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A PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ 1. DISPOSIÇÕES ... · 1 DTA/DIVISÃO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO EDITAL DO CONCURSO PÚBLICO N° 368/2014 A PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ,

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    DTA/DIVISO DE RECRUTAMENTO E SELEO

    EDITAL DO CONCURSO PBLICO N 368/2014

    A PREFEITURA DO MUNICPIO DE JUNDIA, por meio da Secretaria Municipal de Recursos Humanos, nos termos dos Processos ns 2.133-6/2014, 25.332-7/2014, 25.333-5/2014 e 26.298-9/2014, faz saber que realizar Concurso Pblico para provimento dos cargos adiante mencionados, de acordo com as instrues a seguir.

    1. DISPOSIES PRELIMINARES

    1.1. O Concurso Pblico ser regido por este Edital, seus Anexos e eventuais retificaes sendo sua execuo de responsabilidade do Instituto Brasileiro de Administrao Municipal IBAM com superviso da Comisso Especial do Concurso.

    1.2. Os cargos, nmero de vagas, carga horria semanal, vencimentos e os requisitos para preenchimento so os estabelecidos na tabela que segue:

    Cd. do

    Cargo Cargo Vagas Escolaridade / Requisitos

    Carga Horria

    Semanal

    Salrio Base

    R$

    Auxlio transporte

    Auxlio alimentao

    101 DIRETOR DE ESCOLA

    01

    Licenciatura plena em Pedagogia, com habilitao em Administrao Escolar e experincia mnima de 05 (cinco) anos de efetivo exerccio no magistrio como docente.

    40 H 6.665,53 240,00 420,00

    102

    PROFESSOR EDUCAO BSICA I

    01 Licenciatura plena em Pedagogia ou Normal Superior

    30 H 3.373,13 240,00 420,00

    103

    PROFESSOR EDUCAO BSICA II - ARTE

    01

    Superior completo com habilitao especfica em nvel superior correspondente licenciatura plena, conforme Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional.

    30 H 3.373,13 240,00 420,00

    104

    PROFESSOR EDUCAO BSICA II - ESPANHOL

    01

    Superior completo com habilitao especfica em nvel superior correspondente licenciatura plena, conforme Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional

    30 H 3.373,13 240,00 420,00

    1.3. Os Anexos deste Edital so os que seguem:

    1.3.1. Anexo I Descries sumrias das atribuies dos cargos.

    1.3.2. Anexo II Programas das Provas.

    1.3.3. Anexo III Formulrio para interposio de recursos.

    1.3.4. Anexo IV Formulrio para solicitao de condio especial para realizao das provas.

    1.3.5. Anexo V Formulrio para entrega dos Ttulos.

    1.4. O Concurso Pblico destina-se a selecionar candidatos para preenchimento, sob Estatuto dos Funcionrios Pblicos Municipais, Lei Complementar n 499, de 22 de dezembro de 2010 e alteraes, Estatuto do Magistrio, Lei Complementar n 511, de 29 de maro de 2012 e

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    demais normas aplicveis ao funcionalismo pblico municipal, das vagas relacionadas na Tabela do item 1.2, nesta data, e mais as que vagarem ou que forem criadas durante o prazo de validade do Concurso Pblico e sero providas mediante admisso dos candidatos nele habilitados.

    1.5. A jornada de trabalho a ser cumprida estar sujeita prestao da carga horria mencionada na Tabela do item 1.2, em turnos diurno ou noturno, podendo incidir em sbado, domingo e feriado, conforme o cargo, no mbito da Prefeitura do Municpio de Jundia, de acordo com as necessidades e convenincias administrativas.

    1.5.1. Observados os critrios de convenincia e necessidade a jornada referida no item 1.5, poder ser reduzida ou ampliada nos termos da lei.

    1.6. Os vencimentos mencionados na Tabela do item 1.2 referem-se ao ms de outubro de 2014 e sero reajustados de acordo com os percentuais aplicados pela Prefeitura aos vencimentos dos servidores pblicos municipais da mesma categoria.

    2. DAS INSCRIES E INSTRUES GERAIS

    2.1. A inscrio do candidato implicar o conhecimento e a tcita aceitao das normas e condies estabelecidas neste Edital e nas normas legais pertinentes, bem como em eventuais retificaes, comunicados e instrues especficas para a realizao do certame, acerca das quais o candidato no poder alegar desconhecimento.

    2.2. Objetivando evitar nus desnecessrio, o candidato dever orientar-se no sentido de recolher o valor de inscrio somente aps tomar conhecimento de todos os requisitos exigidos para o Concurso Pblico.

    2.3. O candidato, ao se inscrever, estar declarando, sob as penas da lei, que, aps a habilitao no Concurso Pblico e no ato da contratao, ir satisfazer as seguintes condies:

    a) ser brasileiro nato ou naturalizado, na forma do artigo 12, pargrafo 1 da Constituio Federal;

    b) ter idade mnima de 18 (dezoito) anos;

    c) estar em dia com as obrigaes do Servio Militar, se do sexo masculino;

    d) estar em situao regular com a Justia Eleitoral;

    e) comprovar escolaridade/pr-requisitos exigidos para o cargo e, quando se tratar de profisso regulamentada, no ato da posse, apresentar o competente registro de inscrio no respectivo rgo fiscalizador;

    f) no registrar antecedentes criminais, impeditivos do exerccio da funo pblica, achando-se no pleno gozo de seus direitos civis e polticos;

    g) ser julgado apto, por ocasio da admisso, ao exame mdico pr-admissional, de carter eliminatrio, a ser realizado pela Prefeitura ou por sua ordem, para constatao de aptido fsica e mental;

    h) no receber proventos de aposentadoria ou remunerao de cargo, funo pblica ou cargo, ressalvados os casos previstos na Constituio Federal;

    i) preencher as exigncias para provimento do cargo segundo o que determina a Lei e a Tabela do item 1.2 do presente Edital;

    j) no ter sido demitido ou exonerado do servio pblico (federal, estadual ou municipal) em consequncia de processo administrativo disciplinar.

    2.4. No ato da inscrio no sero solicitados comprovantes das exigncias contidas no item 2.3, deste Captulo, sendo obrigatria a sua comprovao quando da convocao para ingresso no quadro de servidores da Prefeitura, sob pena de desclassificao automtica, no cabendo recurso.

    2.5. As inscries sero recebidas exclusivamente pela internet no perodo de 13 a 30 de outubro de 2014.

    2.5.1. O perodo de inscrio poder ser prorrogado por necessidade de ordem tcnica e/ou operacional, a critrio da Comisso do Concurso Pblico e do IBAM.

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    2.5.2. A prorrogao de que trata o item anterior poder ser feita sem prvio aviso, bastando, para todos os efeitos legais a comunicao feita no endereo eletrnico www.ibamsp-concursos.org.br.

    2.6. Os valores das inscries so os dispostos na Tabela abaixo:

    Cargos Valor da Inscrio

    Professor de Educao Bsica I

    Professor de Educao Bsica II Arte

    Professor de Educao Bsica II Espanhol

    R$ 83,00

    Diretor de Escola R$ 91,00

    2.7. Ao se inscrever o candidato dever indicar o cdigo da opo do cargo para o qual pretende concorrer, conforme Tabela do item 1.2 deste Edital.

    2.8. Ao inscrever-se no Concurso, recomendvel ao candidato observar atentamente as informaes sobre a aplicao das provas, em especial os requisitos mnimos de escolaridade e exigncias constantes da Tabela do item 1.2 deste Edital.

    2.8.1. O candidato dever optar somente por um cargo, entretanto, caso seja efetuada mais de uma inscrio ser considerado, para efeito deste Concurso Pblico, aquele em que o candidato estiver presente na prova objetiva sendo considerado ausente nas demais opes.

    2.9. As informaes prestadas no formulrio de inscrio via Internet sero de inteira responsabilidade do candidato, reservando-se Prefeitura de Jundia e ao Instituto Brasileiro de Administrao Municipal IBAM o direito de excluir do Concurso Pblico aquele que no preencher esse documento oficial de forma completa e correta e/ou fornecer dados inverdicos ou falsos, sob as penas da lei.

    2.10. Efetivada a inscrio, no sero aceitos pedidos para alterao da opo do cargo.

    2.10.1. Considera-se inscrio efetivada aquela devidamente paga.

    2.11. No haver devoluo da importncia paga, ainda que a maior ou em duplicidade, seja qual for o motivo alegado.

    2.12. No ser concedida iseno da taxa de inscrio.

    2.13. No sero aceitas inscries por via postal ou que no estejam em conformidade com o disposto neste Edital.

    2.14. O candidato sem deficincia que necessitar de condio especial para realizao da prova, dever solicit-la, por escrito mediante preenchimento do formulrio constante do Anexo IV deste Edital, que dever ser encaminhado por SEDEX, endereado Caixa Postal 18.120 aos cuidados do IBAM-SP Departamento de Concursos CEP: 04626-970, REF. Prefeitura de Jundia CONCURSO PBLICO 368/2014 no mesmo perodo destinado s inscries (de 13 a 30/10/2014), IMPRETERIVELMENTE.

    2.14.1. Para efeito do prazo estipulado no item 2.14, ser considerada a data de postagem fixada pela Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos ECT.

    Modelo do Envelope para envio do laudo e solicitao de atendimento especial:

    Ao Instituto Brasileiro de Administrao Municipal IBAM Concurso Pblico 368/2014 Prefeitura de Jundia Solicitao de Condio Especial e Laudo Mdico Caixa Postal 18.120 CEP 04626-970

    2.14.2. O candidato dever, ainda, anexar ao requerimento o laudo mdico (original ou cpia autenticada), atualizado, que justifique a solicitao de condio especial solicitada.

    http://www.ibamsp-concursos.org.br/http://www.ibamsp-concursos.org.br/

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    2.14.3. O candidato que no enviar seu requerimento de solicitao de condio especial para a realizao da prova juntamente com o laudo mencionado no item 2.14.1 at o trmino das inscries, seja qual for o motivo alegado, no ter a condio atendida.

    2.14.4. O atendimento s condies solicitadas ficar sujeito anlise de viabilidade e razoabilidade do pedido.

    2.15. A realizao das provas por estes candidatos, em condies especiais, ficar condicionada possibilidade de faz-las de forma que no importe em quebra de sigilo ou no enseje seu favorecimento.

    2.16. A inscrio do candidato com deficincia dever obedecer, rigorosamente, o disposto no Captulo 3 do presente Edital.

    2.17. O candidato que tenha exercido efetivamente a funo de jurado a partir da vigncia da Lei Federal n 11.689/2008 e at o ltimo dia do perodo das inscries para este Concurso Pblico, poder solicitar, esta opo para critrio de desempate.

    2.17.1. O documento comprobatrio do descrito no item 2.17 dever ser entregue, pessoalmente ou por procurador, durante o perodo de inscrio no Setor de Protocolo Pao Municipal, situado na Avenida da Liberdade s/n - Trreo, das 8 s 18 horas.

    2.17.2. O candidato que no atender ao item 2.17 e 2.17.1 deste Captulo, no ter sua condio de jurado utilizada como critrio de desempate.

