Jvm setembro 2014

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Jornal de Vila Meã Edição de setembro

Text of Jvm setembro 2014

  • Diretor: Jos Ismael Mendes Edio: 171 Preo: 0,60 setembro de 2014TAXA PAGA4605 Vila Me

    OPINIOSegurana nas cidades PGINA 4

    Vilameanenses participam nos festejos do Centro Social de Real PGINA 6

    Associaes da regio assistem a pea teatral no Cineteatro

    PGINA 6

    Candidaturas abertas para voluntariado jovem

    PGINA 9

    ENTREVISTACarlos Costa- PRESIDENTE DO INSTITUTO EMPRESARIAL DO TMEGA

    "A cultura de empreendedorismo de empresas do tipo industrial ou mesmo de servios mais avanados tem um dfice cultural em relao ao litoral, havendo ainda muito trabalho a fazer junto dos jovens"

    Gala de entrega de prmios da Associao de Columbfilos

    PGINA 3

    OPINIOA curiosidade matou o gato

    PGINA 4PGINA 7 e 8

  • Director: Jos Ismael Mendes Colaboradores:Maria do Rosrio Meneses, Delfina Carvalho, Idalina Silva, Domingos Amaro, Antnio Jos Queiroz, Clnica Medime, Albano Teixeira e Vanessa Babo (imagem grfica).

    Jornalista: Bruna SilvaPropriedade: Associao Empresarial de Vila Me Pessoa Colectiva n: 504 603 949 Urbanizao da Cruz - Real 4605-359 Vila Me

    Telef. 255 735 050 Fax 255 735 051 E-mail: jornalvilamea@gmail.com

    Registo no ICS: 123326 . Depsito Legal: 139555/99

    Tiragem mdia: 1.000 ex. Impresso: Grfica do Norte (Amarante) Preo de capa: 0,60 euros

    OPINIOsetembro de 2014 - Jornal de Vila Me2

    Jos Ismael Mendes (*)

    SEGURANA NAS CIDADESque os municpios, no apenas em Portugal, mas tambm noutras partes do mundo, estejam extre-mamente limitados relativamen-te ao tipo de investimento que podem fazer.

    Em 2050, diz a ONU, 70% da populao mundial ir viver nas cidades. Mas muitas cidades esto j hoje, em 2014, a perder qualidade de vida e a degradar-se. J em 2004, o ento Secretrio-geral das Naes Unidas, Kofi Annan, disse ser necessrio um sistema abrangente de segu-rana colectiva, que resolvesse novas e velhas ameaas. Alertou ainda, para que problemas como o terrorismo, as guerras civis

    ou a pobreza extrema no fos-sem vistas de uma forma isolada.

    Quase uma dcada depois, a pertinncia desta anlise est bem demostrada. As ameaas no escolhem regies nem respeitam limites geogrficos.

    As catstrofes tornaram-se

    globais e os actores envolvidos na sua resposta multiplicaram--se. Os riscos esto interliga-dos e as fronteiras tradicionais entre riscos naturais e ris-cos tecnolgicos esbatem-se.

    A questo da segurana assu-me maior importncia, na medida em que aumentam os factores de risco, agravados pelo progressi-vo envelhecimento da populao, pela constante migrao popula-cional para as cidades, pelo uso irracional dos recursos naturais, pela insuficiente consagrao dos riscos no planeamento urbano ou pelo aumento da dependncia do funcionamento de infra-estrutu-ras. O universo de segurana em

    meio urbano est hoje associado, de forma nova e desafiante, a um conjunto de reas que necessitam de resposta integrada, chamando a si vrios saberes e competncias, incluindo tambm a participao pblica activa.

    As cidades vivem diariamente

    Regenerar os centros urba-nos para dar a volta economia o que faz falta. Com os flu-xos migratrios, das zonas rurais para as zonas urbanas, as cidades

    enfrentam desafios enormes: por um lado, garantir que as pessoas tm qualidade de vida e podem criar a sua famlia e trabalhar de forma o mais agradvel e confor-tvel possvel. Ao mesmo tempo, faz-lo num contexto econmico menos favorvel, o que faz com

    "Em 2050, diz a ONU, 70% da populao mundial ir viver nas cidades. Mas muitas cidades esto j hoje, em 2014, a perder qualidade de vida e a degradar--se. J em 2004, o ento Secretrio-geral das Naes Unidas, Kofi Annan, disse ser necessrio um sistema abrangente de segurana colectiva, que resolvesse novas e velhas ameaas. Alertou ainda, para que problemas como o terrorismo, as guerras civis ou a pobreza extrema no fossem vistas de uma forma isolada.Quase uma dcada depois, a pertinncia desta anlise est bem demostrada"

    entre matrias inflamveis, txicas e perto de fontes potenciais de igni-o. Reflexo desta falta de consci-ncia a par de preocupaes com os produtos que consomem, inex-plicavelmente a segurana contra incndio no est entre as suas principais preocupaes e muitas vezes, quando surge um incndio, a ignorncia sobre o que fazer traduz-se em pnico, agravando os riscos. Parece, pois, que as cidades esto fatalmente sujeitas a vrios tipos de desastres, cada vez mais complexos, resultado do nvel de desenvolvimento dos pases. Na verdade, as cidades crescem mediante diferenciados aspectos. A cultura de segurana urbana cresce, par a par, com o desenvolvimento urbano e com a consciencializao de todos os protagonistas sociais, relativamente necessidade de se empenharem na construo de um efectivo conhecimento da seguran-a, que dever ser veiculado, desde logo, na escola.

