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Noroeste Agora - Edição Maio 2010

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Edição nº04.

Text of Noroeste Agora - Edição Maio 2010

  • INAUGURADA RODOVIA EM VARRE-SAIO municpio de Varre-Sai recebeu no ms de abril a visita dos governadores Srgio Cabral Filho (do Rio de Janeiro) e Paulo Hartung (do Esprito Santo) para inaugurao da rodovia que liga os dois estados. Na oportunidade o Prefeito Eve-rardo Ferreira aproveitou para reforar o pedido de outras melhorias para a sua cidade ao Governo do Estado. O gover-nador Paulo Hartung falou da alegria de ver um sonho realizado. Esta obra representa um marco na vida dos dois es-tados. Meu pai sempre sonhou com esta rodovia. Agradeo muito a voc Srgio Cabral. Alm do escoamento da produ-o, ns vamos reduzir muito as distn-cias. Agora, o povo do Rio de Janeiro vai ficar bem mais perto das praias do nosso Esprito Santo. um dia de muita alegria e felicidade para os Capixabas e os Ca-riocas, disse Hartung.

    Pgina 3 Prefeito Everardo Ferreira e Governador Srgio Cabral: Parceria com obras

    Lo Bil: Ol CompanheirosQuem no est apaixonado no vai nem na esquina...

    Elizabeth Ribeiro:Futebol e Poltica: Realidades NacionaisEm Natividade j tem gente sonhando muito...

    Mara Ramos:Candidato a EstagirioH trs verdades na vida...

    Pgina 10

    Festa de AbrilConfira os clicks da festa de Varre-Sai.

    Pgina 9

    Jefinho FaraConfira os melhores momentos do evento que lotou o Aliba Bar de Natividade.

    Quanto o seu municpio recebeu?Acompanhe os repasses do Estado e da Unio para o seu municpio. Pgina 8

    Enquete Portal NatividadeInternautas acreditam ter jogado seu voto fora.

    Pgina 4

    UNIVERSIDADE IGUAUJustia Federal suspende vestibular de medi-cina da Unig em Itaperuna.

    Pgina 3

    CAMPEONATO RURAL 2010A Prefeitura de Natividade divulgou a tabela

    com os jogos do Ruralzo 2010.

    Posturas MunicipaisRegras de boa convivncia.

    Pgina 6

  • MAIO DE 2010 2Clickando Leitores...

    por Studio Mu

    OPINIO

    A luta pela democratizao e o aumento da transparncia no processo eleito-ral brasileiro teve como ponto alto, no ano de 2002, a criao do Movimento de Combate Corrupo Eleitoral Lei 9840 (MCCE).

    No plano nacional, o Movimento representado pelo Comit Nacional, in-tegrado pela Conferncia Nacional dos Bispos do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil, Associao Juzes para a Democracia, Associao Brasileira de Magis-trados, Procuradores e Promotores Eleitorais, Associao dos Magistrados Bra-sileiros, Associao Nacional dos Procuradores da Repblica e Critas Brasileira, entre outras.

    Nos Municpios, bairros ou empresas o MCCE se organiza sob a forma de Comits 9840, que nada mais so que redes informais de entidades (igrejas, asso-ciaes, sindicatos, clubes de mes, grupos de jovens, grmios estudantis etc.).

    Para criar um Comit 9840 no se exige nenhuma formalidade em especial. Basta reunir todos os interessados, de preferncia pessoas engajadas em organi-zaes da sociedade civil como as acima mencionadas, j que estas possuem ex-perincia de trabalho coletivo e esto acostumadas a enfrentar problemas como os que surjam pelo caminho.

    A principal funo desses comits orientar a comunidade sobre a impor-tncia do exerccio livre do direito de votar. Para isso vale visitar escolas, clubes, bairros e promover atos pblicos de divulgao da Lei de Combate Corrupo Eleitoral, a Lei 9840.

    muito importante que esses comits busquem articulao com o Minist-rio Pblico e a Justia Eleitoral da comunidade. Grandes parcerias podem surgir quando a sociedade civil e a Justia Eleitoral abraam juntas a luta pelo aumento da lisura no processo eleitoral.

    O maior mrito da Lei 9840 no de natureza jurdica, mas tem a ver com a maneira com que as pessoas compreendem o processo eleitoral. Numa comuni-dade onde todos esto espera das eleies para vender seu voto, pode-se espe-rar que os polticos sejam todos pessoas desonestas, dispostos a se aproveitar da situao para chegar ao poder e, assim, promover o desvio dos recursos pblicos. Numa situao como essa, os homens de bem evitam participar da poltica, j que no esto dispostos a praticar a corrupo.

    A compra de votos, nos rinces e bairros pobres do Pas, muitas vezes con-fundida com a prpria poltica. H quem pense: chegou a nossa oportunidade de tirar alguma coisa desses corruptos. Na verdade, essas posturas contribuem para reafirmar o espao da poltica como um lugar exclusivo para pessoas de mau carter.

    Com a divulgao da Lei 9840 e a criao dos COMITS 9840 inicia-se o processo de quebra desse inquietante vinculo cultural. Um grande nmero de pessoas vem descobrindo a ilegalidade existente nos atos de corrupo eleitoral. Os candidatos e seus apoiadores que fazem uso de meios ilegais para obter votos deixam de ser vistos como pessoas caridosas e passam a ser vistos como o que realmente so: corruptores da vontade eleitoral de pessoas carentes.

