JORNAL DE JUNHO

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  • 1. Jornal Pai Benedito de Aruanda Ano V n 65 Distribuio Gratuita So Carlos, Junho de 2010 EU TRABALHO: De noite e de dia, em lugares frios e quentes, No escuro e no claro, contra o medo e com a coragem, Contra a ignorncia e com inteligncia, A favor dos menos favorecidos e contra os mais abusados, abrindo os caminhos, para os humildes e necessitados, fechando os caminhos, para os desonestos e perversos, Estimulando aqueles que tm vontade de evoluir, esgotando aqueles que pensam apenas: no como prejudicar, Despertando vontades, sensaes e desejos, dando a agonia exata para os que valorizam a luxria acima de tudo, fazendo assim, com que cada vez mais apreciem o seu lixo do seu luxo interior, Utilizando a minha sensualidade para conquistar o que quero, para dar confiana, mas no confio em ningum, em benefcio daqueles que esto com o sentimento ferido, Mas fao sangrar aqueles que feriram os sentimentos dos prximos, dando risada de seus tormentos e de seus labirintos sombrios, para lhe ajudar a viver e respeitando seus limites, colocando os doces da vida a sua frente, mas posso deixar o ardido em seus olhos e sentimentos, Respeitando-lhe e exijo que me respeite, com meu punhal, eu te furo, mas tambm te curo, com minha capa, vermelha e preta bordada de ouro, eu te cubro e protejo, mas tambm descubro e lhe tiro todos os desejos, Com a minha Coroa eu lhe nomeio, envolvo, e ter meu apoio e ser tambm parte do meu reino, mas se pensar em me enganar ser considerado um COITADO. Sobrar apenas um sentimento pequeno: Pena.Quem sou? No sou mundana e nunca fui mulher da vida, sou mulher sim, mas mulher COM vida, Gosto do que belo, mas no gosto da falsidade, hipocrisia, mediocridade e vulgaridade, sou rival e sou parceira, Sou bela, faceira e criativa, com minha criatividade te levanto, Mas com a mesma te devasto e lhe deixo em pranto. Sou um chocolate com pimenta, s vezes doce e outra vezes ardida demais, eu sou me- nina, sou mulher, sou princesa, sou rainha, eu sou a Moa dos caminhos e encruzilhadas. Me chamam de POMBAGIRA RAINHA DAS SETE ENCRUZILHADAS!

2. 02 So Carlos, Junho de 2010Jornal Pai Benedito de Aruanda O que h por trs da ervaNa dcada de 60/70, dois cientistas americanos registraram a partir de seus estudoscom o polgrafo, o aparelho detector de mentiras usado pelos agentes de polcia, umasrie de reaes das ervas em relaes a estmulos externos. Entre outras coisas, porexemplo, as ervas regem com medo quando submetidas a stress, fogo ou perigo iminente;reagem com tranqilidade ao som de msica clssica ou instrumental, executadas porinstrumentos fetos de elementos naturais. Ou mesmo, que as plantas entendem nossohumor e so telepticas.Seus autores publicaram esse trabalho como um estudo acadmico, ctico e cientfico.Suas bases de pesquisa eram puramente tcnicas.No entanto, nossos ndios j conheciam isso h muito tempo. A fora vegetal, ou o espritovegetal.Essa essncia contida em cada espcie vegetal, em cada erva, carrega em si fatores muitoespecficos. Fatores limpadores de miasmas astrais, cortadores de projees magnticasnegativas (olho-gordo, inveja), magias negras e feitiarias. Tambm fatores equilibradoresdo Astral, energizadores, calmantes pra o esprito agitado, direcionadores (tomada dedeciso), ou mesmo, fatores mais especficos como propiciadores de prosperidade, queatraem fatores pessoais apostos (atrao pessoal), estimulantes e energticos sexuais, eprincipalmente fatores curadores, os fatores medicinais.O que encontramos nas essncias fsicas das ervas, na parte fitoqumica do vegetal, simplesmente uma pequena parte e amostra do poder da erva. Se esse componente materialfor aliado ao poder espiritual contido nela, com certeza a cura se multiplicar em velocidadee intensidade. LanamentosLanamentos Rubens Saraceni O CavaaleiroOs Pergaminhosdo Arco ris Perdidos DeDeRubens Saraceni Rubens Saraceni Benedi to Jornal P a i Benedito de Ar uandaEXPEDIENTE: Iniciativa:Templo de Umbanda Sagrada Pai Benedito de Aruanda So Carlos SP: Distrito Industrial Arona - Rua Principal, Lotes 5 e 6 - Rod. Washington Luiz Km 225 Presidente: Cristina Nogiri e Vice-Presidente: Laerte Nogiri Endereo p/ contato: Av. Salum, 393 - Vila Prado So Carlos SP CEP 13560-000 - Tel.: (16) 3371- 6136 E-Mail: jornalpba@yahoo.com.br/Editorao: Silvio Cruzara: (16) 9 247 - 0 250Jornalista Responsvel: Ely Venancio MTB - 42317/ SP REVISO DE TEXTO: PAULO PRATAColaboradores: Silvio Cruzara, Laerte Nogiri, Cristina Nogiri, Jeyson Teixeira, Arnaldo Sanchez, Miguel Cimatti, Fiori,Ricardo JesusTiragem: 1.500 exemplares 3. Jornal Pai Benedito de AruandaSo Carlos, Junho de 201003 Como Vou Chamar Meu Anjo? Uma criana pronta para nascer perguntou a Deus: Criana: - Dizem-me que estarei sendo enviado Terra amanh. Como eu vou viver l sendo assim pequeno e indefeso? Deus: - Entre muitos anjos, escolhi um especial para voc. Estar lhe esperando e tomar conta de voc. Criana: - Mas diga-me: aqui no Cu eu no fao nada a no ser cantar e