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7/23/2019 Filosofia - Wiki http://slidepdf.com/reader/full/filosofia-wiki 1/22 Filosofia O pensador , de Auguste Rodin, representação clássica de um homem imerso em  pensamentos. Filosofia (do grego Φιλοσοφ!, literalmente "amor # sa$edoria%& ' o estudo de  pro$lemas undamentais relacionados # e)ist*ncia , ao conhecimento , # +erdade, aos +alores morais e est'ticos, # mente e # linguagem. -  Ao a$ordar esses pro$lemas, a ilosoia se distingue da mitologia e da religião por sua *nase em argumentos racionais/  por outro lado, dierencia0se das pes1uisas cient2icas por geralmente não recorrer a  procedimentos emp2ricos em suas in+estigaç3es. 4ntre seus m'todos, estão a análise conceptual , as e)peri*ncias de pensamento , a argumentação l5gica e outros m'todos a  priori. Introdução As in6meras ati+idades a 1ue nos dedicamos cotidianamente pressup3em a aceitação de di+ersas crenças e +alores de 1ue nem sempre estamos cientes. Acreditamos ha$itar um mundo constitu2do de dierentes o$7etos, de di+ersos tamanhos e di+ersas cores. Acreditamos 1ue esse mundo organi8a0se num espaço tridimensional e 1ue o tempo segue a sua marcha ine)orá+el numa 6nica direção. Acreditamos 1ue as pessoas ao redor são em tudo semelhantes a n5s, +eem as mesmas coisas, t*m os mesmos sentimentos e sensaç3es e as mesmas necessidades. 9uscamos interagir com outras  pessoas, e encontrar algu'm com 1uem compartilhar a +ida e, tal+e8, constituir am2lia,  pois tudo nos le+a a crer 1ue essa ' uma das condiç3es para a nossa elicidade:eriodicamente reclamamos de a$usos na tele+isão, em propagandas e noticiários, na crença de 1ue há certos +alores 1ue estão sendo transgredidos por puro sensacionalismo . 4m todos esses casos, nossas crenças e +alores determinam nossas aç3es e atitudes sem 1ue eles se1uer nos passem pela ca$eça. ;as eles estão lá, proundamente arraigados e e)tremamente inluentes. 4n1uanto estamos ocupados em tra$alhar, pagar as contas ou di+ertir0nos, não +emos necessidade de 1uestionar essas crenças e +alores. ;as nada

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    Filosofia

    O pensador, de Auguste Rodin, representao clssica de um homem imerso empensamentos.

    Filosofia(do grego!, literalmente "amor # sa$edoria%& ' o estudo depro$lemas undamentais relacionados # e)ist*ncia, ao conhecimento,#+erdade, aos+aloresmoraise est'ticos, # mentee # linguagem.-Ao a$ordar esses pro$lemas, a

    ilosoia se distingue da mitologiae da religiopor sua *nase em argumentosracionais/por outro lado, dierencia0se das pes1uisas cient2icaspor geralmente no recorrer aprocedimentos emp2ricos em suas in+estiga3es. 4ntre seus m'todos, esto a anliseconceptual, as e)peri*ncias de pensamento, a argumentao l5gicae outros m'todos a

    priori.

    Introduo

    As in6meras ati+idades a 1ue nos dedicamos cotidianamente pressup3em a aceitao dedi+ersas crenas e +alores de 1ue nem sempre estamos cientes. Acreditamos ha$itar um

    mundoconstitu2do de dierentes o$7etos, de di+ersos tamanhos e di+ersas cores.Acreditamos 1ue esse mundo organi8a0se num espaotridimensional e 1ue o temposegue a sua marcha ine)or+el numa 6nica direo. Acreditamos 1ue as pessoas aoredor so em tudo semelhantes a n5s, +eem as mesmas coisas, t*m os mesmossentimentos e sensa3es e as mesmas necessidades. 9uscamos interagir com outras

    pessoas, e encontrar algu'm com 1uem compartilhar a +ida e, tal+e8, constituir am2lia,pois tudo nos le+a a crer 1ue essa ' uma das condi3es para a nossa elicidade.:eriodicamente reclamamos de a$usos na tele+iso, em propagandas e noticirios, nacrena de 1ue h certos +alores 1ue esto sendo transgredidos por puro sensacionalismo.4m todos esses casos, nossas crenas e +alores determinam nossas a3es e atitudes sem1ue eles se1uer nos passem pela ca$ea. ;as eles esto l, proundamente arraigados e

    e)tremamente inluentes. 4n1uanto estamos ocupados em tra$alhar, pagar as contas oudi+ertir0nos, no +emos necessidade de 1uestionar essas crenas e +alores. ;as nada

    http://pt.wikipedia.org/wiki/O_pensadorhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Rodinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_gregahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Exist%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Verdadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Verdadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_(filosofia)http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mentehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagemhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-guide-0http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lise_(filosofia)http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lise_(filosofia)http://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_de_pensamentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/A_priorihttp://pt.wikipedia.org/wiki/A_priorihttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mundohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%A7o_f%C3%ADsicohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tempohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Felicidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Felicidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Sensacionalismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Rodinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_gregahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Exist%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Verdadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_(filosofia)http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mentehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagemhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-guide-0http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lise_(filosofia)http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lise_(filosofia)http://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_de_pensamentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/A_priorihttp://pt.wikipedia.org/wiki/A_priorihttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mundohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%A7o_f%C3%ADsicohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tempohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Felicidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Sensacionalismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/O_pensador
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    impede 1ue, em determinado momento, aamos uma rele)o prounda so$re osigniicado desses +alores e crenas undamentais e so$re a sua consist*ncia. < nesseestado de esp2rito 1ue ormularemos perguntas como= >? 1ue ' a realidadeem [email protected], >? 1ue h por trs da1uilo 1ue +e7o, ouo e [email protected], >? 1ue ' o [email protected] 4 o1ue ' o [email protected], >Be o 1ue aconteceu h um cent'simo de segundo atrs 7 ' passado,

    ser 1ue o presente no ' uma [email protected], >Ber 1ue tudo o 1ue acontece ' sempreantecedido por [email protected], >? 1ue ' a [email protected] 4 como [email protected], >? 1ue ' o certo eo [email protected], >? 1ue ' a [email protected]

    :aul Cauguin,De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos?(-DEFGED&.

    4ssas perguntas so tipicamente ilos5icas e reletem algo 1ue poder2amos chamar deatitude ilos5ica perante o mundo e perante n5s mesmos. < a atitude de nos +oltarmos

    para as nossas crenas mais undamentais e esorar0nos por compreend*0las, a+ali0lase 7ustiic0las. ;uitas delas parecem ser to 5$+ias 1ue ningu'm em s consci*nciatentaria sinceramente 1uestion0las. :oucos colocariam em 1uesto m)imas como>;atar ' errado, >A democracia' melhor 1ue a ditadura, >A li$erdade de e)pressoede opinio ' um +alor indispens+el. ;as, a atitude ilos5ica no reconhece dom2niosechados # in+estigao. ;esmo em relao a crenas e +alores 1ue consideramosa$solutamente inegoci+eis, a proposta da ilosoia ' a de su$met*0los ao e)ame cr2tico,racional e argumentati+o, de modo 1ue a nossa adeso se7a resta$elecida em no+o

    patamar. 4m outras pala+ras, a proposta ilos5ica ' a de 1ue, se ' para sustentarmoscertas crenas e +alores, 1ue se7am sustentados de maneira cr2tica e reletida.

    ;uitos autores identiicam essa atitude ilos5ica com uma esp'cie de ha$ilidade oucapacidade de se admirar com as coisas, por mais prosaicas 1ue se7am. Ha $ase dailosoia, estaria a curiosidade t2pica das crianas ou dos 1ue no se contentam comrespostas prontas. :lato, um dos pais undadores da ilosoia ocidental, airma+a 1ue osentimento de assom$ro ou admirao est na origem do pensamento ilos5ico=

    IA admirao ' a +erdadeira caracter2stica do il5soo. Ho tem outra origem ailosoia.I

    J :lato, Teeteto.K

    Ha mesma linha, airma+a Arist5teles=

    I?s homens comeam e sempre comearam a ilosoar mo+idos pela admirao.IJ Arist5teles,Metafsica, L K.M

    4m$ora essa capacidade de admirar0se com a realidade possa estar na origem do

    pensamento ilos5ico, isso no signiica 1ue tal admirao pro+o1ue apenas e tosomente ilosoia. ? sentimento religioso, por e)emplo, pode igualmente surgir dessa

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Causalidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Gauguinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Democraciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ditadurahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade_de_express%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade_de_express%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teetetohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-1http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teleshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsica_(Arist%C3%B3teles)http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-2http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Causalidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Gauguinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Democraciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ditadurahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade_de_express%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teetetohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-1http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teleshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsica_(Arist%C3%B3teles)http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-2
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    disposio= a aparente pereio da nature8a, as sincronias dos processos naturais, acomple)idade dos seres +i+ospodem causar prounda impresso no indi+2duo e le+0loa indagar se o respons+el por tudo isso no seria uma Lntelig*ncia Buperior. Nma

    paisagem 1ue a todos parecesse comum e sem atrati+os poderia atrair de modo singularo olho do artista e a8*0lo criar uma o$ra de arte 1ue re+elasse nuances 1ue escaparam

    ao olhar comum. Analogamente, em$ora a 1ueda de o$7etos se7a um enOmenocorri1ueiro, se nenhum cientista ti+esse considerado esse enOmeno surpreendente oudigno de nota, no sa$er2amos nada a respeito da gra+idade.4sses e)emplos sugerem1ue, al'm de certa atitude em relao # nossa e)peri*ncia da realidade, h um modo deinterpelar a realidade e nossas crenas a seu respeito 1ue dierenciariam essain+estigao da religio, da artee da ci*ncia.

