Ministério da Cultura. EIXO IV – Cultura e Economia Criativa ¹ Foco: Economia criativa como estratégia de desenvolvimento

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  • EIXO IV Cultura e Economia Criativa Foco: Economia criativa como estratgia de desenvolvimento
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  • 4.1 Financiamento da cultura O financiamento da cultura deve ser pensado em funo dos objetivos da poltica cultural. A experincia demonstrou que a antiga idia de que o Estado no tinha uma funo ativa na cultura e que seu papel era fomentar e financi-la, por meio da criao de leis de incentivo, com base na renncia fiscal, resultou na entrega ao mercado de patrocnio a deciso sobre o que apoiar, provocando todo tipo de desigualdades, tais como: - Entre regies (as que concentram mais empresas atraem o grosso do patrocnios); - Entre produtores (os mais organizados tm maior acesso s empresas e captam mais recursos); - Entre patrocinadores (maior faturamento, apoio a um nmero maior de projetos); - Entre tipos de projetos (atraem patrocnio os com maior impacto de marketing); - Entre Artistas (as empresas preferem associar sua marca a nomes consagrados).
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  • 4.1 Financiamento da cultura - continuao Os dados numricos falam por si. Em 18 anos: -3% dos proponentes captam 50% do recurso disponvel; -cerca de 80% desse recurso fica restrito a pequeno n de artistas e produtores do eixo Rio-So Paulo; -A lei de incentivo corresponde a 80% de todo o recurso do Ministrio para aplicar em cultura. A proposta de alterao das leis de incentivo cultura propem a criao de fundos especficos para setores distintos.
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  • 4.2 Sustentabilidades das cadeias produtivas da cultura Pesquisas recentes indicam que a economia da cultura a que mais cresce no mundo, e engloba: as indstrias culturais (editorial, fonogrfica e audiovisual); mdias (jornal, rdio, TV e Internet); expresses da cultura (artes cnicas, visuais, literatura, msica, cultura popular); instituies culturais (museus, arquivos, bibliotecas e centros culturais); eventos (festas e exposies); atividades criativas (publicidade, arquitetura e design) e o turismo Cultural.
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  • 4.2 Sustentabilidades das cadeias produtivas da cultura continuao Essa economia baseada num recurso praticamente inesgotvel a criatividade - e tem forte impacto sobre o desenvolvimento de novas tecnologias. A realidade da produo cultural possui particularidades que a distingue dos processos rotineiros e mecnicos da confeco da maioria dos produtos. Por isso o incentivo estatal e as parcerias entre o poder pblico e a iniciativa privada, nas diversas fases de realizao do bem cultural (criao, produo, distribuio e consumo), sempre sero necessrias para sustentar as cadeias produtivas da cultura.
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  • 4.3 Gerao de trabalho e renda Descobertas recentes sobre a gerao de emprego no setor cultural, indicam a importncia desse segmento no mercado de trabalho, e do quanto seu dinamismo e potencial ainda pode gerar em emprego, renda e bens simblicos (IPEA). O PNAD (2001) indica que a informalidade no setor cultural chega a 49%. No perodo que se inicia com a dcada de 90 chama ateno o crescimento do emprego formal em estabelecimentos culturais de menor porte (at 99 empregados), em oposio aos de grande porte (500 ou mais empregados), que eliminaram vagas. Esses dados sugerem que uma poltica de fomento s micro, pequenas e mdias empresas culturais pode aumentar a gerao de emprego e contrabalanar a tendncia monopolista da grande indstria cultural.
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  • SUGESTES PARA NORTEAR A DISCUSSO DO EIXO TEMTICO 1)Existem iniciativas de fomento em seu municpio direcionadas criao, produo, distribuio, difuso, consumo e preservao dos bens simblicos? 2) Considerando a cadeia produtiva da cultura, quais esto presentes em seu municpio? 3) Como assegurar a sustentabilidade da economia da cultura a nvel local, estadual e federal?
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  • Representao Regional do Ministrio da Cultura em Minas Gerais Informaes e orientaes sobre a realizao das Conferncias Municipais/Estadual, entrar em contato com Manoel de Oliveira (31) 3293 5713 / 3293 5796 / fax 3293 8144 facilitador.conferenciamg@gmail.com Snteses produzidas a partir do Texto Base da II Conferncia Nacional de Cultura. Secretaria da Articulao Institucional Braslia, 2009. Para conhecer o texto na ntegra acesse: http://blogs.cultura.gov.br/cnc/2009/08/03/texto-base-da-ii-cnc/ Sugestes para nortear a discusso: Equipe da R.R.MG facilitador.conferenciamg@gmail.com Ministrio da Cultura