    PROCEDIMENTOS PARA INSCRIO VIA INTERNET:

    2.18. Para inscrever-se via Internet, das 9 horas do dia 13 s 23h59min do dia 30/10/2014 o candidato dever acessar o endereo eletrnico www.ibamsp-concursos.org.br, atravs dos links correlatos ao Concurso Pblico e efetuar sua inscrio, conforme os procedimentos estabelecidos abaixo:

    2.18.1. Ler e aceitar o requerimento de inscrio, preencher o formulrio de inscrio, transmitir os dados via Internet e imprimir o boleto bancrio;

    2.18.2. O boleto bancrio disponvel no endereo eletrnico www.ibamsp-concursos.org.br dever ser impresso para o pagamento do valor da inscrio, aps a concluso do preenchimento do formulrio de solicitao de inscrio on-line;

    2.18.3. Efetuar o pagamento da importncia referente inscrio (ver item 2.6) em qualquer banco do sistema de compensao bancria, de acordo com as instrues constantes no endereo eletrnico, at a data do vencimento do boleto bancrio: 31/10/2014

    2.18.4. O pagamento do valor da inscrio poder ser efetuado em dinheiro, cheque do prprio candidato ou dbito em conta corrente de bancos conveniados.

    2.18.4.1. O pagamento efetuado por meio de cheque somente ser considerado quitado aps a respectiva compensao.

    2.18.4.2. Em caso de devoluo do cheque, qualquer que seja o motivo, considerar-se- sem efeito a inscrio.

    2.18.5. O pagamento do boleto dever ser feito, preferencialmente, na rede bancria.

    2.18.6. O IBAM e a Prefeitura de Jundia no se responsabilizam por pagamentos feitos em Supermercados, Lojas e Casas Lotricas.

    2.18.7. O pagamento dever ser efetivado, impreterivelmente, at o dia 31/10/2014, caso contrrio, no ser considerado.

    2.18.8. Em caso de feriado ou evento que acarrete o fechamento de agncias bancrias na localidade em que se encontra o candidato, o boleto dever ser pago antecipadamente.

    2.18.9. O candidato que efetuar o agendamento de pagamento de sua inscrio dever atentar para a confirmao do dbito em sua conta corrente. No tendo ocorrido o dbito do valor agendado (e consequente crdito na conta do IBAM) a inscrio no ser considerada vlida.

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    2.18.10. A partir de dois dias teis aps o pagamento do boleto, o candidato poder conferir no endereo eletrnico do Instituto Brasileiro de Administrao Municipal (IBAM) se os dados da inscrio efetuada pela Internet esto corretos, se foram recebidos e se o valor da inscrio foi creditado.

    2.18.11. Para efetuar consultas o candidato dever acessar o site www.ibamsp-concursos.org.br e no link rea do candidato digitar seu C.P.F e data de nascimento. Para tanto necessrio que o candidato cadastre esses dados corretamente.

    2.18.11.1. Caso o candidato no consiga efetuar consultas relativas a sua inscrio, dever entrar em contato com o IBAM por e-mail: [email protected]

    2.18.11.2. As correes dos dados cadastrais podero ser feitas SOMENTE at DOIS DIAS TEIS ANTES DA APLICAO DAS PROVAS e mediante pedido do candidato, por e-mail enviado ao IBAM: [email protected]

    2.18.11.3. O candidato que no efetuar as correes dos dados cadastrais no poder interpor recurso em favor de sua situao aps a divulgao dessas informaes na lista de classificao, arcando com as consequncias advindas de sua omisso.

    2.18.12. As inscries efetuadas via Internet somente sero confirmadas aps a comprovao do pagamento do valor da inscrio.

    2.18.12.1. Sero canceladas as inscries com pagamento efetuado com valor menor do que o estabelecido e as solicitaes de inscrio cujos pagamentos forem efetuados aps a data de encerramento das inscries ou de formas diferentes s estabelecidas neste Captulo.

    2.18.13. O Instituto Brasileiro de Administrao Municipal e a Prefeitura de Jundia no se responsabilizam por solicitaes de inscries via Internet no recebidas por motivo de ordem tcnica dos computadores, falha de comunicao, congestionamento de linhas de comunicao, bem como outros fatores de ordem tcnica que impossibilitem a transferncia de dados.

    2.18.14. As inscries via internet devem ser feitas com antecedncia, evitando o possvel congestionamento de comunicao no site www.ibamsp-concursos.org.br nos ltimos dias de inscrio.

    2.18.15. O descumprimento das instrues de inscrio constante deste Captulo implicar a no efetivao da inscrio.

    2.18.16. Para efetuar sua inscrio o candidato poder, tambm, utilizar os equipamentos do Programa Acessa So Paulo que disponibiliza postos (locais pblicos de acesso internet) em vrias cidades do Estado de So Paulo. Esse Programa completamente gratuito e o acesso permitido a todo cidado.

    3. DO CANDIDATO COM DEFICINCIA

    3.1. Ser assegurada aos candidatos com deficincia, a reserva de vaga neste Concurso Pblico, na proporo de 5% (cinco por cento) das vagas oferecidas e das que porventura vierem a ser criadas durante o prazo de validade do concurso.

    3.1.1. As fraes decorrentes do clculo do percentual devero ser elevadas at o 1 (primeiro) nmero inteiro subsequente, desde que no ultrapasse o limite mximo de 20% das vagas oferecidas, conforme disposto no artigo 1, 3 e 4 da Lei Municipal n 4.420, de 20 de setembro de 1994, alterada pela Lei Municipal n 7.784, de 02 de dezembro de 2011.

    3.1.2. As vagas reservadas aos portadores de deficincia ficaro liberadas se no tiver ocorrido inscrio ou aprovao desses candidatos, nos termos do 2 do artigo 3, caput, da Lei Municipal n 4.420, de 20 de setembro de 1994.

    3.2. Os candidatos com deficincia participaro do certame em igualdade de condies com os demais candidatos, quanto ao contedo, avaliao e critrios de aprovao das provas, data,

    http://www.ibamsp-concursos.org.br/mailto:[email protected]:[email protected]://www.ibamsp-concursos.org.br/

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    horrio, local de aplicao e nota mnima exigida em cada etapa, nos termos do artigo 3 da Lei Municipal n 4.420, de 20 de setembro de 1994.

    3.3. considerada pessoa com deficincia a que se enquadra nas categorias descritas no artigo 4 do Decreto Federal n 3.298 de 20 de dezembro de 1.999, alterado pelo Decreto Federal n 5.296 de 02 de dezembro de 2004, na Smula 377 do Superior Tribunal de Justia STJ e no artigo 2 da Lei Municipal n 4.420, de 20 de setembro de 1994, alterada pela Lei Municipal n 7.784 de 02 de dezembro de 2011.

    3.4. Ao candidato abrangido pela legislao descrita no item 3.3 assegurado o direito de inscrever-se na condio de deficiente, desde que declare essa condio no ato da inscrio e que a sua deficincia seja compatvel com as atribuies do cargo ao qual concorre.

    3.4.1. Os candidatos que se declararem deficientes e, se habilitados no presente Concurso Pblico, sero convocados pela Prefeitura do Municpio de Jundia, para percia mdica, com a finalidade de avaliao da compatibilidade das atribuies do cargo com a deficincia declarada.

    3.4.2. Havendo parecer mdico oficial contrrio condio de deficiente, o nome do candidato ser excludo da listagem correspondente permanecendo somente na lista de classificao geral.

    3.4.3. O candidato que for julgado inapto, em razo da deficincia incompatibilizar-se com o exerccio das atividades prprias do cargo, ser desclassificado do Concurso Pblico, nos termos do artigo 5 da Lei Municipal n 4.420 de 20 de setembro de 1994.

    3.5. Conforme o disposto pelo artigo 39 do Decreto Federal n 3.298/99, o candidato dever apresentar no ato da inscrio laudo mdico atestando a espcie e o grau ou nvel da deficincia, com expressa referncia ao cdigo correspondente da Classificao Internacional de Doena CID, bem como a provvel causa da deficincia.

    3.5.1. A entrega do laudo mencionado no item 3.5 obrigatria (documento original ou cpia autenticada).

    3.5.2. O laudo dever ser encaminhado por SEDEX, endereado Caixa Postal 18.120 aos cuidados do IBAM-SP Departamento de Concursos CEP: 04626-970, REF. Prefeitura de Jundia CONCURSO PBLICO 368/2014 no mesmo perodo destinado s inscries (de 13 a 31/10/2014), IMPRETERIVELMENTE.

    3.5.2.1. Para efeito do prazo estipulado no item 3.5.2, ser considerada a data de postagem fixada pela Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos ECT.

    Modelo do Envelope para envio do laudo e solicitao de atendimento especial:

    Ao Instituto Brasileiro de Administrao Municipal IBAM Concurso Pblico 368/2014 Prefeitura de Jundia Solicitao de Condio Especial e Laudo Mdico Caixa Postal 18.120 CEP 04626-970

    3.5.3. O laudo entregue no ser devolvido.

    3.5.4. Os laudos no sero recebidos via internet ou qualquer outro meio diferente do especificado no item 3.5.2.

    3.6. O candidato com deficincia que necessitar de tratamento diferenciado no dia de aplicao das provas dever especific-la no formulrio de inscrio indicando as condies de que necessita para a realizao das provas e, ainda, entregar juntamente com o laudo, o requerimento constante do Anexo IV deste Edital.

    3.6.1. A no solicitao de recursos especiais, tempestivamente, implica a sua no concesso no dia da realizao das provas.

    3.7. Nas provas realizadas com auxlio de fiscal ledor, o candidato identificar, para cada questo, a alternativa que ser marcada pelo fiscal na folha de respostas.

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    3.7.1. O IBAM e a Prefeitura de Jundia no sero responsabilizados por eventuais erros de transcrio cometidos pelo fiscal ledor.

    3.8. Para a realizao de provas no sistema Braille, as respostas devero ser transcritas pelo mesmo sistema devendo o candidato levar, para esse fim, no dia da aplicao das provas, reglete e puno.

    3.9. A realizao das provas dos candidatos com deficincia, em condies especiais, ficar condicionada possibilidade de faz-las de forma que no importe em quebra de sigilo ou no enseje seu favorecimento.

    3.10. O candidato com deficincia que no realizar a inscrio conforme instrues constantes neste captulo, no poder interpor recurso em favor de sua condio.

    3.11. As alteraes quanto s definies e parmetros de deficincia na legislao federal sero automaticamente aplicadas no cumprimento deste Edital.

    3.12. No sero considerados como deficincia, os distrbios passveis de correo.

    3.13. A deficincia no poder ser apresentada como motivo para justificar a concesso de readaptao do cargo ou concesso de aposentadoria por invalidez.

    3.14. Os candidatos com deficincia aprovados constaro da listagem geral dos aprovados por cargo e de listagem especial.

    3.15. A no observncia pelo candidato de qualquer das disposies deste Captulo implicar a perda do direito a ser admitido para as vagas reservadas aos candidatos com deficincia.

    4. DO CANDIDATO AFRODESCENDENTE

    4.1. Aos candidatos afrodescendentes fica assegurado reserva de vagas neste Concurso Pblico, na proporo de 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas, em obedincia ao disposto na Lei Municipal n 5.745, de 14 de fevereiro de 2002 e alteraes posteriores.

    4.2. Os candidatos afrodescendentes participaro do certame em igualdade de condies com os demais candidatos, quanto ao contedo e avaliao, nos termos do artigo 2 da Lei Municipal n 5.745, de 14 de fevereiro de 2002.

    4.3. As vagas reservadas aos afrodescendentes ficaro liberadas se no houver ocorrido inscrio ou aprovao desses candidatos, nos termos do artigo 2, 2, da Lei Municipal n 5.745, de 14 de fevereiro de 2002.

