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SERIADO Matemática Química Biologia Física Língua Portuguesa Literatura Brasileira Inscrição nº: Filosofia História Geografia Língua Estrangeira 2

Prova PS2 - Seriado

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Text of Prova PS2 - Seriado

  • SER

    IAD

    OMatemtica

    Qumica

    Biologia

    Fsica

    Lngua Portuguesa

    Literatura Brasileira

    Inscrio n:

    Filosofia

    Histria

    Geografia

    Lngua Estrangeira

    2

  • 02

    Na Bblia (Mt 5.13) dito que os cristos so "o sal

    da terra e a luz do mundo". Essa passagem tem um

    significado antropolgico. Os preceitos do cristia-

    nismo tiveram, alm de um significado antropol-

    gico, um importante papel na formao moral do

    Ocidente, onde as parbolas e os evangelhos da

    Bblia so tomados como mecanismos de orientao

    da vida crist. Considerando essas informaes,

    correto afirmar que a tica crist

    utilitarista, uma vez que busca oferecer aos ho-

    mens o maior de felicidade possvel,quantum

    atravs da realizao das aes que produzem

    as melhores consequncias.

    hedonista, uma vez que prioriza os aspectos

    mais frugais da vida, como a vida comunitria,

    preocupada com o preparo da terra e o ali-

    mento.

    deontolgica, uma vez que centrada num

    imperativo universal extrado da razo pura,

    livre de todas as inclinaes subjetivas.

    contratualista, uma vez que a comunidade cris-

    t adota preceitos que produzem os resultados

    racionais pretendidos por todos.

    teolgica, uma vez que os preceitos orienta-

    dores so extrados de fontes heternomas,

    como revelaes e profecias.

    e

    d

    b

    a

    c

    01

    Poeticamente, o sal metaforiza o mar, as lgrimas, a

    fora de viver. Castro Alves, em sua obra potica,

    lana mo desse recurso para unir arte e crtica so-

    cial. Observe os fragmentos:

    Fragmento 1 - A Cano do Africano

    Fonte: CASTRO ALVES, 1995, p. 100.

    L, na mida senzala,

    Sentado na estreita sala,

    Junto ao braseiro, no cho,

    Entoa o escravo o seu canto,

    E ao cantar correm-lhe em pranto

    Saudades do seu torro...

    Fragmento 2 - O Navio Negreiro

    Fonte: CASTRO ALVES, 1995, p. 137.

    Senhor Deus dos desgraados!

    Dizei-me vs, Senhor Deus!

    Se eu deliro... ou se verdade

    Tanto horror perante os cus...

    mar, por que no apagas

    Co'a esponja de tuas vagas

    De teu manto este borro?...

    Astros! noite! tempestades!

    Rolai das imensidades!

    Varrei os mares, tufo!...

    Em relao a esses versos, possvel afirmar:

    I - O canto, as saudades e o pranto do escravo, no

    primeiro fragmento, so decorrentes do cativeiro

    resultante da escravido, situao aviltante ao ser

    humano.

    II - O horror perante os cus a que se refere o eu-

    lrico, no segundo fragmento, corresponde ao

    trfico de escravos, mcula sociomoral que

    envergonha o Brasil.

    III - Em ambos os fragmentos, a crueldade da es-

    cravido se faz presente.

    02

  • 03

    Est(o) correta(s) a(s) afirmativa(s)

    Aproximadamente 30 milhes de

    hectares do planeta so afetados

    por sais, e de 0,25 a 0,5 milho de

    hectares de rea produtiva per-

    dido a cada ano em funo da sali-

    nizao do solo.

    Futuramente, todas as espcies cultivadas es-

    taro adaptadas ao excesso de sais no solo,

    pois, ao longo do seu crescimento, cada indiv-

    duo realizar adequaes metablicas profun-

    das que garantiro sua sobrevivncia.

    Para que as plantas se adaptem a solos com alta

    salinidade, basta submet-las lentamente a

    doses crescentes de soluo salina, estimu-

    lando a ocorrncia de mutaes que as tornaro

    resistentes.

    Podero ocorrer mutaes ao acaso em certos

    indivduos, algumas delas conferindo resistn-

    b

    a

    c

    Fonte

    : FA

    O,

    2002 a

    pud W

    i llad

    ino &

    Cam

    ara,

    2010.

    (adap

    tado)

    A informao apresentada tem preocupado agricul-

    tores, ambientalistas e pesquisadores. Em busca de

    novos cultivares de plantas adaptadas a solos com

    maior salinidade, pesquisadores do mundo inteiro

    esto intensificando estudos sobre espcies de

    plantas halfitas, que so naturalmente adaptadas

    a altas concentraes de sais no solo. Conside-

    rando-se os mecanismos gerais de evoluo por

    seleo natural, apresentados por Darwin e

    Wallace, possvel inferir:

    03

    cia alta salinidade e permitindo maior sucesso

    reprodutivo dos indivduos portadores dessa

    mutao nos solos com alta salinidade, em

    comparao com aqueles indivduos no porta-

    dores da mutao.

    Podero ocorrer mutaes especficas, causa-

    das pelo excesso de sais, que sero direciona-

    das pela planta para resistncia alta sali-

    nidade.

    intil procurar novas plantas adaptadas alta

    salinidade do solo alm das j conhecidas, pois

    as espcies so imutveis.

    e

    d

    No Imprio Romano, o sal era um dos fundamentos

    tradicionais da vida e da cultura. Esse hbito per-

    maneceu entre os europeus e, apesar de ser conhe-

    cido nos vrios continentes, o sal no era usual na

    dieta dos povos africanos ou indgenas at o contato

    mais sistemtico com os brancos, ocorrido a partir

    do sculo XVI. Qual das situaes histricas a seguir

    NO influiu no processo de difuso da cultura

    europeia no perodo?

    04

    Expanso martima da Era Moderna.

    Trfico de escravos da frica para a Amrica.

    Estabelecimento de misses e redues pela

    Companhia de Jesus.

    Revoluo Gloriosa.

    Fundao de fortes lusitanos na Guin e na

    Costa do Marfim.

    e

    d

    b

    a

    c

    I apenas.

    II apenas.

    I e II apenas.

    III apenas.

    I, II e III.e

    d

    b

    a

    c

  • 04

    Fonte: . Disponvel em: http://www.norsal.com.br/o_sal/historia.html.O sal na histria

    Acesso em: 01 ago. 2014. (adaptado)

    Texto 1

    1

    5

    10

    Um dos primeiros registros de que as

    salinas naturais do Nordeste brasileiro cha-

    maram a ateno dos portugueses o relato

    de um capito-mor, Pero Coelho, em 1627.

    Derrotado por piratas franceses numa batalha

    na serra de Ibiapaba, no Cear, Coelho recuou

    suas foras para o litoral e encontrou na

    regio onde se localiza hoje o Municpio de

    Areia Branca extenses de sal suficientes

    para abarrotar muitos navios. Em 1641,

    Gedeo Morritz, o chefe da guarnio batava

    no Cear, chegou s mesmas salinas; a

    partir da, os holandeses, que em seus

    primeiros anos no Nordeste importavam sal,

    trazido pelos navios da Companhia das ndias

    Ocidentais, iniciaram a extrao do mineral.

    O sal do Rio Grande do Norte s comeou a ser

    comercializado em outras provncias a partir

    de 1808, com a suspenso das proibies por

    D. Joo VI.

    15

    20

    Texto 2

    1

    5

    na terra do Tio Sam que fica uma das

    regies mais ricas do mundo nesse mineral.

    Salt Lake City, capital do Estado de Utah, est

    beira de um dos maiores lagos salgados do

    planeta. Sorte dos americanos, que precisam

    do sal para muito mais do que temperar

    guloseimas. Menos de 10% do sal que os

    Estados Unidos produzem de mesa, alis. A

    grande fatia cerca de 50% serve para

    derreter a neve das estradas no inverno.

    1

    5

    10

    Fonte: PAIVA, U.; PENNA, M. Imprio do sal. . Disponvel em:Superinteressante

    http://super.abril.com.br/ciencia/imperio-sal-443351.shtml. Publicado em set. 2012.

    05

    No Texto 1, tanto um capito-mor ( 4) quanto.

    o chefe da guarnio batava no Cear ( 11-12).

    funcionam como apostos que especificam os

    cargos ocupados, respectivamente, por Pero

    Coelho ( 4) e Gedeo Morritz ( 11), ambos. .

    sujeitos nas oraes.

    No Texto 1, em relato de um capito-mor ( 3-.

    4) e extrao do mineral ( 16), um capito.

    mor e mineral so representados como

    agentes no contexto.

    No Texto 2, os travesses que intercalam cerca

    de 50% ( 9) poderiam ser substitudos por vr-.

    gulas, sem infrao norma-padro, consi-

    derando-se a mesma razo por que capital do

    Estado de Utah ( 3) aparece entre vrgulas..

    ( )

    A sequncia correta

    Com relao ao uso de recursos lingusticos nos tex-

    tos, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) na(s) afir-

    mativa(s) a seguir.

    V V F.

    F F V.

    V F F.

    F V F.

    V F V.e

    d

    b

    a

    c

    ( )

    ( )

  • 05

    Na vida comum, pode haver erros de deliberao ou

    raciocnio prtico. Esses erros costumam levar a jul-

    gamentos e aes erradas. Alguns erros de racio-

    cnio lgico tm tambm uma dimenso moral,

    como a falcia do apelo autoridade, que frequen-

    temente est na base de abusos de autoridade e

    algumas formas de diferenciao social injustas.

    Qual dos argumentos a seguir comete a falcia do

    apelo autoridade?

    O professor Antnio Lavoisier afirmou que sdio

    um metal que faz parte da composio do sal

    de cozinha. Pode-se concluir que isso verdade,

    pois esse professor um especialista em

    qumica.

    O professor Antnio Lavoisier analisou amos-

    tras de sal de cozinha comum nos laboratrios

    de Qumica da UFSM e concluiu que essa

    substncia composta principalmente por

    cloreto de sdio.

    Se uma amostra do sal de cozinha comum, ao

    ser analisada em laboratrios de Qumica, mos-

    trar no conter sdio, pode-se concluir que o sal

    de cozinha comum no composto principal-

    mente por cloreto de sdio.

    Segundo especialistas ligados ao Ministrio da

    Sade, o consumo excessivo de sal prejudicial

    sade. Logo, recomendvel que o consumo

    excessivo dessa substncia seja evitado.

    Se todos comem sal regularmente, ento se

    pode concluir que no faz mal sade.

    e

    d

    b

    a

    c

    06

    Fonte: Disponvel em: http://www.abia.org.br. Acesso em: 10 set. 2014.

    Observe a figura:

    Consumo total de sal

    12,90g

    9,70g

    13,42g

    11,30g

    13,80g

    Participao da indstriano consumo de sal

    22,3%

    29,6%

    14,9%

    22,1%

    17,9%

    2,47g

    2,52g

    2,00g

    2,87g

    2,88g

    Responsabilidade da indstriano consumo de sal

    Marque a resposta correta.

    As regies Norte e Nordeste registraram os me-

    nores volumes de consumo de sal do pas.

    A participao da indstria da alimentao no

    consumo de sdio foi maior no Sudeste, onde se

    localiza a maioria das indstrias desse setor.

    A ingesto de sdio mais alta nas regies mais

    ricas do pas, devido ao poder aquisitivo da po-

    pulao dessas regies.