    Uma sociedade que se preten-de evoluda tem forosamente de estar consciente dos riscos com que coabita e de se preparar para eles, tentando minimizar os seus efeitos.

    O governo tem de assumir que a segurana de pessoas e bens constitui uma das funes essen-ciais do Estado e que a Engenharia Portuguesa tem uma palavra a dizer.

    Engenheiro (*)

  • CONCELHOJornal de Vila Me - setembro de 2014 3

    1 Caminhada Solidria da APD Amarante

    O Centro Columbfilo de Vila Me organizou no passado dia 19 de setembro a distribuio de prmios referentes campanha de 2014. Na gala estiveram presentes scios, concorrentes e alguns convida-dos, entre os quais representantes das instituies da regio, nome-adamente a vereadora da Cmara Municipal de Amarante, Lucinda Fonseca, o presidente da Junta de Vila Me, Lino Macedo e o pre-sidente do Atltico Clube de Vila Me, Jos Eduardo Matos.

    No final do jantar foi cortado o bolo pelos vencedores e dei-xada uma palavra de apreo pelo presidente de junta: Agradeo direo da Associao dos Columbfilos de Vila Me e aos seus scios o facto de represen-tarem a nossa terra nas diversas competies nacionais e interna-cionais.

    Na iniciativa competiram 15 concorrentes, porm a associao espera ter a participao de mais elementos na prxima poca.

    Os classificados desta temporada foram:1 Os Barros 2 Fernando Freitas & Filho 3 Daniel Carvalho 4 Santana 5 Manuel Antnio 6 Jos Fernando 7 Silvino Leite 8 Rodrigo Mesquita 9 Raimundo Peixoto 10 Jos Francisco 11 Jos Casimiro 12 Jlio Alexandre

    Gala de entrega de prmios da Associao de Columbfilos13 Manuel Leito 14 Domingos Santos 15 Rui Peixoto

    Cerca de 30 pessoas participaram na 1 Caminhada Solidria intitulada Caminhar pela diferena, iniciativa promovida pela delegao de Amarante da Associao Portuguesa de Deficientes (APD), que con-tou com o apoio da Cmara Municipal de Amarante.

    A presidente da delegao de Amarante, Rosa Lemos afirmou que o principal objeti-vo da Caminhada Solidria foi a angariao de fundos para a associao que pretende apoiar, defender e assegurar os direitos das pessoas com deficincia e tambm divulgar a coletividade, proporcionando momentos de convvio entre os participantes.

    Rosa Lemos destacou, ainda, o facto deste tipo de eventos estar a ganhar cada vez mais importncia na luta por uma sociedade mais justa, inclusiva e solidria, da, a partici-pao dos amarantinos ser fundamental.

    Rede Social de Amarante levou 137 idosos ao Museu do DouroNo mbito da agenda cultural Snior de

    2014, atividade prevista no Plano de Ao de 2014, eixo - Envelhecimento (enqua-drado nas orientaes estratgicas do Plano de Desenvolvimento Social do concelho de Amarante -2014/2016, da Rede Social) realizou-se, no passado dia 10 de setembro, um passeio ao Douro para cerca de 137 ido-sos. Estes esto a ser apoiados por oito das 13 Instituies Particulares de Solidariedade Social (IPSS) com valncias para a terceira idade no concelho de Amarante.

    O programa foi cumprido com uma visi-ta guiada ao Museu do Douro, uma apresen-

    tao do ciclo da vinha e finalizou com um piquenique nas margens do Rio Douro. Este convvio permitiu uma troca de experincias e vivncias entre os idosos, cumprindo os objetivos gerais: a promoo da qualidade de vida dos idosos e a promoo do enve-lhecimento ativo.

    As IPSS asseguraram a alimentao e os custos inerentes aos bilhetes e a Cmara Municipal de Amarante, enquanto entidade parceira da Rede Social, assegurou o trans-porte para todos os idosos, nomeadamente os que tm mobilidade reduzida.

    Atravs de um trabalho de parceria, coo-

    perao e partilha de responsabilidades, a Cmara Municipal de Amarante e as IPSS proporcionaram a esta faixa etria um dia de

    A direo dos Bombeiros Voluntrios de Vila Me (BVVM) em parceria com o Centro de Sangue e da Transplantao do Porto promoveu uma recolha de sangue no Salo Nobre dos BVVM no passado dia 29 de setembro.

    Recolha de sangue nas instalaes dos bombeiros de Vila Me

    lazer, convvio e vivncia de novas experi-ncias. O evento contou com a presena da Vereadora da Ao Social.

  • ATUALIDADEsetembro de 2014 - Jornal de Vila Me4

    A CURIOSIDADE MATOU O GATOseguro e inacessvel.

    Os gatos tm o hbito de se instalar em estantes, gave-tas, cestos de roupa e at nos tambores das mquinas de lavar ou secar a roupa. Se conseguirmos prever os novos esconderijos de que o felino se possa lembrar pode-remos diminuir os riscos de acidente.

    Os gatos no costumam ingerir plantas que lhes pos-sam ser nocivas, contudo adoram mordiscar ervinhas. pois importante saber quais as plantas potencialmen-te txicas para os animais, por forma a evitarmos t-las dentro de casa (como por exemplo o azevinho, o visco,

    glicnia, filodendro, azlea, rododendro, tomateiro orna-mental, loureiro rosa, cicl-men, estrelas de natal, hera e ervilhas de cheiro). Uma des-parasitao regular do gato evitar que ele sinta a neces-sidade de ingerir plantas.

    Como vimos,