    Ao contrrio da religio, 1ue se esta$elece entre outras coisas so$re te)tos sagrados eso$re a tradio, a ilosoia recorre apenas # ra8opara esta$elecer certas teses e reutaroutras. Pomo 7 mencionado acima a ilosoia no admite dogmas.Ho h, em

    princ2pio, crenas 1ue no este7am su7eitas ao e)ame cr2tico da ilosoia. Qisso no

    decorre um conlito irreconcili+el entre a ilosoia e a religio. il5soos 1ueargumentam em a+or de teses caras #s religi3es, como, por e)emplo, a e)ist*ncia deQeus e a imortalidadeda alma. ;as um argumento propriamente ilos5ico em a+or daimortalidade da alma apresentar como garantias apenas as suas pr5prias ra83es= eleapelar somente ao assentimento racional, 7amais # 'ou # o$edi*ncia.S

    ?s artistas assemelham0se aos il5soos em sua tentati+a de des$anali8ar a nossae)peri*ncia do mundo e alcanar assim uma compreenso mais prounda de n5smesmos e das coisas 1ue nos cercam. ;as a orma em 1ue apresentam seus resultados '

    $astante dierente. ?s artistas recorrem #percepodireta e #intuioT/ en1uanto ailosoia tipicamente apresenta seus resultados de maneira argumentati+a, l5gica ea$strata.

    ;as, se essa insist*ncia na ra8o dierencia a ilosoia da religio e da arte, o 1ue adierenciaria das ci*ncias, uma +e8 1ue tam$'m essa pri+ilegia uma a$ordagemmet5dica e racional dos [email protected] A dierena ' 1ue os pro$lemas tipicamenteilos5icos no podem ser resol+idos por o$ser+aoe e)perimentaoU. Ho he)perimentos e o$ser+a3es emp2ricas 1ue possam decidir 1ual seria a noo de>direitos humanos mais ade1uada do ponto de +ista da ra8o. ? mesmo +ale paraoutras no3es, tais como >li$erdade, >7ustia ou >alta moral. Ho h como resol+erem la$orat5rio 1uest3es como= >1uando tem in2cio o ser [email protected], >os animais podem

    ser su7eitos de [email protected], >em 1ue medida o 4stadopode intererir na +ida [email protected], >As entidades microsc5picas postuladas pelas ci*ncias t*m o mesmo graude realidade 1ue os o$7etos da nossa e)peri*ncia cotidiana (pessoas, animais, mesas,cadeiras, etc.&@. 4m resumo, 1uando um t5pico ' deendido ou criticado comargumentos racionais, e essa deesa ou ata1ue no pode contar com o$ser+a3es ee)perimentos para a sua soluo, estamos diante de um de$ate ilos5ico.

    A definio de filosofia

    Etimologia

    A pala+ra IilosoiaI (do grego& ' uma composio de duas pala+ras=philos(V& esophia(!&. A primeira ' uma deri+ao dephilia(!& 1ue signiica ami8ade,

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Naturezahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Organismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gravidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gravidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Artehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Dogmahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Dogmahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Imortalidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Almahttp://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9http://pt.wikipedia.org/wiki/Obedi%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-3http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-3http://pt.wikipedia.org/wiki/Percep%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Intui%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Intui%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Intui%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-4http://pt.wikipedia.org/wiki/Observa%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_cient%C3%ADficahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_cient%C3%ADficahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-5http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_humanoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Estadohttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_gregahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Naturezahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Organismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gravidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Artehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Dogmahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Imortalidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Almahttp://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9http://pt.wikipedia.org/wiki/Obedi%C3%AAnciahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-3http://pt.wikipedia.org/wiki/Percep%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Intui%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-4http://pt.wikipedia.org/wiki/Observa%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_cient%C3%ADficahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-5http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_humanoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Estadohttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega
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    amor raterno e respeito entre os iguais/ a segunda signiica sa$edoria ou simplesmentesa$er. Wilosoia signiica, portanto, ami8ade pela sa$edoria, amor e respeito pelo sa$er/ eo il5soo, por sua +e8, seria a1uele 1ue ama e $usca a sa$edoria, tem ami8ade pelosa$er, dese7a sa$er.F

    A tradio atri$ui ao il5soo :itgorasde Bamos(1ue +i+eu no s'culo X a.P.& a criaoda pala+ra. Ponorme essa tradio, :itgoras teria cunhado o termo para modestamenteressaltar 1ue a sa$edoria plena e pereita seria atri$uto apenas dos deuses/ os homens,no entanto, poderiam +ener0la e am0la na 1ualidade de il5soos.F

    A pala+raphilosophano ' simplesmente uma in+eno moderna a partir de termosgregos,D/mas, sim, um empr'stimo tomado da pr5pria l2ngua grega. ?s termosV (philosophos& e YZ (philosophein& 7 teriam sido empregados poralgunspr'0socrticosE(erclito,:itgoraseC5rgias& e pelos historiadores er5dotoe[uc2dides. 4mB5cratese :lato, ' acentuada a oposio entre ! e !, em1ue o 6ltimo termo e)prime certa mod'stia e certo ceticismoem relao ao

    conhecimento humano.

    O conceito de filosofia

    ? conceito de IilosoiaI soreu, no transcorrer da hist5ria, +rias altera3es e restri3esem sua a$rang*ncia. As concep3es do 1ue se7a a ilosoia e 1uais so os seus o$7etos deestudo tam$'m se alteram conorme a escola ou mo+imento ilos5ico. 4ssa +ariedade

    presente na hist5ria da ilosoia e nas escolas e correntes ilos5icas torna praticamenteimposs2+el ela$orar uma deinio uni+ersalmente +lida de ilosoia. Qeinir a ilosoia' reali8ar uma tarea metailos5ica. 4m outras pala+ras, ' a8er uma ilosoia da

    ilosoia. ? soci5logo e il5soo alemo Ceorg Bimmelressaltou esse ponto ao di8er 1ueum dos primeiros pro$lemas da ilosoia ' o de in+estigar e esta$elecer a sua pr5prianature8a. [al+e8 a ilosoia se7a a 6nica disciplina 1ue se +olte para si mesma dessamaneira. ? o$7eto da 2sicano ', certamente, a pr5pria ci*ncia da 2sica, mas osenOmenos 5pticose el'tricos, entre outros. A ilologiaocupa0se de registros te)tuaisantigos e da e+oluo das l2nguas, mas no se ocupa de si mesma. A ilosoia, noentanto, mo+e0se neste curioso c2rculo= ela determina os pressupostos de seu m'todo de

    pensar e os seus prop5sitos atra+'s de seus pr5prios m'todos de pensar e prop5sitos.Ho h como apreender o conceito de ilosoia ora da ilosoia/ pois somente a ilosoiapode determinar o 1ue ' a ilosoia.-\

    :lato e Arist5teles concordam em caracteri8ar a ilosoia como uma ati+idade racionalestimulada pelo assom$ro ou admirao. ;as, para :lato, o assom$ro ' pro+ocado pelainsta$ilidade e contradi3es dos seres 1ue perce$emos pelos sentidos. A ilosoia, no1uadro platOnico, seria a tentati+a de superar esse mundo de coisas e*meras e mut+eise apreender racionalmente a realidade 6ltima, composta porormas eternas e imut+eis1ue, segundo :lato, s5 podem ser captadas pela ra8o. :ara Arist5teles, ao contrrio,no h separao entre, de um lado, um mundo apreendido pelos sentidos e, de outrolado, um mundo e)clusi+amente captado pela ra8o. A ilosoia seria uma in+estigaodas causas e princ2pios undamentais de uma 6nica e mesma realidade. ? il5soo,segundo Arist5teles, >conhece, na medida do poss2+el, todas as coisas, em$ora no

    possua a ci*ncia de cada uma delas por si. A ilosoia alme7aria o conhecimento

    uni+ersal, no no sentido de um ac6mulo enciclop'dico de todos os atos e processos1ue se possam in+estigar, mas no sentido de uma compreenso dos princ2pios mais

