of 36/36

Revista Gente - Abril

  • View
    234

  • Download
    6

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

Text of Revista Gente - Abril

  • Inaugurao da Boutique BiaDecorDia 14 de Abril de 2014

    s 9h

    End: Rua Ignacio Anselmo, 780Centro | Lenis Paulista

    BiaDecor veste sua casa. Agora vai vestir voc!!!

    PRO

    CRI

    ARE

    PRO

    CRI

    ARE

    revista GENTE Pgina 3suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

  • revista GENTEPgina 4

    NDICE

    ESPECIAL

    VIDA SAUDVEL

    32

    16

    20

    Esperana completa 100 anos de muita

    histria

    Cuidado com as dietas da moda

    12

    28

    CASA

    MODA

    Conhea as vantagens do

    drywall

    FOTO: MRCIO MOREIRA/O ECO

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    FOTO: MRCIO MOREIRA/O ECO

    Botas e outras peas do

    fi gurino da Facilpa 2014

    Pscoaa

    de cada umA cabeleireira

    Ana Alba divide o salo com a

    cozinha

  • revista GENTE Pgina 5suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

  • Diretor responsvel:Moiss Rocha MTb 442-84

    Editora Executiva:Conceio Giglioli Carpanezi MTb 23.105

    Editor-Chefe:Vitor Godinho MTb 55.736/SP

    Diagramao:Cristiano Guirado MTb 44.324

    Vinicius Humberto de Castro

    Produo e redao:Cristiano Guirado MTb 44.324

    Editora Centro Oeste www.editoracentrooeste.com.br

    Departamento Comercial:Manoel dos Santos SilvaMaria Terezinha RamosIvanilto Pereira da Silva

    Arte-inalistaDenis Juvncio da Silva

    FotograiaMrcio Moreira MTb 071-76/SP

    AdministrativoTiago Francisco Moreno

    Colaborao: Carlos Alberto Duarte, Angelo Neto, Pris-cila Pegatin, Welinton Barros, Vincius Humberto Castro,

    Jerusa Natlia Morelli, Natlia Godoy, Wanderley Fernando do Carmo e Sueli Aparecida Pereira.

    A Revista GENTE uma publicao do Jornal O ECO, publicada pela Editora Folha Popular Ltda-ME (CNPJ 03.433.116/0001-02 IE 416.043.125.113-ME), que

    circulou encartada na edio do dia 8 de maro do jornal O ECO.

    Rua Geraldo Pereira de Barros, 948, CentroLenis Paulista-SP

    CEP 18.680-020Contato: (14) 3269 3311

    Email [email protected]

    Impresso: Mavina Duarte dos Reis ME - Grica Substrato/ JS Produes Gricas Ltda - ME

    revista GENTEPgina 6

    DA REDAODA REDAO

    GENTEGENTErevista

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Democrtica, plural e estimulante, para falar de Pscoa a revista Gente no deixa ningum de fora. Na nossa matria de capa temos a fantstica histria de Ana Alba, cabeleireira de ocio, chocolateira de paixo, que sempre nessa poca do ano divide seu tempo entre o salo e a cozinha e comemora o sucesso do seu produto artesanal: deliciosos ovos de chocolate de todos os tipos, sabores e tamanhos.

    Para os signiicados religiosos, representantes das duas maiores vertentes de Lenis Paulista (e do Brasil, em geral), monsenhor Carlos Jos de Oliveira e pastor Jos Antonio da Cruz, que vo explicar a celebrao do ponto de vista de catlicos e evanglicos em um texto que vai demonstrar que as duas frentes de f tem mais semelhanas que divergncias. Finalizando os retoques de Pscoa, no poderiam icar de fora informaes histricas que explicam muito sobre a cultura ocidental do sculo 21, como a origem da celebrao e, claro, a histria do coelho, um mamfero que no pe ovos, sobretudo, de chocolate.

    E a revista Gente tem muito mais. Nas prximas pginas o leitor vai encontrar,

    por exemplo, dicas sobre tendncias de maquiagens para o inverno e conhecer algumas das peas que j esto venda para quem tem compromissos inadiveis entre os ltimos dias de abril e os primeiros dias de maio: a edio 2014 da Facilpa (Feira Agropecuria Comercial e Industrial de Lenis Paulista). Porque a gente entende que, para quem est bem maquiada e bem vestida, pouca coisa pode dar errado em noites festivas!

    Completando a edio de abril da revista Gente, proissionais de Lenis e regio explicam os mistrios do nosso dia a dia, por exemplo, a magia da alimentao e como o nosso cardpio cotidiano incide diretamente no nosso humor, na nossa energia e na nossa qualidade de vida. Tambm no esquecemos de outra data mais que especial: a celebrao do centenrio da escola Esperana de Oliveira, a mais antiga em atividade de Lenis Paulista. Por suas salas de aula passaram e ainda vo passar muitos dos nossos principais talentos e nossas lideranas sociais, econmicas e polticas. Uma bela histria que s comprova que, educar e construir so dois verbos praticamente indissociveis.

    Doce e estimulante...Doce e estimulante...revista Gente com revista Gente com

    sabor de chocolate!sabor de chocolate!

    Para muitas vertentes religiosas, a Pscoa tem o seu signifi cado, fi is de todas as orientaes sustentam por

    ela, seu carinho especial. Mas, quando se fala em crianas, independente da vertente sacra, a data sinnimo dos

    deliciosos ovos de chocolate!

  • revista GENTE Pgina 7suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

  • revista GENTEPgina 8

    BELEZABELEZA

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    SocorroSocorrops-verops-vero

    Vero chega ao fi m e deixa sequelas na pele: hora de tratar; reforo na proteo, hidratao e nutrio resgatam vio e frescor

    Cristiano Guirado

    Para quem gosta, uma pena. Para quem sofre com sol forte e altas temperatu-ras, um alvio. Enfi m, o vero ter-mina para todos. Mas no se vai sem sequelas. o que alerta a es-teticista Mariane Dutra, da Esth-tique, que chama a ateno para o ressecamento e falta de vio na pele, que indicam fragilidade. preciso agir rpido para reforar a proteo, hidratar e nutrir a pele adequadamente. Ativos espec-fi cos, tratamentos como a radio-frequncia resgatam seu vio e frescor, afi rmou.

    Mariane explica que uma s-rie de fatores resultam nas seque-las provocadas pelo vero, como poluio, luz artificial e estresse. Durante o vero ficamos mais expostos ao ar condicionado, aos raios solares, ao vento, ao cloro e gua salgada do mar. O resulta-do a perda da luminosidade da pele, que fica com uma textura spera. hora de fazer uma lim-peza e uma hidratao profunda e de nutrir a pele para que recupere sua maciez, afirma.

    Segundo a esteticista, isso acontece por conta da perda da camada natural de proteo, que provoca o ressecamento e deixa a pele mais sensvel s inflamaes e irritaes. Alm disso, a pele

    A esteticista Mariane Du-tra ressalta que, por mais sen-svel aos fatores externos que seja, a pele precisa estar sem-pre hidratada. preciso repor no s a gua, como tambm o leo. E isso feito por meio de cidos graxos essenciais que renovam o manto hidrolipli-co, explicou.

    Na pele oleosa, suscet-vel formao de comedes, conhecidos popularmente como cravos, essencial

    Pele, de qualquer tipo, sempre hidratada

    manter a produo sebo es-tvel. Sabonetes a base de enxofre ou cido saliclico so eficientes para equilibrar a oleosidade, diz Mariane. No tratamento da pele mis-ta deve haver equilbrio para no deix-la oleosa, uma vez que necessite de hidratantes e cidos graxos. A sugesto alternar pequenas concentra-es de ativos hidratantes ou usar neutros, como vitaminas e antioxidantes, finaliza.

