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MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA Roteiro para Inspeção de Tanques Aéreos e Subterrâneos de Armazenamento de Combustíveis e suas Tubulações 1. OBJETIVO Este documento tem por objetivo a recomendação para estabelecimento de condições exigíveis para a execução da investigação de passivos ambientais em Sistemas de Armazenamento Subterrâneos de Combustíveis (SASC), e Sistemas de Armazenamento Aéreos de Combustíveis (SAAC), no que couber. 2. DEFINIÇÕES 2.1. Inspeção Externa - É a inspeção de todos os componentes que podem ser verificados com o tanque em operação, incluindo base, diques e bacia de contenção. 2.2. Inspeção Geral - É executada com o tanque fora de operação, consistindo de inspeção interna e externa de todos os componentes, incluindo base, diques e bacia de contenção. 3. PERIODICIDADE DE INSPEÇÃO 3.1. Inspeção Externa dos Tanques a) Ambientes agressivos (úmidos e com gases derivados de enxofre, e cloretos) – Inspeção a cada 2,5 anos. b) Ambientes não agressivos – Inspeção a cada 5 anos. 3.2. Inspeção Geral dos Tanques em função do Produto (Periodicidade) Produtos 05 Anos Diesel, Querosene, Gasolina, Resíduos Não Tratados 08 Anos Resíduos leves tratados, álcool. 10 Anos Óleos Combustíveis e Lubrificantes e produtos pesados ½ do Previsto Tanques de troca de produtos 4. ROTEIRO DE INSPEÇÃO 4.1. INSPEÇÃO EXTERNA (Executada com o tanque em operação) 4.1.1. Inspeção da Bacia de Contenção a) Inspeção da bacia quanto às condições físicas e integridade. b) Inspeção visual das instalações, tubulações aéreas e acessórios quanto às condições físicas. c) Medição de espessura das tubulações aéreas de produto. 4.1.2. Base a) Inspeção visual das bases quanto a possíveis vazamentos, impermeabilização, cabos de aterramento, etc. 4.1.3. Inspeção do Costado a) Inspeção visual do costado quanto à corrosão, vazamentos, deformações e verticalidade. b) Inspeção visual em todas as conexões e válvulas quanto ao estado de conservação. c) Medição de espessura em todos os anéis do costado.

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  • MINISTRIO DO MEIO AMBIENTEINSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVVEIS IBAMA

    DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

    TERMO DE REFERNCIA

    Roteiro para Inspeo de Tanques Areos e Subterrneos de Armazenamento de Combustveis e suas Tubulaes

    1. OBJETIVO

    Este documento tem por objetivo a recomendao para estabelecimento de condies exigveis para a execuo da investigao de passivos ambientais em Sistemas de Armazenamento Subterrneos de Combustveis (SASC), e Sistemas de Armazenamento Areos de Combustveis (SAAC), no que couber.

    2. DEFINIES

    2.1. Inspeo Externa - a inspeo de todos os componentes que podem ser verificados com o tanque em operao, incluindo base, diques e bacia de conteno.

    2.2. Inspeo Geral - executada com o tanque fora de operao, consistindo de inspeo interna e externa de todos os componentes, incluindo base, diques e bacia de conteno.

    3. PERIODICIDADE DE INSPEO

    3.1. Inspeo Externa dos Tanques

    a) Ambientes agressivos (midos e com gases derivados de enxofre, e cloretos) Inspeo a cada 2,5 anos.

    b) Ambientes no agressivos Inspeo a cada 5 anos.

    3.2. Inspeo Geral dos Tanques em funo do Produto (Periodicidade)

    Produtos 05 Anos Diesel, Querosene, Gasolina, Resduos No Tratados 08 Anos Resduos leves tratados, lcool. 10 Anos leos Combustveis e Lubrificantes e produtos pesados do Previsto Tanques de troca de produtos

    4. ROTEIRO DE INSPEO

    4.1. INSPEO EXTERNA (Executada com o tanque em operao)

    4.1.1. Inspeo da Bacia de Conteno

    a) Inspeo da bacia quanto s condies fsicas e integridade.

    b) Inspeo visual das instalaes, tubulaes areas e acessrios quanto s condies fsicas.

    c) Medio de espessura das tubulaes areas de produto.