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-MC-6http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-MC-6http://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1gorashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Samos_(ilha)http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_V_a.C.http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-MC-6http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-MC-6http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-7http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-7http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-8http://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%A1clitohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1gorashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1gorashttp://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%B3rgiashttp://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%B3rgiashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3dotohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3dotohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tuc%C3%ADdideshttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crateshttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crateshttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crateshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ceticismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metafilosofiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Georg_Simmelhttp://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93pticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Eletricidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-9http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_ideiashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_ideiashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-MC-6http://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1gorashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Samos_(ilha)http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_V_a.C.http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-MC-6http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-7http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-8http://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%A1clitohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1gorashttp://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%B3rgiashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3dotohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tuc%C3%ADdideshttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crateshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ceticismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metafilosofiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Georg_Simmelhttp://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93pticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Eletricidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-9http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_ideias
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    undamentais, dos 1uais dependeriam os o$7etos particulares a 1ue se dedicam asdemais ci*ncias, artes e o2cios. Arist5teles considera 1ue a ilosoia, como ci*ncia dascausas e princ2pios primordiais, aca$aria por identiicar0se com a teologia, pois Qeusseria o princ2pio dos princ2pios.--

    As deini3es de ilosoia ela$oradas depois de :lato e Arist5teles separaram a ilosoiaem duas partes= uma ilosoia te5rica e uma ilosoia prtica. Pomo rele)o da $usca porsal+ao ou redeno pessoal, a ilosoia prtica oi gradati+amente se tornando umsuced]neo da ' religiosa e aca$ou por ganhar preced*ncia em relao # parte te5rica dailosoia. A ilosoia passa a ser conce$ida como uma arte de +i+er, 1ue orneceria aoshomens regras e prescri3es so$re como agir e como se portar diante das inconst]nciasdo mundo. 4ssa concepo ' muito clara em di+ersas correntes da ilosoia helen2stica,como, por e)emplo, no estoicismoe no neoplatonismo.--

    Filsofo em Meditao,5leode Rem$randt.

    As deini3es de ilosoia ormuladas na Antiguidade persistiram na 'poca de

    disseminao e consolidao do cristianismo,mas isso no impediu 1ue as concep3escrists e)ercessem inlu*ncia e moldassem no+as maneiras de se entender a ilosoia. Asdeini3es de ilosoia ela$oradas durante a Ldade ;'diaoram coordenadas aosser+ios 1ue o pensamento ilos5ico poderia prestar # compreenso e sistemati8ao da' religiosa. Qesse modo, a ilosoia passa a ser conce$ida como >ser+a da teologia(ancilla theologiae&/ e +rios te5logos importantes $uscam harmoni8ar a doutrinasagrada com o pensamento ilos5ico pago.--

    ?s medie+ais manti+eram a acepo de ilosoia como sa$er prtico, como uma $uscade normas ou recomenda3es para se alcanar a plenitude da +ida. BantoLsidoro deBe+ilha, ainda no s'culo XLL, deinia a ilosoia como >o conhecimento das coisas

    humanas e di+inas com$inado com uma $usca pela +ida moralmente $oa -K

    [anto na Ldade ;'dia como em 1ual1uer outra 'poca da hist5ria ocidental, acompreenso do 1ue ' a ilosoia relete uma preocupao com 1uest3es essenciais paraa +ida humana em seus m6ltiplos aspectos. As concep3es de ilosoia doRenascimentoe da Ldade ;odernano so e)ce3es. [am$'m a2 as no3es do 1ue se7a a ilosoiasinteti8am as tentati+as de oerecer respostas su$stanti+as aos pro$lemas maisin1uietantes da 'poca. ? ad+ento da era moderna e8 ruir as pr5prias $ases da sa$edoriatradicional/ e impOs aos intelecturais a tarea de encontrar no+as ormas deconhecimento 1ue pudessem resta$elecer a coniana no intelecto e na ra8o. :araWrancis 9acon0 um dos primeiros il5soos modernos 0 a ilosoia no de+eria se

    contentar com uma atitude meramente contemplati+a, como 1ueriam os antigos emedie+ais/ ao contrrio, de+eria $uscar o conhecimento das ess*ncias das coisas a im

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-DF-10http://pt.wikipedia.org/wiki/Estoicismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Neoplatonismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-DF-10http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-DF-10http://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_a_%C3%B3leohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_a_%C3%B3leohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Rembrandthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9diahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-DF-10http://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-11http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Modernahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon_(fil%C3%B3sofo)http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-DF-10http://pt.wikipedia.org/wiki/Estoicismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Neoplatonismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-DF-10http://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_a_%C3%B3leohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Rembrandthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9diahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-DF-10http://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-11http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Modernahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon_(fil%C3%B3sofo)
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    de o$ter o controle so$re os enOmenos naturais e, portanto, su$meter a nature8a aosdes2gnios humanos.-M:ara Qescartes,a ilosoia, na 1ualidade de meta2sica,' ain+estigao das causas primeiras, dos princ2pios undamentais. 4sses princ2pios de+emser claros e e+identes, e de+em ormar uma $ase segura a partir da 1ual se possamderi+ar as outras ormas de conhecimento. < nesse sentido, entendendo0se a ilosoia

    como o con7unto de todos os sa$eres e a meta2sica como a in+estigao das primeirascausas, 1ue se de+e ler a amosa metora de Qescartes= >Assim, a Wilosoia ' umar+ore, cu7as ra28es so a ;eta2sica, o tronco a W2sica, e os ramos 1ue saem do troncoso todas as outras ci*ncias.-S

    Ap5s Qescartes, a ilosoia assume uma postura cr2tica em relao a suas pr5priasaspira3es e conte6dos. ?s empiristas$rit]nicos, inluenciados pelas no+as a1uisi3esda ci*ncia moderna, dedicaram0se a situar a in+estigao ilos5ica nos limites do 1ue

    pode ser a+aliado pela e)peri*ncia. Begundo a orientao empirista, argumentostradicionais da ilosoia, como as demonstra3es da e)ist*ncia de Qeus, da imortalidadeda alma e de ess*ncias imut+eis seriam in+lidos, uma +e8 1ue as ideias com 1ue

    operam no so ade1uadamente deri+adas da e)peri*ncia. Qe maneira anloga,^ant, aoela$orar sua doutrina da ilosoia transcendental, re7eita a possi$ilidade de tratamentocient2ico de muitos dos pro$lemas da ilosoia tradicional, uma +e8 1ue a ade1uadasoluo deles demandaria recursos 1ue ultrapassam as capacidades do intelecto humano.

    ? empirismo $rit]ncio e o idealismo de ^ant acentuam uma caracter2sticare1uentemente destacada na ilosoia= a de ser um Ipensar so$re o pensamentoI-Touum Iconhecer o conhecimentoI.-U4sse concepo rele)i+a da ilosoia, do

    pensamento 1ue se +olta para si mesmo, inluenciar +rios autores e escolas ilos5icas,tanto do s'culo _L_ como do s'culo __. A enomenologia, por e)emplo, considerar ailosoia como um empreendimento eminentemente rele)i+o. Begundo 4dmundusserl0 o undador da enomenologia 0 a ilosoia ' uma ci*ncia rigorosa dosenOmenos tal como nos aparecem, ou se7a, tal como ' a nossa consci*ncia deles. :aradescre+*0los, o il5soo de+e pOr entre par*nteses todas as suas pressuposi3es e

    preconceitos (at' mesmo a certe8a de 1ue os o$7etos e)istem& e restringir0se apenas aosconte6dos da consci*ncia.