    CUIDADOS A esteticista Mariane Dutra fala sobre os cuidados para a pele aps o vero

    deixa de absorver com eficincia nutrientes necessrios produo de colgeno e elastina. A falta des-sas fibras, responsveis por sua sustentao e elasticidade, facilita o aparecimento de rugas e man-chas, alertou.

    Neste caso, o SOS ps-vero da sua pele comea na aplicao de ativos que higienizam, hidrata-me combatem os radicais livres, alm de atuar sntese do colgeno e, em alguns casos, promover o efeito tensor. Estimular a produ-o do colgeno a regra bsica

    para proteger a pele das agresses externas, mas importante lem-brar que cada pele diferente e exige uma ateno especfica, diz.

    Importante: o vero acabou, mas no a necessidade de cui-dados dirios. Manchas, rugas e aspereza so sinais de danos so-fridos. Seguir a rotina diria de limpeza, tonificao e hidratao fundamental. E no sair de casa sem filtro solar, mesmo em dias frios. Com esses cuidados a pele se recupera mais rapida-mente, concluiu.

  • revista GENTE Pgina 9suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

  • BELEZABELEZA

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    SEM MAQUIAGEM? Shirley expli-ca que tendncia estar natural, mas sem aquela aparncia de cara lavada

    tendncia

    visvel

    Acabamentos naturais para 'parecer que no est maquiada' so as principais tendncias para o prximo inverno; confi ra essas e outras dicas para a estao mais elegante do ano

    Cristiano Guirado

    O inverno est chegando e com as temperaturas mais baixas, a oportu-nidade de usar e abusar das possibilidades de combinaes que o seu guardarroupas ofere-ce. Com tanto investimento em botas, casacos, lenos ou cache-cis, a maquiagem e os cabeos no poderiam fi car em segundo plano. "A principal tendncia da temporada parecer que no est maquiada. O que, claro, no quer dizer sair de cara lavada!", afi rmou Shirley Prandini.

    Segundo ela o sonho de con-

    sumo das mulheres no prximo inverno fi carem o mais prximo possvel das entonaes naturais do rosto. "Nos olhos, boca e aque-la pele bem preparada e bsica que parea que a mulher nem est maquiada", considera.

    O visual minuciosamente montado coisa de outros inver-nos. A tendncia agora deixar a pele com cada vez menos apa-rncia de maquiada, porm, com jeitinho de bem cuidada. Opte por produtos leves e de cobertura suave. Se sua pele exigir correo extra, experimente fazer uma mis-tura de hidratante, corretivo lqui-do e base, ensina Shirley.

    As bocas tambm sero afetadas pelo frio. Neste caso, esteticamente. Enquanto as l-timas temporadas pediram bo-cas perfeitamente delineadas e cores intensas, o que apareceu nessa foi justamente o oposto. Os lbios viro corados, mas com batom passado com as pontas dos dedos de forma su-ave e sem compromisso com o contorno da boca, afirmou.

    Para o rosto, o ideal ser a aparncia de quando a pessoa pega um sol caminhando na rua. O nome dessa tcnica blush frontal, que imita o corado na-tural da pele. Para saber a cor

    certa, d umas beliscadas na bo-checha e veja como fi ca. Depois s escolher um produto no mesmo tom, diz. Na passarela o gloss reinou nas plpebras, mas na vida real, prefi ra copiar o efei-to com sombras claras, peroladas ou metalizadas, continua. No in-verno, olho elaborado e escuro lei. Sobras pretas, cinzas e vinho aparecem intensas.

    Nos cabelos a aposta deix--los o mais armado possvel e no economizar nos apliques, sempre que possvel. O cabelo a parte que mais chama a ateno e o vo-lume deixa a mulher mais sexy e charmosa, avalia a especialista.

    Quem completa o look com chapu a Facilpa est chegan-do e no quer ficar escondida atrs das abas, pode usar um pequeno truque de dobr-las, levantando para trs. O ca-belo pode ficar preso em um coque, dentro do chapu. Mas no esquea de deixar alguns fios caindo pela lateral, afir-mou Shirley. Outra opo seria o rabo de cavalo, baixo e com os cabelos passando por sobre as orelhas. Ou at uma trana lateral. Neste caso possvel usar uma tirinha de couro para tranar junto com os cabelos, finaliza.

    Pgina 10 revista GENTE

    comocomo

  • revista GENTE Pgina 11suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    BELEZA

    Conceitos de outroraPor muito tempo graas ao cinema e televiso em geral o

    hbito de fumar foi acessrio indispensvel ao esteretipo do belo. O cigarro um grande exemplo de como a beleza muda de contexto conforme a humanidade avana social e culturalmente.

    At a dcada de 1970, por exemplo (quando a cincia desco-briu tratar-se de uma bomba-relgio), acender um cigarro era ser transportado direto para as telas de Hollywood, acompanhado de qualidades positivas como charme, elegncia e poder.

    Meu sono de belezaOs antigos falavam em dormir para manter a beleza. No du-

    vide! Uma rotina que preserve perodos entre sete e oito horas de sono far milagres sua aparncia.

    A cincia encarregou-se de comprovar a relao entre o sono e a beleza. Dormir essencial para o bem-estar fsico ou mental e a ausncia de sono est associada produo de hormnios causadores do stress.

    Privar-se de dormir como se vestir com palidez, olheiras, pele sem brilho e aumento das linhas de expresso no rosto. A falta de sono tambm pode provocar a reduo do tnus muscu-lar, envelhecimento precoce, cabelo debilitado e o enfraqueci-mento do sistema imunolgico em geral.

    Afinal, o que beleza?Sob infl uncia da moda, fatores culturais e evoluo da tecnologia e fi losofi a, conceito de beleza sofre transformaes ao longo dos tempos

    Da Redao

    O que belo? E o que no ? Definitivamente, falar de beleza (ou de sua ausncia) nas relaes humanas demanda uma boa dose de reflexo e filosofia. Isso por-que nem tudo que belo hoje era h cem anos. O contrrio tam-bm vlido: algo que chamava a ateno em 1914 pode ser total-mente grotesco nos dias de hoje.

    Nos ltimos anos, por exem-plo, faz parte do cardpio do politicamente correto, analisar as pessoas externa e internamen-te. Ou seja, simetria do rosto e proporcionalidade de um corpo devem vir acompanhadas de um belo sorriso e gentileza ao falar. Com isso, um novo corte de ca-belo, maquiagens e unhas bem

    feitas tendem a ter o mesmo efei-to na autoconfiana da pessoa do que uma cirurgia esttica.

    Tanto que atualmente a be-leza de uma pessoa no depen-de exclusivamente da sua busca esttica, mas tambm de seu empenho para manter-se saud-vel, tanto fsica quanto mental-mente. Boa alimentao e bom humor, dupla infalvel entre os ingredientes dessa receita, que tambm deve medir se a pessoa tem boa adaptao social, equi-lbrio entre trabalho e lazer e ausncia de vcios.

    A busca pela beleza tem um pouco de tudo isso, desde que se descobriu que ser um ser hu-mano bonito depende quase que exclusivamente de ser um ser humano saudvel.

  • revista GENTEPgina 12

    MODA

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Cristiano Guirado

    A poucas semanas do incio da edio 2014 da Facilpa (Feira Agropecuria Comercial e Industrial de Len-is Paulista), o lenoense j comea a preparar o seu fi gurino para a festa que alm de ser sucesso de pblico e uma das mais conhecidas do estado tambm uma excelente oportunidade para aparecer com o visual atualizado.

    E para o comrcio de roupas e acessrios, a feira sempre uma data especial. J tem bastante gente com-prando, mas a tendncia que a procura aumente, revela Lia Santos, gerente da Hotware.

    Em linhas gerais, o pblico da Facilpa tende a manter o figurino tradicional. Mas para este ano, as peas mais procuradas tem requintes de modernidade. A comear por um dos itens mais icnicos quase obrigatrio da feira: as camisas xadrez. Neste ano elas estaro l, principalmente nos figurinos masculinos.