    4.1.2. Base

    a) Inspeo visual das bases quanto a possveis vazamentos, impermeabilizao, cabos de aterramento, etc.

    4.1.3. Inspeo do Costado

    a) Inspeo visual do costado quanto corroso, vazamentos, deformaes e verticalidade.

    b) Inspeo visual em todas as conexes e vlvulas quanto ao estado de conservao.

    c) Medio de espessura em todos os anis do costado.

  • 4.1.4. Teto (Para tanques verticais com teto fixo)

    a) Inspeo visual das chapas de soldas quanto corroso, deformaes e furos.

    b) Medio de espessura por Ensaio de Ultrassom, no mnimo, de 5 chapas.

    c) Inspeo Visual das bocas de visita quanto s condies de corroso e limpeza.

    4.2. INSPEO GERAL (Executada com o tanque fora de operao)

    4.2.1. Inspeo Externa conforme item 6.1.

    4.2.2. Inspeo Externa nos Tanques

    a) Inspeo visual nas chapas do costado, teto e fundo, para tanques verticais, e costado e calotas para tanques horizontais. Objetivo: verificar o estado geral de conservao das chapas.

    b) Medio de espessura nas chapas do teto, costado e fundo, para tanques verticais, e costado e calotas, para tanques horizontais, por Ensaio por Ultrassom.

    Nota: Para tanques isolados termicamente, abrir janelas de inspeo para execuo das medies, preferencialmente prximas s soldas do costado.

    c) Inspeo das condies do estado de conservao das vlvulas, flanges, bocas de visita (BVs) e conexes em geral.

    4.2.3. Inspeo Interna em Tanques (Inspeo para tanques com capacidade superior a 60.000 L)

    a) Inspeo visual das condies das chapas e soldas pelo lado interno do tanque, bem como equipamentos e acessrios internos.

    b) Inspeo visual e medio de espessura nas chapas do fundo do tanque, para o caso de tanques verticais, para verificao quanto corroso e defeitos (trincas).

    c) Inspeo visual e Ensaio por Lquido Penetrante nas soldas do fundo com o costado do tanque, em toda sua extenso. Nas soldas das chapas do fundo do tanque, executar a inspeo por amostragem, para os tanques verticais.

    5. Localizao dos Pontos de Sondagem e Determinao do Nmero de Amostras a Serem Coletadas:

    Em estabelecimentos com rea total igual ou inferior a 1.000 m, os pontos de sondagem devem se situar em reas desobstrudas e a jusante dos equipamentos, considerando-se o provvel sentido de escoamento da gua subterrnea, conforme a seguinte sequencia de priorizao:

    1 - tanques de armazenamento de combustveis, em uso e desativados, exceto os tanques de armazenamento de lcool;

    2 - filtros de diesel;

    3 - bocais de descarga a distancia;

    4 - unidades de abastecimento (bombas), exceto as de abastecimento de lcool;

    5 - tanque de leo usado.

    Deve-se atentar para os riscos inerentes a realizao de sondagens nessas reas A sondagem s deve ser executada quando se tiver certeza da inexistncia de tubulaes enterradas ou que a mesma no atinja qualquer equipamento.

    Caso as sondagens no possam ser realizadas nos pontos indicados, especificar e justificar no relatrio o fato que determinou essa impossibilidade, deslocando a sondagem o minimo necessrio para um ponto sem restrio.

    Nos estabelecimentos em que tenha ocorrido reforma recente (efetuada a 5 anos ou menos) e os novos tanques estejam localizados em rea diferente da rea ocupada pelos tanques substitudos, deve ser considerada a posio dos tanques antigos na locao dos pontos de sondagem.

    Nos estabelecimentos com rea total superior a 1.000 m (mil metros quadrados) a locao dos

  • pontos de sondagem deve ser precedida pela avaliao de gases no solo. Nesses estabelecimentos os pontos de sondagem devem ser locados junto as anomalias observadas na investigao de gases do solo e tambm prximos aos equipamentos, a jusante dos mesmos considerando-se o provvel sentido de escoamento da gua subterrnea.

