8. ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES .de Abril, constando os princípios gerais da sua organização e funcionamento

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UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

8. ANEXOS S DEMONSTRAES FINANCEIRAS

8.1 CARACTERIZAO DA ENTIDADE

8.1.1 Identificao

UBI Universidade da Beira Interior

Convento de Santo Antnio 6201 001 Covilh

N Contribuinte: 502083514

Classificao Orgnica 101040105

108040105 Inv. Plano

Ministrio da Cincia, Tecnologia e Ensino Superior.

8.1.2 Legislao

A Universidade da Beira Interior foi instruda pelo decreto-lei n. 76-B/86, de 30 de Abril

de Abril, constando os princpios gerais da sua organizao e funcionamento da respectiva

Lei Orgnica, aprovada pelo decreto-lei n. 319-B/88, de 13 de Setembro.

Posteriormente na sequncia da publicao da Lei n. 108/88 de 24 de Setembro, que define

a Autonomia das Universidades, foram aprovados por Despacho Normativo n.82/89, de 14

de Agosto os seus Estatutos, tendo os mesmos, bem como aquele Despacho Normativo,

sido publicado no Dirio da Repblica, I Srie, n. 199, de 30/08/89.

8.1.3 Estrutura organizacional

A Universidade da Beira Interior desenvolve as suas actividades de acordo com um modelo

de organizao matricial tendo como unidades orgnicas de base as Unidades Cientfico

Pedaggicas, constitudas estas por Departamentos envolvendo reas cientficas afins e

dispondo de recursos humanos e materiais necessrios a prossecuo dos seus objectivos.

De acordo com os Estatutos:

Universidade da Beira Interior, adiante designada abreviadamente por UBI, uma pessoa

colectiva de direito pblico e goza de autonomia estaturia, cientfica, pedaggica,

administrativa, financeira e disciplinar.

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

UBI compete a atribuio de graus e ttulos acadmicos e honorficos, de outros

certificados e diplomas, bem como a concesso de equivalncia e o reconhecimento de

graus e habilitaes acadmicos.

Para o prossecuo dos seus fins, no mbito do ensino, investigao e prestao de

servios, a UBI constituda por:

a) Unidades Cientfico Pedaggicas;

b) Centros.

A criao, integrao, modificao ou extino das Unidades Cientfico Pedaggicas e

dos Centros, regula-se pelo disposto na alnea e) do art. 25 e alnea c) do n. 2 do art. 28

da Lei da Autonomia das Universidades.

A organizao e o funcionamento das actividades de ensino, investigao e prestao de

servios, constam de regulamento aprovado pelo Reitor, por proposta do Conselho

Cientfico.

As Unidades Cientfico Pedaggicas gozam de autonomia cientfica, pedaggica e

administrativa nos termos da lei, dos Estatutos e de regulamentos aprovados pelo Senado

por proposta do Reitor da UBI, ouvido o Conselho Cientfico.

As Unidades Cientfico Pedaggicas organizam-se em departamentos.

A organizao interna e funcional dos departamentos consta de regulamentos aprovados

pelo Reitor, por proposta das Unidades Cientfico Pedaggicas.

Os Centros so unidades de apoio ao ensino, de investigao e de prestao de servios

comunidade e gozam de autonomia administrativa, nos termos fixados pelos Estatutos da

UBI.

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

So rgos de governo da UBI:

a) A Assembleia da Universidade;

b) O Reitor;

c) O Senado Universitrio;

d) O Conselho Administrativo.

Para apoio ao Reitor, no exerccio da sua competncia, a UBI dispe, ainda, dos seguintes

rgos:

a) Conselho Cientfico;

b) Conselho Pedaggico;

c) Conselho Consultivo.

So rgos das Unidades Cientfico Pedaggicas:

a) A Assembleia de Representantes;

b) O Conselho Directivo;

c) O Conselho Pedaggico Cientfico.

So rgos dos Centros:

a) O Director;

b) O Conselho Administrativo;

c) O Conselho Tcnico

8.1.4 Descrio sumria das Actividades

Ao mesmo tempo em que um polo dinamizador da regio em que se insere, serve por

natureza e vocao toda a comunidade portuguesa e promove a cooperao a nvel nacional

e internacional dando, neste mbito, preferncia aos pases de lngua portuguesa e

europeus nomeadamente atravs do intercmbio cultural, cientfico e tcnico com

instituies congneres.

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

Como Instituio que tem como princpios fundamentais os que definem a moderna

Universidade, prossegue os seus fins atravs da simbiose entre a Investigao e o

Ensino, desenvolvendo simultaneamente a interaco com a comunidade extra

universitria, nomeadamente atravs da Prestao de Servios Comunidade.

