Apresenta§£o ncleo goias

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Apresentação realizada no núcleo de transferencia de tecnologia da Embrapa Gado de Leite em Goias.

Text of Apresenta§£o ncleo goias

  • WORKSHOP 1

    ESTUDO DE CASO PARA REDUO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DA ATIVIDADE LEITEIRA

    Embrapa Arroz e Feijo

    15 de fevereiro de 2011

    Marcelo Henrique Otenio Embrapa Gado de Leite

  • GERENCIAMENTO DE RESDUOS

    BIOLGICOS

  • CONTEXTUALIZAO DOS RESDUOS BIOLGICOS

    ESCOPO

    TCNICO-OPERACIONAL LEGAL DEFINIO, CLASSIFICAO, LEGISLAO - VIGENTES DIFERENTES FONTES GERADORAS e Vol. PRODUO HISTRICO CLASSIFICAO, PERICULOSIDADE GERENCIAMENTO DOS RESDUOS BIOLGICOS/RSS QUESTES TCNICO-OPERACIONAIS E ADMINISTRATIVAS

    RSS

  • Todo e qualquer resduo

    resultante de atividade humana

    NBR 10.004/04 - ABNT

    RESDUOS SLIDOS - DEFINIO

  • Classe I - Perigosos - inflamabilidade, reatividade,

    toxicidade, corrosividade e/ou patogenicidade

    Classe II No Perigosos

    II A - No Inertes combustibilidade, biodegradabilidade

    ou insolubilidade

    II B - Inertes - rochas, vidros, certos plsticos

    e borrachas

    NBR-10.004/04 - ABNT

    CLASSIFICAO

  • DENOMINAO

    LIXO HOSPITALAR

    RESDUOS DE SERVIOS DE SADE

    (ABNT ) NBR 12 8O7 1987/1993

    Takayanagui, 2005

  • RESOLUO CONAMA

    No. 358/2005

    Dispe sobre o tratamento e a disposio final dos resduos dos servios de sade e d outras providncias

    Corrobora a RDC Anvisa No. 306/04

  • QUEM D AS DIRETRIZES LEGAIS NO BRASIL (hoje)?

    RSS

    CONAMA

    ANVISA

    RDC no. 306/2004

    Res. no. 358/2005

  • Indstrias, Servios de Controle de Zoonoses e de Campo, Tatuagem, Acupuntura, Embalsamamento, Ensino,Tratamento Hemo/Quimioterpico e Produo de Hemoderivados

    RES. CONAMA no. 5/93 e 283/01

    RDC-Anvisa no. 306 7/12/2004 e Resol. Conama no. 358 29/04/2005

    DEFINIO/ORIGEM
    Resduos de Servios de Sade - RSS

    Qualquer unidade que execute atividades de natureza mdico-assistencial humana ou animal (Hospitais, Farmcias, Laboratrios, Consultrios Mdicos, Odontolgicos e Veterinrios, Bancos de Sangue/Leite))Centros de pesquisa, desenvolvimento ou experimentao na rea de farmacologia e sadeMedicamentos e imunoterpicos vencidos ou deterioradosNecrotrios, funerrias e servios de medicina legal Barreiras sanitrias
  • Classificao dos RSS por risco potencial sade e ao meio ambiente

    Grupo A: presena de agentes biolgicosGrupo B: presena de agentes qumicosGrupo C: rejeitos radioativosGrupo D: resduos comuns

    Res.Conama 5/93 e 283/01

    Grupo E: perfurocortantes e/ou escarificantes

    RDC 306/04 (Anvisa) e Res Conama 358/05

  • Classificao e Identificao

    Grupo B

    Grupo C

    Grupo D

    Grupo E

    Grupo A

  • PRINCIPAIS CARACTERSTICAS DOS RSS

    Resduos Perigosos Classe I

    PericulosidadePatogenicidade: presena de agentes infectantes (microorganismos e toxinas)Toxicidade: presena de substncias qumicas

    agregadas ao resduo

    GRUPOS A, B, C, E

  • GESTO AMBIENTAL

    Preocupao de Diferentes Setores

    Melhor Condio Ambiental

    Produtores/Administradores/Consumidores

    Minimizao de Impactos Ambientais ( ~ SADE PBLICA)