    O numero de amostras a serem coletadas deve ser definido em funo da rea total do estabelecimento (ver notas inseridas nas tabelas 1 e 2), do numero total de tanques, incluindo-se os tanques de armazenamento de leo queimado, e da profundidade do nvel d'gua subterrnea Deve ser realizada uma primeira sondagem at que seja atingido o nvel d'gua subterrnea ou ate 15 metros de profundidade, o que ocorrer primeiro.

    Se atingido o nvel d'gua, deve-se adotar a Tabela 1 (tambm disponvel no stio da Cetesb: http://licenciamento.cetesb.sp.gov.br/Servicos/licenciamento/postos/documentos/S702 .pdf ), sendo o numero de sondagens igual ao numero de amostras de solo e de gua subterrnea a serem coletadas. Caso o nvel d'gua subterrnea no seja atingido ate a profundidade de 15 metros, a Tabela 2 deve ser adotada para os estabelecimentos que realizam a reforma completa de suas instalaes ou a desmobilizao de seus SASCs.

    Tabela 1

    Nmero Mnimo de Amostras de Solo e de gua Subterrnea(Situao 1 Nvel Dgua at15m)

    A1 A2 A3 A4

    T1 3 4 5 6

    T2 4 5 6 7

    T3 5 6 7 8

    A1 = estabelecimentos com rea menor que 2.000 m2

    A2 = estabelecimentos com rea igual ou maior que 2.000 m2 e menor que 5.000 m2

    A3 = estabelecimentos com rea igual ou maior que 5.000 m2 e menor que 10.000 m2

    A4 = estabelecimentos com rea igual ou maior que 10.000 m2

    T1 = estabelecimentos com at 4 tanques subterrneos

    T2 = estabelecimentos com 5 a 9 tanques subterrneos

    T3 = estabelecimentos com 10 ou mais tanques subterrneos

    Tabela 2

    Nmero Mnimo de Amostras de Solo

    (Situao 2 Nvel Dgua abaixo de 15m)

  • A1 A2 A3 A4

    T1 4 6 8 10

    T2 6 8 10 12

    T3 8 10 12 14

    A1 = estabelecimentos com rea menor que 2.000 m2

    A2 = estabelecimentos com rea igual ou maior que 2.000 m2 e menor que 5.000 m2

    A3 = estabelecimentos com rea igual ou maior que 5.000 m2 e menor que 10.000 m2

    A4 = estabelecimentos com rea igual ou maior que 10.000 m2

    T1 = estabelecimentos com at 4 tanques subterrneos

    T2 = estabelecimentos com 5 a 9 tanques subterrneos

    T3 = estabelecimentos com 10 ou mais tanques subterrneos

    Caso a reforma completa no seja efetuada, devem ser realizadas 3 sondagens para cada tanque de armazenamento de combustvel, exceto os de armazenamento de lcool, 3 sondagens para cada tanque de armazenamento de leo usado, 1 sondagem para cada unidade de abastecimento (exceto as de abastecimento de lcool) e 1 sondagem para cada filtro de diesel.

    Nos casos em que seja adotada a Tabela 1, para cada sondagem realizada deve ser enviada uma amostra de solo para analise qumica, a qual deve ser coletada conforme procedimentos padronizados, e instalados poos de monitoramento, nos quais deve-se coletar uma amostra de gua subterrnea para analise qumica em cada poco instalado, conforme procedimentos padronizados.

    Nos demais casos, na sondagem que atingiu a profundidade de 15 metros deve ser instalado um poo de inspeo, conforme procedimentos padronizados. As demais sondagens devem ser locadas a uma distancia no superior a 1 metro dos equipamentos e ficam restritas as seguintes profundidades:

    - prximas aos tanques - 5 metros;

    - prximas as unidades de abastecimento, filtros e bocais de descarga a distncia - 2 metros.

    Nesses casos, em cada sondagem deve ser coletada uma amostra de solo, inclusive na qual foi instalado o poco de inspeo, de acordo com procedimentos padronizados.