    A responsabilidade da indstria no consumo

    de sal heterognea entre todas as regies

    brasileiras.

    O sal um alimento importante para a sade

    mas de difcil acesso dieta alimentar dos

    brasileiros.

    e

    d

    b

    a

    c

    07

  • 06

    Para responder s questes 08 e 09, leia o texto a seguir.

    1

    5

    10

    15

    20

    30

    35

    40

    45

    25

    50

    55

    Yale, nos Estados Unidos. Isso significa que

    sal nos deixa felizes [...].

    Com base nas repercusses negativas

    na sade pblica, muitos mdicos tm falado

    em epidemia salgada e promovido um movi-

    mento similar quele que antecedeu as res-

    tries impostas ao tabaco e ao lcool. Desde

    2002, a Organizao Mundial da Sade (OMS)

    faz campanhas para chamar a ateno sobre o

    excesso de sal. O movimento que defende as

    restries ao sal j chegou ao Brasil. Na se-

    gunda quinzena de junho, reuniram-se em

    Braslia representantes do meio acadmico,

    da indstria de alimentos, tcnicos do Minis-

    trio da Sade, da Agricultura e da Anvisa,

    agncia federal que regulamenta a venda de

    comida industrializada e remdios. Como me-

    ta, discutiu-se passar, em dez anos, de 12 gra-

    mas de sal por dia para osper capita

    5 gramas recomendados pela OMS. Essa mu-

    dana ajudaria a baixar em 10% a presso ar-

    terial dos brasileiros. Seria 1,5 milho de pes-

    soas livres de medicao para hipertenso,

    diz a nefrologista Frida Plavnik, represen-

    tante da Sociedade Brasileira de Hipertenso

    na reunio. Segundo ela, haveria queda de

    15% nas mortes causadas por derrames e de

    10% naquelas ocasionadas por infarto.

    A humanidade parece ter um problema

    recorrente com o uso do sal [...]. O historiador

    britnico Felipe Fernandez-Arnesto, da Uni-

    versidade de Notre Dame, nos Estados Uni-

    dos, diz que, desde que os primeiros humanos

    deixaram de ser nmades, houve um cresci-

    mento explosivo do uso do sal. A ingesto

    diria aumentou cinco ou seis vezes desde o

    perodo paleoltico com enorme acelerao

    nas ltimas dcadas. A American Heart Asso-

    ciation, que rene os cardiologistas ameri-

    canos, estima que mudanas no estilo de vida

    provocaram aumento de 50% no consumo de

    sal desde os anos 1970. Em boa medida,

    graas ao consumo de comida industrializada.

    A culpa pelo abuso do sal no deve,

    porm, ser atribuda somente indstria. A

    maior responsabilidade cabe ao nosso pala-

    dar. Os especialistas acreditam que a natureza

    gravou em nosso crebro circuitos que condi-

    cionam a gostar de sal e procurar por ele

    em razo do sdio essencial que contm. A in-

    dstria, assim como a arte gastronmica, res-

    ponde ao desejo humano. provvel que o

    sal seja to apreciado porque tem a capa-

    cidade de ativar o sistema de recompensa do

    nosso crebro, diz o neurofisiologista brasi-

    leiro Ivan de Arajo, afiliado Universidade

    Viva melhor com menos sal

    Fonte: . Seo Sade & Bem-estar. 26 jul. 2010. p. 89-94. (adaptado)poca

    Assinale a alternativa em que a substituio proposta

    mantm o sentido no texto e est de acordo com a

    norma-padro.

    ao consumo 15) por a utilizao(.

    indstria 17) por processos industriais(.

    ao desejo humano ( 24) por vontade das.

    pessoas

    quele ( 34) por aquela campanha.

    ao Brasil ( 39) por no pas.

    b

    a

    c

    e

    d

    08

  • 07

    O texto faz parte de uma reportagem, gnero tex-

    tual de base dissertativa que, tipicamente, rene

    vrias fontes consultadas pelo jornalista na fase de

    levantamento de informaes. Com relao ao tex-

    to, considere as afirmativas a seguir.

    I - A informao sobre o momento em que o consu-

    mo de sal pelos seres humanos aumentou apre-

    sentada por meio de um relato atribudo a um histo-

    riador britnico.

    II - Uma causa da apreciao das pessoas pelo sal

    apresentada por meio de citao atribuda a um

    nefrologista dos Estados Unidos.

    III - Dados sobre uma possvel diminuio de mor-

    tes de brasileiros como consequncia da reduo do

    consumo de sal so atribudos a uma representante

    da Sociedade Brasileira de Hipertenso, retomada

    em Segundo ela 54)..(

    Est(o) correta(s)

    09

    Em 2011, o Ministrio da Sade firmou um acordo

    com a Associao das Indstrias de Alimentao

    (Abio) visando a uma reduo de sdio nos alimen-

    tos industrializados. A meta acumular uma redu-

    o de 28.000 toneladas de sdio nos prximos anos.

    Suponha que a reduo anual de sdio nos alimen-

    tos industrializados, a partir de 2012, seja dada pela

    sequncia:

    (1.400, 2.000, 2.600, ..., 5.600)

    Assim, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada

    uma das afirmaes a seguir.

    A sequncia uma progresso geomtrica de

    razo 600.

    A meta ser atingida em 2019.

    A reduo de sdio nos alimentos industria-

    lizados acumulada at 2015 ser de 3.200 to-

    neladas.

    ( )

    ( )

    ( )

    A sequncia correta

    F V V.

    V F V.

    V V F.

    F V F.

    F F V. e

    d

    b

    a

    c

    10

    apenas I.

    apenas II.

    apenas III.

    apenas I e III.

    I, II e III.e

    d

    b

    a

    c

  • 08

    Cada grama de sal de cozinha contm 0,4 grama de

    sdio, on essencial para o organismo, pois facilita a

    reteno de gua. Porm, o consumo excessivo de

    sal pode sobrecarregar o sistema cardiovascular.

    O Ministrio da Sade recomenda a ingesto de

    5 gramas de sal por dia, entretanto pesquisas

    apontam que os brasileiros consomem, em mdia,

    10 gramas de sal diariamente.

    A tabela a seguir mostra a quantidade de sdio (em

    miligramas) presente em alguns alimentos.

    Com base na tabela, o nmero de refeies com

    uma bebida, um prato e uma sobremesa que no

    ultrapassa o limite dirio de sdio recomendado

    pelo Ministrio da Sade igual a

    8.

    5.

    4.

    3.

    2.

    Disponvel em: http://www.drauziovarella.com.br/hipertensao/o-sal-na-dieta.Acesso em: 15 set. 2014. (adaptado)

    BebidasRefrigerante

    (1 copo)

    10 mg

    gua de coco(1 unidade)

    66 mg

    Pratos

    Macarroinstantneo

    (1 pacote)

    1951 mg

    Hambrguercom fritas

    (1 poro)

    1810 mg

    SobremesasPaoca

    (1 unidade)

    41 mg

    Sorvetede flocos

    (1 bola)

    37 mg

    e

    d

    b

    a

    c

    12

    Conforme trecho da notcia transcrito, o excesso de

    sal na dieta, em especial o sal de cozinha (cloreto de

    sdio), pode desencadear problemas de sade. Os

    trechos a seguir procuram explicar a relao entre a

    quantidade de sdio no sangue, a presso sangu-

    nea e a regulao do funcionamento renal. Avalie

    cada um, colocando verdadeiro (V) ou falso (F).

    O consumo exagerado de sdio est associado

    a uma srie de doenas crnicas no trans-

    missveis (DCNT), como as cardiovasculares.

    Essas molculas so responsveis por 72% das

    mortes no Brasil, e um tero delas ocorre entre

    pessoas com menos de 60 anos.

    Fonte: Disponvel em: http://veja.abril.com.br. Acesso em: 25 set. 2014.

    A ingesto de alimentos salgados leva ao au-

    mento da taxa de sdio no sangue, o que provo-

    ca o aumento da tonicidade. Essa taxa pode ser

    reequilibrada com a entrada, por ingesto, de

    mais gua na corrente sangunea, provocando

    aumento de presso arterial.

    Quando o volume sanguneo aumenta, o resta-

    belecimento dos volumes normais conseguido

    pela diminuio na produo de Hormnio

    Antidiurtico (ADH), sendo produzido maior vo-

    lume de urina (mais diluda).

    Quando a presso sangunea diminui ou a con-

    centrao de sdio no sangue aumenta, os rins

    liberam renina no sangue, a qual catalisa a for-

    mao de angiotensina que, por sua vez, provo-

    ca vasodilatao, com consequente reduo da

    presso arterial e reduo da secreo de al-

    dosterona.

    ( )

    ( )

    ( )

    A sequncia correta

    V V F.

    F F V.

    V V V.

    F F F.

    V F V. b

    a

    c

    e

    d

    11

  • 09

    01

    A fina e contundente anlise que Machado de Assis

    costuma fazer de suas personagens frequente-

    mente aponta para as fraquezas e mazelas do

    carter humano. O trecho evidencia que Rangel

    mostra-se

    Padecia deveras, no mais ntimo do amor-

    prprio [...].

    Teso na cadeira, o Rangel estava atnito. De

    cabea espatifou o Queirs; depois cogitou a

    possibilidade de um desastre qualquer, uma

    dor bastava, mas coisa forte, que levasse dali

    aquele intruso. Nenhuma dor, nada; o diabo

    parecia cada vez mais lpido, e toda a sala

    fascinada por ele.

    Fonte: MACHADO DE ASSIS, 1997, p. 86.

    interesseiro, pois aquele casamento seria um

    bom negcio, na medida em que o dote de Joa-

    ninha era vultoso.

    sonhador, pois a vingana renovara seu secreto

    desejo de casar-se para simplesmente gozar as

    primcias do amor.

    desnorteado, pois a ameaa representada por

    Queirs o impedia de viver as grandezas imagi-

    nadas com Joaninha.

    melanclico, pois no tinha foras para impedir

    que a futura noiva fosse cortejada nem coragem

    para afastar seus rivais.

    resoluto, pois, na sequncia do conto, Rangel de

    fato casa-se com Joaninha, aniquilando todos

    os planos de seu rival.

    e

    d

    b

    a

    c

    14

    A tabela a seguir mostra o nmero de internaes

    hospitalares da populao idosa (60 ou mais anos

    de idade), numa determinada regio, de acordo

    com as causas da internao.

    Considere que hipertenso arterial, doenas re-

    nais, doenas cardacas e osteoporose esto asso-

    ciadas ao consumo excessivo de sdio e que as

    fraturas de fmur e ossos dos membros so

    causadas pela osteoporose.

    Assim, a probabilidade de um idoso internado, es-

    colhido ao acaso, ter como diagnstico principal

    uma doena associada ao consumo excessivo de

    sdio, de acordo com a tabela, igual a

    0,430.

    0,370.

    0,365.

    0,325.

    0,230.

    Causas

    Doenas cardacas

    Doenas cerebrovasculares

    Doenas pulmonares

    Doenas renais

    Diabetes melito

    Fraturas de fmur e ossosdos membros

    Hipertenso arterial

    Infeco de pele e tecidosubcutneo

    Pneumonia bacteriana

    lcera

    N internaesde

    80

    49

    43

    42

    35

    26

    24

    11

    77

    13

    e

    d

    b

    a

    c

    13

  • 10

    Na Itlia, na 2 metade do sculo XIX, a escassez de

    carne e o excesso de polenta na dieta alimentar

    ocasionaram grande nmero de casos de desnu-

    trio e de pelagra, sinais de grave crise econmica

    que afetava muito o setor campons. Essa situao

    articulou-se com a seguinte realidade brasileira, na

    mesma poca:

    15

    apenas I.

    apenas I e II.

    apenas III.

    apenas II e III.