    Mas a preferncia do consumidor para este ano deixou de lado o contraste do vermelho com outros tons vibrantes, e tem buscado variaes de azul ou outras cores mais sbrias.

    Na festa

    modae na

    Jaquetas de leather para homens e mulheres, calas resinadas e montarias e, claro, as camisas xadrez: comea a montagem do fi gurino para a edio 2014 da Facilpa

  • revista GENTE Pgina 13suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    MODA

    Os homens vo combin-las com jaquetas de leather pretas, calas jeans escuras e botas estilo coturno.

    Para as mulheres, dois estilos de cala lideram a preferncia, as chamadas montarias, justas ao corpo, e as resinas. Elas sero combinadas tambm com camisas xadrez e jaquetas leather. No leque de opes do vesturio feminino, na Facilpa tambm devem ser vistos coletes de pele em vrias cores.

  • revista GENTEsuplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014Pgina 14

    MODA

    jeanssempre jeans!

    Verstil, moderno, confortvel e elegante: popularizado entre operrios em 1850, o jeans se torna reverenciado como pea fundamental nos fi gurinos do sculo 21

    Se voc ainda est longe de pensar em ter filhos, tenha certeza de que seus avs j o usaram. Se voc j av ou av, certamente se lembra de ter usado, est vendo seus netos (de qualquer idade) usarem e tambm sabe que seus avs o usaram. Estamos falando do jeans e de seus mais de 150 anos de his-tria, fazendo a cabea e os figurinos da humani-dade h vrias geraes.

    Por volta de 1850, auge da corrida do ouro e conquista do oeste americano, o mercado de produtos de apoio produo - ferramentas, mantimentos, roupas e lonas estava saturado. O alemo Oscar Levi Strauss (guardem este nome) estava com um es-toque razovel de lonas e sem mercado para venda. Precisava encontrar outra

    utilizao para o produto, ou perder tudo.

    Foi quando ele ob-servou a quantidade de roupas que os minerado-res perdiam, por conta da grande exigncia fsica do trabalho nas minas. Con-feccionou algumas peas reforadas com a lona que j possua e resolveu fazer uma experincia. E con-seguiu peas confortveis e resistentes, com du-rabilidade muito maior. Sucesso imediato: nascia o jeanswear.

    O tecido j era fa-bricado na Frana pelo menos 80 anos antes da aventura de Strauss e mesmo na Europa antes de ser reforado e remo-delado na Califrnia j era tido como ideal para o trabalho no campo, pela sua durabilidade e por ser um tecido que no de-manda grandes cuidados.

    O jeans demorou para

    sair das frentes de tra-balho e ganhar as ruas, o que s aconteceu em meados do Sculo 20. No cinema, James Dean e Marlon Brando deram a ele um ar rebelde, asso-ciado o tecido ao conceito de juventude.

    O primeiro estilista a colocar o jeans na pas-sarela foi Calvin Klein, j na dcada de 1970, indignando os mais conservadores. O gesto, no entanto, foi logo se-guido e o jeans conquis-tou, em definitivo, seu espao na sociedade.

    Comodidade e pra-ticidade aliadas faci-lidade de manuteno. Sem trocadilhos, o jeans vestiu perfeitamente as necessidades de uma so-ciedade que se moderni-za a cada dcada. O jeans agua a cada dia a criati-vidade do ser humano no seu uso cotidiano.

    James Dean e Marlon Brando (foto) eternizaram o jeans como sinnimo de juventude e rebeldia

  • revista GENTE Pgina 15suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

  • revista GENTEPgina 16

    ESPECIAL

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Priscila Pegatin

    H cem anos, no dia 14 de abril de 1914, Lenis Paulista inaugurava a primeira escola ofi cial do municpio, chamada Grupo Escolar. Antes da instituio os alunos s eram alfa-betizados em escolas divididas nas colnias, espalhadas em diversas reas da cidade.

    O prdio, caracterizado como majestoso para a poca tinha oito salas de aulas e capacidade para 360 estudantes, tendo 205 frequenta-dores. O estilo arquitetnico era o mesmo de outras 10 escolas constru-das no mesmo perodo, localizadas no Estado de So Paulo.

    Nos primeiros anos o Esperana recebeu alunos do 1 ao 4 ano e chegou, durante algum tempo a ensinar estudantes at o 8 ano. Hoje a escola tem 400 alunos divididos entre o 1 ao 5 ano, com duas salas a mais do projeto original e 29 funcionrios.

    Na cidade a estrutura do prdio ainda chama a ateno de quem passa pela rua Anita Garibaldi, no Centro. Mas muito mais que um imvel a lembrana de ex-alunos e ex-funcionrios que passaram pelo Esperana de Oliveira deixam as histrias mais reais. O mundo mo-derno deixou de valorizar algumas coisas que consideramos muito im-portante j que a escola um marco no municpio, diz a atual diretora Clarice Aparecida Alencar Garcia.

    EsperanaInstituio foi o primeiro grupo escolar da cidade; ex-alunos e ex-funcionrios relembram histrias

    Cem anos de

    Clarice, juntamente com uma comisso e profissionais das direto-rias de Educao e Cultura so os responsveis pelo resgate desses cem anos de histria da entidade.

    Entre os fatos marcantes, Ana Benedita Pereira de Lima Bodo, atual coordenadora pedaggica da escola destaca a diviso, dentro da insti-tuio, entre meninos e meninas. Pelas pesquisas e depoimentos que temos, antes existia um muro que separava a rea destinada aos meni-nos, da rea para as meninas. Com o tempo esse muro foi derrubado, mas no local foi pintada uma linha, no cho, diz. O aluno que ultra-passasse essa linha ficava de castigo no jardim da escola.

    Clarides Martins, atual coordenadora pedaggica do Espao Cultural foi uma das alunas que presenciou essa fase na escola. Estudei no Espe-rana de 1954 a 1957, relembra. O uniforme das meninas era saia azul e blusa branca, o dos meninos era cala azul e camisa branca. Para distinguir as sries, os meninos usavam uma gravata e a quantidade de listras corres-pondia a srie. As meninas tinham a blusa branca e usavam uma fita de cetim. Fita amarela era para a primeira srie, a fita vermelha para a segunda srie, a verde para a terceira srie e a fita azul para a quarta srie.

    As lembranas so to fortes que ao visitar a escola, Clarides diz reviver alguns momentos. Anos depois fui ao ptio, no mesmo lugar onde ficava para comer o lanche. Parecia que sentia o cheiro do lanche ainda, relembra.

    O mundo moderno deixou de valorizar algumas

    coisas que consideramos

    muito importante j

    que a escola um marco no

    municpiodiz a atual diretora da EMEF Esperana de

    Oliveira, Clarice Aparecida Alencar Garcia

    CENTENRIO Prdio da escola Esperana de Oliveira foi o primeiro grupo escolar de Lenis Paulista

    FOTO: MRCIO MOREIRA/O ECO

  • revista GENTE Pgina 17suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    ESPECIAL

    Celebrar o centenrio de uma escola recordar inmeros nomes de ex-alunos e ex-professores que passaram pelo local. Segundo levan-tamento feito pelos profissionais da E.M.E.F. Esperana de Oliveira e pela comisso organizada para festejar os 100 anos, nomes conhecidos e importantes da sociedade de Lenis Paulista passaram alguns anos da vida estudando e, em alguns casos, trabalhando na escola. Entre os

    destaques esto a prefeita Bel Lorenzetti e o seu marido Joo Carlos, Guiomar Coneglian, patrona da Escola Municipal Guiomar Furtuna-ta Coneglian Borcat, Rubens e Odete Pietraroia, tambm patrono de escola na cidade. Alm de empresrios, como Armando Orsi, Sidney Campanari, ris Paccola, e as filhas do jornalista e historiador Alexan-dre Chitto, Meire e Terezinha Chitto. (PP)

    Empresrios j foram alunos na escola Esperana

    A escola Esperana de Oliveira leva parte do nome de Antnio Esperana de Oliveira, um professor que atuou durante 16 anos no ensino de Lenis Paulista. Alm de trabalhar na escola, Esperana teve uma presena marcan-te em eventos da comunidade em geral.

