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  • 1.

    NORMA

    TCNICA

    CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIO E PROTEO

    DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE

  • DONOR - NTE 010 5. Edio DPE/PPE 19/06/07

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    SISTEMA DE DOCUMENTOS NORMATIVOS SUBSISTEMA DE NORMAS TCNICAS

    NORMA DE CAI XAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIO E PROTEO

    OBJETIVO

    Estabelecer os critrios e as exigncias tcnicas mnimas relativas aprovao de modelo, fa-bricao e recebimento de caixas para equipamentos de medio e proteo, utilizadas nos pa-dres de entradas de servio de unidades consumidoras na rea de concesso desta conces-sionria.

    2. AMPLITUDE

    Esta Norma aplica-se, externamente, aos fabricantes de caixas para equipamentos e proteo e medio, e internamente aos setores responsveis pela inspeo e recebimento destas caixas.

    3. CONCEITUAO

    De acordo com o tipo de fornecimento, so padronizados os seguintes tipos de caixas:

    3.1. Caixa Tipo FM

    Destinada a alojar medidores monofsicos de 120 V ou 240 V, em padres monofsicos que atendem UCs urbanas e rurais;

    3.2. Caixa Tipo FP

    Destinada a alojar medidores bifsicos e trifsicos de 120 A, e disjuntor de at 100 A, em padres que atendem UCs urbanas e rurais do tipo B1, B2, T1, T2 e, T3

    3.3. Caixa Tipo TC-1

    Destinada a alojar transformadores de corrente de at 400 A, usada em conjunto com a Caixa Tipo MI ou MH;

    3.4. Caixa Tipo TC-2

    Destinada a alojar transformadores de corrente de at 800 A, usada em conjunto com a Caixa Tipo MI ou MH;

    3.5. Caixa Tipo CP

    Destinada a alojar disjuntores em padres individuais do tipo M1, M2, B1, B2, T1, T2 e T3, quando a medio for instalada nos postes da rede de distribuio;

    3.6. Caixa Tipo FP-1

    Destinada a alojar medidores de 200 A em padres que atendem UCs trifsicas urbanas e rurais do tipo T4, T5 e T6 com medio direta;

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    3.7. Caixa Tipo QP-4

    Destinada a alojar at 4 disjuntores, quando a medio for no poste da rede, para atendi-mento a edifcios de uso coletivo e padres agrupados;

    3.8. Caixa Tipo QP-8

    Destinada a alojar at 8 disjuntores, quando a medio for no poste da rede, para atendi-mento a edifcios de uso coletivo e padres agrupados;

    3.9. Caixa Tipo MH

    Destinada a alojar medidores em unidades consumidoras horo-sazonais atendidas por RD`s rurais;

    3.10. Caixa Tipo MI

    Destinada a alojar medidor de energia ativa e demanda e medidor de energia reativa, em padres com medio indireta atendidos por RD`s urbanas;

    3.11. Caixa Tipo DJ-1

    Destinada a alojar disjuntor de 100 a 225 A, em padres T4, T5 e T6

    3.12. Caixa Tipo DJ-2

    Destinada a alojar disjuntor a partir de 225 A, quando necessrio em padres de medio indireta em BT.

    3.13. TERMINOLOGIA E DEFINIES

    3.13.1. Caixa para equipamento de medio

    Caixa metlica com dispositivo para lacre destinada instalao de medidor(es) de energia eltrica e seus acessrios.

    3.13.2. Tampa da caixa

    Parte componente da caixa, extravel, destinada a permitir livre acesso parte in-terna da caixa.

    3.13.3. Visor

    Abertura na tampa da caixa, destinada a permitir a leitura dos registros dos medi-dores

    3.13.4. Gaxeta do Visor

    Pea de borracha, instalada no visor ou no vidro do visor, destinada vedao do mesmo.

    3.13.5. Parafuso de aterramento

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    Parafuso destinado a efetuar a conexo da caixa com o sistema de aterramento do padro de entrada.

    3.13.6. Dispositivo de fixao do vidro do visor

    Pea metlica destinada a fixar o vidro do visor tampa da caixa.

    3.13.7. Dispositivo de selagem

    Componente metlico na caixa e na tampa da caixa, destinado a permitir a insta-lao de lacre por parte da concessionria.

    3.13.8. Quadro de madeira

    Pea feita de madeira de compensado laminado, imunizado, fixada no fundo das caixas atravs de parafusos, destinada a fixar os medidores de energia eltrica, disjuntores ou outros equipamentos acessrios.

    4. PROCEDIMENTOS

    4.1. CARACTERSTICAS CONSTRUTIVAS

    4.1.1. Material

    O corpo e a tampa das caixas devem ser confeccionados em chapa de ao n. 18 USG ( 1,2 mm), no mnimo, salvo quando houver outra indicao.