    I, II e III.

    a organizao de uma estrutura econmica

    voltada produo de alimentos e, consequen-

    temente, de mercado consumidor interno.

    a poltica de incentivo vinda de mo de obra

    europeia, com o propsito de substituir o tra-

    balho escravo nas fazendas de caf.

    a crise do Estado Nacional e o projeto de for-

    mao de uma populao saudvel e mestia.

    a necessidade de soldados para multiplicar o

    Exrcito nacional, defender as fronteiras e

    garantir o domnio na Regio do Prata.

    a expulso dos colonos das terras do Sudeste e

    o favorecimento de nova mo de obra para gerir

    a pequena e mdia propriedade rural.

    Cerca de 24,3% da populao brasileira hiper-

    tensa, quadro que pode ser agravado pelo consumo

    excessivo de sal. A variao da presso sangunea

    P (em mmHg) de um certo indivduo expressa em

    funo do tempo por

    onde t dado em segundos. Cada perodo dessa

    funo representa um batimento cardaco.

    Analise as afirmativas:

    I - A frequncia cardaca desse indivduo de 80 ba-

    timentos por minuto.

    II - A presso em t = 2 segundos de 110 mmHg.

    III - A amplitude da funo P(t) de 30 mmHg.

    Est(o) correta(s)

    83

    tP(t) = 100 20 cos

    e

    e

    d

    d

    b

    b

    a

    a

    c

    c

    16

  • 11

    Fonte: LVARES DE AZEVEDO, 1994. p. 87.

    Por que mentias? Por que mentias leviana e bela?

    Se minha face plida sentias

    Queimada pela febre, e se minha vida

    Tu vias desmaiar, por que mentias?

    Acordei da iluso, a ss morrendo

    Sinto na mocidade as agonias.

    Por tua causa desespero e morro...

    Leviana sem d, por que mentias?

    [...]

    V minha palidez a febre lenta

    Esse fogo das plpebras sombrias...

    Pousa a mo no meu peito! Eu morro! eu morro!

    Leviana sem d, por que mentias?

    Fonte: GONALVES DIAS, 2000. p. 63-68.

    Ainda uma vez adeus! [XVIII]

    Lers porm algum dia

    Meus versos, d'alma arrancados,

    D'amargo pranto banhados,

    Com sangue escritos; e ento

    Confio que te comovas,

    Que a minha dor te apiade,

    Que chores, no de saudade,

    Nem de amor, de compaixo.

    Uma leitura comparativa dos excertos permite afir-

    mar que os dois eus-lricos

    sentem-se imperturbados pelo sentimento

    amoroso no correspondido.

    realizam o amor na sua plenitude justamente

    porque sofrem com ele.

    censuram o descaso com que tratado seu sen-

    timento amoroso.

    externam prazer quanto ao sentimento amo-

    roso que despertam.

    sentem-se satisfeitos com o sofrimento amo-

    roso, apesar da dor.

    e

    d

    b

    a

    c

    17

    Diante do aumento de doenas relacionadas alta

    ingesto de sdio, diversas entidades tm lanado

    campanhas para reduo do consumo de sal, vei-

    culadas em diferentes mdias, como exemplificam

    os textos a seguir.

    Texto 1

    Texto 2

    Fonte: Disponvel em: http://dzetta.com.br/info/index.php/2011/menos-sal-mais-saude.

    Acesso em: 31 jul. 2014.

    Fonte: Disponvel em: http://www.idec.org.br/em-acao/em-foco/entidades-civis-ao-redor-

    do-mundo-se-unem-na-semana-de-consciencia-sobre-o-sal. Acesso em: 31 jul. 2014.

    18

  • 12

    Os produtores desses textos escolheram diferentes

    recursos lingusticos para alertar os leitores sobre o

    consumo de sal. Considere as afirmativas acerca

    desses recursos:

    I - No Texto 1, so usadas duas frases nominais cuja

    disposio permite inferir que a melhora da sade

    consequncia da diminuio do consumo de sal.

    II - No Texto 2, as reticncias, depois de Escolha,

    servem para indicar uma interrupo da frase e,

    antes de a opo com menos sal, sinalizam o com-

    plemento da frase interrompida.

    III - No Texto 2, o uso dos verbos consumimos,

    est e compramos no modo indicativo contribui

    para compor uma informao que justifica o apelo

    leitura do rtulo e escolha de produtos com

    menos sal.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas III.

    apenas I e II.

    apenas II e III.

    I, II e III.b

    a

    c

    e

    d

    apenas I.

    apenas III.

    apenas II e IV.

    apenas I, II e IV.

    I, II, III e IV.b

    a

    c

    e

    d

    O sal apresenta inmeras utilidades, sendo consi-

    derado o mais antigo aditivo alimentar. Dentre os

    usos do NaCl, destaca-se o soro fisiolgico, uma

    soluo 0,9 % de cloreto de sdio.

    Com base nessas informaes, correto afirmar

    que a soluo do tipo

    Sal, vilo ou mocinho?

    Substncia imprescindvel ao equilbrio das

    funes orgnicas, o cloreto de sdio pode

    produzir efeitos indesejados se consumido em

    excesso. A demanda natural desse composto

    fez com que ele superasse o ouro como valor

    estratgico e fosse base para remunerar o

    trabalho. Tanto os ons Na como os Cl so+ -

    essenciais para a manuteno da vida animal,

    controlando o volume de lquidos e a manu-

    teno da presso arterial.

    Fonte

    :,

    Ano I

    I, n

    . 16,

    p.

    50,

    2013.

    (adap

    tado)

    Sci

    entific

    Am

    eric

    an B

    rasi

    l

    19

    eletroltica e a concentrao do sal de 0,015

    mol L-1.

    no eletroltica e a concentrao do sal de

    0,900 mol L-1.

    eletroltica e a concentrao do sal de 0,900

    mol L-1.

    no eletroltica e a concentrao do sal de

    0,154 mol L-1.

    eletroltica e a concentrao do sal de 0,154

    mol L .-1e

    d

    b

    a

    c

    Considere as afirmativas a seguir, observando as

    condies alimentares europeias na Idade Moderna.

    I - As especiarias eram itens culinrios muito caros

    e utilizados, especialmente, para refinar os pratos

    consumidos pelos que tinham maior condio

    financeira.

    II - Na falta de outras maneiras para que os ali-

    mentos ficassem preservados por mais tempo, o

    mais usual era a salga, a secagem e a defumao.

    III - As especiarias eram produtos onerosos, porque

    provinham de regies distantes, como o norte da

    Amrica.

    IV - O contato dos europeus com os nativos da Am-

    rica possibilitou a incluso de novos produtos na

    dieta do Velho Mundo.

    Est(o) correta(s)

    20

  • 13

    21

    Em textos instrucionais, frequente o emprego de

    comandos ao leitor e de declaraes que os justi-

    ficam. Observe esse princpio nos excertos de um

    texto sobre as utilidades do sal de cozinha no ambi-

    ente domstico (coluna da direita) e associe-os aos

    significados correspondentes (coluna da esquerda).

    A sequncia correta

    (1) Comando

    (2) Declarao

    O sal afasta alguns inse-

    tos que podem sofrer de-

    sidratao ao entrarem

    em contato com ele.

    Prepare uma soluo de

    sal com gua e borrife

    nos cantos da casa.

    No cano da pia da cozi-

    nha, jogue um pouco de

    gua bem salgada .

    Com esse procedimento,

    so evitados entupimen-

    tos causados pelo ac-

    mulo de gordura.

    No interior dos sapatos,

    coloque um pouco de sal.

    Eliminam-se a umidade e

    o mau cheiro.

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    22

    2 - 2 - 1 - 1 - 2 - 2.

    1 - 2 - 2 - 1 - 2 - 1.

    2 - 1 - 2 - 1 - 2 - 1.

    1 - 2 - 1 - 2 - 1 - 2.

    2 - 1 - 1 - 2 - 1 - 2.e

    d

    b

    a

    c

    ( )

    O sulfato de brio um sal de grande impor-

    tncia na indstria farmacutica. Ele utilizado

    como contraste em radiografias do sistema di-

    gestrio, permitindo que o intestino aparea no

    exame radiogrfico, visto que esse sal absorve

    os Raios-X.

    Fonte: PERUZZO, Francisco M.; CANTO, Eduardo L. . Vol. 2.Qumica na Abordagem do Cotidiano

    So Paulo: Moderna, 2009. p.438. (adaptado)

    Para a produo do sal, foram misturados, no reator,

    2 moles de carbonato de brio e 5 moles de cido

    sulfrico. Sabe-se que o produto de solubilidade dos

    sais 8 x 10 (BaCO ) e 1 x 10 ( BaSO ).-8 -103 4

    Afirma-se, ento:

    I - O sulfato de brio menos solvel que o carbona-

    to de brio.

    II - O volume de CO2 liberado na produo do sal,

    nas condies normais de presso e temperatura

    (CNTP), igual a 22,4 L.

    III - A massa de cido sulfrico em excesso, na pro-

    duo do sal, de 294 g.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas II.

    apenas I e II.

    apenas I e III.

    apenas II e III.e

    d

    b

    a

    c

    BaCO + H SO BaSO + H O + CO3 2 4 4(s) (l) (s) (l) (g)2 2

    O sulfato de brio industrialmente produzido por

    meio da reao a seguir, sendo o cido adicionado

    em excesso para garantir a converso total para o

    sal no txico (sulfato de brio).

  • 14

    23

    Em 2009, foi construdo na Bolvia um hotel com a

    seguinte peculiaridade: todas as suas paredes so

    formadas por blocos de sal cristalino. Uma das ca-

    ractersticas fsicas desse material sua condu-

    tividade trmica relativamente baixa, igual a

    6 W/(m.C). A figura a seguir mostra como a tem-

    peratura varia atravs da parede do prdio.

    x (cm)

    T (C)

    25

    20

    60

    Interiordo prdio

    15

    -------------------------------------------------------

    -------------------------------------------------------

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    -

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    ----

    -

    Exteriordo prdio

    Qual o valor, em W/m , do mdulo do fluxo de calor2

    por unidade de rea que atravessa a parede?

    125.

    800.

    1200.

    2400.

    3000.

    b

    a

    c

    e

    d

    24

    Considerando 4,15 J. g .C o calor especfico da-1 -1

    gua e 1 g.mL a densidade, qual ser a variao da-1

    temperatura, em C, se forem adicionados 55,5 g

    de cloreto de clcio a 100 mL de gua, a 20 C ?

    70.

    80.

    90.

    100.