    Em 1921 ele foi removido e voltou em 1929 como inspetor escolar. Parti-cipante da Revoluo de 32, ele faleceu no mesmo ano, em So Paulo, como sargento.

    Dez anos aps sua morte, o governador do Estado determinou que o Gru-po Escolar Lenes passasse a ser chamado de Grupo Escolar Esperana de Oliveira, em homenagem a um dos profissionais mais atuantes da poca. (PP)

    *fonte: Histria de Nossa Gente Lenis Paulista 150 anos

    ATUANTE - Professor Esperana lecionou por 16 anos no ensino de Lenis Paulista

    O professor Esperana de Oliveira

    CURIOSIDADE

    A HISTRIA DA ESCOLA ESPERANA DE OLIVEIRA

    O PATRONO

    inaugurao do Grupo Escolar Lenes em 14 de abril de 1914. A escola atendia alunos do 1 ao 4 ano

    em 1976 a escola passa a ser chamada de E.E.P.G. Esperana de Oliveira, atendendo

    alunos de 1 a 8 sries do 1 grau1914

    1976

    1942

    1999 em 1942 a instituio passa a ser chamada de Grupo Escolar

    Esperana de Oliveira, continuando o ensino para alunos do 1 ao 4 ano

    em 1999 a escola passa a ser municipal e leva o nome de E.M.E.F. Esperana de Oliveira, com ensino

    para alunos de 1 ao 5 ano

  • revista GENTEPgina 18

    ESPECIAL

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Parte de uma vida

    Ex-aluna e ex-professora do Esperana de Oliveira, Norma Capoani colabora no levantamento histrico do local

    Priscila Pegatin

    A histria de vida de Norma Angelina Capoani cruza, por diver-sas vezes, com a trajetria da escola Esperana de Oliveira. De aluna, Norma retornou ao colgio como professora, em 1963. Por 14 anos lecionou na escola e hoje, volta mais uma vez, para trabalhar como voluntria nas comemoraes do centenrio do Esperana de Oliveira.

    Fui alfabetizada aqui. Estudei at a quarta srie e quando termi-nei fiz o exame de admisso para o ginsio, relembra. Depois de adulta, formada, voltei como professora. Era maravilhoso trabalhar naquela poca.

    Entre as lembranas, Norma se recorda do Seu Davi, um famoso ins-petor da escola, responsvel por tocar o sino. O primeiro toque do sino era para os alunos se prepararem, o segundo para formar a fila e o tercei-ro os professores cantavam com os alunos antes de entrar para as salas.

    Encontrar um estudante indisciplinado era muito difcil na po-

    ca, mas quando acontecia Norma diz que era encaminhado para conversar com o diretor. Ele aconselhava o estudante sobre a im-portncia do estudo.

    Norma lecionou no Esperana de Oliveira, entre as turmas do se-gundo ao quarto ano. Por um tempo, no perodo da tarde dava aulas de preparatrio tarde. Os alunos da quarto ano faziam o preparatrio particular para fazer o exame de admisso para a primeira sria gina-sial. No era muito fcil passar, relembra.

    Mas alm de estudo, as festas de final de ano, eram datas esperadas por alunos e professores. Tinha nmero de dana, canto, discursos de alunos. Era muito bonito, d saudade.

    Hoje, Norma retorna a escola como voluntria para ajudar na co-memorao do centenrio e teve uma colaborao especial, afinal re-lembrou a letra do Hino da escola, cantando na comemorao de 50 anos da instituio. A msica deve ser entoada nas comemoraes de hoje, pelos atuais alunos. uma emoo. A gente revive aqueles mo-mentos que foram to importantes na vida, finaliza.

    dedicada escola

    RECORDAES Norma, ex-aluna e ex-professora da escola Esperana de Oliveira revive momentos importantes na preparao para o centenrio

  • revista GENTE Pgina 19suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    ESPECIAL

    Hoje a programao de comemorao dos cem anos da EMEF Esperana de Oliveira come-a s 10h e s termina s 21h. Mas antes mesmo da escola abrir as portas, alunos e professores tem se dedicado a manter viva as lembranas do local. Desde o ano passado os alunos estu-dam sobre a histria do local, a arquitetura do prdio, com palestras e material em sala, diz a coordenadora pedaggica Ana Benedita Pereira de Lima Bodo.

    A preparao dos alunos pode ser acompa-nhada hoje nos trabalhos expostos, nas salas te-mticas. Vamos inaugurar nesse centenrio uma nova sala na escola, a sala de leitura, comple-menta Ana.

    Ex-alunos e ex-funcionrios podem partici-par das comemoraes, em uma sala onde ser recolhido depoimentos para a elaborao de um livro. Esse livro deve sair no final deste ano ain-da, finaliza a coordenadora. (PP)

    PROGRAMAO10h Cerimonial de abertura, com participao da Orquestra Municipal de Sopros11h - Banda EMEF Lina Bosi Canova11h30 - Banda EMEF Philomena Briquesi Boso12h - Almoo no Salo Paroquial, realizado pela Comisso de Festas do Santurio Nossa Senhora Piedade - Cardpio: arroz, duas massas, dois tipos de carne, farofa, salada e sobremesa. Adeso: R$20,00, com bebidas parte. Vendas da adeso na prpria escola13h - Coral Escola Guiomar Fortunata Coneglian Borcat13h30 - Coral Unimed Lenis Paulista14h - Danas das Escolas Municipais zio Paccola e Maria Zlia15h - Danas do Grupo Ballet e Cia da Casa da Cultura15h30 Danas do Grupo Street Star da Casa da Cultura16h - Danas do Studio In Pulsus e desfi le de bonecos gigantes, com sada do Museu e chegada na Escola Esperana17h - Grupo de Ginstica Rtmica da EMEF Idalina Canova de Barros e Lina Bosi Canova19h30 - Missa em Ao de Graas com a participao do Coral Zillo Lorenzetti, no Santurio Nossa Senhora Piedade20h30 Espetculo Palhao Tomate - ArgentinaDas 10h s 21h - exposies de fotos, mobilirios, uniformes e documentos histricos, em todas as dependncias da escola. Durante a celebrao do centenrio acontece o Dia do Reencontro. Organizado pelo Santurio Nossa Senhora da Piedade o objetivo reunir pessoas que j viveram na cidade.

    Cem anos em transformao

    Entrar pelo prdio da EMEF Esperana de Oli-veira reviver a histria, mas com ares de cons-truo nova.

    Para comemorar o centenrio diversas ativida-des comearam a ser realizadas em 2013, inclusive a revitalizao do imvel.

    O prdio tombado como patrimnio hist-rico - passou por revitalizao durante as frias escolares. A reforma incluiu a pintura geral, mantendo a cor em tom de amarelo, alm de

    aplicao de sinteco nas salas de aulas e a co-locao de novo piso de concreto na quadra. A equipe de obra realizou ainda a troca do telhado da cozinha e de uma sala externa. O investimento na revitalizao do prdio custou aproximadamente R$ 140 mil.

    No currculo escolar a tecnologia faz parte do dia a dia dos alunos. Netbooks so usados pelos estudantes, em todas as sries, para complementar as atividades elaboradas pelos professores. (PP)

    Comemoraes em grande estilo

    ESPERANA DE OLIVEIRA ABRE AS PORTAS, HOJE, PARA

    COMEMORAR CENTENRIO

    ANTENADOS Alunos do Esperana de Oliveira utilizam netbooks para complementar atividades do currculo escolar

  • revista GENTEPgina 20

    PSCOA

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Cristiano Guirado

    Ana Alba cabeleireira especializada em cortes afros, principalmente alisamentos e permanentes. Para completar a renda, faz trufas. Isso de maio de um ano at meados de maro do ano seguinte.

