QUADRO COMPARATIVO ENTRE O CPC/1973 CPC/ ?· cpc/1973 cpc/2015 lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973…

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elaborado pelo grupo de pesquisa do Prof. Jos Miguel Garcia Medina para distribuio gratuita, sendo vedada

sua comercializao.

2.a verso, revista e atualizada (19.03.2015)

O quadro comparativo foi formado com base em informaes colhidas nas verses dos projetos disponveis no site

do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponveis no site da Presidncia da Repblica.

permitida a distribuio ou reproduo, total ou parcial, do presente trabalho, desde que a ttulo gratuito e

citada a fonte, sendo proibida sua comercializao.

Este trabalho est sob constante reviso e atualizao.

Sugestes para o melhorarmos sero muito

bem-vindas, e podero ser enviadas para:

novocpc@medina.adv.br

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Grupo de Pesquisa do

Prof. Jos Miguel Garcia Medina

QUADRO COMPARATIVO ENTRE O CPC/1973 E O CPC/2015

Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. Jos Miguel Garcia Medina. 1.a verso (18.03.2015). permitida a distribuio ou reproduo, total ou parcial, do presente

trabalho, desde que a ttulo gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercializao. O quadro comparativo foi elaborado com base em informaes colhidas nas verses dos projetos

disponveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponveis no site da Presidncia da Repblica. Sugestes podero ser enviadas

para novocpc@medina.adv.br.

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CPC/1973 CPC/2015

Lei n 5.869, de 11 de janeiro de 1973

Lei n 13.105, de 16 de maro de 2015

PARTE GERAL

LIVRO I LIVRO I

DO PROCESSO DE CONHECIMENTO

DAS NORMAS PROCESSUAIS CIVIS

TTULO I TTULO NICO

DA JURISDIO E DA AO DAS NORMAS FUNDAMENTAIS E DA APLICAO DAS NORMAS PROCESSUAIS

CAPTULO I

DAS NORMAS FUNDAMENTAIS DO PROCESSO CIVIL

Art. 1 O processo civil ser ordenado, disciplinado e interpretado conforme os valores e as

normas fundamentais estabelecidos na Constituio da Repblica Federativa do Brasil,

observando-se as disposies deste Cdigo.

Art. 2 Nenhum juiz prestar a tutela jurisdicional seno quando a parte ou o

interessado a requerer, nos casos e forma legais.

Art. 262. O processo civil comea por iniciativa da parte, mas se desenvolve

por impulso oficial.

Art. 2 O processo comea por iniciativa da parte e se desenvolve por impulso oficial, salvo

as excees previstas em lei.

Art. 3 No se excluir da apreciao jurisdicional ameaa ou leso a direito.

1 permitida a arbitragem, na forma da lei.

2 O Estado promover, sempre que possvel, a soluo consensual dos conflitos

3 A conciliao, a mediao e outros mtodos de soluo consensual de conflitos

devero ser estimulados por juzes, advogados, defensores pblicos e membros do Ministrio

Pblico, inclusive no curso do processo judicial.

Art. 4 As partes tm o direito de obter em prazo razovel a soluo integral do mrito,

includa a atividade satisfativa.

Art. 5 Aquele que de qualquer forma participa do processo deve comportar-se de acordo

com a boa-f.

Art. 6 Todos os sujeitos do processo devem cooperar entre si para que se obtenha, em

tempo razovel, deciso de mrito justa e efetiva.

Art. 7 assegurada s partes paridade de tratamento em relao ao exerccio de direitos

e faculdades processuais, aos meios de defesa, aos nus, aos deveres e aplicao de

sanes processuais, competindo ao juiz zelar pelo efetivo contraditrio.

Art. 8 Ao aplicar o ordenamento jurdico, o juiz atender aos fins sociais e s exigncias do

bem comum, resguardando e promovendo a dignidade da pessoa humana e observando

a proporcionalidade, a razoabilidade, a legalidade, a publicidade e a eficincia.

Art. 9 No se proferir deciso contra uma das partes sem que ela seja previamente ouvida.