    110.e

    d

    b

    a

    c

    CaCl + H O Ca + 2Cl2 2(s) (l) (aq) (aq)2+ -

    H= -83kj.mol-1

    NH NO + H O NH + NO4 3 2(s) (l) (aq) (aq)4 3

    + -

    H= + 26kj.mol-1

    Em dispositivos de primeiros socorros, os sais

    tm sido empregados para o tratamento de

    problemas musculares em atletas. Esses dis-

    positivos instantneos funcionam por meio de

    reaes qumicas exotrmicas ou endotrmi-

    cas. Em geral, para compressas quentes, uti-

    liza-se cloreto de clcio e, para compressas

    frias, nitrato de amnio. As reaes envolvidas

    so:

    Fonte: PERUZZO, Francisco M.; CANTO, Eduardo L. . Vol. 2.Qumica na Abordagem do Cotidiano

    So Paulo: Moderna, 2009. p.246. (adaptado)

  • 15

    Um dos mtodos de obteno de sal consiste em ar-

    mazenar gua do mar em grandes tanques abertos,

    de modo que a exposio ao sol promova a

    evaporao da gua e o resduo restante contendo

    sal possa ser, finalmente, processado. A respeito do

    processo de evaporao da gua, analise as afirma-

    es a seguir.

    I - A gua do tanque evapora porque sua tempera-

    tura alcana 100C.

    II - Ao absorver radiao solar, a energia cintica de

    algumas molculas de gua aumenta, e parte delas

    escapa para a atmosfera.

    III - Durante o processo, linhas de conveco se for-

    mam no tanque, garantindo a continuidade do pro-

    cesso at que toda a gua seja evaporada.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas II.

    apenas III.

    apenas I e II.

    I, II e III.b

    a

    c

    e

    d

    25

    Observe as figuras:

    Fonte: Disponvel em: http://www.cimsal.com.br. Acesso em: 10 set. 2014.

    Marque verdadeira (V) ou falsa (F) nas sentenas.

    Quanto maior a variao da mar, maior ser a

    quantidade de sal decantado nos concentradores

    aps o processo de evaporao.

    O sal, cujas reas de extrao localizam-se a

    grandes distncias dos locais de consumo desse

    mineral pela populao, torna-se, devido aos

    custos com transporte, um produto muito caro

    para a maioria da populao.

    O sal no distribudo ao mercadoin natura

    consumidor, pois passa por processo de refino

    at chegar mesa da populao.

    ( )

    ( )

    ( )

    Uma das maneiras de se obter sal de cozinha a sua

    extrao a partir de stios subterrneos. Para a rea-

    lizao de muitas das tarefas de minerao, so

    utilizadas mquinas trmicas, que podem funcionar,

    por exemplo, como motores para locomotivas,

    bombas de gua e ar e refrigeradores. A respeito

    das propriedades termodinmicas das mquinas

    trmicas, qual das alternativas INCORRETA?

    O rendimento de uma mquina trmica funcio-

    nando como motor ser mximo quando a mai-

    or parte da energia retirada da fonte quente for

    rejeitada, transferindo-se para a fonte fria.

    Uma mquina trmica funcionando como refri-

    gerador transfere energia de uma fonte fria

    para uma fonte quente mediante realizao de

    trabalho.

    Mquinas trmicas necessitam de duas fontes

    trmicas com temperaturas diferentes para

    operar.

    Dentre as consequncias da segunda lei da ter-

    modinmica, est a impossibilidade de se cons-

    truir uma mquina trmica com rendimento de

    100%.

    Todas as etapas de uma mquina trmica ope-

    rando no ciclo de Carnot so reversveis.

    b

    a

    c

    e

    d

    26

    V F F.

    F F V.

    V F V.

    F V V.

    F V F. b

    a

    c

    e

    d

    A sequncia correta

    27

  • 16

    28

    A obra apresentada foi elaborada pelo artista bra-

    sileiro Vik Muniz. Ele utiliza em suas obras ali-

    mentos, como acar, sal, geleia, chocolate,

    xarope, materiais reciclveis e sucata. Tais mate-

    riais so empregados para produzir obras belas e

    alcanar pessoas comuns, excludas do circuito

    cultural tradicional. Considerando essas infor-

    maes, correto afirmar que o prazer esttico

    derivado da contemplao do belo tem, para artis-

    tas como Vik Muniz, uma funo

    Fonte

    : D

    isponv

    elem

    : htt

    p//

    vikm

    uniz

    .net

    . Ace

    sso e

    m:

    10 s

    et.

    2014.

    metafsica, atravs da neutralizao do sofri-

    mento ou apaziguamento do absurdo da vida.

    sociopoltica, despertando inquietao e reco-

    nhecimento de problemas associados vida

    cotidiana.

    de mimese ou imitao da realidade, visando a

    apreender a perfeio e harmonia das formas

    naturais.

    esttico-formal, porque compete ao artista

    manifestar a beleza sem nenhum tipo de com-

    prometimento com causas externas.

    socioeconmica, uma vez que a arte em geral

    tem compromisso com processos de gerao de

    renda e insero social.

    e

    d

    b

    a

    c

    29

    MA

    RC

    OS

    ALV

    ES

    MO

    RA

    TO

    /ED

    ITP

    RA

    AB

    RIL

    A igreja de So Francisco (foto), construda em Ouro

    Preto no sculo XVIII, um marco do barroco e da

    arquitetura brasileira. O contexto histrico que ex-

    plica a realizao dessa obra criado pelo(a)

    crise do sistema colonial e ecloso das revoltas

    regenciais.

    deslocamento do centro administrativo da Col-

    nia para a cidade de Ouro Preto.

    explorao econmica das minas de ouro e

    consolidao da agricultura canavieira.

    ciclo da minerao e decorrente diversificao

    do sistema produtivo.

    distanciamento em relao autoridade coloni-

    al e consequente maior liberdade de expresso.

    e

    d

    b

    a

    c

  • 17

    Leia atentamente a letra da msica Cano do Sal:

    Autoria: Milton Nascimento, 1967. Intrprete: Elis Regina - lbum: Elis (1966).

    Estilo: Msica Brasileira. Gravadora: UNIVERSAL. Selo: Philips.

    Trabalhando o sal amor o suor que me sai

    Vou viver cantando o dia to quente que faz

    Homem ver criana buscando conchinhas no mar

    Trabalho o dia inteiro pra vida de gente levar

    gua vira sal l na salina

    Quem diminuiu gua do mar

    gua enfrenta sol l na salina

    Sol que vai queimando at queimar

    Trabalhando o sal pra ver a mulher se vestir

    E ao chegar em casa encontrar a famlia sorrir

    Filho vir da escola problema maior o de estudar

    Que pra no ter meu trabalho e vida de gente levar

    De acordo com a msica, observe as afirmativas:

    I - Os trabalhadores residem prximos s reas de

    extrao de sal, sendo possvel levar os filhos ao

    ambiente de trabalho onde h creches prximas

    praia.

    II - A extrao de sal ocorre em reas com alta inso-

    lao, para que o processo de evaporao da gua

    seja facilitado e fique apenas o mineral.

    III - A msica relata de forma potica as boas con-

    dies de trabalho nas salinas, sendo possvel ofe-

    recer uma vida digna famlia, como estudo aos

    filhos.

    IV - A mo de obra feminina tornou-se possvel nas

    salinas aps diversas lutas dos movimentos femi-

    nistas, que reivindicavam igualdade de trabalho e

    salrio para as mulheres.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas II.

    apenas I e IV.

    apenas II e III.

    apenas III e IV.b

    a

    c

    e

    d

    30

    Dois engenheiros chegam entrada de uma mina

    de extrao de sal que se encontra em grande

    atividade. Um deles est portando um deci-

    belmetro e verifica que a intensidade sonora de

    115 decibis. Considerando as qualidades fisio-

    lgicas do som, qual a definio de intensidade

    sonora?

    Velocidade da onda por unidade de rea.

    Frequncia da onda por unidade de tempo.

    Potncia por unidade de rea da frente de onda.

    Amplitude por unidade de rea da frente de onda.

    Energia por unidade de tempo.

    b

    a

    c

    e

    d

    31

    Observe o mapa:

    Fonte

    : O

    LIC,

    N.

    B.;

    SIL

    VA,

    A.

    C;

    L OZAN

    O,

    R.

    . Vol.

    nic

    o. S

    o P

    aulo

    : M

    oder

    na,

    2012.

    p.

    155.

    Geo

    gra

    fia

    De acordo com o mapa e os seus conhecimentos,

    observe as afirmativas:

    I - Os principais recursos minerais brasileiros, como

    ferro, bauxita e mangans, so utilizados como

    commoditties in natura, ou seja, exportados para

    indstrias de transformao no exterior.

    32

  • 18

    17

    apenas I.

    apenas III.

    apenas II e IV.

    apenas I, II e IV.

    I, II, III e IV.b

    a

    c

    e

    d

    II - A maior parte da extrao mineral no Brasil

    ocorre em reas de escudos cristalinos, devido

    diversidade de minerais e rochas que compem

    essa litologia.

    III - A extrao de sal em territrio brasileiro total-

    mente realizada em reas litorneas, que esto em

    contato com bacias sedimentares.

    IV - A minerao pode ser considerada uma das ati-

    vidades humanas que mais causam impactos ao

    meio ambiente.

    Est(o) correta(s)

    Observe o mapa:

    Porto de carga geral

    Porto especializado

    GuabaTramanda

    Imbituba

    ItaguaCabo Frio

    Garoupa

    Pelotas

    Porto Alegre

    LagunaItaja

    So Francisco do Sul

    Rio Grande

    Paranagu

    Santos So SebastioAngra dos Reis

    Rio de Janeiro

    Ilhus

    Aracaju

    Macei

    Natal

    FortalezaManaus

    Porto Velho

    Ccares

    Corumb

    Cuiab

    Pirapora

    Belm

    Macap

    Tucuru

    Vila do Conde ItaquiSo Lus

    SuapeRecife

    Ladrio

    Enchova

    Tubaro

    Aratu

    Cabedelo

    Areia Branca

    SantanaTrombetas

    Vitria

    Salvador

    Fonte: OLIC, N. B.; SILVA, A. C; LOZANO, R. . Vol. nico. So Paulo: Moderna, 2012. p. 40.Geografia

    De acordo com o mapa e seus conhecimentos, obser-

    ve as afirmativas:

    I - Os maiores portos brasileiros podem ser classi-

    ficados como portos de carga geral.

    II - Entre os portos especializados, destaca-se o de

    Areia Branca, no Rio Grande do Norte, criado prin-

    cipalmente para o transporte de sal marinho.

    III - Os portos litorneos brasileiros possuem menor

    importncia em volume de carga, em comparao

    com os portos hidrovirios.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas II.

    apenas III.

    apenas I e II.

    apenas II e III.b

    a

    c

    e

    d

    34

    O sistema de monoplio reconfigurava a dieta

    dos colonos, obrigando-os a abandonar os ali-

    mentos tradicionais de Portugal.

    Com a incorporao do Rio Grande do Sul ao

    Imprio portugus, a dieta colonial incluiu mai-

    or quantidade de consumo de carne bovina.

    e

    d

    Assim, aponte a afirmativa correta, quanto situa-

    o brasileira no perodo colonial.

    33

    Comercializavam-se alimentos produzidos na re-

    gio e produtos importados [...]. Dentre os pro-

    dutos produzidos na colnia, destacavam-se a

    farinha de mandioca, de milho e de trigo, feijo,

    acar, rapadura, aguardente, toucinho, charque

    e carne fresca [...] peixe seco e fresco. Dentre os

    produtos importados, os de maior procura eram

    vinagre, azeite, vinho, bacalhau, azeitonas, pi-

    menta-do-reino, especiarias [...] e sal.