    Porque nas semanas que antecedem a Pscoa ela divi-de os horrios do salo e se dedica produo de ovos de chocolate. Depois da primeira empreitada, ela conta, no conseguiu mais parar. "Fiz um ano para a famlia e amigos, depois vieram os amigos e familiares dos amigos...", relata. E de Pscoa Ana Alba entende. Para ela, no s uma data calendrio com potencial para explorao comercial. "Sou catlica e fao parte da comisso de festa da Parquia So Pedro e So Paulo", completa.

    O resultado foi que, das 50 unidades da produo inicial, hoje ela processa cerca de uma tonelada de chocolate, que re-sulta em mais de trs mil peas de vrios formatos, tamanhos e sabores. Seus ovos de chocolate hoje tem tanta aceitao que Ana Alba j tem segurana para comear a produzir mesmo sem encomendas garantidas. "Um ms antes da Pscoa eu j comeo a fazer e deixo estocado. O povo compra bastante", conta. "E o brasileiro sempre deixa tudo para a ltima hora, para comprar ovos de Pscoa no diferente", completa.

    Ela garante que no pensa em aposentar as tesouras. Mas nos cardpios de preos (por enquanto) improvisados j vem uma marca: ChocoAlba. "Uma coisa totalmente diferente da outra", brinca. O marido, Marcos Bega Alba, sempre ajudou e deu apoio. E o trabalho cresceu a ponto do casal no conseguir dar conta e hoje j existem outras cinco pessoas auxiliando na preparao.

    O crescimento - at certo ponto inesperado - da aceitao pelo seu produto caseiro demandou investimentos em infra-estrutura. "No ano passado troquei o freezer. Logo terei que comprar outra geladeira. Exige um investimento alto, mas d para lucrar bem", completa Ana Alba.

    Docespscoas

    H 18 anos, cabeleireira Ana Alba deixa as tesouras de lado e divide o tempo com a produo de ovos; das 50 unidades da primeira empreitada, hoje ela processa uma tonelada de chocolate e em 2013 vendeu cerca de 3 mil ovos

  • revista GENTE Pgina 21suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    PSCOA

    A convite da revista Gente, o monsenhor Carlos Jos de Olivei-ra, do Santurio Nossa Senhora da Piedade, falou com a equipe de reportagem sobre a Pscoa, evento que ele classifica como "a festa maior". "O Cristianismo nasceu da Pscoa, da morte e ressurreio de Jesus Cristo", afirmou. "Na Pscoa, celebramos nossas origens e nos comprometemos a sermos homens e mulheres pascais, da vit-ria de Cristo, da ressurreio de Nosso Senhor", completa.

    Monsenhor Carlos chama a ateno para o olhar diferenciado que a Pscoa provoca nos fiis. "Tambm olhando para Cristo como aquele que nos liberta de todo o pecado e de todo o mal. Para a Pscoa somos preparados pela Quaresma, por 40 dias meditamos sobre o pecado e nos confessamos para as grandes celebraes da Semana Santa", concluiu.

    Neste ano, vrios supermercados em Lenis Paulista anteciparam a oferta de ovos de Pscoa, dan-do mais tempo para o consumidor. A estratgia deu resultado. O pessoal j est comprando bastante, confi rma Paulo Andr de Godoy Gonalves, encarre-gado de mercearia de um supermercado de Lenis.

    Segundo ele, um perfi l de ovos de Pscoa encabe-

    a a preferncia do consumidor: os maiores (de 500 gramas e de um quilo) e que tem personagens infan-tis. So os mais vendidos. Os pais vm com as crian-as na loja, param embaixo dos ovos e j escolhem. Os de personagens e com brinquedos dentro so os mais vendidos, afi rmou. As marcas no so to rele-vantes nessa hora. As grandes fabricantes esto com

    produtos bastante parecidos, nenhuma quer perder vendas em relao s concorrentes, diz.

    Gonalves diz, no entanto, que a tendncia que o movimento aumente nos prximos dias, conforme a Pscoa se aproxima. A procura pelos ovos de Pscoa sempre aumenta, eles fazem parte dos preparativos para que todos tenham uma boa Pscoa, fi naliza.

    Movimento j grande nos mercados

    'O Cristianismo nasceu da Pscoa', diz monsenhor Carlos

    A convite da revista Gente, o pastor Jos Antonio da Cruz, da 2 Igreja Presbiteriana Renovada e presidente do Conselho de Pastores de Lenis Paulista, falou sobre a ce-lebrao da Pscoa nas casas evanglicas. "O Cristianismo tem um carinho especial pela Pscoa. A maioria das igrejas evanglicas celebram a Pscoa por aquilo que ela represen-ta", afi rmou.

    Ele ressalta a necessidade de se lembrar, todos os dias, que Cristo deu sua vida na cruz como sacrifcio pelo homem. "A mensagem o fi m da escravido e o comeo de uma nova vida. Jesus morreu por todos para que todos tenhamos o mesmo direito: o de chegar a Deus atravs de Jesus", fi naliza.

    'O Cristianismo tem um carinho especial pela Pscoa', diz pastor Jos Antonio da Cruz

  • PSCOAPSCOA

    revista GENTEPgina 22 suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Da Redao

    Nos ltimos dias da Quaresma, um coelho de olhos vermelhos e pelos branquinhos invade nossas casas e deixa ovos de choco-late. Quando as crianas acordam, encontram pegadas e alguns restos de cenoura e, claro, os deliciosos ovos de pscoa. A histria fcil de relacionar celebrao mais importante do ano para o Cristia-nismo: a Pscoa.

    A tradio est culturalmente enraizada entre os povos de pases de orientao crist e to slida que poucas pessoas se preocupam em analisar uma inconsistncia visvel: coelhos no pem ovos.

    A lenda tem origem europeia e foi trazida para a Amrica h pelo menos trs sculos, em meio s aventuras de colonizao do Novo Mundo. Uma das linhas mais aceitas por historiadores diz que a rela-o entre ovos e coelho vem da Alemanha. No sculo 18 era comum esconder ovos de galinha pintados mo nos quintais para que as crianas os encontrassem. Agitados com a euforia infantil, coelhos sil-vestres saltavam de suas tocas e acabam participando do cenrio.

    Para os cristos, a relao entre coelho e a Pscoa vai alm. Es-pcies nativas do hemisfrio norte hibernam durante o inverno e no fim da estao gelada, so os primeiros a sarem do abrigo, como se tivessem ressuscitado. No hemisfrio sul onde mais quente e no

    Coelhope

    h hibernao os coelhos acabaram se tornando smbolo de fertilidade, pela sua voraz capaci-dade de reproduo.

    A palavra Pscoa pode ser uma derivao do termo Pesach, que em hebraico representa a transio de uma poca para outra. Historiadores contam que h milhares de anos, povos europeus celebram a passagem do inverno para a primavera, no final de maro. Para os anti-gos, o fim da estao mais fria era importantssima e diretamente ligada a maiores chances de sobrevivncia.

    Para os judeus a data marca o xodo do Egito, por volta de 1250 antes de Cristo. A Pscoa judaica tambm est relacionada famosa travessia dos hebreus pelo Mar Vermelho, que teve as guas divididas por Moiss. Para os cristos, a data celebra a ressurreio de cristo.

    ovos?ovos?As origens

    histricas

  • revista GENTE Pgina 23suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    NA MDIA

    Se algum precisa falar com certa urgncia com o diretor de Cultura, Nilceu Bernardo, melhor se apressar. Ou (o que mais fcil) se conformar e tentar remarcar o compromisso para maio. Isso porque o ms de abril um dos mais movimentados na agenda do diretor da pasta. Isso porque a maioria absoluta dos pequenos eventos que acontecem ao longo de todo o quarto ms do ano em celebrao ao aniversrio de Lenis Paulista provm ou passam pela sua equipe. Sem contar que Bernardo tambm fi gura ativa na organizao do tradicional Desfi le Cvico e tambm participa da organizao de aes da Diretoria de Cultura na Facilpa (Feira Agropecuria, Comercial e Industrial de Lenis Paulista).