A UBI tem, assim por actividades e finalidades:

a) A formao humana, cultural, cientfica e tcnica;

b) O desenvolvimento da investigao fundamental e aplicada, tendo em vista as

necessidades da comunidade no mbito regional e nacional;

c) A prestao de servios directos comunidade numa base de valorizao

recproca.

8.1.5 - Recursos Humanos (mapa anexo)

8.1.6 Organizao Contabilstica

A Universidade dispe de um Sistema Integrado de Contabilidade criado internamente

pelos tcnicos da rea de Contabilidade e de Informtica.

O sistema tem sido desenvolvido luz do Poc-Educao e j responde, de uma maneira

geral, s suas exigncias.

Actualmente h algum empenho no desenvolvimento da Contabilidade Analtica e das

Contas Consolidadas.

Este sistema permite-nos:

- O cabimento prvio das despesas

- O registo das receitas e das despesas

- Planos mensais por rubricas oramentais

- Autorizaes de pagamento

- Pagamento por cheque automtico ou no

- Pagamento por transferncias bancrias

- Conta corrente de fornecedores e de clientes

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- Facturao de venda de bens e prestao de servios

deste sistema que extramos as diversas listagens com as quais constitumos os nossos

livros de registo contabilstico tanto oramental como patrimonial.

O arquivo dos documentos de despesas encontra-se organizado por actividades (projectos),

por rubricas oramentais e por nmero de referncia.

O arquivo dos documentos de receita encontra-se organizado por actividades / fontes de

financiamento e por datas.

Na Tesouraria o arquivo est organizado por conta bancria e por datas.

Em termos de imobilizado dispomos de programa informtico prprio adquirido no

exterior, que permite efectuar toda a gesto do imobilizado.

8.2 NOTAS AO BALANO E DEMONSTRAO DOS RESULTADOS POR

NATUREZA

8.2.1 POC Educao As demonstraes financeiras foram elaboradas com base no POC Educao

8.2.2 Comparao com ano anterior Em 2006 foram realizados diversos movimentos, que tiveram como objectivo o

cumprimento do princpio da especializao do exerccio (consagrado como um dos

princpios contabilsticos no POCE), do qual destacamos:

(i) Reconhecimento do subsdio de frias e frias de 2006 a liquidar em 2007 2.923

milhares de euros (contrapartida custos com pessoal);

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(ii) Ajustamento por contrapartida de capitais prprios do subsdio de ferias e frias de

2005 mas suportado em 2006 2.719 milhares de euros;

(iii) Transferncia de subsdios ao investimento que em exerccios anteriores foram

directamente reconhecidos como proveitos, para a rubrica de proveitos diferidos -

7.979 milhares de euros (contrapartida capitais prprios);

(iv) Outros ajustamentos ao nvel da especializao do exerccio, que tiveram um

impacto negativo nos capitais prprios da entidade 608 milhares de euros

(contrapartida capitais prprios).

Durante o exerccio de 2006, e de acordo com os critrios definidos pelo POCE, as

residncias e cantinas foram transferidas do patrimnio da Universidade da Beira Interior

(UBI) para os Servios da Aco Social da UBI (SASUBI). Esta transferncia implicou que

o activo e fundos prprios da UBI sofressem uma reduo de 8.540 milhares Euros.

8.2.3 Critrios Valorimtricos A entidade registou o seu imobilizado da seguinte forma:

(i) os terrenos, recursos naturais, edifcios e outras construes adquiridos ou

construdos antes de 01.01.2002, foram registados ao valor da avaliao efectuada por uma

entidade independente, que teve como objectivo reintegrar estes bens na contabilidade pelo

o seu justo valor;

(ii) A integrao dos bens adquiridos antes de 01.01.2002 (incluindo os mencionado

no ponto anterior), na contabilidade patrimonial teve como contrapartida os Fundos

Prprios da Universidade;

(iii) os terrenos e edifcios adquiridos posteriormente a 01.01.2002, foram

contabilizados pelo seu custos de aquisio que inclui todos os gastos suportados directa ou

indirectamente para o colocar no seu estado actual ao custo histrico;

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(iv) os restantes bens do activo imobilizado foram registados atravs do valor

presente no CIBE (Cadastro e Inventrio dos bens do Estado) e pelo seu valor de aquisio,

ou seja, pelo o custo histrico.

O clculo das amortizaes foi efectuado com base nas taxas definidas na Portaria

671/2000 de 17 de Abril, que regulamenta o Cadastro e Inventrio de Bens do Estado

(CIBE), numa base anual, pelo mtodo das quotas constantes.

b) Investimentos financeiros

Os investimentos financeiros encontram-se