    Outros materiais (exceto madeira), tais como resina de polister reforada com fi-bra de vidro, alumnio ou ao inoxidvel, no esto descartados mas devero ser submetidos prvia aprovao desta concessionria.

    4.1.2. Dimenses

    As dimenses dos corpos e das tampas das caixas, dos furos e demais componentes das mesmas esto mostradas nos desenhos anexos.

    4.1.3. Dispositivos para selagem

    Com exceo das Caixas Tipo QP-4 e QP-8, todas as outras caixas devem ser pro-vidas de dispositivo para lacre conforme mostrado e detalhado nos respectivos de-senhos.

    4.1.4. Montagem

    As junes das chapas devero ser feitas somente com solda a ponto, com espaa-mento mnimo entre pontos de 0,5 cm. Quando no for possvel o uso da solda a ponto (por ex: nas dobras da chapa, em terminaes), dever ser utilizada a solda com eletrodo evitando-se soldas grossas e mal acabadas.

    Em todas as junes com dobras, nas paredes da caixa ou da tampa, no devero existir espaos vazios, esses devero ser preenchidos atravs de solda com eletrodo.

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    A montagem dever ser feita de maneira tal que impossibilite a entrada de gua de chuva no interior da caixa

    4.1.5. Fixao de parafusos e demais componentes fixos

    Os parafusos e/ou outros componentes que devero permanecer imveis, fixados nas tampas ou corpos das caixas, devero ser fixados com solda a ponto. Nesses ca-sos os espaamentos entre os pontos podero ser diferentes de 0,5 cm, sem entre-tanto prejudicar a fixao.

    4.1.6. Vidro do visor

    O vidro do visor deve possuir as dimenses do visor acrescidas de, no mnimo, 1 (um) centmetro para possibilitar o seu encosto no corpo da tampa.

    O vidro deve ser plano e liso, com espessura mnima de 3 mm e ser aparelhado con-tra rebarbas ou outras irregularidades que possam danificar a gaxeta de vedao do visor.

    4.1.7. Gaxeta de vedao do visor

    A gaxeta de vedao do visor deve ser de borracha vulcanizada com seco em U (para encaixar-se no vidro), para uso ao tempo, na cor cinza ou preta.

    4.1.8. Parafuso de aterramento

    O parafuso de aterramento das caixas deve ser de ao- M6x40, fixado atravs de solda por ponto na caixa, como mostrado nos desenhos, e ser provido de 3 (trs) porcas sextavadas.

    4.1.9. Tampa da caixa

    A tampa deve acoplar-se ao corpo da caixa de forma firme e uniforme, atravs de encaixes internos, sem deixar aberturas ou salincias, formando um todo compacto e rgido.

    4.1.10. Identificao

    As caixas devem ser identificadas com marcas claras e indelveis, gravadas em al-to ou baixo relevo, na tampa e no corpo com os seguintes dizeres:

    nome e/ou marca comercial do fabricante;

    ms e ano de fabricao.

    4.1.11. Proteo contra corroso

    As caixas devem ser desengraxadas, decapadas ou jateadas com areia, recebendo em seguida uma demo de tinta anti-ferruginosa.

    Aps isso, devem receber uma pintura de fundo (primer) constituda de duas de-mos com espessura mnima de 30 m por demo.

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    4.1.12. Pintura

    Ao corpo da caixa e a(s) tampa(s) devem ser aplicadas duas demos de tinta es-malte sinttico na cor cinza claro ( Padro Munsell n. 5) com espessura mnima de 35 m por demo.

    4.1.13. Fundo de madeira

    As caixas ( excluindo-se as caixas tipo TC-1 e TC-2) devem ter internamente, no fundo da caixa, uma placa de madeira com as dimenses mostradas nos desenhos, onde sero fixados os medidores, disjuntores e outros acessrios que forem neces-srios.

    A placa de madeira deve ser fixada no fundo da caixa atravs de parafusos com porcas e arruelas. Os parafusos devem ser fixados por solda no fundo da caixa.

    As arruelas e porcas dos parafusos no devem atrapalhar a posio correta dos medidores, disjuntores ou outros equipamentos auxiliares.

    A madeira a ser utilizada o compensado imunizado, deve ter espessura mnima de 1,5 cm e ser seca, isenta de farpas e aparelhada.

    4.1.14. Caixas para transformadores de Corrente (Caixas Tipo TC-1 e TC-2)

    As caixas para alojar transformadores de corrente devem possuir componentes que possibilitem a instalao dos transformadores de corrente sem dificuldade, com firmeza e segurana.

    Os suportes dos TCs, onde os mesmos ficam fixos atravs de parafusos, arruelas e porcas, devem ser fabricados em chapa n. 13 USG (2,25 mm), bem como as partes fixas nas quais se prendem os suportes dos transformadores.

    1. Todos os componentes fixos