PROJECTO CÁRITAS DIOCESANA DO FUNCHAL ED.R.F.P.. D.R.F.P. CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES PROCESSO RVCC

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  • PROJECTO

    CRITAS DIOCESANA DO FUNCHAL

    ED.R.F.P.

  • D.R.F.P.

    CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES

    PROCESSO RVCC

  • Centro Novas Oportunidades O Que ? um espao que est sedeado na D.R.F.P.

    Possui uma Equipa de Profissionais que actua, no sentido de Reconhecer, Validar e Certificar Competncias que os Adultos adquirem ao longo da sua vida, possibilitando a obteno de uma certificao de 1, 2 ou 3 ciclos do ensino bsico, ou ainda do ensino secundrio.

  • MTODO DA DSIHoje, mais do que nunca, a Igreja est consciente de que a sua mensagem social encontrar credibilidade: primeiro no testemunho das obras e s depois na sua coerncia e lgica interna(Centesimus Annus,57)

    A Igreja, vivendo na histria, deve escrutar a fundo os sinais dos tempos e interpret-los luz do Evangelho(Vatic. II, 1965, Gaudium et Spes, 4; Paulo VI, 1967, Populorum Progressio, 13)

  • DSI: RESENHA HISTRICA

  • DSI: RESENHA HISTRICA

  • DSI: RESENHA HISTRICA

  • DSI: RESENHA HISTRICA

  • DSI: RESENHA HISTRICA

  • DSI: PRINCPIOS FUNDAMENTAIS

    PRINCPIO DO DESTINO UNIVERSALDOS BENS

  • DSI: PRINCPIOS FUNDAMENTAISI -Princpio da dignidade e centralidade da pessoa humana:

    O ser humano tem dignidade de pessoa desde a concepo at sua morte(Joo Paulo II, 1995, Evangelium Vitae)A dignidade da pessoa humana um valor transcendente(Joo Paulo II, Dia Mundial da Paz, 1999,n2) Cada ser humano pessoa, isto natureza dotada de inteligncia e de vontade livre, possuindo direitos e deveres () universais, inviolveis e inalienveis(Pacem in Terris, 9)S na liberdade que o homem se pode converter ao bem(Gaudium et Spes, 17)

  • DSI: PRINCPIOS FUNDAMENTAIS

    Pode-se ser melhor pessoa, mas no se pode ser mais pessoa

  • DSI: PRINCPIOS FUNDAMENTAIS

    II- O princpio do bem comum:

    Bem comum: conjunto das condies da vida social que permitem aos grupos e a cada um dos seus membros alcanarem mais plena e facilmente a prpria perfeio(Gaudium et Spes, 26)

  • DSI: PRINCPIOS FUNDAMENTAIS III- O princpio do destino universal dos bens:

    Os bens deste mundo so originariamente destinados a todos. O direito propriedade privada vlido e necessrio, mas no anula o valor de tal princpio. Sobre a propriedade pesa, de facto, uma hipoteca social, quer dizer, nela reconhecida, como qualidade intrnseca, uma funo social, fundada e justificada precisamente pelo princpio da destinao universal dos bens(Sollicitudo Rei Socialis, 42)

  • DSI: PRINCPIOS FUNDAMENTAIS Do princpio do destino universal dos bens resulta a opo preferencial pelos pobres:

    Quando a Boa Nova anunciada aos pobres (Mt 11,5) sinal de que Cristo est presente(Catecismo, 2443)Cada vez que vs fizestes estas coisas a um dos meus irmos mais pequenos, a Mim o fizestes (Mt25, 40)

  • DSI: PRINCPIOS DE ACO FUNDAMENTAIS

    SolidariedadeSubsidiariedadeParticipaoAutoridade

  • DSI: PRINCPIOS DE ACOI - O princpio da solidariedade:

    Princpio ordenadorValor humanoResponsabilidade pessoalVirtude moral Dever social

  • DSI: PRINCPIOS DE ACOI - O princpio da solidariedade ao longo da DSI:

    Amizade (Leo XIII)Caridade social (Pio XI)Civilizao do amor (Paulo VI)Maior mandamento social (Novo Catecismo)

  • DSI: PRINCPIOS DE ACO I - O princpio da solidariedade:

    A solidariedade no um sentimento de compaixo vaga ou de enternecimento superficial pelos males sofridos por tantas pessoas prximas ou distantes. Pelo contrrio, a determinao firme e perseverante de se empenhar pelo bem comum, ou seja pelo bem de todos e de cada um, porque todos ns somos verdadeiramente responsveis por todos(Sollicitudo Rei Socialis,38)

  • DSI: PRINCPIOS DE ACOII - O princpio da subsidiariedade:

    Assim como injusto subtrair aos indivduos o que eles podem criar com a prpria iniciativa e trabalho, para o confiar comunidade, do mesmo modo, passar para uma sociedade maior e mais elevada o que as comunidades menores e inferiores podem realizar, uma injustia () O fim natural da sociedade e da sua aco coadjuvar os seus membros, e no destru-los nem absorv-los (Pio XI, 1931, Quadragesimo Anno)

  • DSI: PRINCPIOS DE ACOII - O princpio da subsidiariedade:No interferir na vida dos grupos sociais inferiores nem absorv-los no que possam fazer por si mesmosProteger e ajudar as sociedades inferiores para a realizao do que so capazesSuprir a no aco das sociedades inferiores tendo em vista o bem comum (princpio da suplncia)

  • DSI: PRINCPIOS DE ACOA solidariedade sem subsidiariedade pode degenerar facilmente em assistencialismoA subsidiariedade sem solidariedade expe-se ao risco de alimentar formas de localismo egosta(Conselho Pontifcio Justia e Paz, 2004)

