Click here to load reader

Revista Makoto

  • View
    226

  • Download
    3

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Revista Virtual do Templo Messiânico Arte do Johrei

Text of Revista Makoto

  • 1 | P g i n a

  • 2 | P g i n a

    MAKOTO

    Revista Virtual do Templo Messinico Arte do Johrei Edio Especial Miroku Daikokuten

    Nmero 03 Ano I/2013

    Dedicaram nesta edio

    Reverendo Dorgival Orientao/redao

    Ministra Cidah Redao/Relato Ministra Marines Relato

    Min Capito Lutonda Imagens Yayo Relato

    Maria Estefnia Relato Irney Brito Entrevista Colaborativa

    Joo Wojtila Entrevista Colaborativa Thiago Miotto Entrevista Colaborativa

    George Christian Entrevista Colaborativa Jos Aniervson Roteiro de Matria

    Antonio Panda Gianfratti Entrevista Aline de Andrade Edio/Redao/ilustrao

    Alice Coltrane Msica Shiva Loka

    Makoto obra sob uma licena Creative Commons Atribuio-NoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Brasil.

    Para usos no previstos nesta licena, entre em contato com a editora: [email protected]

  • 3 | P g i n a

    Mesmo que falasse um milho de vezes No possvel mover a alma.

    Move-se a alma com uma s palavra. O importante mover a alma com a alma

    Meishu Sama

  • 4 | P g i n a

    SUMRIO

    6 ENSINAMENTO DE MEISHU SAMA Daikoku, o Deus da prosperidade

    7 ESPECIAL Daikokuten

    8 APRIMORE-SE

    Seja um grande dia na vida de algum

    11 NINHO DE GUIA A mulher forte, a mulher com fora

    12 O CAMINHO DAS FLORES

    10 Orientaes de Meishu Sama para elaborao de Ikebanas

    17 JOHREI, ARTE E F

    Carta de uma criana peruana Experincia de f da Cantina

    Experincia de Maria Estefnia

    24 TEMPLO MESSINICO ARTE DO JOHREI

    26 ENCANTE AS CRIANAS

    Daikoku, o gordinho invocado

    30 APRECIE A f e improvisao livre de Antonio

    Panda Gianfratti

    35 COLUNA DA PAZ Maria, Me de Deus

    36 O SERVIDOR

    Reverendo Shibui Oferecer tudo

    37 EXPANSO Outorga Massiva no Congo

    Democrtico

    42 VOC BEM VINDO!

  • 5 | P g i n a

    Convidamos a todos a continuarem os estudos na prtica da Ikebana com orientaes e dicas do prprio Meishu Sama; tem tambm entrevista com o Reverendo Dorgival sobre a Arte do Johrei, um dilogo muito belo com o servidor e criador musical Antnio Panda, a ltima histria da trilogia Kannon para crianas, fotos da outorga no Congo Democrtico, lies do Reverendo Shibui, que foi conhecido por ser um Daikoku Sama como servidor e muito mais. A revista Makoto em sua terceira edio continua passando por modificaes e continuo aprimoramento, este servir est de braos a abertos para acolher dedicantes que tem afinidade com a proposta de servir atravs da prtica do belo mediante a arte. Escreva-nos. Desejamos a todos uma boa apreciao! A EDITORA

    EDITORIAL A experincia de iluminao que nos revelada sobre a divindade indiana, Miroku Daikokuten, atravs do relato do seu encontro com a Bodhisatva Kannon, remete-nos a uma reflexo sobre a natureza da prosperidade. O conceito quase sempre compreendido apenas em sua dimenso material, e solicita-nos um olhar alm, que seja capaz de compreender a abundncia da vida espiritual, reservada a todos que so capazes de reconhecer as transformaes concedidas por Deus e expressarem sua profunda gratido como a descrita por Meishu Sama em seu poema:

    Toda vez que me aproximo do altar, choro

    de pura emoo. Ao deparamo-nos com os milagres de Deus para nossas vidas, somos convidados a participar do banquete natural da abundncia, da riqueza de percepo celestial que nos permite compreender o significado da libertao dos sofrimentos. Daikoku ao se libertar de seu mau humor, obteve a graa de servir a Deus e com isso alcanar inmeros benefcios, como uma vida plena, liberta, regada a alegria, sempre retratada em suas imagens. Esta edio especial Miroku Daikokuten visa desvendar os mistrios que envolvem a natureza da prosperidade: A luz, o amor, a compaixo misericordiosa de Kannon, enfim, o culto a Daikokuten legado pelo prprio Meishu Sama e os milagres que a Luz Divina tem provocado na vida de muitos membros, expressos na grandiosa expanso da Arte do Johrei no Brasil e no Mundo. Esta edio traz como novidade indicaes de leitura, como o livro do Rick Medeiros Quando ele voltar, uma inspirao aos messinicos que fazem parte da Arte do Johrei. Tambm nesta edio trouxemos a sala da paz para a literatura. Com a Coluna da Paz trataremos sem julgamentos ou preconceitos o caminho de diversos santos de Deus de diferentes tradies, demonstrando assim o dilogo inter-religioso, com respeito e abertura, uma marca fundamental da nossa prtica.

  • 6 | P g i n a

    ENSINAMENTO DE MEISHU SAMA - DAIKOKU, O DEUS DA PROSPERIDADE

    Todos os fiis da nossa Igreja veneram Daikoku, o Deus da Prosperidade, e freqentemente me perguntam qual a relao Dele com Kannon. uma pergunta bastante lgica uma vez que ate agora parecia no existir conexo alguma. Comecei a venerar Daikoku pelas seguintes razoes. O ano era 1933. Eu estava com dvidas j havia algum tempo e me sentia um pouco desanimado. Um funcionrio de banco que s vezes me visitava tinha uma antiga imagem de Daikoku a qual me ofereceu de presente. Eu A aceitei com gratido e A coloquei em frente ao Pergaminho Sagrado no qual estava pintada uma imagem de Kannon. Daquele ms em diante meus problemas financeiros terminaram e o dinheiro comeou a entrar em grande quantidade. Percebi ento que Daikoku era realmente o verdadeiro Deus da Prosperidade e, pedindo as pessoas, juntei tantas imagens quanto possvel. Logo eu tinha mais de cinquenta. Um dia, logo aps Kannon Kai (Igreja de Kannon) ter sido estabelecida, um de meus seguidores me informou que havia uma esplendida imagem de Daikoku, tamanho natural, numa

    loja em Takagi-sho, Azabu. Corri para v-la e era realmente um trabalho excelente de um bom perodo. Quando perguntei se A venderiam, educadamente recusaram, dizendo que eles A tinham l como objeto sagrado. No conseguindo meu intento, fui embora. Isso foi no meio de dezembro. Entretanto, felizmente, na noite de Ano Novo o proprietrio da loja me ligou para dizer que me cederia a estatua e, se eu quisesse, a entregaria imediatamente. Fiquei felicssimo. Ela foi entregue de carro naquela noite e imediatamente A coloquei em frente de Kannon. As palavras do dono da loja so interessantes de se notar. Disse: Uns poucos dias depois que o Sr. viu a esttua, tive um sonho. Sonhei que Daikoku tinha se ido da residncia Dele flutuando em nuvens de gloria. Quando acordei compreendi que minha ligao com Ele havia se rompido, mas no conseguia aceitar o fato. Como tinha de resolver isto antes do fim do ano e hoje j e o ultimo dia decidi permitir que o Sr ficasse com a imagem. Quando perguntei quanto queria pela esttua, disse que devido a circunstancias preferia no definir o preo. Qualquer importncia estaria bem. Naqueles dias os preos eram muito baixos e paguei a ele trezentos yens. Quando saia, parecia ter dificuldade em conter a dor e se abraando fortemente a Daikoku derramou muitas lgrimas. Depois disso, minha renda subitamente cresceu e s posso achar que isto foi inteiramente devido a Daikoku. Coloquei o nome de Miroku Daikokuten na estatua. Qualquer um que me visitou quando vivia em Kojimachi ou Tamagawa certamente lembrar (de mim) orando a Ele.

  • 7 | P g i n a

    DAIKOKUTEN

    Daikoku-sama chamado Daikokuten, uma divindade da ndia. Segundo se sabe, quando kannon foi para a ndia, Daikokuten veio at kannon dizendo: Gostaria de serv-la, deusa kannon!" Diz-se que Daikokuten, nesta poca, tinha fisionomia muito feia, brava irascvel. Na poca era a divindade que presidia o exrcito. E ento, kannon disse para Daikokuten: Olha, eu gostaria de utiliz-lo, mas com essa cara feia que voc tem no vai dar. melhor que voc fique mais sorridente!. Movido por essa vontade de ser utilizado por kannon, Daikokuten passou a ter aquela fisionomia sorridente. E com isso teve a misso de atuar sobre ouro, prata e tesouros, e passou a ter uma fora equivalente de um ministro da economia. Essa, ento, a origem que Meishu-Sama nos conta sobre ele. Daikokuten passou a ser aquela figura atual, sorridente e bondosa. Na noite da vspera da inaugurao da igreja (1 de janeiro de 1935) veio para Meishu-Sama uma figura de daikokuten, de um antiqurio. Esse antiqurio tambm tinha o desejo de que essa esttua de Daikoku fosse pertencer Meishu-Sama e de fato aconteceu. O fato que a partir de quando esse Daikoku foi parar nas mos de Meishu-Sama sua situao financeira passou a melhorar. Ento, aprendendo com isso que vrios membros passaram tambm a ter a esttua de

    Daikoku e a cultu-lo. Na tradio japonesa, esse Daikoku tambm tem olhos, quando a esttua feita ele aparece com os olhos j esculpidos, mas no tem a menina dos olhos. E Meishu-Sama pintou a menina dos olhos da esttua de Daikoku, isto , deu a vida a ela e com isso, os membros que tambm possuam a esttua de Daikoku, iam pedir a Sama para colocar os olhos na sua estatueta, e com isso, muitos membros passaram

    a ter a situao financeira melhor. O Daikoku tambm chamado de Miroku Daikokuten, e todos os dias de manh um oficiante faz orao invocando o nome divino Miroku Daikokuten, mamori tama saki ha tama e kan nagara tamati ha mace. Quando se faz o culto a Daikoku financeiramente passa a ser bastante melhor, aumenta tambm os donativos. Essa a maneira de como feito o culto a Daikoku.