    Fonte: BRAICK e MOTA. . Vol. 2.Histria: das cavernas ao Terceiro Milnio

    So Paulo: Moderna, 2010. p. 84.

    O domnio da grande propriedade rural conviveu

    com a existncia de produo agrcola em pe-

    quenos lotes de terras.

    A estrutura produtiva colonial era exclusivamen-

    te voltada para atender demanda europeia.

    Devido ao carter complementar da economia

    colonial, era inexistente um mercado interno na

    colnia.

    b

    a

    c

  • 19

    Filsofos utilizam frutas (mas, abacaxis, toma-

    tes) para ilustrar suas teorias. Numa ma, por

    exemplo, alguns filsofos afirmaram que possvel

    separar propriedades ou qualidades secundrias

    (cor, cheiro, doura) de qualidades primrias (como

    a extenso). Essas ltimas servem de suporte s

    qualidades secundrias. Na metafsica tradicional,

    esse elemento que sustenta as qualidades secun-

    drias o(a)

    35

    O despejo de esgoto e lixo nas guas uma con-

    sequncia da eutrofizao.

    O bloqueio da passagem do sol pela camada su-

    perficial de microalgas de uma florao pode cau-

    sar a morte de organismos fotossintetizantes,

    aumentando a quantidade de oxignio liberado e

    aumentando os micro-organismos produtores.

    Intoxicaes de seres humanos por ingesto de

    frutos do mar podem ser consequncia da depo-

    sio de toxinas em animais filtradores, quando

    as floraes so formadas por algas txicas.

    A reproduo excessiva de microalgas pode ser

    consequncia da eutrofizao da gua.

    ( )

    ( )

    ( )

    A sequncia correta

    F F V V.

    V F V F.

    F V F V.

    V V F F.

    F V V V. b

    a

    c

    e

    d

    A chamada mar vermelha um fenmeno resul-

    tante da reproduo em demasia de certos grupos

    de microalgas marinhas, em especial dinofla-

    gelados, eventualmente conferindo uma colo-

    rao avermelhada gua do mar. Outra denomi-

    nao, aplicada tambm ao fenmeno em guas

    continentais, florao. Com relao a tal fen-

    meno, indique se as alternativas a seguir so

    verdadeiras (V) ou falsas (F).

    ( )

    substncia.

    acidente.

    causalidade.

    racionalidade.

    necessidade.b

    a

    c

    e

    d

    Uma expedio cientfica realizada no oceano Pac-

    fico teve o propsito de coletar dados de presso da

    gua em funo da profundidade. Foram escolhidos

    trs locais distantes entre si, onde no havia vento e

    o mar era calmo. Nos trs stios, verificou-se que o

    mdulo da acelerao gravitacional bem como a

    temperatura da gua apresentaram os mesmos

    valores. Os resultados obtidos so apresentados no

    grfico a seguir, onde as retas A e B so paralelas.

    A

    B

    C

    h (m)

    P (Pa)

    Com base nesses resultados, analise as afirmaes

    a seguir.

    I - A presso atmosfrica ao nvel do mar em A

    maior do que em B.

    apenas II.

    apenas III.

    apenas I e II.

    apenas I e III.

    I, II e III.b

    a

    c

    e

    d

    II - A massa especfica da gua em B maior do que

    em C.

    III - O mdulo do empuxo experimentado por um

    corpo completamente submerso em A maior do

    que em B.

    Est(o) correta(s)

    36

    37

    0

  • 20

    2370 e 130.

    2187,5 e 312,5.

    1750 e 750.

    1562,5 e 937,5.

    1250 e 1250.

    Um piscicultor cria alevinos em um tanque de 2500

    litros. Para garantir o desenvolvimento dos peixes, o

    piscicultor necessita que a salinidade da gua do

    tanque seja de 18 gramas de sal por litro. Nesse

    tanque, foram misturadas gua salobra com 25,5

    gramas de sal por litro e gua doce com 0,5 grama de

    sal por litro.

    A quantidade, em litros, de gua salobra e doce que

    deve estar presente no tanque de, respectiva-

    mente,

    e

    d

    b

    a

    c

    38

    Um menino apaixonado por peixes resolveu

    montar um aqurio em sua casa. Em uma loja,

    adquiriu trs espcies diferentes, levando em

    considerao o aspecto visual: peixe-palhao

    ( , espcie marinha),Amphiprion ocellaris

    peixe-anjo-imperador (Pomacanthus impe-

    rator, espcie marinha) e peixinho-dourado

    ( , espcie de gua doce).Carassius auratus

    Todas as espcies foram colocadas no mesmo

    aqurio, que estava preenchido com gua de

    torneira desclorada. As duas espcies mari-

    nhas incharam e morreram rapidamente, e

    apenas o peixe-dourado sobreviveu. Depois

    do ocorrido, o menino descobriu que os in-

    divduos das duas espcies marinhas mor-

    reram, porque a gua do aqurio funcionava

    como uma soluo ________________ em re-

    lao aos seus fluidos corporais, ocorrendo um

    __________________________ que causou o

    inchao por __________________________.

    hipotnica desequilbrio osmtico absor-

    o excessiva de gua

    hipotnica transporte ativo de minerais para

    fora de seus corpos absoro excessiva de

    gua

    hipertnica desequilbrio osmtico perda

    de sais minerais e desidratao das espcies

    hipertnica transporte ativo de minerais

    para dentro de seus corpos absoro exces-

    siva de gua

    isotnica desequilbrio osmtico perda

    de sais minerais e desidratao das espcies

    e

    d

    b

    a

    c

    Assinale a alternativa que completa corretamente

    as lacunas do texto.

    39

    O nacionalismo se traduz, nesse trecho, pela es-

    colha do lxico, que incorpora palavras em tupi,

    por exemplo.

    Os atributos da protagonista metaforizam o pa-

    ( )

    ( )

    O nacionalismo literrio do Romantismo brasileiro

    tem na prosa indianista sua maior expresso. Leia

    atentamente o excerto seguinte e marque verda-

    deira (V) ou falsa (F) em cada afirmativa sobre ele.

    05

    Iracema, a virgem dos lbios de mel, que tinha

    os cabelos mais negros que a asa da grana, e

    mais longos que seu talhe de palmeira.

    O favo da jati no era doce como seu sorriso;

    nem a baunilha recendia no bosque como seu

    hlito perfumado.

    Mais rpida que a ema selvagem, a morena

    virgem corria o serto e as matas do Ipu, onde

    campeava sua guerreira tribo, da grande nao

    tabajara. O p grcil e nu, mal roando, alisava

    apenas a verde pelcia que vestia a terra com

    as primeiras guas.

    Fonte

    : ALE

    NCAR,

    1999,

    p. 2

    0.

    40

  • raso, traando um paralelo entre Iracema e a

    terra que recebe o colonizador.

    A figura indgena idealizada, como so ideali-

    zados tambm o espao e as origens do povo

    brasileiro ao longo do romance.

    A caracterizao de Iracema assinala sua total

    integrao natureza.

    ( )

    ( )

    21

    Alguns grupos de pesquisa brasileiros esto inves-

    tigando bactrias resistentes a ons cloreto, co-

    mo , para tentar compreen-Thiobacillus prosperus

    der seu mecanismo de resistncia no nvel gentico

    e, se possvel, futuramente transferir genes relacio-

    nados com a resistncia a ons cloreto para bac-

    trias no resistentes usadas em biolixiviao

    (um tipo de biorremediao de efluentes), como

    Acidithiobacillus ferrooxidans. Considerando as

    principais tcnicas utilizadas atualmente em biolo-

    gia molecular e engenharia gentica, a transfern-

    cia de genes especficos de uma espcie de bactria

    para outra deve ser feita atravs

    de cruzamentos entre as duas espcies, produ-

    zindo um hbrido resistente a ons cloreto.

    da transferncia para a bactria no resistente

    de um plasmdeo recombinante, que contenha o

    gene de interesse previamente isolado da bac-

    tria resistente, produzindo um Organismo Ge-

    neticamente Modificado (OGM).

    da transferncia de todo o genoma da bactria

    resistente para a nova bactria, formando uma

    espcie nova de bactria em que apenas o gene

    de interesse ser ativado.

    da simples clonagem da bactria resistente,

    sem a modificao da bactria suscetvel a ons

    cloreto.

    da combinao do genoma inteiro da bactria

    suscetvel com o genoma da bactria resistente,

    formando um organismo quimrico, o que re-

    presenta uma tcnica muito simples em orga-

    nismos sem parede celular, como as bactrias.

    e

    b

    a

    c

    41

    d

    Os sais esto presentes nos pirotcnicos.shows

    Os fogos de artifcio utilizam sais pulverizados de

    diferentes ons metlicos como, por exemplo, o

    sdio (cor amarela) e o potssio (cor violeta), mis-

    turados com material explosivo, como a plvora.

    Quando a plvora queima, eltrons dos metais pre-

    sentes sofrem excitao eletrnica, liberando a

    energia na forma de luz.

    Sobre a cintica da reao, correto afirmar:

    Quanto maior a superfcie de contato entre os

    reagentes, mais rpida a reao; assim,

    quanto mais dividido o reagente slido, mais a

    reao ser acelerada.

    A queima dos fogos de artifcio facilitada pelo

    uso de sais pulverizados, pois estes diminuem a

    energia de ativao da reao.

    A temperatura gerada na queima de fogos de

    artifcio reduz a frequncia dos choques entre

    as partculas de reagentes, tornando a reao

    mais rpida.

    A reao mais rpida, pois, ao se utilizar o sal

    pulverizado, a frequncia das colises menor,

    favorecendo, assim, a reao.

    A plvora age como um catalisador, diminuindo

    a energia de ativao total da reao qumica.

    e

    d

    b

    a

    c

    42F V V F.

    V F F V.

    F V F V.

    V V V F.

    V V V V.b

    a

    c

    e

    d

    A sequncia correta

  • 22

    Observe a figura:

    O eletrlito umapasta mida de NH Cl, ZnCl4 2e um complemento inerte

    Basto central de grafiterodeado por MnO mido2

    Papel poroso

    Zinco

    Envoltrio de plstico

    Fonte: LEMBO, Antnio. . Vol. 2. So Paulo: tica, 1999. p. 454.Qumica - Realidade e Contexto

    A pilha seca comum, utilizada em rdios, lanternas e

    brinquedos eletrnicos, uma adaptao da pilha

    de Leclanch e utiliza, como meio eletroltico, uma

    pasta umedecida contendo sais, como o cloreto de

    amnio e o cloreto de zinco.

    Ento, possvel afirmar:

    I - O Zn se reduz e o Mn se oxida.

    II - A diferena de potencial da pilha de 1,5 V.

    III - A reao global que ocorre na pilha :

    IV - medida que a pilha vai sendo consumida (gasta), h aumento nas massas de dixido de mangans

    e gua.

    Esto corretas

    As semirreaes para essa pilha so:

    ZnCl 2e2 + Zn + 2Cl(aq) (s) (aq) E = - 0,76 V- -

    (l)

    2NH Cl MnO 1e4 2 2 3 2(aq) (s) (l) (aq) (aq) E = 0,74 V+ + 1Mn O + 1 + NH + Cl(s)

    - H O 3-

    2

    2MnO + 2NH Cl + Zn Mn O + H O + 2NH + ZnCl2 4 2 3 2 3 2(s) (aq) (s) (s) (l) (aq) (aq)

    apenas I e II.

    apenas I e III.

    apenas II e III.

    apenas II e IV.

    apenas III e IV.e

    d

    b

    a

    c

    43

  • 23

    Na arte, assim como na filosofia e na poltica,

    houve por muitos sculos um apelo consciente

    a padres objetivos, cuja forma extrema foi a

    doutrina dos prottipos eternos, padres

    cristos ou platnicos imutveis, com base nos

    quais tanto a vida como o pensamento, tanto a

    teoria como a prtica tendiam a ser julgados.

