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  • Criana no um ser recm criado, apenas recm nascido. J passoumuito da hora de aprendermos, definitivamente, a bem e melhor criar eeducar nossos filhos, a fim de que possamos atingir e harmonia social e, atodo tempo, respondermos grande pergunta: que fizestes dos filhos que vosconfiei?

  • Nascer Fome Doena/sade Violncia Medo Desarmonia familiar Valor cultura Preconceitos Tentaes do mundo- Escola Meio social Profissionalizao Anestesia e omisso do poder pblico Burrocracias do mundo Auto-estima

  • Pena de morte Pena de banimento Priso perptua Priso Reduo idade penal Abortamento Eutansia Suicdio ...

    preciso compreender que devemos agir e no apenas reagir; que devemos formar e no apenas informar; e que devemos acolher e no apenas recolher, que devemos perdoar e no vingar. Como no compreendemos...

  • ORDENAES DO REINO AFONSINAS, MANUELINAS E FILIPINAS

    LEI DO VENTRE LIVRE 1871- liberdade as crianas nascidas de escravos.

    LEI UREA-1888 fim da escravido no Brasil. DEC 1313 DE 1891 J com Deodoro da Fonseca,

    regulava o trabalho do menor nas fbricas, notadamente de tecidos.

    CODIGO DE MELLO MATOS 1927 protecionista, controlador, instrumento de vigilancia e assitencialismo infancia pobre do Brasil

    CDIGO DE MENORES 1979 Doutrina da Situao Irregular

    E com a redemocratizao do pas...ECA- 1990-Doutrina da Proteo Integral

  • No artigo 100 o legislador fez uma apresentao com definiestipicamente doutrinrias a respeito dos princpios que regem o ECA. Naminha viso o esforo foi e vlido. Pena que esqueceu aquele queconsidero o maior pilar do ECA: a condio peculiar da criana eadolescente como pessoa em desenvolvimento.

  • I condio da criana e do adolescente como sujeitos dedireitos: crianas e adolescentes so os titulares dos direitosprevistos nesta e em outras Leis, bem como na ConstituioFederal;

    II proteo integral e prioritria: a interpretao e aplicao detoda e qualquer norma contida nesta Lei deve ser voltada proteo integral e prioritria dos direitos de que crianas eadolescentes so titulares;

    III responsabilidade primria e solidria do poder pblico: aplena efetivao dos direitos assegurados a crianas e aadolescentes por esta Lei e pela Constituio Federal, salvo noscasos por esta expressamente ressalvados, de responsabilidadeprimria e solidria das 3 (trs) esferas de governo, sem prejuzoda municipalizao do atendimento e da possibilidade daexecuo de programas por entidades no governamentais;

    IV interesse superior da criana e do adolescente:a intervenodeve atender prioritariamente aos interesses e direitos da crianae do adolescente, sem prejuzo da considerao que for devida aoutros interesses legtimos no mbito da pluralidade dosinteresses presentes no caso concreto;

  • V privacidade: a promoo dos direitos e proteo da criana e doadolescente deve ser efetuada no respeito pela intimidade, direito imagem e reserva da sua vida privada;

    VI interveno precoce: a interveno das autoridades competentesdeve ser efetuada logo que a situao de perigo seja conhecida;

    VII interveno mnima: a interveno deve ser exercidaexclusivamente pelas autoridades e instituies cuja ao sejaindispensvel efetiva promoo dos direitos e proteo da crianae do adolescente;

    VIII proporcionalidade e atualidade: a interveno deve ser anecessria e adequada situao de perigo em que a criana ou oadolescente se encontram no momento em que a deciso tomada;

    IX responsabilidade parental: a interveno deve ser efetuada demodo que os pais assumam os seus deveres para com a criana e oadolescente;

    X prevalncia da famlia: na promoo de direitos e na proteo dacriana e do adolescente deve ser dada prevalncia s medidas queos mantenham ou reintegrem na sua famlia natural ou extensa ou, seisto no for possvel, que promovam a sua integrao em famliasubstituta;

  • XI obrigatoriedade da informao: a criana e oadolescente, respeitado seu estgio de desenvolvimento ecapacidade de compreenso, seus pais ou responsveldevem ser informados dos seus direitos, dos motivos quedeterminaram a interveno e da forma como esta seprocessa;

    XII oitiva obrigatria e participao: a criana e oadolescente, em separado ou na companhia dos pais, deresponsvel ou de pessoa por si indicada, bem como osseus pais ou responsvel, tm direito a ser ouvidos e aparticipar nos atos e na definio da medida de promoodos direitos e de proteo, sendo sua opiniodevidamente considerada pela autoridade judiciriacompetente, observado o disposto nos 1 e 2 do art.28 desta Lei.

    Senti falta do princpio pessoa em desenvolvimento

  • VAMOS ABRIR E LER ESTUDAR O ECA

  • 1/6-base da Lei-proteo integral,prioridade absoluta, sujeito de direitos e pessoa em desenvolvimentoproteo integral,prioridade absoluta, sujeito de direitos e pessoa em desenvolvimentoproteo integral,prioridade absoluta, sujeito de direitos e pessoa em desenvolvimentoproteo integral,prioridade absoluta, sujeito de direitos e pessoa em desenvolvimento

    7 ao 69-direitos fundamentais

    70 a 85- preveno

    86/89-base poltica

    90/94- retaguarda

    95/97-fiscalizao

    98/102-proteo

    103/128-responsabilizao

    129/130-aos pais

    131/140-Conselho Tutelar

    141-151- acesso Justia

    152/197-procedimentos -198/199-recursos

    200 a 207-MP e defensores

    208 a 224- interesses difusos educao

    225 a 258- crimes e infraes (258-A)

