FEIRA DE CIÊNCIAS 2015

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Apresentao do PowerPoint

2 FEIRA DE CINCIAS DAE.E.DR. PEDRO VELHO PEDRO VELHO/RN 15 DE OUTUBRO DE 2015

2 FEIRA DE CINCIAS DAE.E.DR. PEDRO VELHO

TEMA: LUZ, CINCIA E VIDA

2 FEIRA DE CINCIAS DAE.E.DR. PEDRO VELHO

Dinamizar, democratizar e popularizar o conhecimento de Cincias da Natureza, explicando fatos que ocorrem no dia-a-dia comunidade, relacionando-os aos experimentos e Cincia. OBJETIVO:

2 FEIRA DE CINCIAS DAE.E.DR. PEDRO VELHO

SALA 1: QUMICA

DESCOLORINDO REFRIGERANTE COM HIPOCLORITO DE SDIOPROFESSOR JOS CARLOS

DESCOLORINDO REFRIGERANTE COM HIPOCLORITO DE SDIODe maneira geral o hipoclorito de sdio uma substncia instvel que apresenta como resultado dessa sua instabilidade o cido hipocloroso (HClO) e gs Cloro (Cl). Esses agentes so oxidantes muito fortes, podendo reagir e eliminar muitos tipos de molculas, incluindo a os corantes de roupas ou alimentos neste experimento o refrigerante. Essa ao decorre do ataque s ligaes qumicas do corante substncia, fazendo-a perder a capacidade de absorver luz visvel.

REAO DE DECOMPOSIO DA GUA OXIGENADA COM CATALIZADORALUNAS AMANDA E THALITA 2 SRIE E.M.

REAO DE DECOMPOSIO DA GUA OXIGENADA COM CATALIZADOR

A velocidade de uma reao qumica depende de uma srie de fatores e, entre esses fatores, temos os catalisadores, que so substncias capazes de aumentar a velocidade com que uma reao qumica ocorre sem participar diretamente dela.A gua oxigenada uma soluo aquosa de perxido de hidrognio (H2O2) que, lentamente, sofre a seguinte reao de decomposio:

2 HO(aq) 2 HO(l) + O(g)

No entanto, quando acrescentamos o iodeto de potssio, ele funciona como um catalisador dessa reao, acelerando a decomposio da gua oxigenada por meio do on iodeto, conforme as equaes abaixo. Essa reao tambm exotrmica, liberando calor, comprovado pelo aquecimento do frasco e vapor presente durante a reao.HO + I- HO + OI-HO + OI- HO + I- + O

PRODUO DE GS CARBNICO A PARTIR DE CIDO MURITICO E BICARBONATO DE SDIOALUNOS ARTHYCIO E HATUS 2 SRIE E.M.

PRODUO DE GS CARBNICO A PARTIR DE CIDO MURITICO E BICARBONATO DE SDIO

As reaes de dupla-troca se caracterizam por haver trocas entre os elementos de cada molcula envolvida na reao. Assim, determinados tomos, ons ou radicais trocam de posio passando para a outra molcula constituinte da reao substituindo o tomo, on ou radical que estava naquela posio e vice-versa. Na reao de dupla troca entre o cido muritico (HCl) e bicarbonato de sdio mostrada abaixo, ocorre a formao de um sal (NaCl), gua e gs carbnico, este ltimo responsvel pela grande formao de bolhas intensificadas pelo detergente adicionado.

NaHCO(s) + HCl(aq) -> NaCl(s) + HCO(aq) -> NaCl(s) + HO(l) + CO(g)

CONDUO DE ELETRICIDADE EM SOLUESALUNOS ANDERSON E ALICE 2 SRIE E.M.

CONDUO DE ELETRICIDADE EM SOLUESEm soluo (misturadas com gua), as substncias cidas, bsicas e sais, formam ons que conduzem eletricidade, possibilitando o acendimento do led. J a gua destilada que pura, se ioniza muito fracamente, no chegando a formar ons suficientes para conduzir eletricidade. A gua da torneira, dependendo do tratamento a que foi submetido para limpeza, ou da sujeira nela presente, pode conduzir ou no. As substncias cidas e sais so aquelas que em soluo se ionizam, formando ons H +, as bsicas se dissociam formando ons OH-.

CROMATOGRAFIA EM FOLHAS E FLORESALUNAS ELLEN E REGINA 2 SRIE E.M.

CROMATOGRAFIA EM FOLHAS E FLORESAps macerar o material no lcool, os pigmentos constituintes do material analisado so arrastados pela capilaridade no papel filtro de acordo com o seu peso especfico (densidade), proporcionando a visualizao em ordem crescente de pigmentos de cores diferentes e presentes no material (folha/flor). O experimento tambm proporciona visualizar a presena do pigmento verde clorofila, em folhas de cores diferentes do verde.

INDICADORES DE pH NATURAISALUNAS ELLEN E REGINA 2 SRIE E.M.

INDICADORES NATURAIS DE SOLUES CIDAS E BSICASOs indicadores obtidos de flores aps macerao no lcool, ao serem misturados s solues cidas ou bsicas formam novos compostos atravs de reaes qumicas. Esses novos compostos apresentam cores especficas, que permitem identificar a funo qumica (cida ou bsica) da soluo que a originou. As substncias cidas so aquelas que em soluo se ionizam, formando ons H + e as bsicas, se dissociam formando ons OH-.

LQUIDO NO-NEWTONIANO/MAIZENA E GUAALUNOS ROMRIO E DAYRES 2 SRIE E.M.