    Agendacheia

    Abril o ms de aniversrio de uma srie de personalidades lenoen-ses. Cassiano Rocha (foto 1), professor de Matemtica e Fsica e nas horas vagas, vocalista da banda Alpharock aniversaria no dia 11. No dia 12 a vez do ex-vereador e atual membro da equipe da Diretoria de Esportes, Jacob Joner Neto, o Jac Gacho (foto 2). Dia 16 quem completa anos o empresrio Edu Coneglian (foto 3), scio-proprie-trio da Esfera Produes, no dia 17, Andr Fregone (foto 4), da dupla Andr & Matheus e, no dia 26, o maestro Marcelo Maganha (foto5).

    NO AR - Jos Lucio Melon, o Melozinho, comemorou idade nova no dia 24 de maro. E celebrou com estilo, em um passeio de avio a convite do empresrio Mrio Baptistella. Na foto, Melon e o amigo (e parceiro de vo), Jos Luciano da Silva.

    1

    23

    4

    5

  • suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014 revista GENTEPgina 24

  • revista GENTE suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014 Pgina 25

    COTIDIANO

  • revista GENTEPgina 26

    CASA

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    O inimigo

    ocultoInvisveis a olho nu, os caros esto em toda parte e podem provocar reaes alrgicas em quem tem

    algum problema respiratrio; saiba como diminuir a populao em sua residncia

    Cristiano Guirado

    Seus paradeiros preferidos so os tapetes felpudos, carpetes, cobertores, bichos de pelcia ou at nos queridos animais de es-timao. Eles so microscpicos, invisveis a olho nu, mas podem pro-vocar severos transtornos na forma de alergias, e suas principais vtimas so pessoas que j tem algum tipo de problema respiratrio, como asma ou renite. Estamos falando dos caros.

    Como todo ser vivo, os caros vi-vem onde tem abrigo seguro e abun-dante oferta de alimento. E as nossas casas so locais perfeitos. O habitat ideal um ambiente com pouca luz, umidade acima dos 60% e temperatu-ra abaixo dos 50C.

    O alimento a matria orgnica: fungos, vegetais, excrementos de ani-mais, descamaes da pele, cabelos e restos de alimentos.

    O combate ao caro segue a me-todologia contra qualquer praga, ou seja, reduzir suas possibilidades de abrigo e sua oferta de alimento. Quem tiver a chance estiver construindo ou mobiliando a residncia, por exemplo pode escolher piso frio em vez de madeira, carpete ou derivados, e dar preferncia para sofs com estofamen-to de couro. Higienizao a palavra de ordem para colches, travesseiros, cobertores e cortinas, principais para-deiros do caro em uma residncia.

    Feito isso, preciso atacar em outra frente e reduzir a alimentao disponvel. Com menos alimento, o crescimento das colnias de caros acontece em ritmo reduzido. Umidi-ficadores de ar e aspiradores de p (pelo menos uma vez por semana nos travesseiros, sof, colches e cortinas) tambm podem ser bons aliados.

    Uma simples soluo caseira pode ajudar a eliminar os caros de sua casa: 200 ml de vinagre de vinho branco em 4 litros de gua. Ela deve ser aplicada com uma es-cova ou pano em persianas, sofs, cortinas e carpetes, por exemplo. Especialistas garantem uma efi ci-ncia de 87%

    A cama, uma vilQuem diria que objetos que sim-bolizam conforto, relaxamento ou descanso, poderiam, em algum contexto, serem classifi cados como os viles da histria. Isso acontece quando o assunto so caros. Veja curiosidades e me-didas relacionadas ao quarto que podem ajudar no combate a essa ameaa invisvel.

    No recomendado lavar os travesseiros. Durante a secagem eles fi cam midos e podem criar um ambiente favorvel para a proliferao dos caros. Em lti-mo caso, deve-se opetar pela la-vagem a seco.

    Pessoas com alergias respirat-rias devem evitar travesseiros de ervas e plumas e cobertores por-que esses acumulam mais caros e fungos. Os mais indicados so os travesseiros de ltex ou espu-ma e os edredons. Mas possvel ter um travesseiro de pluma ou um cobertor, se usar protetores an-ticaro com zper, que os deixam aprisionados.

    Na hora de dormir importante trocar a colcha que cobre a cama durante o dia por uma nova. Almo-fadas e colches devem ser higie-nizados semanalmente com um aspirador.

    Ainda h a opo de colocar os travesseiros e colches no sol, o que pode ajudar a matar os caros, mas no elimin-los totalmente.

  • revista GENTE Pgina 27suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    CASA

    amigos?Ces e gatos

    Eles podem SIM viver juntos, saiba como!

    Da Redao

    Estudos comprovam: a mxi-ma que diz que ces e gatos so inimigos naturais no to mxima quanto a que diz que no mundo animal tudo possvel. Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, parecem ter desco-berto o segredo.

    Acontece a famosa d i s p u t a territorial. O cachorro v seu 'do-mnio' invadido por outro animal. Um hostiliza o outro e a relao de agresso est estabelecida. Um co territorialista agiria da mesma forma com qualquer outro animal.

    Outra peculiaridade: ces adoram perseguir tudo aquilo que corre e se move rapidamente. Um gato assustado seria, ento, uma

    tima brincadeira. Por isso eles correm atrs de gatos, parecen-do querer ca-los. Mas quando o 'brinquedo' pra de se mover,

    acabou a graa.E quando se encontram,

    podem ter reaes diver-sas. Os ces podem ficar curiosos e tentar cheirar os gatos para saber do que se trata. Se o gato no se assustar, isso

    pode ser incio para uma boa amizade. Mas se o bi- cha-no reagir com uma certei-ra unhada no focinho, o co pode desenvolver medo de gatos.

    Definitivamen-te no so esp-cies inimigas, no h entre ces e gatos a relao de predador e presa. Ces no se alimentam de gatos, como poderia ser o

    caso de se querer ter um gato e um rato em casa.

    Uma crendice popular agora vira conhecimento cientfico. Se o gato for adotado antes do co, as chances so melhores. Mas eles devem ser apresentados jovens (menos de 6 meses para o felino e um ano para os cachorros).

    A pesquisa tambm revelou que o principal motivo das bri-gas o fato de os membros das duas espcies terem dificuldades de se comunicar entre si. Gatos sacodem a cauda quando esto

    nervosos, ces rosnam e arcam as coisas. J quando esto

    felizes, gatos ronro-nam, ces balanam

    o rabo. Uma vez fa-miliarizados com a lin-

    guagem um dos outros, possvel que eles brinquem

    e at durmam juntos.

  • revista GENTEPgina 28

    CASA

    suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Um novo conceito

    em paredesSistema de construo mais utilizado na Europa e Estados Unidos, Drywall

    vem ganhando campo no Brasil, impulsionando pela reduo de tempo e no custo fi nal da obra

    Cristiano Guirado

    Drywall (parede seca, se traduzido ao p da letra o termo do ingls para o portugus) uma tecnologia de construo que substitui as ve-daes internas convencionais - como paredes, tetos e reves-timentos por placas de gesso. Representa o conceito de cons-truo a seco, j que dispensa os mtodos de alvenaria, nos quais sujeiras e lamaceiro so frequentes.

    o sistema de construo mais utilizado na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, che-gou h 20 anos, porm, s a me-nos de dez vem ganhando campo no mercado de paredes e forros internos as principais obras em todo o pas, diz Jos Oscar Jus-to, proprietrio da Congesso. Alem disso, o drywall est con-quistando tambm os pequenos e mdios empreendimentos, completa.

