Int. à Logica de Programação

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Text of Int. à Logica de Programação

  • Introduo Programao e Algoritmia

    Antnio MansilhaESCOLA E. B. 2,3 /S D. SANCHO II ALIJantoniomansilha.agalijo@gmail.com

    Curso Profissional de Tcnico de Gesto e Programao de Sistemas Informticosantoniomansilha.agalijo@gmail.com

    Introduo Lgica da Programao

    A lgica uma cincia de carcter matemtica e fortemente ligada Filosofia.1.1 - LgicaA lgica o ramo da filosofia que trata das regras do bem pensar, ou do pensar correcto, sendo, portanto, um instrumento do pensar. A aprendizagem da lgica no constitui um fim em si, mas um meio de garantir que nosso pensamento se faz correctamente para chegar a conhecimentos verdadeiros.

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    Introduo Lgica da Programao

    A lgica de programao necessria a quem deseje desenvolver sistemas e programas, permitindo definir a sequncia lgica para o desenvolvimento. Lgica de programaoLgica de Programao a tcnica de encadear pensamentos para atingir determinado objectivo, isto , para resolver determinado problema.

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    Estes pensamentos, podem ser descritos como uma sequncia de instrues, que devem ser seguidas para se cumprir uma determinada tarefa. 1.2 - Sequncia LgicaSequncia Lgica so passos executados at atingir um objectivo ou soluo de um problema.

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    Em linguagem comum, so um conjunto de regras ou normas definidas para a realizao de alguma tarefa.1.3 - InstruesEm informtica, instruo a informao que indica a um computador uma aco elementar a executar.

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    Uma ordem isolada no permite realizar o processo completo, para isso necessrio um conjunto de instrues colocadas em ordem sequencial lgica.

    Por exemplo, se quisermos fazer uma omoletas de batatas, precisaremos de executar uma srie de instrues: descascar as batatas, bater os ovos, fritar as batatas, etc...Essas instrues tem que ser executadas numa ordem adequada no se pode descascar as batatas depois de frit-las.Assim, uma instruo isolada no faz muito sentido; para obtermos o resultado, precisamos de executar o conjunto de todas as instrues, na ordem correcta. 1.3 - Instrues

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    Um algoritmo , formalmente, uma sequncia finita e no ambgua de instrues, conducentes soluo de um determinado problema / execuo de uma tarefa.

    Estas instrues no podem ser redundantes nem subjectivas na sua definio; devem ser claras e precisas; cada uma das quais pode ser executada mecanicamente, numa quantidade finita de tempo e com uma quantidade finita de esforo. Exemplos de algoritmos: - algoritmos das operaes bsicas (adio, multiplicao, diviso e subtraco) de nmeros reais decimais; - os manuais de electrodomsticos; - ou operaes mais simples que podem ser descritas por sequncias lgicas, como seja uma receita de culinria ou a troca de um pneu de um carro.1.4 - Algoritmos

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    Formas de Representao de Algoritmos

    Dentre as formas de representao de algoritmos mais conhecidas podemos citar:

    Descrio Narrativa;Fluxograma Convencional;Pseudocdigo, tambm conhecido como Linguagem Estruturada ou Portugol.

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    Formas de Representao de AlgoritmosDescrio Narrativa

    Nesta forma de representao os algoritmos so expressos directamente em linguagem natural.

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    Descrio Narrativa

    Receita de bolo:Misture os ingredientesUnte a forma com manteigaDespeje a mistura na formaSe houver coco raladoento despeje sobre a misturaLeve a forma ao fornoEnquanto no corar deixe a forma no fornoRetire do fornoDeixe arrefecerTomar um banho:Entrar na casa de banho e tirar a roupaAbrir a torneira do chuveiroEntrar na guaEnsaboar-seSair da guaFechar a torneiraEnxugar-seVestir-seTroca de um pneu furado:Desapertar ligeiramente asporcasSuspender o carroRetirar as porcas e o pneuColocar o pneu de reservaApertar as porcasBaixar o carroDar o aperto final nas porcas

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    Formas de Representao de AlgoritmosFluxograma Convencional

    uma representao grfica de algoritmos onde formas geomtricas diferentes implicam aces (instrues, comandos) distintas.Tal propriedade facilita o entendimento das ideias contidas nos algoritmos e justifica a sua popularidade.Esta forma aproximadamente intermediria descrio narrativa e ao pseudocdigo (subitem seguinte), pois menos imprecisa que a primeira e, no entanto, no se preocupa com detalhes de implementao do programa.

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    Formas de Representao de AlgoritmosFluxograma Convencional

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    Fluxograma Convencional

    Exemplo: Clculo da mdia de um aluno sob a forma de um fluxograma.

    Partindo do smbolo inicial, h sempre um nico caminho orientado a ser seguido, representando a existncia de uma nica sequncia de execuo das instrues

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    Formas de Representao de AlgoritmosPseudocdigo

    Esta forma de representao de algoritmos rica em detalhes, como a definio dos tipos das variveis usadas no algoritmo. Assemelha-se bastante forma em que os programas so escritos.Esta representao suficientemente geral para permitir que a traduo do algoritmo para uma linguagem de programao especfica seja praticamente directa.

    Texto bem escrito em portugus e facilmente traduzido para qualquer lngua.

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    PseudocdigoA forma geral da representao de um algoritmo na forma de pseudocdigo.

    Algoritmo ;;

    Incio

    Fim

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    Pseudocdigo Representao do algoritmo do clculo da mdia de um aluno, na forma de um pseudocdigo.

    Algoritmo ;;

    Incio

    Fim

    Algoritmo Calculo_Media; Var N1, N2, MEDIA: real;Incio Leia (N1, N2); MEDIA (N1 + N2) / 2; Se MEDIA >= 7 ento Escreva Aprovado Seno Escreva Reprovado; Fim_SeFim

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    Exerccios Faa no seu caderno:Crie uma sequncia lgica para escovar os dentes depois das refeies.Crie uma sequncia lgica para substituir uma lmpada fundida de um candeeiro.Crie uma sequncia lgica para encontrar o nmero de telefone de um dado nome numa lista telefnica.

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