    Pom a +irada lingu2sticado in2cio do s'culo __, muitos il5soos passam a considerar ailosoia como uma anlise de conceitos. :ara `ittgenstein, os pro$lemas ilos5icostradicionais so todos resultantes de conus3es lingu2sticas/ e a tarea do il5soo seria ade esclarecer o modo como os conceitos so empregados a im de e)plicitar tais

    conus3es. Huma a$ordagem mais positi+a so$re a ati+idade ilos5ica, Btrasonconsidera 1ue a ilosoia ' anloga # gramtica= assim como os estudiosos da gramticae)plicitam as regras 1ue os alantes inconscientemente empregam, a ilosoiae)plicitaria conceitos0cha+e 1ue, na construo de nossas concep3es e argumentos,adotamos sem ter plena consci*ncia de suas implica3es e rela3es.-F

    Os mtodos da filosofia

    ?s tra$alhos ilos5icos so reali8ados mediante t'cnicas e procedimentos 1ue integramos c]nones do pensamento racional. [radicionalmente, a ilosoia destaca e pri+ilegia aargumentao l5gica, em linguagem natural ou em linguagem sim$5lica, como aerramenta por e)cel*ncia da apresentao e discusso de teorias ilos5icas. Aargumentao l5gica est associada a dois elementos importantes= a articulao rigorosa

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-12http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-12http://pt.wikipedia.org/wiki/Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-13http://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Kanthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Kanthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idealismo_transcendentalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-14http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-15http://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Husserlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Husserlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Virada_lingu%C3%ADsticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Wittgensteinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Frederick_Strawsonhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-16http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-12http://pt.wikipedia.org/wiki/Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-13http://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Kanthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idealismo_transcendentalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-14http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-15http://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Husserlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Husserlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Virada_lingu%C3%ADsticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Wittgensteinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Frederick_Strawsonhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-16
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    dos conceitos e a correta concatenao daspremissase conclus3es, de modo 1ue essas6ltimas se7am deri+a3es incontest+eis das primeiras. [oda a ideia ilos5ica rele+ante' ine+ita+elmente su$metida a escrut2nio cr2tico/ e a presena de alhas na argumentao' re1uentemente o primeiro al+o das cr2ticas. Qesse modo, o destino de uma tese1ual1uer 1ue no este7a amparada por argumentos s5lidos e con+incentes ser,

    re1uentemente, a se+era re7eio por parte da comunidade ilos5ica. 4m$ora arele)o so$re os princ2pios e m'todos da l5gica s5 tenha sido reali8ada por Arist5teles,a *nase na argumentao l5gica e na cr2tica # solide8 dos argumentos ' umacaracter2stica 1ue acompanha a ilosoia desde os seus prim5rdios. A pr5pria rupturaentre o pensamento m2tico0religioso e o pensamento racional ' assinalada pela adoode uma postura argumentati+a e cr2tica em relao #s e)plica3es tradicionais. buandoAna)imandrore7eitou as e)plica3es de seu mestre [ales de ;ileto e propOsconcep3es alternati+as so$re a nature8a e estrutura do cosmos, 1ue pro+a+elmente aseu 7u28o seriam mais corretas 1ue as do antigo mestre, o pensamento humano da+a seus

    primeiro passos em direo ao de$ate ranco, p6$lico e a$erto de ideias, orientadoapenas por crit'rios racionais de correo, como orma destacada de se apereioar o

    conhecimento/ e a$andona+a, assim, as narrati+as tradicionais so$re a origem ecomposio do uni+erso, apoiadas na autoridade in1uestion+el da tradio ou emensinamentos esot'ricos.-D

    ;as no se podem restringir os m'todos da ilosoia apenas # *nase geral naargumentao l5gica e na cr2tica sistemtica #s teorias apresentadas. Has grandestradi3es da hist5ria da ilosoia, podem ser identiicadas duas orienta3es $ema$rangentes, cu7os o$7eti+os e t'cnicas tendem a dierir radicalmente= e)istem as escolas1ue pri+ilegiam uma a$ordagem analticados pro$lemas ilos5icos e a1uelas 1ueoptam por uma a$ordagem predominantementesintticaousinptica.-

    A orientao anal2tica ' e)empliicada nos tra$alhos ilos5icos 1ue se dedicam #decomposio de um conceito em suas partes constituintes e ao e)ame criterioso dasrela3es l5gicas e conceptuais e)plicitadas pela anlise. ? e)emplo clssico ' a anlisedo conceito de conhecimento. A rele)o so$re a nature8a do conhecimento le+ou osil5soos a decompor a noo de conhecimento em tr*s no3es associadas= crena,+erdadee7ustiicao. :ara 1ue algo se7a conhecimento ' imprescind2+el 1ue se7a antesuma crena em outras pala+ras, o conhecimento ' uma esp'ciedierenciada do g*neromais a$rangente da crena. A pergunta 5$+ia 1ue essa primeira constatao sugere '= o1ue dierencia, ento, o conhecimento das demais ormas de [email protected] Hesse ponto, oe)ame do conceito condu8 a duas no3es distintas. 4m primeiro lugar, chega0se # noo

    de +erdade. Lntuiti+amente sa$emos 1ue acreditar 1ue a ua gira em torno da [erra 'dierente de acreditar 1ue :apai Hoel e)iste a primeira crena ' +erdadeira/ a segunda,alsa. :ortanto, para 1ue se7a promo+ida # condio de conhecimento, a crena de+e ser+erdadeira. 4m segundo lugar, chega0se # noo de 7ustiicao. Al'm de sustentar umacrena +erdadeira, o su7eito de+e ser capa8 de apresentar os meios ou as ontes,consideradas uni+ersalmente leg2timas, 1ue lhe propiciaram chegar # crena em 1uesto.Weito esse e)ame, a concluso ' a c'le$re 5rmula= o conhecimento crena verdadeira

    !ustificada.-EHesse e em muitos outros casos en+ol+endo no3es ilosoicamenterele+antes, o tra$alho de anlise ' capa8 de e)plicitar pressupostos importantesimplicitamente presentes no uso dos conceitos.

    A outra orientao a sint'tica percorre o caminho oposto ao da anlise. ?s adeptosdessa orientao $uscam ela$orar uma s2ntese de +rias no3es rele+antes e apresent0

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Premissahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Premissahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Conclus%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Anaximandrohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tales_de_Miletohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-17http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-guide-0http://pt.wikipedia.org/wiki/Cren%C3%A7ahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Verdadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Justifica%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Justifica%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%A9ciehttp://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnerohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-18http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-18http://pt.wikipedia.org/wiki/Premissahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Conclus%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Anaximandrohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tales_de_Miletohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-17http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-guide-0http://pt.wikipedia.org/wiki/Cren%C3%A7ahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Verdadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Justifica%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%A9ciehttp://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnerohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-18
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    las como um todo harmOnico.-s +e8es chamada de >ilosoia especulati+a, essaorientao ilos5ica pretende re+elar princ2pios uni+ersais 1ue possam reunirorganicamente +rio elementos d2spares, 1ue aparentemente no guardam rela3esrele+antes entre si.K\Nm caso paradigmtico dessa orientao ' a ilosoia hegeliana,cu7o ito ' integrar numa din]micapante2staa e+oluo das mais di+ersas ormas de

    maniestao da culturahumana artes, leis, go+ernos, religi3es, ci*ncias e ilosoias.

    Disciplinas filosficas

    A ilosoia ' geralmente di+idida em reas de in+estigao espec2ica. 4m cada rea, apes1uisa ilos5ica dedica0se # elucidao de pro$lemas pr5prios, em$ora se7am muitocomuns as intercone)3es. As reas tradicionais da ilosoia so as seguintes=

    Epistemologiaou teoria do conhecimento= ' a rea da ilosoia 1ue estuda anature8a do conhecimento, sua origem e seus limites. Qessa orma, entre as

    1uest3es t2picas da epistemologia esto= >? 1ue dierencia o conhecimento deoutras ormas de [email protected], >? 1ue podemos [email protected], >Pomo chegamos a terconhecimento de [email protected]

    ticaou filosofia moral= ' a rea da ilosoia 1ue trata das distin3es entre ocerto e o errado, entre o $em e o mal. :rocura identiicar os meios maisade1uados para aprimorar a +ida moral e para alcanar uma +ida moralmente

    $oa. [am$'m no campo da 'tica do0se as discuss3es a respeito dos princ2pios edas regras morais 1ue norteiam a +ida em sociedade, e so$re 1uais seriam as

    7ustiicati+as racionais para adotar essas regras e princ2pios.K-

    Filosofia da ArteouEsttica= entre as in+estiga3es dessa rea, encontram0sea1uelas so$re a nature8a da arte e da e)peri*ncia est'tica, so$re como ae)peri*ncia est'tica se dierencia de outras ormas de e)peri*ncia, e so$re o

    pr5prio conceito de$elo.K-

    Lgica= ' a rea 1ue trata das estruturas ormais do racioc2nio pereito ou se7a,da1ueles racioc2nios cu7a concluso preser+a a +erdade das premissas. Ha l5gicaso estudados, portanto, os m'todos e princ2pios 1ue permitem distinguir osracioc2nios corretos dos racioc2nios incorretos.KK

    Metafsica= ocupa0se da ela$orao de teorias so$re a realidade e so$re nature8aundamental de todas as coisas. ? o$7eti+o da meta2sica ' ornecer uma +isoa$rangente do mundo uma +iso sin5ptica 1ue re6na em si os di+ersosaspectos da realidade. Nma das su$reas da meta2sica ' a ontologia(literalmente, a ci*ncia do IserI&, cu7o tema principal ' a ela$orao de escalasde realidade. Hesse sentido, a ontologia $uscaria identiicar as entidades $sicasou elementares da realidade e mostrar como essas se relacionam com os demaiso$7etos ou indi+2duos 0 de e)ist*ncia dependente ou deri+ada.K-

    E!oluo histrica

    "ensamento mtico e pensamento filosfico

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-guide-0http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-19http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-19http://pt.wikipedia.org/wiki/Pante%C3%ADsmohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pante%C3%ADsmohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Culturahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Artehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Belohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-21http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-guide-0http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-19http://pt.wikipedia.org/wiki/Pante%C3%ADsmohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Culturahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Artehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Belohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-21http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-Big-20
  • 7/23/2019 Filosofia - Wiki

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    Pomo em muitas outras sociedades antigas, as narrati+as m2ticasdesempenha+am umauno central na sociedade grega. Al'm de esta$elecer marcos importantes na +idasocial, os mitos gregos promo+iam uma concepo de mundo de nature8a religiosa 1ue

    propicia+a respostas #s principais indaga3es e)istenciais 1ue desde sempre in1uietaramo esp2rito humano. ?s e+entos hist5ricos, os enOmenos naturais e os principais e+entos

    da +ida humana (nascimento, necessidades, doena e morte& eram entrelaados #shist5rias tradicionais so$re conlitos entre deuses, interc]m$ios entre deuses e homens eeitos memor+eis de semideuses.