    O mtodo de sondagem a ser utilizado deve ser compatvel com a geologia e a hidrogeologia local, devendo ser utilizados equipamentos que garantam a penetrao ate as profundidades requeridas. Em reas em que predominem litologias resistentes a penetrao por equipamentos mecanizados, como granitos, basaltos, gnaisses e micaxistos, a sondagem pode ser interrompida ao atingir-se o topo rochoso, mesmo que o nvel d'gua no tenha sido alcanado e a profundidade da sondagem seja inferior a 15 metros. A comprovao dessa situao deve ser efetuada por meio da realizao de outra sondagem para avaliao da continuidade da presena do topo rochoso.

    Iniciada a sondagem, a cada metro perfurado deve ser coletada uma amostra de solo, por meio da cravao de amostrador tubular com liner, de modo a se evitar perdas de compostos por volatilizao A amostra coletada deve ser dividida em duas alquotas Uma das alquotas deve ser acondicionada em saco plastico impermevel autosselante (preferencialmente de polietileno), com um litro de capacidade. Essa alquota deve ser composta pelas amostras contidas nas extremidades do liner. A outra alquota, correspondente a parte central do liner. Esta alquota deve

  • ser mantida sob refrigerao (temperatura inferior a 4 C). O liner deve estar totalmente preenchido pela amostra, evitando-se a existncia de espaos vazios. As duas alquotas devem ser devidamente identificadas, anotando-se o numero da sondagem e a profundidade correspondente.

    Na primeira alquota deve ser realizada a medio de gases em campo, de acordo procedimentos padronizados reconhecidos. O laboratrio deve ser capacitado a efetuar anlises quali-quantitativas para a quantificao dos hidrocarbonetos que compem o leo lubrificante.

    Os poos de monitoramento, a serem instalados quando o nvel d'gua for atingido, devem atender as especificaes contidas na ABNT NBR 13895, com exceo do tipo de tubo de revestimento e de filtro, que deve ser, sempre, geomecnico. Os filtros devem possuir 3 metros de extenso, sendo 2,0 metros inserido na zona saturada e 1,0 metro na zona no saturada.

    Os poos de monitoramento devem ser desenvolvidos adequadamente, no somente por bombeamento, mas tambm pela realizao de movimentos que promovam a entrada e a sada de gua pela seo filtrante.

    recomendado que seja aguardado um perodo de 3 a 5 dias entre a instalao do poco e a coleta de amostras de gua, no sendo aceitvel que o desenvolvimento do poco substitua a purga.

    O poco de inspeo, a ser instalado nos locais em que a primeira sondagem no atingir o nvel d'gua, deve possuir 3 metros de filtro e ser construdo de acordo com a ABNT NBR 13895, podendo, porem, ser revestido por tubo edutor geomecnico de no minimo 1'' de dimetro.

    Apos a instalao dos poos de monitoramento deve ser elaborado o mapa potenciomtrico local, para certificao de que todos os poos foram instalados a jusante dos equipamentos.

    No caso de alguns poos estarem a montante dos equipamentos (tanques, filtros, bocais de descarga e unidades de abastecimento) e no ter sido constatada contaminao nas amostras de gua neles coletadas, devem ser instalados poos adicionais a jusante dos equipamentos, em numero igual ao de poos que ficaram a montante.

    Devem ser produzidas amostras para controle de qualidade, a saber: branco de campo, branco de lavagem de equipamento e amostra para controle da temperatura da caixa utilizada para o transporte das amostras.

    Atente para o fato de que o laboratrio selecionado possui procedimentos de controle de qualidade credenciado pela NBR ISO/IEC 17025:2005, utilizando-se de mtodos de analise indicados pela USEPA (Agencia de Proteo Ambiental dos EUA), contidos na edio mais recente do Standard Methods for Water and Wastewater Examination ou mtodos estabelecidos por entidades certificadoras.

    A constatao da presena de produto (combustvel ou leo lubrificante) no solo ou na gua subterrnea remetem ao responsvel pela rea a necessidade de realizar a investigao detalhada das plumas de fase livre, dissolvida e retida no solo, bem como estudo de avaliao de risco, com o objetivo de definir a forma de interveno a ser adotada na rea. Concomitantemente a essas aes, devem ser adotadas medidas destinadas a eliminao da pluma de fase livre.

    As sondagens eventualmente interrompidas e as no utilizadas para instalao de poco de monitoramento devem ser totalmente preenchidas com calda de cimento ou bentonita umedecida, evitando assim que os produtos eventualmente derramados na superfcie atinjam o subsolo.