    O texto apresenta uma concepo objetivista, fun-

    dada em padres eternos, sobre a conduo da vida

    social e moral que foi amplamente defendida no

    Ocidente. Essa concepo foi radicalmente desafia-

    da no sculo XVIII. Houve um movimento ou ten-

    dncia filosfica que considerou essa concepo da

    vida e do homem "insossa", ou seja, "sem sal", por

    ser excessivamente racionalista e no deixar lugar

    para a expresso do "eu", dos potenciais individuais

    e da impetuosidade da vontade. O movimento de

    crtica referido o

    cientificismo, movimento que fazia a validao

    de regras e leis sociais depender da experin-

    cia e observao regular dos agentes sociais.

    formalismo, movimento responsvel pela defe-

    sa de uma matematizao ou da confiana na

    quantificao como mecanismo de apreenso

    das leis e estruturas da realidade.

    romantismo, movimento de defesa de uma es-

    pontaneidade criadora, imaginativa e voltada

    para a realizao esttica do homem.

    ps-modernismo, movimento caracterizado pe-

    la celebrao da ausncia de grandes narrati-

    vas sobre o homem, da fragmentao das iden-

    tidades e do fim da histria.

    especismo, movimento caracterizado por sus-

    tentar que boa parte da nossa histria e organi-

    zao socioeconmica est centrada nos inte-

    resses da espcie humana, que escraviza e ne-

    ga direitos e dignidade a outros seres vivos

    (animais).

    e

    d

    b

    a

    c

    Fonte: BERLIN, Isaiah. . So Paulo: Companhia das Letras, 2002.Estudos sobre a Humanidade

    44

    Se voc optou por LnguaInglesa, passe para a

    pgina .28

    Bom-Crioulo no pensou em dormir, cheio,

    como estava, de dio e desespero. [...]

    Amigado, o Aleixo! [...] Amigar-se, viver com

    uma mulher, sentir o contato de outro corpo

    que no o seu, deixar-se beijar, morder, nas

    nsias do gozo, por outra pessoa que no o

    Bom-Crioulo!...

    Agora que tinha um desejo enorme, uma

    sofreguido louca de v-lo rendido, a seus ps

    [...] As palavras de Herculano (aquela histria

    do grumete com uma rapariga) tinham-lhe

    despertado o sangue, fora como uma espcie

    de urtiga brava arranhando-lhe a pele,

    excitando-o, enfurecendo-o de desejo. [...]

    No, no era somente o gozo comum, a

    sensao ordinria, o que ele queria depois das

    palavras de Herculano: era o prazer brutal,

    doloroso, fora de todas as leis, de todas as

    normas...

    No trecho destacado, predominam as seguintes ca-

    ractersticas da narrativa de Adolfo Caminha:

    a temtica da sexualidade e a anlise detalhista

    do meio.

    a temtica da sexualidade e a prevalncia do

    instinto sobre a razo.

    a prevalncia do instinto sobre a razo e a an-

    lise detalhista do meio.

    a corrupo moral e religiosa e a anlise social

    da personagem.

    a temtica da sexualidade e o dilema tico do

    protagonista.

    e

    d

    b

    a

    c

    45

    Fonte: CAMINHA, 2002. p. 108-109.

  • 24

    Para responder s questes de nmeros 46 a 49, leia o texto a seguir.

    I N T E R E S A N T E Inicio Salud| | Reducir el consumo de sal es tan bueno para la salud como dejar de fumar

    Elena Sanz11/09/2012

    Consumir sal en exceso es la causa de nume-

    rosos problemas de salud, no solo relacionados

    con las enfermedades cardiovasculares, sino

    tambin con insuficiencia renal, osteoporosis y

    cncer de estmago. De hecho, segn la

    Fundacin Espaola del Corazn (FEC),

    reduciendo al menos la mitad del consumo de

    sal diario obtendramos beneficios en nuestra

    salud comparables a los derivados de dejar de

    fumar.

    Hace ms de una dcada que la Organizacin

    Mundial de la Salud (OMS) estableci en 6

    gramos el consumo mximo diario de sal, cifra

    muy por debajo de la que se ingiere de media en

    el mundo, entre 10 y 12 gramos. La mayor parte

    de la ingesta diaria de sal, el 80%, proviene de

    los productos envasados y precocinados.

    "Aadir sal en la comida, tanto en el momento

    de procesado como en el de consumo, es

    innecesario. La sal empez a utilizarse para

    conservar los alimentos durante ms tiempo,

    pero con los sistemas ms modernos de

    conservacin, esta medida ya no es necesaria

    Reducir el consumo de sal es tan bueno

    para la salud como dejar de fumar

    y en la actualidad se utiliza bsicamente para

    dar ms sabor a la comida", advierte la Dra.

    Pilar Mazn, miembro de la Sociedad Espaola

    de Cardiologa (SEC) y cardiloga del Hospital

    Clnico de Santiago de Compostela.

    La sal contribuye a la retencin de lquidos por

    parte del organismo, lo que produce una

    presin sobre las arterias y favorece la aparicin

    de la hipertensin. Segn datos de la OMS, la

    hipertensin es la causante del 62% de los

    accidentes cerebrovasculares y del 42% de las

    enfermedades del corazn.

    De acuerdo con un estudio recientemente

    publicado en The New England Journal of

    Medicine que simulaba los efectos esperables al

    reducir el consumo de la sal en la poblacin de

    Estados Unidos, una reduccin diettica de 3

    gramos diarios de sal disminuira el nmero

    anual de enfermedades cardiovasculares entre

    60.000 y 120.000 casos, de ictus entre 32.000 y

    66.000, de infarto de miocardio entre 54.000 y

    99.000, y de fallecimiento por cualquier causa

    entre 44.000 y 92.000 casos al ao. Adems,

    esta medida tambin sera beneficiosa desde el

    punto de vista econmico, consiguiendo un

    ahorro de entre 10.000 y 24.000 millones de

    dlares. A la vista de estos datos, algunos

    pases han decidido implantar algunas medidas

    preventivas. Fue el caso de Finlandia, que en los

    aos 70 inici una campaa de concienciacin

    consiguiendo una disminucin en el consumo de

    sal de 12 a 9 gramos diarios. Gracias a esta

    medida se consigui una reduccin de enfer-

    medad cardiaca coronaria y de accidente cere-

    brovascular de entre un 75% y un 80%, lo que

    ha alargado la esperanza de vida de 5 a 6 aos.

    Fonte

    : D

    isponv

    el e

    m:

    htt

    p:/

    /ww

    w.m

    uyi

    nte

    resa

    nte

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    salu

    d/a

    rtic

    ulo

    /red

    uci

    r -el

    -consu

    mo-d

    e-sa

    l-es

    -tan

    -buen

    o-p

    ara-

    la-s

    alud-c

    om

    o-d

    ejar

    -de-

    fum

    ar.

    Ace

    sso e

    m:

    18 a

    bril 2014.

    (adap

    tado)

    Lngua Espanhola

  • 25

    "Conseguir una reduccin en el consumo de sal

    es una tarea que requiere el esfuerzo de todas

    las partes implicadas. Por un lado est el propio

    ciudadano, que puede empezar a aplicar

    medidas como cocinar sin sal, retirar el salero

    de la mesa o comprar los productos que sean

    bajos en sal, lo que no significa que sean de

    rgimen sino que son saludables; por otro lado

    est la industria alimentaria, que debera

    disminuir la cantidad de sal que le aade a los

    productos y hacer un etiquetado ms fcil de

    entender y que informara de la cantidad de sal

    aadida; y finalmente se encuentran los

    organismos pblicos, que deberan tomar

    medidas restrictivas relacionadas con el

    consumo de sal as como iniciar campaas

    masivas dirigidas a informar sobre los efectos

    nocivos de esta", recomienda la Dra. Mazn.

    Considerando o texto, assinale verdadeira (V) ou fal-

    sa (F) em cada afirmativa.

    A mdia de ingesto diria de sal no mundo

    maior do que a recomendada pela OMS.

    ( )

    Para reduzir o consumo de sal, a Dra. Mazn indica que

    deve haver uma colaborao de vrias partes: cida-

    dos, indstria e poder pblico. Relacione as colunas

    de modo a indicar como cada parte pode colaborar.

    A sequncia correta

    (1) Indstria

    (2) Poder pblico

    (3) Cidado

    Apresentar medidas que res-

    trinjam o consumo de sal.

    Diminuir o sal dos produtos.

    Fazer campanhas informa-

    tivas sobre os efeitos pre-

    judiciais advindos do con-

    sumo de sal.

    Informar a quantidade de

    sal nos rtulos dos produtos.

    Observar a composio dos

    produtos.

    Retirar o saleiro da mesa.

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    1 2 2 3 3 2.

    2 3 3 1 2 1.

    2 1 2 1 3 3.

    1 3 2 2 1 3.

    3 1 3 1 2 1. b

    a

    c

    e

    d

    47

    46 Em 80% dos produtos consumidos, h mais sal

    do que o recomendado.

    O sal segue sendo usado para conservar ali-

    mentos por mais tempo.

    Dentre os problemas que diminuiriam com a

    reduo do consumo de sal, esto as doenas

    cardiovasculares.

    ( )

    ( )

    ( )

    A sequncia correta

    V F F V.

    V V F V.

    F F V F.

    F V F V.

    V F V F.b

    a

    c

    e

    d

    A palavra sal ( 20), se comparada ao portugus,.

    pode ser classificada como uma palavra

    heterogenrica, seguindo o mesmo exemplo de

    momento ( 18)..

    heterossemntica, seguindo o mesmo exemplo

    de ingesta ( 16)..

    heterossemntica, seguindo o mesmo exemplo

    de enfermedades ( 3)..

    heterogenrica, seguindo o mesmo exemplo de

    ahorro ( 49)..

    heterotnica, seguindo o mesmo exemplo de

    arterias ( 31)..

    e

    d

    b

    a

    c

    48

  • 26

    Para responder s questes de nmeros 50 a 52, leia o texto a seguir.

    Acuerdos con laIndustria panaderapara reducir el contenido de sodiodel pan artesanal

    OBJETIVOS

    Sensibilizar a la poblacin sobre el impacto

    en la salud con la reduccin del consumo de sodio

    Promover la reduccin de sal en la elaboracin

    del Pan Artesanal

    INSCRIPCIONES

    Requisitos para participar:

    - Formulario de inscripcin

    - Fotocopia de Habilitacin municipal

    - Elaboracin de productos Libres de Bromato

    de Potasio

    - Cumplir con las normas de higiene y seguridad

    ADHESIN

    Se acordar una fecha para firmar un acta de

    adhesin entre la panadera y la Direccin de

    Programas Integrados de Salud efector del

    Ministerio de Salud Pblica de Tucumn.

