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Teoria geral da comunicação

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1. TEORIA GERAL DA COMUNICAO 2. A teoria da comunicao 3. A lngua A comunicao humana regida por regras e pode ser analisada. Roman Jakobson 4. Funes da linguagem referente Locutor (emissor) mensagem locutrio (receptor) canal cdigo 5. Funes da linguagem referente Locutor (emissor) mensagem locutrio (receptor) canal cdigo Aquele que diz algo a algum 6. Funes da linguagem referente Locutor (emissor) mensagem locutrio (receptor) canal cdigo Aquele a quem o texto do locutor se dirige 7. Funes da linguagem referente Locutor (emissor) mensagem locutrio (receptor) canal cdigo O texto produzido pelo locutor 8. Funes da linguagem referente Locutor (emissor) mensagem locutrio (receptor) canal cdigo A lngua 9. Funes da linguagem referente Locutor (emissor) mensagem locutrio (receptor) canal cdigo O meio fsico que conduz a mensagem (som, ar, papel etc.) 10. Funes da linguagem referente Locutor (emissor) mensagem locutrio (receptor) canal cdigo O contexto, o assunto, os objetos aos quais se refere a mensagem 11. Aula sobre texto Parte 1: Funes da linguagem 12. Funes da linguagem 13. Funo referencial (ou denotativa) EXEMPLO: Pesquisa aponta quadro de Manaus e anseios da populao Cerca de 600 pessoas participaram. Segurana, gua e sade so os principais problemas. (In: Jornal A Crtica, abril de 2012) 14. Funo referencial (ou denotativa) 1. Transmite uma funo objetiva (isto , sem apelo emoo); 15. Funo referencial (ou denotativa) 1. Transmite uma funo objetiva (isto , sem apelo emoo); 2. Geralmente, escrito em 3 pessoa do singular ou plural (impessoalidade); 16. Funo referencial (ou denotativa) 1. Transmite uma funo objetiva (isto , sem apelo emoo); 2. Geralmente, escrito em 3 pessoa do singular ou plural (impessoalidade); 3. Linguagem denotativa (sentido literal, usual, sem causar duplicidade na interpretao); 17. Funo referencial ou (denotativa) 1. Transmite uma funo objetiva (isto , sem apelo emoo); 2. Geralmente, escrito em 3 pessoa do singular ou plural (impessoalidade); 3. Linguagem denotativa (sentido literal, usual, sem causar duplicidade na interpretao); Predomina em: textos cientficos, jornalsticos, tcnicos, didticos ou em correspondncias comerciais. 18. Funo emotiva (ou expressiva) EXEMPLO: Poema de sete faces Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. As casas espiam os homens que correm atrs de mulheres. A tarde talvez fosse azul, no houvesse tantos desejos. O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu corao. Porm meus olhos no perguntam nada. (...) CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE 19. Funo emotiva (ou expressiva): 1. A realidade transmitida sob o ponto de vista do emissor; 20. Funo emotiva (ou expressiva): 1. A realidade transmitida sob o ponto de vista do emissor; 2. a mensagem subjetiva e centrada no emitente (escrita em 1 pessoa); 21. Funo emotiva (ou expressiva): 1. A realidade transmitida sob o ponto de vista do emissor; 2. a mensagem subjetiva e centrada no emitente (escrita em 1 pessoa); 3. A pontuao empregada caracterstica (exclamao, reticncias, interrogao); 22. Funo emotiva (ou expressiva) 1. A realidade transmitida sob o ponto de vista do emissor; 2. a mensagem subjetiva e centrada no emitente (escrita em 1 pessoa); 3. A pontuao empregada caracterstica (exclamao, reticncias, interrogao); 4. Entonao emotiva (expresso dos sentimentos, 23. Funo emotiva (ou expressiva) 1. A realidade transmitida sob o ponto de vista do emissor; 2. a mensagem subjetiva e centrada no emitente (escrita em 1 pessoa); 3. A pontuao empregada caracterstica (exclamao, reticncias, interrogao); 4. Entonao emotiva (expresso dos sentimentos, emoes ou opinies do eu lrico); Predomina em: poemas ou narrativas de teor dramtico ou romntico. 