    ?riginalmente, a pala+ra grega m"thossigniica+a simplesmente pala+ra ou ala/KMmaso termo remetia tam$'m # noo de uma pala+ra proerida com autoridade.KSAshist5rias 'picas de omero, permeadas de inter+en3es so$renaturais, ou a teogonia dees2odoeram m"thosno sentido de serem an6ncios re+estidos de autoridade, dignos decr'dito e re+er*ncia. Cradualmente, o termo oi assumindo outro sentido e 7 # 'poca de:lato e Arist5teles o m"thosera empregado para caracteri8ar hist5rias ict2cias oua$surdas 1ue se aastariam do logos0 isto ', do discurso racional.KTArist5teles, por

    e)emplo, considera+a a ilosoia como um empreendimento intelectual completamentedistinto das ela$ora3es mitol5gicas. HaMetafsica, ao tratar do pro$lema daincorrupti$ilidade, Arist5teles menciona es2odo e, logo em seguida, descarta

    peremptoriamente suas opini3es, pois, segundo ele, >no precisamos perder tempoin+estigando seriamente as sutile8as dos criadores de mitos.KU

    :ode0se di8er 1ue a ilosoia surge como uma esp'cie de rompimento com a +isom2tica do mundo. 4n1uanto os mitos se organi8a+am em narra3es, imagens e seres

    particulares, a ilosoia inaugura+a o discurso argumentati+o, a$strato e uni+ersal. Al'mdisso, ao contrrio dos autores de mitos, os il5soos gregos tentaram com aincoela$orar concep3es de mundo 1ue ossem isentas de contradi3es e imperei3esl5gicas.

    Qesse modo, no ' sem ra8o 1ue muitos autores enati8am o carter de ruptura edi+erg*ncias ao comparar o ad+ento da ilosoia com a tradio m2tica da Cr'cia antiga.;as, em$ora se7am ineg+eis as dierenas, mais recentemente +rios estudiosos t*mapontado os pontos de continuidade e semelhana entre as primeiras elucu$ra3esilos5icas dos gregos e as suas concep3es mitol5gicas.KF:ara esses autores, as

    peculiaridades da tradio m2tica grega a+oreceram o surgimento da ilosoia grega eos primeiros il5soos empenharam0se numa esp'cie dessacrali8ao edespersonali8ao das narrati+as tradicionais so$re o surgimento e organi8ao do

    cosmos.

    Filosofia antiga

    #er artigo principal$Pr%socr&ticoseFilosofia antiga

    A ilosoia antiga te+e in2cio no s'culo XL a.P. e se estendeu at' a decad*ncia doimp'rio romano no s'culo X d.P. :ode0se di+idi0la em 1uatro per2odos= (-& o per2ododospr'0socrticos/ (K& um per2odo humanista, em 1ue B5cratese os soistastrou)eramas 1uest3es morais para o centro do de$ate ilos5ico/ (M& o per2odo ureo da ilosoiaem Atenas, em 1ue despontaram :lato e Arist5teles/ (S& e o per2odo helen2stico.s

    +e8es se distingue um 1uinto per2odo, 1ue compreende os primeiros il5soos cristos e

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mitohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Deuseshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Semideuseshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-22http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-23http://pt.wikipedia.org/wiki/Homerohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hes%C3%ADodohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-24http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-24http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-24http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-25http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_antigahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-26http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_antigahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_antigahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crateshttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crateshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Sofistashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Sofistashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Atenashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Helen%C3%ADsticohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Helen%C3%ADsticohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mitohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Deuseshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Semideuseshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-22http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-23http://pt.wikipedia.org/wiki/Homerohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hes%C3%ADodohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-24http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-25http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_antigahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-26http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_antigahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crateshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Sofistashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Atenashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Helen%C3%ADstico
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    os neoplatonistas.KD?s dois autores mais importantes da ilosoia antiga em termos deinlu*ncia posterior oram :lato e Arist5teles.

    ?s primeiros il5soos gregos, geralmente chamados de pr'0socrticos, dedicaram0se aespecula3es so$re a constituio e a origem do mundo. ? principal intuito desses

    il5soos era desco$rir um elemento primordial, eterno e imut+el 1ue osse a mat'ria$sica de todas as coisas. 4ssa su$st]ncia imut+el era chamada deph"sis(pala+ragrega cu7a traduo literal seria nature8a, mas 1ue na concepo dos primeiros il5sooscompreendia a totalidade dos seres, inclusi+e entidades di+inas&,KEe, por essa ra8o, os

    primeiros il5soos tam$'m oram conhecidos como osph"siologoi(literalmente>isi5logos, isto ', os il5soos 1ue se dedica+am ao estudo daph"sis&.M\A 1uesto daess*ncia material imut+el oi a primeira eio assumida por uma in1uietao 1ue

    percorreu praticamente toda a ilosoia grega. 4ssa in1uietao pode ser tradu8ida naseguinte pergunta= e)iste uma realidade imut+el por trs das mudanas ca5ticas dosenOmenos [email protected] f os pr5prios pr'0socrticos propuseram respostas e)tremas a essa

    pergunta. :arm*nidesde 4leiadeendeu 1ue a perene mutao das coisas no passa de

    uma iluso dos sentidos, pois a ra8o re+elaria 1ue o Ber ' 6nico, imut+el e eterno.M-erclitode

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    crenas e +alores aceitos acriticamente. Begundo contam, B5crates oi um in1uiridorimplac+el e e8 ama por sua ha$ilidade de le+ar # e)asperao os seus antagonistas.Ao concidado 1ue se di8ia 7usto, B5crates pergunta+a >? 1ue ' a [email protected], e depois sededica+a a demolir todas as tentati+as de responder # pergunta.

    ' Morte de (crates, fac1ues0ouis Qa+id, -FDF.

    A atitude de B5crates aca$ou por lhe custar a +ida. Beus ad+ersrios conseguiram le+0lo a 7ulgamento por impiedade e corrupo de 7o+ens. B5crates oi condenado # morte mais especiicamente, a en+enenar0se com cicuta. Begundo o relato de :lato, o seumais amoso disc2pulo, B5crates cumpriu a sentena com a$soluta serenidade edestemor.

    Pou$e a :lato le+ar adiante os ensinamentos do mestre e super0los. :lato reali8a aprimeira grande s2ntese da ilosoia grega. 4m seus dilogos, com$inam0se as antigas1uest3es dos pr'0socrticos com as urgentes 1uest3es morais e pol2ticas, o discurso

    racional com a intuio m2stica, a elucu$rao l5gica com a o$ra po'tica, os mitos coma ci*ncia.

    Begundo :lato, os nossos sentidos s5 nos permitem perce$er uma nature8a ca5tica, em1ue as mudanas e a di+ersidade aparentam no o$edecer a nenhum princ2pio regulador/mas a ra8o, ao contrrio, ' capa8 de ir al'm dessas apar*ncias e captar as ormasimut+eis 1ue so as causas e modelos de tudo o 1ue e)iste. Ageometriaornece um

    $om e)emplo. Ao demonstrar seus teoremas os geOmetras empregam igurasimpereitas. :or mais acurado 1ue se7a o compasso, os desenhos dec2rculossemprecontero irregularidades e imperei3es. As iguras sens2+eis do c2rculo esto semprea1u'm de seu modelo e esse modelo ' a pr5pria ideia de c2rculo, conce$2+el apenas

    pela ra8o. ? mesmo ocorre com os demais seres= os ca+alos 1ue +emos so todosdierentes entre si, mas h um princ2pio uniicador a ideia de ca+alo 1ue nos a8chamar a todos de ca+alos. Pom os +alores, no seria dierente. As dierentes opini3esso$re 1uest3es morais e est'ticas de+em0se a uma +iso empo$recida das coisas. ?s 1ueempreenderem uma $usca sincera alcanaro a concepo do 9elo em si mesmo e do9em em si mesmo.