    4.4. Para concorrer s vagas reservadas aos afrodescendentes, o candidato dever especificar no formulrio de inscrio a sua opo.

    4.4.1. O candidato que no declarar, no ato da inscrio, sua opo, no poder interpor recurso em favor de sua situao.

    4.5. Os candidatos que, no ato da inscrio, declararem sua opo de inscrio nessa modalidade de afrodescendentes, se aprovados e classificados no Concurso, tero seus nomes publicados em lista especfica e, caso obtenham classificao necessria, figuraro tambm na lista de classificao geral.

    4.6. A comprovao da condio de afrodescendente far-se- no ato da convocao para nomeao, nos termos do Decreto Municipal n 18.667, de 10 de maio de 2002, Art. 2, 1 e 2.

    4.7. O candidato que no observar o disposto neste Captulo no ser considerado afrodescendente.

    5. DAS FORMAS DE AVALIAO

    5.1. A seleo dos candidatos ser realizada nas seguintes etapas:

    1 Etapa: provas objetivas de carter classificatrio e eliminatrio.

    2 Etapa: provas de produo textual de carter classificatrio.

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    3 Etapa: provas de ttulos de carter classificatrio para os candidatos habilitados nas etapas anteriores, que se enquadrarem no item 6.1.5.

    6. DAS PROVAS OBJETIVAS

    6.1. As provas escritas objetivas sero de carter classificatrio e eliminatrio e se constituiro de questes objetivas de mltipla escolha.

    6.1.1. O contedo das questes versar sobre contedo descrito no Anexo II deste Edital, distribudos da seguinte forma:

    Cargo Temas N de

    Itens

    Valor unitrio dos

    itens Total

    DIRETOR DE

    ESCOLA

    Lngua Portuguesa 10 2,00 20,00

    Conhecimentos de

    Legislao 15 2,00 30,00

    Conhecimentos

    Especficos 25 2,00 50,00

    Nota Mxima da Prova Objetiva 100,00 pontos

    Cargo Temas N de

    Itens

    Valor

    unitrio dos

    itens

    Total

    PROFESSOR DE EDUCAO

    BSICA I

    PROFESSOR DE EDUCAO

    BSICA II (Arte e Espanhol)

    Lngua Portuguesa 10 2,00 20,00

    Conhecimentos

    Pedaggicos e de

    Legislao

    15 2,00 30,00

    Conhecimentos

    Especficos 25 2,00 50,00

    Nota Mxima da Prova Objetiva 100,00

    pontos

    6.1.2. A prova ter a durao de 4 (quatro) horas incluindo o tempo destinado prova de produo textual.

    6.1.3. Cada questo apresentar 4 (quatro) opes de respostas.

    6.1.4. As provas objetivas e de produo textual sero realizadas no mesmo dia e horrio estabelecidos.

    6.1.5. Sero corrigidas as provas de produo textual somente dos candidatos que forem habilitados na prova objetiva e se enquadrarem na Tabela estabelecida abaixo.

    Cargo Nmero de candidatos habilitados para

    participarem da prova de ttulos e terem a

    prova de produo textual corrigida.

    Diretor de Escola Estar entre os 50 candidatos com melhor

    nota, mais os empatados na classificao de

    n 50.

    Professor I Estar entre os 200 candidatos com melhor

    nota, mais os empatados na classificao de

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    n 200.

    Professor II Arte Estar entre os 80 candidatos com melhor

    nota, mais os empatados na classificao de

    n 100.

    Professor II - Espanhol Estar entre os 20 candidatos com melhor

    nota, mais os empatados na classificao de

    n 20.

    6.1.6. Os candidatos que estiverem contemplados na Tabela acima e com nota inferior a 50,00 sero eliminados do Concurso Pblico.

    6.1.6.1. Somente sero divulgadas as notas dos candidatos habilitados conforme Tabela do item 6.1.5.

    6.1.6.2. As listas de divulgao das notas contero o nmero de inscrio, nome e a nota do candidato.

    6.1.6.3. Os candidatos com nota inferior a 50,00 podero consultar a pontuao obtida atravs do site do IBAM www.ibamsp-concursos.org.br no link rea do candidato correspondente ao Concurso Pblico 368/2014.

    6.2. A aplicao das provas objetivas e de provas de produo textual, para todos os cargos, est prevista para o dia 30 de novembro de 2014.

    6.3. A aplicao da prova na data prevista depender da disponibilidade de locais adequados realizao das mesmas.

    6.4. Caso o nmero de candidatos inscritos exceda a oferta de lugares adequados existentes nas escolas localizadas na cidade de Jundia, o IBAM reserva-se o direito de aloc-los em cidades prximas, no assumindo, entretanto, qualquer responsabilidade quanto ao transporte, alimentao e alojamento dos candidatos.

    6.5. Havendo alterao da data prevista no item 6.2, as provas podero ocorrer em outra data, aos domingos.

    6.6. A confirmao da data e as informaes sobre horrios e locais sero divulgados oportunamente atravs de Edital de Convocao para as provas a ser publicado na Imprensa Oficial do Municpio, no site do IBAM www.ibamsp-concursos.org.br e da Prefeitura www.jundiai.sp.gov.br e por meio de informativos que sero encaminhados aos candidatos por e-mail. Para tanto fundamental que o endereo eletrnico constante do Formulrio de Inscrio esteja completo e correto.

    6.6.1. O candidato receber o Carto Informativo contendo informaes sobre a aplicao das provas, por e-mail, no endereo eletrnico informado no ato da inscrio, sendo de sua exclusiva responsabilidade a manuteno/atualizao de seu correio eletrnico.

    6.6.2. No sero encaminhados informativos a candidatos cujo endereo eletrnico informado no Formulrio de Inscrio esteja incompleto ou incorreto.

    6.6.3. O IBAM e a Prefeitura no se responsabilizam por informaes de endereo eletrnico incorretas, incompletas ou por falha na entrega/recebimento de mensagens eletrnicas causada por caixa de correio eletrnico cheia, filtros, anti-spam, eventuais truncamentos ou qualquer outro problema de ordem tcnica, sendo aconselhvel sempre consultar o site do IBAM para verificar as informaes que lhe so pertinentes.

    6.6.4. A comunicao feita por intermdio de e-mail meramente informativa devendo o candidato acompanhar na Imprensa Oficial do Municpio a publicao do Edital de Convocao para as provas.

    6.7. Ao candidato s ser permitida a realizao das provas na respectiva data, no local e no horrio, constantes das listas afixadas nos locais de aplicao das provas, no Edital de

    http://www.ibamsp-concursos.org.br/

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    Convocao divulgado na Imprensa Oficial do Municpio e no site do Instituto Brasileiro de Administrao Municipal IBAM e da Prefeitura.

    6.8. O candidato dever comparecer ao local designado para a prova objetiva com antecedncia mnima de 30 minutos.

    6.9. O candidato que se apresentar aps o horrio determinado pelo Edital de Convocao para fechamento dos portes ser automaticamente excludo do certame, seja qual for o motivo alegado para seu atraso.

    6.10. Somente ser admitido sala de provas o candidato que estiver portando documento original de identidade que bem o identifique, ou seja: Cdula Oficial de Identidade (RG), Carteira Expedida por rgo ou Conselho de Classe (CREA, OAB, CRC, CRM etc.); Certificado de Reservista; Carteira de Trabalho e Previdncia Social, bem como Carteira Nacional de Habilitao com foto ou Passaporte.

    6.11. aconselhvel que o candidato esteja portando, tambm, o comprovante de pagamento do Boleto Bancrio.

    6.12. No sero aceitos como documentos de identidade outros documentos que no os especificados no item 6.10.

    6.13. Os documentos devero estar em perfeitas condies, de forma a permitirem, com clareza, a identificao do candidato.

    6.14. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realizao das provas, documento de identidade original, por motivo de perda, roubo ou furto, dever apresentar documento que ateste o registro da ocorrncia em rgo policial, expedido h, no mximo, 30 (trinta) dias, sendo ento submetido identificao especial, compreendendo coleta de assinaturas e de impresso digital em formulrio prprio.

    6.15. No dia da realizao das provas, na hiptese de o nome do candidato no constar nas listagens oficiais relativas aos locais de prova estabelecidos no Edital de Convocao, o Instituto Brasileiro de Administrao Municipal proceder incluso do candidato, mediante a apresentao do boleto bancrio com comprovao de pagamento, com o preenchimento de formulrio especfico.

    6.15.1. A incluso de que trata o item anterior ser realizada de forma condicional e ser analisada pelo Instituto Brasileiro de Administrao Municipal com o intuito de se verificar a pertinncia da referida inscrio.

    6.15.2. Constatada a improcedncia da inscrio a mesma ser automaticamente cancelada sem direito a reclamao, independentemente de qualquer formalidade, considerados nulos todos os atos dela decorrentes.

    6.16. O candidato ao ingressar no local de realizao das provas dever, obrigatoriamente, manter desligado qualquer aparelho de comunicao, devendo retirar a bateria de qualquer aparelho eletrnico que esteja sob sua posse, incluindo os sinais de alarme e os modos de vibrao e silencioso.

    6.17. O uso de quaisquer funcionalidades de aparelhos, tais como telefone celular (e seus aplicativos), aparelhos sonoros, receptor/transmissor, gravador, agenda eletrnica, tablet, notebook ou similares, calculadora, palm-top, relgio com calculadora e/ou receptor, qualquer equipamento que possibilite comunicao externa, incorrer em excluso do candidato do Certame, mesmo que o aparelho esteja dentro do envelope de segurana que ser distribudo pelo IBAM.

    6.18. Os celulares e outros aparelhos eletrnicos devero permanecer desligados at a sada do candidato do local de realizao das provas.

    6.18.1. aconselhvel que os candidatos retirem as baterias dos celulares, garantindo que nenhum som seja emitido, inclusive do despertador caso seja ativado.

    6.19. Durante a prova, no sero permitidas qualquer espcie de consulta a cdigos, livros, manuais, impressos, anotaes e/ou outro tipo de pesquisa, utilizao de outro material no fornecido

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    pelo IBAM, uso de relgio com calculadora, telefone celular e/ou qualquer equipamento eletrnico, protetor auricular, bon, gorro, chapu e culos de sol.

    6.20. O candidato que necessitar usar bon, gorro, chapu, protetor auricular ou culos de sol na sala de provas dever ter justificativa mdica e o(s) objeto(s) ser(o) verificado(s) pela coordenao.

    6.21. O Instituto Brasileiro de Administrao Municipal no se responsabilizar por perda ou extravio de documentos ou objetos ocorridos no local de realizao das provas, nem por danos neles causados.

    6.22. Em nenhuma hiptese haver segunda chamada ou repetio de prova ou ainda, aplicao da prova em outra data, locais ou horrios diferentes dos divulgados no Edital de Convocao.

    6.23. O candidato no poder alegar desconhecimentos quaisquer sobre a realizao da prova como justificativa de sua ausncia.

    6.24. O no comparecimento s provas, qualquer que seja o motivo, caracterizar desistncia do candidato e resultar na eliminao do Concurso Pblico.

    6.25. O Instituto Brasileiro de Administrao Municipal (IBAM), objetivando garantir a lisura e a idoneidade do Concurso Pblico o que de interesse pblico e, em especial dos prprios candidatos bem como a sua autenticidade solicitar aos candidatos, quando da aplicao das provas, o registro de sua assinatura em campo especfico na folha de respostas, bem como de sua autenticao digital.