LQUIDO NO-NEWTONIANO/MAIZENA E GUAOs fluidos classificados como newtonianos caracterizam-se por terem uma viscosidade constante, ou seja, seguem a Lei de Newton. So exemplos a gua, o leite e os leos vegetais. J nos fluidos no newtonianos a viscosidade varia com a fora aplicada (e por vezes com o tempo tambm) e portanto tm propriedades mecnicas muito interessantes. Se voc colocar lentamente sua mo na mistura de amido de milho (Maizena) e gua, ela se comporta como um lquido. Entretanto, se voc golpe-la, ela parecer dura, e sua mo no ir penetrar na mistura. Voc pode derram-la lentamente, mas tambm agarrar uma poro, quase como um slido. Esse tipo de fluido chamado de no newtoniano. Ele se torna mais viscoso quando agitado ou comprimido.A explicao mais aceita para esse comportamento da mistura que, quando esto inertes, os grnulos de amido so envolvidos por gua. A tenso superficial da gua impede que ela flua completamente pelos espaos existentes entre os grnulos. A almofada d'gua oferece lubrificao considervel, permitindo que os grnulos se movam livremente. Porm, se o movimento for abrupto, a gua espremida para fora dos grnulos, e a frico entre eles aumenta de forma bastante drstica.

ELETRLISE DA GUAALUNOS JEFFERSON E RONALDO 2 SRIE E.M.

ELETRLISE DA GUAA eletrlise (quebra atravs da eletricidade) um processo eletroqumico, caracterizado pela ocorrncia de reaes de oxirreduo em uma soluo condutora quando se estabelece uma diferena de potencial eltrico entre dois eletrodos mergulhados nessa soluo.No eletrodo negativo da fonte (nodo): Carregado de eltrons, por ao da fonte (carregador de celular), o nodo comea a transferir esses eltrons para os ons H+, que passam ento para a forma H0 (reao de reduo). Nessa forma, porm, o elemento hidrognio no quimicamente estvel, e assim, buscando a estabilidade qumica, esses tomos comeam a se combinar entre si, formando molculas de gs hidrognio (bolhas) prximo ao eletrodo e se acumulando na parte mais alta do tubo.O eletrodo positivo (Ctodo), simultaneamente, comea ento a absorver os eltrons "em excesso" dos nions prximos (OH-), fechando assim o circuito. O oxignio da hidroxila (OH-), depois de este ceder eltrons, se separa do hidrognio e se combina com outro oxignio, formando o gs oxignio (bolhas no tubo 2). Como se v, a funo da fonte CC , na prtica, retirar eltrons dos nions (oxidao) e entreg-los aos ctions (reduo).

2 FEIRA DE CINCIAS DAE.E.DR. PEDRO VELHO

SALA 2: BIOLOGIA

HIGIENE BUCALALUNAS MILENA S. E RAYANE 3 SRIE E.M.

HIGIENE BUCALA Crie uma outra forma de se denominar a deteriorao do dente. Ela fortemente influenciada pelo estilo de vida do indivduo - o que se come e como se cuida dos dentes. A hereditariedade tambm tem um papel importante na predisposio dos dentes para se estragarem. A Placa Bacteriana uma pelcula pegajosa e incolor, constituda de bactrias e restos alimentares que se forma sobre os dentes. a principal causa de crie e gengivite. Se no for removida diariamente, endurece e forma o trtaro.Trtaro, as vezes tambm chamado de clculo dental, a placa bacteriana ou biofilme dental que endurece na superfcie dos dentes. A gengivite uma inflamao da gengiva que pode progredir e atingir o osso alveolar. este que envolve e sustenta os dentes. causada pela presena da placa bacteriana ou biofilme dental.A sensibilidade dentria a dor causada por desgaste da superfcie do dente. A causa mais comum desta sensibilidade na pessoa adulta a exposio da raiz dos dentes na rea cervical, ou colo, devido retrao gengival, provocada muitas vezes por escovao errada.Os cuidados dirios preventivos, tais como uma boa escovao e o uso correto do fio dental, ajudam a evitar que os problemas dentrios se tornem mais graves.O experimento mostrou tambm a reao que ocorre em duas cascas de ovos imersos em uma soluo de cido muritico fraca, com uma das cascas protegida com pasta. O resultado com a casca protegida pela pasta permanecendo ntegra refora a importncia de se escovar os dentes.

EXTRAO DO DNA DA CEBOLAALUNAS DAYRES E LUANA 2 SRIE E.M.

EXTRAO DO DNA DA CEBOLAOcido Desoxirribonucleico(DNA) umcomposto orgnicocujasmolculascontm as instruesgenticasque coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seresvivose algunsvrus, e que transmitem as caractersticashereditriasde cada ser vivo.Para a extrao do DNA necessrio quebrar a membrana citoplasmtica para poder chegar at o ncleo da clula e sem comprometer sua constituio. Para isso as etapas a seguir so muito importantes. A soluo de lise assim denominada devido a sua funo de rompimento da membrana plasmtica e outras membranas. formada por detergente e sal. O detergente permite a desestruturao das molculas de lipdios das membranas biolgicas e o sal proporciona o ambiente favorvel para a extrao de DNA, neutralizando a carga negativa dos grupos fosfatos dessa molcula. O resfriamento do filtrado no gelo permitir a precipitao do DNA e o lcool gelado diminui a solubilidade do DNA com a ajuda do sal adicionado inicialmente. O DNA, menos solvel em lcool, formar um aglomerado que precipitar junto com outras molculas. Adicionar o lcool gelado em velocidade lenta auxilia na eficincia de precipitao do DNA. A visualizao fcil do DNA da cebola se deve a sua grande dimenso.

MEDIDOR DE PRESSO PULMONARALUNO VALBER 3 SRIE E.M.

Foto prof. Sueli

MEDIDOR DE PRESSO PULM