  • 8 | P g i n a

    Estou anunciando a construo do Paraso Terrestre, mas, isto no fruto da minha imaginao. Ela proclamao de Deus que com a chegada dos tempos, revelou-se o aspecto do Paraso e a Sua Vontade, concedendo-me Poder suficiente, imenso, necessrio sua concretizao. Desse poder, da faculdade de discernir, resultaram os ensinamentos para esclarecer os mistrios, aqueles que estavam como que envoltos em nvoas,

    APRIMORE-SE - Seja um grande dia na vida de algum

    Bom dia a todos! Sejam bem-vindos ao templo Arte do Johrei. Este Culto tem um significado bem especial para ns que estamos aqui. Pesquisando, encontrei o relato de Meishu Sama sobre este dia. No alvorecer do dia 15 de junho de 1931, Meishu Sama recebeu a revelao que esclareceu a causa fundamental dos sofrimentos que imperam na face da terra, e a sua grande misso de estabelecer o Paraso na Terra, erradicando os males humanos. Diz Ele:

    desafiando a inteligncia humana. Tero agora a compreenso das verdades to claramente que no haver mais a necessidade de ficarem tateando, no escuro, sem saber o que se encontra a sua frente. Isto o que vinha realmente acontecendo at hoje: estvamos na poca noturna. Entretanto, desde os meados do ms de junho, entramos na fase transitria do despontar aurora da poca diurna e com ela, conhecemos os fundamentos do Paraso na

    sofrimentos, de alegria e de paz. A partir deste momento temos a certeza de que Meishu Sama, entregando-se a Vontade Divina, deixou-se guiar. Orava e seguia em frente, indo de encontro ao que Deus lhe orientava. Toda orao deve ser seguida de ao, Deus tambm disse a Moiss para parar de rezar e comear a se mover, ns devemos orar, mas tambm temos que agir. Deus disse a Moiss: "Por que voc chama

    Terra. E, assim, todos os mistrios, segredos e males sociais, sero esclarecidos. Isto , o obscuro torna-se cristalino; o mal se v cercado de ambiente que no permite mais a sua continuao. Se a causa original dos principais sofrimentos humanos a doena, a misria e o conflito - partiu do mal, com expulso desse mal, no nenhum milagre nascer o mundo sem

  • 9 | P g i n a

    por mim? Diga s pessoas para se lanar! Leve o seu cajado e estenda a mo sobre o mar. Divida as guas para que os israelitas possam passar pelo meio do mar, andando em terra seca. Muitas vezes sabemos o que temos que fazer, mas continuamos apenas orando, esta pode ser uma boa desculpa para a estagnao e incapacidade de obedecer a Deus quando nos mostra o que temos que fazer, temos que reconhecer que s vezes hora de nos mover e agir em obedincia a direo dada pelo Esprito de Deus. Quando Moiss estendeu a sua mo, foi quando Deus manifestou seu poder e operou um grande milagre. Quando ns, os filhos de Deus temos f suficiente para invocar o Seu Nome e orar, tambm temos a orientao do Esprito Santo para agir sabiamente, quando Deus se manifesta em nossas vidas: QUANDO ORAMOS E AGIMOS. Se queremos ter uma orao poderosa, a orao deve acompanhar a ao. Voc pode ter certeza que Deus ouve suas oraes, basta agir, aps fazer sua orao. Meishu Sama, orou no Monte Nokoguiri, recebeu a Revelao Divina e depois entrou em ao. Quando estamos passando por sofrimentos e purificaes, oramos, mas muitos no agem. Esperam que Deus trabalhe por voc. Temos que sair desse nvel. Querem colher sem semear, ou quando semeiam, ficam ansiosos pelo resultado, sem se preocupar em cuidar e saber como esto suas sementes. Existem trs inimigos que destroem nossa Colheita: 1. Relacionamentos errados: Seus amigos esto alimentando seu sonho ou suas dvidas? Seus amigos esto; ou estimulando voc ou o atacando. Voc precisa decidir e discernir aqueles que o mal est usando para destruir sua Colheita. Quem anda com os sbios ser sbio, mas o companheiro dos insensatos se tornar mal (Provrbios). Alguns amigos so parasitas, enfraquecendo-o de toda maneira possvel. Alguns amigos so encorajadores, dando-lhe energia e entusiasmo notvel para a Colheita frente. Alguns o invejam, e criticaro voc como materialista e amante do dinheiro. Alguns amigos duvidaro de voc. Eles apontaro todas as razes pelas quais voc pode aguardar o fracasso. Mas, se voc falhar, ser porque permitiu que as pessoas erradas se aproximassem demais. 2. Ensinamento errado: Algum est sempre dando informao errada. Isso o afetar e o influenciar mais do que voc imagina. As pessoas mais cticas podem perguntar: Voc no acha que Satans d um monte de dinheiro s pessoas de modo que elas renegaro e fugiro de Deus? Quando Satans quer destruir algum com misso, ele no aumenta a sua renda financeira, ele pra o fluxo de bnos materiais em sua vida. 3. Palavras erradas: As suas palavras so criativas. Elas so poderosas. So correntes que apressam voc em direo

    PALAVRAS DO HOKAN

    ao seu sonho ou o arrastam para longe dele. A morte e a vida esto no poder da lngua; o que bem a utiliza come do seu fruto (Provrbios). Suas palavras merecem mais reflexo antes de serem liberadas. O corao do justo medita o que h de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades (Provrbios). Voc deve ter cautela com quem est desejoso de receber sua opinio e seu conselho. No fales aos ouvidos do insensato, porque desprezar a sabedoria das tuas palavras (Provrbios). Pare de discutir seus defeitos com qualquer um. Pare de publicar os erros que voc sempre comete. Pare de discutir suas dvidas e de publicar seus temores. Hoje um dia muito especial. Renuncie a suas fraquezas, seu egosmo e seus apegos.

  • 10 | P g i n a

    Vamos nos renovar, comear uma nova etapa em nossas vidas. Pense e aja como um matador de gigantes, que so o egosmo e o apego, seja um campeo, um restaurador de sonhos. Fale como tal. Aja como tal. Pessoas envenenam continuamente sua casa, seu trabalho, sua vida, com palavras negativas de dvida e de medo. uma das razes de jamais provarem o sabor da felicidade. J imaginaram se Meishu Sama desistisse, achando que tudo no passou de uma grande iluso? No vamos permitir que roubem nossos sonhos, no podemos deixar que nossos ancestrais e antepassados se sintam desamparados pelo nosso desnimo. Vou finalizar com um texto enviado por um ministro amigo meu e me emocionei quando li senti que deveria finalizar esta palestra com ele. Chama-se 15 de Junho:

    PALAVRAS DO HOKAN

    Imagino em mim uma grande Luz Um feixe de Luz que vai ecoando em meu esprito Que vai ressoando na minha alma Eu imagino e sinto Acredito e aceito essa Luz Luz suprema que traz dia a minha noite Que traz paz minha intranqilidade E alegria minha infelicidade A luz que irradia do sorriso e do amor do prprio Supremo Deus Na verdade, o culto do Paraso, Deveria ser o culto do sorriso Sim, do sorriso O sorriso de Deus Supremo A fora e a luz gerada pelo Seu sorriso Supremo Manifesta a Grande Luz e fora que se materializa no plano material A Luz que recebemos a Luz do amor de Deus Da expresso de Seu sorriso. Que possamos receber este dia com um grande sorriso Retribuindo o maravilho sorriso que recebemos de Deus Que a Luz irradiada deste dia Transforme meu dia, Nosso dia Em paraso, Em verdade Que neste dia alcancemos o cu Mas o cu que existe dentro de cada um de ns Mas que este cu esteja ensolarado como uma linda manh Para que eu siga em frente Para adentrar o cu que existe em mim preciso coragem

    Coragem de deixar de ser quem sempre fui Coragem para morrer e renascer nesta vida preciso sair de dentro de mim De minha conscincia limitada Para habitar a conscincia maior A conscincia do paraso Que a prpria conscincia de Deus Quando eu saio de mim Eu entro em Deus Eu adentro o Paraso Sair da era da noite se entregar mergulhar no mar se deixar levar Pela vida Por Deus Supremo Sair da noite enxergar Ser conduzido pelo vento Pelos movimentos do ar Pelos movimentos da vida Sinto que vinha forando a vida a movimentar Hoje entendo que quem deve movimentar a prpria vida Eu sou uma existncia dentro da vida Eu no sou a vida Deus a vida O Messias a vida Eu estou apenas dentro da vida Celebrar o Culto do Paraso celebrar a vida agradecer por eu existir dentro da vida S que a vida evoluiu Ela agora est na Era do Dia E eu s poderei receber vida Se eu renascer assim como o sol Se eu movimentar assim como vento Se eu amadurecer assim como os frutos Se eu no seguir os passos da Natureza No poderei continuar No poderei me tornar Dia E permanecerei Noite Por isso o dia 15 de junho o dia do renascimento da humanidade o dia de mudarmos o nosso sonen o dia de recebermos a luz Que nos possibilitar nos tornarmos Dia Desejo que todos vocs possam ser um grande Dia na vida de outras pessoas Que Deus e Meishu Sama abenoem a todos!

