acessibilidade para todos-normas tecnicas

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Normas técnicas para acessos com rampas e outros para pessoas de mobilidade reduzida

Text of acessibilidade para todos-normas tecnicas

  • NORMAS TCNICAS PARA MELHORIADA ACESSIBILIDADE DOS CIDADOS

    COM MOBILIDADE CONDICIONADAAOS EDIFCIOS, ESTABELECIMENTOS

    QUE RECEBEM PBLICO E VIA PBLICA

    Maio de 2003

    DIVISO DE HIGIENE, SEGURANA E SADE OCUPACIONAL

    GUIA PRTICO

  • FICHA TCNICA

    Edio

    Realizaoe distribuio

    Edio Grfica

    Concepo

    Edio*

    Cmara Municipal de Sintra

    DR-RHM/DRH/DHSO-Diviso de Higiene,Segurana e Sade Ocupacional

    GCRP - Gabinete Municipal de Comunicao e Relaes Pblicas

    DHSO, Jorge Pedroso, Fisioterapautajorge.s.pedroso@clix.pt

    2003

    * Edio gratuita

  • INTRODUO

    O presente manual, elaborado com base no Anexo I do Decreto-Lei n. 123/97de 22 de Maio. Tendo em conta que a aplicao das normas previstas no referidodiploma de grande espectro, nomeadamente no que se refere enorme variedade desituaes por ele abrangidas, a sua ilustrao por desenhos dever ser entendida apenascomo uma referncia, salvaguardando o que concerne a valores de medida de baseobjectiva.

    Pela Deciso 2001/903/CE, de 3 de Dezembro de 2001, o Conselho da UnioEuropeia proclamou 2003 - Ano Europeu das Pessoas com Deficincia. Neste contexto,esta edio pretende contribuir para a integrao de pessoas com mobilidade reduzidaatravs da divulgao de normas tcnicas cuja implementao a todos beneficia.

    Jorge Pedroso

  • ndice

    mbito de Aplicao

    CAPTULO I - Urbanismo

    1 - Passeios e vias de acesso

    2 - Passagens de pees

    2.1 - De superfcie

    2.2 - Desniveladas

    2.2.1 - Por rampas

    2.2.2 - Por dispositivos mecnicos

    2.2.3 - Por escadas

    CAPTULO II - Acesso aos edifcios

    1 - Rampas de acesso

    2 - Escadas

    CAPTULO III - Mobilidade nos edifcios

    1 - Entradas dos edifcios

    2 - Ascensores

    3 - Corredores e portas interiores

    4 - Balces ou guichs

    5 - Telefones

    6 - Instalaes sanitrias de utilizao geral

    CAPTULO IV - reas de interveno especfica

    1 - Normas gerais

    2 - Recintos e instalaes desportivas

    2.1 - Balnerios

    2.2 - Vestirios

    2.3 - Piscinas

    3 - Edifcios e instalaes escolares e de formao

    4 - Salas de espectculos e outras instalaes para actividades socioculturais

    5 - Parques de estacionamento

    Decreto-Lei n. 123/97

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    9

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    41

  • mbito de Aplicao

    Pgina n. 1

    1 - As normas tcnicas aprovadas aplicam-se a todos os projectos de instalaes e respectivosespaos circundantes da administrao pblica central, regional e local, bem como dos institutos pblicosque revistam a natureza de servios personalizados ou de fundos pblicos.

    2 - Aplicam-se igualmente aos seguintes projectos de edifcios, estabelecimentos e equipamentosde utilizao pblica e via pblica:

    a) Equipamentos sociais de apoio a pessoas idosas e ou com deficincia, como sejam lares,residncias, centros de dia, centros de convvio, centros de emprego protegido, centros de actividadesocupacionais e outros equipamentos equivalentes;

    b) Centros de sade, centros de enfermagem, centros de diagnstico, hospitais, maternidades,clnicas, postos mdicos em geral, farmcias e estncias termais;

    c) Estabelecimentos de educao pr-escolar e de ensino bsico, secundrio e superior, centros deformao, residenciais e cantinas;

    d) Estabelecimentos de reinsero social;

    e) Estaes ferrovirias e de metropolitano, centrais de camionagem, gares martimas e fluviais,aerogares de aeroportos e aerdromos, paragens dos transportes colectivos na via pblica, postosde abastecimento de combustvel e reas de servio;

    f) Passagens de pees desniveladas, areas ou subterrneas, para travessia de vias frreas, viasrpidas e auto-estradas;

    g) Estaes de correios, estabelecimentos de telecomunicaes, bancos e respectivas caixasmultibanco, companhias de seguros e estabelecimentos similares;

    h) Museus, teatros, cinemas, salas de congressos e conferncias, bibliotecas pblicas, bem comooutros edifcios ou instalaes destinados a actividades recreativas e scio-culturais;

    i) Recintos desportivos, designadamente estdios, pavilhes gimnodesportivos e piscinas;

    j) Espaos de lazer, nomeadamente parques infantis, praias e discotecas;

    l) Estabelecimentos comerciais, bem como hotis, apart-hotis, motis, residenciais, pousadas,estalagens, penses e ainda restaurantes e cafs cuja superfcie de acesso ao pblico ultrapasse150 m2;

    m) Igrejas e outros edifcios destinados ao exerccio de cultos religiosos;

    n) Parques de estacionamento de veculos automveis;

    o) Instalaes sanitrias de acesso pblico.

    3 - As presentes normas aplicam-se sem prejuzo das contidas em regulamentao tcnica especificamais exigente.

