OE 2015 Socialização

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Conta Provisria de 2013 MISSO GAO

Socializao

Novembro/Dezembro 2014LINHAS GERAISORAMENTO DO ESTADO 2015

Desde 2008 Cabo Verde enfrenta uma conjuntura externa globalmente adversa; Os desenvolvimentos na Zona Euro tm impactado na economia nacional

Mltiplas Presses :Consolidao oramentalManter o programa infra-estruturao e despesas sociais oramento inclusivo

Conjuntura Externa, Economia Nacional e Finanas Pblicas: O desempenho da economia tem sido determinado pela conjuntura externa o pas continua a depender da evoluo da economia mundial,/Zona Euro;Ministrio das Finanas e do Planeamento estima que o produto interno bruto real (PIB real) tenha crescido 0,7%, em 2013, propulsionado essencialmente pela procura externa liquida ancorada na evoluo positiva das exportaes com destaque para os exportaes de pescados e servios ligados ao turismo.

OUTROS CONCEITOS Classificao das Receitas e Despesas:Receita Classificao Econmica Existem cinco regras oramentais clssicas:

Regra da anualidade: qualquer Oramento tem um ano de vigncia e, como tal, uma execuo oramental.

Regra da plenitude: um s oramento e tudo no oramento. Em cada ano, o Estado deve elaborar apenas um Oramento (unidade), no qual todas as despesas devem estar inscritas (universalidade).

Regra da discriminao oramental, que comporta trs regras relativas forma de inscrio oramental das receitas e despesas: a especificao (deve ser especificada cada receita a cada despesa), a no-compensao (os montantes devem constar no Oramento de uma forma bruta) e a no-consignao (todas as receitas devem servir para cobrir todas as despesas, no se podendo afectar quaisquer receitas cobertura de determinadas despesas).

Regra da publicidade: o OGE tem que ter publicao oficial.

Regra do equilbrio oramental: o OGE deve ser elaborado de forma a que as receitas previstas cubram na realidade as despesas previstas.DespesaClassificao OrgnicaClassificao EconmicaClassificao FuncionalClassificao Programtica3

METODOLOGIA

Unificao dos oramentos:

Metodologia clssica vs Metodologia por Programa

Despesas Pblicas

99.2% (43,407 milhes de escudos) despesas correntes +8.8% face a 2014; 0.8% despesas de capital; Activos no financeiro, abaixo em 1,092 milhes de escudos . oramentados 43,738 milhes de escudos +7.8% em relao a 2014;Do total das despesas correntes 43.2 % correspondem a despesas com pessoal, 19.4% a aquisio de bens e servios, 9.6% juros da divida, 11.4% transferncias e subsdios, 9.5% benefcios sociais, 6.9% outras despesas correntes .

Programa de Investimento Pblico

Despesas correntes atingem o montante de 7.037 milhes de ECV, 34.7% do PIP e traduz um aumento de 5.7% Despesas de capital 331 milhes de ECV, 1.6% do PIP de 1.6%, -51.3% em relao a projeco de execuo de 2014. Activos no financeiros 12,902 milhes de ECV, equivalentes a 63.7% do total do PIP para 2015 e uma diminuio de 7.6%Despesas no mbito do PIP 20,270 milhes de ECV: 11.7% do PIB previsto e uma diminuio de 1.035 milhes de ECV ( 4.9%). 72.3% do PIP financiado por recursos externos (8.5% do PIB) financiamento interno ronda 27,7% do total do financiamento do PIP previsto para 2015 (6.622 milhes de ECV), equivalentes a 3,3% do PIB projectado e representa uma variao positiva em 26,3% em relao a projeco de execuo de 2014.

Principais Perspectivas para 2015 Inflao no intervalo [1%-2,5%];

Produto Interno Bruto dever crescer entre [3%-4%].

