REVISTA MB RURAL 4ª EDIÇÃO

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REVISTA MB RURAL 4 EDIO ESPECIAL DE FIM DE ANO

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    Dow AgroSciences Pastagem.Solucoes do tam anho do B ras il.

    E m a is q ue p ro d uto . E tecnolegla, p ro gr am a s e services d e q ua l id a d e .o Brasi l e 0ma io r e xp orta do r d e c arn e d o rn un do e a D o w A g r o S ci en c e stem pape l im porta n te n es sa c on qu is ta . C om um portfo lio c omp le to d esol uc oe s pa ra past agens , a D o w A g r o S ci en c e s v a i a le rn do s me lho re sp ro du to s e o fe re ce p ro gramas e s erv ic os d e q ua lid ad e q ue c on trib uem pa rao a ume nto d a p ro du tiv id ad e p or h ec ta re . ln ov ac oe s q ue d ao to do 0 suportepara 0 pecuar is ta e 0 pa is con tinuarem c rescendo .

    ATENt;AoE s te p r od u t a e per lqosc i'I saude

    h um en a, en lm al e (10 r ne !o embl en t e ,L eta a te nt am en re e .5~g"lqorcsamente

    a sf ns nu ce es c cn ti da s no rctulc,na bula e r e ee na . U t il iz e s em pn : : os

    eqctpamentos de psotecac indiv idualNun ca p e rm l ta a utf l lz1l . ;ao

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    PASTAGEM

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    Prezado LeiterFinal de ana ja e mais que motivo para comemorarmos,principalrnente a 1 v 1 B Parceiro onde 2011 foi, se Deus quiser, aprimeiro de muitos anos, Desta forma, estarevista nao poderia serapenas mais uma edicao, Sendo assim, nossa Edicao Especial vernrecheada de qualidade e traz informacoes importantissimas para ospecuaristas do Tocantins.Dentre todos as pontos importantes Iigados a pecuaria,certamente a tema pastagem e a que merece maiar atencao, Destemodo, nesta Edicao Especial, convidamos alguns dos maisrenomados tecnicos do Brasil que nos premiaram cominteressantes artigos que esclarecem detalhes para obtermos amaximo retorno das pastagens,Trazernos tambern a Guia Rural Tocantins,disponibilizando uma ampla rede de contatos. A partir destematerial, nossos leitores tern nas maos 0 acesso aos principaisfornecedores, selecionadores, revendas, representantes e tecnicosatuantes na pecuaria do Tocantins. Deste modo, nosso pecuaristatera mais oportunidade de realizar bans negocios e obter apoio

    profissional para que seu empreendimento pecuario tenha sucesso,Finalmente nao poderiamos deixar de ressaltar e agradecera participacao de uma das mais respeitadas empresas do Brasil - aScot consultoria. Sempre parceira nos naSSOS InfonnativosSemanais a Scot, atraves de seu socio-diretor - a engenheiroagronomo Alcides Torres, nos prestigia com urn 6timo efundamentado artigo sobre a mercado do Boi.Desta forma, terminamos a Revista 1 v 1 B Rural EdicaoEspecial, inclusive em tiragem (5.000 exemplares) com estebelissimo sinergismo entre informacoes tecnicas, comerciaisemercadologicas, Tudo foi feito com muito carinho e atencao.Espero que gostem e estamos a disposicao,Boas festas, 6timo final de ana eque 20 12seja ainda melhor,

    Mauricio Bassani dos SantosSocio fundador MB Parceiro

    041 M ERCADO [,)A eARN E

    071 F O R M A < ;A o D E P A S T A G E M

    111 CAlAGEM

    141 A DU BA

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    o pre

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    hoi seretraiu, dejaneiro a.outubro, 3,48%,0 do quilo de traseiro caiu2,23%.Figura 2.Evolucao do Equivalente ScotDesossa.1401351301251201151101051009590

    - - 1- - - - - - 1- - - - - - - - - - 0 := i 0 ~ 0 cs ~ co : = i : = i ~ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . rl . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . '";' . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . '";' . . . . . . . . . '";' rl '";' . . . .C : > .!. .!. ~ C : ~ 0 3 :. .c > C : ~ Ie .0 "r o c ~ (, arE : .1 ' ~ .0 '" '" 0 0 . r E : '" '" 0c -c z 0 2: -c 2: - Eq. Scot Desossa I

    Fonte: Scot Consultoria - www.scotconsultoria.com.hrCom relacao somente a came no atacado, a margem de cornercializacao dofrigorifico aumentou. A variacao nos precos da came, 3,76%, foi superior avariacao da arroba no periodo dejaneiro a outubro de 2011.A demanda por cortes de traseiro tende a aumentar no final do ano, devidoao maior poder de compra do consumidor, com decimos terceiros salaries econtratacoes temporarias, Isso se verifica com 0 aumento dos preyos do traseiro eseus cortes,No cenano das exportacoes de came bovina em 2011, os volumesembarcados foram rnenores do que em 20 10.