    Os poos de monitoramento instalados para a realizao da investigao de passivos ambientais devem ser selados com calda de cimento ou bentonita umedecida quando do resultado dessa investigao no indicar a existncia de contaminao Essa desativao deve ser efetuada somente aps a manifestao do rgo ambiental.

    5. CRITRIO DE ACEITAO PARA ENSAIOS E TESTES

    DESCRIO/ACEITAO/NORMA DE REFERNCIA:1Medies de espessura por ensaio de ultrassom (espessura mnima) Espessura mnima de acordo com a norma de fabricao, no mnimo 3,0 mm Asme Seo V API std 653 ASME B 31.3 2Inspeo visual do equipamento para avaliao de deformaes no Costado Mx. 15 mm em 1000 mm Norma NBR 7821 ou API 650 3Inspenso Dimensional 3.1Avaliao da Verticalidade 1/200 X H (H = Altura do Tanque) Norma NBR 7821 ou API 650 3.2Avaliao da Circularidade Conforme Norma Norma NBR 7821/83 e API

  • 650 4Inspeo visual do equipamento / tubulao Norma NBR 7821 ASME B 31.3 Norma NBR 7821/83 e API 650 5Ensaio por Lquido Penetrante ASME Seo VIII ASME B 31.3 Norma NBR 7821/83 Norma API 650 ASME Seo V 6Ensaio Radiogrfico ou Ensaio de Ultrassom ASME Seo VIII ASME B 31.3 Norma NBR 7821/83 Norma API 650 ASME Seo V

    6. TUBULAES DE PRODUTO

    6.1. Avaliao das Condies Gerais -Inspeo visual das linhas para avaliao das suas condies gerais, quanto sua conformidade com os requisitos da norma de fabricao. Considerando as condies gerais dos tubos, soldas, conexes e acessrios das linhas.

    6.2. Avaliao da Juntas Soldadas Verificao da qualidade das juntas soldadas nas tubulaes, atravs de Ensaio por Ultrassom ou Ensaio Radiogrfico.

    6.3. Avaliao da Espessura Mnima -Medio das espessuras dos tubos para avaliao de ocorrncia de corroso, por Ensaio de Ultrassom.

    6.4. Teste Hidrosttico -Avaliao da estanqueidade das linhas, atravs de teste de presso, considerando serem linhas em operao para determinao da presso de teste.

    6.5. Inspeo por Ensaio No Destrutivo (END) -Conforme ASME Seo V e critrio para aceitao conforme Norma ASME B31.3.

    7. REGISTRO DE RESULTADOS

    7.1. Os ensaios e testes devem ser registrados em relatrios especficos, por especialidade, contendo no mnimo, as seguintes informaes:

    a) Identificao da Empresa, Inspetor / Tcnico e Responsvel Tcnico pelo Ensaio / Teste;

    b) Nmero de Controle do Relatrio e Data de execuo;

    c) Nome da Empresa proprietria do equipamento com seu respectivo Endereo e CNPJ;

    d) Procedimento de inspeo utilizado e Norma Tcnica aplicvel para avaliao;

    e) Dados tcnicos do equipamento a ser ensaiado ou testado;

    f) Dados tcnicos de execuo do Ensaio No Destrutivo ou Teste executado;

    g) Laudo Final para avaliao dos testes,

    h) Validade dos ensaios e testes executados;

    i) Assinatura do Inspetor / Tcnico, Responsvel Tcnico e Representante da empresa proprietria dos equipamentos.

    7.2. Os Ensaios No Destrutivos devem ser executados por profissionais qualificados conforme Sistema Nacional de Qualificao e Certificao (SNQ-C), nas suas respectivas especialidade. O Ensaio de Medio de espessura poder ser executado por tcnico capacitado.

    7.3. Os testes para avaliao de estanqueidade devem ser conduzidos conforme Norma aplicvel e testemunhados por Inspetor qualificado em soldagem (SNQ-C) ou Engenheiro / Tcnico Mecnico e com CTF.

    7.4. Todas as inspees realizadas devem constar da ART a ser emitida pelo responsvel tcnico dos servios de ensaio e testes.