    Segundo Justo, o drywall vem sendo facilm custo e maiores os benefcios, revela.

    Essa conjuno de fatores est levando substituio do peso do concreto e da alvenaria por placas de gesso e estruturas le-ves de ao, reduzindo muito o tempo e as perdas. Com isso, no final da obra, a economia pode chegar a at 20%, em compara-o com uma construo con-vencional, revela.

    Velocidade reduo dos custos so vantagens impor-tantes. Mas o sistema drywall pode agregar outros benefcios. Menor desperdcio de material gera um custo menor de trans-porte de entulhos. Tambm h a facilidade para se embutir tu-bulaes eltricas e hidrulicas, entre outros pontos que so pr-prios deste modelo de constru-o, como a qualidade de isola-mento trmico, considera. A qualidade de isolamento uma caracterstica de destaque nas construes em drywall, porque alm do conforto que oferece, gera outros benefcios, como a reduo do gasto de energia na casa devido ao isolamento tr-mico, finaliza.

  • revista GENTE Pgina 29suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

  • revista GENTEPgina 30

    VIDA SAUDVELVIDA SAUDVELsuplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Cristiano Guirado

    Uma dvida assola os pais de crianas em ida-de escolar atravs das geraes: qual o lanche ide-al que garanta uma refeio balanceada e completa - para as crianas levarem na escola? De acordo com Alessandra Godoy, nutricionista da Equilibrium - consultoria da Zabet, marca de biscoitos da M. Dias Branco o lanche escolar deve conter alimentos saudveis, gostosos e de acordo com a aceitao da criana.

    O primeiro passo incluir elementos de grupos alimenta-res variados. Como fontes de carboidrato, os biscoitos sim-ples, doces ou salgados so ti-mas alternativas na lancheira, uma vez que so prticos e a crianada adora, explica a nu-tricionista.

    Segundo Alessandra, alm dos carboidratos, importantes para fornecer a energia neces-sria para as atividades dirias

    Um lanche escolar saudvel prev opes variadas e elementos de todos os grupos alimentares

    das crianas, o lanche ideal deve conter tambm uma fon-te de fibras e minerais, como frutas ou sucos, e uma fonte de clcio, como leite, queijo ou iogurte. A composio da me-renda baseada no Guia Ali-mentar da Populao Brasileira que recomenda um lanche in-termedirio entre as refeies, variado e com uma fruta ou de-rivado, completa.

    Com que lanche eu vou?

    (de 6 a 11 anos)Lanche 11 copo de suco natural

    5 biscoitos salgados com

    requeijo Lanche 2 1 cacho de uva sem caroo

    5 biscoitos doces

    1 pote de iogurteLanche 31 ma5 biscoitos salgados

    1 fatia de queijo processado

    Ensino Ensino

    fundamental

    fundamental

    (2 a 5 ano

    s)

    Lanche 1

    1 copo de

    suco natu

    ral

    5 biscoito

    s salgado

    s com

    requeijo

    Lanche 2

    1 cacho d

    e uva sem

    caroo

    5 biscoito

    s doces

    1 pote de

    iogurte

    Lanche 3

    1 ma

    5 biscoito

    s salgado

    s

    1 fatia de

    queijo p

    rocessad

    o

    Educao

    Educao

    infantil

    infantil

    (a partir d

    e 12 anos

    )

    Lanche 1

    1 copo d

    e suco n

    atural

    5 biscoito

    s salgad

    os com

    requeijo

    Lanche 2

    1 cacho

    de uva s

    em caro

    o

    5 biscoito

    s doces

    1 pote de

    iogurte

    Lanche 3

    1 ma

    5 biscoito

    s salgad

    os

    1 fatia de

    queijo p

    rocessad

    o

    Adolesce

    ntes

    Adolesce

    ntes

  • revista GENTE Pgina 31suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

  • revista GENTEPgina 32

    VIDA SAUDVELVIDA SAUDVELsuplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    Cristiano Guirado

    Respirar fundo clich, mas funciona. Acredite, uma parcela signifi cativa do seu bom humor vem de um comportamento recheado de pequenas atitudes errneas que voc toma no dia a dia. Outra boa parcela vem de uma alimen-tao inadequada. Enfi m, pos-svel e fcil evitar boa parte da irritao do dia a dia.

    A comear pelo ambiente de trabalho, onde nasce a maior parte de nossas irritaes. Ou-vir msica uma boa ttica, de preferncia em um volume que no tire sua concentrao. im-portante que voc seja capaz de ouvir caso algum colega de tra-balho te chame. Evite fi car muito tempo na mesma posio e uma caminhada no prprio ambiente de trabalho ajuda a olhar as situ-aes de um novo jeito.

    Em situaes de tenso, tire 15 minutos para organizar men-talmente suas tarefas. Vai ficar mais fcil conferir sua caixa de e-mails e dar conta do telefone que no para de tocar. Com uma demanda em mente, fica mais fcil sem sair fazendo tudo sem pensar antes.

    A alimentao importante para o bem estar durante todo o tempo. No por acaso que muitas pessoas, quando esto tristes, exagerem no chocolate. Se algum ao seu lado est mais

    stress!Alimentos so poderosas armas anti-irritao e aliados a comportamentos assertivos,

    podem melhorar o astral no dia a dia; coma bem, areje a cabea e organize suas tarefas no trabalho para no chegar em casa com o humor em baixa

    Saiestressado que voc, d uma ba-nana para ele. srio e voc vai descobrir porque banana e cho-colate so fontes de bom humor.

    J se sabe que a comida estimula a produo de neuro-transmissores, grupo de subs-tncias qumicas responsveis pela comunicao das clulas do crebro. Com esse grupo tra-balhando bem e em nveis equi-librados, tem-se um ser humano tranquilo.

    E quem no fica mal humo-rado quando tem fome? Isso porque ficar muito tempo sem comer reduz os nveis de gli-cose, o que pode afetar negati-vamente o humor. Por isso, o ideal alimentar-se seis vezes ao dia.

    Essa relao entre comida e emoes to sria que na Inglaterra, por exemplo, exis-te o Food and Mood Institute (Instituto da Comida e Humor) que investe pesado em pesqui-sas sobre o efeito dos alimentos nos nimos. O instituto ingls publicou uma pesquisa avalian-do os impactos de uma mudan-a nutricional no humor.

    O trabalho atestou que 26% tiveram uma melhora na insta-bilidade emocional em males como na depresso e ataques de pnico e ansiedade. Os indi-vduos estudados diminuram o consumo de acar, cafena, l-cool e chocolate e aumentaram o de frutas, peixes e lquidos.

    ChocolateDispara a produo de endorfi-na e dopamina, neurotransmis-sores responsveis pelo relaxa-mento.

    AveiaTem bons nveis de selnio para a produo de energia e ajuda o organismo a liberar a serotonina.

    Banana Contm duas substncias que auxiliam o humor: os carboidra-tos, que estimulam a produo de serotonina e a vitamina B6, que garante mais energia.

    Brcolis importante para a liberao da serotonina, renova as clulas e previne defeitos no sistema nervoso dos fetos, portanto es-sencial para as gestantes.

    Alimentos que so fonte de bom humor

    Espinafre e folhas verde-escurasTm efeito antidepressivo por se-rem ricos em magnsio que atua na produo de energia, potssio e vitaminas A, C e do complexo B, que ajuda a manter o sistema nervoso tranquilo.

    Laranja, maracuj e jabuticabaCom altas doses de vitamina C, previnem o cansao, colaboram com as defesas do organismo e combatem o stress.

    LeiteProduz um efeito relaxante em toda a musculatura graas ao trip-tofano, que precursor da sero-tonina.

    OvosContm substncias que garan-tem o bom humor, como a tia-

    mina e niacina (vitaminas do complexo B), alm de fazerem bem para a memria.

