Número 216

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2a Edio Maro 2011

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  • ANO 13 / Nmero 216 / 2a edio de Maro de 2011 / New York - USA

  • ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTAR O MENSAGEIRO!02

  • 7 03ONDE ESTIVER UM BRASILEIRO, ALI ESTAR O MENSAGEIRO!

    Sempre num lugar por onde passavam muitas pes- soas, um mendigo sentava-se na calada e ao lado colocava uma placa com os dizeres: Vejam como sou feliz! Sou um homem prspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residncia, vivo conforta-velmente, sou um sucesso, sou saudvel e bem humo-rado.Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros at davam-lhe dinheiro. Todos os dias, an-tes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior. Numa bela manh, um importante e arrojado executivo, que j o observava h algum tempo, aproximou-se e lhe disse: Voc muito criativo! No gostaria de colabo-rar numa campanha da empresa?Vamos l. S tenho a ganhar!, respondeu o mendigo.Aps um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa. Da para frente sua vida foi uma seqn-cia de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos s-cios majoritrios.Numa entrevista coletiva imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair damendicncia para to alta posio. Contou ele :-Bem, houve poca em que eu costumava me sentar nas caladas com uma placa ao lado, que dizia: Sou um nada neste mundo! Ningum me ajuda! No tenho onde mo-rar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! No consigo um msero emprego que me renda alguns trocados ! Mal consigo sobreviver!As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: Tudo que

    voc fala a seu respeito vai se reforando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que YRFrQmRJRVWHGHVXDDSDUrQFLDDUPHVHERQLWR3RUmais pobre que seja voc , diga a si mesmo e aos ou-tros que voc prspero.Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a per-der, decidi trocar os dizeres da placa para: Vejam como sou feliz! Sou um homem prspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residncia,vivo confortavelmente, sou um sucesso,sou saudvel e bem humorado.E a partir desse dia tudo comeou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, at que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Po-der das Palavras. O Universo sempre apoiar tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabar se manifestando em nossa vida como reali-dade.(QTXDQWR DUPDUPRV TXH WXGR YDLPDO TXH QRVVD DSD-UrQFLDpKRUUtYHOTXHQRVVRVEHQVPDWHULDLVVmRtQPRVD WHQGrQFLDpTXHDVFRLVDVTXHPSLRUHVDLQGDSRLVRUniverso as reforar. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenas.Uma reprter, ironicamente, questionou: O senhor est querendo dizer que algumas palavras escritas numa VLPSOHVSODFDPRGLFDUDPDVXDYLGD"Respondeu o homem, cheio de bom humor: Claro que no, minha ingnua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas! Helio dos Santos Filho - Editor

    Ol leitor amigo, recebi esta via internet e quero compartilhar com voc.Tenho a certeza que voc vai gostar tambm!

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    EDITORIAL - Acredite Se Quiser Por: E. Burity

  • 704 ARTIGO

    A histria humana tem sido como que uma s pgina de indivis-veis sofrimentos e de agonias inenarrveis. Para E. Bersier, o sofrimento o mais universal, o mais individual, o mais antigo e o mais atual de todos os proble-mas. A origem do nosso abando-no e do nosso cansao, da nossa fragilidade e de nossa misria e da morte, reside no momento de incrvel fraqueza dos nossos pri-meiros pais ante o divino, promul-gado pelo Criador.O sofrimento, herana terrvel e angustiosa, , portanto um patri-mnio dos sculos passados e o ser tambm deste e dos futu-ros, at os ltimos dias. Zeno, OyVRIR JUHJRGR VpFXOR D&foi o fundador do estoicismo, que pregava a impassibilidade ante o VRIULPHQWR(StFXURRXWUROyVRIRJUHJRGRVpFXORD&PDQGDYDseus discpulos esquecerem a dor pelas lembranas dos prazeres passados. E se a dor for mais for-te? Pergunta um seguidor. Nesse caso, seria melhor o suicdio. So-luo prtica, sumria. J outras escolas e sistemas confessam, FRPHORTrQFLDRVLJQLFDWLYRVL-lncio, sua importncia diante do

    sofrimento humano.Rubens Lopes, no livro Ao-Por-'R6RO DUPDTXH R VRIULPHQ-to far o homem desequilibrar-se como se lhe fugisse o cho, a no ser que essa fora se oponha a outra: a f. Se o sofrimento puxa para baixo, a f arrebata para cima, concluiu. Vinet complemen-

    ta, dizendo que o infortnio obs-curece o mundo visvel; mas abre em ns aquela viso interior com a qual se v o invisvel. Outra vez somos conduzidos ao regao de Jesus Cristo, que diz: Vinde a mim todos vs cansados e opri-midos e eu vos aliviarei. No se turbe o vosso corao: credes em