  • DSI: PRINCPIOS DE ACOIII - O princpio da autoridade:

    O Evangelho d o critrio chave para entender como devem actuar os que detm autoridade (como um servio): Todo aquele que quiser ser entre vs o maior, seja vosso servo (Mt,20,26)

  • DSI: PRINCPIOS DE ACOIV - O princpio da participao:

    A participao o empenhamento voluntrio e generoso da pessoa nas permutas sociais () Este um dever-direito inerente dignidade da pessoa humana(Catecismo, n 1913)A participao implica, como qualquer dever tico uma converso incessantemente renovada dos parceiros sociais(Catecismo, n 1916)

  • DSI: PRINCPIOS E VALORESTodos estes valores manifestam:

    A prioridade da tica sobre a tcnicaO primado da pessoa sobre as coisasA superioridade do esprito sobre a matria(Joo Paulo II, 1979, Redemptor Hominis, 16)

  • E NUNCAO indivduo contra a famliaO ter antes do serOs direitos antes dos deveresOs meios acima dos finsO afastamento entre geraesO Estado antes da SociedadeA economia acima da moral socialO desenvolvimento como sinnimo de crescimento

  • A PESSOA HUMANALonge de ser o objecto e o elemento passivo da vida social, o homem, pelo contrrio , e dela deve ser e permanecer o sujeito, o fundamento e o fim(Pio XII, Radiomensagem, Natal 44)O cristianismo assume () o homem, na sua realidade concreta de esprito e matria, inteligncia e vontade(Mater et Magistra, 2)

  • A FAMLIALugar primeiro da humanizao da pessoa e da sociedade(Christifideles Laici, 40)Clula primeira e vital da sociedade(Vaticano II, Apostolicam Actuositatem,11)A primeira sociedade natural titular de direitos prprios, naturais, originrios, inviolveis e insubstituveis

    Santurio da vida, sede da cultura da vida(Centesimus Annus, 39)Igreja domstica chamada a anunciar, celebrar e servir o Evangelho da vida(Evangelium Vitae, 92)A escola do mais rico humanismo(Gaudium et Spes, 50)A primeira escola das virtudes sociais(Vaticano II, Gravissimum educationis, 3)Uma comunidade de amor e de solidariedade(Santa S, Carta dos Direitos da Famlia, 1983)

  • A FAMLIANa famlia a pessoa est sempre no centro da ateno enquanto fim e nunca como meio(Gaudium et Spes, 47)A famlia encontra a sua legitimao na natureza humana e no no reconhecimento do Estado. A famlia no , portanto, para a sociedade e para o Estado, antes a sociedade e o Estado so para a famlia(Conselho Pontifcio Justia e Paz, 2004)A sociedade e o Estado no podem, portanto, nem absorver, nem substituir, nem reduzir a dimenso social da prpria famlia; devem antes honr-la, reconhec-la, respeit-la e promov-la segundo o princpio da subsidiariedade.(Catecismo, n 2211)

  • O TRABALHO: ANTROPOLOGIA e TICAO primeiro fundamento do valor do trabalho o prprio homem, o seu sujeito(Laborem Exercens, 6)O trabalho para o homem e no o homem para o trabalho(Laborem Exercens, 6)Hoje, mais do que nunca, trabalhar trabalhar com os outros e trabalhar para os outros(Centesimus Annus, 31)

  • O DIREITO AO TRABALHOO trabalho deve ser remunerado de tal modo que permita ao homem e famlia levar uma vida digna, tanto material e social, como cultural e espiritual, tendo em conta as funes a a produtividade de cada um, assim como a situao da empresa e o bem comum(Gaudium et Spes, 67)

  • O DIREITO AO TRABALHOA verdadeira promoo da mulher exige que o trabalho seja estruturado de tal maneira que ela no se veja obrigada a pagar a promoo com o abandono daquilo que lhe especfico e com detrimento da famlia, na qual, como me, tem papel insubstituvel(Laborem Exercens, 19)

    necessrio garantir o respeito de horrios humanos de trabalho e de repouso(Centesimus Annus,15)

  • O DIREITO AO TRABALHOO trabalho infantil, nas suas formas intolerveis, constitui um tipo de violncia menos evidente do que outros, mas nem por isso menos terrvel(Dia Mundial da Paz, 1996) Os imigrantes devem ser acolhidos enquanto pessoas e ajudados, juntamente com as suas famlias, a integrar-se na vida social(Catecismo, n 2241)

  • AS RES NOVAE DO MUNDO LABORAL O contexto da globalizao:Novas formas de produo e transformao da organizao do trabalhoDeslocalizao e disseminao da tomada de decises estratgicas, produo e mercados de consumoFragmentao fsica do ciclo produtivoMaior flexibilidade no mercado de trabalho e na gesto dos processosAlterao da geografia das profisses e qualificaes (tradicionais, novas, emergentes, obsoletas, desaparecidas)Novas formas de trabalho no enquadrveis na definio clssica de dependente ou de autnomoVelocidade de comunicao sem limites de espao e de tempoAumento das actividades anfbias

  • AS RES NOVAE DO MUNDO LABORALA globalizao a priori no boa nem m em si, mas depende do uso que dela faz o homem(Joo Paulo II, Discurso Academia Pontifcia das Cincias Sociais, 2001) necessrio globalizar a solidariedade(Joo Paulo II, Discurso no dia do trabalhador, 2000)

  • AS RES NOVAE DO MUNDO LABORALA DSI recomenda, antes de tudo, que se evite o erro de considerar que as mu