Pneumologia - Antônio Duarde

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  • 7/28/2019 Pneumologia - Antnio Duarde

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    Pneumologia

    Prof. Antnio Duarte

    Abordagem Funcional

    Oito passos para o sucesso no processo de mudana

    1. Crie a noo de urgncia

    Demonstre a necessidade. Ajude os outros a ver a

    necessidade de mudana e atue imediatamente.

    2. Juntos construindo um time.

    Certifique que exista um grupo forte e motivado para

    promover a mudana. Reconhea no lder, o fluxo das

    aes, credibilidade, carisma, autoridade, lgica analtica.

    DECIDA O QUE FAZER

    3. Desenvolva uma nova viso e estratgia.

    Mantenha clara a viso de que o futuro ser diferente,

    melhor. E que podemos transformar o futuro em

    realidade.

    FAA ACONTECER

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    Existe o risco de que a Fisioterapia seja considerada

    meramente como uma lista de tcnicas e procedimentosse no for integrada na histria do pensamento

    profissional e da experincia do movimento humano.

    Richardson B.

    Practice, research and education what is the link?

    Physiotherapyrma de realizar as coisas, at que o novoesteja em todos.

    O mtodo de qualquer disciplina cientfica inclui:

    um modo de raciocinar

    um conjunto de estratgias de investigao

    um repertrio de tcnicas de anlise adequadas ao

    objeto proposto.

    Reflexes

    Como atua o Fisioterapeuta na UTI?

    Qual o problema de nosso paciente?

    O que considero no meu diagnstico?

    Como escolho a minha tcnica?

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    TERAPIA INTENSIVA

    Nmero e complexidade

    4% admisses hospitalares 2005/06 Austrlia

    Sobrevida avano tecnolgico

    Incidncia de sequelas

    Internao UTI risco aumentado

    Fraqueza muscular

    Reduo da mobilidade Contraturas de partes moles

    Reduo da amplitude articular

    HABILIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA

    ANORMAL

    AO

    NORMAL

    Funcionalidade

    IMPACTO FUNCIONAL:

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    Doena, tratamento e cultural.

    RESTRIO DA HABILIDADE FUNCIONAL

    LIMITAO DAS ATIVIDADES

    Sem identificar nosso corpo de conhecimento, questes

    tericas permanecem sem resposta:

    O que FISIOTERAPIA?

    Qual nosso domnio especfico

    Abordagem Funcionalpretende:

    Eficincia;

    Manter o paciente otimizado;

    Estabelecer linha de pensamento exclusiva para o

    fisioterapeuta;

    Estabelecer linguagem exclusiva para o fisioterapeuta;

    Solucionar questes bsicas da profisso,estabelecendo diretrizes personalizadas para a escolha da

    tcnica e frequncia de atendimentos.

    Crise paradigmtica

    Cada um faz o que quer

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    Impacto funcional das doenas

    Marcador

    Troca gasosa Biomecnica

    Diagnstico funcional

    Escolha da tcnica

    Cooperao Funcionalidade Instituio

    Plano teraputico

    Resposta funcional

    Satisfatria Insatisfatria

    Tempo de resposta Funcional Diagnstico/Plano teraputico

    FREQUNCIA EVOLUO

    REAVALIAO

    Abordagem funcionalGuia de aoPaciente em ventilao mecnica

    Guia passo a passo

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    DIAGNSTICO / PLANO TERAPUTICO EM 9 PASSOS

    Abordagem funcional

    Guia de ao

    Paciente em ventilao mecnica

    Guia passo a passo

    1 - ACIONADO ALARME

    (modificao do marcador funcional sugere modificao

    na resposta anterior novo problema).

    LIBERE O ALARME ACIONADO

    (vamos ver o que esta acontecendo)

    Lembre-se: utilize os alarmes de frequncia respiratria e

    saturao de oxignio, disponveis nos monitores.

    MODOS: limitados a volume os alarmes alvo so os depresso. Limitados a presso os alarmes alvo so os de

    volume, nesta situao, frequncia respiratria e

    saturao de oxignio so indispensveis.

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    2 - AVALIAES DA MECNICA

    Laudo da alterao mecnica: Algumas vezes necessriohiperventilar o paciente. Lembre-se, observe o fluxo (a

    demanda do paciente tem que ser atendida), no modo

    A/C a frequncia respiratria programada dever ser

    maior que a encontrada.

    No permita a formao de auto-peep

    3 - EXAMINAR O PACIENTE

    A ausculta respiratria serve com diagnstico

    diferencial da interpretao mecnica.

    Som de periferia guarda relao com componente

    VISCOELSTICO

    Fique atento a causas no ventilatrias.

    (acidose metablica, central, perfuso)

    O exame muscular fundamental(desconecte o paciente do ventilador)

    4 - COMPARAR (2 e 3) COM A LTIMA AVALIAO

    Interpreta a alterao do momento

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    5 - COMPARAR (2 e 3) COM O MELHOR REGISTRO

    HISTRICO DO PACIENTEEstabelece prognstico e alvo (otimizao).