    Deus, crede tambm em mim.A experincia humana tem se convertido em vale de lgrimas. Contudo, foi o Varo de dores quem nos visitou para trazer-nos vida e esperana. Uma dor nica, incomparvel, inexprimvel, onde todos, de todas as geraes, po-dem, saciar a sede e cuja gua renova e fertiliza o solo mais ri-do. Os homens tm sofrido hor-rores; casamentos infelizes, de-sajustes familiares, desiluses, aspiraes insatisfeitas, doena sem cura, saudades insuport-veis. Verdadeiros estrepes cra-vados na alma. Porm o aspecto da dor transforma-se sob a cruz, com sua ignomnia e seu horror FUX] TXH VLJQLFD HVFkQGDOR Hloucura) em esperana e vitria para os que crem naquele so-frimento que ultrapassou toda a medida, no havendo outro que se lhe compare.O sofrimento traz, ao esprito FRQWXUEDGRDViELDUHH[mRTXHnada h que o dissipe, a no ser Jesus Cristo, o qual, feito homem de carne e osso, sofreu e morreu para que ns, os homens tivsse-PRVYLGD

  • 7 05EVANGELISMO

    Voc j perdeu alguma vez a cha-ve da casa ou do carro ou de al-guma coisa que estava fechado? 4XHPVDEHYRFrDWpFRXSURFX-rando esta chave durante vrias horas, e como bom foi quando voc a encontrou. Olhe, assim sucedeu na vida de uma jovem que estudava em uma universidade no Estado de So Paulo, Brasil.Certo dia, seu pai que muito a amava, mandou fazer uma chave H[WUDGRFDUURGDOKDHFRORFRX--a dentro de sua bolsa, mas no teve tempo de avis-la. No passou muito tempo esta jo-vem estava em sua escola fazen-do pesquisas e estudando, no percebendo que as horas se fo-UDPHSUDWLFDPHQWHFRXVyQuando resolveu ir embora, no-tou que o ptio do estaciona-mento estava totalmente deserto quelas horas da noite,. Ela per-FHEHXTXHQmRVHHQFRQWUDYDVypois comeou a ouvir passos que vinham em sua direo, e cada vez mais rpido. Ento, observou que era um gru-po de homens. Amendrontada comeou a correr e acabou dei-

    xando as chaves do carro carem pelo caminho. Apavorada, continuou corren-do em direo do seu veculo e aqueles homens chegavam mais perto para fazer algum mal. Percebendo que no tinha mais a chave em sua mo, procurou-a dentro de sua bolsa e encontrou a chave extra que seu pai havia mandado fazer, e assim, conse-guiu entrar em seu carro e sair salva daquele lugar, fugindo da-queles malfeitores. 6yGHSRLVHODGHVFREULXTXHRVHXamado pai havia feito uma chave extra que salvou-lhe a vida. Assim tambm, o nosso DEUS e PAI TODO PODEROSO, por nos amar demais fez uma CHAVE SDUDFDGDXPGHQyVTXHVHFKD-ma: ORAO.E assim nos diz a Palavra de DEUS em Romanos 10:13 Por-tanto, todo aquele que clamar o nome do SENHOR ser salvo. Voc j experimentou abrir uma porta fechada em sua vida atra-vs da Orao ao nosso DEUS e PAI, em Nome de JESUS? Continua na pgina 6

    o SENHOR JESUS o que tem a chave que abre e ningum fecha, que fecha e ningum pode abrir (Apocalipse 3:7)

  • Continuao da pgina 5Voc se lembra que um dos la-GU}HV TXH HVWDYD FUXFLFDGRao lado de JESUS fez uma sim-ples orao dizendo: SE