    6.25.1. A identificao pessoal ser exigida, tambm, ao candidato cujo documento de identificao apresente dvidas relativas fisionomia ou assinatura do portador.

    6.26. Nas provas objetivas, o candidato dever assinalar as respostas na folha de respostas personalizadas, nico documento vlido para a correo das provas.

    6.26.1. O preenchimento da folha de respostas ser de inteira responsabilidade do candidato que dever proceder em conformidade com as instrues especficas contidas na capa do caderno de questes e na folha de respostas.

    6.26.2. Em hiptese alguma haver substituio da folha de respostas por erro do candidato.

    6.26.3. O candidato no poder amassar, molhar, dobrar ou, de qualquer modo, danificar a Folha de Respostas sob pena de arcar com os prejuzos advindos da impossibilidade de correo da mesma.

    6.26.4. O candidato dever preencher os alvolos, na Folha de Respostas da Prova Objetiva, com caneta esferogrfica de tinta preta ou azul.

    6.26.5. No sero computadas questes no assinaladas ou que contenham mais de uma marcao, emenda ou rasura, ainda que legvel.

    6.26.6. O candidato, ao terminar a prova, entregar ao fiscal a Folha de Respostas devidamente assinada e identificada com sua impresso digital.

    6.26.7. Ser eliminado do Concurso Pblico o candidato que no devolver a Folha de Respostas.

    6.27. O candidato dever ler atentamente as instrues contidas na Capa do Caderno de Questes e na Folha de Respostas.

    6.28. As instrues contidas no Caderno de Questes e na Folha de Respostas devero ser rigorosamente seguidas sendo o candidato nico responsvel por eventuais erros cometidos.

    6.29. Nos casos de eventual falta de Caderno de Questes / material personalizado de aplicao das provas, em razo de falha de impresso, nmero de provas incompatvel com o nmero de candidatos na sala ou qualquer outro equvoco na distribuio de prova/material, o IBAM tem a prerrogativa para entregar ao candidato prova/material reserva no personalizado eletronicamente, o que ser registrado em atas de sala e de coordenao.

    6.30. O candidato dever informar ao fiscal de sua sala qualquer irregularidade nos materiais recebidos no momento da aplicao das provas no sendo aceitas reclamaes posteriores.

  • 12

    6.31. Terminada a prova, o candidato poder levar consigo o Caderno de Questes da Prova Objetiva.

    6.31.1. Somente aps decorrido o tempo de uma hora e meia de incio das provas, o candidato poder deixar a sala de aplicao das provas.

    6.31.2. Por razo de segurana, os Cadernos de Questes da Prova Objetiva somente sero entregues aos candidatos no local de aplicao das provas, aps decorrido o tempo mnimo de uma hora e meia.

    6.32. Os 02 (dois) ltimos candidatos a terminarem as provas somente podero deixar o local de aplicao juntos.

    6.33. Quando, aps a prova, for constatada, por meio eletrnico, estatstico, visual ou grafolgico, a utilizao de processos ilcitos, o candidato ter sua prova anulada e ser automaticamente eliminado do Concurso Pblico.

    6.34. A candidata que tiver necessidade de amamentar, durante a realizao das provas, dever levar um acompanhante com maioridade legal que ficar em sala reservada e que ser responsvel pela guarda da criana.

    6.34.1. O acompanhante que ficar responsvel pela criana, tambm dever permanecer no local designado pela Coordenao, e se submeter a todas as normas constantes deste Edital, inclusive no tocante ao uso de equipamento eletrnico e celular.

    6.34.2. A candidata, nesta condio, que no levar acompanhante, no realizar a prova.

    6.34.3. No haver compensao do tempo de amamentao no tempo de durao de prova.

    6.35. Exceto no caso previsto no item 6.34, no ser permitida a presena de acompanhante no local de aplicao das provas.

    6.36. No haver, por qualquer motivo, prorrogao do tempo previsto para a aplicao das provas em virtude de afastamento do candidato da sala de prova.

    6.37. Aps a assinatura da lista de presena e entrega da folha de respostas, o candidato somente poder se ausentar da sala acompanhado por um fiscal.

    7. DA PROVA DE PRODUO TEXTUAL

    7.1. Haver correo da prova de produo textual apenas dos candidatos habilitados na prova objetiva na proporo descrita nos itens 6.1.5.

    7.2. A prova de produo textual ser realizada concomitantemente com a prova objetiva.

    7.3. A prova de produo textual, de carter classificatrio, ser composta de uma nica proposta a respeito da qual o candidato dever desenvolver o tema com o mnimo de 25 linhas e mximo de 30 linhas e versar sobre temas da atualidade.

    7.4. A prova dever ser feita com caneta tinta azul ou preta com grafia legvel, a fim de no prejudicar o desempenho do candidato, quando da correo pela banca examinadora, no sendo permitida a interferncia e participao de outras pessoas, salvo em caso do candidato que tenha solicitado condio especial para esse fim. Nesse caso, o candidato ser acompanhado por um fiscal do Instituto IBAM, devidamente treinado, para o qual o candidato dever ditar o texto, especificando oralmente a grafia das palavras e os sinais grficos de pontuao.

    7.5. A produo textual no poder ser assinada, rubricada ou conter, em outro local que no seja aquele indicado no Caderno, qualquer palavra ou marca que o identifique, sob pena de ser anulada a prova. Assim, a deteco de qualquer marca identificadora no espao destinado transcrio do texto acarretar a anulao da redao e a conseqente eliminao do candidato no concurso.

    7.6. O IBAM adotar processo que impea a identificao do candidato por parte da banca examinadora de forma a garantir o sigilo no julgamento das provas.

    7.6.1. A identificao das redaes ocorrer somente aps a correo feita pelos examinadores.

  • 13

    7.7. Ao final da prova de redao, o candidato dever entregar o Caderno ao fiscal de sala.

    7.8. A prova ser avaliada na escala de 0 (zero) a 100,0 (cem) pontos.

    7.8.1. A nota obtida na prova de produo textual ser somada nota obtida na prova objetiva.

    7.9. Sero considerados para atribuio dos pontos, os seguintes aspectos:

    7.9.1 - Contedo e Estrutura (40 pontos): a) perspectiva adotada no tratamento do tema; b) capacidade de anlise e senso crtico em relao ao tema proposto; c) consistncia dos argumentos, clareza e coerncia no seu encadeamento.

    A nota ser prejudicada, proporcionalmente, caso ocorra uma abordagem tangencial, parcial ou diluda em meio a divagaes e/ou colagem de textos e de questes apresentados na prova.

    d) respeito ao gnero solicitado; e) progresso textual e encadeamento de idias; f) articulao de frases e pargrafos (coeso textual).

    A avaliao da expresso no ser feita de modo estanque ou mecnico, mas sim de

    acordo com sua estreita correlao com o contedo desenvolvido. A perda dos pontos

    previstos depender, portanto, do comprometimento gerado pelas incorrees no

    desenvolvimento do texto.

    7.9.2 - Domnio da norma culta formal, com ateno aos seguintes itens: estrutura sinttica de

    oraes e perodos, elementos coesivos; concordncia verbal e nominal; pontuao;

    regncia verbal e nominal; emprego de pronomes; flexo verbal e nominal; uso de tempos e

    modos verbais; grafia e acentuao. (60 pontos)

    7.10. Na aferio do critrio de correo gramatical podero os candidatos valerem-se das normas ortogrficas vigorantes antes ou depois daquelas implementadas pelo Decreto Presidencial n 6.583, de 29 de setembro de 2008, em decorrncia do perodo de transio previsto no art. 2, pargrafo nico da citada norma, que estabeleceu acordo ortogrfico da Lngua Portuguesa.

    7.11. Ser atribuda nota ZERO redao que: a) fugir modalidade de texto solicitada e/ou ao tema proposto; b) apresentar textos sob forma no articulada verbalmente (apenas com desenhos, nmeros

    e palavras soltas ou em versos) ou qualquer fragmento de texto escrito fora do local apropriado.

    c) apresentar fragmentos de textos incompatveis com a proposta feita; d) for escrita a lpis, em parte ou em sua totalidade; e) estiver em branco; f) apresentar letra ilegvel e/ou incompreensvel. g) apresentar espaamento excessivo entre letras, palavras e pargrafos; h) contiver menos de 25 e mais de 30 linhas no sendo computada a linha destinada ao

    ttulo da produo textual.

    7.12. A folha de rascunho ser de preenchimento facultativo e sob nenhuma hiptese ser considerada na correo pela banca examinadora.

    7.12.1. Por ocasio da divulgao da nota da prova de produo textual a redao do candidato poder ser disponibilizada, caso o candidato faa tal solicitao.

    8. DOS TTULOS

    8.1. Haver prova de ttulos de carter classificatrio para os candidatos habilitados nas fases anteriores e que se enquadrarem no item 6.1.5, sendo:

    8.1.1. Ttulos acadmicos para os candidatos habilitados ao cargo de Diretor.

    8.1.2. Ttulos acadmicos e experincia profissional para os candidatos habilitados aos cargos de Professor I e Professor II (Arte e Espanhol)

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    8.2. Os pontos dos ttulos sero somados ao total de pontos obtidos na prova objetiva e de produo textual.

    8.3. No haver desclassificao do candidato pela no apresentao dos ttulos.

    8.4. As datas, horrio de apresentao e local para entrega dos ttulos ser feita por meio de Edital de Convocao a ser publicado por ocasio da divulgao dos resultados dos recursos interpostos contra as notas das provas escritas objetivas e de produo textual, em Edital de convocao, na Imprensa Oficial do Municpio, no site do IBAM www.ibamsp-concursos.org.br e da Prefeitura e por meio de informativos que sero encaminhados aos candidatos por e-mail. Para tanto, fundamental que o endereo eletrnico constante do Formulrio de Inscrio esteja completo e correto.

    8.5. Sero considerados como ttulos apenas os relacionados a seguir, limitada pontuao total da prova de ttulos ao valor mximo estabelecido nas Tabelas:

    TTULOS ACADMICOS DIRETOR E PROFESSORES

    MODALIDADE DE TTULOS ACADMICOS

    VALOR

    UNITRIO

    (pontos)

    COMPROVANTES

    a) STRICTU SENSU Ttulo de Doutor na

    rea em que concorre ou em rea relacionada,

    concludo at a data da apresentao dos

    ttulos.

    10,00

    - Diploma devidamente registrado ou Ata da

    apresentao da defesa de tese, ou

    declarao/certificado de concluso de curso expedido

    por instituio oficial, em papel timbrado da instituio,

    contendo data, assinatura e nome do responsvel pelo

    documento e reconhecido pelo MEC.

    b) STRICTU SENSU Ttulo de Mestre na

    rea em que concorre ou em rea relacionada,

    (desde que no seja pontuado o ttulo de

    Doutor), concludo at a data da apresentao

    dos ttulos.

    6,00

    - Diploma devidamente registrado ou Ata da

    apresentao da dissertao de mestrado, ou

    declarao/certificado de concluso de curso expedido

    por instituio oficial, em papel timbrado da instituio,

    contendo data, assinatura e nome do responsvel pelo

    documento e reconhecido pelo MEC.

    c) LATO SENSU Ttulo de Ps Graduao

    durao mnima de 432 horas/aula (que

    equivale a 360 horas cheias), na rea em que

    concorre ou em rea relacionada, (desde que

    no seja pontuado o ttulo de Doutor ou

    Mestre), concludo at a data da apresentao

    dos ttulos.

