Material aula laboratorio e pratica contábil 2013_1

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Material aula laboratorio e pratica contbil

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  • 1. Prticas Contbeis Prof. Rafhael Sena

2. Evoluo da Contabilidade Alteraes significativas na legislao tributria brasileira e nos procedimentos contbeis nos ltimos 30 anos; Internacionalizao da Contabilidade e Globalizao da Economia; Processo Artesanal >> Mecnico >> Informatizado >> Automtico 3. EVOLUO DA CONTABILIDADE FISCAL Procedimentos Manuscritos Escriturao feita manualmente (decada 70), preenchendo-se os principais livros, como o Dirio e Razo por meio de caneta tinteiro num livro chamado Borrador; O grande desafio era a de manter a escrita atualizada; Esse procedimento comeou a perder espao com o surgimento das mquinas de escrever; No existia obrigaes acessrias to rigorosas. 4. EVOLUO DA CONTABILIDADE FISCAL Procedimentos Mecanizados Escriturao feita, em geral, por mquinas (decada de 80) de datilografia e automticas para o preenchimento de fichas Os profissionais que trabalhavam com as mquinas mecnicas eram conhecidos por MECANGRAFOS Os livros Borradores foram substitudos pelas Fichas 5. EVOLUO DA CONTABILIDADE FISCAL Procedimentos Informatizados Fase atual, escriturao e gerao de relatrios por meio de microcomputadores Surgimento de grande quantidade de aplicativos (softwares) na rea contbil (Fortes Informtica) Transmisso de obrigaes acessrias por meio de disquetes e posteriormente por meio da Internet ( dcada de 90) 6. Razo Antigamente as contas eram registradas nas pginas de um livro chamado razo... ...Depois passara a ser registradas em folhas ou fichas soltas... ... Atualmente as contas esto registradas na memria do computador 7. EVOLUO DA CONTABILIDADE Informtica e Viso Gerencial Com a informatizao a formao profissional do Contador passou a permitir que ele tenha viso gerencial ampla, por meio da qual poder fazer analises criticas sobre a posio econmica e financeira do cliente. O Analista Contbil passou a substituir ao guarda-livros. O conhecimento de sistemas de informaes contbeis e sua relao entre os diversos ambientes da empresa passou a fazer parte da formao acadmica do profissional de Contabilidade. 8. Era da Informao Era da Informao (Era Digital) o nome dado ao perodo que vem aps a Era Industrial (80) e, particularmente, na dcada de 1970, com invenes tais como o microprocessador, a rede de computadores, a fibra ptica e o computador pessoal. O sistema de informao contbil deve ser estruturado de forma a atender os usurios em todos os objetivos pretendidos e que o produto do sistema seja uma informao de qualidade, concisa, precisa, relevante que permitam ganho de competitividade daqueles que a utiliza. Vivemos realmente em um momento de muitas transformaes, no h como negar que estamos em outra Era. Tanto o comrcio quanto as comunicaes se caracterizam por ser extremamente dinmicas. Cada vez mais o conhecimento valorizado. Podemos prever que o acmulo de informao, muito em breve, ter o 9. EVOLUO DA CONTABILIDADE Perfil do Contador do Sculo XXi A principal caracterstica desta profisso, no sculo XXI, ser o conhecimento aplicado. No menos importante, que o contabilista precisa ser um profissional flexvel, autodidata e preparado para enfrentar desafios de uma profisso na qual a competio e exigncias crescem a cada dia. O contabilista do sculo XXI um profissional multidisciplinar e sua profisso caracteriza-se pela modernidade e variedade em campos de atuao. 