a culpa na alface.Investigamos os motivos que a levaram ano se desenvolver. Pode ser que elaprecise de mais adubo, de mais gua oude menos sol. Nunca pomos a culpa naalface... se soubermos como cuidar daspessoas, elas tambm se desenvolvero,como a alface.Thich Nhat Hanh 7. RESUMOApresentamos este trabalho monogrfico a partir da pesquisa realizada na EscolaMunicipal Professor Pedro Calmon, no Municpio de Jaguarari-Ba, que teve comoobjetivo compreender a relao entre expectativas e participao dos pais noprocesso de escolarizao dos filhos com necessidades especiais. Para o alcancedo objetivo proposto utilizamos a observao participativa, a entrevista semi-estruturada e o questionrio fechado. A partir da utilizao desses instrumentosaplicados com os sujeitos da pesquisa que foram dez professores e quatro pais dealunos. Analisamos os dados coletados norteados pela contribuio dos seguintesautores: Sassaki (1997), Mantoan (1997), Correa (1993), Buscaglia (2002), Ferreira(2003), Glat (2003), entre outros. Ao analisar as declaraes podemos afirmar queos pais criam expectativas em relao escolarizao dos seus filhos, mas, noentanto a maioria no participa da vida escolar de seu filho. E principalmente queenquanto a lei garante a prtica nega no que se refere incluso escolar, pois existeum descrdito tanto no desenvolvimento da aprendizagem das crianas comnecessidades especiais, como tambm na socializao das mesmas. A escola estaberta a receber esses pais, e junto com eles identificar os fatores que dificultam oprocesso de escolarizao dessas crianas, no entanto essa procura e preocupaodos pais em melhorar o atendimento escolar de seu filho na maioria das vezes noacontece.Palavras-Chave: Educao inclusiva, pais, professor e crianas com necessidadesespeciais. 8. SUMRIOINTRODUO............................................................................................................10CAPTULO I1. EDUCAO INCLUSIVA E AS RELAES ENTRE FAMLIA E ESCOLA:SITUANDO A QUESTO.....................................................................................................13CAPTULO II2. EDUCAO INCLUSIVA:AS RELAES ENTRE FAMLIA E ESCOLA NO PROCESSO DEESCOLARIZAO DAS CRIANAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS.......................................212.1 CARACTERIZANDO A EDUCAO INCLUSIVA..................................................................212.2 AS LEIS QUE REGULAMENTAM A INCLUSO..................................................................242.3 O CONCEITO DE DEFICINCIA.....................................................................................27 2.3.1 SNDROME DE DOWN.........................................................................................28 2.3.2 DEFICINCIA FSICA ..........................................................................................29 2.3.3 DEFICINCIA MENTAL........................................................................................292.4 OS PAIS: PERSPECTIVAS E PARTICIPAO NO PROCESSO DE ESCOLARIZAO..............30CAPTULO III3. TRILHA METODOLGICA: DEFININDO OS CAMINHOS DA PESQUISA...........................33 3.1 OBSERVAO PARTICIPANTE.................................................................................35 3.2 ENTREVISTA SEMI-ESTRUTURADA ..........................................................................36 3.3 QUESTIONRIO FECHADO......................................................................................37CAPTULO IV4. ANALISANDO AS EXPECTATIVAS E A PARTICIPAO DOS PAIS DECRIANAS COM NECESSIDADESESPECIAIS NO PROCESSO DEESCOLARIZAO DE SEUS FILHOS: O QUE APONTAM OS DADOS..............................394.1 OS CONTATOS INICIAIS E AS ENTREVISTAS APLICADAS..................................................40 4.1.2 O PERFIL DOS PROFESSORES ENTREVISTADOS.....................................................40 4.1.3 O PERFIL DOS PAIS DOS ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS...........................41 9. 4.1.4 A PTICA DOS PROFESSORES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAO DOS ALUNOS ESPECIAIS..................................................................................................................41 4.1.5 O QUE EXIGEM OS PAIS NO PROCESSO DE ESCOLARIZAO DOS FILHOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS...........................................................................................49 4.1.6 A RELAO ENTRE AS EXPECTATIVAS E PARTICIPAO DOS PAIS NO PROCESSO DE ESCOLARIZAO DOS SEUS FILHOS...............................................................................53CONSIDERAES FINAIS.........................................................................................56REFERNCIAS............................................................................................................59ANEXOS 10. INTRODUOEmbora haja avanos no conceito de incluso, os preconceitos e esteretiposacerca das pessoas com deficincia foram construdos culturalmente, determinandoe expressando as atitudes e aes no contexto em que estamos inseridos. Essasbarreiras so por vezes, evidenciadas pelos mecanismos de negao daspossibilidades dessas pessoas, fortemente firmados no conceito de limitao eincapacidade, existentes ainda em nosso meio. E esse o desafio que a escolainclusiva se prope a romper.Perdurou por muito tempo o atendimento assistencialista para as pessoascom necessidades especiais. Vrios documentos e discusses so feitos e voltadospara que a incluso dessas pessoas tanto no meio social como no ambiente escolaracontecesse. A dcada de 90 foi a dcada da Educao Para Todos e em 1994 aDeclarao de Salamanca promulga o modelo inclusivista e as escolas regularesdevem acomodar as crianas independentemente de suas condies fsicas,sociais, emocionais, lingsticas ou outras (BRASIL, 2006, p.330).O Plano Nacional de Educao Lei n. 10.172/2001, traz a perspectiva de queum avano que a dcada da educao deveria produzir seria a construo de umaescola inclusiva que garanta o atendimento diversidade humana.A Conveno de Guatemala (1999) que foi promulgada no Brasil pelo Decreton. 3.956/2001 afirma que as pessoas com deficincia tm os mesmos direitoshumanos e liberdades fundamentais que as demais pessoas, e define comodiscriminao com base na deficincia toda diferenciao ou excluso que possaimpedir ou anular o exerccio dos direitos e suas liberdades fundamentais. Apesar de existirem diversas leis e de documentos para que a incluso daspessoas com deficincia se efetive, os pais dos alunos com necessidades especiaisdevem ter a conscincia de que devero ser os primeiros a lutarem por umacondio melhor de vida para seus filhos. 11. Com base no exposto acima partimos em busca da nossa inquietao que foicompreender a relao entre expectativas e participao dos pais no processo deescolarizao dos filhos com necessidades especiais na Escola Municipal ProfessorPedro Calmon no Distrito de Pilar, municpio de Jaguarari-BA. O objetivo foi identificar quais as expectativas e participao dos pais emrelao ao processo de escolarizao de seu filho na escola regular e para subsidiarnossa pesquisa foi preciso ouvir tambm os professores para que assimpudssemos enumerar medidas que os pais tomam junto escola e noutroscontextos tendo em vista as suas expectativas e identificar fatores apontados pelospais e pela escola que contribuem