    Ao contrrio do 1ue o termo >ideias possa sugerir, :lato no as considera como merasconstru3es psicol5gicas/ ao contrrio, ele lhes atri$ui realidade o$7eti+a. As ideiasconstituem um mundo suprassens2+el ou se7a, uma dimenso 1ue no podemos +er etocar, mas 1ue podemos captar como os >olhos da ra8o. 4ssa ' a amosa teoria dasideias de :lato. 4le a ilustra numa alegoria igualmente c'le$re a alegoria da ca+erna.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques-Louis_Davidhttp://pt.wikipedia.org/wiki/1787http://pt.wikipedia.org/wiki/Cicutahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1logos_de_Plat%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Geometriahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Geometriahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Compasso_(geometria)http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria_da_cavernahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques-Louis_Davidhttp://pt.wikipedia.org/wiki/1787http://pt.wikipedia.org/wiki/Cicutahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1logos_de_Plat%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Geometriahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Compasso_(geometria)http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria_da_caverna
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    :lato nos con+ida a imaginar uma ca+erna em 1ue se acham +rios prisioneiros. 4lesesto amarrados de tal maneira 1ue s5 podem +er a parede do undo da ca+erna. scostas dos prisioneiros h um muro da altura de um homem. :or trs desse muro,transitam +rias pessoas carregando esttuas de di+ersas ormas todas elas so r'plicasde coisas 1ue +emos cotidianamente (r+ores, pssaros, casas etc.&. tam$'m uma

    grande ogueira, atrs desse muro e dos carregadores. A lu8 da ogueira a8 com 1ue assom$ras das esttuas se7am pro7etadas so$re o undo da parede. ?s $arulhos e alas doscarregadores re+er$eram no undo da ca+erna, dando aos prisioneiros a impresso de1ue so oriundos das som$ras 1ue eles +eem. Hessa situao imaginria, os prisioneiros

    pensariam 1ue as som$ras e os ecos constituem tudo o 1ue e)iste. Pomo nunca puderam+er nada al'm das som$ras pro7etadas na parede da ca+erna, acreditam 1ue apenas assom$ras so reais.

    Ap5s apresentar esse cenrio, :lato sugere 1ue, se um desses prisioneiros conseguissese li$ertar, +eria, com surpresa, 1ue as esttuas 1ue sempre esti+eram atrs dos

    prisioneiros so mais reais do 1ue a1uelas som$ras. Ao sair da ca+erna, a lu8 o

    ouscaria/ mas, ap5s se acostumar com a claridade, +eria 1ue as coisas da super2cie soainda mais reais do 1ue as esttuas. 4sse prisioneiro 1ue se li$erta ' o il5soo, e a sua

    7ornada em direo # super2cie representa a o percurso da ra8o em sua lenta ascensoao conhecimento pereito.

    A)scola de 'tenas, de Raael,representa os mais importantes il5soos, matemticos ecientistas da Antiguidade.

    Arist5teles, disc2pulo de :lato e preceptor de Ale)andre, o Crande, re7eitou a teoria dasideias. :ara ele, a hip5tese de uma realidade separada e independente, constitu2daapenas por entidades intelig2+eis, era uma duplicao do mundo a$solutamente

    desnecessria. MTHa +iso de Arist5teles, a ess*ncia de uma coisa no consiste numaideia suplementar e separada, mas numa orma 1ue lhe ' imanente. 4ssa orma imanente' o 1ue d organi8ao e estrutura # mat'ria, e propicia, no caso dos organismos +i+os, oseu desen+ol+imento conorme a sua ess*ncia. Arist5teles tam$'m di+ergiu de :latoso$re o +alor da e)peri*ncia na a1uisio do conhecimento. 4n1uanto na ilosoia

    platOnica, h uma perene desconiana em relao ao sa$er deri+ado dos sentidos, nailosoia aristot'lica o conhecimento ad1uirido pela +iso, audio, tato etc. 'considerado como o ponto de partida do empreendimento cient2ico.

    Arist5teles oi um pes1uisador inatig+el, e seus interesses a$arca+am praticamentetodas as reas do conhecimento. Woi o undador da$iologia/ e o criador da l5gica comodisciplina. We8 contri$ui3es originais e duradouras em meta2sica e teologia, 'tica e

    pol2tica, psicologia e est'tica. Al'm de ter contri$u2do nas mais di+ersas disciplinas,

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_Atenashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_Atenashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael_Sanziohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael_Sanziohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre,_o_Grandehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-34http://pt.wikipedia.org/wiki/Biologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_Atenashttp://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael_Sanziohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre,_o_Grandehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-34http://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia
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    Arist5teles reali8ou a primeira grande sistemati8ao das ci*ncias, organi8ando0asconorme seus m'todos e a$rang*ncia. 4m cada uma das disciplinas 1ue criou, oua7udou a criar, Arist5teles cunhou uma terminologia 1ue at' ho7e est presente no+oca$ulrio cient2ico e ilos5ico= como e)emplos, podem0se mencionar as pala+rassu$st]ncia, categoria, energia, princ2pio e orma.MU

    Filosofia medie!al

    #er artigo principal$Filosofia medieval

    Bo [oms de A1uino

    A ilosoia medie+al ' a ilosoia da 4uropa ocidentale do ?riente ;'diodurante a

    Ldade ;'dia. Pomea, apro)imadamente, com a cristiani8ao doLmp'rio Romanoeencerra0se com a Renascena. A ilosoia medie+al pode ser considerada, em parte,como prolongamento da ilosoia greco0romanaMFe, em parte, como uma tentati+a deconciliar o conhecimento secular e a doutrina sagrada.MD

    A Ldade ;'dia carregou por muito tempo o ep2teto depreciati+o de Iidade das tre+asI,atri$u2do pelos humanistasrenascentistas/ e a ilosoia desen+ol+ida nessa 'poca

    padeceu do mesmo despre8o. Ho entanto, essa era de apro)imadamente mil anos oi omais longo per2odo de desen+ol+imento ilos5ico na 4uropa e um dos mais ricos. forgeCracia deende 1ue >em intensidade, soisticao e a1uisi3es, pode0se corretamentedi8er 1ue o lorescimento ilos5ico no s'culo _LLL ri+ali8a com a 'poca urea da

    ilosoia grega no s'culo LX a. P.ME.

    4ntre os principais pro$lemas discutidos nessa 'poca esto a relao entre ' e ra8o, ae)ist*ncia e unidade de Qeus, o o$7eto da teologia e da meta2sica, os pro$lemas doconhecimento, dos uni+ersaise da indi+iduali8ao.

    4ntre os il5soos medie+ais do ocidente, merecem desta1ue Agostinho de ipona,9o'cio, Anselmo de Panturia,:edro A$elardo,Roger 9acon,9oa+entura de9agnoregio, [oms de A1uino,foo Quns 4scoto,Cuilherme de ?chame fean9uridan/ na ci+ili8ao isl]mica, A+icenae A+errois/ entre os 7udeus, ;ois's;aimOnides.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-35http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_medievalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_medievalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquinohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Europa_ocidentalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Oriente_M%C3%A9diohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Oriente_M%C3%A9diohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9diahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romanohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romanohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romanohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascen%C3%A7ahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_greco-romanahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_greco-romanahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-36http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-37http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-37http://pt.wikipedia.org/wiki/Humanismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-38http://pt.wikipedia.org/wiki/Universal_(conceito)http://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hiponahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bo%C3%A9ciohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Anselmo_de_Cantu%C3%A1riahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Abelardohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Abelardohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Roger_Baconhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Roger_Baconhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura_de_Bagnoregiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura_de_Bagnoregiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura_de_Bagnoregiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquinohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Duns_Escotohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Duns_Escotohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_de_Ockhamhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_de_Ockhamhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Buridanhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Buridanhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Avicenahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Averr%C3%B3ishttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mois%C3%A9s_Maim%C3%B4nideshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mois%C3%A9s_Maim%C3%B4nideshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-35http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_medievalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquinohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Europa_ocidentalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Oriente_M%C3%A9diohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9diahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romanohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascen%C3%A7ahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_greco-romanahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-36http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-37http://pt.wikipedia.org/wiki/Humanismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-38http://pt.wikipedia.org/wiki/Universal_(conceito)http://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hiponahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bo%C3%A9ciohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Anselmo_de_Cantu%C3%A1riahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Abelardohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Roger_Baconhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura_de_Bagnoregiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura_de_Bagnoregiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquinohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Duns_Escotohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_de_Ockhamhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Buridanhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Buridanhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Avicenahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Averr%C3%B3ishttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mois%C3%A9s_Maim%C3%B4nideshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mois%C3%A9s_Maim%C3%B4nides
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    [oms de A1uino (-KKT0-KFS&, undador do tomismo, e)erceu inlu*ncia inigual+el nailosoia e na teologia medie+ais. 4m sua o$ra, ele deu grande import]ncia # ra8o e #argumentao, e procurou ela$orar uma s2ntese entre a doutrina crist e a ilosoiaaristot'lica. A ilosoia de [oms de A1uino representou uma reorientao signiicati+ado pensamento ilos5ico medie+al, at' ento muito inluenciado pelo neoplatonismo e

    sua reinterpretao agostiniana.