    REVERENDO DORGIVAL

  • 11 | P g i n a

    NHO DE GUIA

    Um homem torna-se feliz quando reconhece em si a capacidade de errar. Um homem torna-se sbio quando encontra no erro alheio a oportunidade de corrigir a si mesmo.

    NINHO DE GUIA

    Voc fique esperto!

  • 12 | P g i n a

    O CAMINHO DAS FLORES 10 ORIENTAES DE MEISHU SAMA PARA ELABORAO DE IKEBANA

  • 13 | P g i n a

  • 14 | P g i n a

    1. O melhor utilizar a flor mais comum da poca, quando ela se apresenta em toda a sua pujana.

    Esse o procedimento natural.

    2. Observe os galhos e, em seguida, o estado do desabrochar

    da flor. Ela no dever estar plenamente aberta nem em boto.

    3. Deve-se tom-las nas mos e arranj-las

    num instante. Tal mtodo timo. Ao

    arranj-las faa-o num timo.

    4. As flores no se sentem felizes se no

    damos vida a seus sentimentos. No se

    sentindo felizes, logo murcham. Conversem

    com ela. Ainda que haja algum galho cuja

    direo no esteja do seu inteiro agrado,

    vero que no dia seguinte ele ter adquirido

    um aspecto diferente.

    5. Em se tratando de flores, jamais foro, ou

    seja, arranjo-as da maneira mais natural

    possvel. Por isso, elas se enchem de vida e

    duram mais. Se mexermos muito, elas

    morrem, e no h nenhuma graa nisso.

  • 15 | P g i n a

    10. Assim, ao fazer um arranjo, determine o ponto do corte, corte e arranje com

    presteza: o resultado ser excelente. Tambm as flores, como os seres vivos,

    quanto mais se mexe, mais fracas ficam.

    6. Tome a flor, corte sua haste no

    comprimento ideal, que no seja nem longo,

    nem curto, e escolha o vaso que combine

    perfeitamente com ela.

    7. Prepare o vaso antes de arranjar a

    flor, defina o ponto em que ambos caem

    bem, corte a haste e coloque

    instantaneamente a flor no vaso. No incio,

    no se consegue isso, mas quando se

    procede com tal inteno, tem-se um bom

    arranjo. Arranjos assim so excelentes; por

    serem naturais, suas flores tm vida.

    8 Outro ponto a considerar usar o menor volume de flores possvel. Eu me sirvo de bem poucas; trata-se de um estilo pessoal. Fao trs arranjos com o material geralmente utilizado para fazer apenas um. Quanto menos flores e galhos dispensveis, melhor o efeito.

    9. H quem, depois de ter cortado a flor, pe-se a mexer e a remexer nela, razo pela qual ela acaba por morrer. Deve-se, pois, fazer arranjo o mais rpido possvel.

  • 16 | P g i n a

    SALMO DE MEISHU SAMA

    PUREZA DA ALMA

    S num corao puro Nascer a fora do Kototama

    Ser que no vale a pena depur-lo?

    Tirar do mundo a feira O corao purificar

    Eis a mais nobre e verdadeira dedicao

    Tranqila ser A chegada do terrvel fim dos tempos Para aqueles que tm uma alma pura

    Meishu Sama

    SALMO DE MEISHU SAMA Poesia estilo waka

  • 17 | P g i n a

    Meu nome Yayo, tenho 10 anos e moro com a minha me, meu ollichan, meu tio Joe, minha tia Diana e Elva. Eu conheci a tia Carmen por Ronald que quase meu tio (ele namora com a minha tia). A primeira vez que a vi foi quando fui casa dele para fazer cermica, e fiz um guindaste. Ronald me ofereceu um misto de queijo derretido com um copo de iogurte, estava muito gostoso. A partir desse dia tornei-me um amigo da tia Carmen, porque me tratou muito bem e tambm porque faz ovos com duas gemas. Bem, agora se eu comear a contar minha experincia: Comecei a gostar da Arte do Johrei quando vi que minha tia rezava muito por seus antepassados e me explicou porque fazia isso. Eu aprendi a orao Amatsu norito em dois meses e comeamos a orar juntos todos os dias. Senti que minha alma estava se purificando. Todos os dias rezava aquela parte que diz Meshiya no Oomikami mamoritamae sakihae tamae e pedia por meus antepassados, minha famlia, para que os ladres no fossem maus, e para os que esto no inferno para que se convertam e sejam bons. Tambm pedia para ministrar Johrei um dia, para que as pessoas fiquem bem, e Meishu Sama e a tia Carmen escutaram o meu pedido. Eu estava com cimes da minha tia que me disse que podia dar Johrei sem Ohikari, mas com um bom sentimento, e eu lhe disse que tambm queria uma cerimnia e meu Ohicari. Eu quero o meu Ohikari para dar energia aos doentes e a minha famlia. Espero que tenham gostado da minha experincia e que Meishu Sama e a tia Carmen me ajudem a fazer bem a Arte do Johrei. GRACIAS YAYO

    JOHREI, ARTE E F Carta de uma criana peruana

    Yo me he portado muy mal Y estoy en el

    infierno

    Yo soy viejo

    Yo estoy enfermo

    Yo soy yayo y no se preocupen yo les

    Dare Johrei

  • 18 | P g i n a

    JOHREI, ARTE E F Experincia de f da cantina

    A cada dois meses ns promovamos um bingo na igreja com o objetivo de arrecadar fundos para a igreja e tambm era uma maneira de trazer as pessoas para receber Johrei, mas chegou um momento que aquele esprito do bingo no era mais necessrio... O retorno do bingo no tinha o que desejvamos, era um esprito de benefcio prprio, as pessoas s pensavam em ganhar-ganhar-ganhar. Ns fizemos o 1, 2 e no 3 evento, um membro resolveu promover a noite da pizza com bingo e acabou sobrando alguns pertences da pizza. Na prxima semana seria o culto da prosperidade, ai despertou em mim o desejo de possuirmos um forno de pedra que pudesse assar as pizzas. A partir da somando

    que j tinha sobrado resolvemos promover uns lanches para vender no culto da prosperidade. Tinha calabresa e precisava fazer um vinagrete com po e com R$ 27,00 e compramos o po e os pertences para o vinagrete e l fomos ns para a preparao. Preparamos tudo e aps o culto servimos o lanche e o pessoal caiu de boca de to saboroso que ficou. Ns arrecadamos com os R$ 27,00, R$ 220,00. Ento perguntei ao reverendo que tal se abrssemos uma cantina... Ele disse Pode ir em frente!. Os lanches tiveram aceitao e as pessoas ficaram felizes e pediram pra continuar fazendo os lanches... Ento pegamos um pedacinho do espao aqui e com a mesa das aulas de Ikebana promovemos a cantina e a partir dali as coisas comearam a crescer... Ela funcionava nas quartas e sbados, mas o espao foi ficando muito pequeno, ns compramos uma geladeira maior com freezer e a geladeira pequena foi pro saiten e o espao s foi ficando pequeno porque era um lugar onde geralmente os oficiantes se concentram antes do culto e se tornou um desejo ter um espao maior.

  • 19 | P g i n a

    Na realidade esta graa tem o respaldo de algo que comeou atrs com um ncleo de Johrei na minha casa. O objetivo de encaminhamento no teve nenhum resultado, as pessoas eram convidadas e esqueciam e era s Deus, Meishu Sama e a Ministra Marines durante as reunies... S que um fato foi que eu sa do trabalho, fui despedida, e a que eu fui fazer uma reunio no lar na casa de uma vizinha e ela se arrependeu de abrir a porta mas ela era me de um rapaz que fornecia salgados e esta mulher nunca mais no abriu as portas e a Ministra Marines teve a ideia de pedir uns salgados para a cantina s para experimentar e foi um sucesso. Ele comeou a receber Johrei, cada vez que ele ia entregar os salgados e tambm a fazer donativos, ele comeou a receber muitas graas materiais e a coisa comeou a mudar a vida dele, pois conseguiu comprar um carro e ter a permisso de fornecer para um cliente grande que ele j vinha tentando antes e este moo ligou para ele... Hoje ele manifesta o desejo de fazer aula de iniciao.