    SISTEMA DE GESTO AMBIENTAL

  • SISTEMA DE GESTO AMBIENTAL SGA

    NA REA DE RSS

    Nova Possibilidade de Melhoria Ambiental Minimizao de Riscos/Danos/Impactos na Sade Humana e Ambiente

    PRINCPIOS: Sustentabilidade, Precauo,

    Preveno e Poluidor-Pagador

    PGRSS

  • SISTEMA DE GESTO AMBIENTAL - SGA

    Inclui:

    Estrutura OrganizacionalAtividades de PlanejamentoResponsabilidadesPrticasProcedimentosProcessosRecursos

    Poltica Ambiental

    Poltica Institucional Conscincia Ambiental

    Requer:

    PGRSS

    ISO 14001:96

  • BRASIL

    Res. Conama 5/93

    RDC Anvisa 306/04

    Res. Conama 358/05

    Juiz de Fora - MG

    Lei Municipal 9896/2000

    (COMDEMA) Deliberao 22/2005;

  • Plano de Gerenciamento de Resduos

    de Servios de Sade (PGRSS)

    FERRAMENTA / DOCUMENTO de GESTO; DIRECIONA O PROCESSO DE GESTO DOS RSS; DESCREVE TODAS AS ETAPAS E AES DO MANEJO, at TRATAMENTO E DISPOSIO FINAL; DINMICO E ESPECFICO PARA CADA REALIDADE ; PROTEO DA SADE PBLICA .
  • PGRSS PONTOS ESTRATGICOS

    TCNICO-ESTRUTURAL e OPERACIONAL DIAGNSTICO / INVENTRIO CONHECIMENTO PONTOS DE GERAO, TIPIFICAO e MANEJO Segregao TRATAMENTO / ARMAZENAMENTO / DESTINAO RECURSOS FSICOS E MATERIAIS LOCAL DE APRESENTAO COLETA EXTERNA CONHECIMENTO E INTEGRAO NORMAS E ROTINAS AMBIENTAIS LOCAIS E INTERNAS ESTRATGIAS DE MINIMIZAO
  • PGRSS PONTOS ESTRATGICOS

    RECURSOS HUMANOS GERENTE IDENTIFICAO DE RESPONSVEL TCNICO ART COMPOSIO DE EQUIPE TCNICA ROTINAS EDUCAO CONTINUADA / TREINAMENTO SUPERVISO/MONITORAMENTO/AVALIAO INDICADORES do PROCESSO e dos ATORES SADE OCUPACIONAL
  • TRATAMENTO

    SEGREGAO

    MANEJO DOS RSS

    ACONDICIONAMENTO

    COLETA INTERNA

    ARMAZENAMENTO

    COLETA EXTERNA

    DISPOSIO FINAL

    IDENTIFICAO

  • EMBRAPA GADO DE LEITE

  • Laboratrio Quantidade mdia em kg/ms (Dezembro de 2007 a Setembro de 2011)Grupo A e B Saco branco leitosoGrupo E Caixa de perfurocortanteTotal/MsParasitologia5,90,523,21Gentica vegetal0,450,30,37Reproduo Animal8,361,815,08Microbiologia do Rmen8,161,754,95Gentica Molecular9,130,294,71Qualidade do Leite8,680,444,56Microbiologia do Leite21,430,3710,9Entomologia0,50,270,38Biotecnologia e Fis. Veg.0,040,490,26Anlise de Alimentos4,083,073,57
  • Procedimento Operacional Padro

    (POP)

  • O POP padroniza os processos realizados em laboratrios, garantindo aos usurios a ausncia de variaes na qualidade final das anlises

  • O POP propicia:

    A padronizao das aes em todos os laboratrios

    Treinamento de todos (funcionrios, estagirios e prestadores de servio) envolvidos para saberem como agir

    A continuidade dos processos

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  • 7 - ANEXOS

    Anexo 1 Modelo do protocolo de controle de peso e entrega semanal dos Resduos Biolgicos descartados.