    DISTRIBUCIN DE MATERIAL

    Las panaderas inscriptas y que cumplan con

    los requisitos recibirn:

    - 1 vaso medidor de sal

    - 1 afiche dirigido al consumidor

    - 1 afiche instructivo para la elaboracin de

    panificados con menos sal

    EVALUACIN

    A los 60 das de firmada el acta de adhesin

    se realizar un control de sodio en el pan o

    bien se har una entrevista con el responsable

    de la panadera acorde al protocolo de evaluacin

    CERTIFICACIN

    Se certificarn a aquellas panaderas

    que cumplan con la iniciativa

    Menos sal, Ms vida.

    PARA ACCEDER AL CERTIFICADO

    LA PANADERA DEBER:

    Elaborar pan a la venta con agregado

    de sal igual o menor a 1.5%

    Adems ofrecer pan o productos

    sin sal.

    ENTREGA DE CERTIFICADOS

    La entrega de certificados se realizar

    en la medida que las panaderas

    cumplan los requisitos.

    menos salms vida

    Ministerio de Salud PblicaSuperior Gobierno de la Provincia de Tucumn

    20

    25

    30

    35

    40

    45

    Os termos destacados em ya no esesta medida

    necesaria e tambin sera. esta medida( 23)

    beneficiosa fazem referncia, respecti-.( 47)

    vamente,

    diminuio do consumo de sal e economia de

    milhes de dlares.

    economia de milhes de dlares e ao uso do

    sal para a conservao de alimentos.

    b

    a

    49

    Fonte

    : D

    isponv

    el e

    m:

    htt

    p:/

    / msp

    tucu

    man

    .gov

    .br/

    wp-c

    onte

    nt/

    uplo

    ads/

    Acu

    erdos-

    peq

    -150x1

    50.j

    pg.

    Ace

    sso e

    m:

    18 a

    bril 2014.

    (adap

    tado)

    diminuio do consumo de sal e diminuio

    do consumo de sal.

    ao uso do sal para a conservao de alimentos e

    ao uso do sal para a conservao de alimentos.

    ao uso do sal para a conservao de alimentos e

    diminuio do consumo de sal.

    e

    d

    c

  • 27

    O objetivo principal do texto

    lanar um programa que promova a produo

    de po com menos sdio.

    alertar a populao sobre o perigo de se consu-

    mir po em excesso.

    apresentar uma cartilha com instrues para o

    consumo correto do sal.

    noticiar as aes promovidas pelo ministrio de

    sade de Tucumn.

    instruir as padarias na produo de pes mais

    artesanais, com menos sal.

    b

    a

    e

    d

    c

    50

    Considerando o texto, assinale verdadeira (V) ou fal-

    sa (F) em cada afirmativa.

    Aps 2 meses da assinatura do acordo, os esta-

    belecimentos podero ser avaliados por meio de

    uma entrevista.

    O texto tem como pblico-alvo as padarias dis-

    postas a produzir um po mais saudvel.

    Um dos requisitos para os estabelecimentos

    participarem da seleo estar em dia com

    exigncias legais.

    Os estabelecimentos recebero instrues para

    a preparao de pes com pouco sal, bem co-

    mo recipientes especficos para a produo do

    produto.

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    F F F V.

    V V V F.

    V V F F.

    F V V F.

    F F V V.

    A sequncia correta

    b

    a

    c

    e

    d

    51

    Com relao a elementos lingusticos usados no tex-

    to, considere as afirmaes.

    I - O uso do tempo verbal em Se acordar .( 18)

    indica que h uma data previamente estabelecida

    para a assinatura do acordo.

    II - A expresso en la medida que ( 46) sujeita ca-.

    da padaria a esperar o cumprimento do acordo por

    todas as participantes para receber o certificado.

    III - O emprego de Adems ( 42) acrescenta con-.

    dies para o estabelecimento receber o certificado.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas III.

    apenas I e II.

    apenas II e III.

    I, II e III.

    b

    a

    c

    e

    d

    52

  • 28

    Para responder s questes de nmeros 46 a 49, leia o texto a seguir.

    1

    5

    Salt Uses & Tips1

    10

    15

    20

    25

    30

    35

    40

    45

    Beside making food delicious, it's believed

    there are more than 14,000 uses for salt, and

    our grandmothers were probably familiar with

    most of them. A number of these uses were

    for simple things around the home before the

    advent of modern chemicals and cleaners.

    Many of these salt uses are still valid today

    and can be much cheaper and more environ-

    mentally-friendly than more sophisticated

    products. We make no guarantee about the

    results if you try any of these uses and tips,

    but there must be something to them since

    they have been handed down over the years in

    many households. Most of these salt uses

    have stood the test of time.

    Salt Uses & Tips: Health & Beauty

    Gargling - Stir 1/2 teaspoon salt in an 8-

    ounce glass of warm water for use as a gargle

    for sore throats.

    - Mix one part salt to twoCleaning teeth

    parts baking soda after pulverizing the salt in

    a blender or rolling it on a kitchen board with a

    tumbler before mixing. It whitens teeth, helps

    remove plaque and it is healthy for the gums.

    - Mix equal parts of salt andWashing mouth

    baking soda as a mouth wash that sweetens

    the breath.

    - Mix one teaspoonReducing eye puffiness

    of salt in a pint of hot water and apply pads

    soaked in the solution on the puffy areas.

    - Soak aching feet inRelieving tired feet

    warm water to which a handful of salt has

    been added. Rinse in cool water.

    - If stung, immediatelyRelieving bee stings

    wet the spot and cover with salt to relieve the

    pain.

    - Soak relaxed for at leastRelieving fatigue

    ten minutes in a tub of water into which

    several handfuls of salt has been placed.

    - After bathing and whileRemoving dry skin

    still wet give yourself a massage with dry salt.

    It removes dead skin particles and aids the

    circulation.

    - For a stimulating facial, mixApplying facial

    equal parts of salt and olive oil and gently

    massage the face and throat with long upward

    and inward strokes. Remove mixture after five

    minutes and wash face.

    Fonte: Disponvel em: http://www.saltworks.us/salt_info/salt-uses-and-tips.asp. Acesso em: 15 set. 2014. (adaptado)

    Sobre os usos do sal para a sade e a beleza, indi-

    que se as afirmaes a seguir esto em acordo (A)

    ou desacordo (D) com as informaes do texto.

    Previne a crie e branqueia os dentes.

    relaxante para ps cansados.

    Alivia a dor do ferro de abelha.

    Melhora a circulao e elimina a oleosidade da

    pele.

    ( )

    ( )

    ( )

    A sequncia correta

    A A D D.

    D A A D.

    D D A A.

    A D D A.

    A A D A.

    ( )

    b

    a

    c

    e

    d

    46

    Lngua Inglesa

    Americas Sea Salt Company

  • 29

    Considere o segmento Many of these salt uses are

    still valid today and can be much and morecheaper

    environmentally-friendly sophisticatedthan more

    products ( 7-10). Se os termos sublinhados fos-.

    sem substitudos, respectivamente, por inexpen-

    sive, green e classy, o segmento ficaria assim:

    Many of these salt uses are still valid today and

    can be much inexpensivier and more green than

    more classy products.

    Many of these salt uses are still valid today and

    can be much more inexpensive and greenier

    than classier products.

    Many of these salt uses are still valid today and

    can be much inexpensiver and greener than

    classer products.

    Many of these salt uses are still valid today and

    can be much more inexpensive and greener

    than classier products.

    Many of these salt uses are still valid today and

    can be much more inexpensive and more

    greener than more classier products.

    e

    d

    b

    a

    c

    48

    Associe os usos do sal na 1 coluna s dosagens e

    aos demais ingredientes na 2 coluna.

    (1) Reduo de

    inflamao

    da garganta

    (2) Limpeza dos

    dentes

    (3) Reduo de

    inchao nos

    olhos

    (4) Alvio da

    fadiga dos

    ps

    (5) Alvio da

    fadiga

    corporal

    A sequncia correta

    Uma parte de sal tritu-

    rado e duas partes de

    bicarbonato de sdio

    Vrias mos cheias de

    sal em uma banheira

    com gua

    Meia colher de ch de

    sal em um copo de gua

    morna

    Uma colher de ch de

    sal em um copo de gua

    quente

    Uma mo cheia de sal

    e gua morna

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    ( )

    49

    O termo sublinhado em making food deli-Beside

    cious 1) pode ser substitudo, sem alterao de(.

    sentido, por

    47

    In addition to.

    Although.

    In spite of.

    Next to.

    Better than.

    b

    a

    c

    e

    d

    4 2 5 1 3.

    1 3 2 4 5.

    2 5 1 3 4.

    3 5 4 2 1.

    5 1 3 4 2.

    b

    a

    c

    e

    d

  • 30

    Para responder s questes de nmeros 50 a 52, leia o texto a seguir.

    Sobre o texto, INCORRETO afirmar que

    a histria dos seres humanos e dos animais est

    ligada ao sal.

    as primeiras cidades surgiram prximas a dep-

    sitos de sal.

    o sal foi um dos primeiros produtos a ser co-

    mercializado na humanidade.

    historicamente a utilidade do sal tem sido res-

    trita culinria.

    o sal j foi muito valioso, cobiado e motivo de

    batalhas.b

    a

    e

    d

    c50

    by Chris Kresser, 2012

  • 31

    As metforas worth their salt ( e the salt of27).

    the earth ( so usadas para se referir, res-28-29).

    pectivamente, a

    pessoas merecedoras lderes religiosos.

    trabalhadores braais trabalhadores volun-

    trios.

    pessoas honestas pessoas ricas.

    empregados da indstria do sal empresrios

    do sal.

    pessoas trabalhadoras pessoas de grande

    valor.

    Sobre a palavra sal, considere as afirmaes a se-

    guir.

    I - A raiz sal vem do Latim e usada em palavras

    como salubre e salrio, as quais revelam a

    importncia histrica do sal para a humanidade.

    II - Est associada deusa romana da sade e da

    prosperidade: Salus.

    III - Ocupa mais espao do que os demais alimentos

    no dicionrio de lngua inglesa Oxford.

    Est(o) correta(s)

    apenas I.

    apenas II.

    apenas II e III.

    apenas III.