24. Funo conativa (ou apelativa) EXEMPLO: 25. Funo conativa (ou apelativa) EXEMPLO 2: 26. Funo conativa (ou apelativa) 1. Objetiva influenciar ou convencer o receptor; 27. Funo conativa (ou apelativa) 1. Objetiva influenciar ou convencer o receptor; 2. por meio de uso de vocativos (Voc); 28. Funo conativa (ou apelativa) 1. Objetiva influenciar ou convencer o receptor; 2. por meio de uso de vocativos (Voc); 3. verbos no imperativo (Pense, Aproveite); 29. Funo conativa (ou apelativa) 1. Objetiva influenciar ou convencer o receptor; 2. por meio de uso de vocativos (Voc); 3. verbos no imperativo (Pense, Aproveite); 4. ou verbos conjugados na 2 e 3 pessoa (Voc no pode perder!; Ele vai melhorar seu desempenho); 30. Funo conativa ou apelativa 1. Objetiva influenciar ou convencer o receptor; 2. por meio de uso de vocativos (Voc); 3. verbos no imperativo (Pense, Aproveite); 4. ou verbos conjugados na 2 e 3 pessoa (Voc no pode perder!; Ele vai melhorar seu desempenho); 5. Sugere, ordena, convida ou apela. 31. Funo conativa (ou apelativa) 1. Objetiva influenciar ou convencer o receptor; 2. por meio de uso de vocativos (Voc); 3. verbos no imperativo (Pense, Aproveite); 4. ou verbos conjugados na 2 e 3 pessoa (Voc no pode perder!; Ele vai melhorar seu desempenho); 5. Sugere, ordena, convida ou apela. Predomina em: textos publicitrios, em discursos polticos ou de autoridade. 32. Funo ftica (ou de contato) EXEMPLO: 33. Funo ftica (ou de contato) 1. Estabelecer relao com o emissor; 34. Funo ftica (ou de contato) 1. Estabelecer relao com o emissor; 2. Enfatiza-se o canal de comunicao ou de contato atravs de cumprimentos ("Ol!", "Como vai?", "Bom dia!"); 35. Funo ftica (ou de contato) 1. Estabelecer relao com o emissor; 2. Enfatiza-se o canal de comunicao ou de contato atravs de cumprimentos ("Ol!", "Como vai?", "Bom dia!"); 3. ou de uma abordagem coloquial objetiva e rpida ("Est tudo bem?", "Voc precisa de ajuda?"). 36. Funo ftica (ou de contato) 1. Estabelecer relao com o emissor; 2. Enfatiza-se o canal de comunicao ou de contato atravs de cumprimentos ("Ol!", "Como vai?", "Bom dia!"); 3. ou de uma abordagem coloquial objetiva e rpida ("Est tudo bem?", "Voc precisa de ajuda?"). Predomina em: cumprimentos dirios, primeiras palavras em qualquer interao ou quando ainda no h um assunto em foco. 37. Funo potica EXEMPLO: Quem me dera, ao menos uma vez, Ter de volta todo o ouro que entreguei A quem conseguiu me convencer Que era prova de amizade Se algum levasse embora at o que eu no tinha. Quem me dera, ao menos uma vez, Esquecer que acreditei que era por brincadeira Que se cortava sempre um pano-de-cho De linho nobre e pura seda. (Renato Russo, ndios, 1986) Rima interna preciosa 38. Funo potica Quem me dera, ao menos uma vez, A Ter de volta todo o ouro que entreguei A quem conseguiu me convencer Que era prova de amizade Se algum levasse embora at o que eu no tinha. Quem me dera, ao menos uma vez, A Esquecer que acreditei que era por brincadeira Que se cortava sempre um pano-de-cho De linho nobre e pura seda. (Renato Russo, ndios, 1986) Rimas iniciais em cada entrada formando um refro 39. Funo potica EXEMPLO 2: 40. Funo potica: EXEMPLO 3: a a cativa com quem andava de amores na ndia, chamada Brbora Aquela cativa, que me tem cativo, porque nela vivo j no quer que viva. Eu nunca vi rosa em suaves molhos, que para meus olhos fosse mais fermosa. (Luis Vaz de Cames, trovas, sec. XVI) ALITERAO 41. Funo potica: 1. Expressar sentimentos por meio de textos que podem ser enfatizados por formas potica. 42. Funo potica: 1. Expressar sentimentos por meio de textos que podem ser enfatizados por formas poticas. Predomina em: textos literrios, publicitrios e em letras de msica. 43. Funo metalingustica 44. Funo metalingustica 1. O emissor explica um cdigo explicando o prprio cdigo. 45. Funo metalingustica 1. O emissor explica um cdigo explicando o prprio cdigo. Predomina em: filmes que tematizam o prprio cinema, programas de televiso que discutem a funo social da televiso, dicionrios, aulas de gramticas etc. 46. Referncias ABREU-TARDELLI, L.; ODA, L. S.; CAMPOS, M.T.A; TOLEDO, S. Portugus vozes do mundo: literatura, lngua e produo de texto. 1 ed. So Paulo: Saraiva, 2013. CEREJA, W. R.; MAGALHES, T.C. Portugus, linguagens, 1. 9 ed. So Paulo: Saraiva, 2013. Outros slides.