sorrir, o que suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz l? Deus: - Seu anjo cantar e sorrir para voc... A cada dia, a cada instante, voc sentir o amor do seu anjo e ser feliz. Criana: - Como poderei entender quando falarem comigo se eu no conheo a lngua que as pessoas falam? Deus: - Com muita pacincia e carinho, seu anjo lhe ensinar a falar. Criana: - Eu ouvi que na terra h homens maus. Quem me proteger? Deus: - Seu anjo lhe defender mesmo que signifique arriscar sua prpria vida. Criana: - E o que farei quando quiser Te falar? Deus: - Seu anjo juntar suas mozinhas e lhe ensinar a rezar. Criana: - Mas eu serei sempre triste porque no Te verei mais. Deus: - Seu anjo sempre lhe falar sobre Mim e lhe ensinar a maneira de vir a Mim. Desta forma Eu estarei sempre dentro de voc. Nesse momento havia muita paz no Cu, mas as vozes da Terra j podiam ser ouvidas... A criana, apressada, suavemente pediu: - Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me, por favor... Qual o nome do meu anjo? E Deus respondeu: - Voc chamar seu anjo... De Mame Autor desconhecido. 4. 04 So Carlos, Junho de 2010 Jornal Pai Benedito de AruandaEste curso destina-se formaode Magos das Pedras; seguindo osfundamentos da Lei e da JustiaDivina, atravs do estudo da escritasagrada, cabalas e mandalas dosDivinos Tronos de Deus, assim comoativao e manipulao das pedras,as pedras so valorizadas por suaspropriedades magicas e espirituais ecurativas, limpeza e harmonizao deambientes.Te r c o m o c o n d i o a o u t o r g ad e s t e s S a g r a d o s Tr o n o s pa r a s u aevocao magstica.O aluno poder, aps ter seiniciado e consagrado em rituaisprprios nos mistrios da MagiaDivina da Sete Pedras Sagradas,utilizar tal conhecimento em benef-cio prprio e de terceiros para anularatuaes negativas. ontato Entr e em c aber tas incries O curso ser ministrado por Mago eMaga formado, consagrado eoutorgado pelo Mestre RubensSaraceni, com cursos concludos no Colgio Magno de Umbanda Sagrada e Colgio Tradio de Magia Divina, q u e m i n t e r e s s a r, a s i n s c r i e s esto abertas. Durao do Curso: 4 a 5 mses. Templo Pai Benedito de Aruanda 5. Jornal Pai Benedito de Aruanda So Carlos, Junho de 201005REENCARNAO Experincia de quase-morte Estudos realizados em hospitais entre sobreviventes a paradas cardacas aonde se observou o fenmeno conhecido como experincia de quase-morte, incluindo os do cardiologista holands Pim Van Lommel, demonstram achados que so compatveis com fenmenos neurolgicos causados pela hipxia (falta de oxignio no crebro em pacientes nos quais a morte enceflica no foi comprovada, por medicaes como a quetamina ou pela induo de hipxia cerebral por alta gravidade, incluindo viso em tnel, comunho com entidades espirituais e sada do corpo, podendo ser considerados como alucinaes. Cientistas e mdicos relatam inmeras experincias de quase-morte que sucederam em situaes operatrias onde os pacientes estiveram em perodo de inconscincia (estado alterado de conscincia, induzido por anestsicos que incluem a ketamina) ou reanimados aps parada cardaca, onde h reduo da atividade cerebral, mas sem demonstrao de ausncia da mesma (mesmo a ausncia de atividade eletroencefalogrfica, ou eletroatividade, no considerada fidedigna de ausncia de atividade cerebral). Mesmo assim, esses relatos anedticos so freqentemente utilizados como justificativa de que no seria possvel que a experincia de quase morte fosse, portanto, originada em quaisquer funes biolgicas ou qumico-elctricas e de que a conscincia sobreviveria morte do corpo fsico.Relatos de Casos: Por outro lado, h pesquisa efetuada mundialmente pelo professor de psiquiatria norte-americano da Universidade de Virgnia Ian Stevenson, desde os anos 1960, com mais de 2.500 relatos que sustentariam a reencarnao. Note-se que a crena de que o corpo fsico de algum apresentaria marcas explicveis por acontecimentos ocorridos em vidas passadas no se aceitam bem com a idia costumeira, implcita na crena - no estudada - na reencarnao, de que corpo e alma so independentes. No entanto, ao explicarmos as narrativas levando-se em conta o Perisprito, veremos que os casos relatados representam fielmente a Doutrina esprita sistematizada cientificamente por Allan Kardec.Crticas: Cticos criticam tais estudos de casos, por melhor descritos que sejam, por serem evidncias anedticas coletadas retrospectivamente, alm de no eliminarem a possibilidade de fraude. De fato, normalmente no h controle contra a fraude, porm os reencarnacionistas apontam que existem caractersticas tpicas de tais casos que seriam difceis de serem fraudadas, tais como os defeitos e as marcas de nascimento, e as fobias demonstradas pelas crianas. No entanto, tais casos so descritos retrospectivamente - uma 6. 06So Carlos, Junho de 2010 Jornal Pai Benedito de Aruanda fobia especfica, determinada marca de nascena ou preferncias pessoais, so explicadas encontrando- se relatos de pessoas que morreram de determinada forma, tiveram algum tipo de leso ou tinham determinadas preferncia