    I, II e III.

    e

    d

    b

    a

    c

    b

    a

    c

    e

    d

    51 52

  • H1 1,01

    13

    18

    2

    S

    RIE

    DO

    S L

    AN

    TAN

    DIO

    S

    S

    RIE

    DO

    SA

    CTI

    ND

    IOS

    89 Ac

    La

    57 138,

    9

    [227

    ]

    N

    mer

    oat

    m

    ico

    (Z

    )

    Sm

    bo

    lo

    Mas

    sa a

    tm

    ica

    H1 1,0Li Na

    K Rb

    Cs

    Fr

    87 [223

    ]

    132,

    9

    3 6,9

    23,0

    11 19

    39,1

    37 85,5

    Pd

    Pt

    Ni

    Ds

    28 58,7

    195,

    1

    106,

    4

    110

    Lr

    Lu

    175,

    0

    [262

    ]

    103

    71

    No

    Yb

    173,

    0

    [259

    ]

    102

    70

    Md

    Tm

    168,

    9

    [258

    ]

    101

    69

    Fm

    Er

    167,

    3

    (257

    )

    100

    68

    Es

    Ho

    164,

    9

    [252

    ]

    9967

    Cf

    Dy

    162,

    5

    [251

    ]

    9866

    Bk

    Tb

    158,

    9

    [247

    ]

    9765

    Cm

    Gd

    157,

    3

    [247

    ]

    9664

    Am

    Eu

    152,

    0

    [243

    ]

    9563

    Pu

    Sm

    150,

    4

    [244

    ]

    9462

    Np

    Pm

    [145

    ]

    [237

    ]

    9361

    UNd

    144,

    2

    238,

    0

    9260

    Pa

    Pr

    140,

    9

    231,

    0

    9159

    Th

    Ce

    140,

    1

    232,

    0

    9058

    Zn

    Cd

    Hg

    30 65,4

    200,

    6

    112,

    4

    48

    Cu

    Ag

    Au

    29 63,5

    197

    107,

    9

    47

    Co

    Rh

    Ir Mt

    27 58,9

    192,

    2

    102,

    9

    109

    45

    Fe

    Ru

    Os

    Hs

    26 55,8

    190,

    2

    101,

    1

    108

    44

    Mn

    Tc

    Re

    Bh

    25 54,9

    [98]

    186,

    2

    107

    43

    Cr

    Mo

    W Sg

    24 52,0

    95,9

    183,

    8

    106

    42

    V Nb

    Ta

    Db

    23 50,9

    92,9

    181,

    0

    105

    41

    Ti

    Zr

    Hf

    Rf

    [261

    ]

    22 47,9

    91,2

    178,

    5

    104

    40

    Sc

    Y Srie

    do

    s

    Act

    n-

    deo

    s

    21 45,0

    88,9

    57-7

    1

    39

    Ca

    Sr

    Ba

    Ra

    Mg

    Be

    884 [226

    ]

    9,0

    12 24,3

    20 40,1

    87,6

    137,

    3

    38

    He

    2 4,00 Ne

    Ar

    Kr

    Xe

    Rn

    36 83,8

    [222

    ]

    131,

    3

    20,2

    39,9

    5410 18

    F Cl

    Br

    I At

    35 79,9

    [210

    ]

    126,

    9

    19,0

    35,5

    539 17

    O S Se

    Te

    Po

    34 79,0

    [209

    ]

    127,

    6

    16,0

    32,1

    528 16

    N P As

    Sb

    Bi

    33 74,9

    209,

    0

    121,

    8

    14,0

    31,0

    517 15

    C Si

    Ge

    Sn

    Pb

    32 72,6

    207,

    2

    118,

    7

    5578

    8079

    7776

    7574

    7372

    5686

    8584

    838212

    ,0

    28,1

    506 14

    5 Al

    Ga

    In Tl

    69,7B 10,8 27,0

    204,

    4

    114,

    8

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    89-1

    03

    Sr

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    111

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    [271

    ][2

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    77]

    112

    1716

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    1211

    109

    87

    65

    43

    46

    Fl

    [287

    ]

    114

    Lv

    [291

    ]

    116

    32

    Tabela

    Peri

    dic

    a

  • SER

    IAD

    O

    2

    Inscrio n:

    Lngua Alem

  • 02

    Para responder s questes de nmeros 46 a 52, leia o texto a seguir.

    1

    5

    10

    15

    20

    25

    Lndern wie Georgien, der Ukraine, China und

    Russland.

    Die Wissenschaftler hatten in einer Meta-

    Analyse Daten zum Salzkonsum und der

    Sterblichkeit infolge diverser Krankheiten aus

    187 Lndern ausgewertet, die fast drei Viertel

    der Weltbevlkerung einbeziehen. "Die 1,65

    Millionen errechneten Todesflle machen

    jeden zehnten Tod durch Herzkreislaufleiden

    aus", sagt Mozaffarian. "Keine Region der Welt

    bleibt davon ausgespart."

    Gemeinsam mit seinen Co-Autoren fordert

    der Wissenschaftler strengere Regeln fr die

    Lebensmittelindustrie. "Absolut gesehen

    fallen vier Fnftel der vorzeitigen Todesflle

    durch hohen Salzkonsum in Lnder mit

    niedrigem und mittlerem Einkommen", sagt

    John Powles von der Universitt Cambridge

    und betont die geografischen Unterschiede.

    Zwar ist unbestritten, dass weniger Salz den

    Blutdruck geringfgig senken kann. Dieser

    Einfluss schtzt jedoch womglich nicht nur

    vor Infarkt und Schlaganfall, sondern belastet

    durch die Gegenregulation des Krpers

    wiederum stark den Organismus und fordert

    auf diese Weise Opfer.

    1,65 Millionen Todesflle knnten weltweit

    vermieden werden, wenn der Mensch nicht so

    viel Salz in seinem Essen htte.

    rgerlich an der Diskussion um das Salz ist die

    Tatsache, dass der Einzelne wenig Einfluss auf

    die Menge hat, die er tglich aufnimmt. Alle

    Abwgungen der Vor- und Nachteile mssen

    einbeziehen, dass 80 bis 90 Prozent der

    Zufuhr nicht ber den Salzstreuer dosiert

    werden, sondern bereits in Lebensmitteln

    enthalten sind.

    Vor diesem Hintergrund sollten die Daten

    gesehen werden, die Harvard-Forscher im

    New England Journal of Medicine prsentieren

    (Bd. 371, S. 624, 2014). rzte und Ernh-

    rungswissenschaftler um Dariush Mozaffarian

    kommen zu dem Ergebnis, dass sich 1,65

    Millionen Todesflle durch Infarkt und

    Schlaganfall weltweit jedes Jahr vermeiden

    lieen, wenn sich die Menschen an die von der

    Weltgesundheitsorganisation empfohlene

    Hchstgrenze von fnf Gramm Salz tglich

    halten wrden. Stattdessen betrgt der

    Salzkonsum durchschnittlich 9,9 Gramm am

    Tag. Besonders hoch ist er aber nicht in den

    westlichen Industrienationen, sondern in

    Salz und Gesundheit ineKrnchen Gewissheit

    30

    35

    40

    45

    50

    Von Werner Bartens

    Sueddeutsche.de

    Fonte: Disponvel em: http://www.sueddeutsche.de/gesundheit/salz-und-gesundheit-ein-koernchen-gewissheit-1.2088278. Acesso em: 14 ago. 2014. (adaptado)

    O texto

    apresenta exclusivamente fatos sobre a sade

    em pases subdesenvolvidos.

    discute a importncia de diferentes alimentos

    para a sade.

    relata os resultados de pesquisas realizadas em

    universidades.

    analisa a quantidade de sal consumida por

    crianas.

    descreve os hbitos alimentares de idosos.b

    a

    e

    d

    c46

  • 03

    No trecho rgerlich an der Diskussion um das Salz"

    ist die Tatsache, dass der Einzelne wenig Einfluss auf

    die Menge hat, die er tglich aufnimmt , a pa-" (.4-6)

    lavra tglich pode ser substituda, sem alterao" "

    de significado, por

    jeden Tag.

    tagsber.

    Tagung.

    am Nachmittag.

    mittags.

    No trecho rzte und Ernhrungswissenschaftler um"

    Dariush Mozaffarian kommen zu dem Ergebnis, dass

    sich 1,65 Millionen Todesflle durch Infarkt und

    Schlaganfall weltweit jedes Jahr vermeiden lieen,

    wenn sich die Menschen an die von der Weltgesund-

    heitsorganisation empfohlene Hchstgrenze von

    fnf Gramm Salz tglich halten wrden , a" (.15-23)

    palavra wenn introduz uma ideia de" "

    concesso.

    condio.

    contradio.

    temporalidade.

    finalidade.

    No trecho Besonders hoch ist er aber nicht in den"

    westlichen Industrienationen, sondern in Lndern

    wie Georgien , er se refere a que termo?" (. " "25-27)

    Tag.

    Gramm.

    Salzkonsum.

    Salz.

    Hchstgrenze.

    Segundo John Powles, da Universidade de Cambridge,

    quatro quintos das mortes causadas por consu-

    mo excessivo de sal acontecem em pases in-

    dustrializados.

    quatro quintos das mortes causadas por consu-

    mo excessivo de sal acontecem em pases com

    rendas baixa e mdia.

    a indstria de alimentos responsvel por qua-

    tro quintos das mortes causadas por consumo

    excessivo de sal.

    as diferenas geogrficas so responsveis por

    quatro quintos das mortes causadas por consu-

    mo excessivo de sal.

    necessrio estabelecer novas regras para o

    consumo de sal.De acordo com o texto, assinale cada afirmativa

    com V (verdadeira) ou F (falsa).

    Poderia ser evitado 1,65 milho de mortes s na

    Europa, se o consumo de sal fosse reduzido.

    Em 80 a 90 por cento dos casos, o consumo ex-

    cessivo de sal se d pelo uso do saleiro.

    Os cientistas avaliaram dados de 187 pases

    sobre o consumo de sal.

    ( )

    ( )

    ( )

    A sequncia correta

    V V V.

    V V F.

    V F F.

    F F F.

    F F V.

    No trecho Dieser Einfluss schtzt jedoch womglich"

    nicht nur vor Infarkt und Schlaganfall, sondern

    belastet durch die Gegenregulation des Krpers

    wiederum stark den Organismus und fordert auf

    diese Weise Opfer , a palavra wiederum" " "(.47-52)

    pode ser traduzida por

    certamente.

    por conseguinte.

    embora.

    por outro lado.

    novamente.

    b

    a

    c

    b

    a

    c

    b

    a

    c

    e

    d

    e

    d

    e

    d

    b

    a

    c

    e

    d

    b

    a

    c

    b

    a

    c

    e

    d

    e

    d

    47

    48

    49

    50

    51

    52

  • 04

    Anotaes

  • SER

    IAD

    O

    2

    Inscrio n:

    Lngua Francesa

  • 02

    Para responder s questes de nmeros 46 a 49, leia o texto a seguir.

    Consulter les horaires de dparts des visites. Il

    est conseill d'arriver 20mn avant.

    Pendant les vacances scolaires (toutes zones

    confondues) des visites spciales enfants

    intitules Rue vers lOr Blanc sont pro-

    poses tous les jours.

    La temprature dans les galeries souterraines

    est de 12C, quelle que soit la saison.

    Horaires et tarifs

    Tarifs d'entre :Enfants jusqu' 6 ans : GratuitPlein tarif : 6.5 De 12 17 ans : 3.5 tudiants : 3.5 Handicaps(adultes) : 3.5 Demandeurs d'emploi : 3.5 Enfants de 6 12 ans : 3

    Ferm : 1er janvier et 25 dcembre

    Fonte: Disponvel em:http://int.rendezvousenfrance.com/fr/a-decouvrir/grande-saline-musee-sel-salins-bains#. Acesso em: 04 set. 2014. (adaptado)

    Analise as seguintes afirmaes sobre o texto:

    I - Pessoas desempregadas pagam 3,5 euros para a

    entrada no Museu.

    II - foi classificada como Monu-Salins-les-Bains

    mento Histrico da Humanidade.

    III - No vero, a temperatura interna nas galerias

    subterrneas de 12 graus celsius.

    IV - Visitas especiais para crianas so oferecidas

    todos os dias durante as frias escolares.

    apenas II.

    apenas I e III.

    apenas I e IV.

    apenas II e IV.

    apenas III e IV.

    Est(o) correta(s)

    Na linha 11, o segmento "y" refere-se, no texto, a

    le muse du Sel 8).(.

    la ville .9).(

    le magasin des sels 11).(.

    public 12).(.

    expositions temporaires 14).(.

    Salins-les-Bains, ville

    qui, depuis des mill-

    naires, est rpute