    3,00

    - Diploma ou Certificado de Ps Graduao, MBA,

    Especializao devidamente registrado pelo rgo

    expedidor, impresso em papel timbrado da instituio,

    contendo data, assinatura e nome do responsvel pelo

    documento, local/livro de registro e reconhecido pelo

    MEC.

    TTULOS EXPERINCIA PROFISSIONAL PROFESSORES

    MODALIDADE PONTUAO COMPROVANTES

    Tempo de servio no

    magistrio em classes

    de ensino regular.

    12 meses completos = 1 ponto

    De 13 a 23 meses = 2 pontos

    De 24 a 35 meses = 3 pontos

    De 36 a 47 meses = 4 pontos

    De 48 a 59 meses = 5 pontos

    Acima de 60 meses = 6 pontos

    Certido de Tempo de Servio, expedida pelo

    rgo pblico ou privado em que o candidato

    prestou servio como docente no magistrio

    em classes de ensino regular, datada,

    assinada pela autoridade competente e

    Timbre da Instituio/rgo empregador.

    Cpia da Carteira de Trabalho: pgina

    referente identificao do candidato

    acompanhada de cpia de Registro do

    Empregador

    a) A experincia profissional, relacionada pontuao ser considerada apenas para os cargos de Professor I, Professor II - Espanhol, Professor II Arte.

    b) A referida certido poder ser original ou cpia devidamente autenticada e legvel, constando o cargo, rea de atuao, data de incio e trmino da atuao profissional.

  • 15

    c) O tempo de servio prestado pelo candidato ser contado, na Prova de Ttulos de Experincia Profissional at dia 31/07/2014, sendo que os pontos excedentes sero desprezados.

    d) No sero considerados como experincia profissional estgios, monitorias ou trabalhos voluntrios.

    e) vedada a soma de tempo de servio prestado simultaneamente. f) As cpias autenticadas dos documentos entregues no sero devolvidas e faro parte

    integrante da documentao do Concurso Pblico. g) As fraes dos meses, ou seja, os dias excedentes sero desprezados.

    8.6. Sero analisados, apenas os ttulos acadmicos que contenham as cargas horrias dos cursos e forem apresentados em cpias autenticadas.

    8.7. Quando a documentao estiver relacionada a certificados ou diplomas de cursos, estes devero ser apresentados mediante cpia frente e verso, devidamente autenticadas em cartrio.

    8.8. Os ttulos referentes concluso de cursos de ps graduao em nvel de mestrado ou de doutorado devero ser de cursos reconhecidos pela Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior CAPES, do Ministrio da Educao.

    8.8.1. Caso o candidato ainda no detenha a posse de seu diploma de mestrado e/ou doutorado, dever apresentar em seu lugar a ata de dissertao e a ata de defesa de tese.

    8.9. O ttulo de curso realizado no exterior somente ser considerado vlido se o documento estiver traduzido para o Portugus por tradutor juramentado e em conformidade com as normas estabelecidas na Resoluo n 01 de 03/04/2001 da Cmara de Educao Superior do Conselho Nacional de Educao.

    8.10. No ato de entrega de ttulos, o candidato dever entregar, preenchido e assinado o formulrio constante do Anexo V deste Edital. Juntamente com o formulrio preenchido dever ser apresentada uma cpia, autenticada em cartrio, de cada ttulo declarado.

    8.11. Somente sero recebidos e analisados os documentos cujas cpias sejam autenticadas (que no sero devolvidas em hiptese alguma) e entregues no prazo estabelecido, e em conformidade com as regras dispostas neste Captulo.

    8.12. No sero recebidos/analisados os documentos originais e as cpias simples.

    8.13. vedada a pontuao de qualquer curso/documento que no preencher todas as condies previstas neste captulo.

    8.14. O protocolo da relao de ttulos, com o carimbo do rgo recebedor e assinatura do responsvel pelo recebimento dos documentos, ser entregue ao candidato aps o recebimento.

    8.15. Entregue a relao dos ttulos, no sero aceitos pedidos de incluso de documentos, sob qualquer hiptese ou alegao.

    8.16. Em hiptese alguma, sero recebidos ttulos apresentados fora do prazo, local e horrio estabelecidos ou em desacordo com o disposto neste captulo.

    8.17. Se comprovada, em qualquer tempo, a irregularidade ou ilegalidade na obteno dos ttulos constantes da tabela apresentada no Anexo V, o candidato ter anulada a respectiva pontuao e, comprovada a culpa do mesmo, ser excludo do concurso.

    8.18. A anlise dos ttulos ser feira pelo IBAM.

    9. DA CLASSIFICAO

    9.1. Os candidatos habilitados sero classificados por ordem decrescente da pontuao final, em listas de classificao para cada cargo.

    9.2. A pontuao final do candidato corresponder nota da prova objetiva e, conforme o caso, a somatria das notas obtidas nas avaliaes que participou.

  • 16

    9.3. Sero emitidas trs listas: uma geral, contendo todos os candidatos habilitados, uma especial para os candidatos com deficincia e uma para os candidatos afrodescendentes.

    9.4. No ocorrendo inscrio no Concurso Pblico ou aprovao de candidatos com deficincia ou afrodescendentes, ser elaborada somente a Lista de Classificao Final Geral.

    9.5. Em caso de igualdade da pontuao final, sero aplicados, sucessivamente os seguintes critrios de desempate:

    a) candidato com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, nos termos da Lei Federal n 10.741/2003, entre si e frente aos demais, sendo que ser dada preferncia ao de idade mais elevada;

    b) candidato que obtiver maior pontuao nas questes de Conhecimentos Especficos quando for o caso;

    d) candidato com maior nota da Prova de Ttulos, quando for o caso;

    e) candidato mais idoso entre os candidatos com idade inferior a 60 (sessenta) anos;

    f) candidato que tiver exercido a funo de jurado, a partir da vigncia da Lei Federal n 11.689/2008 e at o ltimo dia do perodo das inscries para este Concurso Pblico.

    9.6. Persistindo ainda o empate, poder ser realizado sorteio com a participao dos candidatos envolvidos, no momento da convocao para contratao.

    9.7. No ato da inscrio, o candidato fornecer as informaes necessrias para fins de desempate, estando sujeito s penalidades impostas pela Administrao Municipal, em caso de inverdicas.

    10. DOS RECURSOS

    10.1. O prazo para interposio de recurso ser de 2 (dois) dias teis do fato que lhe deu origem, a contar do dia divulgao/ocorrncia do evento que motivou a reclamao.

    10.2. Somente sero considerados os recursos interpostos no prazo estipulado para a fase a que se referem.

    10.3. O recurso dever ser protocolado no Setor de Protocolo Pao Municipal situado na Avenida da Liberdade s/n - Trreo, das 8 s 18 horas, conforme formulrio constante do Anexo III deste Edital.

    10.4. Os recursos devero ser digitados e redigidos em termos convenientes, que apontem de forma clara as razes que justifiquem sua interposio dentro do prazo estabelecido.

    10.4.1. O candidato dever ser claro, consistente e objetivo em seu pleito.

    10.4.2. No sero aceitos recursos preenchidos com letra manuscrita.

    10.5. No ser permitido ao candidato anexar cpia de qualquer documento quando da interposio de recurso.

    10.5.1. Documentos eventualmente anexados sero desconsiderados.

    10.6. Ser liminarmente indeferido o recurso:

    a) que no estiver devidamente fundamentado ou no possuir argumentao lgica e consistente que permita sua adequada avaliao;

    b) que for apresentado fora do prazo a que se destina ou relacionado a evento diverso;

    c) interposto por outra via, diferente da especificada neste Captulo;

    d) em formulrio diverso do estabelecido no Anexo III;

    e) que apresentar contestao referente a mais de uma questo no mesmo formulrio, devendo o candidato utilizar um formulrio para cada questo, objeto de questionamento;

    f) apresentado em letra manuscrita;

    g) cuja fundamentao no corresponda questo recorrida;

    h) cujo teor desrespeite a Banca Examinadora;

    i) que esteja em desacordo com as especificaes contidas neste Captulo e nas instrues constantes dos Editais de divulgao dos eventos.

  • 17

    10.7. No haver segunda instncia de recurso administrativo; re-anlise de recurso interposto ou pedidos de reviso de recurso, bem como recurso contra o gabarito oficial definitivo.

    10.8. Os pontos relativos s questes eventualmente anuladas sero atribudos a todos os candidatos presentes prova independente de terem recorrido.

    10.8.1. A pontuao relativa questo anulada ser atribuda aos candidatos que no marcaram a alternativa inicialmente dada como certa no gabarito preliminar.

    10.9. Caso haja alterao no gabarito divulgado por fora de impugnaes ou correo, as provas sero corrigidas de acordo com as alteraes promovidas, considerando-se as marcaes feitas pelos candidatos na(s) alternativa(s) considerada(s) correta(s) para a questo de acordo com o gabarito definitivo.

    10.10. No caso de procedncia de recurso interposto dentro das especificaes, poder eventualmente haver alterao dos resultados obtidos pelo candidato em qualquer etapa ou ainda poder ocorrer a desclassificao do mesmo.

    10.11. A deciso dos recursos interpostos ser divulgada na Imprensa Oficial do Municpio e/ou nos sites do IBAM e da Prefeitura.

    10.12. O candidato que desejar tomar cincia das manifestaes proferidas pelas Bancas Examinadoras dever, na(s) data(s) estabelecida(s) no Edital de deciso de recursos, comparecer, pessoalmente no mesmo local onde efetuou o protocolo.

    10.13. A Banca Examinadora constitui nica instncia para recurso, sendo soberana em suas decises, razo pela qual no cabero recursos adicionais.

    10.14. A interposio de recursos no obsta o regular andamento do cronograma do Concurso Pblico.

    11. DO PROVIMENTO DOS CARGOS

    11.1. A aprovao no Concurso Pblico no gerar direito ao candidato contratao, que s ser efetivada segundo os critrios de convenincia, oportunidade e necessidades da Prefeitura, em decorrncia de condies tcnicas de trabalho e disponibilidade econmico-financeira.

    11.2. A contratao do candidato ser feita respeitando-se a ordem da Lista de Classificao Final.

    11.3. O candidato nomeado ser regido pelo Estatuto dos Servidores Pblicos Municipais e demais normas aplicveis ao funcionalismo pblico municipal.

    11.4. Por ocasio da nomeao, devero ser apresentados os seguintes documentos:

    a) 01 foto 3x4;

    b) Carteira de Identidade (cpia reprogrfica);

    c) Cadastro de Pessoa Fsica (cpia reprogrfica);

    d) PIS/PASEP (cpia reprogrfica);

    e) Ttulo de Eleitor e comprovante de haver votado na ltima eleio 2 turnos, conforme o caso (cpia reprogrfica);

    f) Certificado de Reservista (cpia reprogrfica);

    g) Certido de Nascimento ou Certido de Casamento se for casado, ou de Casamento com Averbao, se for separado;

    h) Judicialmente (cpia reprogrfica);

    i) Carteira de Vacinao de filhos menores de 05 anos;

    j) Certido de Nascimento dos filhos menores de 21 anos e dos maiores de 21 e menores de 24 anos que estejam cursando universidade e dos filhos deficientes de qualquer idade (cpia reprogrfica);

    k) Certido de Antecedentes Criminais expedida pela Secretaria de Segurana Pblica;

    l) Diploma de Concluso de Curso (cpia autenticada);

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    m) Registro no respectivo Conselho Regional de Classe do Estado de So Paulo;

    n) Outros documentos que a Prefeitura do Municpio de Jundia julgar necessrio.