Retoma do IDE (carteira de projectos iniciados ou em fase adiantada de preparao)Aumento das exportaes tendo em conta a performance de 2014, com destaque para o pescado (Entrada em funcionamento Entreposto frigorifico, em 2015 e a Frescomar j equaciona expandir a sua unidade produtiva)Arranque da actividade de alguns hotis de grande dimenso na ilha do sal e Boa Vista.Aumento das remessas dos emigrantesCredito ao sector privado - mecanismos de transmisso em CV ainda so bastante lentos, pelo que acreditamos que o afrouxamento da politica monetria do BCV iniciada em meados de 2013, ter impacto na melhoria das condies de crdito, em 2015.

ECONOMIA NACIONAL

QOMP: 2015-18O QOMP apresenta-se como guia orientador para gesto oramental, pressupe o garante da sustentabilidade das finanas/dvida pblicapautando, claramente, pela conteno/optimizao das despesas pblicas e pela implementao de reformas tributarias e da administrao tributria, visando reduzir o dfice pblico e libertar um excedente corrente primrio.

Vectores que o norteiam:

reduo do dfice (gradual e consistente) e de correco do crescimento da dvida pblica (interna)cenrio macroeconmico com pressupostos prudentes e cautelosos (cenrio base);

consolidao oramental com medidas fundamentalmente do lado da despesa, com destaque para o controlo e reduo da despesa corrente, com intervenes nas despesas com pessoal, despesas de consumo intermdio (aquisies de bens e servios e consumo de capital);

execuo rigorosa dos controlos de despesa previstos, no Decreto-Lei de Execuo Oramental, mas tambm da implementao efectiva de medidas do lado das receitas, iniciadas em 2013, com vista a aumentar a eficincia da Administrao Tributria.

() a poltica econmica e financeira deve promover uma adequada articulao entre as reformas que promovam o potencial de crescimento e a sustentabilidade das finanas pblicas. So igualmente importantes as reformas que reforcem o quadro institucional e as regras oramentais. 2016 a 2018 projecta-se atingir, em mdia, um dfice de 4,5% do PIB;

Financiamento/Endividamento

Divida Publica 195.287 milhes de escudos, excluindo atrasados e TCMF;

+ 19.725 milhes Rcio Divida/PIB 112,8%

Divida Interna 26,6%Divida Externa 86,1%

QDMP: 2015-17O actual QDMP abrange o perodo de 2015 2017 e foi elaborado com base na nova metodologia, baseada na gesto oramental por objectivos/resultados e estruturado sob a forma de um conjunto de Programas, Projectos e Unidades Finalsticas e de Gesto e Apoio Administrativos, permitindo ao Estado cumprir as suas funes.

Principais Objectivos:

Por Natureza de Programas Por Tipo de Financiamento Por Eixos assegurar a disciplina oramental => equilbrio macro-econmico e com base num quadro de recursos consistentes e realista => dfices pblicos controlados e estabilidade das finanas pblicas;adequar a afectao dos recursos financeiros s metas e prioridades estratgicas expressas no DECRP III e nos Planos Sectoriais;promover a eficcia na utilizao dos recursos => maior previsibilidade na distribuio dos plafonds para os Sectores, acompanhada de uma maior autonomia de gesto;facilitar o processo de discusso e tomada de deciso sobre a poltica fiscal e alocao de recursos por reas prioritrias.

QOMP: 2015-18Saldo Global em % do PIB-5.8%-10.5%-7.7%-10.3%-9.0%-8.0%-7.3%-5.4%-4.6%-3.5%

Programa de Investimento Pblico

Dfice

Programa de Investimento Pblico/Eixo DECRP III

Infra-estruturao, 53,3% do PIPfinanciado em 81% com recursos externos Capital humano 14% do total dos investimentos pblicos Boa Governao 24% do total do PIP previsto Reforo do Sector Privado representando um total de investimentos de 1.603 milhes de ECV, equivalente a 7,9% do total do PIP, financiando 14 Programas Afirmar a Nao Global 40 milhes de ECV, o que representa 0,2% do PIP.

http://www.minfin.gov.cv/index.php/orcamento-2015