    O objetivo da cantina foi alcanado, foi progredindo passo a passo. Ns vendamos nas quartas aps as aulas de aprimoramento e aps os cultos s 17h, tambm o pessoal ia l degustar. A compramos estufa, pagamos vista. Ai o espao foi ficando pequeno, no meio de dezembro o vizinho do lado mudou-se ai a ministra Cidah conversou com o Reverendo e pediu para alugar... A cantina dentro do templo custa R$ 1500,00. Fiquei doida quando soube, chega me deu um frio...

  • 20 | P g i n a

    NS DEDICAMOS COM O OBJETIVO

    O Reverendo fez a proposta de R$ 1500,00 e o dono aceitou, mas deixou por R$ 2000,00 e alugou o espao sem fiador com 15 dias sem carncia. Isso foi um milagre. Ai aceitamos e em 2h deixamos o salo limpo e pintado, juntos montamos um bazar beneficente com o objetivo de ser sala de aula, de recreao e espao social. O templo ganhou benefcio de roupas novas e teve a oportunidade de colocar o bazar beneficente. O que tem para prover que foi o milagre. Atravs da cantina e do bazar estamos tendo a oportunidade de encaminhar pessoas que quando vem comprar elas despertam o desejo de conhecer a filosofia e a igreja.

  • 21 | P g i n a

    DE ADQUIRIR A SEDE PRPRIA

  • 22 | P g i n a

    JOHREI, ARTE E F Maria Estefnia, Crato - CE Meu nome Maria Estefnia de Oliveira, sou natural de Crato- Cear, professora municipal, 50 anos, e leciono na zona rural. Conheci o johrei atravs de uma irm e, da minha me que foi uma das pioneira a receber johrei aqui no Crato, num passado muito distante. Essa irm messinica, que pertence uma outra denominao, j foi duas vezes ao Japo e, mora em So Paulo. Ela, quando vinha de frias ao nosso stio, vivia insistindo para que eu me tornasse messinica e a forma que ela ministrava johrei, sempre conversando, durante a ministrao, fazia com que eu no acreditasse na atuao da Luz Divina. Navegando pela internet, conheci o Ministro Carlos, da Casa de Difuso do Templo Messinico Arte do Johrei da cidade de Pau dos Ferros-RN.

    Lembro-me que em nossa primeira conversa estava sentindo uma forte dor de cabea e, comuniquei pra ele. O mesmo perguntou se eu queria receber uma orao on line em silncio. Quando vi ele levantar a mo, lembrei da minha irm, mas embora no acreditasse, acabei aceitando, pois a dor era insuportvel. Para minha surpresa a dor foi embora, foram menos de 15 minutos. Dai, nunca mais perdi o contato com ele e sempre que nos encontrvamos na net, eu solicitava que ele ministrasse johrei em mim. A partir desse momento, o mesmo passou a fornecer esclarecimentos sobre a doutrina messinica, como tambm as tradues das oraes, coisa que minha irm nunca forneceu pra mim, e, passou a explicar-me os ensinamentos de Meishu-Sama, alm de informaes do Templo Messinico Arte do Johrei. Ao passar do tempo ele me convidou para assistir aulas on line com ele. Todas as quartas, ele me avisava das aulas de aperfeioamento no site do Arte do Johrei, e, dos cultos aos sbados, despertando-me, cada vez mais. Ao longo do ano de 2011, no perdemos mais contato, tendo o mesmo me perguntado se eu no queria receber ohiikari, dai falei pra ele, quando for o tempo, Deus me chamar e me dar a permisso. O tempo foi passando, e ele veio conhecer minha cidade, onde ministrou johrei em diversas pessoas, alm de conhecer o horto de Pe. Cicero, onde fizemos orao. Aps seu regresso, fui at a cidade de Pau dos Ferros, conhecer o altar, participar dos Cultos, dedicar e receber aulas pessoalmente, voltando outorgada para minha cidade. Com 12 dias de outorgada j comecei a observar os milagres, no sitio em que eu residia e por onde eu andava, at mesmo na sala de aula com meus alunos. Tive uma experincia com um deles. O caso de uma aluna que eu estava explicando um determinado contedo de matemtica, quando me deparei com uma aluna chorando. Perguntei o motivo ela falou que no estava entendendo nada. Convidei a receber uma orao, e, quando ela retornou a sala de aula que passei a explicar novamente, percebi um grande sorriso no rosto dela, dai perguntei, porque tanta alegria ela disse: agora pode me perguntar o que quiser sobre a aula, que responderei, deixando-me bastante feliz, com a mudana dessa aluna. Depois de outorgada, acelerou minha purificao. Tive que renunciar a casa que morava, pois a mesma era de uma irm que no aceitava meu novo caminho religioso, alugando um pequeno

    apartamento na cidade de Crato, distante 08 quilmetros do meu trabalho.

  • 23 | P g i n a

    A ARTE DO JOHREI RECOMENDA A LEITURA Leia e eleve sua alma, a pesquisa contnua engradece sua viso!

    No incio de 2012, o Ministro Carlos me convidou para conhecer a sede do Templo Messinico em So Paulo no Culto do Reino do Cu na Terra. Disse ao mesmo que s poderia ir no ms de julho, nas frias escolares. Em SP, fui muito bem recebida por todos. Numa conversa com o reverendo Dorgival, o mesmo perguntou-me qual era meu grande objetivo. Falei para ele que o primeiro era a aquisio da casa prpria, pois, da famlia era a nica que no tinha moradia prpria. Fui orientada a dedicar na liturgia, limpeza do altar e soreisha, dedicao essa realizada com muito carinho e sentimento. No meu retorno, soube que uma pessoa estava vendendo uma casa no meu stio, por um valor bem relativo. Fu com o Ministro Carlos olhar o local, e, o mesmo, gostou bastante. Em menos de duas horas, o negcio estava fechado e, o dinheiro que no tinha; depositado em minha conta, fruto de um emprstimo bancrio, cuja prestao ficou igual ao meu aluguel. Dias depois, para minha surpresa, os donos da casa, desistiram de vend-la, batendo em mim uma tristeza muito grande. Mais uma vez, o Ministro atuou dizendo o seguinte: Vamos fazer orao e entregar nas mos de Deus e MS. Se tiver de ser sua, ser. Aps trs dias, sonhei com uma divindade que est assentada no soreisha, na sede central, onde eu dediquei, ela, falando em japons comigo no sonho, e, eu nada entendendo. Na manh seguinte, o dono da casa me telefonou dizendo que resolveu mesmo vender a casa para mim. Imediatamente, demos entrada no cartrio, passando a documentao para o meu nome e,

    pagando o valor combinado. Amigos e vizinhos me afirmam que esse foi um grande presente da minha vida, um presente dos cus, pois, no local, os terrenos so vendidos por um valor de 12 a 15 mil reais. Um comerciante residente na Vila, disse o seguinte: Como voc comprou essa casa por esse valor e, to rpido? Moro aqui e, nem sabia da venda dela. Se fosse minha, com a estrutura que a mesma tem, no a venderia por menos de 30 mil reais. Prximo da casa, temos gua corrente de uma fonte natural que jorra de um bica de excelente qualidade, cercada de muitas fruteiras, alm de um clima muito agradvel. Agora, em 2013, sempre continuado minha dedicao, minha filhae eu passando por uma grande purificao financeira, ela, acadmica de Direito, estudante de uma faculdade particular, conseguiu o FIIS, deixando-me muito feliz, para cada vz mais dedicar-me em prol da expanso da Obra Divina no cariri cearense. Agradeo a Deus, Meishu-Sama, meus antepassados e, ao Ministro Carlos por ter me conduzido na viajem a So Paulo, e, com sua experincia comercial, ter me ajudado na aquisio do meu novo lar, como tambm ao Reverendo Dorgival, pelas oraes, e a todos os Ministros, missionrios, e frequentadores que me receberam to bem da sede central do Arte do Johrei em SP, e, em especial a Ministra Cidah e sua famlia, por me hospedarem no seu seio familiar durante minha estadia na capital paulista.

    Muito Obrigado!

    Sinopse por Zibia Gaspareto: Ano 2015. O autor diz que esta histria uma fico. Eu tenho minhas dvidas. Conforme prometera h dois mil anos, Ele reencarna no Brasil, como Antnio Almeida, para falar claro e sem mistrios de velhas verdades que os homens no aprenderam at hoje. Mestre iluminado utiliza-se dos modernos recursos de comunicao para ensinar que temos o poder de escolha e somos responsveis pelo nosso destino. D lies de fraternidade, mostra a perfeio do universo, fala com sabedoria.