    11.5. Para efeito de sua nomeao, fica o candidato sujeito aprovao em exame mdico admissional; ser julgado apto em exame de sanidade fsica e mental, de acordo com a natureza e especificidade do cargo, nos moldes estabelecidos pela Diretoria de Engenharia de Segurana e Medicina do Trabalho.

    11.6. Os candidatos devidamente convocados devero ser submetidos a realizao dos exames mdicos exigidos para cada cargo e outros exames e/ou procedimentos que forem julgados necessrios.

    11.7. As convocaes para provimento das vagas sero feitas por meio de publicao na Imprensa Oficial do Municpio, no podendo ser alegada qualquer espcie de desconhecimento.

    12. DAS DISPOSIES FINAIS

    12.1. A inscrio do candidato implicar o conhecimento das presentes instrues e a tcita aceitao das condies do Concurso Pblico, tais como se acham estabelecidas no Edital de Abertura e nas normas legais pertinentes, bem como em eventuais aditamentos e instrues especficas para a realizao do certame, acerca das quais no poder alegar desconhecimento.

    12.2. No ser fornecida informao relativa convocao, ao resultado das provas e resultado final via telefone ou e-mail, bem como atestados ou declaraes pela participao no certame.

    12.3. Motivar a eliminao do candidato do Concurso Pblico (sem prejuzo das sanes penais cabveis, a burla ou a tentativa de burla a quaisquer das normas definidas neste Edital e/ou em outros relativos ao Concurso Pblico, nos comunicados, nas instrues aos candidatos e/ou nas instrues constantes da Prova), o candidato que:

    a) apresentar-se aps o horrio estabelecido para fechamento dos portes do prdio, inadmitindo-se qualquer tolerncia;

    b) no comparecer s provas seja qual for o motivo alegado;

    c) apresentar-se em local diferente da convocao oficial;

    d) no apresentar o documento que bem o identifique;

    e) ausentar-se da sala de provas sem o acompanhamento do fiscal;

    f) ausentar-se do local antes de decorrida uma hora e meia do incio das provas;

    g) ausentar-se da sala de provas levando folha de respostas ou outros materiais no permitidos, sem autorizao;

    h) estiver portando armas, mesmo que possua o respectivo porte;

    i) lanar mo de meios ilcitos para a execuo das provas;

    j) for surpreendido em comunicao com outras pessoas ou utilizando-se de livros, notas ou impressos no permitidos ou mquina calculadora ou similar;

    k) estiver portando ou fazendo uso de qualquer tipo de equipamento eletrnico ou de comunicao;

    l) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento indevido e descorts a qualquer pessoa envolvida na aplicao das provas;

    m) descumprir qualquer regra estabelecida neste Edital, nas retificaes e no Edital de Convocao para a realizao das provas.

    12.4. A inexatido das afirmativas ou irregularidades de documentos, ou outras irregularidades constatadas no decorrer do processo, verificadas a qualquer tempo, acarretar a nulidade da inscrio, prova ou a admisso do candidato, sem prejuzo das medidas de ordem administrativa, cvel ou criminal cabveis.

    12.5. Todos os atos relativos ao presente Concurso Pblico, convocaes, avisos e resultados at sua homologao sero publicados na Imprensa Oficial do Municpio e divulgados no site

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    www.ibamsp-concursos.org.br e www.jundiai.sp.gov.br sendo de responsabilidade do candidato acompanhar todos os atos relativos ao Concurso Pblico por esses meios.

    12.6. Compete banca examinadora a deliberao sobre o grau de dificuldade da prova e a quantidade de questes por assunto.

    12.7. A Prefeitura e o IBAM se eximem das despesas decorrentes de viagens e estadas dos candidatos para comparecimento a qualquer prova do Concurso Pblico, bem como objetos pessoais esquecidos e danificados nos locais de prova.

    12.8. Os itens deste Edital podero sofrer eventuais alteraes, atualizaes ou acrscimos enquanto no consumada a providncia ou evento que lhes disser respeito circunstncia que ser mencionada em Edital ou aviso a ser publicado, sendo do candidato a responsabilidade de acompanhar na Imprensa Oficial do Municpio e pelos sites do IBAM e da Prefeitura, as eventuais retificaes.

    12.9. A Prefeitura e o Instituto Brasileiro de Administrao Municipal no se responsabilizam por quaisquer cursos, textos, apostilas e outras publicaes referentes a este Concurso.

    12.10. O prazo de validade deste Concurso Pblico de 2 (dois) anos, a contar da data de homologao, prorrogvel por igual perodo, a juzo da Administrao Municipal.

    12.11. O resultado final do Concurso Pblico ser homologado pelo Prefeito.

    12.12. A publicao dos atos relativos convocao para posse e nomeao, aps a homologao do Concurso Pblico, sero de competncia exclusiva da Prefeitura.

    12.13. No sero fornecidos atestados, declaraes, certides relativas habilitao, classificao ou nota de candidatos valendo para tal fim os resultados divulgados atravs da Imprensa Oficial do Municpio e dos sites do IBAM e da Prefeitura.

    12.14. As ocorrncias no previstas neste Edital, os casos omissos e duvidosos sero resolvidos, em carter irrecorrvel, pela Comisso designada para a realizao do presente Concurso Pblico e pelo IBAM, no que couber.

    Para que no se alegue ignorncia, faz baixar o presente Edital que ser publicado na Imprensa Oficial do

    Municpio e afixado no local de costume.

    MARY C. F. MARINHO

    Secretria Municipal de Recursos Humanos

    Publicado na Imprensa Oficial do Municpio de Jundia e registrado na Secretaria Municipal de Recursos

    Humanos, aos 10 dez dias do ms de outubro do ano de dois mil e quatorze.

    http://www.________________.sp.gov.br/

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    ANEXO I SNTESE DAS ATRIBUIES (conforme legislao em vigor)

    Prefeitura de Jundia Concurso Pblico 368/2014 DIRETOR DE ESCOLA

    Descrio Sumria: Dirigir Escola Municipal de Educao Bsica na perspectiva pedaggica, social e administrativa, organicamente. Supervisionar as atividades da secretaria da escola e supervisionar as atividades pedaggicas da equipe de professores, discutindo objetivos, metas e estratgias, com vistas a atender os programas de ensino. Atribuies: Dirigir Escola Municipal de Educao Bsica na perspectiva pedaggica, social e administrativa, organicamente. Supervisionar as atividades da secretaria da escola, quanto frequncia dos funcionrios e professores, em pronturios, acompanhar o quadro de horrios das aulas, acompanhar o cumprimento do cronograma escolar; Supervisionar as atividades pedaggicas da equipe de professores, discutindo objetivos, metas e estratgias, com vistas a atender os programas de ensino; Coordenar reunies com os pais, professores, alunos e funcionrios, visando promover maior integrao e intercmbio de informaes, buscando o aprimoramento do processo de ensino; Controlar o uso e se responsabilizar pela conservao dos equipamentos e recursos udio visuais, utilizados pela escola como apoio didtico; Representar, oficialmente o estabelecimento de ensino, perante rgos pblicos, entidades, atividades culturais, cvicas e polticas; Responsabilizar-se pela guarda dos recursos financeiros recebidos por meio de campanhas e festas promovidas pelo corpo docente, bem como da APM, controlando e acompanhando o uso desses recursos em benefcio do estabelecimento de ensino sob sua direo; Supervisionar a avaliao do projeto poltico pedaggico, quanto aos resultados alcanados, confrontando-os com as metas e objetivos pr-estabelecidos, visando obter subsdios para o projeto poltico pedaggico do prximo ano; Executar quaisquer outras atividades tpicas do cargo e/ou do rgo de lotao. PROFESSOR DE EDUCAO BSICA I Descrio Sumria: Reger classe na Educao Bsica e Educao de Jovens e Adultos. Atribuies: Participar da elaborao do Plano Pedaggico da unidade/ Plano de curso; Elaborar e executar apoiado no Plano de Curso o seu Plano de Ensino, referente regncia de classe; Preparar material didtico relacionado ao seu plano de aula (projetos/seqncias/atividades/jogos e afins) necessrio a instrumentalizao do professor e aprendizagem dos alunos; Organizar seu tempo didtico (rotina semanal) a fim de garantir o desenvolvimento de seu plano; Organizar o espao de sala de aula visando favorecer o desenvolvimento das atividades; Favorecer em seus alunos desenvolvimento das capacidades de ordem cognitiva, fsica, afetiva, de relao interpessoal e de insero social, tica e esttica, tendo em vista uma formao ampla; Executar atividades oportunas para garantir atualizao permanente do educando frente aos contedos curriculares propostos; Participar de Conselhos de Ciclos e de Alunos; Realizar reunies de pais agendadas previamente pela escola, informando-os e orientando-os sobre o avano dos alunos e obtendo dados de interesse para o processo educativo; Participar de atividades cvicas, culturais e educativas da comunidade escolar; Organizar atividades culturais para os alunos, promovendo comemoraes, passeios e outros necessrios ao perfeito conhecimento dos acontecimentos histrico-sociais no Pas e no Municpio; Executar e manter atualizado os registros relativos s suas atividades e fornecer informaes conforme as normas estabelecidas; Responsabilizar-se pela manuteno e conservao de equipamentos e ambientes de uso coletivo; Adotar as prticas avaliativas frente aos contedos curriculares propostos e ao desempenho dos alunos, conforme as normas estabelecidas no Projeto Pedaggico da Unidade; Colaborar com a Diretoria da Unidade Escolar, na soluo de problemas e dificuldades ocorridas no dia a dia da escola; Executar quaisquer outras atividades tpicas do cargo e/ou do rgo de lotao

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    PROFESSOR II Descrio Sumria: Ministrar aulas especficas, conforme formao, na Educao Bsica, na Educao de Jovens e Adultos (Ensino Fundamental - 2 segmento e Ensino Mdio) e nos Cursos de Aperfeioamento Cultural e Profissional. Atribuies: Participar da elaborao do Plano Pedaggico da unidade/ Plano de curso; Elaborar e executar apoiado no Plano de Curso o seu Plano de Ensino, referente regncia de classe; Preparar material didtico relacionado ao seu plano de aula (projetos/seqncias/atividades/jogos e afins) necessrio a instrumentalizao do professor e aprendizagem dos alunos; Ministrar aulas especficas, para os alunos da Educao Bsica; Organizar seu tempo didtico (rotina semanal) a fim de garantir o desenvolvimento de seu plano; Organizar o espao de sala de aula visando favorecer o desenvolvimento das atividades; Favorecer em seus alunos desenvolvimento das capacidades de ordem cognitiva, fsica, afetiva, de relao interpessoal e de insero social, tica e esttica, tendo em vista uma formao ampla; Executar atividades oportunas para garantir atualizao permanente do educando frente aos contedos curriculares propostos; Participar de Conselhos de Ciclos e de Alunos; Realizar reunies de pais agendadas previamente pela escola, informando-os e orientando-os sobre o avano dos alunos e obtendo dados de interesse para o processo educativo; Participar de atividades cvicas, culturais e educativas da comunidade escolar; Organizar atividades culturais para os alunos, promovendo comemoraes, passeios e outros necessrios ao perfeito conhecimento dos acontecimentos histrico-sociais no Pas e no Municpio; Executar e manter atualizado os registros relativos s suas atividades e fornecer informaes conforme as normas estabelecidas; Responsabilizar-se pela manuteno e conservao de equipamentos e ambientes de uso coletivo; Adotar as prticas avaliativas frente aos contedos curriculares propostos e ao desempenho dos alunos, conforme as normas estabelecidas no Projeto Pedaggico da Unidade; Colaborar com a Diretoria da Unidade Escolar, na soluo de problemas e dificuldades ocorridas no dia a dia da escola; Executar quaisquer outras atividades tpicas do cargo e/ou do rgo de lotao.