    Filosofia do #enascimento

    #er artigo principal$Filosofia do *enascimento

    ? omem +itru+iano, de eonardo Qa Xinci, resume +rios dos ideais do pensamentorenascentista.

    A transio da Ldade ;'dia para a Ldade ;odernaoi marcada peloRenascimentoepelo umanismo.S\Hesse per2odo de transio, a redesco$erta de te)tos da

    AntiguidadeS-

    contri$uiu para 1ue o interesse ilos5ico sa2sse dos estudos t'cnicos del5gica,meta2sicae teologiae se +oltasse para estudos ecl'ticos nas reas da ilologia,damoralidadee do misticismo. ?s estudos dos clssicos e das letras rece$eram uma*nase in'dita e desen+ol+eram0se de modo independente da escolsticatradicional. A

    produo e disseminao do conhecimento e das artes dei)am de ser uma e)clusi+idadedas uni+ersidades e dos acad*micos proissionais, e isso contri$ui para 1ue a ilosoia +aos poucos se des+encilhando da teologia. 4m lugar de Qeus e da religio, o conceito dehomem assume o centro das ocupa3es art2sticas, literrias e ilos5icas.SK

    ? renascimento re+igorou a concepo da nature8a como um todo org]nico, su7eito #compreenso e inlu*ncia humanas. Qe uma orma ou de outra, essa concepo est

    presente nos tra$alhos deHicolau de Pusa,Ciordano 9runo, 9ernardino [elesioeCalileu Calilei. 4ssa reinterpretao da nature8a ' acompanhada, em muitos casos, deum intenso interesse por magia,hermetismoe astrologia considerados ento comoinstrumentos de compreenso e manipulao da nature8a.

    medida 1ue a autoridade eclesial cedia lugar # autoridade secular e 1ue o oco dosinteresses +olta+a0se para a pol2tica em detrimento da religio, as ri+alidades entre os4stados nacionais e as crises internas demanda+am no apenas solu3es prticasemergenciais, mas tam$'m uma prounda rele)o so$re 1uest3es pertinentes # ilosoia

    pol2tica. Qesse modo, a ilosoia pol2tica, 1ue por +rios s'culos este+e dormente,rece$eu um no+o impulso durante o Renascimento. Hessa rea, destacam0se as o$ras de

    Hicolau ;a1uia+ele fean 9odin.SM

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Tomismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Homem_vitruvianohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_Da_Vincihttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Modernahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Humanismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-39http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-39http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-40http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Moralidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Moralidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Misticismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Escol%C3%A1sticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Escol%C3%A1sticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-41http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_de_Cusahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_de_Cusahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Brunohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardino_Telesiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu_Galileihttp://pt.wikipedia.org/wiki/Magiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Magiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hermetismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Astrologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_pol%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_pol%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavelhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Bodinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-42http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-42http://pt.wikipedia.org/wiki/Tomismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Homem_vitruvianohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_Da_Vincihttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Modernahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimentohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Humanismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-39http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-40http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Moralidadehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Misticismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Escol%C3%A1sticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-41http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_de_Cusahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Brunohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardino_Telesiohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu_Galileihttp://pt.wikipedia.org/wiki/Magiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hermetismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Astrologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_pol%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_pol%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavelhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Bodinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-42
  • 7/23/2019 Filosofia - Wiki

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    Filosofia moderna

    #er artigo principal$Filosofia do sculo +#,,e,luminismo

    Ren' Qescartes, undador da ilosoia moderna e do racionalismo.

    A ilosoia moderna ' caracteri8ada pela preponder]ncia da epistemologiaso$re ameta2sica. A 7ustiicati+a dos il5soos modernos para essa alterao esta+a, em parte,na ideia de 1ue, antes de 1uerer conhecer tudo o 1ue e)iste, seria con+eniente conhecero 1ue se pode conhecer.SS

    ?s principais de$ates dessa 'poca oram, portanto, de$ates epistemol5gicos. ?racionalismo, a escola 1ue ressalta o papel da ra8o na a1uisio do conhecimento, te+ecomo seu principais protagonistas Ren' Qescartes,9aruch Bpino8ae Cottried ei$ni8.:or outro lado, a escola empirista, 1ue deende 1ue a nossa 6nica onte de conhecimento' a e)peri*ncia, te+e como deensores Wrancis 9acon, fohn oce,Qa+id umeeCeorge 9erele.

    4m -FFD, Lmmanuel antpu$licou a sua amosa -rtica da *a.o Pura, em 1ue re7eitaa1uelas duas correntes e prop3e uma alternati+a. Begundo ^ant, apesar de o nossoconhecimento depender de nossas percep3es sensoriais, essas no constituem todoonosso conhecimento, pois e)istem determinadas estruturas do su7eito 1ue as antecedeme tornam poss2+el a pr5pria ormao da e)peri*ncia. ? espao, por e)emplo, no ' uma

    realidade 1ue passi+amente assimilamos a partir de nossas impress3es sensoriais. Aocontrrio, somos n5s 1ue impomos uma organi8ao espacial aos o$7etos. Qo mesmomodo, o su7eito no aprende, ap5s in6meras e)peri*ncias, 1ue todas as ocorr*ncias

    pressup3em uma causa/ antes, ' a estrutura peculiar do su7eito 1ue imp3e aosenOmenos uma organi8ao de causa e eeito. Nma das conse1u*ncias da ilosoiaantiana ' esta$elecer 1ue ascoisas em si mesmasno podem ser conhecidas. Aronteira de nosso conhecimento ' delineada pelos enOmenos, isto ', pelos resultadosda interao da realidade o$7eti+a com os es1uemas cogniti+os do su7eito.

    Ha Wrana, diundiram0se as ideias do empirismo ingl*s/ e o entusiasmo com as no+asci*ncias le+ou os intelectuais ranceses a deender uma ampla reorma cultural, 1ue

    remodelasse no s5 a orma de se produ8ir conhecimento, mas tam$'m as ormas deorgani8ao social e pol2tica. 4sse mo+imento amplo e contestat5rio icou conhecido

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XVIIhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XVIIhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-43http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-43http://pt.wikipedia.org/wiki/Racionalismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Baruch_Spinozahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gottfried_Leibnizhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Baconhttp://pt.wikipedia.org/wiki/John_Lockehttp://pt.wikipedia.org/wiki/David_Humehttp://pt.wikipedia.org/wiki/David_Humehttp://pt.wikipedia.org/wiki/David_Humehttp://pt.wikipedia.org/wiki/George_Berkeleyhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kanthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_da_Raz%C3%A3o_Purahttp://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmenohttp://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmenohttp://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmenohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fen%C3%B3menohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XVIIhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-43http://pt.wikipedia.org/wiki/Racionalismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descarteshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Baruch_Spinozahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gottfried_Leibnizhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Baconhttp://pt.wikipedia.org/wiki/John_Lockehttp://pt.wikipedia.org/wiki/David_Humehttp://pt.wikipedia.org/wiki/George_Berkeleyhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kanthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_da_Raz%C3%A3o_Purahttp://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmenohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fen%C3%B3menohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a
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    como Lluminismo. ?s il5soos iluministas re7eita+am 1ual1uer orma de crena 1ue se$aseasse apenas na tradio e na autoridade, em especial as di+ulgadas pelaLgre7aPat5lica. Nm dos marcos do Lluminismo ranc*s oi a pu$licao da 4ncclop'die.4la$orada so$ a direo de fean le Rond dAlem$erte Qenis Qiderot, essa o$raenciclop'dica ino+adora incorporou +rios dos +alores deendidos pelos iluministas e

    contou com a cola$orao de +rios de seus nomes mais destacados, como Xoltaire,;ontes1uieue Rousseau.