  • 24 | P g i n a

    TEMPLO MESSINICO ARTE DO JOHREI A Makoto compartilha nesta coluna uma srie de perguntas elaboradas por Aniervson Santos, especialista em juventude, que em correspondncia manifestou o desejo de saber sobre a Arte do Johrei, Meishu Sama, nossa prtica entre outros. Para respond-lo selecionamos alguns ensinamentos de Meishu Sama, assim como, entrevistamos o Reverendo Dorgival, a fim de esclarecer mais as pessoas sobre nossa religio. AS: Quem Meishu Sama? MS: Para quem l meus ensinamentos e gostam da minha filosofia, eu sou um filsofo; para quem encontra neles sabedoria, eu sou um sbio; para quem encontra nele simplicidade, eu sou um mestre; para quem encontra nada, eu sou nada; agora, para aqueles que foram salvos pelo Johrei, eu sou o Salvador deles. AS: O que a Arte do Johrei em poucas palavras? RD: A Arte do Johrei um retorno ao verdadeiro sentimento de Meishu Sama, isso no pretenso ou presuno, mas uma oportunidade para a dissoluo dos problemas da humanidade a manifestao da Vontade Divina. AS: Como poderamos caracterizar o Johrei? Em religio ou estilo de vida? MS: O Johrei uma maneira de criar felicidade. Em termos simples, o Johrei cura as enfermidades porque dissipa a sua causa, que so as nuvens espirituais. Mas ao purificar o corpo espiritual de suas nuvens, o Johrei elimina, simultaneamente, todos os sofrimentos do ser humano.

    AS: Quais seus principais fundamentos? RD: A verdade consiste em ter Deus como centro da vida, e que o elo dEle para conosco o nosso mestre Meishu Sama, e que atravs desse elo Divino, a energia flui para os nossos Ohicaris, fazendo assim com que ns homens e mulheres, buscadores da verdade, possamos ir em favor do objetivo da

  • 25 | P g i n a

    Os jovens so e sero trabalhadores capacitados de nossa igreja hoje e futuramente. Assim, em termos de responsabilidade na organizao atual e tendo em vista o futuro, a eles solicitado carregar cargas mais

    pesadas e a trabalhar de forma mais autnoma do que os membros mais antigos e ministros.

    concretizao do Reino do Cu na Terra, levando para a humanidade a luz Divina irradiada atravs da palma de nossas mos, nos restituindo a divindade outrora perdida.

    AS: Como realizada a governana? RD: Sou o presidente, mas no sou centralizador. Tudo funciona a base do dilogo. Nada imposto. Digamos que seja um modelo socialista democrtico [risos]. Temos um corpo de ministros fundadores que fazem parte do conselho diretor onde o presidente o Reverendo Wilson, que no fundador, mas coloquei-o nesta posio. Eles entrevistam os futuros ministros, aprovam ou no, eu no me meto, punies, excluses etc. Tudo com o conselho e so duros. AS: O que as pessoas vo buscar dentro do Johrei? RD: Vem buscar paz, equilbrio e harmonia em sua vida espiritual e material. AS: Existe um ndice de migrao entre outras religies par a Arte do Johrei e vice-versa? E qual o motivo? RD: No temos rotatividade de membros, formamos membros novos, mas a maioria vem de outras religies. AS: O que difere das demais religies? RD: Liberdade para ser feliz, sem ser hipcrita. AS: Como se d a participao da juventude? RD: Cem por cento. Temos o Culto da Paz que oficiado por Jovens e pelas Crianas. Sempre cuidei de jovens quando estava na mundial, o lema era um por todos e todos por um. Trouxe isso para a Arte do Johrei. Fazer ele despertar sua liderana, seu esprito empreendedor sem medo de errar. Respeitando seus companheiros de equipe e um orando pela felicidade do outro. Algumas dedicaes de jovens do muitas graas desde que o jovem dedique com sinceridade. Os jovens da igreja devem ser o apoio e a fora motriz da organizao da nossa igreja e no amanh, pois hoje apenas a passagem para o amanh.

  • 26 | P g i n a

    ENCANTE AS CRIANAS

    DAIKOKU, O GORDINHO INVOCADO!

    Ningum sabia Porque ele tinha a cara to feia Isso no estava nos livros Nem na histria

    Nem nos ensinamentos

  • 27 | P g i n a

    Daikoku era um gordinho invocado Com a cara fechada nem olhava de lado Todo mundo dizia: - Esse cara chato hein? Sabe l Deus o que ele tinha Ser que era dor de barriga?

    Ser o sapato apertado?

    At que um belo dia Sim, daqueles ensolarados Cheio de flores abertas aconteceu um chamado. Sabe l Deus... Ele foi at um palcio Onde habitava uma Deusa Uma Deusa de bondade Uma Deusa Amorosa Essa Deusa de Beleza

  • 28 | P g i n a

    Era to misteriosa... Era a Kannon da alegria Senhora da harmonia Cheia de braos e natureza Exalando um cheiro de pureza Sentada l no seu palcio

    Ningum sabia o que ele sentiu no fundo do corao Isso no estava nos livros Isso no estava escrito Nem nas nossas oraes porque no havia ensinamentos para o que Daikoku sentia Olhando pra Kannon bem de perto... Daikoku estava encantado e ao mesmo tempo abusado saiu caminhando batendo o sapato at sua direo e totalmente mal humorado sem nenhuma delicadeza disse pra ela com aspereza: - Senhora Kannon me permita, que eu possa ficar aqui e serv-la o que eu quero de monto!!! E ela que estava sentada lhe disse: - Ah muito bem! Eu at gostaria do seu servir, Mas voc no pode ficar aqui,

    Com essa cara to feia!

  • 29 | P g i n a

    .

    E com aquela imensa barriga Ele colocou as mos e soltou uma gargalhada Foi to grande a exploso Que destruiu sua cara Aquela cara invocada que ele tinha at ento

    O tamanho da alegria Era tanto que Daikoku no se continha E por quase to pouco Pode servir a Kannon. E foi essa alegria Que lhe transformou na riqueza Senhor do ouro e da prata e tambm da natureza To poderoso encanto Transformou-lhe num santo Um gordinho risonho Grandioso Miroku Que ns tanto amamos...

  • 30 | P g i n a

    APRECIE A f e criao musical livre de Antonio Panda Gianfratti

    Este ms a Makoto entrevistou o msico e servidor de Meishu Sama, Antnio Panda Gianfratti que se dedica a criao e improvisao musical livre como uma misso espiritual, um emprstimo do criador. Para este dilogo, convidamos msicos para colaborarem com perguntas ao nosso entrevistado que versassem sobre as relaes entre a msica e o caminho espiritual. Num segundo bloco conversamos um pouco sobre como a f messinica impactou sobre a sua composio, sua arte e seu servir.

    Irney Brito: Como se encontram as iniciativas relacionadas criao e a apreciao da livre improvisao no Brasil atualmente? Panda: Vem crescendo muito atualmente no Brasil. Interessante que h cinco anos era muito tmido. Mas existe uma confuso histrica entre msica experimental de qualquer formato e performance teatral com improvisao livre musical. A ILM uma prtica muito antiga, existe desde os primrdios, se formos buscar as msicas tnicas asiticas elas j contm o ato improvisativo, ento bastante antiga e atemporal. Para responder melhor o que eu considero musica improvisada apenas o ato de fazer na pratica msica sem escrita, partitura, sem clichs, uma composio instantnea. Na era moderna o que se convencionou denominar Improvisao Livre j existe h mais de 40 anos e todos seus participantes vem de uma rea com domnio do instrumento, cultura musical e via-de-regra com carreiras j consolidadas em inmeras vertentes da musica mercadolgica. Eles buscam criar linguagens prprias longe de referencias estratificadas e impostas, Improvisao no experimentar qualquer coisa na hora, explorar os limites dos instrumentos, nas chamadas tcnica de extenso, sem o compromisso com a afinao plena, apenas das escalas/acordes, mas principalmente a compreenso e o controle dos harmnicos. Shoenberg na dcada de 30 disse: O harmnico fundamental uma nota.... um breve histrico para as pessoas entenderem... Quando quero algo parecido com performance vou ao teatro, mas quando

    quero ouvir msica vou ouvir msica. Existe muita desinformao. Felizmente atualmente vem crescendo entre universitrios, msicos de formao clssica, contempornea, e de varias vertentes musicais que buscam informaes corretas a respeito. Fizemos algumas oficinas na Universidade Federal da Paraba com tcnicas de regncia e de extenso e o interesse foi muito grande. Foi surpreendente. A improvisao livre no novidade, a sua utilizao j vem acontecendo h muito tempo. Muitos msicos vm trabalhando no mundo inteiro o que enaltece o seu carter universal sem fronteiras ou rtulos, porm falei sobre o lado fsico, gostaria tambm de abordar o que considero primordial na IL, o seu lado espiritual.