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    ANEXO II PROGRAMAS DAS PROVAS

    Prefeitura de Jundia Concurso Pblico 368/2014

    Todos os cargos

    PORTUGUS Tcnicas de Redao, Interpretao de Texto e Gramtica. As questes de Lngua Portuguesa tm por objetivo verificar a capacidade de leitura, compreenso e interpretao de texto, bem como, a habilidade de usar a linguagem como meio para produzir, expressar e comunicar idias em diferentes situaes - Tipos de Comunicao: Descrio - Narrao - Dissertao - Tipos de Discurso - Qualidades de defeitos de um texto - Coeso Textual. ESTILSTICA - Figuras e Vcios de Linguagem. Vocabulrio tcnico inerente rea. Fonologia; Ortografia, sistema oficial vigente. Emprego das classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advrbio, preposio, conjuno (classificao e sentido que imprime s relaes entre as oraes). Colocao pronominal. Concordncia verbal e nominal. Regncia verbal e nominal. Anlise sinttica: termos da orao. Emprego da Crase. DIRETOR DE ESCOLA LEGISLAO

    BRASIL. Constituio da Repblica Federativa do Brasil: Promulgada em 05/10/88 Cap. III seo I da Educao. BRASIL. Declarao de Salamanca e Linha de ao sobre necessidades da pessoa portadora de deficincia CORDE, 1994. BRASIL. Parmetros de qualidade para a educao infantil. Braslia: MEC/SEF, 2006. LEI n. 9.394, de 20.12.96. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educao Nacional. LEI n. 8.069 de 13.07.90 Dispe sobre o Estatuto da Criana e do Adolescente - ECA. LEI FEDERAL n 13.005 de 25/06/2014 Institui Plano Nacional da Educao LEI COMPLEMENTAR n 511, de 29.03.2012 Estatuto do Magistrio Pblico Municipal de Jundia, com alteraes e acrscimos. Disponvel em . LEI COMPLEMENTAR n 499, de 22.12.2010 Estatuto do Funcionrio Pblico do Municpio de Jundia, com alteraes e acrscimos. Disponvel em . PARECER CNE/CEB n 20/2009. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Infantil. PARECER CNE/CEB n. 11/00 e Resoluo CNE/CEB n. 01/00 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao de Jovens e Adultos. PARECER CNE/CEB n. 17/01 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Especial. PARECER CNE/CEB n 7/2010, aprovado em 7 de abril de 2010 Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educao Bsica. PARECER CNE/CEB n 11/2010, aprovado em 7 de julho de 2010 Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. PARECER CNE/CEB n 12/2013, aprovado em 4 de dezembro de 2013 Diretrizes Nacionais para a operacionalizao do ensino de Msica na Educao Bsica. PARECER CNE/CP n 8/2012, aprovado em 6 de maro de 2012 Diretrizes Nacionais para a Educao em Direitos Humanos. PARECER CNE/CP n 14/2012, aprovado em 6 de junho de 2012 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Ambiental. RESOLUO CNE/CP n. 01/04 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao das Relaes tnico-Raciais e para o Ensino de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Africana. RESOLUO n 07, de 14 de dezembro de 2010 Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. RESOLUO CNE/CEB n 2/2001, de 11 de setembro de 2001 Institui Diretrizes Nacionais para a Educao Especial na Educao Bsica. RESOLUO CNE/CEB 04/2010 Diretrizes Curriculares Nacionais da Educao Bsica. RESOLUO CNE/CEB 5/2009 Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educao Infantil. OBSERVAO: Na legislao indicada, devem ser incorporadas todas as alteraes ocorridas. CONHECIMENTOS ESPECFICOS REFERNCIAS: ALARCO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. 7 ed. So Paulo: Cortez, 2010. (Coleo: Questes da Nossa poca) APPLE, Michel; NOVOA, Antonio. Paulo Freire: poltica e pedagogia. Lisboa: Porto editora, 1998.

    http://mecsrv125.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=6324&Itemid=http://mecsrv125.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=14875&Itemid=http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10389&Itemid=http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10955&Itemid=http://mecsrv125.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf

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    ARROYO, Miguel Gonzles. Indagaes sobre currculo: educandos e educadores: seus direitos e o currculo. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2007. BOFF, Leonardo. O cuidado necessrio. Petrpolis: Vozes, 2012. BRASIL. Ministrio da Educao e do Desporto. Secretaria da Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais: 1. a 4. Sries do Ensino Fundamental volumes: do 1 ao 10.2. Braslia; MEC, 1997 BRASIL. Ministrio da Educao e do Desporto. Secretaria da Educao Fundamental. Parmetros Nacionais de Qualidade para a Educao Infantil volumes 1 e 2. Braslia; MEC, 2006. BRASIL. Ministrio da Educao. Secretaria da Educao Bsica. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: Uma estratgia de gesto democrtica da educao pblica. Braslia; MEC, 2004. BRASIL. Ministrio da Educao. Secretaria da Educao Bsica. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Caderno 1 ao 12. Braslia; MEC, 2004. BRASIL. Ministrio da Educao. Secretaria de Educao Bsica. Departamento de Educao Infantil e Ensino Fundamental. Ensino fundamental de nove anos: orientaes para a incluso da criana de seis anos de idade. Braslia: FNDE, Estao Grfica, 2006. BRASIL. Ministrio da Educao. Secretaria da Educao Bsica. Indicadores da Qualidade na Educao Infantil. Braslia: MEC/SEB, 2009. BRASIL. Ministrio da Educao - MEC - Pacto Nacional da Alfabetizao na Idade Certa; Entendendo o pacto; quatro eixos de atuao: formao, materiais didticos, avaliao, gesto-mobilizao e controle social. Disponvel em:http://pacto.mec.gov.br/o-pacto BRASIL. Secretaria de Educao Especial. Poltica Nacional de Educao Especial na perspectiva da educao inclusiva. Braslia, MEC/SEESP, 2008. Disponvel em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. BRASIL. Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais: temas transversais. Braslia: MEC/SEF, 1998. Disponvel em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ttransversais.pdf CANDAU, Vera Maria. Reinventar a escola. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2002. CORTELLA, Mrio Srgio. A escola e o conhecimento fundamentos epistemolgicos e polticos. So Paulo: Cortez, 2003. DAVINI, Juliana; FREIRE, Madalena (Org). Adaptao: pais, educadores e crianas enfrentando mudanas. So Paulo: Espao Pedaggico, 1999. (Srie Cadernos de Reflexo). FERNANDES, Cludia de Oliveira; FREITAS, Luiz Carlos de. Indagaes sobre currculo: currculo e avaliao. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2007. FERREIRA, Naura Syria Carapetto (org). Gesto Democrtica da Educao: Atuais Tendncias, Novos Desafios. 4 ed. Editora: Cortez, 2003. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia - Saberes necessrios prtica educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999. GOMES, Nilma Lino. Indagaes sobre currculo: diversidade e currculo. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2007. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 7 ed. Porto Alegre: Mediao, 2004. JUNDIA (SP). Secretaria Municipal de Educao . Proposta Curricular da Educao Infantil e Ensino Fundamental. Disponvel em < cidade.jundiai.sp.gov.br/PMJSITE/portal.nsf/V03.02/sme_propostas?OpenDocument> JUNDIA (SP). Secretaria Municipal de Educao. Diretrizes pedaggicas fundamentais iniciais da SME Educao como ao poltica transformadora. Jundia, 2013. Disponvel em . KISHIMOTO, Tizuko M. Em busca da pedagogia da infncia- Pertencer e Participar Ed. Penso 1 Edio 2013. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possvel, o necessrio. Porto Alegre: Artmed, 2002. LIBANEO, Jos Carlos; OLIVEIRA, Joo Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educao escolar: polticas, estrutura e organizao. 8. ed. So Paulo : Cortez, 2009. LCK, Helosa. Dimenses de gesto escolar e suas competncias. Curitiba: Positivo, 2009. LCK, Helosa. Gesto Educacional: uma questo paradigmtica. Petrpolis. RJ: Vozes, 2006. LIMA, Elvira Souza. Indagaes sobre currculo: currculo e desenvolvimento humano. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2007. MOREIRA, Antnio Flvio Barbosa; CANDAU, Vera Maria. Indagaes sobre currculo: currculo, conhecimento e cultura. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2007. NETO, Antonio Cabral, NASCIMENTO, Ilma Vieira do; LIMA, Rosngela Novaes. Poltica Pblica de Educao no Brasil: compartilhando saberes e reflexes. Porto Alegre: Sulina, 2007. PARO, Vitor Henrique. Gesto Escolar, Democracia e Qualidade do Ensino. So Paulo: tica, 2007. (Coleo Educao em Ao) RIOS, Terezinha Azevdo . Compreeender e ensinar: por uma docncia da melhor qualidade. S.Paulo: Cortez, 2010. SACRISTN, J. Gimeno. O Currculo uma reflexo sobre a prtica. 3 ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2000. SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educao: Trajetria, limites e perspectivas. 11 ed. So Paulo: Autores Associados, 2008.

    http://pacto.mec.gov.br/o-pactohttp://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdfhttp://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ttransversais.pdf

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    STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Incluso - Um Guia para Educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. (In)disciplina - Construo da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 15 ed. So Paulo: Libertad, 2000. (Coleo Cadernos Pedaggicos do Libertad) VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Projeto poltico-pedaggico da escola: uma construo possvel. 16 ed. So Paulo: Papirus, 2003. WERNECK, Claudia. Ningum mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. 2 ed. Rio de Janeiro: WVA, 2000.

    PROFESSOR DE EDUCAO BSICA I e II (Arte e Espanhol) CONHECIMENTOS PEDAGGICOS REFERNCIAS: APPLE, Michel; NOVOA, Antonio. Paulo Freire: poltica e pedagogia. Lisboa: Porto editora, 1998. ARROYO, Miguel G. Ofcio de mestre: Imagens e Auto-imagens. 6 ed. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2002. BOFF, Leonardo. O cuidado necessrio. Petrpolis: Vozes, 2012. BRASIL. Secretaria de Educao Especial. Poltica Nacional de Educao Especial na perspectiva da educao inclusiva. Braslia, MEC/SEESP, 2008. Disponvel em: http: //portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. BRASIL. Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais: temas transversais. Braslia: MEC/SEF, 1998. Disponvel em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ttransversais.pdf CANDAU, Vera Maria. Reinventar a escola. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2002. CORTELLA, Mrio Srgio. A escola e o conhecimento fundamentos epistemolgicos e polticos. So Paulo: Cortez, 2003. GIROUX, Henry. A escola crtica e poltica cultural. So Paulo: Autores Associados, 1987. GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais rumo a uma pedaggica crtica da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. LA TAILLE, Yves de. Limites: trs dimenses educacionais: So Paulo: tica, 1998. RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e ensinar: por uma docncia da melhor qualidade. 8 ed. So Paulo: Editora Cortez, 2008. RIOS, Terezinha. tica e competncia. So Paulo: Cortez, 2003. SANTOS, Milton. Por uma outra globalizao do pensamento nico conscincia universal. So Paulo: Record, 2000. SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. So Paulo: Cortez/ Autores Associados, 1989. JUNDIA (SP). Secretaria Municipal de Educao . Proposta Curricular da Educao Infantil e Ensino Fundamental. Disponvel em < cidade.jundiai.sp.gov.br/PMJSITE/portal.nsf/V03.02/sme_propostas?OpenDocument> JUNDIA (SP). Secretaria Municipal de Educao. Diretrizes pedaggicas fundamentais iniciais da SME Educao como ao poltica transformadora. Jundia, 2013. Disponvel em . VASCONCELLOS, Celso dos Santos. (In)disciplina - Construo da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 15 ed. So Paulo: Libertad, 2000. (Coleo Cadernos Pedaggicos do Libertad). WERNECK, Claudia. Ningum mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. 2 ed. Rio de Janeiro: WVA, 2000.