  • mbito de Aplicao

    Pgina n. 2

    Instalaes daAdministrao Pblica

    Central

    Regional

    Local

    Institutos pblicos

    Equipamentos sociais deapoio a pessoas idosas e oucom deficincia

    Lares

    Residenciais

    Centros de dia

    Centros de convvio

    Centros de emprego

    Centro de actividadesocupacionais

  • mbito de Aplicao

    Pgina n. 3

    Infra-estruturas da sade

    Centros de sade

    Centros de diagnstico

    Centros de enfermagem

    Hospitais

    Maternidades

    Clnicas

    Postos mdicos em geral

    Farmcias

    Estncias termais

  • mbito de Aplicao

    Pgina n. 4

    Estabelecimentos de educao

    Cantinas

    Centros de formao

    Residenciais

    Pr-escolar

    Ensino bsico

    Ensino secundrio

    Ensino superior

    Estabelecimentos dereinsero social

    Estaes ferrovirias e de metropolitano

    Centrais de camionagem

    Gares martimas e fluviais

    Aerogares de aeroportos e aerdromos

    Paragens dos transportes colectivos na via pblica

    Postos de abastecimento de combustvel

    reas de servio

  • mbito de Aplicao

    Pgina n. 5

    Passagens de pees desniveladas

    Areas

    Subterrneas

    Para travessia devias frreas, viasrpidas e auto-estradas

    Estaes de correios

    Estabelecimentos detelecomunicaes

    Bancos

    Caixas Multibanco

    Companhias de seguros

  • mbito de Aplicao

    Pgina n. 6

    Salas de espectculos e outras instalaesdestinadas a actividades scio-culturais

    Museus

    Teatros

    Cinemas

    Salas de congressose conferncias

    Bibliotecas pblicas

    Recintos desportivos

    Espaos de Lazer

    Estdios

    Pavilhes gimnodesportivos

    Piscinas

    Parques infantis

    Praias

    Discotecas

  • mbito de Aplicao

    Pgina n. 7

    Estabelecimentos comerciais

    Hotis

    Apart-hotis

    Motis

    Residenciais

    Pousadas

    Estalagens

    Penses

    Restaurantes e cafscom mais de 150 m2

    Igrejas e edifcios destinadosa cultos religiosos

    Parques de estacionamento

    Instalaes sanitriasde acesso pblico

  • NORMAS TCNICAS PARA MELHORIADA ACESSIBILIDADE DOS CIDADOS

    COM MOBILIDADE CONDICIONADAAOS EDIFCIOS, ESTABELECIMENTOS

    QUE RECEBEM PBLICO E VIA PBLICA

    Normas Tcnicas

    Pgina n. 8

  • 1 - Passeios e vias de acesso:1.1 - A inclinao mxima, no sentido longitudinal, dos passeios e vias de acesso

    circundante aos edifcios de 6 % e, no sentido transversal, de 2 %.

    0,36 m6 m

    6 %

    Sentido longitudinal

    Sentido transversal

    2 %

    1.2 - A altura dos lancis, nas imediaes das passagens de pees, de 0,12 m, por formaa facilitar o rebaixamento at 0,02 m.

    0,02 m 0,12 m

    ANEXO I do DL 123 / 97 de 22 de MaioI - Urbanismo

    GUIA PRTICO

    Pgina n. 9

  • Boa aderncia

    1.4 - Os pavimentos dos passeios e vias de acesso devem ser compactos e as suas superfciesrevestidas de material cuja textura proporcione uma boa aderncia.

    ANEXO I do DL 123 / 97 de 22 de Maio GUIA PRTICOI - Urbanismo

    Pgina n. 10

    1.3 - A largura mnima dos passeios e vias de acesso de 2,25m.

    2,25 m

  • ANEXO I do DL 123 / 97 de 22 de Maio GUIA PRTICOI - Urbanismo

    1.5 - A abertura mxima das grelhas das tampas dos esgotos de guas pluviais de 0,02 mde lado ou de dimetro.

    0,02 m

    1.6 - O espao mnimo entre os postes de suporte dos sistemas de sinalizao vertical de1,20 m no sentido da largura do passeio ou via de acesso. As raquetas publicitrias, ascabinas telefnicas, os postes de sinalizao rodoviria vertical ou outro tipo de mobiliriourbano no devero condicionar a largura mnima livre do passeio de 1,20 m.

    1,20 m

    1,20 m

    1,20 m

    Pgina n. 11

  • 1.7 - A altura mnima de colocao das placas de sinalizao fixadas em postes, nasparedes ou em outro tipo de suportes, bem como dos toldos ou similares, quando abertos, de 2 m.

    1.8 - O equipamento/mobilirio urbano dever ter caractersticas adequadas, de modo apermitir a sua correcta identificao ao nvel do solo pelas pessoas com deficincia visual.

    ANEXO I do DL 123 / 97 de 22 de Maio GUIA PRTICOI - Urbanismo

    Pgina n. 12

    2 m2 m

  • ANEXO I do DL 123 / 97 de 22 de Maio GUIA PRTICOI - Urbanismo

    2-Passagens de pees:

    2.1-De superfcie:2.1.1 - O comprimento mnimo da zona de intercepo das zebras com as placas centrais

    das rodovias de 1,50 m, no podendo a sua largura ser inferior largura da passagem depees.

    1,50 m

    2.1.2 - Os lancis dos passeios devem ser rebaixados a toda a largura das zebras pelomenos at 0,02 m da superfcie das mesmas, por forma que a superfcie do passeio que lhefica adjacente proporcione uma inclinao suave.

    Pgina n. 13

    0,02 m

  • ANEXO I do DL 123 / 97 de 22 d