  • 31 | P g i n a

    Thiago Miotto: Aps dcadas de transformao na improvisao livre, h algo que poderamos chamar de indito ou revolucionrio na produo atual em relao s dcadas anteriores? Panda: A resposta muito simples. Eu no acredito que haja algo totalmente indito. Eu acredito em novas ideias. Se voc for pesquisar acuradamente, tudo j foi levantado por outros improvisadores. Eles tinham ideias muito originais. Acredito em assinaturas no curso atemporal. Algo atemporal o agora eterno. Se eu escuto uma improvisao ao vivo a resposta essa. Se eu for escutar uma gravao, tipo Dereck Bailey (o pai da guitarra da improvisao livre) na dcada de 60, e for ouvir hoje o Otomo Yoshihide com a tecnologia digital de captao corro o risco de no conseguir fazer a ponte e achar um trao indito... A maioria das coisas que poderemos considerar inditas so conseguidas pela tecnologia na gravao que antes era acstica. Joo Wojtila: Voc considera importante uma arte com direo transcendental ou apenas mais uma forma de expresso que pode ou no ser usada pelo artista? Panda: Eu pessoalmente acho que s tem um caminho que o caminho transcendental na arte. Eu mesmo me sentiria um incapaz. No acho que seria capaz de produzir tudo sozinho. Acho que tem um emprstimo do criador. Bom, so 47 anos de msica. Durante 30 anos eu era um egico. Eu no nasci um improvisador livre. Eu no concordo com esse rtulo, eu sou um criador musical, tenho minha expresso prpria e preferia chamar isso de msica criativa. Mas no mercado voc tem que seguir algumas regras... Era como Mozart e Bach que j faziam algo muito diferente da poca, se sassem do que era convencional eles passavam por dificuldades como de fato passaram no seu inicio, mas sem perder a coragem de inovar. Ravi Shankar usava claramente o esprito na sua msica, ele dizia que falava com Deus enquanto tocava, o ilustre Coltrane batizou seu filho com o nome Ravi Coltrane, em uma clara homenagem a Ravi Shankar, movido e fascinado pelo lado espiritual na musica. Agora eu sou messinico, faz 13 anos, meu sentimento a respeito da musica se transformou completamente, o EGO no mais o meu senhor. Por isso sinto alegria no processo de estudar, criar e executar minha musica. Sim agora posso falar em minha

    msica prpria e pessoal sem medo, de tal forma que considero a minha carreira em duas fases distintas: Antes e ps MEISHU SAMA.

    George Christian: Como o senhor pensa a respeito da comunicao que a msica estabelece com o universo a partir do contexto da livre improvisao? Panda: Eu penso que uma coisa muito simples, que a comunicao se realiza atravs da sensao e da sensibilidade. Eu vejo diferentemente das que se comunicam com o intelecto ou o corpo, mas muito atravs da pratica e do processo de criao e originalidade. algo que foge da compreenso lgica racional das teorticas acadmicas, da achar que a comunicao deva ser natural durante a escuta do publico, sem explicaes ou conceitualizaes. A intuio estabelecida dentro do que considero um processo de biofeedeback entre ouvinte e a musica para mim a melhor forma de comunicao entre as partes.

  • 32 | P g i n a

    Apresentao de Gagaku, msica elegante.

    Makoto: Vamos falar da f messinica... Nosso mestre era um homem de elevada cultura, no sei se ele se envolveu com a msica, mas ele trouxe uma viso absolutamente nova no campo da religio sobre a misso da arte. De que forma a misso da arte, como acreditamos influencia na tua msica? Panda: Isso eu j tinha na fase pr-Meishu Sama, eu j tinha a sensibilidade de que a arte seria um canal de comunicao com Deus. Isso uma das coisas mais sublimes, isso est nos ensinamentos. Meishu Sama conhecia profundamente todas as religies e nos ensinou de uma forma simplificada, pois o intelecto distorce, dirigido pelo ego e para orientar o mamehito, ele tinha que ser simples. Ele conhecia o zen, o budismo, o hindusmo, o cristianismo, a filosofia, o pensamento grego, ento no que se refere arte e a musica, Meishu Sama era admirador do Kabuki e do N, artes teatrais japonesas que sintetizam o esprito desta maravilhosa cultura. Sei que ele ouvia Gagaku que a msica clssica japonesa, uma msica antiga desde o incio da histria deste pas. Ele tinha total admirao por um personagem do KABUKI, um ator no emitia nenhuma palavra e atravs apenas do cinetismo ele magnetizava a plateia (este fato esta relatado nos ensinamentos). Era como o Johrei que no vemos fisicamente mas sabemos da sua fora e presena real. A humanidade faz a uma grande confuso entre o invisvel e o inexistente. como perguntar se enxerga o frio, se vejo o calor, se vejo o vento, o pensamento, enfim, nenhum destes elementos deixa de ser inexistente por apenas serem invisveis a viso fsica do homem. Meishu Sama enxergava o artista como agente responsvel por uma nova sociedade, do mundo ideal para achegada da era do DIA, mas a prpria sociedade no reconhecia e colocava o artista num lugar superior, no qual eles se iludiam e perdiam a oportunidade de darem o exemplo a que o mestre sempre enfatizou.

    Se voc tem que dar exemplo tenha a conscincia que apenas uma misso espiritual, para mim um emprstimo que devemos utilizar com responsabilidade e felicidade da incumbncia, um privilgio perante DEUS SUPREMO. Se o teu Makoto no for autentico no vai passar para as pessoas a sensibilidade necessria para saberem o que honesto e verdadeiro, do verdadeiro papel do artista. Makoto: Aquela sua improvisao no culto kyudoshin... Voc faz alguma relao entre esprito de busca e a improvisao livre? Como isso se manifesta na tua composio? Panda: A improvisao livre nasceu pelo meu esprito de busca (sintetizada pela palavra KYODUSHIN na lngua japonesa), todo dia procuro me aprimorar, novos processos e ideias de explorao natural dos sons. O importante para mim o processo e no o concerto final, a minha alegria o processo que todo dia eu uso, de praticar, de montar meu vocabulrio, minha linguagem prpria... Um sinal que quando no estou bem espiritualmente no consigo estudar. um ato pleno, no um ato obrigatrio, sou livre para criar honestamente a minha prpria expresso musical. Makoto: Voc conhece msicos sbios? Poderia enumerar na histria da msica, do jazz, do erudito ou popular esse dilogo entre msica e sabedoria? Panda: Conheo alguns, tanto da antiguidade como do sculo passado. Tm vrios. Pitgoras de Samos (famoso Pitgoras) que foi um filsofo. Todos os filsofos que no seguiam o estado eram executados ou exilados, como o caso de Scrates e outros. Em Crotona, uma cidade na Ceclia 600 a.c., Pitgoras durante todo o seu trabalho considerava o corpo como instrumento musical e como tal, deveria ser afinado energeticamente. Era uma viso que unia a f, arte marcial, a educao integral, quase

  • 33 | P g i n a

    um construtivismo da poca, ele traz o trao da sabedora na msica que mais metafsica que fsica. Tem vrios outros. Voc falou no Coltrane, vamos citar o Coltrane, um dos maiores msicos de jazz que reconheceu o mal do mercantilismo no universo musical e teve a msica como busca espiritual, junto sua esposa Alice. Ento, em um determinado momento ele tinha que romper com o sistema tradicionalista no mau sentido principalmente por considerar nesta altura que j tinha contribudo com tudo o que podia e sentia uma enorme vontade de criar algo prprio em que pudesse utilizar a lado espiritual na musica e para isso tinha que estar longe do patrulhamento mercadolgico. O Coltrane colocou o nome do seu filho de Ravi Coltrane em homenagem a Ravi Shankar, o cone do jazz tinha aspirao espiritual. Peguemos o Art Ensemble of Chicago, sem falar em Ornet Coleman e outros, mas o Art Ensemble desde que eles comearam se consideravam descendentes de africanos, usam roupas tnicas, que so os verdadeiros herdeiros espirituais, ai voc poder visualizar no palco durante seus concertos uns 80 a 100 instrumentos diferentes que significam a explorao do som, do timbre, o msico explorando o harmnico. Vamos para o Nordeste brasileiro, a transmisso oral de pai pra filho, com a beleza esttica sem seguir regras, sem estudar na universidade, sem usar instrumento

    industrializado, por exemplo, os timbiras, a banda de pfanos, enfim basta observar com mais carinho estas fantsticas culturas. A maioria dos free jazzistas eram espiritualizados. Tem muitos, Yusef Lateef, a msica totalmente espiritual, voc no consegue intelectualizar. Primeiro o som, o que vale o som, a msica o som. Ela comeou assim e vai acabar assim. No posso esquecer o Hans-Joaquim Koellreutter que fez passagem na Bahia e que sempre teve como centralidade e defesa da espiritualidade da msica. Ele disse Ns temos que primeiro formar o humano (o humano no sentido espiritual) e somente depois o artista e o profissional.... A sensibilizao o mais importante. a fase primeira. Depois forma a tcnica e mais fcil. Ele depois de Freire para mim um dos maiores educadores que j tivemos. Makoto: Voc tem histrias de relatos da experincia com o Johrei e composio? De que forma a Luz Divina te inspirou ou aprimorou teu trabalho? Aconteceram milagres? Panda: Eu divido minha vida em pr-Meishu Sama e ps-Meishu Sama. Todo um processo criativo e musical veio depois que conheci Meishu Sama. Eu conheci a messinica em 2000, mas em 97 eu j fazia isso, j tinha um exerccio fsico de composio e quando cheguei em Meishu Sama j estava com ideias para fazer a ponte para o lado criativo

