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Apresentao sobre as tcnicas de ventilao no invasivas

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Linfoma Folicular

Ventilao PNEUMOLOGIA

Ctia Brito, Joo Tarrio, Jos Ramos, Raffaele AlibertiTurma 6MEDICINA I

No Invasiva

2VNI 1930-50 VNI foi aplicada na epidemia da poliomielite utilizadno ventilao por presso negativa (pulmo de ao) que consistia na aplicao subatmosfricaexterna ao trax simulando a inspirao, ocorrendo expirao passiva.

1543 (Versalius) 1 descrio de suporte ventilatrio (...) mas aquela vida pode, num modo de dizer, ser restabelecida para o animal, uma abertura deve ser tentada no tronco da artria spera dentro do qual um tubo de junco ou bambu deve ser colocado; voc ir soprar nisto, assim o pulmo pode aumentar-se novamente e o animal tomar o ar (...).(Vesalius1; "artria spera" nada mais do que a traquia.)

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3VNI1550 (Parcelso) - 1 descrio ventilao assistida 1896 (Trendelenburg) - realizou a primeira intubao traqueal com sucesso em humanos submetidos a anestesia. 1930 (Motley e Barach) mscaras; 1952 (Bjork) Traqueostomia+(AMBU); 1957(Frumin e Lee)- PEEP 1960 (II Guerra Mundial e corrida espacial) ventiladores microprocessados; 1980 (presso positiva) SAOS e mbito hospitalar.

Boca a boca em qu eo profeta Eliseu reanimou uma criana.

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A ventilao no invasiva descrita como um suporte de ventilao sem ter que recorrer ao uso de uma via area invasiva4VNIVNI o que ?Como?Atravs de ventiladores que permitem administrar oxignio/ar com presso positiva.

5VNISistema:

Fonte de energia;Ventilador propriamente dito;Tubos, filtros;Fonte de O2; Interfaces, vlvulas; Humidificadores

6VNIInterface:Mscaras faciais totaisMscaras faciaisMscaras nasaisPeas bucaisAlmofadas nasais

Mscaras nasais: Boa para utilizao crnica; Problemas: fugas pela boca e patologias nasais

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7VNIVentilao espontnea / controlada Ventilao espontnea:- Inspirao: Presso alveolar - Expirao: Presso alveolar + Ventilao mecnica controlada:- Inspirao: Ativa positiva- Expirao: Passiva7

8VNIEfeitos fisiolgicos da VNIEPAP:- Previne o colapso alveolar,- Diminui o trabalho respiratrio (nomeadamente o inspiratrio),- Preveno do rebreathing de CO2,- Estabilizao das vias areas superiores durante o sono,- Diminuio da formao de atelectasias.

IPAP:- Melhora as trocas gasosas,- Diminui esforo muscular inspiratrio ao nvel do diafragma.EPAP: presso expiratria positiva no fim da expirao. S vai acontecer na expirao. Aumento da presso constante na via area mas no aumenta presso transpulmonar.

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9VNIModos de ventilao:Por presso negativa Por presso positiva (CPAP, BiPAP e PAV)Por volumes

Por conjugao dos dois: limite na presso ou no volume.Presso negativa empregados de modo intermitente nos pacientes com sintomas de hipoventilao crnica.No incio dos anos 1980 comeou-se a empregar presso positiva nas vias areas por meios de mscaras naso ou orofaciais em pacientes portadores de insuficincia respiratria aguda e crnica agudizada, tendo-se obtido xito em evitar a entubao traqueal e diminuindo assim a de insuficincia respiratria. O uso de presso positiva contnua fornecida atravs de mscaras facial, em pacientes com edema pulmonar, foi primeiramente descrito por Poulton, h mais de 60 anos.PEEP (Positive End Expiration Pressure Presso Positiva ao Final da Expirao) e um gerador defluxo. Dependendo do tipo de modalidade de VNI, pode sernecessrios o uso de um respirador processado porttil comcapacidade de gerar presses inspiratria e expiratria. Podeser ainda acrescentado, como refinamento, o uso de umumidificador

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10VNI

Tipos de VentilaoPor conjugao dos dois: limite na presso ou no volume.Presso negativa empregados de modo intermitente nos pacientes com sintomas de hipoventilao crnica.No incio dos anos 1980 comeou-se a empregar presso positiva nas vias areas por meios de mscaras naso ou orofaciais em pacientes portadores de insuficincia respiratria aguda e crnica agudizada, tendo-se obtido xito em evitar a entubao traqueal e diminuindo assim a de insuficincia respiratria. O uso de presso positiva contnua fornecida atravs de mscaras facial, em pacientes com edema pulmonar, foi primeiramente descrito por Poulton, h mais de 60 anos.PEEP (Positive End Expiration Pressure Presso Positiva ao Final da Expirao) e um gerador defluxo. Dependendo do tipo de modalidade de VNI, pode sernecessrios o uso de um respirador processado porttil comcapacidade de gerar presses inspiratria e expiratria. Podeser ainda acrescentado, como refinamento, o uso de umumidificador

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11VNITipos de VentilaoAssistidaO doente consegue fazer todos os movimentos respiratriosO ventilador ajuda insuflando o ar por presso positivaAssistida/ControladaO doente no consegue fazer todos os movimentos, ou consegue iniciar um movimentoO ventilador inicia os restantesControladaO ventilador assegura todos os movimentos respiratrios

EPAP: presso expiratria positiva no fim da expirao. S vai acontecer na expirao. Aumento da presso constante na via area mas no aumenta presso transpulmonar.