    Anexo 2 Modelo do protocolo de controle de peso e entrega mensal dos Resduos Biolgicos descartados.

    Controle SemanalPROTOCOLO DE CONTROLE DE PESO E ENTREGA SEMANAL DOS RESDUOS BIOLGICOS DESCARTADOSUNIDADE GERADORA:QUANTIDADE Kg/SEMANATOTAL GERADO SEMANALDATARESPONSVEL PELA ENTREGARESPONSVEL PELO RECEBIMENTOGRUPO A (A1 e A4) e B SACO BRANCO LEITOSOGRUPO E CAIXA DE PERFUROCORTANTE&C&A&CPgina &PControle MensalPROTOCOLO DE CONTROLE DE PESO E ENTREGA MENSAL DOS RESDUOS BIOLGICOS DESCARTADOSUNIDADE GERADORA:MS DE REFERNCIA:QUANTIDADE Kg/SEMANATOTAL GERADO SEMANALRESPONSVEL PELA ENTREGAGRUPO A (A1 e A4) e B SACO BRANCO LEITOSOGRUPO E CAIXA DE PERFUROCORTANTETOTAL GERADO MENSAL&C&A&CPgina &P
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  • COMPOSTAGEM DE CARCAAS E PENEIRA SEPARADORA DE SLIDOS

  • INTRODUO

    Com grande preocupao ambiental tem-se buscado novas alternativas para a destinao correta de carcaas, no meio rural uma possibilidade a compostagem.

    uma soluo prtica ambientalmente, e economicamente vivel.

    Uma alternativa tecnolgica e de manejo simples, que produz o biofertilizante para usos mltiplos.

  • Vantagens

    O processo de compostagem vantajoso pois no causa poluio no solo nem no ar. Destri os agentes causadores de doenas, evita a formao de odores, no contamina o lenol fretico, pode ser feito em qualquer poca do ano e disponibiliza para o solo nutrientes que podem ser substitutos do adubo em alguns tipos de culturas.

  • MONTAGEM DA COMPOSTEIRA

    E necessrio a escolha de um local adequado: plano e distante a pelo menos 60 metros de cursos dgua;

    A base (cama) deve ter em torno de 60 cm de altura e 3,5 m de comprimento deve-se deixar uma rea livre tambm de 60 cm em torno da carcaa;

    E necessrio perfurar o rumem do animal morto para que no ocorra exploso;

  • continua

    A carcaa deve ser coberta com material seco (vegetal), de alto teor de carbono, sendo possvel a utilizao de silagem velha, serragem ou esterco seco;

    Para animais grandes o tempo de decomposio varia de 2 a 4 meses mas pode variar de acordo com o clima da regio;

    Havendo morte de animais menores, restos de placenta ou outros restos de carcaa pode utilizar o mesmo procedimento, inclusive adicionar na montagem para um animal

  • http://youtu.be/ZVu_cwdESsU

  • FALHAS NO MANEJO

    Excesso ou falta de gua;

    Presena de moscas;

    Maus odores;

    Aerao:

    Tipo de substrato;

    Compactao por pisoteio.

  • COMPOSTEIRA restos de alimento e grama na sede Juiz de Fora

  • PENEIRA SEPARADORA DE SLIDOS

  • FUNO

    A funo desta peneira separar partculas slidas trazidas pela gua da lavagem de currais e salas de ordenha, e otimizar o uso de dejetos, como biofertilizante (fertirrigao) nas pastagens no entorno da propriedade.
  • Peneira em funcionamento

  • CAIXA DE ARMAZENAMENTO DE AGUA J SEPARADA DOS SLIDOS

  • ASPECTOS AMBIENTAIS

    Manejo adequado do efluente gerado;

    Facilidade de aplicao do biofertilizante lquido;

    Utilizao do biofertilizante como insumo para suplementar Nitrognio e Fsforo em culturas como (capim, cana-de-acar, reflorestamentos e jardins)

  • Controle de Roed