  • 34 | P g i n a

    da msica. Eu tinha s vontade, mas eu no tinha mais nada, ai comecei a procura de transformao, foi uma coisa gradativa, eu sempre fui baterista, mais de 30 anos, comecei muito cedo... Em 62 era muito difcil ser baterista na minha idade eu tive uma carreira intensa ao lado de Roberto, Erasmo, Jorge Bem, Taiguara ... Comeo da dcada de 60 trabalhei com muita gente... Paulinho Nogueira, Amelinha do Recife, Sargenteli... Muita gente... Um msico convencional sempre fala o currculo de quem acompanhou, mas eu no tinha um olhar pessoal e resolvi ter minha msica prpria. Trabalhei com todos do jazz, mas no virei s improvisador de repente, foi uma historia de insatisfao, tristeza, de no ter algo prprio e quando conheci Meishu Sama, era uma procura espiritual encubada dentro de mim, era uma coisa que j nasci, uma coisa que j fazia com 08 anos, que com uma flauta comprada na feira pela minha me, tirava melodias contidas nos discos de opera e musica clssica do meu pai, sem saber o que estava fazendo totalmente de ouvido. Ai procurei sair da bateria, pois eu teria limite sempre e eu queria ter liberdade, ai comecei a produzir as minhas prprias

    A msica no tem dono. No existe msica superior, existe msica boa e msicas que so ruins. A tcnica

    uma ferramenta, no o objetivo final. E o esprito da msica o que faz o msico buscar atravs do corao. No precisa ser messinico. Qualquer

    caminho que prevalece a espiritualidade. Sem isso t usando o instrumento s para gratificao do EGO ou para auferir lucros pessoais? A alma sofre, no tem

    sentido.

    peas, Cabacello, Berimbaphone, Bambuphone e inmeras outras e cada uma exigia tcnica diferente e pessoal um grande desafio e um enorme trabalho. Basicamente era busca pelo timbre, facetao dos harmnicos, uma busca que totalmente espiritual, voc tem que se imbuir de sensibilidade, no tem tcnica referencial, no existe um livro. Onde esta o grave, o agudo, o sol, voc tem que descobrir. Isso um processo metafsco,que faz parte do campo espiritual, ai a alegria vem... A partir da minha pratica no Johrei com o tempo consegui retirar toda a expectativa do externo e coloca-la no meu interior, utilizar o sentimento natural do ato de fazer musica. Isso eu s consegui a partir da pratica do Johrei. Fundei h 10 anos o coletivo Abaetetuba (encontro de gente boa em tupi-guarani) hoje um dos membros messinico possui o Ohikari e tive o orgulho de encaminha-lo e ser seu padrinho durante a sua outorga. Para mim uma msica totalmente alimentada pelo esprito, som, atmosferas, linhas, no sentido de transmitir sentimento, mais que tcnica e virtuosismo e eu devo isso a Meishu Sama. E isso me possibilita depois de receber tanto levar a arte que eu

    pratico como gratido e dedicao para Meishu Sama. A msica pode ser um canal de transmisso de luz, eu fao sempre o Amatsu Norito, toco trs vezes o sino, e agora todos os msicos que tocam comigo pedem para que eu toque os sinos, mesmo sem saberem o que isto significa ganham a sensibilidade natural... No algo banal, tem um sentido metafsico que sempre se usou nas liturgias desde os primrdios, o sino purificador.

  • 35 | P g i n a

    EIS AQUI A SERVA DO SENHOR, FAA-SE EM MIM, SEGUNDO A TUA PALAVRA Lucas, 1: 38

    Muitos nomes so dados a israelita Maria, me de Jesus, que viveu em Nazar na Galilia no sculo I a.c.. Maria identificada por evangelistas por aquela que imaculada, virgem, os catlicos acreditam que Maria concebeu Jesus cristo atravs do poder do esprito santo. Para o Islamismo, a concepo de Jesus aconteceu sobre o Comando de Deus, assim diz o sagrado Alcoro Maria era pura (casta), Ns (Deus) sopramos nela de Nosso Esprito. Alcoro 66: 12 32. Sendo a nica mulher nomeada 34 vezes no Alcoro, a virgem Maria para o islamismo o smbolo da mulher perfeita, do verdeiro papel da mulher. Interessante histria tambm nos relata sobre a vida de Maria nos evangelhos apcrifos sobre seu nascimento e vida.

    SALVE A RAINHA

    Salve a rainha Me de Misericrdia

    Vida e doura Esperana nossa, salve!

    A vs bradamos, os degredados filhos de Eva.

    A vs suspiramos, gemendo e chorando

    Neste vale de lgrimas Eias pois, advogada nossa,

    Esses vossos olhos misericordiosos A ns volvei.

    E depois deste desterro nos mostrai Jesus,

    Bendito fruto de vosso ventre, clemente, piedosa,

    doce sempre Virgem Maria.

    Rogais por ns, Santa Me de Deus

    Para que sejamos dignos Das promessas de Cristo.

    Amm

    Muitos nomes so dados a israelita Maria, me de Jesus, que viveu em Nazar na Galilia no sculo I a.c: Me Maria, Virgem Maria, Maria de Nazar, Maria, Me de Deus... Maria identificada por evangelistas por aquela que imaculada, virgem, os catlicos acreditam que Maria concebeu Jesus cristo atravs do poder do esprito santo. Para o Islamismo, a concepo de Jesus ocorreu sobre o Comando de Deus, assim diz o sagrado Alcoro: Maria era pura (casta), Ns (Deus) sopramos nela de Nosso Esprito. Alcoro 66: 12 32. Sendo a nica mulher nomeada 34 vezes no Alcoro, a virgem Maria para o islamismo o smbolo da mulher perfeita, do verdadeiro papel da mulher. Interessante histria tambm nos relata sobre a vida de Maria nos evangelhos apcrifos

    (textos das origens do cristianismo que no fizeram parte da bblia) sobre seu nascimento e vida. Uma das histrias mais fascinantes diz respeito ao nascimento de Jesus assistido por uma parteira que se maravilha diante de um parto de uma mulher virgem. Nos apcrifos ela aparece como uma grande liderana entre os primeiros cristos, sendo uma mulher que despertava admirao dos homens sacerdotes. Contam-nos que na poca quiseram arranjar o casamento dela com um filho dos sacerdotes, mas ela rejeitou. Nossa Me Rainha nestes textos era sempre referenciada como fora e me das luzes. Para os sufis (mulumanos que mantm perfeita comunho com Allah) ela considerada a Me-Sabedoria, a me da Profecia e de todos os profetas.

    COLUNA DA PAZ

  • 36 | P g i n a

    O Rev. Shibui Ssai seguiu ao p da letra a frase oferecer

    tudo. Por exemplo, na poca do seu ingresso na Igreja,

    colocou os seus patrimnios em dia e ofereceu-os

    sucessivamente a Meishu Sama.

    Inicialmente, liquidou algumas casas que havia alugado

    localizadas em Kashiwagui, no bairro Shinjuku, e depois,

    liquidou o terreno projetado para construo do anexo de

    Namada, da linha naval expressa para cidade de Oda, e o

    recurso obtido ele ofereceu a Meishu Sama. Tambm, mesmo

    em relao s viagens de Meishu Sama, ele vendia outras

    casas alugadas e cobria as despesas.

    Por que ser que ele conseguia fazer esse tipo de Servir?

    Existe a prpria palavra do Rev. Shibui Ssai que nos

    esclarece o seu pensamento a respeito da dedicao ou servir

    monetrio. Ele disse o seguinte ao Sr. Sakae Iwamatsu, que

    havia ingressado na Igreja, h pouco tempo:

    Atualmente o Sr. no est passando por dificuldades na vida,

    mas isso acho que graas herana recebida. Desde que a

    pessoa possui esses tipos de bens, Deus no concede

    benefcio monetrio. Esse tipo de herana, geralmente, possui

    dio, inveja e ressentimento das pessoas. Por isso, devemos

    destin-la para a Obra Divina de salvao do mundo ou para

    atividades puras que contentam as pessoas. Assim

    procedendo, jamais Deus deixa essas pessoas passarem por

    situaes difceis.

    Entretanto, antes de mais nada, devemos estar cientes de que

    o Rev. Shibui Ssai no agia de forma premeditada, pensando

    apenas no lucro:

    Jamais passarei por dificuldades financeiras se for til Obra

    Divina oferecendo todos os bens que possuo.

    O comportamento de fazer as coisas pensando no retorno no

    Servir. O Rev. Shibui realizava o Servir pensando apenas em

    ser til a Meishu Sama e acreditando nEle. Para o Rev. Shibui

    Ssai, Meishu Sama era uma pessoa que merecia todo o seu

    Servir, mesmo abandonando todas as suas coisas.

    O sentido do Servir que o Rev. Shibui Ssai oferecia a Meishu

    Sama est expressa claramente nesta frase concisa: oferecer

    tudo. No termo tudo, obviamente, no existe limite.

    Trata-se de uma conduta do Rev. Shibui Ssai que, como

    resultado de sua clara deciso, apostou tudo de si no

    oferecimento ou no de tudo que possua para a pessoa que

    se devotara. A postura de inmeros Servir pr

    stado pelo Rev. Shibui Ssai a Meishu Sama para ns um

    grande modelo de f.

    Lio do SERVIDOR

    Oferecer tudo

  • 37 | P g i n a

    Outorga massiva no Congo Democrtico. 55 pessoas foram outorgadas membros da Arte do Johrei

  • 38 | P g i n a

    450 pessoas assistiram a outorga de dois novos ministros: Ministro Dianda e Ministro Faustin Ngoyi

  • 39 | P g i n a

    Bispo Samuel Faluto Representante da Igreja Orthodoxa Byzantina, tambm novo membro da Arte do Johrei

  • 40 | P g i n a

    Encontro de comprometimento e esforo de ministros e missionrios

  • 41 | P g i n a

  • 42 | P g i n a

    VOC BEM VINDO!