    259 a 267- disposies finais e transitrias

    ECA- projeto de sociedade, instrumento de Preveno, Proteo,Preparao e Responsabilizao, trabalhando do ventre ao egresso. Veiocom a redemocratizao e obedecendo s exigncias do povo brasileiro,bem como atendendo aos tratados internacionais que o Brasil assinou

  • 1-LEI PARA TODAS AS CRIANAS E ADOLESCENTES

    2- define criana e adolescente;

    3- garante direitos fundamentais;

    4- obrigaes solidrias proj. de sociedade

    5-garante respeito e dignidade;

    6-interpretar-interesse criana e adolescente;

    7-vida e sade-de jure sacro

    15-respeito e dignidade-indispensvel

    19-convivncia familiar e comunitria-base

    25-define famlia natural modelo ideal

    28-famlia substituta soluo alternativa

    33-guarda - gerncia

    36-tutela maior compromisso

    39-adoo o vnculo

    41- filho e pronto

    42-quem pode e quem no pode adotar

    48-adoo irrevogvel-garantia sucessria

    53-direito educao-necessidade visceral

    60-profissionalizao e proteo ao trabalho

    70-preveno geral:dever de todos

    74-preveno especial;

    86,87,88- base poltica do ECA

    90-Entidades de atendimento-retaguarda

    95-fiscalizao das entidades-pedaggica

    98-a situao de risco-expresso oculta

    101-medidas de proteo-acolhimento e efetividade

    103-ato infracional rol de deveres

    104-a inimputabilidade aos menores de 18 anos

    105-a criana infratora-proteger

    110-garantias processuais-presena dos pais

    112-medidas scio-educativas-no pena

    122-quando se aplica internao-exceo e breve

    124-direito dos internos-regras ideais. 126-da remisso-transao e no perdo 129-medidas aplicveis aos pais ou responsvel 131-do Conselho Tutelar-vocacionado e capacitado 136-atribuies do Ctutelar-o fazer 141-garantia do acesso justia-defensoria 146-do juiz autoridade da lei 147-a competencia ratione loci-inclusive CT 148-matrias da competencia-exclusividade 148-a competencia decorrente doart.98-exceo 149-das portarias e alvars 150- dos servios auxiliares-ajudando a decidir 152- dos procedimentos e aplicao subsidiria 153-tente, invente, resolva 155- procedimentos de dpf 164-procedimento dest. Tutela 165-procedimento da colocao em famlia substituta 171-procedimento apurao ato infracional 191-procedimento apuraao entidade atendimento 194-procedimento apurao infraes administrativas 198-recursos-a revisitao,o no preparo e o revisor 200- do MP-extenso rol de obrigaes 206- dos advogados-indispensvel 208-proteo judicial dos interesses difusos e coletivos-das

    aes civis 225-dos crimes e infraes administrativas

    NOVOS CRIMES 241 A, B, C e D, LEI 11829/08 CNA e CNACL (CNJ). ENUNCIADOS STJ LEI 12594/12 e RESOLUO 135 CNJ

    LEI 12010/09 famacolhedora,extensa, natural esubstituta.

  • O TERMO MENOR foi substitudo por criana e adolescente; G(1634 I, II, VI e VII NCC) , T, A. A expresso peculiaridades da lei, embota um bocado de armadilhas ECA LEI ESPECIAL (art. 228), e o procedimento de apurao do ato infracional no sofreu

    reforma por conta da reforma do CPP ou CP posto que no houve revogao expressa. NO CONFUNDIR MED.PROTETIVAS COM MSE; CONSELHOS DE DIREITOS COM

    TUTELARES; MSE COM PENA; INFRAES DO ECA COM CRIMES DO ECA; APURAO MSE REPRESENTAO e no denncia; APRESENTAO e no interrogatrio;

    CONTINUAO o nome da audiencia de intruo e julgamento; S O MP pode representar epara representar bastam os indcios; NO H CONDENAO NEM ABSOLVIO EM SEDE DEAPURAO DE ATO INFRACIONAL ( O JUIZ JULGA PROCEDENTE A REPRESENTAO EAPLICA A MEDIDA, NO CONDENA O ADOLESCENTE;

    O RECURSO TEM PRAZO DE 10 DIAS, NO TEM REVISOR NEM PREPARO, ADMITEREEXAME, EXIGE PRIORIDADE NO JULGAMENTO E NOS CASOS DE DPF TEM QUE COLOCARNA MESA PARA JULGAMENTO EM NO MAXIMO SESSENTA DIAS.

    OS DIREITOS INDIVIDUAIS E GARANTIAS PROCESSUAIS DOS ADOLESCENTES EMCONFLITO COM A LEI SO IDENTICOS AOS DOS ADULTOS, A EXCEO DA GARANTIA DEPRESENA DOS PAIS NO PROCESSO.

    O ECA NEURTICO POR FAMLIA, TODA SOLUO TEM DE PASSAR PELA FAMLIA. VER RESOLUES DO EGRGIO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIA NA REA DA INFANCIA

    E JUVENTUDE, NOTADAMENTE AS DE N 77(INSPEO NOS ESTABELECIMENTOS EENTIDADES DE ATENDIMENTO E SOBRE A IMPLANTAO DO CNACL), 131(AUTORIZAOVIAGEM ) e 165(NORMAS GERAIS DE ATENDIMENTO PARA ADOLESCENTE EM CONFLITOCOM A