10. Campo de Atuao da Contabilidade Pessoas fsicas; Entidades de finalidades no lucrativas; Empresas; Pessoa de Direito Pblico: Estado, Municpio, Unio, Autarquia Contabilidade: cincia aplicada com metodologia especialmente concebida para captar, registrar, acumular, resumir e interpretar fenmenos que afetam situaes patrimoniais, financeiras e econmicas 11. Tecnologia da Informao (T.I) Escriturao Contbil Digital (E.C.D) T.I. conjunto de recursos tecnolgicos e computacionais para a gerao e uso da informao; Difuso social da informao em larga escala de transmisso, a partir de sistemas tecnolgicos Inteligentes. 12. Novas Tecnologias 13. De acordo com a Finalidade Com fins lucrativos * Empresrio * Sociedade Simples * Sociedade Empresria Finalidades diversas Cooperativas Fundaes Associaes ABERTURA DE EMPRESAS 14. Classificao FORMALIZAO DO NEGOCIO Sociedade Simples Empresas exclusivamente prestadoras de servios de profissional habilitado, sem comercializao ou transformao de produtos. Empresrio e Sociedade Empresria Empresas que transformam, comercializam produtos e prestam servios. 15. FOMALIZAO DO NEGCIO ENQUADRAMENTO E BENEFCIOS AUTNOMO Pessoa Fsica. Prefeitura Municipal; INSS; Conselho Regional da categoria profissional 16. FOMALIZAO DO NEGCIO REGISTRO E ENQUADRAMENTO EMPRESRIO (Individual) Junta Comercial M.E. ou E.P.P; Receita Federal C.N.P.J. M.E. ou E.P.P. (SUPERSIMPLES); Secretaria da Fazenda Estadual Prefeitura Municipal; INSS; Sindicato Patronal; Outros ( particularidades de cada negcio) 17. FORMALIZAO DO NEGCIO REGISTRO E ENQUADRAMENTO SOCIEDADE EMPRESRIA - Limitada Junta Comercial M.E. ou E.P.P; Receita Federal C.N.P.J. M.E. ou E.P.P. (SUPERSIMPLES); Secretaria da Fazenda Estadual; Prefeitura Municipal; INSS; Sindicato Patronal. 18. FORMALIZAO DO NEGCIO REGISTRO E ENQUADRAMENTO SOCIEDADE SIMPLES Pura ou Limitada Cartrio de Registro de Pessoa Jurdica M.E. ou E.P.P; Receita Federal C.N.P.J. M.E. ou E.P.P. (SUPERSIMPLES); Prefeitura Municipal; INSS; Sindicato Patronal. 19. FORMALIZAO DO NEGCIO ENQUADRAMENTO E BENEFCIOS Simples Federal Benefcios: Simplificao no recolhimento dos tributos; Reduo da carga tributria; Compras governamentais; Exportao. Impedidas: Construo Civil (servio de grande porte); Profissional Habilitado Trabalho intelectual; Atacadistas. 20. COMUNICAO DE ENQUADRAMENTO MICROEMPRESA Ilmo. Senhor Presidente da JUCEC A sociedade .................., estabelecida ..............., CE, CEP .....-..., representada por todos os scios, declara, para os fins do art. 3o da Lei Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006, que: a) se enquadra na situao de microempresa; b) o valor da receita bruta anual da sociedade, no ano-calendrio, no exceder o limite fixado no inciso I do art. 3o da Lei Complementar no 123/2006; c) no se enquadra em qualquer das hipteses de excluso relacionadas no pargrafo 4 do art. 3da mesma Lei Rio de Janeiro, ........... de 2007 NOMES DOS SCIOS E ASSINATURAS 21. FORMALIZAO DO NEGCIO OUTRAS EXIGNCIAS Vigilncia Sanitria; rgo Estadual de Fiscalizao das Atividades Industriais e Poluidoras; IBAMA; Policia Federal; Conselho Regional da Categoria Profissional; EMBRATUR. 22. DOCUMENTOS NECESSRIOS Cpia da Carteira de Identidade (empresrio ou scios); Cpia do CPF (empresrio ou scios); Cpia do Comprovante de Residncia; Cpia do Contrato de Locao* Todos os Documentos devem ser autenticados 23. DADOS NECESSRIOS Denominao Social Nome de Fantasia Atividade Econmica Endereo Identificao imobiliria Capital Social (investimento inicial) 24. Valores das Taxas da JUCEC Empresrio R$ 69,00 Sociedade Empresria R$ 125,00 25. FORMALIZAO DO NGOCIO Preciso saber de algo mais? A escolha do scio O papel do Contabilista