    Encontre um Templo Arte do Johrei no Brasil e Exterior

    Sede Mundial - SP Rua Ibitirama, 629, Vila Prudente Tel:

    (11) 42274401

    http://www.artedojohrei.org.br/

    E-mail: [email protected]

    Skype: artedojohrei.brasil

    Santa Ceclia - SP Rua Canuto do Val, 206 A

    Telefones: (11) 88449588/ (11)3666-

    1203

    E-mail: [email protected]

    Skype: Solange Imprio

    Responsvel: Ministra Solange

    Centro - SP Avenida So Joo, 822 AP 55

    Telefones: (11) 88449588/ (11)3666-

    1203

    E-mail: [email protected]

    Skype: Solange Imprio

    Responsvel: Ministra Solange

    Butant - SP Rua Joo Gomes Barbosa - 50 Jardim

    Celeste

    Telefones: (11) 34630305/

    (11)984731888/ (11) 64886658/ (11)

    93687437

    E-mail:[email protected]

    Responsvel: Virgnia

    Mogi das Cruzes - SP Rua Travessa Maximiniano 64, Centro

    - Mogi das Cruzes

    Telefones: (11) 88449588/ (11)

    23780888

    E-mail: [email protected]

    Skype: Solange Imprio

    Responsvel: Ministra Solange

    Limeira - SP Rua Presidente Eurico Gaspar

    Dutra, 27 Parque Hiplito

    Telefones: (19) 34434198 E-mail: [email protected]

    [email protected]

    Responsvel: Reverendo Wilson

    Rua Mario Ferraz, 148

    Jardim Novo Horizonte

    Telefone: (19) 3453-6841 (19) 8313 9019/ (19) 8213- 5217

    E-mail: [email protected]

    [email protected]

    Responsvel: Reverendo Wilson

    Artur Nogueira - SP Rua Julio Caetano, 612

    Centro

    Telefones: (19) 34536841/ (19)

    83139019/ (19) 82135217

    E-mail: [email protected]

    [email protected]

    Responsvel: Reverendo Wilson

    Santos - SP

    Av. Pedro Lessa, 2408/11 Embar

    Telefones: (13) 92093881

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Lindalva

    Recife - PE Rua Jose Bonifcio, 1346

    Cond. Vivenda Beira Rio, Ap.402c

    Bairro Torre Telefones: (81) 32041749/ (81)

    87773332/ (81) 88521240 E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministra Lourdes

    Pau de Ferros - RN Rua Cristina Diogns Nunes, 72

    Bairro Paraso

    Telefones: (84) 3351 3619 (84) 9668

    1605/ (84) 9122 0923

    E-mail:

    [email protected]

    [email protected]

    Responsvel: Ministro Carlos

    Parnamirim - RN Av.Joaquim Patricio, N 2598, Bloco

    B, Apto.303

    Telefones: (84) 32372489

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Graa Pacheco

    Carmo da Mata - MG Rua Angelina Ruth Notini Lobato -

    156

    Telefones: (19) 3453-6841/ (19) 8313

    9019/ (19) 8213- 5217

    E-mail: [email protected]

    [email protected]

    Responsvel: Rejane e Reverendo

    Wilson

    Itapecerica MG Rua Belarmino Malaquias, 347

    Bairro Magnlia

    Telefones: (19) 3453-6841/ (19) 8313

    9019/ (19) 8213- 5217

    E-mail: [email protected]

    [email protected]

    Responsvel: Rejane e Reverendo

    Wilson

    Petrpolis RJ Rua Souza Franco 93

    Telefones: (24) 22316711

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Ministra Ana Patrcia

  • 43 | P g i n a

    Nova Iguau RJ Rua XV de novembro, 258 Bairro

    Carmary - Nova Iguau

    Telefones: (21) 26042892/

    (21)789431655/ (21) 2226-6502/

    (21) 9983-6740

    E-mail: [email protected]hotmail.com

    Responsvel: Ministro Roberto

    So Gonalo RJ Rua Monza, 439 Lt. 56 Bairro:

    Colubande (gua mineral)

    Telefones: (21) 26042892/

    (21)789431655/ (21) 2226-6502/

    (21) 9983-6740

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Ministro Roberto

    Botafogo - RJ Rua Paulino Fernandes, 58 / 101

    Cep: 22.251-090

    Telefones: (21) 78912012/(21) 99836740

    E-mail: [email protected] ou

    [email protected]

    Fortaleza - CE Rua Jos Aurelio Camara - 120 -

    Apto 201 - Bairro Vicente Pizon -

    Praia do Futuro

    Telefone: (85) 99344041

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Darci

    Crato CE Stio Padre Romualdo

    Rodovia CE entre Barbalha e a

    cidade do Crato

    Telefones: (88) 9623 6575

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ester

    Avenida So Rafael BA Telefone: (71) 8898-6583

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministro junior

    Cidade Baixa BA Telefone: (71) 8847-1970

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministro junior

    Vitria BA (Campo Grande)

    Telefone: (71) 8898-6583

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministro junior

    Barra BA Telefone: (71) 8847-1970

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministro junior

    Pernambues (Cambula) BA Telefone: (71) 8753-2695

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministro junior

    Cachoeira / So Flix BA Telefone: (71) 8745-9121

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministro junio

    Vitria (Ivinhema) - MS

    Rua Yutaka takegava - 191F

    Telefone: (67) 9905-8120

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Valdecir

    Caldas Novas GO Rua n. 80, Apt. 403

    Residencial Terrao,

    Centro (Cel. Bento de Godoy)

    CEP: 75.690-000

    Telefone: (64) 81046523

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Regina

    Asa Sul - DF 703 Bloco E Casa 41

    Telefone: (61) 32970815

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Reverenda Mariza

  • 44 | P g i n a

    Palmyra VA EUA 2 loving Terrace 22963

    Telefone: 1.434.589.1090

    589.5197

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Reverenda Helena

    Nova York EUA 58 Burling Rd

    Rochester, NY 14616

    Telefone: (585)360-2290

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Michael

    Luanda AO Rua Dande, 59, Zona 5

    Ndala Muleba, Comuna Kikolu

    Cacuau

    Telefone: (00) 244 91461 7777 /

    (00) 244 92146 0000

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ministro capito

    Cazenga/ Hoje ya renda AO Telefone: (00) 244 91873 1000

    E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Loureno e Ministro

    Capito

    Luanda Norte/ Dundo AO Telefone: (00) 244 92396 2820

    Responsvel: Ministro Jorge

    Luanda Norte/ Lucapa AO Telefone: (00) 244 93848 1825 /

    91525 9581

    Responsvel: Ministro Jorge

    Luanda Norte/ Mukita AO Telefone: (00) 244 92432 6368

    Responsvel: Ministro Jorge

    Luanda Norte/ Chiluata AO

    Luanda Norte/ Calonda AO

    Congo Democrtico AO

    Caracas VE Av. Paseo Colon,

    Ed.Tachira, 15, Apto.151

    Los Caobos - Cp 1050

    Telefone: 0212 5778847

    E-mail: [email protected]

    Skype: nena.naine.bqto

    Responsvel: Arlenet

    Lima PE Las Garzas 485 San Isidro

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Carmem

    Crdoba AR Mar de ls pampas, 118, Vila Nueva

    E-mail: [email protected]

    [email protected]

    [email protected]

    Responsvel: Guillermo e paola

    Cidade do Porto PT Telefone: 938524664/ 910085304/

    220962207

    E-mail: [email protected]

    Responsvel: Jaime

    Coimbra PT E-mail:

    [email protected]

    Responsvel: Ana Bela

    Temple Messianique Art de

    Johrei - RDC

    Sige: Kongolo n 121

    Comune de Kinshasa

    Ville de Kinshasa

    Responsable: Min. Faustin

    Ngoyi Lumbala Tel.: 00243-999958527

    Min. Jos Dianda Tel.: 0243-997326203

    Province de Kinshasa

    Units:

    1) Petro-Congo

    Avenu Kimpoko n 48

    Quartier Petro Congo

    Comune de Masina

    Responsable: Flavien

    Tel.: 00243-818359323 / 00243-

    900528193 / 00243-896984400

    2) Mikonga

    Rue: Mbiango, n 26

    Quartier Mikonga

    Comune de la Nsele

    Responsable: Kayinda Floribert

    Tel.: 00243-999986192 / 00243-

    822115242

    3) Point de Johrei Ndjili

    Rue: Nsanga, n 16

    Quartier 6

    Comune de Ndjili

    Responsable: Ntendula Makela /

    Rainer Tel.: 00243-817609325

    4) Lemba

    Rue: Kalela, n 29 bis

    Quartier Gombele

    Comune de Lemba

    Responsable: Makela Suzanne

    Tel.: 00243-819546354

  • 45 | P g i n a

    ASSISTA AOS CULTOS E AULAS DE

    APRIMORAMENTO NA INTERNET PELA

    JUSTIN TV

    http://www.justin.tv/aartedojohrei/videos

  • 46 | P g i n a