    Peixes e frutos do marFontes de minerais importantes para a atividade cerebral, como o selnio, so ricos em zinco e ajudam a combater o cansao e a ansiedade. Os frutos do mar so ricos em zinco, mineral essencial para o bom humor.

    PimentaTem capsaicina, que faz com que o crebro produza mais endorfi-na, neurotransmissor respons-vel pela sensao de euforia.

    AlfaceTem poderoso efeito calmante em razo da lactucina, substn-cia presente em maior quantida-de nos talos e corao.

  • revista GENTE suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014 Pgina 33

    Ministrio da Sade faz manual com dicas para manter boa alimentao;

    consumo de frutas do brasileiro ainda pequeno; fi bras melhoram

    funcionamento do intestino

    VIDA SAUDVEL

    para uma alimentao10 Passos

    Saudvel

    1. Aumente e varie o consumo de fru-tas, legumes e verduras.

    Elas so ricas em vitaminas, minerais e fibras. As vi-

    taminas e minerais colaboram na manuteno e no bom funcionamento do organismo. E as fibras regulam o fun-cionamento intestinal, do sensao de saciedade, e podem atuar prevenindo vrias doenas.

    2. Coma feijo pelo menos 1 vez ao dia.Varie os tipos de feijes usados e as formas de preparo.

    Use tambm outros tipos de leguminosas como soja, gro--de-bico, lentilha, etc. Coma feijo com arroz na proporo de 1 para 2. Esse prato brasileiro uma combinao com-pleta de protenas e bom para a sade!

    3. Reduza o consumo de sal.Tire o saleiro da mesa. O sdio essencial para o bom

    funcionamento do organismo, mas o excesso pode levar ao aumento da presso do sangue (hipertenso), e outras doen-as. Evite temperos prontos, alimentos enlatados e embuti-dos. Use ervas frescas para realar o sabor.

    4. Reduza o consumo de alimentos gor-durosos. Como carnes com gordura aparente, salsicha, mortadela, frituras e salgadinhos, para no mximo 1 vez por semana. Prefira os alimentos cozidos ou assados, leite e iogurte desnatados e queijos brancos.

    5.Faa pelo menos 4 refeies por dia: caf da manh, almoo, jantar e os lanches! No pule as refeies. Para lanche e sobremesa prefira frutas.

    6. Mantenha o seu peso dentro dos li-mites saudveis veja se seu IMC (ndice de Massa Corprea) est entre 18,5 a 24,9kg/m2. O IMC mostra se seu peso est adequado para a sua altura.

    7. Consuma com moderao alimentos ricos em acar, como doces, bolos, e biscoitos. Pre-fira os cereais integrais.

    8. Aprecie sua refeio e coma devagar.Faa de sua refeio um ponto de encontro com a famlia. No se alimente assistindo TV ou lendo livros e revistas. Reserve um tempo do seu dia para as refeies fazendo delas, momentos de muito prazer!

    9. Beba gua! Muita gua! 60% do nosso corpo formado por gua!

    Portanto, beba em mdia 2 litros de gua (6-8 copos) por dia. Consuma com moderao bebidas alcolicas e refrige-rantes. 1ml de lcool fornece 7kcal!! Prefira sucos de fruta fresca ou polpa congelada.

    10. Seja ativo! Acumule pelo menos 30 minutos de atividade fsica to-

    dos os dias. Caminhe pelo seu bairro, suba escadas, jogue bola, dance, enfim:

    MEXA-SE!!

    Da Redao

    Confi ra as dicas do Ministrio da Sade para incorporar na alimentao do seu dia-a-dia e de toda a sua famlia. Dentre as dicas esto o aumento do consumo de frutas e de gua durante o dia, principalmente durante as refeies, reduo do consumo de sal, fazendo sua troca por temperos frescos e a reduo no consumo de alimentos gordurosos.

    Ateno:- Comece com os passos que voc

    avalia que so mais fceis de adotar no seu hbito alimentar e de sua famlia. Procure segui-lo todos os dias.

    - O hbito se adquire com constn-cia e persistncia e uma questo de tempo.

    - Quando sentir que o passo j faz parte da sua rotina, siga para o prximo passo.

    - A alimentao saudvel pode e deve ser gostosa. Consulte receitas para facilitar o consumo dos alimentos que vo fazer parte dos seus novos hbitos.

  • revista GENTEPgina 34 suplemento mensal do jornal O ECO - abril de 2014

    VIDA SAUDVEL

    Cristiano Guirado

    Vale tudo para ter um corpo perfeito. Ou, pelo menos, um corpo que a mdia padroniza como perfeito. E na busca pela perda de peso e reduo de medidas, as dietas entram e saem da moda como roupas ou cortes de cabelo. No entanto, como no h separao entre alimentao e sade, o estar na moda, neste caso, pode custar caro. Em todos os sentidos.

    Quem concorda com isso a nutricionista Larissa An-tunes. Ela alerta que a maioria das dietas so inspiradas em estudos cientfi cos. No entanto, invariavelmente so mal in-terpretadas. As pessoas acabam no avaliando outros fatores sem priorizar a reeducao alimentar, alertou. Muitas die-tas so excessivamente restritas, acabam no sendo saudveis e as pessoas no conseguem segui-las em longo prazo e, com isso, em pouco tempo recuperam o peso perdido, completa.

    Larissa ressalta que as dietas tm fi nalidades que vo alm dos efeitos estticos. O ideal que todos tenham uma alimentao saudvel. Uma dieta adequada faz com que te-nhamos uma vida mais saudvel e isso mais importante que a esttica, afi rmou.

    A nutricionista revela que perder ou ganhar peso quase uma equao matemtica, na qual a alimentao apenas um dos fatores. Se comemos muito e gastamos pouco, fatalmente aumentaremos nosso peso. Se come-mos muito e gastamos muito, provavelmente manteremos nosso peso. Para perda de peso primordial que haja uma aliana entre a dieta adequada e a realizao de atividade fsica regular, explica.

    Neste caso, os viles so os mesmos que nos atrasam em outros campos da vida. O stress e a ansiedade acabam atrapalhando o processo de perda de peso j que, com isso, acabamos comendo por compulso, sem nos preocupar com as quantidades e to pouco com a qualidade de ali-mentos ingeridos, fi naliza.

    Nutricionista alerta contra riscos de dietas que prometem muito resultado com pouco esforo; Para perda de peso primordial que haja uma aliana entre a dieta adequada e a

    realizao de atividade fsica regular, diz Larissa Antunes

    perigosasModas

    Nutricionista alerta contra riscos de dietas que prometem muito resultado com pouco esforo; Para perda de peso primordial que haja uma aliana entre a dieta adequada e a realizao de atividade fsica regular, diz Larissa Antunes

    A convite da revista Gente, a nutricionista Larissa Antunes fez uma anlise sobre uma das dietas da moda, a que exclui glutem e lactose do cardpio. H uma vertente da nutrio que est muito em moda que a nutrio funcional, que exclui a lactose e glten do cardpio e promete reduo significativa na circunferncia abdominal e no peso total, diz.

    Deixar de comer po e leite (principais fontes de glutem e lactose) no parece ser to difcil. E esta a armadilha. A dieta isenta em glten e lactose s recomendada s pessoas que apresentam alergia a esses componentes. Diagnostica-se a alergia atravs de exames se sangue e atravs de sintomas como vmito, diarreia, e s vezes com sangramento, clica abdominal e aumento da formao de gazes, explicou. pessoa que no apresenta os sintomas, no recomendado que exclua estes compostos da alimentao. Quanto mais variada for a alimentao mais saudvel ela ser, finaliza.

    Cuidado com as dietas da moda

  • G01G02G03G04G05G06G07G08G09G10G11G12G13G14G15G16G17G18G19G20G21G22G23G24G25G26G27G28G29G30G31G32G33G34G35G36