    Filosofia do sculo $I$

    #er artigo principal$Filosofia do sculo +,+

    Ceralmente se considera 1ue depois da ilosoia de ^ant tem in2cio uma no+a etapa dailosoia, 1ue se caracteri8aria por ser uma continuao e, simultaneamente, uma reao# ilosoia antiana. Hesse per2odo desen+ol+e0se o idealismo alemo(Wichte,Bchellingeegel&, 1ue le+a as ideias antianas #s 6ltimas conse1u*ncias. A noo de 1ue h umuni+erso inteiro (a realidade em si mesma& inalcan+el ao conhecimento humano,le+ou os idealistas alemes a assimilar a realidade o$7eti+a ao pr5prio su7eito no intuitode resol+er o pro$lema da separao undamental entre su7eito e o$7eto. Assim, pore)emplo, egel postulou 1ue o uni+erso ' esp2rito. ? con7unto dos seres humanos, suahist5ria, sua arte, sua ci*ncia e sua religio so apenas maniesta3es desse esp2ritoa$soluto em sua marcha din]mica rumo ao autoconhecimento.ST

    4n1uanto na Alemanha, o idealismo apodera+a0se do de$ate ilos5ico, na Wrana,Auguste Pomteretoma+a uma orientao mais pr5)ima das ci*ncias e inaugura+a o

    positi+ismoe a sociologia. Ha +iso de Pomte, a humanidade progride por tr*s estgios=

    o estgio teol5gico, o estgio meta2sico e, por im, o estgio positi+o. Ho primeiroestgio, as e)plica3es so dadas em termos mitol5gicos ou religiosos/ no segundo, ase)plica3es tornam0se a$stratas, mas ainda carecem de cientiicidade/ no terceiroestgio, a compreenso da realidade se d em termos de leis emp2ricas de >sucesso esemelhana entre os enOmenos.SU:ara Pomte, a plena reali8ao desse terceiroestgio hist5rico, em 1ue o pensamento cient2ico suplantaria todos os demais,representaria a a1uisio da elicidade e da pereio.SF

    [am$'m no campo do desen+ol+imento hist5rico, ;ar)e 4ngelsda+am uma no+aormulao ao socialismo.4les a8em uma releitura materialista da dial'ticade egelno intuito de analisar e condenar o sistema capitalista. Qesen+ol+em a teoria da mais0

    +alia, segundo a 1ual o lucro dos capitalistas dependeria ine+ita+elmente da e)ploraodo proletariado. Bustentam 1ue o estado, as ormas pol2tico0institucionais e asconcep3es ideol5gicas orma+am uma superestruturaconstru2da so$re a $ase dasrela3es de produoSDe 1ue as contradi3es resultantes entre essa $ase econOmica e asuperestrutura le+ariam as sociedades ine+ita+elmente # re+oluoe ao socialismo.

    Filosofia do sculo $$

    #er artigo principal$Filosofia do sculo ++

    Ho s'culo __, a ilosoia tornou0se uma disciplina proissionali8ada das uni+ersidades,semelhante #s demais disciplinas acad*micas. Qesse modo, tornou0se tam$'m menosgeral e mais especiali8ada. Ha opinio de um proeminente il5soo= >A ilosoia tem se

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3licahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3licahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3licahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Encyclop%C3%A9diehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_le_Rond_d%E2%80%99Alemberthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Denis_Diderothttp://pt.wikipedia.org/wiki/Voltairehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Montesquieuhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseauhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XIXhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XIXhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idealismo_alem%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fichtehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Schellinghttp://pt.wikipedia.org/wiki/Schellinghttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hegelhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hegelhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-44http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Comtehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_dos_tr%C3%AAs_estadoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-45http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-45http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-46http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-46http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marxhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Engelshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Dial%C3%A9ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mais-valiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mais-valiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Superestruturahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-47http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XXhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XXhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3licahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3licahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Encyclop%C3%A9diehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_le_Rond_d%E2%80%99Alemberthttp://pt.wikipedia.org/wiki/Denis_Diderothttp://pt.wikipedia.org/wiki/Voltairehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Montesquieuhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseauhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XIXhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Idealismo_alem%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fichtehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Schellinghttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hegelhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-44http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Comtehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_dos_tr%C3%AAs_estadoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-45http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-46http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marxhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Engelshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Dial%C3%A9ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mais-valiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Mais-valiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Superestruturahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-47http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_do_s%C3%A9culo_XX
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    tornado uma disciplina altamente organi8ada, eita por especialistas para especialistas.? n6mero de il5soos cresceu e)ponencialmente, e)pandiu0se o +olume de pu$lica3ese multiplicaram0se as su$reas de rigorosa in+estigao ilos5ica. o7e, no s5 o campomais amplo da ilosoia ' demasiadamente +asto para uma 6nica mente, mas algosimilar tam$'m ' +erdadeiro em muitas de suas su$reas altamente especiali8adas.SE

    ? matemtico e il5soo $rit]nico 9ertrand Russell,um dos undadores da ilosoiaanal2tica.

    Hos pa2ses de l2ngua inglesa, a ilosoia anal2ticatornou0se a escola dominante. Haprimeira metade do s'culo, oi uma escola coesa, ortemente modelada pelopositi+ismol5gico, uniicada pela noo de 1ue os pro$lemas ilos5icos podem e de+em serresol+idos por anlise l5gica. ?s il5soos $rit]nicos 9ertrand Russelle Ceorge 4dard;ooreso geralmente considerados os undadores desse mo+imento. Am$os romperamcom a tradio idealista 1ue predomina+a na Lnglaterra em ins do s'culo _L_ e

    $uscaram um m'todo ilos5ico 1ue se aastasse das tend*ncias espiritualistas etotali8antes do idealismo. ;oore dedicou0se a analisar crenas do senso comume a

    7ustiic0las diante das cr2ticas da ilosoia acad*mica. Russell, por sua +e8, $uscoureapro)imar a ilosoia da tradio empirista $rit]nica e sintoni80la com as desco$ertase a+anos cient2icos. Ao ela$orar sua teoria das descri3es deinidas, Russell mostroucomo resol+er um pro$lema ilos5ico empregando os recursos da no+al5gicamatemtica. A partir desse no+o modelo proposto por Russell, +rios il5soos secon+enceram de 1ue a maioria dos pro$lemas da ilosoia tradicional, se no todos, noseriam nada mais 1ue conus3es propiciadas pelas am$iguidades e imprecis3es dalinguagem natural. buando tratados numa linguagem cient2ica rigorosa, esses

    pro$lemas re+elar0se0iam como simples conus3es e mal0entendidos.

    Nma postura ligeiramente dierente oi adotada por udig `ittgenstein, disc2pulo deRussell. Begundo ittgenstein, os recursos da l5gica matemtica ser+iriam para re+elaras ormas l5gicas 1ue se escondem por trs da linguagem comum. :ara `ittgenstein, al5gica ' a pr5pria condio de sentido de 1ual1uer sistema lingu2stico.T\4ssa ideia estassociada # sua teoria pict5rica do signiicado, segundo a 1ual a linguagem ' capa8 derepresentar o mundo por ser uma igurao l5gica dos estados de coisas 1ue comp3em arealidade.

    Bo$ a inspirao dos tra$alhos de Russell e de `ittgenstein, o P2rculo de Xienapassou adeender uma orma de empirismo 1ue assimilasse os a+anos reali8ados nas ci*ncias

    ormais, especialmente na l5gica. 4ssa +erso atuali8ada do empirismo tornou0seuni+ersalmente conhecida como neopositi+ismo ou positi+ismo l5gico. ? P2rculo de

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-48http://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russellhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russellhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_anal%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_anal%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_anal%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo_l%C3%B3gicohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo_l%C3%B3gicohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russellhttp://pt.wikipedia.org/wiki/George_Edward_Moorehttp://pt.wikipedia.org/wiki/George_Edward_Moorehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Senso_comumhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Descri%C3%A7%C3%B5es_definidashttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_matem%C3%A1ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_matem%C3%A1ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_matem%C3%A1ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgensteinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-49http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculo_de_Vienahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-48http://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russellhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_anal%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_anal%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_anal%C3%ADticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo_l%C3%B3gicohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo_l%C3%B3gicohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russellhttp://pt.wikipedia.org/wiki/George_Edward_Moorehttp://pt.wikipedia.org/wiki/George_Edward_Moorehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Senso_comumhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Descri%C3%A7%C3%B5es_definidashttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_matem%C3%A1ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_matem%C3%A1ticahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgensteinhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia#cite_note-49http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculo_de_Viena
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    Xiena consistia numa reunio de intelectuais oriundos de di+ersas reas (ilosoia, 2sica,matemtica, sociologia, etc.& 1ue tinham em comum uma prounda desconiana emrelao a temas de teor meta2sico. :ara esses il5soos e cientistas, ca$eria # ilosoiaela$orar erramentas te5ricas aptas a esclarecer os conceitos undamentais das ci*ncias ere+elar os pontos de contatos entre os di+ersos ramos do conhecimento cient2ico. Hessa

    tarea, seria importante mostrar, entre outras coisas, como enunciados altamentea$stratos das ci*ncias poderiam ser rigorosamente redu8idos a rases so$re a nossae)peri*ncia imediata.T-

    %ronologia &'sica

    #er p&gina ane/a$ -ronologia 0&sica da filosofia

    (er tam&m

    ista de il5soos

    ista de t5picos ilos5icos

    ;ulheres na ilosoia

    ist5ria da ilosoia

    Wilosoia da li$ertao

    Wilosoia oriental

    Wilosoia da ci*ncia

    Wilosoia cl2nica

    )otas e refer*ncias

    -. jabc[eichman, f./ 4+ans, ^. P.Philosoph"$ a 0eginner1s guide. Mrd ed. ?)ord=9lacell.

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