    Em quase todo o Brasil, o Vereador, o Prefeito e o cabo eleitoral atuam como verdadeiros despachantes, encarregados permanentes da soluo de problemas particulares daqueles que constituem a sua base. Esses problemas podem se re-velar a qualquer tempo e parece ser um dever do lder poltico solucion-los. s vezes falta um remdio, um dinheiro, um caixo, a segunda via da certido de nascimento, uma ficha para atendimento mdico.

    Tudo isso caracteriza corrupo eleitoral e deve ser denunciado ao Ministrio Pblico to logo esse fato chegue ao seu conhecimento.

    Desde a aprovao da Lei 9840, foram cassados por compra de votos, 4 go-vernadores; 6 senadores; 8 deputados federais; 13 deputados estaduais; 508 pre-feitos e vices; 84 vereadores; perfazendo 623 cassaes at as eleies de 2006.

    Em quase todo o Brasil, o Vereador, o Prefeito e o cabo eleitoral atuam como verdadeiros despachantes, encarregados da soluo de problemas

    particulares daqueles que constituem a sua base

    Cidadania e Eleies

    Publicao autorizada pelo Comit Nacional do Movimento de Combate Corrupo Eleitoral (MCCE)

    As opinies emitidas por nossos colaboradores so de sua inteira responsabilidade e no re-fletem necessariamente o nosso ponto de vista. permitida a reproduo total ou parcial das matrias desde que citada a fonte.

    na internet:www.noroesteagora.com.brtwitter.com/noroesteagorae-mail:[email protected]@[email protected]

    EXPEDIENTE

    editor: Thiago Ramoseditor de contedo: Marcelo Abibdireo de contedo: Andr Arajodireo comercial: Elizabeth Ribeiro (Natividade), Rita Ramos (Varre-Sai)colaboradores: Camilo de Lellis, Elizabeth Ribeiro, Lo Bil e Mara Ramos

    Jornalista Responsvel: Thiago RamosDRT:000004/08/03

    Copyright - Studio MuCNPJ: 882706/0001-4011

    CEP: 28375-000 // Tel: (22) 3843-3321

    Diagramao: www.studiomu.com.br

  • Governador Srgio Cabral visita Noroeste e anuncia mais obrasMAIO DE 2010 3

    A Justia Federal manteve a sus-penso dos efeitos do vestibular de 2009 do curso de medicina da Uni-versidade Iguau (Unig), campus Itaperuna (RJ). No incio de maro, a juza federal substituta Luciana Cunha Villar, de Campos (RJ), confirmou li-minar deferida Unio que suspende os efeitos do processo seletivo realiza-do pela instituio fluminense e impe-de a admisso de novos alunos at que sejam saneadas as deficincias verifi-cadas pelo Ministrio da Educao.

    O curso de medicina da Universi-dade Iguau um dos que se encon-tram sob superviso do MEC. Em 2008, o Ministrio determinou, como medida cautelar, a suspenso do in-gresso de novos alunos no curso.

    Dessa forma, a Unig no poderia abrir processo seletivo nem aceitar estudantes por transferncia ou ou-tras formas de admisso. Apesar de notificada, a instituio descumpriu a determinao do Ministrio e realizou

    vestibular em 2009. A Unio, ento, ajuizou ao civil pblica para garantir o cumprimento da medida cautelar, buscando impedir o ingresso de novos alunos at que sejam saneadas as defi-cincias identificadas pelo MEC.

    Trechos da deciso destacam a im-portncia da medida para a qualidade do ensino: No se trata de mero di-reito patrimonial disponvel daque-les que pretendem cursar Medicina, como alega a r em sua contestao. Trata-se, pela natureza do objeto, de direito coletivo, posto que a popula-o em geral ser atendida pelos futu-ros profissionais mdicos. Ademais, a garantia de padro de qualidade de ensino superior considerada de responsabilidade do Estado pelo art. 209, da Constituio Federal (...) Face ao exposto, JULGO PROCE-DENTE O PEDIDO, para confirmar a liminar que suspendeu os efeitos do vestibular para o ano de 2009, bem como determinar que a r se abstenha

    de admitir o ingresso de novos alunos por quaisquer outros processos seleti-vos ou de transferncia, at que sane todas as deficincias verificadas, sen-do necessrio o reconhecimento desta condio pelo rgo competente, com as devidas avaliaes pelo Ministrio da Educao.

    SUPERVISO Iniciada em 2008 pela Secretaria de Educao Superior, a superviso especial dos cursos de medicina foi motivada por indicado-res de qualidade insatisfatrios de 17 cursos no Exame Nacional do De-sempenho de Estudantes (Enade) de 2007. Outros trs cursos de medicina que haviam sido alvo de denncias foram includos no processo de super-viso especial.

    Aps avaliao da comisso de especialistas que acompanha o caso, 15 instituies assinaram termos de saneamento de deficincias com o MEC, comprometendo-se a executar as medidas acordadas. Alm disso, o

    Ministrio determinou medidas cau-telares de reduo do nmero de va-gas ou suspenso de ingresso de novos alunos nos casos mais graves. A redu-o de vagas nesses cursos chegou a quase 60%: as 1.260 vagas oferecidas anualmente pelas instituies foram reduzidas a 530 ingressos anuais.

    Em nota oficial, a reitoria afirma que a UNIG vai recorrer da deciso

    pelos meios apropriados. Afirma ain-da que Tais medidas no assombram a NOVA UNIG, que no tem outro propsito que o de oferecer Cursos de