Pargrafo nico. O disposto no caput no se aplica:

I tutela provisria de urgncia;

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CPC/1973 CPC/2015

II s hipteses de tutela da evidncia previstas no art. 311, incisos II e III;

III deciso prevista no art. 701.

Art. 10. O juiz no pode decidir, em grau algum de jurisdio, com base em fundamento a

respeito do qual no se tenha dado s partes oportunidade de se manifestar, ainda que se

trate de matria sobre a qual deva decidir de ofcio.

Art. 11. Todos os julgamentos dos rgos do Poder Judicirio sero pblicos, e

fundamentadas todas as decises, sob pena de nulidade.

Pargrafo nico. Nos casos de segredo de justia, pode ser autorizada a presena somente

das partes, de seus advogados, de defensores pblicos ou do Ministrio Pblico.

Art. 12. Os juzes e os tribunais devero obedecer ordem cronolgica de concluso para

proferir sentena ou acrdo.

1 A lista de processos aptos a julgamento dever estar permanentemente disposio

para consulta pblica em cartrio e na rede mundial de computadores.

2 Esto excludos da regra do caput:

I as sentenas proferidas em audincia, homologatrias de acordo ou de improcedncia

liminar do pedido;

II o julgamento de processos em bloco para aplicao de tese jurdica firmada em

julgamento de casos repetitivos;

III o julgamento de recursos repetitivos ou de incidente de resoluo de demandas

repetitivas;

IV as decises proferidas com base nos arts. 485 e 932;

V o julgamento de embargos de declarao;

VI o julgamento de agravo interno;

VII as preferncias legais e as metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justia;

VIII os processos criminais, nos rgos jurisdicionais que tenham competncia penal;

IX a causa que exija urgncia no julgamento, assim reconhecida por deciso

fundamentada.

3 Aps elaborao de lista prpria, respeitar-se- a ordem cronolgica das concluses

entre as preferncias legais.

4 Aps a incluso do processo na lista de que trata o 1, o requerimento formulado pela

parte no altera a ordem cronolgica para a deciso, exceto quando implicar a reabertura

da instruo ou a converso do julgamento em diligncia.

5 Decidido o requerimento previsto no 4, o processo retornar mesma posio em

que anteriormente se encontrava na lista.

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CPC/1973 CPC/2015

6 Ocupar o primeiro lugar na lista prevista no 1 ou, conforme o caso, no 3, o

processo que:

I tiver sua sentena ou acrdo anulado, salvo quando houver necessidade de realizao

de diligncia ou de complementao da instruo;

II se enquadrar na hiptese do art. 1.040, inciso II.

CAPTULO II

DA APLICAO DAS NORMAS PROCESSUAIS

Art. 13. A jurisdio civil ser regida pelas normas processuais brasileiras, ressalvadas as

disposies especficas previstas em tratados, convenes ou acordos internacionais de

que o Brasil seja parte.

Art. 14. A norma processual no retroagir e ser aplicvel imediatamente aos processos

em curso, respeitados os atos processuais praticados e as situaes jurdicas consolidadas

sob a vigncia da norma revogada.

Art. 15. Na ausncia de normas que regulem processos eleitorais, trabalhistas ou

administrativos, as disposies deste Cdigo lhes sero aplicadas supletiva e

subsidiariamente.

LIVRO II

DA FUNO JURISDICIONAL

CAPTULO I TTULO I

DA JURISDIO DA JURISDIO E DA AO

Art. 1 A jurisdio civil, contenciosa e voluntria, exercida pelos juzes, em

todo o territrio nacional, conforme as disposies que este Cdigo

estabelece.

Art. 16. A jurisdio civil exercida pelos juzes e pelos tribunais em todo o territrio nacional,

conforme as disposies deste Cdigo.

CAPTULO II

DA AO

Art. 3 Para propor ou contestar ao necessrio ter interesse e

legitimidade.

Art. 17. Para postular em juzo necessrio ter interesse e legitimidade.

Art. 6 Ningum poder pleitear, em nome prprio, direito alheio, salvo

quando autorizado por lei.

Art. 18. Ningum poder pleitear direito alheio em nome prprio, salvo quando autorizado

pelo ordenamento jurdico.

Pargrafo