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12VNIFluxo (L/min)Volume (ml)Presso (cmH2O) Presso AlveolarEsforo muscular50075- 5 P. na Via Area0P. TranspulmonarRespiraoEspontneaPresso transpulmonar produz fluxo inspiratrio que origina um determinado volume correntePresso transpulmonar dependente da presso alveolar que por sua vez depende da presso pleural.12

13VNICPAP Continuous Positive Airway PressureA modalidade CPAP uma modalidade de Ventilao assistida.

O ventilador garante uma presso de ar costante (a mesma na inspirao e na expirao), que normalmente de 5-10 cmH2O

Desta maneira a presso nos alvolos (em inspirao e expirao) vai ser sempre positiva.Isto impede o colapso das vias areas distais no fim da inspirao, que carateriza alguns tipos de insuficinca respiratria.

EPAP: presso expiratria positiva no fim da expirao. S vai acontecer na expirao. Aumento da presso constante na via area mas no aumenta presso transpulmonar.

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14VNI50075+-5- 50Volume (ml)Fluxo (L/min)

Presso (cmH2O)

Presso Transpulmonar estvelPresso Via Area sempre positivaPresso Alveolar Efeito PEEP/CPAPPEEP Positive Endly Expiratory Pressure14

15VNIBiPAP Bi-level Positive Airflow PressureBiPAP permite a gesto de dois fluxos do ar:IPAP durante a inspiraoEPAP durante a expirao

O mdico tem que introduzir os nveis de presso dos dois fluxos,normalmente so de 10/20 cmH2O durante a inspirao e de 3-10 cmH2O durante a expirao

EPAP: presso expiratria positiva no fim da expirao. S vai acontecer na expirao. Aumento da presso constante na via area mas no aumenta presso transpulmonar.

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16VNIBiPAP Bi-level Positive Air PressureO Ventilador pode utilizar a modo BiPAP na modalidade:AssistidaAssistida/ControladaControlada

EPAP: presso expiratria positiva no fim da expirao. S vai acontecer na expirao. Aumento da presso constante na via area mas no aumenta presso transpulmonar.

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17VNI50075+12 - 5 +5Volume (ml)Fluxo (L/min)

Presso (cmH2O)

Presso Transpulmonar pode aumentarSobrecarga do sistema respiratrioPresso Via Area sempre positivaPresso Alveolar Esforo muscular diminui

Aumento da ResistnciaEfeito PS+CPAP(BiPAP) 0PS presso de suporte

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18VNIPAV Proportional assist ventilation O ventilador em modalidade PAV controla no s a presso, mas tambm o volume do ar.A quantidade de presso e de volume fornecida pelo ventilador calculada pelo mesmo com base na respirao do paciente.Assim sendo, o trabalho respiratrio do doente vai ser sempre constante.A presso aplicada ao sistema (PRS) uma conbinao da presso produzida pelos msculos respiratrios (Pmus) e pelo ventilador (PAW): PRS = Pmus + PAW

EPAP: presso expiratria positiva no fim da expirao. S vai acontecer na expirao. Aumento da presso constante na via area mas no aumenta presso transpulmonar.

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19VNIVNI - VantagensFacil de instituir e de retirarEvita o trabalho dinamico imposto pelo tubo endotraqueal Sem necessidade de sedaaoPermite ao doente falar tossiralimentaco oralMenor taxa de complicacoes (leses traqueais, infeccoes) Pode ser instituido fora de uma UCIMenor custo

EPAP: presso expiratria positiva no fim da expirao. S vai acontecer na expirao. Aumento da presso constante na via area mas no aumenta presso transpulmonar.

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20VNIContra-indicaesComa

Paragem cardiorrespiratria

Instabilidade Hemodinmica

Deformidade, trauma ou cirurgia facial

Incapacidade de eliminao das secrees traqueobrnquicas

Obstruo das vias areas superiores

1) Necessria a colaborao do doente3) Instabilidade Hemodinamica hemorragias gastrointestinais p.e.4) Que no permita a correta aplicao da mascara5) Risco de infeo e de engasgamento por falta de fora muscular p.e.20

21VNICritrio de seleo dos candidatosDoente colaborante

Dispneia

Taquipneia

Aumento do trabalho dos msculos acessrios

Acidose respiratriaEstabilidade hemodinmica

PaCO2 45-60 mmHg

PaO2 24cpm5) Ph 7,10 a 7,3521

22VNIFatores preditivos de sucessoAusncia de pneumonia

Poucas secrees

Idade ( jovem)

Capacidade de cooperao/ adaptao

Melhoria clnica das trocas gasosas

pH entre 7,10 -7,35

PaCO2 entre 45-92 mmHg

1)Gravidade inicial baixa3) Menor risco de infeoes e engasgamento4) O sucesso est associado a uma menor idade5) fundamental uma boa adaptao interface6) Nas primeiras 1-2h

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23VNIEfeitos ColateraisCongesto nasal

Secura das mucosas

Eritema ou ulcerao do dorso do nariz

Irritao da conjuntiva ocular

Insuflao gstrica

Fugas de ar pela boca ou pela mscara

Pneumonia de aspirao

Associado ao uso prolongado de VNI3) Contorn