    6 - Compreende o problema

    DIAGNSTICO FUNCIONAL

    No estabelea tratamento sem esta definio

    Estabelece a discordncia entre o desempenho observado

    e o esperado

    Elastncia X complacncia

    Terapia pressrica

    Condutncia X Resistncia

    Terapia de higiene brnquica

    Localizao, impacto e limitaes.

    Define o stio: linha de interveno

    Oxigenao - impacto: senso de urgncia

    Balizadores: limitao de fluxo e pneumotrax

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    Associao Diagnstico Mdico e Fisioterpico primeira interveno:

    Primeira interveno da fisioterapia

    Resistivo Elstico Combinado Total

    MDICO________________________________________________________________

    ____

    Elstico 14 10 1 25

    Combinado 4 1 - 5

    Total 18 11 1 30

    Teste do qui-quadro p-valor=0,590

    7 Plano Teraputico

    Soluo personalizada

    Como escolher a tcnica?

    Cooperao

    Capacidade Vital

    Instituio

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    Plano Teraputico

    A conduta a ser aplicada deve ser determinada pelacooperao e capacidade de gerar volume pulmonar

    (capacidade vital).

    Obrigatoriamente deve produzir resposta funcional.

    8 - REGISTRAR A RESPOSTA FUNCIONAL

    Se o evento agudo e reversvel: normalidade

    Limitao funcional

    No obtendo resposta, o tratamento deve sermodificado.

    Resultado da ao.

    Resposta Funcional

    So as modificaes sofridas pelos marcadores, em

    resposta a sua ao teraputica.

    Deve ser detalhadamente descrita, ou seja, o valor do

    marcador funcional (seja ele qual for) era x e foi para y.

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    Ressaltamos que na oximetria, a FIO2 oferecida dever

    ser reduzida para que a SatO2 alcance valor de 90%.Modificaes nos valores da oximetria sem modificaes

    da ausculta e padro ventilatrio no devem ser

    considerados como boa resposta

    RESPOSTA FUNCIONAL DE PROCESSO AGUDO REVERSVEL= NORMALIDADE abordagem funcional

    INDICE DE BARTHEL

    TESTE DE CAMINHADA

    Efeito da sua ao = dose / frequncia

    9 INICIAR TEMPO DE RESPOSTA FUNCIONAL

    Estabelece a frequncia de procedimentos

    Tratamento contnuo ou intermitente

    Estabelece a evoluo.

    Efeito da sua ao = dose/frequncia

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    O marcador funcional que possuir alarme e possa ser

    adotado continuamente, tem maior aplicabilidade.

    Seu poder de monitorizao e vigilncia o colocam emposio de destaque e deve ter escolha preferencial.

    Nesta condio, pode ser escolhido para

    acompanhamento da Resposta Funcional e definio do

    momento do novo diagnstico

    Ventiladores 10 20%Acima e abaixo do valor alvo VM = VT

    Oxmetro 3 pontos abaixo do valor alvo.

    Hipoxemia Crnica 90 85%

    Frequncia respiratria -10-20%

    Acima e abaixo do valor alvo.

    O valor alvo determinado pelo fisioterapeuta.

    A prescrio dos alarmes so itens do plano teraputico.

    Quando acionados indicam alguma mudana.

    hora de diagnosticar !

    Pacientes em ventilao espontnea tero como

    marcadores obrigatrios os seguintes instrumentos:

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    Ausculta respiratria

    Frequncia respiratria

    Oximetria

    Todos os marcadores devero sofrer modificao

    simultaneamente.

    Marcador Funcional

    Fora muscular

    Tnus

    Equilbrio

    Amplitude de movimento

    AVALIAO DA FORA MUSCULAR

    GRAU/ RESULTADO

    0 - Nenhuma contrao visvel ou palpvel

    1 - Contrao palpvel ou visvel

    2- Movimento parcial com a ao da gravidade abolida

    3- Movimento parcial contra a ao da gravidade

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    4 Movimento completo contra a ao da gravidade e

    moderada resistncia adicional

    5 - Movimento completo contra a ao da gravidade emxima resistncia adicional

    ESCALA DE ASHWORTH MODIFICADA

    GRAU COMPORTAMENTO DO MSCULO OU GRUPOS MUSCULARES

    0 Sem aumento do tnus muscular

    1 Leve aumento do tnus muscular manifestado por mnima resistncia

    no final do arco

    1+ Leve aumento do tnus muscular manifestado por leve resistncia em

    50% do arco

    2 Moderado aumento do tnus muscular na maior parte do arco de

    movimento, porm os segmentos acometidos so facilmente movimentados

    3 Considervel aumento do tnus muscular com movimentao passiva dificultada

    4 Rigidez em flexo ou extenso

    Escore / Categoria Modelo

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