    LEGISLAO REFERNCIAS: BRASIL. Constituio da Repblica Federativa do Brasil: Promulgada em 05/10/88 Cap. III seo I da Educao. CONVENO ONU Sobre os Direitos das Pessoas com Deficincia 2007. LEI n. 9394, de 20.12.96. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educao Nacional. LEI n. 8069 de 13.07.90 Dispe sobre o Estatuto da Criana e do Adolescente - ECA. PARECER CNE/CEB n 20/2009. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Infantil. PARECER CNE/CEB n 11/2010, aprovado em 7 de julho de 2010 Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. PARECER CNE/CEB n 7/2010, aprovado em 7 de abril de 2010 Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educao Bsica. PARECER CNE/CEB n 17/2001, aprovado em 3 de julho de 2001 Diretrizes Nacionais para a Educao Especial na Educao Bsica. PARECER CNE/CP n. 3, de 10 de maro de 2004 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao das Relaes tnico-Raciais e para o Ensino de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Africana. PARECER CNE/CEB n 12/2013, aprovado em 4 de dezembro de 2013 Diretrizes Nacionais para a operacionalizao do ensino de Msica na Educao Bsica. PARECER CNE/CP n 8/2012, aprovado em 6 de maro de 2012 Diretrizes Nacionais para a Educao em Direitos Humanos. PARECER CNE/CP n 14/2012, aprovado em 6 de junho de 2012

    http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdfhttp://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ttransversais.pdfhttp://mecsrv125.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=6324&Itemid=http://mecsrv125.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB017_2001.pdfhttp://mecsrv125.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/003.pdfhttp://mecsrv125.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=14875&Itemid=http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10389&Itemid=http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10955&Itemid=

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    Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Ambiental. RESOLUO CNE/CEB 5/2009 Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educao Infantil. RESOLUO CNE/CEB n 2/2001, de 11 de setembro de 2001 Institui Diretrizes Nacionais para a Educao Especial na Educao Bsica. RESOLUO n 07, de 14 de dezembro de 2010 Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. RESOLUO CNE/CEB n 4, de 13 de julho de 2010 Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educao Bsica OBSERVAO: Na legislao indicada, devem ser incorporadas todas as alteraes ocorridas. PROFESSOR DE EDUCAO BSICA I CONHECIMENTOS ESPECFICOS

    BONDIOLI, A.; MANTOVANI, S. Manual de educao infantil: de 0 a 3 anos uma abordagem reflexiva. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1998. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Infantil. Brasl: CNE, 1999. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educao Infantil: estratgias e orientaes para a Educao de crianas com necessidades educacionais especiais. Ministrio da Educao Brasl ia: MEC, 2001. 56p. BRASIL. Parmetros de qualidade para a educao infantil. Braslia: MEC/SEF, 2006. BRASIL. Poltica Nacional de Educao Infantil: pelo direito das crianas de zero a seis anos Educao. 2006. BRASIL. Ministrio da Educao. Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais (1a a 4 sries). Braslia: MEC/SEF, 1997. BRASIL. Ministrio da Educao - MEC - Pacto Nacional da Alfabetizao na Idade Certa; Entendendo o pacto; quatro eixos de atuao: formao, materiais didticos, avaliao, gesto-mobilizao e controle social. Disponvel em: . BRAUDEL, F. Pedagogia da Histria. Revista de Histria, So Paulo, v. XI, n. 23, 1955. BRITO, T. A. de. Msica na educao infantil. So Paulo: Petrpolis, 2003. CHARTIER, R. Prticas da leitura. So Paulo: Estao Liberdade, 1996. DOLZ, J.; SCHNEUWLY, B. Gneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado das Letras, 2004. DOLZ, J. et al. Produo escrita e dificuldades de aprendizagem. Campinas: Mercado das Letras, 2010. FARIA, A. L. G.; PALHARES, M. S. (Orgs.). Educao infantil ps-LDB: rumos e desafios. Campinas: Editores Associados, 1999. KAMII, Constance. A criana e o nmero. Campinas: Papirus, 1985. KISHIMOTO, Tizuko M. Em busca da pedagogia da infncia- Pertencer e Participar Ed. Penso 1 Edio 2013. KLEIMAN, Angela B.; MATENCIO, Maria de Lourdes Meirelles (Orgs.). Leitura, ensino e pesquisa. Campinas: Pontes, 2008. KLEIMAN, Angela B.; MATENCIO, Maria de Lourdes Meirelles (Orgs.).Letramento e formao do professor: prticas discursivas, representaes e construo do saber. Campinas: Mercado das Letras, 2005. LACOSTE, Y. Geografia: isso serve em primeiro lugar parafazer a guerra. 3. ed. Campinas: Papirus, 1993. LERNER, D.; SADOVSKY, P. Didtica da Matemtica. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1994. MITTLER, Peter. Educao Inclusiva: Contextos Sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003. MINISTRIO DA EDUCAO. Secretaria de Educao Bsica. Guia de livros didticos: PNLD 2010. Braslia, 2009. MORAN, J. M. Aprendizagem significativa. Disponvel em:. Acesso em: 21 dez. 2010 PUIG, L.; CERDN, F. Problemas aritmticos escolares. Madri: Sntesis, 1988. STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Incluso Um Guia Para Educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. VYGOTSKY, L. S. A formao social da mente. So Paulo: Martins Fontes, 2007. ZUNINO, D. L. A Matemtica na escola: aqui e agora. Porto Alegre: Artmed, 1996. PROFESSOR DE EDUCAO BSICA II ARTE CONHECIMENTOS ESPECFICOS

    BRASIL. Parmetros curriculares nacionais (5 a 8 sries) - volume 1 introduo ao PCN BRASIL. Parmetros curriculares nacionais (5 a 8 sries) - volume 7 Arte BRASIL. Parmetros Curriculares Nacionais do 1 ao 5 ano, Volume I (Introduo) e volume 6 (ARTE) BRITO, Teca Alencar. Msica na Educao Infantil. So Paulo: Petrpolis, 2003. BARBOSA, A. M. A imagem no ensino da arte. So Paulo: Perspectiva, 2001. BARBOSA, A. M. Arte e Educao Contempornea. So Paulo: Cortez, 2005. BARBOSA, A. M. Inquietaes e mudanas no ensino da Arte. So Paulo: Cortez, 2002.

    http://mecsrv125.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdfhttp://mecsrv125.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=6704&Itemid=http://pacto.mec.gov.br/o-pacto

  • 26

    MARTINS, Mirian Celeste, PICOSQUE, Gisa e GUERRA, M. Terezinha Telles. Teoria e prtica do ensino de arte: a lngua do mundo So Paulo: FTD, 2011. SCHAFER,M. O ouvido pensante. So Paulo: Editora UNESP, 1992. Educao Sonora. So Paulo: Melhoramentos, 2009. SPOLIN, V. Improvisao para o teatro. So Paulo>: Perspectiva, 1992. PROFESSOR DE EDUCAO BSICA II ESPANHOL CONHECIMENTOS ESPECFICOS FANJUL, A. (org.). Gramtica y prctica de espaol para brasileos. So Paulo, Santillana, GASPARINI, P. El etnotipo latinoamericano en los textos de ELE: anlisis de dos casos. SIGNOS ELE, 2009. Disponvel em http://www.salvador.edu.ar/sitio/signosele/articulo.asp?id=18#comen GOETTENAUER, E. Espanhol: lngua de encontros. In: SEDYCIAS, Joo (org.). O ensino do espanhol no Brasil: passado, presente, futuro. So Paulo: Parbola Editorial, 2005. p. 61-70. GONZLEZ, N. M. Portugus brasileo y espaol: lenguas inversamente asimtricas. In CELADA, M. T.; GONZLEZ, N. M. (coord. Dossier). Gestos trazan distinciones entre la lengua espaola y el portugus brasileo, SIGNOS ELE, 2008. Disponvel em: http://www.salvador.edu.ar/sitio/signosele/articuloanterior.asp?id=6 HERNNDEZ, M.J. Del pretexto al texto. La lectura en la enseanza/aprendizaje de idiomas y su tratamiento en espaol como lengua extranjera. In: Cable, n.7, Madrid, 1991, pp.9-13. Disponvel em: http://www.marcoele.com/num/5/02e3c09 9660b0440d/delpretextoaltexto.pdf . MATTE BON, F. (1995). Gramtica comunicativa del espaol. 2 ed. Madri: Edelsa, 1995. T. I e II. ENO, C; FERNANDEZ, G.E. Gramtica contrastiva Del espaol para Brasileos. Madrid: SGEL, 2007.

    http://www.salvador.edu.ar/sitio/signosele/articulo.asp?id=18#comenhttp://www.salvador.edu.ar/sitio/signosele/articuloanterior.asp?id=6

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    ANEXO III - FORMULRIO PARA INTERPOSIO DE RECURSO

    Prefeitura de Jundia Concurso Pblico 368/2014

    Obs.: Ler atentamente o Captulo Referente aos Recursos antes do preenchimento.

    NOME DO CANDIDATO: ______________________________________________

    No DE INSCRIO:_____________

    CARGO: _____________

    TIPO DE RECURSO: (marcar um X)

    ( ) CONTRA O EDITAL

    ( ) CONTRA GABARITO

    ( ) CONTRA PONTUAO PROVA OBJETIVA

    ( ) CONTRA A PONTUAO DA PROVA DE PRODUO TEXTUAL

    ( ) CONTRA A PONTUAO DOS TTULOS

    ( ) CONTRA A CLASSIFICAO

    ( ) OUTROS

    No DA QUESTO (caso o recurso refira-se questo/gabarito divulgado) ______

    FUNDAMENTAO:

    Assinatura do Candidato: ________________________

    Data: ___/___/2014

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    ANEXO IV - REQUERIMENTO PARA SOLICITAO DE CONDIO ESPECIAL PARA REALIZAO DA

    PROVA

    Prefeitura de Jundia Concurso Pblico 368/2014

    ANEXAR LAUDO MDICO QUE JUSTIFIQUE A SOLICITAO FEITA

    NOME DO CANDIDATO: ______________________________________________

    No DE INSCRIO:_____________

    NMERO DO DOCUMENTO DE IDENTIDADE: _______________________

    CARGO PRETENDIDO: _____________

    Descrever a condio especial que necessita para realizar a prova __________________________________________________________________________________________________________________________________________________