    Figura 3.Exportacoes brasileiras de came bovina (in natura+industrializada), emfaturamento e volume.500 ,00450 ,00400 ,00350 ,00300 ,00250 ,00200 ,00150 ,00100 ,0050 ,00

    - -

    t t E t E E E E l I,. It l t t l : ( t la a 0 0 0 0 0 a 0 0 a 0 r-I r-I . . . . . . . . . . . r-I r-I . . . . . . . . . . . , . . . . ,'( r-I , . . . . , . . . . . . , . . . . , '( '( . . . . . , . . . . , .-I . . . . . . . . . . . '( , . . . . , . . . . . . . . . . . . , . . . . , , . . . . , '( r-I , . . . . ,~ ~ ~ , 6 , :: , N ~ , ! . . .!. , c b ,c c ill . . . c illIII '" ..D ro :J . . ; : ; D1 :J 0

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    Fones:(63) 3.384-1429/8112-8009 -Marcelo BarrosMSM - Fazendas Reunidas, Rua 28, N 397 Centro - Araquacu - TOCorretor de im6veis rurais (CRECI 723) msmreunidas@uol.com.br

    mailto:msmreunidas@uol.com.brmailto:msmreunidas@uol.com.br
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    A id dspectos a serem consu era os para aescolha da especie forrageira

    A bovinocultura em nos so paistern como fonte de alimento principalpara as animais as pastagens cultivadase naturais. Uma grande parte dessasencontra-se produzindo abaixo do seupotencial, caracterizando-se, dessaforma, a que convencionou-sedenominar de pastagem degradada ouem degradacao,Ha diversas maneiras derecuperar a capacidade produtiva deuma pastagem enquadrada comodegradada ou em degradacao, sendo quee fundamental dia g n o s tic a rcorretarnente as causas que levaram itpastagem a esse estado atual, bern comoverificar alguns aspectos do propriopasta, entre as quais destaca-se aquanti dade de plantas forrageiras porarea, para depois disso verificar dentreas alternativas, a que sera recomendadapara a situacao encontrada. Em muitoscasos e necessario, para proceder arecuperacao da pastagem, uma novasemeadura ou plantio da area, 0 que

    tambem e conhecido comumente nomeio como reforma de pastagem. Daisurge a pergunta na mente de muitospecuaristas: "Qual capim plantar?".Outrossim, e no tor ia aimportancia dada, principalmente pelospecuaristas, por novas opcoes deespecies forrageiras, popularmentechamados de "capins", Quando hit

    comentarios sobre 0 lancamento de umnovo material forrageiro no mercado aeuforia e geral, como se dali para frentetudo estivesse resolvido. Logo depois

    Marcelo Konsgen CunhaEngenheiro AgronomoEMBRAPA-TO

    da adocao 0 capim ou e "aprovado" o"reprovado" por seus "clientes", e suadocao nos anos subsequentes e maioou menor, Porem, os sistemas dprodueao ainda enfrentam as mesmoproblemas, tomando bastante obvio qua adocao de urn novo capim nao irsolucionar problemas estruturais e dgerenciarnento do negocio. Portanto,introducao de uma nova especiforrageira no sistema de producao naosuficiente, por si so, para promovemudancas significativas. Comotambem e obvio que as opcoes dforrageiras sao diferentes uma daoutras. Algumas sao excelentes numI gama muito grande de condiccese.d afo cl im atic as e de rnan ej(exploracao), Outras indicadas sornentpara condicoes mais restritas desseitens. Ou seja, nao hi especie que sejamelhor para todas as situacoes, 0 que hsao diferentes condicoes e, portantodiferentes especies a serem adotadas.Apesar de ser colocado acim~ m ~

    novembro/dezembro 2011

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    que a introducao de urn novo materialforrageiro no sistema de producao naosera, por si so, milagroso, a respostaaquela pergunta sobre que especieplantar, feita pelo pecuarista quandodecide fazer a refonna de urna area depastagem, e de fundamentalimportancia para 0 sucesso doinvestimento.Deste modo, 0 objetivocentral desse texto e fornecerinformacoes sobre 0processo detomada de decisao para a escolhada especie forrageira a serplantada na ref'o rm a ouimplantacao de pastagens em urnsistema de producao, Varios saoos casos em que se verifica que aescolha da especie forrageira foiinadequada as condicoes declima e solo, bern como, ao niveltecnol6gico da exploracao, Issose deve ao fato de niio haver 0devido criterio tecnico nessatomada de decisao ..No momenta das decisoes duassituacoes sao comuns: pecuaristas quenao procuram orientacoes e vao ascompras e pecuaristas que procuramorientacao. Nesse ultimo, tem-se maisv ar in tes , sendo que um doscomportamentos mais encontrados eaquele em que 0pecuarista procura urntecnico munido da analise de solo daarea (coletada sabe la como) e pergunta:

    para suas areas. Consequenternente, naterao 0 melhor retorno ao capitainvestido na reform a da pastagem, bemcomo, se verificara que ap6s algunanos a pastagem reformada estnovamente degradada, ou sejanecessitando de nova reforma.VISTORIA DETALHADAA vistoria da area por pessoa

    ex p e rien t e s e qualificadasfundamental para 0 sucesso da reformde pastagem e obviamente paratomada de decisao de qual especiplantar, pois nessa ira sepercorrer todaarea para verificar se a mesmaunifonne quanta a varios aspectos comsolo (cor, textura, grau de drenagempresen

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    agua a ser usada pelos animais tambemdeve ser avaliada na vistoria inieial,pois e de fundamental importancia noplanejamento e